{"id":2454,"date":"2022-01-18T09:11:43","date_gmt":"2022-01-18T12:11:43","guid":{"rendered":"https:\/\/vimagazine.com.br\/?p=2454"},"modified":"2022-01-18T09:13:12","modified_gmt":"2022-01-18T12:13:12","slug":"a-artista-plastica-duda-oliveira-expoe-coletanea-de-esculturas-que-traduzem-seu-poder-de-transformacao-no-centro-cultural-correios-sp","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/vimagazine.com.br\/?p=2454","title":{"rendered":"A artista pl\u00e1stica Duda Oliveira exp\u00f5e Colet\u00e2nea de Esculturas que traduzem seu poder de transforma\u00e7\u00e3o, no Centro Cultural Correios SP"},"content":{"rendered":"\n<p>Exposi\u00e7\u00e3o que leva seu nome, homenageia o papel da mulher no Centen\u00e1rio da Semana de Arte Moderna de 1922<\/p>\n\n\n\n<p>A&nbsp;<strong>artista pl\u00e1stica Duda Oliveira<\/strong>&nbsp;apresenta uma<strong>&nbsp;colet\u00e2nea de esculturas<\/strong>&nbsp;de seu acervo pessoal, no&nbsp;<strong>Centro Cultural Correios S\u00e3o Paulo<\/strong>, em exposi\u00e7\u00e3o que leva seu nome, onde mostra seu poder de transforma\u00e7\u00e3o e influ\u00eancia &nbsp;nas obras. Seu universo construtivo permeia a ambival\u00eancia entre o masculino e a sensibilidade feminina, inquirindo sobre o poder de completitude entre ambos. Suas esculturas s\u00e3o em grande escala, oscilando intensidade e a delicadeza, com cores intensas ou ferrugem e sucata.<\/p>\n\n\n\n<p>A&nbsp;<strong>exposi\u00e7\u00e3o &#8220;Duda Oliveira&#8221;<\/strong>, com curadoria de Edson Cardoso, vem&nbsp;<strong>homenagear o papel da mulher no centen\u00e1rio da Semana de Arte Moderna de 1922<\/strong>, visto que uma cr\u00edtica de Monteiro Lobato, ent\u00e3o colunista do jornal O Estado de S\u00e3o Paulo, \u00e0 arte de Anita Malfatti, &nbsp;tornou-a um expoente da maior revolu\u00e7\u00e3o da arte nacional.&nbsp; Com suas obras desprendidas de conceitos acad\u00eamicos cl\u00e1ssicos das Belas Artes, chocou a elite cultural brasileira, desafiou os novos tempos, flertou com a ruptura de valores culturais e morais e deu \u00e0 mulher o poder de transforma\u00e7\u00e3o no cen\u00e1rio social e cultural urbano, juntamente com todos demais participantes da Semana de Arte Moderna de 22.<\/p>\n\n\n\n<p>Nos \u00faltimos cinco anos, Duda Oliveira desenvolveu padr\u00f5es de escolhas que representam as fases de composi\u00e7\u00e3o e de decomposi\u00e7\u00e3o do org\u00e2nico. Consciente de sua responsabilidade ambiental, utiliza sempre materiais reciclados ou recicl\u00e1veis, o que aponta como valor agregado a sua arte.<\/p>\n\n\n\n<p>As marcas do tempo s\u00e3o imprescind\u00edveis em seus trabalhos. Suas obras sempre possuem estrias, priorizando o desgaste, numa busca intensa em explorar todas as fases de recrudescimento do material que est\u00e1 sendo trabalhado.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;\u201c Assim como o metal, o tempo transforma o que sou, indexando a dura\u00e7\u00e3o e a forma que me comporto com o meu inv\u00f3lucro. \u00c9 a partir dessa compreens\u00e3o que eu consigo entender o simples, o que n\u00e3o depende de mim, a inexor\u00e1vel transforma\u00e7\u00e3o das coisas.\u201d, explica Duda.<\/p>\n\n\n\n<p>A &nbsp;exposi\u00e7\u00e3o quer mostrar que a imagem da mulher tamb\u00e9m se transformou, sob a inspira\u00e7\u00e3o de novos modelos est\u00e9ticos. A arte sempre em seu papel altru\u00edsta, apenas sinalizou o que j\u00e1 estava pungente e silenciado por antigos valores.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cSomente a arte tem o poder de propagar o acesso ao real e grande poder de transforma\u00e7\u00e3o. A arte nos torna iguais, permitindo a verdadeira ordem democr\u00e1tica das coisas, a compreens\u00e3o verdadeira e espont\u00e2nea do belo&#8221;, diz a artista pl\u00e1stica. &nbsp;<br><strong><br>M\u00e9todo art\u00edstico e a arte ambiental<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A organiza\u00e7\u00e3o de ideias da artista, inspirada nos Parangol\u00e9s &nbsp;de H\u00e9lio Oiticica, que fundou a \u201cantiarte ambiental\u201d juntamente com a formula\u00e7\u00e3o das \u201cordens de manifesta\u00e7\u00f5es\u201d, transformou os materiais &nbsp;contidos no seu espa\u00e7o de viv\u00eancia e de experi\u00eancia di\u00e1rios, em outra ordem de coisas, com &nbsp;experimenta\u00e7\u00f5es de muta\u00e7\u00e3o do corpo vivo e transmuta\u00e7\u00e3o da arte em vida aut\u00f4noma.<\/p>\n\n\n\n<p>Nas esculturas, a artista reinventa o metal naval, cimento, vergalh\u00f5es e a madeira inutilizada, em boa parte das obras. Partindo destes experimentos, Duda convida o p\u00fablico a refletir sobre a pot\u00eancia existencial de vida, transforma\u00e7\u00e3o e esperan\u00e7a no caos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sobre Duda Oliveira<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Artista pl\u00e1stica contempor\u00e2nea, niteroiense, Duda Oliveira estudou arte experimental na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, e Hist\u00f3ria da Arte e da Arquitetura do Brasil, na PUC RJ. Desde 2018, vem participando de diversas exposi\u00e7\u00f5es, com destaque para as Feiras Internacionais da Alemanha, Luxemburgo, em Salas Culturais em Portugal, nos Museus MASP, MAC Niter\u00f3i e outros importantes espa\u00e7os culturais do Brasil e do exterior. Em 2021 apresentou a exposi\u00e7\u00e3o &#8216;Enredados&#8217; no Centro Cultural Correios Rio de Janeiro.<br>H\u00e1 20 anos ingressou na milit\u00e2ncia do Direito Ambiental, especializando-se em Sociologia Pol\u00edtica, para empreender de forma participativa. Com a luta e o \u00e1rduo trabalho \u00a0na carreira de advogada, veio a necessidade de uma terapia alternativa. Foi assim que a arte entrou em sua vida.<\/p>\n\n\n\n<p><br><strong>Servi\u00e7o<\/strong> : &#8220;Duda Oliveira&#8221; (colet\u00e2nea de esculturas)<\/p>\n\n\n\n<p>Artista: Duda Oliveira<\/p>\n\n\n\n<p>Instagram:\u00a0<strong>@dudaoliveira\u00a0<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Curadoria: Edson Cardoso<\/p>\n\n\n\n<p>Produ\u00e7\u00e3o cultural: Edson Cardoso e Cota Azevedo <\/p>\n\n\n\n<p>Assessoria de Imprensa Duda Oliveira: Paula Ramagem<\/p>\n\n\n\n<p>Instagram:<strong>\u00a0@_paula_r_soares<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Local: Centro Cultural Correios S\u00e3o PauloPra\u00e7a Pedro Lessa, s\/n\u00b0 &#8211; Vale do Anhangaba\u00fa &#8211; Centro &#8211; SPVisita\u00e7\u00e3o: at\u00e9 11 de fevereiro de 2022<\/p>\n\n\n\n<p>Dias e hor\u00e1rios: segunda a sexta, das 10h \u00e0s 17hCensura livre<\/p>\n\n\n\n<p>Gratuito<\/p>\n\n\n\n<p>Uso de m\u00e1scaras e comprovante de vacina\u00e7\u00e3o s\u00e3o obrigat\u00f3rios.<br>Assessoria de Imprensa: Paula Ramagem<br>Fotos: Toni Coutinho<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img width=\"960\" height=\"638\" src=\"https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/alt45.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2457\" srcset=\"https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/alt45.jpg 960w, https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/alt45-300x199.jpg 300w, https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/alt45-768x510.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 960px) 100vw, 960px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img width=\"330\" height=\"687\" src=\"https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/alteracao-03-2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2458\" srcset=\"https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/alteracao-03-2.jpg 330w, https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/alteracao-03-2-144x300.jpg 144w\" sizes=\"(max-width: 330px) 100vw, 330px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img width=\"960\" height=\"638\" src=\"https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/alt33.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2460\" srcset=\"https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/alt33.jpg 960w, https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/alt33-300x199.jpg 300w, https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/alt33-768x510.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 960px) 100vw, 960px\" \/><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Exposi\u00e7\u00e3o que leva seu nome, homenageia o papel da mulher no Centen\u00e1rio da Semana de&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":2455,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"om_disable_all_campaigns":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"spay_email":""},"categories":[1],"tags":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/alt47.jpg","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2454"}],"collection":[{"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=2454"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2454\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2462,"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2454\/revisions\/2462"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/2455"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=2454"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=2454"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=2454"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}