{"id":21928,"date":"2026-02-27T12:38:30","date_gmt":"2026-02-27T15:38:30","guid":{"rendered":"https:\/\/vimagazine.com.br\/?p=21928"},"modified":"2026-02-27T12:39:04","modified_gmt":"2026-02-27T15:39:04","slug":"casa-museu-ema-klabin-lanca-catalogo-da-exposicao-quando-sao-paulo-era-piratininga-arqueologia-paulistana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/vimagazine.com.br\/?p=21928","title":{"rendered":"Casa Museu Ema Klabin lan\u00e7a cat\u00e1logo da exposi\u00e7\u00e3o Quando S\u00e3o Paulo era Piratininga: arqueologia paulistana"},"content":{"rendered":"\n<p><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>Para marcar o lan\u00e7amento, a arque\u00f3loga Paula Nishida, uma das curadoras da mostra, ministrar\u00e1 uma palestra. Programa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m inclui oficina de pedra lascada.&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>No dia 28 de fevereiro, \u00e0s 11h, a Casa Museu Ema Klabin lan\u00e7ar\u00e1 o cat\u00e1logo da exposi\u00e7\u00e3o&nbsp;<em>Quando S\u00e3o Paulo era Piratininga: arqueologia paulistana<\/em>. Com curadoria de Paulo de Freitas Costa e Paula Nishida, a mostra revela um territ\u00f3rio com cerca de 4 mil anos de ocupa\u00e7\u00e3o humana, muito antes da funda\u00e7\u00e3o da vila colonial. O percurso expositivo articula ci\u00eancia, hist\u00f3ria e imagina\u00e7\u00e3o para compreender a rela\u00e7\u00e3o dos primeiros habitantes com a paisagem que hoje abriga a maior cidade do pa\u00eds, ampliando o olhar sobre a mem\u00f3ria e a forma\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n\n\n\n<p>Para aprofundar os temas abordados pela exposi\u00e7\u00e3o, o cat\u00e1logo re\u00fane textos dos curadores, aproximando as perspectivas hist\u00f3rica e arqueol\u00f3gica da mostra. Al\u00e9m dos ensaios anal\u00edticos, o volume inclui uma sele\u00e7\u00e3o de fotografias que documentam aspectos centrais do percurso expositivo e contextualizam visualmente as descobertas apresentadas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Lan\u00e7amento<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Com entrada franca, o lan\u00e7amento ser\u00e1 realizado na \u00e1rea de eventos da Casa Museu Ema Klabin, onde os curadores far\u00e3o uma breve apresenta\u00e7\u00e3o sobre seus textos. O cat\u00e1logo ser\u00e1 disponibilizado ao p\u00fablico com sugest\u00e3o de contribui\u00e7\u00e3o volunt\u00e1ria, em apoio \u00e0s atividades da casa museu.<\/p>\n\n\n\n<p>Em seguida, a programa\u00e7\u00e3o segue com a palestra presencial da arque\u00f3loga e curadora Paula Nishida. A apresenta\u00e7\u00e3o tra\u00e7ar\u00e1 um panorama dos contextos arqueol\u00f3gicos do munic\u00edpio de S\u00e3o Paulo, destacando a distribui\u00e7\u00e3o, a localiza\u00e7\u00e3o e os impactos dos s\u00edtios identificados, e evidenciar\u00e1 como a pesquisa arqueol\u00f3gica permite recuperar aspectos pouco registrados na historiografia, mesmo em um territ\u00f3rio intensamente urbanizado.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>S\u00e3o Paulo conta com cerca de 90 s\u00edtios arqueol\u00f3gicos identificados, e oito deles foram escolhidos para compor esta exposi\u00e7\u00e3o, servindo como refer\u00eancias importantes para entender a forma\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica do territ\u00f3rio paulistano.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Do l\u00edtico ao contempor\u00e2neo: oficina de pedra lascada<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Voc\u00ea sabe como nossos antepassados produziam ferramentas com rochas? Na arqueologia, l\u00edticos s\u00e3o rochas trabalhadas pelo gesto humano para fun\u00e7\u00f5es espec\u00edficas, e muitas das ferramentas pr\u00e9-hist\u00f3ricas revelam solu\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas sofisticadas semelhantes \u00e0s de hoje. \u00c0s 14h, a oficina Pedra lascada: como nossos antepassados produziam ferramentas com rochas? re\u00fane essas reflex\u00f5es com uma experi\u00eancia pr\u00e1tica conduzida pelo arque\u00f3logo Luiz Fernando Erig Lima, que apresenta os princ\u00edpios das ind\u00fastrias l\u00edticas e orienta a produ\u00e7\u00e3o de ferramentas em rocha. A atividade prop\u00f5e uma nova leitura de S\u00e3o Paulo n\u00e3o apenas como metr\u00f3pole, mas como territ\u00f3rio de longa ocupa\u00e7\u00e3o humana, cujas pr\u00e1ticas materiais apontam conex\u00f5es entre mem\u00f3ria, cultura e tecnologia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ciclo de palestras amplia panorama arqueol\u00f3gico<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A exposi\u00e7\u00e3o, em cartaz at\u00e9 29 de mar\u00e7o, \u00e9 acompanhada por um ciclo de palestras e eventos que aprofundam os eixos curatoriais da mostra e ampliam seu di\u00e1logo com diferentes campos do conhecimento. A programa\u00e7\u00e3o re\u00fane pesquisadores e especialistas em abordagens presenciais e online. Entre os destaques est\u00e3o as palestras de Luis Symanski, sobre arqueologia diasp\u00f3rica (18 de mar\u00e7o); Let\u00edcia Correa, dedicada ao S\u00edtio L\u00edtico do Morumbi (26 de mar\u00e7o); e Ricardo Cardim, com o tema da Mata Atl\u00e2ntica (16 de abril). O ciclo inclui ainda oficinas e caminhadas presenciais conduzidas por Carolina Guedes, que explora pintura rupestre e arte de rua (28 e 29 de mar\u00e7o), e a caminhada urbana de aproxima\u00e7\u00e3o da arqueologia da cidade com a mem\u00f3ria negra do s\u00e9culo XVIII, promovida pelo coletivo Cartografia Negra (11 de abril).<\/p>\n\n\n\n<p>O objetivo da programa\u00e7\u00e3o \u00e9 apresentar a diversidade e a pluralidade de povos, pr\u00e1ticas e modos de vida que constitu\u00edram o territ\u00f3rio paulistano ao longo do tempo, ampliando o entendimento sobre a forma\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica da cidade para al\u00e9m das narrativas tradicionais. Um relevante panorama sobre o passado da cidade que n\u00e3o consta nos livros de Hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center has-medium-font-size\"><strong>Sobre a Casa Museu Ema Klabin<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/e8591e6b-ffaa-42f0-ae0b-080c363ee81d-1024x683.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-21929\" srcset=\"https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/e8591e6b-ffaa-42f0-ae0b-080c363ee81d-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/e8591e6b-ffaa-42f0-ae0b-080c363ee81d-300x200.jpg 300w, https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/e8591e6b-ffaa-42f0-ae0b-080c363ee81d-768x512.jpg 768w, https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/e8591e6b-ffaa-42f0-ae0b-080c363ee81d-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/e8591e6b-ffaa-42f0-ae0b-080c363ee81d.jpg 1920w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption><em>Casa Museu Ema Klabin. Foto: Nelson Kon\/ Arquivo Casa Museu Ema Klabin<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>A resid\u00eancia onde viveu Ema Klabin de 1961 a 1994 \u00e9 uma das poucas casas museus de colecionador no Brasil com ambientes preservados. A Cole\u00e7\u00e3o Ema Klabin inclui pinturas do russo Marc Chagall e do holand\u00eas Frans Post, obras do modernismo brasileiro, como de Tarsila do Amaral e Candido Portinari, al\u00e9m de artes decorativas, pe\u00e7as arqueol\u00f3gicas e livros raros, reunindo variadas culturas em um arco temporal de 35 s\u00e9culos.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;A Casa Museu Ema Klabin \u00e9 uma funda\u00e7\u00e3o cultural sem fins lucrativos, de utilidade p\u00fablica, criada para salvaguardar, estudar e divulgar a cole\u00e7\u00e3o, a resid\u00eancia e a mem\u00f3ria de Ema Klabin, visando \u00e0 promo\u00e7\u00e3o de atividades de car\u00e1ter cultural, educacional e social, inspiradas pela sua atua\u00e7\u00e3o em vida, de forma a construir, em conjunto com o p\u00fablico mais amplo poss\u00edvel, um ambiente de frui\u00e7\u00e3o, di\u00e1logo e reflex\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>A programa\u00e7\u00e3o cultural da casa museu decorre da cole\u00e7\u00e3o e da personalidade da empres\u00e1ria Ema Klabin, que teve uma significativa atua\u00e7\u00e3o nas manifesta\u00e7\u00f5es e institui\u00e7\u00f5es culturais da cidade de S\u00e3o Paulo, especialmente nas \u00e1reas de m\u00fasica e arte. Al\u00e9m de receber a visita\u00e7\u00e3o do p\u00fablico, a Casa Museu Ema Klabin realiza exposi\u00e7\u00f5es tempor\u00e1rias, s\u00e9ries de arte contempor\u00e2nea, cursos, palestras e oficinas, bem como apresenta\u00e7\u00f5es de m\u00fasica, dan\u00e7a e teatro.<\/p>\n\n\n\n<p>O jardim da casa museu foi projetado por Roberto Burle Marx e a decora\u00e7\u00e3o foi criada por Terri Della Stufa.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>Quando?<\/strong><br>28 de fevereiro de 2026 (s\u00e1bado)<\/p>\n\n\n\n<p>11h \u00e0s 13h &#8211;&nbsp;<strong>Lan\u00e7amento do cat\u00e1logo da exposi\u00e7\u00e3o Quando S\u00e3o Paulo era Piratininga: arqueologia paulistana<\/strong>&nbsp;com as presen\u00e7as dos curadores Paulo de Freitas Costa e Paula Nishida e palestra com a arque\u00f3loga e curadora Paula Nishida &#8211; Gratuito (com sugest\u00e3o de contribui\u00e7\u00e3o volunt\u00e1ria).&nbsp;Tradu\u00e7\u00e3o e interpreta\u00e7\u00e3o em Libras.&nbsp;Vagas: 95, por ordem de inscri\u00e7\u00e3o no site:&nbsp;https:\/\/emaklabin.org.br\/em-cartaz\/palestras-presencial-quando-sao-paulo-era-piratininga-arqueologia-paulistana<\/p>\n\n\n\n<p>14h &#8211;&nbsp;<strong>Oficina Pedra lascada: como nossos antepassados produziam ferramentas com rochas?<\/strong>&nbsp;com o arque\u00f3logo Luiz Fernando Erig Lima.&nbsp;Gratuito (com sugest\u00e3o de contribui\u00e7\u00e3o volunt\u00e1ria) Vagas: 30, por ordem de inscri\u00e7\u00e3o: https:\/\/emaklabin.org.br<\/p>\n\n\n\n<p>Exposi\u00e7\u00e3o:&nbsp;<strong>Quando S\u00e3o Paulo era Piratininga: arqueologia paulistana<\/strong>&nbsp;&#8211; Curadoria: Paula Nishida e Paulo de Freitas Costa&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>At\u00e9 29\/03\/2026 &#8211; Visitas livres de quarta a domingo, das 11h \u00e0s 17h, com perman\u00eancia at\u00e9 as 18h &#8211; visitas mediadas quarta a sexta, \u00e0s 11h, 14h, 15h e 16h. s\u00e1bado, domingo e feriado, \u00e0s 14h. R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia) para estudantes, idosos, PCD e jovens de baixa renda. Gratuidade para crian\u00e7as de at\u00e9 7 anos, professores e estudantes da rede p\u00fablica.<\/p>\n\n\n\n<p>Rua Portugal, 43, Jardim Europa, S\u00e3o Paulo.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:14px\"><strong>Foto Destaque:<\/strong> <em>A sala de jantar da Casa Museu Ema Klabin integra o percurso da exposi\u00e7\u00e3o Quando S\u00e3o Paulo era Piratininga: arqueologia paulistana. Foto: Nelson Kon \/ Arquivo Casa Museu Ema Klabin<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size\"><strong>Site:<\/strong> https:\/\/emaklabin.org.br<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size\"><strong>Instagram, Facebook e TikTok:<\/strong> @emaklabin<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Para marcar o lan\u00e7amento, a arque\u00f3loga Paula Nishida, uma das curadoras da mostra, ministrar\u00e1 uma&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":21930,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"om_disable_all_campaigns":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"spay_email":""},"categories":[27],"tags":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/ecb516ca-5c45-4af2-9b9b-7987f176b00c.jpg","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/21928"}],"collection":[{"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=21928"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/21928\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":21932,"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/21928\/revisions\/21932"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/21930"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=21928"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=21928"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=21928"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}