{"id":4967,"date":"2022-07-15T13:24:08","date_gmt":"2022-07-15T16:24:08","guid":{"rendered":"https:\/\/vimagazine.com.br\/?p=4967"},"modified":"2022-07-15T13:24:12","modified_gmt":"2022-07-15T16:24:12","slug":"espetaculo-infanto-juvenil-ana-e-a-baleia-fala-de-amor-luto-perda-e-acolhimento","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/vimagazine.com.br\/?p=4967","title":{"rendered":"Espet\u00e1culo infanto-juvenil &#8220;Ana e a Baleia&#8221; fala de amor, luto, perda e acolhimento"},"content":{"rendered":"\n<p><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size\"><strong><em>A Benvinda Cia. faz duas apresenta\u00e7\u00f5es de &#8220;Ana e a Baleia&#8221;, espet\u00e1culo infanto-juvenil, no Espa\u00e7o<\/em> ao Cubo, em S\u00e3o Paulo. E vende simultaneamente HQ da pe\u00e7a, ilustrada pelo diretor e dramaturgo Jo\u00e3o Hannuch<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:18px\">Livremente inspirada em &#8220;O Curioso Caso do Cachorro Morto&#8221;, de Mark Haddon; a pe\u00e7a entra no mundo dessa menina pra falar de amor, luto, perda e acolhimento, sentimentos universais que aproximam a todos n\u00f3s, n\u00e3o importa o quanto possam parecer diferentes. Afinal, quando come\u00e7amos a perder quem amamos, como manter sua mem\u00f3ria em n\u00f3s para sempre?&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:18px\">Ana adora desenhar e ama baleias, na verdade, prefere baleias a pessoas e se comunica muito melhor com os seus desenhos. A n\u00e3o ser quando se trata da sua m\u00e3e, Ana tem certeza que sua m\u00e3e a entende. Com uma maneira toda especial de ver o mundo, um dia essa menina v\u00ea esse pequeno universo ser destru\u00eddo por um mist\u00e9rio: o desaparecimento deste porto seguro. Quando os adultos se recusam a dar respostas, Ana cria a pr\u00f3pria aventura e as suas pr\u00f3prias palavras. Pra lidar com a pr\u00f3pria dor e a saudade e pra que as baleias continuem a nadar.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:18px\">&#8220;Ana e a Baleia&#8221; come\u00e7a como uma trag\u00e9dia e um mist\u00e9rio. A m\u00e3e, essa figura t\u00e3o central na vida da nossa protagonista, desaparece, deixando um enorme vazio e ningu\u00e9m aceita falar com ela a respeito. Ana tem tamb\u00e9m uma forma muito \u00fanica de ver o mundo, que colore a sua trajet\u00f3ria pela pe\u00e7a. N\u00e3o \u00e9 preciso saber exatamente porque Ana \u00e9 diferente da maioria das pessoas que encontra, apenas perceber que ela \u00e9. \u00c9 o seu olhar \u00fanico que nos guia e nele, encontramos dilemas t\u00e3o universais quanto o desejo de amor, pertencimento, a saudade e o medo. Ana \u00e9 qualquer pessoa que j\u00e1 se sentiu exclu\u00edda e n\u00e3o ouvida e \u00e9 na universalidade desse&nbsp;sentimento que nos identificamos com ela. Atrav\u00e9s de um retrato sens\u00edvel de uma pessoa neuroat\u00edpica amadurecendo diante de nossos olhos, vivenciando atritos com um mundo que a exclui ao inv\u00e9s de tentar entend\u00ea-la. Ana se relaciona o tempo todo com a figura de sua m\u00e3e e de sua av\u00f3, montando um quebra-cabe\u00e7as de suas mem\u00f3rias e de suas origens. Ao mesmo tempo, vive novos e intensos sentimentos com sua \u00fanica amiga, Suzy, descobrindo sobre si mesma e vivenciando as intensas mudan\u00e7as do come\u00e7o da adolesc\u00eancia ao mesmo tempo em que sua realidade muda drasticamente.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:18px\">Os ensaios presenciais de Ana e a Baleia come\u00e7aram em fevereiro de 2020. Com o surgimento da pandemia e a necessidade do isolamento social, o processo passou a buscar novas formas de existir. Inicialmente como um projeto paralelo, o diretor e dramaturgo Jo\u00e3o Hannuch transformou o texto em uma HQ, partindo de imagens e constru\u00e7\u00f5es criadas durante o processo de ensaios. Ao mostrar a HQ para o grupo, percebeu-se potencial c\u00eanico e come\u00e7ou-se uma aventura por um territ\u00f3rio ainda n\u00e3o explorado: O Teatro HQ. O Teatro HQ nos mostra a possibilidade de expans\u00e3o do produto teatral (que se torna parte do conceito do que \u00e9 o teatro pop). Ana e a Baleia \u00e9 uma pe\u00e7a que pode ser assistida presencialmente, \u00e9 uma HQ que pode ser lida como tal e tamb\u00e9m \u00e9 esse h\u00edbrido, Teatro HQ, que oferece uma experi\u00eancia diferenciada e \u00fanica ao p\u00fablico.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:18px\"><strong>Sobre a Benvinda Cia<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:18px\">A Benvinda Cia. nasceu em 2016 a partir do desejo de participantes de diferentes grupos teatrais da Cultura Inglesa de aprofundar sua investiga\u00e7\u00e3o em pr\u00e1ticas art\u00edsticas. Pesquisadores de uma linguagem Pop e contempor\u00e2nea, a companhia j\u00e1 passou pelos mais variados universos: do sert\u00e3o nordestino e a busca pelos sonhos imposs\u00edveis (Seja Benvinda, 2016), passando pela complexidade das rela\u00e7\u00f5es amorosas com recorte LGBT (Limonada, 2017), a fragilidade da sa\u00fade mental no mundo contempor\u00e2neo (Eu Amo Rob\u00f4, 2018), at\u00e9 o questionamento dos padr\u00f5es de beleza no imagin\u00e1rio infanto-juvenil (DinoSarah, 2019), passando tamb\u00e9m pelo Teatro itinerante, com caracter\u00edsticas imersivas e perform\u00e1ticas (Bernadete Azul, 2019). O grupo investe na colabora\u00e7\u00e3o entre seus atores-criadores e dire\u00e7\u00e3o, criando dramaturgias completamente autorais que dialogam com o mundo que nos cerca. Contou com apresenta\u00e7\u00f5es e temporadas em teatros paulistanos como iNBOx Cultural, Parlapat\u00f5es, Viga Espa\u00e7o C\u00eanico e Cia da Revista, al\u00e9m de centros culturais como a Casa1, Centro Cultural Graja\u00fa, Casa de Cultura Parelheiros, Centro Cultural Vila Formosa, Casa de Cultura Trememb\u00e9 e o Centro Cultural da Diversidade. Durante o isolamento social, participou do projeto #QuarentenaProjetada, da M\u00eddia Ninja em parceria com o Instituto Moreira Salles e lan\u00e7ou a pe\u00e7a podcast Princesa Terapia, por meio do Podcast Ato Pop. Estreou a pe\u00e7a DinoLive, uma continua\u00e7\u00e3o da pe\u00e7a DinoSarah pensada para o per\u00edodo de isolamento social em formato gameshow, atrav\u00e9s de seu canal do YouTube, onde tamb\u00e9m lan\u00e7ou a leitura dram\u00e1tica do HQ do grupo, &#8220;Ana e a Baleia&#8221;, que integra a programa\u00e7\u00e3o do festival Respirarte da Funarte, na categoria de artes integradas.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:18px\"><br><br><strong>Ficha T\u00e9cnica:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:18px\">Texto e dire\u00e7\u00e3o: Jo\u00e3o Hannuch<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:18px\">Assist\u00eancia Geral: Nina Moratto<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:18px\">Trilha Sonora Original: Giovanne Malta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:18px\">Elenco: Beatriz de Franco, Emma Jovanovic, Jhullie Campos e Virginia Lapoian<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:18px\">Cenografia: Nina Moratto<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:18px\">Sobre HQ:<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:18px\">Texto e Ilustra\u00e7\u00f5es: Jo\u00e3o Hannuch<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:18px\">Publica\u00e7\u00e3o: Editora Giostri<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:18px\">Pre\u00e7o: R$ 60,00<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:18px\"><br><strong>Servi\u00e7o:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:18px\">Curta temporada<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:18px\">16 e 17 de julho<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:18px\">S\u00e1bado e Domingo, \u00e0s 18h<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:18px\">Espa\u00e7o ao Cubo &#8211;&nbsp;Rua Brigadeiro Galv\u00e3o, 1010 &#8211; Barra Funda, S\u00e3o Paulo<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:18px\">Capacidade do Teatro \u2013 150 LUGARES<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:18px\">Dura\u00e7\u00e3o: 50 minutos<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:18px\">Classifica\u00e7\u00e3o Livre<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:18px\">Ingressos \u2013 R$ 40,00 e R$20,00 (meia)<\/p>\n\n\n\n<p style=\"font-size:18px\">Vendas pelo Sympla.com<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Benvinda Cia. faz duas apresenta\u00e7\u00f5es de &#8220;Ana e a Baleia&#8221;, espet\u00e1culo infanto-juvenil, no Espa\u00e7o&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":4968,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"om_disable_all_campaigns":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"spay_email":""},"categories":[27],"tags":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/ana-e-a-baleia.jpeg","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/4967"}],"collection":[{"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=4967"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/4967\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4969,"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/4967\/revisions\/4969"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/4968"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=4967"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=4967"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=4967"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}