ATUALIDADE

Sofia Davis

Sofia Davis consolida sua influência global como Diretora de Conteúdo e Editora de importantes plataformas de mídia de moda.

Davis atua como Diretora Global de Conteúdo e Editora da Fashion Avenue News, Model World Magazine e The Fashion Dynasty, três publicações reconhecidas internacionalmente que, juntas, operam como um grupo global de mídia de moda com amplo alcance editorial, distribuição digital e produções de moda ao vivo.

Formada pelo Fashion Institute of Technology (FIT), Davis construiu uma carreira focada em liderança de conteúdo, desenvolvimento de talentos e expansão do setor. No início de sua trajetória profissional, recebeu o prêmio Uptown Saturday Night Designer Award, marcando sua entrada no mundo do design de moda e da direção criativa.

Sofia Davis fortalece sua influência global como Diretora de Conteúdo.

Sofia Davis fortalece sua influência global como Diretora de Conteúdo.

Em resposta à representatividade limitada na indústria da moda, Davis fundou uma empresa de agenciamento de modelos dedicada a promover padrões inclusivos, oferecendo oportunidades profissionais a modelos de diversas origens, tipos físicos e perfis demográficos. Essa iniciativa lançou as bases para seu compromisso de longo prazo com a equidade e a visibilidade na mídia de moda.

Sofia Davis fortalece sua influência global como Diretora de Conteúdo

Mais tarde, Davis ingressou no mundialmente famoso Apollo Theater, onde atuou como Diretora da Apollo Models por dez anos, supervisionando desfiles de moda semanais e a programação de talentos. Durante esse período, ela também fundou a BTE TV (Beauty Television & Entertainment), uma plataforma de transmissão de moda e beleza que alcançava mais de 550.000 telespectadores diariamente.

Sofia Davis fortalece sua influência global como Diretora de Conteúdo.
Photo by Tony Ware

A saber, em 2006, Davis lançou a revista Fashion Avenue News. Posicionando-a como uma publicação de luxo global. A revista focava em estilistas emergentes e novos talentos. Após o crescimento da publicação, expandiu o grupo de mídia com a revista Model World. Assim como, a Fashion Dynasty, alcançando coletivamente mais de 770.000 assinantes de e-mail. E, ainda, uma audiência digital global superior a 46 milhões através do Magzter.com.

Então, além do mercado editorial, Davis é a produtora do Fashion on the Hudson, evento que está em sua 26ª edição. Igualmente, já atraiu mais de 32.000 participantes, tornando-o uma das produções de moda independentes mais antigas dos Estados Unidos.

Sofia Davis fortalece sua influência global como Diretora de Conteúdo.

Paralelamente à sua liderança na mídia, Davis desenvolveu a House of Sofia Couture. Isto é, uma marca de moda de luxo especializada em design para tapete vermelho e alta-costura. A coleção apresenta acabamento refinado, construção de alta-costura e tecidos marcantes. Dessa forma, a linha está disponível na MaisonxPFW Luxury Boutique, na Filadélfia, e em plataformas online.

Davis cobriu e produziu conteúdo das principais Semanas de Moda de Nova York, Londres, Paris, Milão e Black Paris Fashion Week. Por meio de seu trabalho editorial e iniciativas de mentoria, ela continua a apoiar estilistas e modelos internacionalmente. Assim, reforçando seu papel como uma líder sênior no ecossistema global da moda.

Fonte: Bulleya Global News/Divulgação
Fotos: Divulgação/Arquivo Pessoal /Tony Ware (Primeira e segunda foto)

Mercado náutico global deve atingir US$ 24,6 bilhões até 2032; indústria brasileira segue em alta nos EUA

Após mais um evento de sucesso realizado na Flórida, a marca brasileira Triton Yachts confirma que o mercado norte-americano representa hoje 40% de sua produção anual

De acordo com levantamento da consultoria internacional MarketsandMarkets, o mercado global de embarcações recreativas  deve movimentar cerca de US$ 24,64 bilhões até 2032, com expectativa de crescimento médio anual superior a 6% no período.

Os Estados Unidos concentram a maior fatia desse mercado, com destaque para a Flórida como principal hub de consumo, distribuição e lançamentos de embarcações. Isso explica por que fabricantes brasileiros seguem apostando na presença física e comercial no mercado norte-americano. A participação em feiras regionais e internacionais continua sendo considerada estratégica para ganhar visibilidade, fortalecer redes de distribuição e acompanhar de perto o comportamento do consumidor em um dos mercados mais maduros do mundo.

O estaleiro nacional Triton Yachts atua no mercado norte-americano há mais de quatro anos por meio da linha internacional Hanover, e o país responde atualmente por cerca de 40% de sua produção. Como parte da estratégia de fortalecimento da presença internacional, a marca participou, neste final de semana, da 48ª edição do St. Petersburg Power and Sailboat Show, realizada no litoral da Flórida.

Durante o evento, foram apresentados os modelos Hanover 305 e Hanover 387, embarcações de perfil esportivo que priorizam navegação estável, bom desempenho e aproveitamento das áreas externas. A Hanover 305 é voltada ao uso diurno e à convivência a bordo, enquanto a Hanover 387 amplia o conforto com maior autonomia e soluções pensadas para permanências mais longas.

Para Allan Cechelero, diretor da Triton Yachts, com mais de 40 anos no mercado e com atuação no Brasil, nos Estados Unidos e em outros países do globo, a presença contínua em feiras internacionais faz parte de uma estratégia de longo prazo. “Os Estados Unidos seguem sendo um mercado prioritário para a indústria náutica mundial e também para o Brasil, e a Flórida, com seu potencial, tem um papel central nisso. Mesmo diante de ajustes econômicos e regulatórios recentes, nossas exportações seguiram dentro do esperado. Para 2026, a expectativa é de estabilidade com tendência de crescimento gradual. Essas feiras funcionam como um termômetro do setor. É onde observamos tendências de design, comportamento do consumidor e formatos de uso que acabam influenciando o mercado global”, afirma.

Sobre Triton Yachts

A Triton Yachts é uma consagrada linha de barcos projetada e construída pelo estaleiro paranaense Way Brasil, com 40 anos de mercado. A marca é referência no segmento de lanchas de passeio e conta com modelos que variam de 23 a 52 pés, reconhecidos pela segurança, qualidade construtiva, suporte aos clientes e inovação constante em design e materiais. Nos Estados Unidos, os modelos são comercializados sob a marca Hanover, que vem conquistando cada vez mais espaço no mercado internacional.

https://www.tritonboats.com.br/

Fotos: Divulgação Triton Yachts

Exposição inédita no Sesc Santo André reúne obras de artistas que passaram pelo Espaço de Tecnologias e Artes (ETA)

Acervo de Histórias: Fazeres em Movimento apresenta trabalhos ligados a oficinas, cursos e práticas experimentais da unidade, cruzando o fazer manual e recursos tecnológicos.

O Sesc Santo André abre ao público, a partir de 29 de janeiro, a exposição Acervo de Histórias: Fazeres em Movimento, que reúne 44 obras relacionadas às atividades realizadas no Espaço de Tecnologias e Artes (ETA) da unidade ao longo de sua trajetória. Desenvolvidos por artistas que ministraram oficinas, cursos e ações formativas, os trabalhos revelam a importância do ETA como um espaço de criação contínua, marcado pela experimentação coletiva, onde práticas manuais e tecnologias digitais se cruzam.

Com curadoria de Camila Alcântara, Acervo de Histórias dá visibilidade a trabalhos criados por 35 artistas, artesãos e arte-educadores. O percurso expositivo é organizado em nove núcleos, que se articulam de forma não linear – a mostra reúne obras que abordam questões ligadas à afirmação de identidades, à relação com a matéria e o ambiente, à memória construída por meio do gesto, ao brincar como linguagem criativa e à invenção de universos ficcionais. Esses núcleos funcionam como zonas de aproximação, permitindo leituras cruzadas entre trabalhos de naturezas distintas.

O público pode transitar entre experiências sensoriais, visuais e narrativas, descobrindo trabalhos que exigem aproximação física, outros que se revelam pelo som, pelo gesto ou pelo tempo de observação, criando um ambiente em que a diversidade de práticas se organiza mais pela convivência do que pela separação de linguagens.

Oásis", obra de Áriadine. Foto: Fábio Justino

Entre os exemplos apresentados estão peças interativas que convidam à manipulação, à escuta, experimentações em madeira e cerâmica desenvolvidas a partir de práticas coletivas, além de obras que incorporam recursos de fabricação digital e eletrônica. Há também produções que partem de gestos simples do cotidiano, revelando como diferentes experiências podem dar origem a formas diversas de criação.

Desde sua concepção, a exposição foi pensada para ampliar as formas de acesso. Todos os núcleos incluem ao menos uma obra com recursos de acessibilidade, e os textos de parede foram desenvolvidos em versões curtas, com leitura em braile. Há ainda conteúdos audiovisuais com tradução em Libras e legendas, permitindo diferentes modos de aproximação com as obras.

Para Camila Alcântara, a curadoria parte da ideia de que a exposição está em permanente construção. “O interesse não está apenas nas obras finalizadas, mas nos caminhos que levaram até elas. Os trabalhos reúnem processos que continuam produzindo sentido quando observados lado a lado, em diálogo”, afirma. A curadora destaca ainda que a mostra evita leituras centradas em individualidades. “São trabalhos muito diferentes entre si, mas que ganham força quando vistos em conjunto, pelas aproximações e tensões que se estabelecem no espaço expositivo.”

A partir de diferentes percursos de aprendizagem, as obras revelam experiências construídas ao longo do tempo, em práticas compartilhadas, e ajudam a compreender a criação artística como algo que se desenvolve em diálogo. Ao aproximar práticas manuais e recursos digitais, materiais concretos e interfaces intangíveis, a exposição mostra que tentar, errar e descobrir também faz parte da experiência estética e da produção de conhecimento.

Registro fotográfico do mural “Memórias Africanas", pintado pelo artista Rhay no ETA.
Foto: Tamara dos Santos

Acervo de Histórias: Fazeres em Movimento é acompanhada por uma programação educativa que amplia a experiência do público. Mediações culturais e oficinas propostas ao longo do período expositivo dialogam diretamente com a proposta da mostra, com possibilidade de agendamento de visitas mediadas para grupos. Atividades como macramê, bordado livre, papercutting e desenho autoral aproximam os visitantes dos processos criativos e reforçam a arte como prática relacional e acessível.

Lugar de experimentação criativa

O Espaço de Tecnologias e Artes (ETA) integra um programa do Sesc São Paulo que conta com uma sala equipada e uma equipe que orienta atividades educativas nos universos das artes visuais e das tecnologias – digitais, analógicas, sociais e ancestrais. Além disso, os espaços possuem equipamentos para o uso experimental durante atividades didáticas em diversas linguagens: computadores, mesas digitalizadoras e tablets; máquinas de costura, materiais para desenho, pintura, ferramentas para práticas de gravura, cerâmica e escultura; instrumentos para marcenaria e técnicas construtivas em geral, incluindo máquinas de fabricação digital, como impressora 3D, cortadora a laser e CNC; há, ainda, componentes relacionados à eletrônica e hardware, como Arduino e Raspberry Pi.

Artistas participantes

A exposição reúne obras de 35 artistas, artesãos e arte-educadores que participaram de atividades desenvolvidas no Espaço de Tecnologias e Artes (ETA) do Sesc Santo André ao longo de sua trajetória.  

Relação de artistas em ordem alfabética: Alexandro Marques (Santo André), Aline Santos (São Paulo), Almazzen Terrários (São Caetano do Sul), Ariádine (São Paulo),  Carmem Garrido (São Paulo), Claudio Baccaro (São Caetano do Sul), Cristina Suzuki (Santo André), daSilva (São Paulo), Eddie (Carapicuíba), Edvania Rêgo (Santo André), Fabiano A. (São Paulo), Fausto Couros (Olinda), Francisco Bianchi (França), GamaH (São Paulo), Guta Moraes (Taboão da Serra), Ing Lee (São Paulo), Julian Campos (São Vicente), Lila Cruz (Santo André), Luiza Lemos (Paraty), Luíza Marcon (Santo André), Márcio Moreno (Santo André), Mariana Lucio (Santos), Marília Marz (São Paulo), Marino Montanari Bedin (Santo André), Mestre Afonso Menino (Sapucaí Mirim), Michele Ito (Santo André), Monica Marques (Piracaia), Nise/ Letras da Nise (São Sebastião), Paulo Nenflidio (São Bernardo do Campo), Pretta Bijoux (Diadema), Rafa da Rabeca (São Paulo), RHAY (Mauá), Rinaldo Ferrucio (São Paulo) e Tamara dos Santos (Mauá).

SERVIÇO

Acervo de Histórias: Fazeres em Movimento
De 29/1 a 19/6, de terça a sexta, das 10h às 21h30
De 31/1 a 21/6, sábados e domingos, das 10h às 18h30
Galeria de Artes – Sesc Santo André
Classificação livre

Entrada gratuita – sem retirada de ingressos

Agendamento de Grupos

agendamento.santoandre@sescsp.org.br

Endereço: Rua Tamarutaca, 302 – Vila Guiomar – Santo André
Telefone: (11) 4469-1200
Estacionamento: R$ 7,00 a primeira hora e R$ 2,00 por hora adicional (Credencial Plena);
R$ 14,00 a primeira hora e R$ 3,50 por hora adicional (Outros)
Mais informações: sescsp.org.br/santoandre

Foto destaque: Reprodução digital da Obra “‘Quadrinizadas", de Marília Marz.

Torneio de Verão reúne 80 enxadristas em competição de xadrez no Norte Shopping

Ainda dá tempo de se inscrever no Xadrez 4 Estações – Torneio de Verão 2026, que será realizado no próximo sábado (31), a partir das 12h30, no Londrina Norte Shopping, reunindo jogadores de diferentes categorias em um evento oficial, competitivo e homologado. A competição é válida para Rating FIDE e CBX (Confederação Brasileira de Xadrez). As inscrições, que se encerram nesta quinta-feira (29), custam R$ 40 (mestres FIDE, mestres nacionais e crianças de até 14 anos) ou R$ 60 (jogadores em geral. O limite é de 80 participantes.

“Ao realizar os torneios de xadrez, estimulamos a prática de um esporte que ajuda a desenvolver a lógica, o raciocínio e a paciência. E criamos um ambiente propício para a diversão em família”, afirma Sabrina Matos, coordenadora de marketing do Londrina Norte Shopping. Das 12h30 às 13h, a organização confirmará as inscrições. A partir das 13h30 inicia-se a primeira rodada. E às 17h50 está previsto o encerramento com as premiações. Os prêmios serão jogo de peças profissional (1º lugar), relógio de xadrez (2º lugar) e jogo de peças escolar (3º lugar).

A formato de disputa será em um único grupo, com emparceiramento pelo sistema suíço em até seis rodadas, de acordo com o número de participantes. Serão permitidos empates de comum acordo, desde que cada jogador tenha feito pelo menos um lance. De acordo com a organização o ritmo de jogo será definido em 10 minutos mais cinco segundos por lance para cada jogador no relógio digital ou 15 minutos para cada jogador no relógio analógico, com tempo de tolerância de 10 minutos. A organização pede que os participantes levem jogos e relógios de xadrez.

Londrina Norte Shopping

O Londrina Norte Shopping é o maior centro de compras, serviços e lazer da zona norte de Londrina e um dos maiores da cidade, localizado na R. Américo Deolindo Garla, 224. Fundado em 2012, possui 32.678,29 metros quadrados de área bruta locável e atua com 180 operações entre âncoras, megalojas, lojas satélites, quiosques e empreendimentos gastronômicos. O estacionamento é gratuito de segunda a sexta até às 14h (exceto feriado). Após esse horário e aos finais de semana, tarifa única de R$ 9, podendo ser paga também pelo aplicativo. São 1.748 vagas, sendo 1.484 para carros e 264 para motos. O empreendimento funciona de segunda a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.

Formulário de inscrição:

https://forms.gle/wg9FZwxdtKtXDaNe9

As inscrições, que se encerram nesta quinta-feira (29), custam R$ 40 (mestres FIDE, mestres nacionais e crianças de até 14 anos) ou R$ 60 (jogadores em geral

Grupo MDT acelera expansão, fortalece portfólio de suplementos e mira R$ 300 milhões em faturamento

Com portfólio verticalizado, fábrica própria e estratégia multicanal, o grupo planeja entrar em 5.000 pontos de venda, ampliar a operação internacional e lançar mais de 15 produtos até 2026.

O mercado de suplementos no Brasil vive um momento de forte expansão, impulsionado pela busca crescente por bem-estar, rotina saudável e produtos de performance. Nesse cenário, o Grupo MDT, fundado pelos irmãos Diego Mylher (23) e Jean Junior (21), consolida-se como um ecossistema de saúde, beleza e tecnologia com operações próprias de produção, P&D e e-commerce, um diferencial raro entre empresas digitais iniciantes.

Criado em 2021, o grupo reúne as marcas Soufit, Águas de Aurora e iGummy, que atendem públicos distintos com soluções em cápsulas, gomas e produtos para cuidado capilar. Após um crescimento sustentado pelas vendas diretas, afiliados e e-commerce próprio, a empresa prepara agora a fase mais ambiciosa de sua operação: ampliar a capacidade logística, reforçar o portfólio, profissionalizar a recomendação técnica e entrar em mais de 5 mil pontos de venda até 2026. A meta é chegar a R$ 300 milhões em faturamento nos próximos três anos.

A história da empresa, fundada pelos irmãos Diego Mylher e Jean Junior, começou muito antes da marca existir no papel. Os dois tiveram contato precoce com o ambiente digital: ainda crianças, criaram blogs monetizados pelo Google AdSense e, na adolescência, abriram suas primeiras lojas online. 

Os resultados variaram entre um faturamento de R$ 150 mil em quatro meses e o fracasso de uma operação de moda feminina que não resistiu às mudanças da pandemia. A quebra levou os irmãos a trabalhar em lanchonete, hotel e até na venda de bala de coco, até retomarem o empreendedorismo com um empréstimo de R$ 100 mil em produtos, capital que deu origem ao primeiro termogênico da Soufit.

O grupo cresceu de forma pouco convencional. Sem recursos para marketing, transformou clientes em afiliados e, a partir deles, estruturou uma comunidade que hoje recebe treinamentos, participa de eventos, convenções e premiações. Em 2024, por exemplo, 70 afiliados participaram de uma viagem de incentivo à Colômbia, reflexo de uma estratégia que combinou vendas diretas com fortalecimento da cultura interna. Essa base impulsionou o crescimento e permitiu à empresa estruturar unidades fabris próprias, operações em São Paulo, Minas Gerais e Flórida, nos Estados Unidos,, além de um time que deve saltar dos atuais 80 colaboradores para cerca de 150 até o fim de 2026.

Os planos para os próximos anos 

A nova fase do grupo é marcada por ambição. Na logística, o MDT planeja abrir um novo centro de distribuição para reduzir prazos de entrega e competir com modelos de envio acelerado, uma demanda crescente entre consumidores de suplementos que iniciam novas rotinas de saúde e buscam produtos imediatamente. 

No portfólio, a empresa prepara mais de 15 lançamentos: whey protein, creatina três em um, BCAA, glutamina, pré-treino e uma linha de saúde com ômega 3, coenzima Q10, cúrcuma e NAC. Um protocolo de emagrecimento, em desenvolvimento sigiloso, deve integrar a ofensiva.

No plano comercial, o foco está em ampliar a presença em grandes redes, como drogarias, supermercados e atacarejos, e atingir 5.000 pontos de venda até 2026. "Nossa ideia é negociar parcerias com médicos e nutricionistas, uma frente que consideramos essencial para avançar no canal farma, historicamente ocupado por grandes marcas", explica Diego Mylher, um dos fundadores da marca. A empresa também está expandindo sua plataforma própria de e-commerce, criada internamente e comparada pelos fundadores a soluções como Shopify e VTEX, com o diferencial de integrar inteligência artificial aplicada à logística, CRM, marketing e pós-venda.

Além do Brasil, o grupo busca avançar em expansão internacional. A operação nos Estados Unidos já está em curso, e a entrada na Europa deve acontecer nos próximos anos, apoiada pela capacidade fabril e pela padronização de insumos importados. Para Jean, o próximo ciclo combina maturidade e escala. “Estamos estruturando a empresa para competir com prazos melhores, produtos mais robustos e presença mais forte nos canais”, destaca, complementando que “Começamos com clientes virando vendedores. Agora queremos fortalecer a recomendação técnica e consolidar a marca nacionalmente”, finaliza. 

Sobre o Grupo MDT 

O Grupo MDT é um ecossistema brasileiro de saúde, beleza e suplementação que reúne marcas inovadoras como Águas de Aurora, iGummy Oficial e SouFit Moderno. Com sede em São Paulo, o grupo atua com foco em qualidade, inovação e acessibilidade, trazendo para o mercado soluções que unem bem-estar, ciência e estilo de vida saudável. O objetivo do grupo é democratizar o acesso a suplementos e cosméticos de nova geração, sempre atento às tendências globais e às necessidades do consumidor brasileiro. 

Falta de planejamento é o principal erro de quem começa a investir em 2026

Especialista alerta: decisões sem organização financeira sabotam investidores iniciantes e comprometem o futuro financeiro

Começar a investir é um passo decisivo para quem busca segurança financeira no longo prazo. No entanto, grande parte dos brasileiros acaba se frustrando logo no início dessa jornada por cometer erros básicos que poderiam ser evitados com planejamento, informação e orientação profissional.
Segundo especialista, um dos problemas mais recorrentes está na ausência de objetivos claros ao investir. Sem definir metas de curto, médio e longo prazo, o investidor perde a motivação, não desenvolve disciplina e passa a tratar os investimentos como algo secundário, sem atribuir a importância necessária para o futuro financeiro.
De acordo com Daniella Schulz Ferreira, consultora de investimentos da B2Advisory, o erro mais básico de quem começa a investir é não ter clareza sobre o próprio orçamento.
“Quanto essa pessoa realmente ganha líquido? Quanto gasta com despesas fixas e variáveis? E qual é, de fato, a capacidade mensal de poupança para investir? Essas respostas precisam estar muito claras. O que vemos com frequência é a superestimação da renda — sempre baseada no valor bruto — e a subestimação dos gastos”, explica.

Segundo a especialista, muitas pessoas deixam de contabilizar despesas anuais recorrentes que impactam diretamente o orçamento, como impostos (IPVA e IPTU), seguro veicular, matrícula escolar, viagens e presentes.
“Apesar de não serem mensais, essas despesas são previsíveis e recorrentes. Quando não entram na conta, o investidor acaba superestimando sua real capacidade de poupança”, completa.

Aposentadoria e dívidas: erros que comprometem o futuro
Outro equívoco frequente é acreditar que a aposentadoria, baseada no salário atual, será suficiente para manter o padrão de vida no futuro. A inflação corrói o poder de compra ao longo do tempo, o que explica por que muitos aposentados precisam buscar fontes extras de renda.
Começar a investir sem antes quitar dívidas também é um erro relevante.

“Se o custo da dívida é maior do que a rentabilidade líquida dos investimentos, faz mais sentido priorizar a quitação. Caso contrário, o investidor corre o risco de trabalhar contra si mesmo”, alerta Daniella.
Além disso, investir em ativos de alto risco sem antes formar uma reserva de emergência pode levar a perdas significativas e ao abandono precoce do processo de investimento.

Investir sem objetivos gera ineficiência
A ausência de objetivos bem definidos prejudica toda a estratégia financeira. Quem não separa corretamente recursos para curto, médio e longo prazo acaba com uma carteira ineficiente, paga mais impostos do que deveria e, muitas vezes, é obrigado a vender ativos de longo prazo em momentos desfavoráveis para cobrir compromissos imediatos.

A ilusão dos ganhos rápidos
A busca por ganhos rápidos não é exclusividade de investidores iniciantes. Estudos mostram que o tempo médio que um investidor mantém uma ação em carteira é de apenas cinco meses.
“As pessoas buscam soluções mágicas e fáceis para tudo. Isso é um comportamento humano e explica, inclusive, o sucesso das apostas. Mas a realidade é dura: só constrói patrimônio quem tem disciplina, consistência e visão de longo prazo”, afirma a especialista.

Perfil de investidor e diversificação
Ignorar o próprio perfil de investidor é outro erro grave. Na teoria, muitos se consideram agressivos, mas na prática se tornam conservadores diante das perdas. A identificação correta da tolerância ao risco ajuda o investidor a manter o plano mesmo em períodos de volatilidade.
A diversificação também é essencial, inclusive para quem investe pouco. Diversificar não significa ter muitos ativos, mas sim diferentes tipos de risco dentro da carteira, reduzindo a chance de grandes perdas e evitando sustos que afastam, especialmente, investidores iniciantes.

Educação financeira faz a diferença
Apesar do aumento do interesse por investimentos no Brasil, ainda existe uma lacuna histórica na educação financeira. A falta de conhecimento impactou gerações e reforça a importância de incluir noções básicas de finanças desde a escola, contribuindo para a formação de cidadãos mais conscientes e para o fortalecimento da economia.

Estudar sozinho ou buscar orientação profissional?
Embora seja importante que o investidor conheça o básico sobre finanças, existe uma diferença significativa entre estudar sozinho e contar com a orientação técnica de um consultor de investimentos. Um profissional qualificado acompanha o cenário econômico, ajuda a evitar decisões impulsivas e alinha os investimentos aos objetivos e ao perfil do cliente.

Por onde começar?
A especialista é enfática:
“O primeiro passo é organizar a vida financeira e entender quanto você ganha, quanto gasta e quanto consegue poupar. Em seguida, montar uma reserva de emergência em investimentos seguros e com liquidez. Ter ao seu lado um consultor isento e independente ajuda a evitar erros comuns e decisões impulsivas. Começar simples é sempre melhor do que não começar.”

O maior risco é não investir
Para quem tem medo de investir, a recomendação é começar com valores pequenos e buscar orientação independente. Com planejamento e informação, investir deixa de ser algo arriscado e passa a ser um processo estruturado e consciente.
“Comece o quanto antes, porque quem planeja tem futuro; quem não planeja tem destino”, conclui.

Sobre a especialista
Daniella Schulz Ferreira é consultora de investimentos e sócia da B2 Advisory Consultoria Financeira, com atuação em São Paulo e Santa Catarina. Formada em Direito pela UNIP, possui pós-graduação em Direito Público e Econômico, além de capacitação em Mediação e Arbitragem.
Construiu uma carreira sólida no mercado financeiro, jurídico e institucional, com passagens por Banco Bradesco, Itaú Personnalité e pelo Ministério Público Federal, onde atuou como assessora jurídica. Também exerceu a advocacia por mais de oito anos nas áreas civil, empresarial, bancária e imobiliária.
Desde 2024, atua exclusivamente como consultora de investimentos, sendo sócia da B2 Advisory. É certificada CPA-20 e Ancord, professora convidada em cursos jurídicos e criadora de conteúdo sobre investimentos no Instagram (@euinvistoevc). Possui inglês intermediário e vivência internacional.

Violinista Léo Veron passa por mudança de visual em nova fase de carreira

O violinista Léo Veron acaba de apresentar uma nova fase em sua trajetória artística, marcada por uma transformação completa de imagem. Conhecido anteriormente pelo visual rastafari, o artista optou por uma mudança profunda, adotando agora um corte de cabelo moderno, elegante e atemporal, que dialoga diretamente com a sofisticação e a sensibilidade presentes em sua música.

A transformação foi idealizada pela visagista e hair stylist Débora Rocha, do salão Ophicina do Cabelo, que conduziu o processo com olhar técnico, sensível e personalizado. Mais do que uma mudança estética, o trabalho de visagismo respeitou a identidade do artista e traduziu, em imagem, o momento atual de amadurecimento e reposicionamento profissional.

“O visagismo é uma leitura do ser. No caso do Léo, buscamos um visual que expressasse sua essência artística, trazendo mais leveza, elegância e coerência com a linguagem musical que ele apresenta hoje”, explica Déborah Rocha.
“A proposta foi alinhar imagem, personalidade e propósito, criando um resultado verdadeiro e sustentável.”

A escolha por um visual mais clássico reforça a importância da imagem como extensão da obra artística. Em um mercado cada vez mais atento à comunicação visual, a coerência entre aparência, postura e expressão musical torna-se um diferencial estratégico, especialmente para artistas que transitam por palcos, eventos culturais e projetos autorais.

Para Léo Veron, a mudança representa mais do que estética. “Eu senti que era o momento de alinhar minha imagem com quem eu sou hoje como artista. A música que faço pede sobriedade, elegância e presença. O trabalho da Débora traduziu exatamente isso, sem perder minha identidade”, afirma o violinista.

A transformação integra um projeto de reposicionamento artístico e fortalecimento de imagem desenvolvido pela Márcia Dornelles Comunicação, que atua na estratégia, curadoria de parcerias e construção da narrativa profissional do artista. O processo envolve escolhas que vão além do visual, conectando imagem, carreira e propósito de forma consistente.

O resultado do antes e depois evidencia como o visagismo, quando bem conduzido, é uma ferramenta poderosa de comunicação, capaz de potencializar talentos, ampliar percepções e abrir novos caminhos na trajetória de um artista.

Fotos: Anael Rocha

Visagismo: Déborah Rocha
Salão Ophicina do Cabelo

Assessoria de imprensa:
@marciadornellescomunicacao

Violinista Léo Veron passa por mudança de visual em nova fase de carreira

O violinista Léo Veron acaba de apresentar uma nova fase em sua trajetória artística, marcada por uma transformação completa de imagem. Conhecido anteriormente pelo visual rastafari, o artista optou por uma mudança profunda, adotando agora um corte de cabelo moderno, elegante e atemporal, que dialoga diretamente com a sofisticação e a sensibilidade presentes em sua música.

A transformação foi idealizada pela visagista e hair stylist Débora Rocha, do salão Ophicina do Cabelo, que conduziu o processo com olhar técnico, sensível e personalizado. Mais do que uma mudança estética, o trabalho de visagismo respeitou a identidade do artista e traduziu, em imagem, o momento atual de amadurecimento e reposicionamento profissional.

“O visagismo é uma leitura do ser. No caso do Léo, buscamos um visual que expressasse sua essência artística, trazendo mais leveza, elegância e coerência com a linguagem musical que ele apresenta hoje”, explica Déborah Rocha.
“A proposta foi alinhar imagem, personalidade e propósito, criando um resultado verdadeiro e sustentável.”

A escolha por um visual mais clássico reforça a importância da imagem como extensão da obra artística. Em um mercado cada vez mais atento à comunicação visual, a coerência entre aparência, postura e expressão musical torna-se um diferencial estratégico, especialmente para artistas que transitam por palcos, eventos culturais e projetos autorais.

Para Léo Veron, a mudança representa mais do que estética. “Eu senti que era o momento de alinhar minha imagem com quem eu sou hoje como artista. A música que faço pede sobriedade, elegância e presença. O trabalho da Débora traduziu exatamente isso, sem perder minha identidade”, afirma o violinista.

A transformação integra um projeto de reposicionamento artístico e fortalecimento de imagem desenvolvido pela Márcia Dornelles Comunicação, que atua na estratégia, curadoria de parcerias e construção da narrativa profissional do artista. O processo envolve escolhas que vão além do visual, conectando imagem, carreira e propósito de forma consistente.

O resultado do antes e depois evidencia como o visagismo, quando bem conduzido, é uma ferramenta poderosa de comunicação, capaz de potencializar talentos, ampliar percepções e abrir novos caminhos na trajetória de um artista.

Fotos: Anael Rocha

Visagismo: Déborah Rocha
Salão Ophicina do Cabelo

Assessoria de imprensa:
@marciadornellescomunicacao

Por que somos infelizes? Novo livro do filósofo Marcelo Perine propõe leitura da felicidade como prática inventiva

Em obra lançada pela PUCPRESS, Perine defende que a felicidade não precisa estar "concluída" para ter valor

Por que somos infelizes? Essa foi a pergunta que levou o filósofo Marcelo Perine a escrever Felicidade Prisioneira: Ensaio de Filosofia Moral, obra recém-lançada pela PUCPRESS – editora da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR). O livro se insere no debate contemporâneo sobre ética e moralidade, propondo uma reflexão sofisticada e original sobre o sentido do bem viver, articulando a tradição filosófica às urgências do presente.

“Em poucas palavras, somos infelizes porque podemos fracassar na realização de nossos interesses e na satisfação de nossos legítimos desejos, que consistem, em última análise, em libertar-nos do descontentamento; somos infelizes porque somos e sabemos que somos finitos, contingentes, numa palavra, mortais”. A proposta do autor é compreender a felicidade não como um estado conclusivo, mas como uma prática em constante reinvenção - marcada pela incompletude e pela inventividade. Para desenvolver essa ideia, a obra apresenta-se como um ensaio que reúne dissertações livres e profundas sobre a condição humana, a moralidade e a possibilidade de uma felicidade vivida com consciência.

Perine, professor associado da PUC-SP e referência nacional em Filosofia, revisita criticamente autores clássicos e modernos para construir uma narrativa filosófica que entrelaça razão, liberdade e criação. Com linguagem acessível e rigor filosófico, ele propõe uma “moral viva” que articula a doutrina ética que afirma que a felicidade é o fim supremo da vida humana, alcançado através do exercício da razão e da prática das virtudes – o eudemonismo aristotélico –, a ética do dever kantiana, o imperativo da responsabilidade de Hans Jonas e o “dever de ser feliz” de Eric Weil.

A analogia final com as esculturas inacabadas de Michelangelo é emblemática: a felicidade não se realiza na plenitude, mas na forma que emerge da matéria, no gesto inacabado que revela o sentido. "Contentamento na liberdade" é a expressão que sintetiza a proposta filosófica de Perine, que se contrapõe à concepção utilitarista e performática da felicidade dominante na cultura contemporânea.

Felicidade Prisioneira: Ensaio de Filosofia Moral (PUCPRESS)

Sobre o autor

Marcelo Perine é professor associado da PUC-SP, com sólida formação acadêmica em Filosofia e Teologia, tendo obtido os títulos de mestre e doutor pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma. Com ampla atuação na graduação e na pós-graduação, destaca-se pela expressiva produção intelectual, que inclui 89 artigos, 49 capítulos de livros, 18 trabalhos em anais, 7 livros autorais e outros 7 organizados. Sua contribuição acadêmica também se evidencia na orientação de dezenas de trabalhos em diversos níveis, incluindo mestrado, doutorado e pós-doutorado. Foi coordenador da área de Filosofia da Capes em dois triênios e mantém colaboração internacional com o Institut Eric Weil da Université de Lille, coordenando um acordo de cooperação firmado em 2020.

Londrina Norte Shopping recebe edição especial do Domingo no Norte com show do grupo Samba da Padaria

Edição especial será dentro da programação do Domingo no Norte, das 19h às 21h, na praça de alimentação do Londrina Norte Shopping.

A alegria é o ingrediente do show que o grupo Samba da Padaria vai realizar no Londrina Norte Shopping no próximo domingo (18), uma edição especial dentro da programação do Domingo no Norte, a partir das 19h até às 21h, na praça de alimentação do empreendimento. Dinâmico, o repertório promete trazer muito samba raiz, com canções de Zeca Pagodinho, Fundo de Quintal, Beth Carvalho, Almir Guineto, Jorge Aragão, entre outros. A programação do Domingo no Norte tem ainda Rafa Fernandes, no dia 25 de janeiro, das 19h às 21h. A participação é gratuita e aberta ao público.

“Nós levamos a bandeira do samba raiz, então teremos muito samba bom. Nosso repertório não é algo pronto, pois vai muito do feedback que o público nos passa a cada momento”, explica Edson Augusto Camargo, mais conhecido como Baiano, responsável pela parte administrativa e pela percussão no geral do Samba da Padaria. Além dele, no palco estarão Adriana Pereira Saraiva (produtora), Alexandre da Silva (banjo), Bruno Alves dos Santos (vocalista), Daniel Henrique Apolinário (violão), Marcelo Júnior Antonio (tantazinho/rebolo), Paulo Roberto Silveira (surdo), Rogério Gabriel (pandeiro), Sérgio Augsuto Valentim (vocalista), Wilson de Almeida Saraiva (cavaquinho e vocalista) e Júlio Erthal (saxofone e flauta).

Esta é a segunda vez que o Samba da Padaria desembarca no Londrina Norte Shopping, com uma grande expectativa. “Temos muito tempo de estrada, em torno de 35 anos, e conquistamos muitos amigos que sempre nos acompanham. Então, esperamos uma festa linda com um bom público”, afirma Baiano. Sabrina Matos, coordenadora de marketing do Londrina Norte Shopping, afirma que o público poderá aproveitar o happy hour ou o jantar em família assistindo a apresentação do grupo. “Temos buscado trazer apresentações que sejam agradáveis e atendam a todos os públicos, de modo especial às famílias.”

Londrina Norte Shopping

O Londrina Norte Shopping é o maior centro de compras, serviços e lazer da zona norte de Londrina e um dos maiores da cidade, localizado na R. Américo Deolindo Garla, 224. Fundado em 2012, possui 32.678,29 metros quadrados de área bruta locável e atua com 180 operações entre âncoras, megalojas, lojas satélites, quiosques e empreendimentos gastronômicos. O estacionamento é gratuito de segunda a sexta até às 14h (exceto feriado). Após esse horário e aos finais de semana, tarifa única de R$ 9, podendo ser paga também pelo aplicativo. São 1.748 vagas, sendo 1.484 para carros e 264 para motos. O empreendimento funciona de segunda a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.