{"id":8183,"date":"2023-01-18T05:14:16","date_gmt":"2023-01-18T08:14:16","guid":{"rendered":"https:\/\/vimagazine.com.br\/?p=8183"},"modified":"2023-01-18T07:46:11","modified_gmt":"2023-01-18T10:46:11","slug":"rick-chester-abre-o-coracao-e-fala-sobre-sua-infancia-dificil-e-de-como-alcancou-sucesso-no-brasil-e-no-exterior","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/vimagazine.com.br\/?p=8183","title":{"rendered":"Rick Chesther abre o cora\u00e7\u00e3o e fala sobre sua inf\u00e2ncia dif\u00edcil e de como alcan\u00e7ou sucesso no Brasil e no exterior"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Rick Chesther da Silva<\/strong>, mais conhecido como Rick Chesther<strong> <\/strong>\u00e9 um mensageiro aprendiz, desses que, de tanto n\u00e3o desistir, acabam chegando l\u00e1. Formado em Supera\u00e7\u00e3o pela faculdade da vida, tem bacharelado em Aprender e Repassar Ensinamentos e doutorado em Levantar Ap\u00f3s as Quedas e Seguir Sempre Rumo aos Seus Objetivos. Hoje, Rick transmite sua mensagem pelas redes sociais, onde impacta milh\u00f5es de pessoas diariamente, e nas mais de mil palestras j\u00e1 realizadas no Brasil e em v\u00e1rias partes do mundo. Seus livros <em>Pega a vis\u00e3o<\/em> e <em>A favela venceu<\/em> tornaram-se best-sellers, superando milh\u00f5es de c\u00f3pias vendidas.&nbsp; Chesther tamb\u00e9m representou o Brasil em Harvard, em 2018, onde foi condecorado como embaixador mundial da Brilive Conference (Brazilian International Live Conference). Em 2022, lan\u00e7ou <em>Escolha seu dif\u00edcil: As 10 regras b\u00e1sicas para alcan\u00e7ar o extraordin\u00e1rio<\/em>, pela Buzz Editora, onde, tendo por base todos os obst\u00e1culos que precisou superar, ajuda o leitor a enxergar as possibilidades da vida por meio do que ele chama de \u201co fator de n\u00e3o desistir\u201d, al\u00e9m de mostrar que n\u00e3o existe diferen\u00e7a entre ele e ningu\u00e9m.<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Para falar sobre a sua inf\u00e2ncia dif\u00edcil e de como ele alcan\u00e7ou o sucesso no Brasil e no exterior, que eu entrevistei com exclusividade, <strong>Rick Chesther<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized\"><img src=\"https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/af1c3ee5-8c80-4860-847a-6fad8bef4ac4.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-8185\" width=\"840\" height=\"1206\" srcset=\"https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/af1c3ee5-8c80-4860-847a-6fad8bef4ac4.jpg 713w, https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/af1c3ee5-8c80-4860-847a-6fad8bef4ac4-209x300.jpg 209w\" sizes=\"(max-width: 840px) 100vw, 840px\" \/><figcaption>Imagem: divulga\u00e7\u00e3o <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong><em>Como foi a sua inf\u00e2ncia? Quais os maiores desafios que teve que enfrentar?<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>R: <\/strong>Tive uma inf\u00e2ncia a qual eu resumo como bem complexa, assim como a inf\u00e2ncia da ampla maioria da nossa gente, que nasce em lugar pequeno, em bairro carente de cidade pequena, de fam\u00edlia com pouqu\u00edssimos recursos financeiros. Contudo, por outro lado, com um n\u00edvel muito elevado de f\u00e9 e resili\u00eancia, de vontade, de honestidade para fazer o que tinha que ser feito, quando e onde o tivesse que fazer.<\/p>\n\n\n\n<p>Cresci entre o fuzil exposto e um livro escondido. Costumo dizer que a vida me pregou essa pe\u00e7a em deixar todas as portas obscuras abertas e a olho nu e, por algum motivo, os livros, a biblioteca e o conhecimento ficaram escondidos. Considero ter tido, por algum motivo que eu penso que seja a f\u00e9, uma queda pelo lado dos livros, do conhecimento e n\u00e3o ter escolhido o outro lado da moeda. \u00c9 muito pesado o cen\u00e1rio no qual eu fui criado. A chance de um garoto se perder \u00e9 muito grande, pois ele come\u00e7a a ter suas vontades, come\u00e7a a ver as pessoas terem, comerem e falarem coisas as quais n\u00e3o temos acesso! Vivi em meio a um contexto de pouqu\u00edssimos recursos para se comer e vestir. Um cen\u00e1rio de muita escassez. Falo \u201cn\u00f3s\u201d porque eu e meus irm\u00e3os sab\u00edamos das pouqu\u00edssimas condi\u00e7\u00f5es que t\u00ednhamos, sendo bem realista, sob o ponto de vista do lugar em que nascemos e vivemos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>O que o motivou a vender \u00e1gua nas praias cariocas e como voc\u00ea descreve a sua realidade de hoje onde voc\u00ea d\u00e1 palestras e se tornou uma inspira\u00e7\u00e3o para milhares de pessoas?<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>R: <\/strong>O que me levou para o Rio de Janeiro foi aquela ideia do retirante querendo algo melhor, para continuar lutando suas lutas e conseguindo suas coisas. Eu sempre fui um cara simples, de h\u00e1bitos simples, mas que tamb\u00e9m sempre tive coragem de migrar de um ponto para o outro, a fim de encontrar um campo f\u00e9rtil para que eu conseguisse comer, vestir e transitar com o suor do meu rosto, com base em muita honestidade e trabalho. Foi por isso que eu fui para o Rio de Janeiro. Da mesma maneira que eu sa\u00ed de Pitangui, interior de Minas Gerais, minha cidade natal, e fui para a capital, Belo Horizonte e, depois, para o Rio de Janeiro. Tamb\u00e9m sairia do Rio e iria para qualquer outro lugar no sentido de buscar novas possibilidades para trabalhar e comer honestamente. \u00c9 b\u00edblico, inclusive: \u201cdo suor do teu rosto comer\u00e1s o seu p\u00e3o&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>O lugar que eu ocupo hoje \u00e9 fruto de tudo aquilo que eu fiz antes, durante essas quatro d\u00e9cadas de anonimato.&nbsp; Na minha concep\u00e7\u00e3o, sucesso n\u00e3o \u00e9 aquilo que voc\u00ea colhe, mas sim aquilo que voc\u00ea planta e cultiva para colher e saborear o fruto que nasceu da \u00e1rvore que voc\u00ea plantou e cultivou. Ent\u00e3o, eu acredito que, de maneira involunt\u00e1ria &#8211; porque eu nunca imaginei ter milh\u00f5es e muito menos de ser conhecido no mundo todo, palestrar em todos os continentes do mundo, ser capa de dezenas de revistas, vender cinco milh\u00f5es de c\u00f3pias de livros em um pa\u00eds chamado Brasil &#8211; eu fui plantando, cultivando e progredi, at\u00e9 chegar no lugar o qual ocupo com muita responsabilidade e humildade, o lugar que eu vejo como colheita.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Como voc\u00ea se sente hoje ao saber que transforma a vida de tantas pessoas?<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>R: <\/strong>Encaro tudo isso com muita humildade, tendo a total percep\u00e7\u00e3o da responsabilidade que tenho, haja vista que as redes sociais e a internet nos permitem ter acesso \u00e0 informa\u00e7\u00e3o em tempo real. Ent\u00e3o, \u00e9 muito dif\u00edcil chegar onde cheguei, mas, ao mesmo tempo, \u00e9 muito f\u00e1cil sair de l\u00e1. De um segundo para o outro, uma fagulha de fogo \u00e9 capaz de destruir tudo isso que eu constru\u00ed ao longo de todos esses anos. Da\u00ed a responsabilidade que eu tenho que ter com os meus atos, minhas palavras, as coisas as quais eu defendo ou n\u00e3o. Os lugares que eu frequento, a maneira como eu me posiciono, minha f\u00e9, o n\u00edvel de conhecimento que eu quero para o p\u00fablico que me acompanha, colocar-me sempre na condi\u00e7\u00e3o de aprendiz. Isso tudo s\u00e3o no\u00e7\u00f5es de responsabilidade para fazer valer todo esse grito. Porque eu deixei de ser um CPF para ser o grito de uma galera. Ent\u00e3o, hoje tenho milh\u00f5es de pessoas que me acompanham e \u00e9 necess\u00e1rio, reitero, ter muita responsabilidade para chegar l\u00e1.&nbsp; Por outro lado, h\u00e1 o sentimento tamb\u00e9m de que \u00e9 poss\u00edvel, tem como. Porque, se at\u00e9 os 40 anos, eu estava vendendo \u00e1gua na praia e, depois dos 40, eu consegui vender mais de cinco milh\u00f5es de c\u00f3pias de livros, me transformar em refer\u00eancia para tantas pessoas por meio dos meus pr\u00f3prios atos, fazendo coisas t\u00e3o simples, eu provei que tem como. Esse \u201ctem como\u201d \u00e9 que move essa gente.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O olhar desse povo para o Rick \u00e9: Se ele conseguiu, eu tamb\u00e9m consigo, mas eu ainda n\u00e3o entendi como ele conseguiu. Portanto, o meu desafio, hoje, \u00e9 passar para essa galera p\u00edlulas de conhecimento para mudar a mentalidade dessas pessoas, para que consigam caminhar na dire\u00e7\u00e3o a qual eu me encontro. Ent\u00e3o, sinto-me um aprendiz, para que o Rick de hoje seja maior que o de hoje e maior ainda que o de amanh\u00e3. Me sinto um privilegiado por ter conseguido tanto, me sinto respons\u00e1vel do ser humano que eu preciso ser para seguir sendo refer\u00eancia para tanta gente.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Quais s\u00e3o os principais aspectos abordados em suas palestras?<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>R: <\/strong>Conto a minha caminhada no sentido de explicar que n\u00e3o foi f\u00e1cil para o Rick e n\u00e3o ser\u00e1 f\u00e1cil para voc\u00ea, se quiser alcan\u00e7ar o seu lugar como eu consegui. Conto para as pessoas sobre controle emocional, porque eu tive que ter muito controle emocional para suportar tudo que eu passei e para suportar o lugar no qual eu estou tamb\u00e9m. Voc\u00ea precisa aguentar o caos, sen\u00e3o, voc\u00ea surta e voc\u00ea tem que ter controle emocional para suportar a bonan\u00e7a, sen\u00e3o, voc\u00ea surta na bonan\u00e7a. Passo muitas no\u00e7\u00f5es disso para a galera, falo sobre educa\u00e7\u00e3o financeira, porque eu tive que ter habilidade para ser fiel no pouco, para fazer o pouco se multiplicar at\u00e9 chegar nos n\u00fameros atuais. Falo sobre vendas, porque foi o que salvou a minha vida. Costumo dizer que eu sou filho da necessidade. A necessidade me apresentou a supera\u00e7\u00e3o e a supera\u00e7\u00e3o me apresentou a venda, que salvou a minha vida. Esses s\u00e3o elementos b\u00e1sicos que, roteirizados, te mostram que n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil, por\u00e9m, \u00e9 poss\u00edvel. Todavia, voc\u00ea precisa controlar a si mesmo, porque, quem n\u00e3o controla a si mesmo, n\u00e3o controla mais ningu\u00e9m, e \u00e9 preciso tamb\u00e9m fazer a gest\u00e3o de n\u00fameros, ter habilidade sobre vendas. Falo tamb\u00e9m da import\u00e2ncia do trabalho em equipe, da minha base, que \u00e9 a f\u00e9, e mostro os dados que comprovam que eu n\u00e3o apenas falo, mas, que eu realmente alcancei os meus objetivos para falar, porque eu n\u00e3o queria ser algu\u00e9m que pusesse a m\u00e3o em um microfone para falar de uma hist\u00f3ria que n\u00e3o \u00e9 a minha, de algo que eu n\u00e3o conquistei. N\u00e3o costumo dizer que sou palestrante, mas que eu bato um papo com a galera. Esses s\u00e3o os fios condutores pelos quais eu transito durante este bate-papo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>O que voc\u00ea pensa sobre resili\u00eancia e o poder da autorresponsabilidade?<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>R:<\/strong> Costumo dizer que voc\u00ea ser\u00e1 esmagado por tudo aquilo que voc\u00ea n\u00e3o consegue esmagar.&nbsp; Ent\u00e3o, penso que isso resume bem o que eu entendo sobre resili\u00eancia e autorresponsabilidade. Quando voc\u00ea descobre que a \u00fanica pessoa capaz de parar a sua caminhada rumo ao extraordin\u00e1rio \u00e9 voc\u00ea mesmo, voc\u00ea se vigia mais, voc\u00ea se estuda mais, voc\u00ea se compromete mais consigo mesmo e com aquilo que voc\u00ea diz que quer alcan\u00e7ar, porque voc\u00ea identifica que n\u00e3o \u00e9 um ser humano perfeito, mas, aceita que eles s\u00e3o seus, corrige esses erros e tenta n\u00e3o voltar a repeti-los. Isso vai te transformando em um ser humano potente para essa selva que \u00e9 a vida e voc\u00ea entra mais preparado, porque fez esse estudo pr\u00e9vio e n\u00e3o foi esmagado por aquilo que poderia estar te esmagando.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Qual o conselho que voc\u00ea d\u00e1 para as pessoas que s\u00f3 vivem reclamando, procrastinando e se autossabotando, e n\u00e3o encontram um sentido para a vida?<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>R: <\/strong>Costumo dizer que cada um tem uma dor diferente da dor do outro e que \u00e9 muito importante ter a no\u00e7\u00e3o disso, de modo a n\u00e3o julgar o seu pr\u00f3ximo. Contudo, costumo dizer que, seja l\u00e1 qual for a sua dor, se voc\u00ea n\u00e3o come\u00e7ar a lutar hoje para ameniz\u00e1-la, amanh\u00e3 ela ser\u00e1 maior ainda. Ent\u00e3o, o dia tem 24 horas para mim e para as oito bilh\u00f5es de pessoas que existem no planeta. A diferen\u00e7a \u00e9 o que cada um de n\u00f3s fazemos nessas mesmas 24 horas. Logo, tem dias que eu tamb\u00e9m amanhe\u00e7o com dor, mas, ainda assim, estou l\u00e1 lutando para tentar mudar.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando eu vendia \u00e1gua na praia, eu n\u00e3o fui porque eu queria vender \u00e1gua na praia, eu fui porque era o que dava para eu fazer naquele momento. Sempre fui um cara que prometi dar o melhor a mim mesmo no melhor cen\u00e1rio, at\u00e9 que houvesse um cen\u00e1rio melhor assim fiz a vida toda. A resili\u00eancia e a autorresponsabilidade me ajudaram a me manter de p\u00e9 nos piores momentos, porque eu sabia que poderia ser esmagado por mim mesmo se eu n\u00e3o conseguisse me controlar. Portanto, essa \u00e9 a dica: controle a si mesmo, para que, mesmo nos momentos delicados, consiga extrair de dentro de si pr\u00f3prio for\u00e7as suficientes para se levantar, sacudir a poeira e dar a volta por cima, juntar seus cacos e voltar para a arena, para o ringue e para a luta.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Voc\u00ea \u00e9 um empreendedor e como tal quais s\u00e3o os seus conselhos para os empres\u00e1rios que se encontram \u00e0 beira da fal\u00eancia por conta da realidade econ\u00f4mica atual?<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>R: <\/strong>Como empreendedor, eu n\u00e3o acredito que algu\u00e9m esteja \u00e0 beira da fal\u00eancia por conta da realidade econ\u00f4mica atual. Eu prefiro crer que o que leva as pessoas \u00e0 fal\u00eancia \u00e9 a falta de gest\u00e3o quando a coisa est\u00e1 fluindo bem. N\u00f3s temos o h\u00e1bito de imaginar que&nbsp; sempre as coisas estar\u00e3o bem, assim como o h\u00e1bito e costume de achar que a estabilidade existe. Somos relaxados no que se refere \u00e0 gest\u00e3o e s\u00f3 acordamos para a realidade quando a corda j\u00e1 est\u00e1 no \u00faltimo fiozinho. Com isso, a minha pergunta n\u00e3o \u00e9 o que fazer quando estou falindo, mas, sim, o que o que eu fiz para chegar nessa condi\u00e7\u00e3o. Se um dia eu montei um neg\u00f3cio e ele me deu dinheirocad\u00ea esse dinheiro? Ent\u00e3o, n\u00e3o \u00e9 apenas a situa\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica que faz com que o neg\u00f3cio v\u00e1 a fal\u00eancia, mas sim uma soma de fatores e qualquer pessoa que fugir dessa soma de fatores vai transferir total responsabilidade para a economia, que pode eventualmente, ter elementos que vai de encontro com a realidade do empres\u00e1rio, mas a ampla maioria dessa responsabilidade tem que estar nas m\u00e3os desses empres\u00e1rios ou de n\u00f3s que temos algum tipo de neg\u00f3cio. Cabe-nos a responsabilidade de melhorar esse neg\u00f3cio todos os dias. Isso vale para quem tem R$ 10,00 para vender \u00e1gua na praia, para quem tem um milh\u00e3o, dois ou 10 milh\u00f5es para administrar uma multinacional. Importante que se pense que cuidar desses recursos sabendo que nem todo dia vai amanhecer com sol para voc\u00ea vender \u00e1gua na praia \u00e9 algo fundamental. Os momentos dif\u00edceis v\u00e3o passar, mas se este momento delicado passar sem que a pessoa tenha uma mudan\u00e7a de mentalidade, nada muda, h\u00e1 os que choram e os que vendem len\u00e7os.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>Qual ou quais as suas p\u00e1ginas para que as pessoas possam adquirir os seus livros, participar de suas palestras e conhecerem mais sobre sua trajet\u00f3ria de vida?<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>R:&nbsp;&nbsp; <\/strong>Todas as minhas p\u00e1ginas est\u00e3o como: rick_chester. Os meus livros voc\u00eas v\u00e3o encontrar em todas as grandes livrarias do pa\u00eds e nas principais plataformas de venda do g\u00eanero. <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/rick_chesther\/\"><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp; Rick Chesther da Silva, mais conhecido como Rick Chesther \u00e9 um mensageiro aprendiz, desses&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":8184,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"om_disable_all_campaigns":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"spay_email":""},"categories":[31],"tags":[323,554,63],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/be94003a-27cf-4dd5-8d2e-5a32cbae22e0.jpg","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/8183"}],"collection":[{"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=8183"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/8183\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":8188,"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/8183\/revisions\/8188"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/8184"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=8183"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=8183"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=8183"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}