Maria Emilia Genovesi

LOGO TUCURUVI 2027 OFICIAL

“Ogbódirin, Ògbóni” é o enredo da Acadêmicos do Tucuruvi para o carnaval de 2027

Para o carnaval de 2027, a Acadêmicos do Tucuruvi defenderá o enredo “Ogbódirin, Ògbóni”, assinado pelo enredista Cleiton Almeida e pelo carnavalesco Nícolas Gonçalves, uma saudação à fraternidade iorubá Ògbóni, cuja percepção de mundo pode ser traduzida no lema “Ogbódirin”, que significa “envelhecer e continuar forte como ferro”.

A agremiação mantém o propósito que orientou seus últimos carnavais de levar para a avenida histórias que inspiram o bem coletivo e ideias de futuros promissores. A partir da sabedoria de Òrúnmìlà e dos pilares de Ifá, a escola da Cantareira saúda o legado de Ògbóni e apresenta seus ensinamentos ainda pouco difundidos em nossa cultura. Esta associação africana que foi formada nos princípios da vida social tem função política e religiosa e cultua principalmente Ilè, a mãe Terra, para assegurar a harmonia e a ordem entre os seres. Seu propósito de assegurar longevidade e prosperidade para todos é o que guiará a Tucuruvi para o próximo carnaval.

A logo divulgada pela escola tem como inspiração a extensa produção artística iorubá com fundição em metais como cobre, latão e bronze. As duas figuras humanas unidas por uma corrente formam o edan de Ògbóni, objeto sagrado que personifica a divindade Edan e que é o elo entre a comunidade e Ilè.

O trabalho do designer Diego Martins tem inspiração nos akedanwaiye, artesãos de Ògbóni que trazem Edan ao mundo material, para refletir a qualidade e riqueza destes objetos sagrados. A logo faz referência a parte desse processo criativo e ancestral, saudando Ògbóni e sua tradição iconográfica.
Com “Ogbódirin, Ògbóni”, a escola transmite os ensinamentos de que na luta, no samba e no carnaval, imaginar o mundo que queremos viver e deixar para os que virão é também sonhar com a sabedoria de nossos ancestrais.

FICHA TÉCNICA - ACADÊMICOS DO TUCURUVI  - @academicosdotucuruvi

Gestão: Rodrigo Delduque - @rodrigo.delduque
Orientação: Chief Aro Awo Agbaye Ajálá Akanni - @esuajala
Carnavalesco: Nícolas Gonçalves - @nicolasarteiro
Direção de Carnaval: Raphael Gonçalves e Raphael Ungheria - @rphsg - @raphaelungheria
Enredista: Cleiton Almeida - @artcleiton
Designer: Diego Martins - @diegomartins.designer
Videomaker: Fabrício Clayton - @fabricioclayton

Páscoa Encantada do Zaca - 02 (1)

Acadêmicos do Tucuruvi promove tarde solidária com “Páscoa Encantada do Zaca” para crianças da comunidade

Na tarde deste sábado, 04 de abril, a Acadêmicos do Tucuruvi realizou mais uma edição da tradicional “Páscoa Encantada do Zaca”, iniciativa que reforça o compromisso social da agremiação com a comunidade da Zona Norte da capital paulista.

Organizado pelo Departamento Social da escola, o evento contou com o apoio da equipe do Salve Periférico, que juntos transformaram a quadra em um espaço de alegria, acolhimento e diversão para dezenas de crianças e suas famílias. Ao longo da tarde, os pequenos puderam participar de diversas brincadeiras, gincanas e atividades recreativas, criando um ambiente lúdico e cheio de energia positiva.

Além da programação interativa, foram distribuídos lanches, refrigerantes, sorvetes e algodão doce, garantindo que todos pudessem aproveitar o momento de forma completa. Um dos pontos altos da ação foi a entrega de mais de 250 ovos de Páscoa, distribuídos pelo Coelhinho, que fez a alegria da criançada ao marcar presença no evento.

A “Páscoa Encantada do Zaca” já se tornou uma tradição dentro do calendário da escola, reafirmando o papel das agremiações carnavalescas que vai além da avenida. Com iniciativas como essa, a Acadêmicos do Tucuruvi fortalece os laços com sua comunidade e promove inclusão social por meio de ações solidárias e culturais.

Crédito das Fotos: Divulgação

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Priscila Montagna: o alerta sobre o Wollying, a violência silenciosa entre mulheres

O Wollying: a violência silenciosa entre mulheres que precisamos enfrentar

Um chamado para maturidade relacional no século XXI- Por Priscila Montagna

Criadora da metodologia Relação Horizontal®

Nos últimos anos tenho dedicado minha vida a estudar algo que poucas pessoas têm coragem de abordar com profundidade: a forma como os seres humanos se relacionam.

E existe um fenômeno silencioso que precisa ser nomeado.

Ele acontece nas escolas.

Nas empresas.

Nas igrejas.

Nas redes sociais.

E até dentro de movimentos femininos.

Estou falando do Wollying, termo que tem sido utilizado para descrever o bullying entre mulheres, uma forma de violência relacional marcada por exclusão, difamação, sabotagem social e ataques indiretos à reputação.

É uma violência que raramente deixa marcas físicas.

Mas deixa cicatrizes profundas na autoestima, no pertencimento e na saúde emocional de quem sofre.

E precisamos falar sobre isso.

A violência invisível entre mulheres

Diferente da agressão física mais comum entre homens, mulheres tendem a operar conflitos através de agressão relacional.

Essa dinâmica aparece de várias formas:

• exclusão social

• fofoca destrutiva

• cancelamento moral

• isolamento dentro de grupos

• sabotagem profissional

• ataques indiretos à reputação

Esse tipo de comportamento muitas vezes é naturalizado culturalmente como “intriga feminina”.

Mas a ciência mostra que não se trata de algo pequeno ou irrelevante.

Estudos em neurociência relacional mostram que rejeição social ativa no cérebro os mesmos circuitos associados à dor física.

Ou seja, ser excluído socialmente também é uma forma real de sofrimento biológico.

A raiz histórica da rivalidade feminina

Para compreender esse fenômeno precisamos olhar para a história.

A historiadora Gerda Lerner demonstrou que o sistema patriarcal ao longo dos séculos se sustentou criando divisões estruturais entre mulheres, separando-as em categorias sociais e incentivando rivalidade dentro de grupos femininos.

Mulheres foram ensinadas a competir por validação, proteção e espaço social.

Esse padrão foi transmitido culturalmente por gerações.

O resultado é que muitas vezes reproduzimos, sem perceber, dinâmicas que enfraquecem a própria comunidade feminina.

O cérebro humano foi feito para vínculo

A ciência do apego mostra algo fundamental:

seres humanos precisam de vínculos seguros para se desenvolver de forma saudável.

Relacionamentos seguros promovem:

• regulação emocional

• sensação de pertencimento

• segurança psicológica

• desenvolvimento cognitivo e social

Quando vínculos são substituídos por competição, exclusão ou humilhação social, o impacto é profundo na saúde emocional e física das pessoas.

Por isso o Wollying precisa ser reconhecido como um fenômeno sério.

A pergunta que precisamos fazer

Se mulheres sabem o que é ser silenciadas…

Se sabem o que é lutar por espaço…

Se sabem o que é enfrentar desigualdade…

por que tantas vezes repetimos entre nós mesmas as mesmas dinâmicas de exclusão?

Minha percepção como pesquisadora e ao observar as relações humanas é que isso acontece porque fomos educadas dentro de estruturas sociais profundamente hierárquicas e competitivas.

Aprendemos a sobreviver disputando espaço.

Mas o mundo que queremos construir exige algo diferente.

Exige maturidade relacional.

Relações Horizontais: uma nova forma de existir em comunidade

Foi a partir dessa investigação que desenvolvi a metodologia Relação Horizontal®.

A proposta é simples, mas profundamente transformadora.

Substituir estruturas relacionais baseadas em poder, hierarquia e competição por relações baseadas em consciência, maturidade emocional e cooperação.

Relações horizontais não significam ausência de liderança.

Significam liderança relacional madura, onde o crescimento de uma pessoa não depende da diminuição da outra.

Em ambientes horizontais:

• mulheres não competem por espaço

• mulheres criam redes

• mulheres ampliam oportunidades umas das outras

Esse é um salto civilizacional.

Um chamado à Mulher

Aproveito o simbolismo do Dia Internacional da Mulher para fazer um convite.

Um convite profundo.

Que possamos olhar para nós mesmas com coragem.

Que possamos reconhecer as feridas que carregamos.

Mas que possamos também escolher algo novo.

Que possamos construir ambientes onde mulheres se apoiem, se fortaleçam e se reconheçam como aliadas na construção de um mundo mais humano.

Porque quando mulheres se levantam, o mundo muda.

Mas quando mulheres se unem com maturidade relacional, o mundo evolui.

E talvez esse seja um dos passos mais importantes da nossa geração.

Priscila Montagna

https://www.instagram.com/priscilamontagna.oficial/

Pesquisadora das relações humanas

Criadora da metodologia Relação Horizontal®

Especialista em maturidade relacional e desenvolvimento humano

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Claudia Métne realiza ensaio no Theatro Municipal com look sofisticado

A influenciadora e produtora de moda Claudia Métne realizou um ensaio fotográfico exclusivo no Theatro Municipal de São Paulo, um dos mais importantes patrimônios culturais do país.

Reconhecida por sua constante presença em eventos artísticos e culturais, Claudia reforça sua conexão com a arte ao escolher o espaço como cenário para a produção.

O destaque do editorial fica por conta do sofisticado look da Parresh, que traduz elegância contemporânea em perfeita sintonia com a grandiosidade arquitetônica do teatro.

O ensaio evidencia a união entre moda, cultura e patrimônio histórico, resultando em imagens de forte impacto estético e relevância no cenário fashion.

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Encontro feminino e lançamento de moda marcam celebração de Claudia Métne no Dia Internacional da Mulher

A influenciadora e comunicadora Claudia Métne promoveu uma comemoração especial pelo Dia Internacional da Mulher, em um encontro elegante e cheio de significado ao lado de amigas e parceiras. O evento aconteceu em parceria com a marca Aloícia Modas, que apresentou sua nova coleção Outono–Inverno, juntamente com Espumante Pol Lorraine,  Tave Pharma, , Rogers Garage e Beauty Marcos Gaspar.

A celebração reuniu convidadas que abrilhantaram o encontro vestindo looks da nova coleção, destacando a elegância, o estilo e a personalidade de cada mulher presente. Em um clima descontraído e sofisticado, as convidadas brindaram a data especial e compartilharam momentos de alegria, amizade e confraternização.

Para Claudia Métne, encontros como esse reforçam a importância de celebrar a união feminina.  

O evento foi marcado por sorrisos, brindes e muita elegância, traduzindo perfeitamente o espírito do Dia Internacional da Mulher: celebrar a força, a trajetória e o protagonismo feminino.

O encontro se tornou mais uma ocasião memorável promovida por Claudia Métne, onde moda, amizade e celebração se unem para criar momentos inesquecíveis.

  1. Endereço

Rua Professor Cesare Lombroso, 304 – Bom Retiro

São Paulo – SP, CEP 01122-020 – Brasil

 Foto e vídeo Priscila Mafra

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Pensar por conta própria se tornou um ato de coragem

Num mundo que exige respostas rápidas, a reflexão paciente tornou-se um gesto quase subversivo — e talvez mais necessário do que nunca

Em nenhuma outra época da história a humanidade teve tanto acesso à informação. Livros, pesquisas, debates e opiniões circulam com velocidade vertiginosa nas telas que carregamos no bolso. Paradoxalmente, quanto maior parece ser o volume de conhecimento disponível, mais raro se torna um gesto fundamental da vida intelectual: parar, refletir e pensar por conta própria. Em um ambiente dominado por respostas instantâneas e opiniões prontas, a coragem de pensar talvez tenha se tornado uma das formas mais discretas — e mais necessárias — de liberdade humana.

A sociedade contemporânea vive imersa em um fluxo contínuo de narrativas. A cada minuto surgem novos posicionamentos, interpretações e julgamentos sobre praticamente tudo. A avalanche de opiniões cria a impressão de que o debate público está mais vivo do que nunca. Mas nem sempre quantidade significa profundidade.

Grande parte das convicções que circulam no cotidiano nasce da repetição. Ideias são absorvidas do ambiente familiar, de grupos sociais, de lideranças políticas ou da dinâmica veloz das redes digitais. Elas passam a integrar o repertório coletivo sem que, muitas vezes, tenham sido realmente examinadas.

Esse processo é natural em qualquer sociedade. A transmissão de valores e referências culturais sempre foi uma das bases da vida em comunidade. O problema surge quando a repetição substitui completamente a reflexão. Nesse momento, algo essencial começa a se enfraquecer: a autonomia intelectual.

Pensar exige energia mental. Questionar pressupõe tempo. Examinar argumentos requer disciplina e disposição para lidar com dúvidas. Em comparação, repetir ideias prontas parece muito mais confortável. Quando uma opinião já vem acompanhada de aprovação social ou reforçada por um grupo de pertencimento, o impulso natural é adotá-la sem grande esforço de investigação.

O resultado é um fenômeno silencioso: a mente passa a funcionar como um eco coletivo. Convicções são defendidas com intensidade, mas nem sempre com reflexão. Narrativas são compartilhadas rapidamente, mesmo quando seus fundamentos permanecem pouco explorados.

Pensar com autonomia rompe esse padrão confortável. E é exatamente por isso que exige coragem. Refletir de maneira independente significa aceitar a possibilidade de revisão, admitir que algumas crenças podem não resistir ao exame da razão e reconhecer que o conhecimento humano está sempre em construção.

É justamente essa disposição que, ao longo da história, impulsionou algumas das maiores transformações humanas. A ciência avançou quando pesquisadores decidiram investigar o que parecia definitivo. Sistemas políticos evoluíram quando cidadãos começaram a discutir conceitos como liberdade, justiça e igualdade. Direitos civis surgiram quando indivíduos tiveram a coragem de questionar estruturas consideradas naturais por gerações.

Em todos esses momentos houve um ponto de partida discreto: alguém decidiu pensar.

Nesse cenário, a leitura permanece como uma das ferramentas mais poderosas da autonomia intelectual. Um texto bem escrito não apenas transmite informação; ele provoca reflexão, amplia horizontes e convida o leitor a entrar em contato com ideias que atravessam épocas e culturas.

Algumas leituras passam rapidamente pelos olhos e desaparecem. Outras permanecem. Elas acompanham o leitor por anos e transformam sua maneira de interpretar a realidade.

O desafio contemporâneo é que vivemos em uma cultura de velocidade. Notícias surgem e desaparecem rapidamente. Opiniões são formadas em segundos. A pressão por respostas imediatas muitas vezes substitui a investigação cuidadosa dos fatos.

Pensar exige exatamente o contrário da pressa. Exige observar antes de julgar, compreender antes de reagir e examinar ideias com calma antes de transformá-las em convicções definitivas.

Pode parecer um gesto simples. Mas, em uma época dominada pela urgência, essa atitude se transforma quase em um ato de resistência intelectual.

Pensar não é privilégio de especialistas ou filósofos. É uma capacidade humana universal. O desafio não está na inteligência, mas na decisão de utilizá-la com autonomia.

Porque, no fundo, toda transformação começa da mesma forma: quando alguém decide não apenas repetir o mundo, mas compreendê-lo.

E essa continua sendo uma das formas mais profundas de liberdade humana.

Artigo de Thiago de Moraes

Claudia Metne

Claudia Métne é homenageada pela deputada Leticia Aguiar no evento Mulheres de Honra na ALESP

A apresentadora e influenciadora digital Claudia Métne foi uma das personalidades homenageadas durante o evento Mulheres de Honra, realizado no Auditório Franco Montoro da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP). A homenagem foi concedida pela deputada estadual Leticia Aguiar, que reconheceu a trajetória e a contribuição de mulheres que se destacam em diferentes áreas da sociedade.

Com uma carreira consolidada na comunicação, Claudia construiu ao longo dos anos uma imagem marcada pela elegância, autenticidade e profissionalismo. Sua experiência na televisão e atuação como comunicadora fortaleceram sua relação com o público, sempre pautada pela credibilidade e dedicação.

Nos últimos anos, expandiu sua presença para o universo digital, onde se tornou referência como influenciadora de moda e estilo de vida. Em suas plataformas, compartilha tendências, experiências e inspirações, mantendo uma identidade própria e coerente.

Entre compromissos profissionais, viagens e eventos do circuito social e cultural, Claudia mantém como base fundamental a dedicação à família, fonte constante de inspiração em sua trajetória.

A homenagem destacou mulheres que representam valores como liderança, determinação e inspiração, reconhecendo suas contribuições para a sociedade e seu papel como referência para outras gerações.

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Pesquisadora Priscila Montagna propõe modelo relacional que pode prevenir estresse e sofrimento emocional

Estamos adoecendo pela forma como nos relacionamos?

Pesquisadora brasileira afirma que vínculos desorganizados são fator invisível de estresse crônico e sofrimento emocional

Depressão, ansiedade, obesidade, exaustão. A medicina tradicional costuma tratar sintomas. Mas e se parte do adoecimento contemporâneo estiver diretamente ligada à forma como nos relacionamos?

Essa é a provocação feita por Priscila Paula da Silva Falkowski Montagna, pesquisadora independente e idealizadora da Relação Horizontal®, modelo autoral que propõe a maturidade relacional como estratégia preventiva em saúde emocional e sistêmica.

Autodidata há mais de 25 anos nas áreas da saúde, neurociência do desenvolvimento e trauma, Priscila integra fundamentos da Teoria do Apego, desenvolvida por John Bowlby, da Comunicação Não Violenta de Marshall Rosenberg e estudos históricos sobre estruturas de poder analisadas por Gerda Lerner. Sua hipótese central é direta: relações verticalizadas, baseadas em controle, submissão, dependência e medo, ativam estados prolongados de estresse que impactam o sistema nervoso e, consequentemente, o corpo.

A tese nasce também de experiência pessoal. Após enfrentar um quadro profundo de depressão pós-parto, associado a diagnóstico equivocado que resultou em internações, Priscila iniciou um processo de investigação sobre os efeitos do estresse relacional na saúde mental. No mesmo período, enfrentou obesidade severa, eliminando cerca de 50 quilos por meio de metodologia própria baseada em reorganização emocional, regulação do sistema nervoso e princípios da medicina funcional integrativa.

Pessoa com altas habilidades/superdotação (AHSD), também relata os desafios enfrentados por indivíduos atípicos frequentemente mal diagnosticados, especialmente quando hipersensibilidade e intensidade emocional são confundidas com patologias. Segundo ela, a ausência de ambientes relacionais seguros potencializa sofrimento psíquico e agrava quadros de desregulação.

Para Priscila, o problema não é apenas biológico é relacional.

“Vivemos sob estresse não apenas por excesso de trabalho, mas por relações estruturadas na verticalidade. Onde há medo constante, o corpo nunca descansa. O sistema nervoso aprende a sobreviver, não a viver”, afirma.

A Relação Horizontal® propõe a transição desse modelo vertical para uma estrutura baseada em responsabilidade mútua, limites claros e maturidade emocional. Segundo a pesquisadora, vínculos organizados podem funcionar como fator protetivo contra estresse tóxico, ansiedade crônica e padrões de exaustão.

A provocação que deixa é simples, mas desconfortável:

se nossas relações permanecem desorganizadas, é possível falar em saúde ?

Em um cenário global de crescente adoecimento emocional, a discussão proposta por Priscila amplia o debate: talvez não seja apenas o estilo de vida que precise ser revisto, mas o modo como nos vinculamos.

Priscila Montagna é Fundadora do Movimento Relação Horizontal
Todo Comportamento é Comunicação
Vínculo é Transformação

https://www.instagram.com/priscilamontagna.oficial/

Milene Gonzalez - 03

Entre confetes e novos sonhos: Milene Gonzalez lança single e inicia preparação para o Carnaval 2027

O Carnaval 2026 mal terminou, mas para quem vive o samba de verdade a folia nunca acaba. Entre confetes, serpentinas e muitas memórias da avenida, Milene Gonzalez já vira a página e começa a escrever um novo capítulo de sua história no samba.

Conhecida nas redes como @carnavaldamilene, a empresária e apaixonada pelo universo carnavalesco agora mergulha em um novo desafio: o projeto para o Carnaval 2027 pela tradicional escola santista Unidos dos Morros. A agremiação, que conquistou o 2º lugar no Carnaval de Santos 2026, já promete voltar ainda mais forte na próxima disputa.

Com energia renovada e espírito criativo, Milene entra nesse novo ciclo determinada a surpreender. Para ela, o Carnaval é mais do que desfile: é identidade, arte e comunidade.

E como presente para os amantes do samba e para seus seguidores fiéis, o “Carnaval da Milene” acaba de lançar um novo single, pensado especialmente para aquecer os tamborins e manter o clima de avenida vivo durante todo o ano.

A novidade chega como trilha sonora desse novo momento e já começa a embalar quem não vê a hora de sentir novamente a vibração das baterias e o brilho da passarela do samba.

Mas os planos de Milene vão além da música. Empreendedora e apaixonada também pelo universo da moda, ela já estuda alta costura para se dedicar à criação de figurinos autorais, unindo luxo, identidade e personalidade em cada detalhe de seus próximos trajes carnavalescos.

Se depender da dedicação e da criatividade da empresária, uma coisa é certa: O Carnaval 2027 promete chegar ainda mais sofisticado, vibrante e cheio de surpresas.

Porque para Milene Gonzalez, o samba não termina quando a avenida se esvazia. Ele apenas começa a se preparar para o próximo espetáculo.

Crédito das Fotos: Kelvyn Felipe - Renato Cipriano / Zuleika Ferreira - Divulgação

Giovanna Chaves e Caio Manhente - “O Velho Fusca” - 02

Atriz Giovanna Chaves se destaca em “O Velho Fusca” e desperta curiosidade do público dentro e fora das telas

A atriz Giovanna Chaves é um dos destaques do novo longa-metragem nacional "O Velho Fusca", que estreia nos cinemas brasileiros no dia 19 de março de 2026. Na produção dirigida por Emiliano Ruschel, a artista interpreta Laila, personagem que promete conquistar o público em uma história marcada por emoção, humor e reconciliação familiar.

O filme acompanha a trajetória de Junior, vivido por Caio Manhente, que encontra um antigo Fusca abandonado na garagem do avô. A partir dessa descoberta, o personagem inicia uma jornada que envolve memórias, conflitos e a reconstrução de laços familiares para conseguir ficar com o carro.
Durante o processo de restauração do veículo, surgem revelações e novas conexões que transformam a vida de todos ao redor.

Além de Giovanna Chaves e Caio Manhente, o elenco reúne nomes consagrados da dramaturgia brasileira como Tonico Pereira, Cleo e Danton Mello, reforçando a força da produção nacional.

A vida pessoal também movimenta as redes. Fora das telas, Giovanna também tem sido assunto nas redes sociais.

Nos últimos dias, fãs e páginas de entretenimento passaram a comentar um possível affair entre a atriz e o skatista profissional Keegan Palmer.

O atleta de 23 anos ganhou projeção internacional após conquistar a medalha de ouro na modalidade park nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, representando a Austrália. Atualmente, Keegan divide sua rotina entre a Austrália e os Estados Unidos, onde treina e participa de competições.
Recentemente, o skatista foi visto acompanhando Giovanna na pré-estreia de O Velho Fusca, demonstrando apoio à atriz em seu novo projeto no cinema.

Já no último sábado, foi a vez de Giovanna prestigiar Keegan durante um campeonato, reforçando ainda mais os rumores de romance.

Apesar das aparições públicas juntos, nenhum dos dois confirmou oficialmente o relacionamento, o que tem aumentado ainda mais a curiosidade dos fãs e movimentado as redes sociais neste momento de destaque da atriz.

Crédito das Fotos: Divulgação