{"id":2514,"date":"2022-01-20T10:18:36","date_gmt":"2022-01-20T13:18:36","guid":{"rendered":"https:\/\/vimagazine.com.br\/?p=2514"},"modified":"2022-01-22T18:31:19","modified_gmt":"2022-01-22T21:31:19","slug":"revivendo-a-historia-renato-russo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/vimagazine.com.br\/?p=2514","title":{"rendered":"REVIVENDO A HIST\u00d3RIA \u2013 Renato Russo"},"content":{"rendered":"\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>RENATO RUSSO<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Renato Manfredini J\u00fanior \u2014 ou, simplesmente&nbsp;<strong>Renato Russo<\/strong>&nbsp;\u2014 nasceu no Rio de Janeiro, em 27 de mar\u00e7o de 1960. Morou na Ilha do Governador, Zona Norte da cidade, at\u00e9 seus seis anos de idade quando se mudou com a fam\u00edlia para Nova York. Foi apenas em 1973, bem no in\u00edcio da adolesc\u00eancia, que Renato chegou em Bras\u00edlia com sua fam\u00edlia. At\u00e9 entrar de vez no mundo da m\u00fasica. Muito ativo e din\u00e2mico, Renato fez de tudo um pouco: desde estudar ingl\u00eas e, se tornar professor do idioma, at\u00e9 trabalhar como locutor numa r\u00e1dio, apresentando programas de jazz e sobre os Beatles.<\/p>\n\n\n\n<p>Aos 13 anos, de volta \u00e0 Bras\u00edlia, Renato estudava e levava uma vida t\u00edpica dos adolescentes de classe m\u00e9dia da Capital Federal. Quando, entre os 15 e 16 anos, enfrentou uma rara doen\u00e7a \u00f3ssea, a epifisi\u00f3lise, que o deixou por um per\u00edodo entre a cama e a cadeira de rodas. J\u00e1 nesta \u00e9poca criava bandas e movimentos imagin\u00e1rios. Come\u00e7ou tamb\u00e9m a compor letras e m\u00fasicas compulsivamente em casa.<\/p>\n\n\n\n<p>Em seguida formou a banda Aborto El\u00e9trico, em 1979. Em 82 abandonou o Aborto El\u00e9trico e passou a fazer trabalhos solos. Neste per\u00edodo ficou conhecido como &#8220;O Trovador Solit\u00e1rio&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>A Legi\u00e3o Urbana surgiu quando Renato se juntou a Marcelo Bonf\u00e1, Eduardo Paran\u00e1 (Hoje conhecido como Kadu Lambach) e Paulo \u2018Paulista\u2019 Guimar\u00e3es, ainda em 1982. Ico-Ouro Preto tamb\u00e9m tocou guitarra em poucos shows do in\u00edcio da banda. No ano seguinte, Paulista e Paran\u00e1 deixam a forma\u00e7\u00e3o original e Dado Villa-Lobos assume a guitarra.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma grava\u00e7\u00e3o demonstrativa chegava \u00e0s m\u00e3os de executivos da EMI-Odeon, no Rio de Janeiro. Nesta fase, a banda contou com o importante apoio de Herbert Viana, do Paralamas do Sucesso, que tinha sido contratada pela gravadora e j\u00e1 os conhecia e admirava. Assim, a Legi\u00e3o Urbana foi contratada para lan\u00e7ar seu primeiro \u00e1lbum, que foi produzido em 1984 e lan\u00e7ado nos primeiros dias de 1985. Momentos antes dessa grava\u00e7\u00e3o, o m\u00fasico Renato Rocha, o \u201cNegrete\u201d, passa a integrar a banda como baixista, posto antes ocupado por Renato Russo. A partir dali nasceriam discos marcantes e grandes sucessos.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 1993 Renato iniciou a carreira solo e lan\u00e7ou The Stonewall Celebration Concert (1994), disco de \u2018militante\u2019, cujo nome \u00e9 refer\u00eancia ao bar nova-iorquino onde, em 1969, gays se rebelaram contra a a\u00e7\u00e3o pol\u00edtica. O \u00e1lbum \u2018Stonewall\u2019 tamb\u00e9m \u00e9 uma homenagem ao seu ex-namorado, ent\u00e3o rec\u00e9m-falecido, Scott, e continha m\u00fasicas de Madonna e Bob Dylan, entre outros.<\/p>\n\n\n\n<p>No ano seguinte lan\u00e7ou Equil\u00edbrio Distante (1995), interpretando can\u00e7\u00f5es italianas, cuja sonoridade (combinada \u00e0 sua descend\u00eancia), Renato gostava muito. O disco apresenta sucessos como Strani Amori, La Solitudine e La Forza Della Vita. Segundo o pr\u00f3prio Renato, o \u00e1lbum foi feito em homenagem \u00e0 sua fam\u00edlia.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong>EGEU LAUS \u2013 Designer das Capas dos CDs para Renato Russo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/WhatsApp-Image-2022-01-19-at-15.42.05-1-1024x576.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2515\" srcset=\"https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/WhatsApp-Image-2022-01-19-at-15.42.05-1-1024x576.jpeg 1024w, https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/WhatsApp-Image-2022-01-19-at-15.42.05-1-300x169.jpeg 300w, https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/WhatsApp-Image-2022-01-19-at-15.42.05-1-768x432.jpeg 768w, https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/WhatsApp-Image-2022-01-19-at-15.42.05-1.jpeg 1200w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Egeu Laus \u00e9 respons\u00e1vel pelo projeto gr\u00e1fico de todas as capas de discos-solo de Renato Russo e dezenas de outras, bem como para a banda Legi\u00e3o Urbana.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 designer por forma\u00e7\u00e3o. Foi Diretor de Arte da Gravadora EMI Music onde trabalhou por mais de 11 anos. Em sua carreira como designer gr\u00e1fico, ele trabalhou com artistas de renome, como Paul McCartney, Jo\u00e3o Gilberto, Luiz Melodia, Z\u00e9 Keti, Guilherme de Brito, D\u00e9o Rian, Trio Madeira Brasil, Dori Caymmi, Pixinguinha e Renato Russo; e bandas de grande proje\u00e7\u00e3o, como Os Paralamas do Sucesso e Legi\u00e3o Urbana.<\/p>\n\n\n\n<p>Atualmente \u00e9 assessor de Economia Criativa na Secretaria de Cultura e Turismo de Duque de Caxias. \u00c9 tamb\u00e9m coordenador de Rede Caxias Criativa, coletivo de inova\u00e7\u00e3o e criatividade no munic\u00edpio.<\/p>\n\n\n\n<p>Dentre suas atua\u00e7\u00f5es coordenou e foi ponto focal da candidatura do munic\u00edpio a participar da Rede de Cidades Criativas da Unesco, redigindo o dossi\u00ea enviado a Unesco.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 autor de cap\u00edtulo sobre Capas de Discos no Livro O Design Brasileiro antes do Design da Editora Cosac Naify.&nbsp; Pesquisador de Mem\u00f3ria Gr\u00e1fica Brasileira, M\u00fasica Brasileira e Cultura Material.<\/p>\n\n\n\n<p>Como pesquisador, Egeu iniciou seus trabalhos a partir de 1990 e montou um acervo de trabalhos de m\u00fasica brasileira de produ\u00e7\u00f5es datadas desde a d\u00e9cada de 1950 com cerca de 300 discos. Suas pesquisas tamb\u00e9m s\u00e3o direcionadas para Mem\u00f3ria Gr\u00e1fica Brasileira sobre capas de discos, livros e r\u00f3tulos de cacha\u00e7a, o que lhe permitiu acumular 200 r\u00f3tulos em papel e mais de 2 mil r\u00f3tulos em formato digital.<\/p>\n\n\n\n<p>Laus organizou diversas exposi\u00e7\u00f5es sobre sua pesquisa &#8220;Hist\u00f3ria da capa de discos no Brasil&#8221;, al\u00e9m de escrever sobre suas pesquisas em publica\u00e7\u00f5es especializadas e em jornais e revistas. Publicou em 2005 o cap\u00edtulo sobre o in\u00edcio das capas de discos no Brasil no livro &#8220;O Design Brasileiro antes do Design&#8221; organizado por Rafael Cardoso e publicado pela Editora Cosac Naify. Em 1994 escreveu o ensaio &#8220;A Capa de Disco no Brasil: Os Primeiros Anos&#8221;, na revista da ESDI, sendo pioneiro nesse tipo de publica\u00e7\u00e3o no pa\u00eds.[5] Tamb\u00e9m colaborou com verbetes para a Enciclop\u00e9dia de M\u00fasica Popular (edi\u00e7\u00e3o Folha de SP\/Ita\u00fa).<\/p>\n\n\n\n<p>Egeu, nasceu em Blumenau em 1951 morou em Ca\u00e7ador, Itaja\u00ed e Florian\u00f3polis. Atualmente vive no Rio de Janeiro h\u00e1 50 anos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>CAPAS E ARTE<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-medium\"><img width=\"300\" height=\"300\" src=\"https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/WhatsApp-Image-2022-01-19-at-15.42.06-300x300.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2516\" srcset=\"https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/WhatsApp-Image-2022-01-19-at-15.42.06-300x300.jpeg 300w, https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/WhatsApp-Image-2022-01-19-at-15.42.06-150x150.jpeg 150w, https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/WhatsApp-Image-2022-01-19-at-15.42.06.jpeg 500w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p style=\"font-size:11px\">1994<\/p>\n\n\n\n<p>Primeiro disco solo de Renato Russo, gravado entre fevereiro e mar\u00e7o de 1994, \u00e9 interpretado totalmente em ingl\u00eas \u2013 um impec\u00e1vel ingl\u00eas, ali\u00e1s, do ex-aluno e ex-professor da Cultura Inglesa. Renato Russo n\u00e3o \u00e9 autor de sequer uma obra. \u00c9 somente o int\u00e9rprete. O \u00e1lbum foi uma homenagem aos vinte cinco anos da Rebeli\u00e3o gay de Stonewall em Nova Iorque.<\/p>\n\n\n\n<p><br><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-medium\"><img width=\"300\" height=\"300\" src=\"https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/WhatsApp-Image-2022-01-19-at-15.42.05-2-300x300.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2517\" srcset=\"https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/WhatsApp-Image-2022-01-19-at-15.42.05-2-300x300.jpeg 300w, https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/WhatsApp-Image-2022-01-19-at-15.42.05-2-150x150.jpeg 150w, https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/WhatsApp-Image-2022-01-19-at-15.42.05-2-768x771.jpeg 768w, https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/WhatsApp-Image-2022-01-19-at-15.42.05-2.jpeg 994w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p style=\"font-size:11px\">1995<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Equilibrio Distante:<br><\/em><\/strong>\u00c9 o segundo \u00e1lbum solo de&nbsp;Renato Russo, lan\u00e7ado em dezembro de 1995.&nbsp;Consiste de regrava\u00e7\u00f5es de can\u00e7\u00f5es em italiano, lan\u00e7adas originalmente por cantores do pa\u00eds europeu. O \u00e1lbum foi preparado ao longo de nove meses (sem contar pr\u00e9-produ\u00e7\u00e3o, mixagem e masteriza\u00e7\u00e3o), num per\u00edodo conturbado para Renato, que convivia com a&nbsp;depress\u00e3o \u00e0quela altura de sua vida.&nbsp;Atingiu a marca de 200 mil c\u00f3pias vendidas pouco ap\u00f3s seu lan\u00e7amento.<\/p>\n\n\n\n<p>De ascend\u00eancia italiana, Renato Russo fez jus ao \u2018Manfredini\u2019 de seu sobrenome ao gravar o segundo \u00e1lbum solo, \u201cEquil\u00edbrio Distante\u201d, com todas as m\u00fasicas naquele idioma. Renato apresentou o projeto \u00e0 EMI e a gravadora o enviou \u00e0 It\u00e1lia. Com o repert\u00f3rio j\u00e1 definido, Russo descobriu mais sobre a cultura italiana.<\/p>\n\n\n\n<p>A capa do disco mostra desenhos de Giuliano representando o P\u00e3o de A\u00e7\u00facar, o Est\u00e1dio do Maracan\u00e3, o Coliseu e a Torre de Pisa (grafada como Torre de Pizza). Participaram do disco m\u00fasicos de renome, como o baixista Arthur Maia, e Bruno Ara\u00fajo (que fez parte da banda de apoio da Legi\u00e3o Urbana na turn\u00ea \u201cAs Quatro Esta\u00e7\u00f5es\u201d e gravou o baixo no \u00e1lbum \u201cV\u201d), al\u00e9m do arranjador e tecladista Carlos Trilha.<\/p>\n\n\n\n<p>A capa do disco \u00e9 formada por desenhos de Giuliano Manfredini, filho de Renato Russo (quando tinha seis anos de idade naquela \u00e9poca), em papel texturizado. Elas mostram o P\u00e3o de A\u00e7\u00facar, o Est\u00e1dio do Maracan\u00e3, o Coliseu e a Torre de Pisa (grafada como &#8220;Torre de Pizza&#8221;).<\/p>\n\n\n\n<p>O encarte veio em forma de livreto (ideia de Renato), com letras capitulares inspiradas na grafia do s\u00e9culo XIX, fotos de antepassados de Renato e imagens que retirou de suas pesquisas. O diretor art\u00edstico Egeu disse que aquela foi a primeira vez que um \u00e1lbum brasileiro sa\u00eda com um projeto gr\u00e1fico desses. S\u00f3 havia uma gr\u00e1fica no Rio de Janeiro com equipamento para imprimir o encarte daquela forma.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-medium\"><img width=\"300\" height=\"300\" src=\"https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/WhatsApp-Image-2022-01-19-at-15.42.05-3-300x300.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2520\" srcset=\"https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/WhatsApp-Image-2022-01-19-at-15.42.05-3-300x300.jpeg 300w, https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/WhatsApp-Image-2022-01-19-at-15.42.05-3-150x150.jpeg 150w, https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/WhatsApp-Image-2022-01-19-at-15.42.05-3.jpeg 500w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p style=\"font-size:11px\">1996<\/p>\n\n\n\n<p>Com quatro milh\u00f5es de discos vendidos em todo Brasil at\u00e9 o ano de 1995, a Legi\u00e3o Urbana ganhou a remasteriza\u00e7\u00e3o de sua obra no Abbey Road, na Inglaterra, e lan\u00e7ou a lata \u201cPor Enquanto \u2013 1984\/1995\u201d. Renato tinha rec\u00e9m-lan\u00e7ado dois discos solo \u2014 \u201cThe Stonewall Celebration Concert\u201d e \u201cEquil\u00edbrio Distante\u201d\u2013 e o s\u00e9timo \u00e1lbum da Legi\u00e3o Urbana viu as lojas em setembro de 1996. O disco imprimia tons tristes e um clima de despedida. Produzido por Dado Villa-Lobos e a banda, inicialmente seria duplo. Gravado no est\u00fadio AR (Barra da Tijuca \u2013 RJ) com auxilio de Tom Capone, teve vozes guias e primeiros takes como definitivos. \u201cSoul Parsifal\u201d \u00e9 uma parceria in\u00e9dita dele com Marisa Monte, e \u201c1\u00ba de Julho\u201d foi composta em 1994 para C\u00e1ssia Eller e o filho que a cantora esperava. Renato Russo escolheu \u201cA Via L\u00e1ctea\u201d como single e um m\u00eas depois do lan\u00e7amento se despediu da vida. Apesar do clima, \u201c1\u00ba de Julho\u201d e \u201cL\u2019Avventura\u201d tamb\u00e9m tocaram nas r\u00e1dios. Foram vendidos mais de meio milh\u00e3o de c\u00f3pias.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-medium\"><img width=\"298\" height=\"300\" src=\"https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/WhatsApp-Image-2022-01-19-at-15.42.06-1-298x300.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2519\" srcset=\"https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/WhatsApp-Image-2022-01-19-at-15.42.06-1-298x300.jpeg 298w, https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/WhatsApp-Image-2022-01-19-at-15.42.06-1-1015x1024.jpeg 1015w, https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/WhatsApp-Image-2022-01-19-at-15.42.06-1-150x150.jpeg 150w, https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/WhatsApp-Image-2022-01-19-at-15.42.06-1-768x774.jpeg 768w, https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/WhatsApp-Image-2022-01-19-at-15.42.06-1-1024x1033.jpeg 1024w, https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/WhatsApp-Image-2022-01-19-at-15.42.06-1.jpeg 1192w\" sizes=\"(max-width: 298px) 100vw, 298px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p style=\"font-size:11px\">1997<\/p>\n\n\n\n<p>Lan\u00e7ado um ano ap\u00f3s a morte de Renato Russo, o disco traz oito can\u00e7\u00f5es que n\u00e3o entraram nos dois discos solo anteriores \u2013 e uma faixa interativa com o videoclipe de Strani Amore, o single do segundo CD solo<\/p>\n\n\n\n<p>A Ilustra\u00e7\u00e3o de flores na capa do CD &#8220;O Ultimo Solo&#8221; \u00e9 um cria\u00e7\u00e3o da irm\u00e3 de Renato, Carmen Teresa Manfredini.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-medium\"><img width=\"300\" height=\"297\" src=\"https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/WhatsApp-Image-2022-01-19-at-15.42.06-2-300x297.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2518\" srcset=\"https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/WhatsApp-Image-2022-01-19-at-15.42.06-2-300x297.jpeg 300w, https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/WhatsApp-Image-2022-01-19-at-15.42.06-2-1024x1012.jpeg 1024w, https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/WhatsApp-Image-2022-01-19-at-15.42.06-2-150x150.jpeg 150w, https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/WhatsApp-Image-2022-01-19-at-15.42.06-2-768x759.jpeg 768w, https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/WhatsApp-Image-2022-01-19-at-15.42.06-2.jpeg 1200w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p style=\"font-size:11px\">2003<\/p>\n\n\n\n<p>Sete anos ap\u00f3s sua morte, novo \u00e1lbum \u00e9 lan\u00e7ado pela EMI com achados in\u00e9ditos nos arquivos de Renato Russo. O disco foi concebido pela gravadora para o anivers\u00e1rio de nascimento de Renato e, por isso, ganhou o nome de \u201cPresente\u201d.<br>A ilustra\u00e7\u00e3o do CD &#8220;Presente&#8221; foi obra do pr\u00f3prio Renato Russo, antes de morrer.  <\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>MORTE DE RENATO RUSSO<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Renato Russo morreu na madrugada de 11 de outubro de 1996 por conta de doen\u00e7a pulmonar obstrutiva cr\u00f4nica, septicemia e infec\u00e7\u00e3o urin\u00e1ria \u2014 consequ\u00eancias da AIDS. Renato tinha HIV positivo desde 1989, mas nunca assumiu publicamente a doen\u00e7a.<br><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:11px\">Fonte: Renato Russo Oficial<br>Foto Destaque: Divulga\u00e7\u00e3o (acervo de Egeu Laus)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>RENATO RUSSO Renato Manfredini J\u00fanior \u2014 ou, simplesmente&nbsp;Renato Russo&nbsp;\u2014 nasceu no Rio de Janeiro, em&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":2528,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"om_disable_all_campaigns":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"spay_email":""},"categories":[26],"tags":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/RR.jpg","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2514"}],"collection":[{"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=2514"}],"version-history":[{"count":8,"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2514\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2656,"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2514\/revisions\/2656"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/2528"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=2514"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=2514"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=2514"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}