{"id":9933,"date":"2023-07-15T13:16:47","date_gmt":"2023-07-15T16:16:47","guid":{"rendered":"https:\/\/vimagazine.com.br\/?p=9933"},"modified":"2023-07-15T13:16:49","modified_gmt":"2023-07-15T16:16:49","slug":"ibis-libris-editora-realiza-a-ponte-de-versos-de-julho-com-imortais-da-abl","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/vimagazine.com.br\/?p=9933","title":{"rendered":"Ibis Libris Editora realiza a Ponte de Versos de julho com Imortais da ABL,&nbsp;"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-text-align-center\">A 8\u00aa edi\u00e7\u00e3o do ano traz Ana Maria Machado, Antonio Cicero e Antonio&nbsp;Carlos Secchin, ao lado de Thereza Christina Rocque da Motta, editora e fundadora da Ibis Libris<br>Ibis Libris Editora realiza a 8\u00aa edi\u00e7\u00e3o da Ponte de Versos do ano, trazendo os imortais Ana Maria Machado, Antonio Cicero e Antonio Carlos Secchin, ao lado da tamb\u00e9m poeta e editora Thereza Christina Rocque da Motta, no dia 18 de julho (ter\u00e7a-feira), na Blooks Botafogo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">A Ibis Libris realiza, mensalmente, na Blooks Botafogo, a &#8220;Ponte de Versos&#8221;, evento liter\u00e1rio tradicional, que, este ano, comemora 24 anos em junho. Desde 1999, ocorrendo quinzenalmente na antiga Livraria Ponte de T\u00e1buas, no Jardim Bot\u00e2nico, passando pelo Barteli\u00ea, em Ipanema, e pela Livraria DaConde, no Leblon, reunindo poetas novos e j\u00e1 consagrados, a &#8220;Ponte de Versos&#8221; tornou-se parte da cena po\u00e9tica carioca.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>No &#8220;Prato Principal&#8221;, cada poeta convidado l\u00ea por 15 minutos. Em seguida, abre-se a &#8220;Sobremesa&#8221; aos presentes, quando poder\u00e3o recitar um poema de cada vez e, por fim, a &#8220;Saideira&#8221;, lendo mais um poema curto.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Este ano, a Ponte de Versos completa 24 anos, evento que valoriza a literatura nacional e os novos autores, que, em abril, recebeu o &#8220;Pr\u00eamio Sarau Destaque 2022&#8221; da APPERJ &#8211; Associa\u00e7\u00e3o Profissional dos Poetas do Rio de Janeiro. A Ibis Libris Editora entra no ano de seu 23\u00ba anivers\u00e1rio com 600 t\u00edtulos publicados at\u00e9 2022, novos t\u00edtulos em produ\u00e7\u00e3o e, al\u00e9m disso, concorre ao Pr\u00eamio Oceanos com 20 obras e ao Pr\u00eamio Jabuti com 12 t\u00edtulos em diversas categorias.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Estiveram na Ponte de Versos em 2022: em fevereiro, L\u00edlian Maial, Ricardo Ruiz e Ros\u00e1lia Milsztajn. Em mar\u00e7o, Celi Luz e Karla Sabah. Em abril, Alice Monteiro e Paulo Sabino. Em maio, Claudia Roquette-Pinto e L\u00e9o Ferreira. Em junho, Adriano Esp\u00ednola, M\u00f4nica Montone e Cristina Biscaia. Em julho, Gilberto Gouma, Manoel Herculano e Marcelo Mour\u00e3o. Em agosto, Tanussi Cardoso, Ramon Nunes Mello e Carmen Moreno. Em setembro, Christovam de Chevalier, Ricardo Vieira Lima e Solange Padilha. Em outubro, William Soares dos Santos, H\u00e9len Queiroz e Cec\u00edlia Costa.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"> Em novembro, Luiz Ot\u00e1vio Oliani e Renato Alvarenga. Em dezembro, Cristina F\u00fcrst, Georgia Annes e Rose Araujo. Em janeiro de 2023: Laura Esteves, Jorge S\u00e1 Earp e Jorge Ventura. Em fevereiro, Afonso Henriques Neto e Alberto Pucheu. Em mar\u00e7o, \u00a0Bernard Sader Tinoco, \u00a0R\u00f4mulo Pacheco e Evelyn Silva. Em abril, Suzana Vargas e Carmem Teresa Elias. Em maio, Alexei Bueno e Elisa Flores. Em junho,\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">&nbsp;Alexandre Brand\u00e3o, Mano Melo, Nat\u00e1lia Parreiras e Th\u00e1ssio Ferreira.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">A Ponte de Versos acontece no pr\u00f3ximo dia 18\/07 (ter\u00e7a-feira), das 18h \u00e0s 21h, na Blooks Botafogo, na Praia de Botafogo, 316 (Espa\u00e7o Ita\u00fa de Cinema). Livre para todas as idades e com entrada franca.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>Traga seu poema para a Sobremesa e a Saideira!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>Prato principal:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>Ana Maria Machado<\/strong>&nbsp;nasceu em Santa Teresa, Rio de Janeiro, em 24 de dezembro de 1941. \u00c9 casada com o m\u00fasico Louren\u00e7o Baeta, do quarteto Boca Livre e t\u00eam uma filha. Do casamento anterior, com o m\u00e9dico \u00c1lvaro Machado, Ana Maria teve dois filhos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Estudou no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e no MoMA de Nova York, e participou de sal\u00f5es e exposi\u00e7\u00f5es individuais e coletivas no pa\u00eds e no exterior, enquanto cursava a Faculdade de Letras (depois de ter desistido da Geografia). Formou-se em Letras Neolatinas, em 1964, na ent\u00e3o Faculdade Nacional de Filosofia da Universidade do Brasil, e fez estudos de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o na UFRJ.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Deu aulas na Faculdade de Letras na UFRJ (Literatura Brasileira e Teoria Liter\u00e1ria) e na Escola de Comunica\u00e7\u00e3o da UFRJ, bem como na PUC-Rio (Literatura Brasileira). Al\u00e9m de ensinar nos col\u00e9gios Santo In\u00e1cio e Princesa Isabel, no Rio, e no Curso Alfa de prepara\u00e7\u00e3o para o Instituto Rio Branco, tamb\u00e9m lecionou em Paris, na Sorbonne (L\u00edngua Portuguesa) e na Universidade de Berkeley, Calif\u00f3rnia, onde j\u00e1 havia sido escritora residente.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Em janeiro de 1970, deixou o Brasil, e trabalhou como jornalista na revista Elle, em Paris e no Servi\u00e7o Brasileiro da BBC de Londres, al\u00e9m de se tornar professora de L\u00edngua Portuguesa na Sorbonne. Nesse per\u00edodo, participou de um seleto grupo de estudantes na \u00c9cole Pratique des Hautes \u00c9tudes, cujo mestre era Roland Barthes, sob cuja orienta\u00e7\u00e3o terminou sua tese de doutorado em Lingu\u00edstica e Semiologia, em Paris.&nbsp; O trabalho resultou no livro \u201cRecado do Nome\u201d (1976), sobre a obra de Guimar\u00e3es Rosa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Trabalhou no Correio da Manh\u00e3, Jornal do Brasil, O Globo, e colaborou com as revistas Realidade, Isto\u00c9 e Veja e nos seman\u00e1rios O Pasquim, Opini\u00e3o e Movimento. Durante sete anos, chefiou o jornalismo do Sistema Jornal do Brasil de R\u00e1dio. Criou e dirigiu, por 18 anos, com duas s\u00f3cias, a primeira livraria do pa\u00eds especializada em livros infantis, a Malasartes, no Shopping da G\u00e1vea. Tamb\u00e9m foi editora, uma das s\u00f3cias da Quinteto Editorial.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Tem mais de 100 livros publicados, no Brasil e em outros 20 pa\u00edses, com mais de 20 milh\u00f5es de exemplares vendidos. Ao longo de mais de 40 anos de carreira, escreveu obras para todas as idades, incluindo 10 romances.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Recebeu in\u00fameras condecora\u00e7\u00f5es por sua produ\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria, com destaque para o Pr\u00eamio Hans Christian Andersen \u2013 o mais prestigiado da literatura infantil \u2013 e o Pr\u00eamio Machado de Assis, da ABL, pelo conjunto da obra.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Em 2003, foi eleita em 24 de abril, &nbsp;para a Academia Brasileira de Letras, sendo a sexta ocupante da Cadeira n\u00ba 1, sucedendo Evandro Lins e Silva e recebida, em 29 de agosto de 2003, pelo acad\u00eamico Tarc\u00edsio Padilha. Presidiu a Academia Brasileira de Letras entre 2012 e 2013.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>Antonio Cicero Correia Lima<\/strong>&nbsp;nasceu no Rio de Janeiro em 6 de outubro de 1945, \u00e9 compositor, poeta, cr\u00edtico liter\u00e1rio, fil\u00f3sofo, escritor brasileiro e membro da ABL. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Em 1960, seu pai assumiu um cargo executivo no BID, que acabava de ser criado, e toda a fam\u00edlia se transferiu para Washington, D.C., onde fez seus estudos secund\u00e1rios. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">De volta ao Brasil, come\u00e7a a cursar filosofia na PUC-Rio e, depois, no Instituto de Filosofia e Ci\u00eancias Sociais da UFRJ. Em 1969, devido a problemas pol\u00edticos, foi para Londres, onde concluiu o curso de filosofia na Universidade de Londres. Em 1976, Cicero fez p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o na Georgetown University, nos EUA, onde estudou grego e latim, o que lhe permitiu ler, no original, os cl\u00e1ssicos de Homero, P\u00edndaro, Hor\u00e1cio e Ov\u00eddio. Posteriormente, lecionou Filosofia e L\u00f3gica em universidades do Rio de Janeiro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Desde jovem, escreve poesia, mas seus poemas s\u00f3 apareceram para o grande p\u00fablico quando a irm\u00e3, a cantora e compositora Marina Lima, musicou um deles. A partir desse momento, passou a escrever tanto poemas como letras para m\u00fasicas de sua irm\u00e3 e, depois, de outros parceiros.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Produziu v\u00e1rias letras, como, por exemplo, de Fullg\u00e1s, Pra come\u00e7ar e \u00c0 francesa \u2013 as duas primeiras com Marina e a \u00faltima com Cl\u00e1udio Zoli. Entre outras parcerias, destacam-se as com Waly Salom\u00e3o, Jo\u00e3o Bosco, Orlando Morais, Adriana Calcanhotto e Lulu Santos (coautor com Antonio Cicero e S\u00e9rgio Souza, do hit O \u00daltimo Rom\u00e2ntico, de 1984).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Em 1993, concebeu, em colabora\u00e7\u00e3o com o poeta Waly Salom\u00e3o e patroc\u00ednio do Banco Nacional, o projeto \u201cBanco Nacional de Ideias\u201d, atrav\u00e9s do qual promoveu ciclos de confer\u00eancias e discuss\u00f5es de artistas e intelectuais de import\u00e2ncia internacional, como Jo\u00e3o Cabral de Melo Neto, Haroldo de Campos, John Ashbery, Derek Walcott, Caetano Veloso, Richard Rorty, Tzvetan Todorov, Hans Magnus Enzensberger, Peter Sloterdijk, Ernest Gellner, Bento Prado J\u00fanior e Darcy Ribeiro, entre outros. Em 1996, lan\u00e7ou o livro de poemas &#8220;Guardar&#8221;, vencedor do Pr\u00eamio Nestl\u00e9 de Literatura Brasileira na categoria estreante. Lan\u00e7ou tamb\u00e9m um CD, em 1996, Antonio Cicero por Antonio Cicero, recitando seus poemas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Em 2001, o \u201cGuardar\u201d foi inclu\u00eddo na antologia &#8220;Os cem melhores poemas brasileiros do s\u00e9culo&#8221;, organizada por \u00cdtalo Moriconi. Em 2002, lan\u00e7ou o livro de poesia &#8220;A cidade e os livros&#8221;. Participou, nesse mesmo ano, com Jos\u00e9 Saramago, Hermeto Pascoal e Wim Wenders, do document\u00e1rio Janela da alma, de Jo\u00e3o Jardim e Walter Carvalho.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"> Em 2005, lan\u00e7ou &#8220;Finalidades sem fim&#8221;, finalista do Pr\u00eamio Jabuti na categoria \u201cTeoria\/Cr\u00edtica liter\u00e1ria\u201d. Em 2010, lan\u00e7ou o Livro de sombras: pintura, cinema e poesia. Em 2012, lan\u00e7ou Porventura de poesia, depois Poesia e Filosofia (ensaio filos\u00f3fico), e organizou um livro de ensaios est\u00e9ticos chamado Forma e sentido contempor\u00e2neo: poesia. Nesse mesmo ano, lan\u00e7ou Antonio Cicero por Antonio Cicero, com entrevistas organizadas por Arthur Nogueira. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Entre abril de 2007 e novembro de 2010, foi colunista da Folha de S. Paulo. Em novembro de 2008, pronunciou a palestra de encerramento do Congresso Internacional Fernando Pessoa, em Lisboa, publicada, com o t\u00edtulo de \u201cFernando Pessoa: poesia e raz\u00e3o\u201d, em Pessoa, Revista de Ideias, em dezembro de 2010.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Em 10 de agosto de 2017, Antonio Cicero foi eleito para a Cadeira n\u00ba 27, sucedendo Eduardo Portella, cujo primeiro ocupante foi Joaquim Nabuco, fundador da Academia Brasileira de Letras, tendo como patrono Maciel Monteiro. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Para o acad\u00eamico Dom\u00edcio Proen\u00e7a Filho, ent\u00e3o presidente da ABL, \u201cAntonio Cicero \u00e9 um dos escritores mais representativos da literatura brasileira contempor\u00e2nea\u201d. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>Antonio Carlos Secchin<\/strong>&nbsp;nasceu no Rio de Janeiro, em 10 de junho de 1952. At\u00e9 os seis anos morou em Cachoeiro de Itapemirim e, desde 1959, reside no Rio de Janeiro.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">\u00c9 Doutor em Letras pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1982). Professor de Literatura Brasileira das Universidades de Bordeaux (1975-1979), Roma (1985), Rennes (1991), M\u00e9rida (1999) Paris III-Sorbonne Nouvelle (2009) e da Faculdade de Letras da UFRJ, onde foi aprovado (1993), por unanimidade, com nota m\u00e1xima, em concurso p\u00fablico para professor titular. Na carreira docente, foi diversas vezes eleito paraninfo e patrono dos formandos. Orientou 26 disserta\u00e7\u00f5es de mestrado e 18 teses de doutorado. Ministrou 50 cursos de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o, no pa\u00eds e no exterior. Em 2013, tornou-se professor em\u00e9rito da UFRJ.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Proferiu in\u00fameras palestras, em sua maioria versando sobre temas de literatura e cultura brasileira, no Brasil e na Argentina, Cuba, Espanha, Estados Unidos, Fran\u00e7a, Israel, It\u00e1lia, M\u00e9xico, Portugal e Venezuela. Membro de 46 editorias ou conselhos, no Brasil e no exterior, sobretudo de peri\u00f3dicos de investiga\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Recebeu diversos pr\u00eamios nacionais, entre eles, 1o lugar, categoria \u201censaio\u201d, do Instituto Nacional do Livro (1983); Pr\u00eamio S\u00edlvio Romero, da Academia Brasileira de Letras, 1985, ambos para Jo\u00e3o Cabral: a Poesia do Menos; Pr\u00eamio Alphonsus de Guimaraens, da Funda\u00e7\u00e3o Biblioteca Nacional (2002); Pr\u00eamio de Poesia da Academia Brasileira de Letras (2003); Pr\u00eamio Nacional do PEN Clube do Brasil (2003), atribu\u00eddos a Todos os Ventos como melhor livro de poesia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Membro Titular de PEN Clube do Brasil (1995); Medalha Cruz e Sousa, do Governo de Santa Catarina (1998); Medalha Jo\u00e3o Ribeiro, da Uni\u00e3o Brasileira de Escritores (1999); Medalha Carlos Drummond de Andrade, da Uni\u00e3o Brasileira de Escritores (2002); Membro Honor\u00e1rio da Academia Cachoeirense de Letras, Cachoeiro de Itapemirim (2004); Medalha do M\u00e9rito da Imprensa de Pernambuco, da Associa\u00e7\u00e3o da Imprensa de Pernambuco (2005); Benem\u00e9rito do Real Gabinete Portugu\u00eas de Leitura, Rio de Janeiro (2008); Medalha Jorge Amado, no Jubileu de Ouro da Uni\u00e3o Brasileira de Escritores-RJ (2008); Membro Correspondente da Academia de Letras da Bahia (2009); Diploma de M\u00e9rito Cultural da Academia Brasileira de Filologia (2011); Membro efetivo da Academia Carioca de Letras (2011); Medalha de Oficial da Ordem de Rio Branco, outorgada pelo Minist\u00e9rio das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores (2011); Trof\u00e9u Integra\u00e7\u00e3o, Centro de Integra\u00e7\u00e3o Empresa-Escola (CIEE), S\u00e3o Paulo, 2014. S\u00f3cio Correspondente da Academia de Ci\u00eancias de Lisboa, 2017.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">S\u00e9timo ocupante da Cadeira n\u00ba 19, eleito em 3 de junho de 2004, na sucess\u00e3o de Marcos Almir Madeira e foi recebido, em 6 de agosto de 2004, pelo acad\u00eamico Ivan Junqueira.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>Sobre a Ibis Libris<br><\/strong><br>Ibis Libris publica prosa e poesia, fic\u00e7\u00e3o e n\u00e3o fic\u00e7\u00e3o, infantis, juvenis e cultura em geral. Fundada em 18 de agosto de 2000, hoje tem mais de 600 t\u00edtulos publicados, principalmente de literatura. Sua fundadora, Thereza Christina Rocque da Motta, \u00e9 poeta, editora e tradutora. Lan\u00e7ou &#8220;Joio &amp; Trigo&#8221;, seu primeiro livro de poemas, em 1982, prefaciado por Claudio Willer. Tem 25 livros publicados, entre eles, &#8220;Capitu&#8221; (2014), &#8220;Breve anuncia\u00e7\u00e3o&#8221; (2013) e &#8220;As liras de Mar\u00edlia&#8221; (2013). \u00c9 membro do Pen Clube do Brasil e da Academia Brasileira de Poesia. Criou o selo Bisbilibisbalab\u00e1s em 2002 e, em 2021, criou o selo Maat, para mulheres. Em 2022, lan\u00e7ou \u201cSheherazade\u201d, seu primeiro livro de contos, pelo selo Maat.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">A Ibis Libris Editora inscreveu, pela primeira vez, em 2022, mais de 10 t\u00edtulos no Pr\u00eamio Jabuti, concorrendo em 16 categorias. Este ano, 20 t\u00edtulos est\u00e3o concorrendo ao Pr\u00eamio Oceanos e 12 ao Pr\u00eamio Jabuti. Al\u00e9m disso, Thereza Christina obteve a inser\u00e7\u00e3o do Dia da Primavera dos Livros no Calend\u00e1rio Oficial da Cidade, aprovado em 6 de outubro de 2022.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"> Recentemente, o evento Ponte de Versos recebeu o &#8220;Pr\u00eamio Sarau Destaque 2022&#8221;, por seu car\u00e1ter cultural e art\u00edstico, divulgando a poesia nacional. Segundo Thereza Rocque da Motta, a &#8220;Ibis Libris foi criada para dar voz aos autores que desejam transformar seus sonhos em livros e, por isso, criei uma editora para transformar seus sonhos em realidade&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Instagram: @ibislibris<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Thereza Christina Rocque da Motta<br>Ibis Libris Editora @tcrmotta<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Assessoria de Imprensa:<br>Paula Ramagem<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A 8\u00aa edi\u00e7\u00e3o do ano traz Ana Maria Machado, Antonio Cicero e Antonio&nbsp;Carlos Secchin, ao&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":9934,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"om_disable_all_campaigns":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"spay_email":""},"categories":[1],"tags":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/vimagazine.com.br\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/WhatsApp-Image-2023-06-28-at-09.58.45-1.jpeg","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/9933"}],"collection":[{"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=9933"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/9933\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9935,"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/9933\/revisions\/9935"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/9934"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=9933"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=9933"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/vimagazine.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=9933"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}