{"id":19694,"date":"2025-07-26T09:41:10","date_gmt":"2025-07-26T12:41:10","guid":{"rendered":"https:\/\/vimagazine.com.br\/?p=19694"},"modified":"2025-07-26T12:35:52","modified_gmt":"2025-07-26T15:35:52","slug":"silvia-camara-martinez-lanca-livro-cartas-da-natureza","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/vimagazine.com.br\/?p=19694","title":{"rendered":"Silvia C\u00e2mara Martinez lan\u00e7a livro \u201cCartas da Natureza\u201d"},"content":{"rendered":"\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>Uma escuta sens\u00edvel entre palavras, s\u00edmbolos e alma<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:15px\">Por: Viviane de Oliveira <\/p>\n\n\n\n<p>Na contemporaneidade agitada e fragmentada em que vivemos, encontrar uma voz que prop\u00f5e o retorno ao essencial \u00e9 um verdadeiro respiro. Silvia C\u00e2mara Martinez, psic\u00f3loga, escritora, facilitadora de viv\u00eancias simb\u00f3licas e estudiosa de espiritualidade, mitologia e dan\u00e7as circulares, lan\u00e7a um convite \u00e0 reconex\u00e3o interior atrav\u00e9s de sua obra <em>Cartas da Natureza<\/em> \u2014 um livro que transcende os limites da literatura tradicional e se transforma em ferramenta po\u00e9tica e terap\u00eautica.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesta entrevista \u00e0 <strong>Revista Vi Magazine<\/strong>, Silvia compartilha as inspira\u00e7\u00f5es por tr\u00e1s do seu trabalho, sua escuta profunda do ser humano, a influ\u00eancia da natureza e do sagrado, e a proposta simb\u00f3lica do or\u00e1culo que acompanha o livro.<\/p>\n\n\n\n<p>Seu olhar, ao mesmo tempo afetuoso e filos\u00f3fico, transita com maestria entre a psicologia profunda e as linguagens da arte, da espiritualidade e do corpo, tecendo uma jornada que n\u00e3o promete respostas prontas, mas provoca perguntas \u00edntimas e transformadoras. <br>Prepare-se para um mergulho sens\u00edvel e aut\u00eantico, onde a palavra se torna ponte e a escuta\u2026<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h3>Silvia, sua forma\u00e7\u00e3o, entre outras, transita entre a psicologia, a literatura, as dan\u00e7as circulares e a espiritualidade. Como essas \u00e1reas se conectam na sua vis\u00e3o de mundo e no seu fazer terap\u00eautico?<\/h3>\n\n\n\n<p>Penso que somos m\u00faltiplos enquanto humanos e, assim, precisamos que o material e o simb\u00f3lico sejam integrados \u00e0 vida em todas as suas formas.<\/p>\n\n\n\n<p>As \u00e1reas das minhas forma\u00e7\u00f5es, aparentemente distintas, na verdade se entrela\u00e7am como uma tape\u00e7aria, onde cada fio oferece um matiz, uma linguagem, buscando tocar o que \u00e9 essencial.<\/p>\n\n\n\n<p>A psicologia me permite escutar a alma humana com profundidade: seus ciclos, s\u00edmbolos e mist\u00e9rios.<br>A literatura me oferece palavras, al\u00e9m de imagens e met\u00e1foras, para expressar o indiz\u00edvel e abrir caminhos para a reflex\u00e3o e o encantamento.<br>Com as dan\u00e7as circulares, aprendi que o corpo \u00e9 instrumento de comunh\u00e3o e traz a pot\u00eancia dos gestos ancestrais e da coletividade como princ\u00edpio de vida.<\/p>\n\n\n\n<p>Falar sobre espiritualidade \u2014 essa dimens\u00e3o invis\u00edvel que a tudo sustenta, como uma raiz que nutre, mesmo sem a vermos \u2014 \u00e9 o meu grande convite ao sil\u00eancio, \u00e0 presen\u00e7a e \u00e0 escuta, para nos reconectarmos \u00e0 nossa ess\u00eancia ou ao que chamo de Fonte.<\/p>\n\n\n\n<p>Ent\u00e3o, considero que todas as experi\u00eancias e aprendizados funcionam como instrumentos para a amplia\u00e7\u00e3o da nossa vis\u00e3o de mundo e, no meu caso, favorecem tamb\u00e9m a escuta terap\u00eautica.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h3>Como a viv\u00eancia em Salvador, com suas ra\u00edzes culturais e espirituais t\u00e3o fortes, influenciou sua forma de enxergar o ser humano e o sagrado?<\/h3>\n\n\n\n<p>Viver em uma terra onde o sagrado pulsa no dia a dia, onde em cada esquina h\u00e1 uma hist\u00f3ria de f\u00e9 e ancestralidade, agu\u00e7ou ainda mais o meu olhar para o que chamamos de \u201cinvis\u00edvel\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>O ser humano \u00e9 mist\u00e9rio em movimento e, quando permitimos sentir com profundidade, o sagrado se apresenta. Assim \u00e9 no movimento das ondas, no vento que sussurra e traz lembran\u00e7as, no corpo que fala por gestos, nos mitos curativos; enfim, a simbologia presente na cultura baiana abriu e abre espa\u00e7o no meu psiquismo para o acolhimento e o cuidado comigo e com o outro.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h3>A sua escuta \u00e9 muito presente em seu trabalho. Em que momento da sua vida voc\u00ea percebeu que ouvir a natureza e a alma poderia ser uma via terap\u00eautica?<\/h3>\n\n\n\n<p>A partir das minhas pr\u00f3prias experi\u00eancias \u2014 mesmo ainda quando crian\u00e7a \u2014 sempre fui mais do ouvido que da fala. Sentia a necessidade de estar na natureza, como digo no pref\u00e1cio de <em>Cartas da Natureza<\/em>: ela sempre foi meu porto seguro, meu lugar no mundo, meu canto de refazimento e cura.<\/p>\n\n\n\n<p>A partir de in\u00fameras conex\u00f5es facilitadas pela minha intera\u00e7\u00e3o com a natureza, sinto-a como uma via terap\u00eautica potente e de f\u00e1cil acesso.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h3>O que a levou a escrever n\u00e3o s\u00f3 com palavras, mas com imagens, s\u00edmbolos e medita\u00e7\u00f5es como forma de express\u00e3o terap\u00eautica?<\/h3>\n\n\n\n<p>Na pr\u00e1tica da psicologia, principalmente nas forma\u00e7\u00f5es que tenho, trabalhamos com diversas possibilidades. A narrativa \u00e9 uma delas: trazemos hist\u00f3rias, contos e ouvimos as hist\u00f3rias das pessoas; os sonhos, os s\u00edmbolos e as imagens que despertam mem\u00f3rias, atravessam defesas e explodem em consci\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Da mesma forma, as visualiza\u00e7\u00f5es e medita\u00e7\u00f5es permitem acessar espa\u00e7os internos \u2014 \u00e0s vezes esquecidos, outras vezes desconhecidos \u2014 mas que, a partir do acesso, podem promover um novo olhar, uma transforma\u00e7\u00e3o, e isso \u00e9 verdadeiramente terap\u00eautico.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h3>\u201cCartas da Natureza\u201d \u00e9 mais que um livro \u2014 \u00e9 um convite a uma jornada simb\u00f3lica. Como nasceu esse projeto e o que ele representa na sua pr\u00f3pria caminhada?<\/h3>\n\n\n\n<p>Tenho o h\u00e1bito de fazer anota\u00e7\u00f5es de ideias e insights que me chegam, e costumo separar tais ideias \u2014 que se transformam em pequenos textos \u2014 por assunto ou ordem de interesse. Alguns se transformam em viv\u00eancias e rodas de conversas, outros em poesia e contos.<\/p>\n\n\n\n<p>Especificamente este livro nasceu das minhas experi\u00eancias pessoais e da observa\u00e7\u00e3o de experi\u00eancias coletivas, que me levaram a querer partilhar conhecimentos adquiridos ao longo da minha trajet\u00f3ria enquanto estudiosa de psicologia, filosofias, religi\u00f5es, literatura, mitologia e espiritualidade, entre outros.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse desejo chegou muito fortemente no per\u00edodo da pandemia, mas o grande chamado dele n\u00e3o foi \u2014 e n\u00e3o \u00e9 \u2014 para as narrativas daquele per\u00edodo, e sim um chamado para o despertar consciente, compreendendo melhor as nossas ideias e emo\u00e7\u00f5es, tomando decis\u00f5es mais coerentes e nos aproximando cada vez mais da nossa ess\u00eancia, lan\u00e7ando luz \u00e0s nossas jornadas, dando vida \u00e0s narrativas escondidas no nosso interior e buscando encontrar significado e sentido, inspira\u00e7\u00e3o e dire\u00e7\u00e3o, alinhados com a harmonia universal, que considero a grande jornada da nossa exist\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h3>Voc\u00ea traz refer\u00eancias da mitologia, dos arqu\u00e9tipos e da psicologia profunda. Como esses saberes ajudam o leitor a se reconectar com sua ess\u00eancia?<\/h3>\n\n\n\n<p>Esses temas \u2014 que podem ser chamados de saberes \u2014 oferecem pontes simb\u00f3licas entre o nosso mundo interior e o mundo exterior. Ambos nos falam de algo atemporal e ancestral que pode ressoar em cada um de n\u00f3s da maneira mais pr\u00f3xima da nossa ess\u00eancia, trazendo uma lembran\u00e7a ou uma descoberta.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h3>O livro prop\u00f5e uma escuta da natureza como espelho da alma. Que conselhos voc\u00ea daria a quem deseja iniciar essa escuta mais intuitiva?<\/h3>\n\n\n\n<p>Na verdade, em psicologia n\u00e3o damos conselhos; favorecemos um processo de escuta, de autoescuta e de reflex\u00e3o, no qual o paciente\/cliente \u2014 no caso do livro, o leitor \u2014 possa se abrir a est\u00edmulos externos e descobrir possibilidades internas.<\/p>\n\n\n\n<p>Ent\u00e3o, o ponto-chave \u00e9 o querer: estar aberto e presente para captar os sinais que nos chegam.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h3> O que voc\u00ea deseja que cada leitor leve consigo ap\u00f3s esse mergulho sens\u00edvel entre palavras, imagens e alma?<\/h3>\n\n\n\n<p>Desejo, primeiramente, que aproveitem o percurso da leitura. Em seguida, que se permitam pausar, refletir, aventurar-se em novas descobertas e percebam reencontros. Que seja, verdadeiramente, um mergulho interior, profundo e suave, que possa lan\u00e7ar luz \u00e0s suas jornadas de autoconhecimento e autotransforma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h3>Em <em>Cartas da Natureza<\/em>, voc\u00ea prop\u00f5e di\u00e1logos entre a psicologia e diversos campos, como a metaf\u00edsica, a mitologia, a arte e a espiritualidade. Como esses encontros ampliam a escuta terap\u00eautica e ajudam o leitor a acessar camadas mais sutis da alma?<\/h3>\n\n\n\n<p>Somos personagens da terceira dimens\u00e3o e, como tais, sempre estamos em rela\u00e7\u00e3o a algo ou algu\u00e9m. Nesse sentido, proponho di\u00e1logos entre diversas \u00e1reas do conhecimento, tendo a psicologia como vi\u00e9s principal que perpassa todos eles.<\/p>\n\n\n\n<p>A proposta de <em>Cartas da Natureza<\/em> \u00e9 o processo de autoconhecimento com vistas \u00e0 autotransforma\u00e7\u00e3o, a que o leitor pode se permitir adentrar.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<h3>Ao chamar o livro de or\u00e1culo simb\u00f3lico, voc\u00ea nos convida a um olhar mais interno, profundo e n\u00e3o divinat\u00f3rio. Como voc\u00ea acredita que o uso dessas cartas pode transformar o cotidiano de quem se prop\u00f5e a escut\u00e1-las com inten\u00e7\u00e3o?<\/h3>\n\n\n\n<p>Quando digo que <em>Cartas da Natureza<\/em> n\u00e3o tem o aspecto divinat\u00f3rio \u00e9 porque n\u00e3o pretende prever nem trazer respostas prontas, mas apresentar chaves simb\u00f3licas que permitam o acesso a espa\u00e7os internos que conduzam o leitor \u00e0 reflex\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao abrir intencionalmente o livro e escolher uma ou mais cartas, inconscientemente nosso olhar desacelera e a escuta se aprofunda. Ocorre algo que chamamos de estado de presen\u00e7a: voc\u00ea est\u00e1 ali, disposto a olhar para si e, principalmente, para dentro; priorizar seu olhar interno, sem julgamentos e sem preconceitos; simplesmente se entregar e abrir m\u00e3o do controle.<\/p>\n\n\n\n<p>Torna-se um exerc\u00edcio de autocuidado \u2014 e esse h\u00e1bito pode ter um efeito muito ben\u00e9fico no dia a dia.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<h3> Voc\u00ea menciona o conceito junguiano de individua\u00e7\u00e3o como uma harmoniza\u00e7\u00e3o entre o consciente e o centro interior. Como espera que o leitor caminhe nesse processo ao longo da leitura e do uso do or\u00e1culo?<\/h3>\n\n\n\n<p>Esse conceito de individua\u00e7\u00e3o \u00e9 como um caminho de reconex\u00e3o com o centro do ser, com aquilo que somos em ess\u00eancia. Vai para al\u00e9m das personas ou m\u00e1scaras que desempenhamos, para al\u00e9m dos pap\u00e9is e expectativas.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 uma jornada viva e mut\u00e1vel; n\u00e3o \u00e9 um destino, mas uma travessia que busca fazer com que possamos nos expressar com a m\u00e1xima proximidade da nossa ess\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Na medida em que o leitor \u00e9 convidado a olhar para dentro, pausando e refletindo, quando as imagens e textos conseguirem trazer luz \u00e0s partes adormecidas ou esquecidas, ele sentir\u00e1 que algo muda, algo retorna \u00e0 sua ess\u00eancia \u2014 e isso poder\u00e1 ser transformador, como reconhecimento daquela individua\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-large is-resized\"><img src=\"https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/WhatsApp-Image-2025-07-25-at-14.08.02-1-682x1024.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-19695\" width=\"512\" height=\"768\" srcset=\"https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/WhatsApp-Image-2025-07-25-at-14.08.02-1-682x1024.jpeg 682w, https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/WhatsApp-Image-2025-07-25-at-14.08.02-1-200x300.jpeg 200w, https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/WhatsApp-Image-2025-07-25-at-14.08.02-1-768x1154.jpeg 768w, https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/WhatsApp-Image-2025-07-25-at-14.08.02-1.jpeg 852w\" sizes=\"(max-width: 512px) 100vw, 512px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-large is-resized\"><img src=\"https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/WhatsApp-Image-2025-07-25-at-14.08.04-1024x730.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-19697\" width=\"768\" height=\"548\" srcset=\"https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/WhatsApp-Image-2025-07-25-at-14.08.04-1024x730.jpeg 1024w, https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/WhatsApp-Image-2025-07-25-at-14.08.04-300x214.jpeg 300w, https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/WhatsApp-Image-2025-07-25-at-14.08.04-768x548.jpeg 768w, https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/WhatsApp-Image-2025-07-25-at-14.08.04.jpeg 1280w\" sizes=\"(max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<h3>Convite para o lan\u00e7amento<\/h3>\n\n\n\n<p>A <strong>Vi Magazine<\/strong> tem o prazer de convidar seus leitores para o lan\u00e7amento das obras das irm\u00e3s escritoras <strong>Silvia C\u00e2mara Martinez<\/strong> e <strong>L\u00facia C\u00e2mara<\/strong>, que ir\u00e3o lan\u00e7ar seus livros no m\u00eas de agosto.<\/p>\n\n\n\n<p>Os eventos contar\u00e3o com a presen\u00e7a das autoras, sess\u00e3o de aut\u00f3grafos e momentos especiais de troca com o p\u00fablico.<\/p>\n\n\n\n<p>As obras abordam, sob diferentes perspectivas, temas ligados ao autoconhecimento, prop\u00f3sito e desenvolvimento humano \u2014 e representam um marco nas trajet\u00f3rias das escritoras, unindo experi\u00eancia pessoal, escuta profissional e escrita sens\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Programa\u00e7\u00e3o dos lan\u00e7amentos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\ud83d\udccd <strong>S\u00e3o Paulo<\/strong><br>01 de agosto, \u00e0s 17h30<br>Sala Unique Jardins \u2013 Rua Augusta, 1939 \u2013 Sala 31 \u2013 Cerqueira C\u00e9sar<\/p>\n\n\n\n<p>\ud83d\udccd <strong>Salvador<\/strong><br>15 de agosto, \u00e0s 18h30<br>Porsche Center \u2013 Av. Tancredo Neves, 2011 \u2013 Caminho das \u00c1rvores<\/p>\n\n\n\n<p>\ud83d\udccd <strong>Fortaleza<\/strong><br>27 de agosto, \u00e0s 18h<br>Ideal Clube \u2013 Av. Monsenhor Tabosa, 1381 \u2013 Meireles<\/p>\n\n\n\n<p>\ud83d\udd17 Confirma\u00e7\u00e3o de presen\u00e7a pelo site: <a class=\"\" href=\"https:\/\/rsvp.luciacamara.com\">https:\/\/rsvp.luciacamara.com<\/a><br>\ud83d\udfe3 A entrada \u00e9 gratuita e aberta ao p\u00fablico.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><br><strong>Assessoria de imprensa: <\/strong>Marcia Dornelles Comunica\u00e7\u00e3o &#8211; @marciadornellescominicacao<br><strong>Fotos:<\/strong> Marta Suzi<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma escuta sens\u00edvel entre palavras, s\u00edmbolos e alma Por: Viviane de Oliveira Na contemporaneidade agitada&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":19696,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"om_disable_all_campaigns":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"spay_email":""},"categories":[27],"tags":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/WhatsApp-Image-2025-07-25-at-14.08.02.jpeg","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/19694"}],"collection":[{"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=19694"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/19694\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":19700,"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/19694\/revisions\/19700"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/19696"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=19694"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=19694"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=19694"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}