ATUALIDADE

Grupo MDT acelera expansão, fortalece portfólio de suplementos e mira R$ 300 milhões em faturamento

Com portfólio verticalizado, fábrica própria e estratégia multicanal, o grupo planeja entrar em 5.000 pontos de venda, ampliar a operação internacional e lançar mais de 15 produtos até 2026.

O mercado de suplementos no Brasil vive um momento de forte expansão, impulsionado pela busca crescente por bem-estar, rotina saudável e produtos de performance. Nesse cenário, o Grupo MDT, fundado pelos irmãos Diego Mylher (23) e Jean Junior (21), consolida-se como um ecossistema de saúde, beleza e tecnologia com operações próprias de produção, P&D e e-commerce, um diferencial raro entre empresas digitais iniciantes.

Criado em 2021, o grupo reúne as marcas Soufit, Águas de Aurora e iGummy, que atendem públicos distintos com soluções em cápsulas, gomas e produtos para cuidado capilar. Após um crescimento sustentado pelas vendas diretas, afiliados e e-commerce próprio, a empresa prepara agora a fase mais ambiciosa de sua operação: ampliar a capacidade logística, reforçar o portfólio, profissionalizar a recomendação técnica e entrar em mais de 5 mil pontos de venda até 2026. A meta é chegar a R$ 300 milhões em faturamento nos próximos três anos.

A história da empresa, fundada pelos irmãos Diego Mylher e Jean Junior, começou muito antes da marca existir no papel. Os dois tiveram contato precoce com o ambiente digital: ainda crianças, criaram blogs monetizados pelo Google AdSense e, na adolescência, abriram suas primeiras lojas online. 

Os resultados variaram entre um faturamento de R$ 150 mil em quatro meses e o fracasso de uma operação de moda feminina que não resistiu às mudanças da pandemia. A quebra levou os irmãos a trabalhar em lanchonete, hotel e até na venda de bala de coco, até retomarem o empreendedorismo com um empréstimo de R$ 100 mil em produtos, capital que deu origem ao primeiro termogênico da Soufit.

O grupo cresceu de forma pouco convencional. Sem recursos para marketing, transformou clientes em afiliados e, a partir deles, estruturou uma comunidade que hoje recebe treinamentos, participa de eventos, convenções e premiações. Em 2024, por exemplo, 70 afiliados participaram de uma viagem de incentivo à Colômbia, reflexo de uma estratégia que combinou vendas diretas com fortalecimento da cultura interna. Essa base impulsionou o crescimento e permitiu à empresa estruturar unidades fabris próprias, operações em São Paulo, Minas Gerais e Flórida, nos Estados Unidos,, além de um time que deve saltar dos atuais 80 colaboradores para cerca de 150 até o fim de 2026.

Os planos para os próximos anos 

A nova fase do grupo é marcada por ambição. Na logística, o MDT planeja abrir um novo centro de distribuição para reduzir prazos de entrega e competir com modelos de envio acelerado, uma demanda crescente entre consumidores de suplementos que iniciam novas rotinas de saúde e buscam produtos imediatamente. 

No portfólio, a empresa prepara mais de 15 lançamentos: whey protein, creatina três em um, BCAA, glutamina, pré-treino e uma linha de saúde com ômega 3, coenzima Q10, cúrcuma e NAC. Um protocolo de emagrecimento, em desenvolvimento sigiloso, deve integrar a ofensiva.

No plano comercial, o foco está em ampliar a presença em grandes redes, como drogarias, supermercados e atacarejos, e atingir 5.000 pontos de venda até 2026. "Nossa ideia é negociar parcerias com médicos e nutricionistas, uma frente que consideramos essencial para avançar no canal farma, historicamente ocupado por grandes marcas", explica Diego Mylher, um dos fundadores da marca. A empresa também está expandindo sua plataforma própria de e-commerce, criada internamente e comparada pelos fundadores a soluções como Shopify e VTEX, com o diferencial de integrar inteligência artificial aplicada à logística, CRM, marketing e pós-venda.

Além do Brasil, o grupo busca avançar em expansão internacional. A operação nos Estados Unidos já está em curso, e a entrada na Europa deve acontecer nos próximos anos, apoiada pela capacidade fabril e pela padronização de insumos importados. Para Jean, o próximo ciclo combina maturidade e escala. “Estamos estruturando a empresa para competir com prazos melhores, produtos mais robustos e presença mais forte nos canais”, destaca, complementando que “Começamos com clientes virando vendedores. Agora queremos fortalecer a recomendação técnica e consolidar a marca nacionalmente”, finaliza. 

Sobre o Grupo MDT 

O Grupo MDT é um ecossistema brasileiro de saúde, beleza e suplementação que reúne marcas inovadoras como Águas de Aurora, iGummy Oficial e SouFit Moderno. Com sede em São Paulo, o grupo atua com foco em qualidade, inovação e acessibilidade, trazendo para o mercado soluções que unem bem-estar, ciência e estilo de vida saudável. O objetivo do grupo é democratizar o acesso a suplementos e cosméticos de nova geração, sempre atento às tendências globais e às necessidades do consumidor brasileiro. 

Falta de planejamento é o principal erro de quem começa a investir em 2026

Especialista alerta: decisões sem organização financeira sabotam investidores iniciantes e comprometem o futuro financeiro

Começar a investir é um passo decisivo para quem busca segurança financeira no longo prazo. No entanto, grande parte dos brasileiros acaba se frustrando logo no início dessa jornada por cometer erros básicos que poderiam ser evitados com planejamento, informação e orientação profissional.
Segundo especialista, um dos problemas mais recorrentes está na ausência de objetivos claros ao investir. Sem definir metas de curto, médio e longo prazo, o investidor perde a motivação, não desenvolve disciplina e passa a tratar os investimentos como algo secundário, sem atribuir a importância necessária para o futuro financeiro.
De acordo com Daniella Schulz Ferreira, consultora de investimentos da B2Advisory, o erro mais básico de quem começa a investir é não ter clareza sobre o próprio orçamento.
“Quanto essa pessoa realmente ganha líquido? Quanto gasta com despesas fixas e variáveis? E qual é, de fato, a capacidade mensal de poupança para investir? Essas respostas precisam estar muito claras. O que vemos com frequência é a superestimação da renda — sempre baseada no valor bruto — e a subestimação dos gastos”, explica.

Segundo a especialista, muitas pessoas deixam de contabilizar despesas anuais recorrentes que impactam diretamente o orçamento, como impostos (IPVA e IPTU), seguro veicular, matrícula escolar, viagens e presentes.
“Apesar de não serem mensais, essas despesas são previsíveis e recorrentes. Quando não entram na conta, o investidor acaba superestimando sua real capacidade de poupança”, completa.

Aposentadoria e dívidas: erros que comprometem o futuro
Outro equívoco frequente é acreditar que a aposentadoria, baseada no salário atual, será suficiente para manter o padrão de vida no futuro. A inflação corrói o poder de compra ao longo do tempo, o que explica por que muitos aposentados precisam buscar fontes extras de renda.
Começar a investir sem antes quitar dívidas também é um erro relevante.

“Se o custo da dívida é maior do que a rentabilidade líquida dos investimentos, faz mais sentido priorizar a quitação. Caso contrário, o investidor corre o risco de trabalhar contra si mesmo”, alerta Daniella.
Além disso, investir em ativos de alto risco sem antes formar uma reserva de emergência pode levar a perdas significativas e ao abandono precoce do processo de investimento.

Investir sem objetivos gera ineficiência
A ausência de objetivos bem definidos prejudica toda a estratégia financeira. Quem não separa corretamente recursos para curto, médio e longo prazo acaba com uma carteira ineficiente, paga mais impostos do que deveria e, muitas vezes, é obrigado a vender ativos de longo prazo em momentos desfavoráveis para cobrir compromissos imediatos.

A ilusão dos ganhos rápidos
A busca por ganhos rápidos não é exclusividade de investidores iniciantes. Estudos mostram que o tempo médio que um investidor mantém uma ação em carteira é de apenas cinco meses.
“As pessoas buscam soluções mágicas e fáceis para tudo. Isso é um comportamento humano e explica, inclusive, o sucesso das apostas. Mas a realidade é dura: só constrói patrimônio quem tem disciplina, consistência e visão de longo prazo”, afirma a especialista.

Perfil de investidor e diversificação
Ignorar o próprio perfil de investidor é outro erro grave. Na teoria, muitos se consideram agressivos, mas na prática se tornam conservadores diante das perdas. A identificação correta da tolerância ao risco ajuda o investidor a manter o plano mesmo em períodos de volatilidade.
A diversificação também é essencial, inclusive para quem investe pouco. Diversificar não significa ter muitos ativos, mas sim diferentes tipos de risco dentro da carteira, reduzindo a chance de grandes perdas e evitando sustos que afastam, especialmente, investidores iniciantes.

Educação financeira faz a diferença
Apesar do aumento do interesse por investimentos no Brasil, ainda existe uma lacuna histórica na educação financeira. A falta de conhecimento impactou gerações e reforça a importância de incluir noções básicas de finanças desde a escola, contribuindo para a formação de cidadãos mais conscientes e para o fortalecimento da economia.

Estudar sozinho ou buscar orientação profissional?
Embora seja importante que o investidor conheça o básico sobre finanças, existe uma diferença significativa entre estudar sozinho e contar com a orientação técnica de um consultor de investimentos. Um profissional qualificado acompanha o cenário econômico, ajuda a evitar decisões impulsivas e alinha os investimentos aos objetivos e ao perfil do cliente.

Por onde começar?
A especialista é enfática:
“O primeiro passo é organizar a vida financeira e entender quanto você ganha, quanto gasta e quanto consegue poupar. Em seguida, montar uma reserva de emergência em investimentos seguros e com liquidez. Ter ao seu lado um consultor isento e independente ajuda a evitar erros comuns e decisões impulsivas. Começar simples é sempre melhor do que não começar.”

O maior risco é não investir
Para quem tem medo de investir, a recomendação é começar com valores pequenos e buscar orientação independente. Com planejamento e informação, investir deixa de ser algo arriscado e passa a ser um processo estruturado e consciente.
“Comece o quanto antes, porque quem planeja tem futuro; quem não planeja tem destino”, conclui.

Sobre a especialista
Daniella Schulz Ferreira é consultora de investimentos e sócia da B2 Advisory Consultoria Financeira, com atuação em São Paulo e Santa Catarina. Formada em Direito pela UNIP, possui pós-graduação em Direito Público e Econômico, além de capacitação em Mediação e Arbitragem.
Construiu uma carreira sólida no mercado financeiro, jurídico e institucional, com passagens por Banco Bradesco, Itaú Personnalité e pelo Ministério Público Federal, onde atuou como assessora jurídica. Também exerceu a advocacia por mais de oito anos nas áreas civil, empresarial, bancária e imobiliária.
Desde 2024, atua exclusivamente como consultora de investimentos, sendo sócia da B2 Advisory. É certificada CPA-20 e Ancord, professora convidada em cursos jurídicos e criadora de conteúdo sobre investimentos no Instagram (@euinvistoevc). Possui inglês intermediário e vivência internacional.

Violinista Léo Veron passa por mudança de visual em nova fase de carreira

O violinista Léo Veron acaba de apresentar uma nova fase em sua trajetória artística, marcada por uma transformação completa de imagem. Conhecido anteriormente pelo visual rastafari, o artista optou por uma mudança profunda, adotando agora um corte de cabelo moderno, elegante e atemporal, que dialoga diretamente com a sofisticação e a sensibilidade presentes em sua música.

A transformação foi idealizada pela visagista e hair stylist Débora Rocha, do salão Ophicina do Cabelo, que conduziu o processo com olhar técnico, sensível e personalizado. Mais do que uma mudança estética, o trabalho de visagismo respeitou a identidade do artista e traduziu, em imagem, o momento atual de amadurecimento e reposicionamento profissional.

“O visagismo é uma leitura do ser. No caso do Léo, buscamos um visual que expressasse sua essência artística, trazendo mais leveza, elegância e coerência com a linguagem musical que ele apresenta hoje”, explica Déborah Rocha.
“A proposta foi alinhar imagem, personalidade e propósito, criando um resultado verdadeiro e sustentável.”

A escolha por um visual mais clássico reforça a importância da imagem como extensão da obra artística. Em um mercado cada vez mais atento à comunicação visual, a coerência entre aparência, postura e expressão musical torna-se um diferencial estratégico, especialmente para artistas que transitam por palcos, eventos culturais e projetos autorais.

Para Léo Veron, a mudança representa mais do que estética. “Eu senti que era o momento de alinhar minha imagem com quem eu sou hoje como artista. A música que faço pede sobriedade, elegância e presença. O trabalho da Débora traduziu exatamente isso, sem perder minha identidade”, afirma o violinista.

A transformação integra um projeto de reposicionamento artístico e fortalecimento de imagem desenvolvido pela Márcia Dornelles Comunicação, que atua na estratégia, curadoria de parcerias e construção da narrativa profissional do artista. O processo envolve escolhas que vão além do visual, conectando imagem, carreira e propósito de forma consistente.

O resultado do antes e depois evidencia como o visagismo, quando bem conduzido, é uma ferramenta poderosa de comunicação, capaz de potencializar talentos, ampliar percepções e abrir novos caminhos na trajetória de um artista.

Fotos: Anael Rocha

Visagismo: Déborah Rocha
Salão Ophicina do Cabelo

Assessoria de imprensa:
@marciadornellescomunicacao

Violinista Léo Veron passa por mudança de visual em nova fase de carreira

O violinista Léo Veron acaba de apresentar uma nova fase em sua trajetória artística, marcada por uma transformação completa de imagem. Conhecido anteriormente pelo visual rastafari, o artista optou por uma mudança profunda, adotando agora um corte de cabelo moderno, elegante e atemporal, que dialoga diretamente com a sofisticação e a sensibilidade presentes em sua música.

A transformação foi idealizada pela visagista e hair stylist Débora Rocha, do salão Ophicina do Cabelo, que conduziu o processo com olhar técnico, sensível e personalizado. Mais do que uma mudança estética, o trabalho de visagismo respeitou a identidade do artista e traduziu, em imagem, o momento atual de amadurecimento e reposicionamento profissional.

“O visagismo é uma leitura do ser. No caso do Léo, buscamos um visual que expressasse sua essência artística, trazendo mais leveza, elegância e coerência com a linguagem musical que ele apresenta hoje”, explica Déborah Rocha.
“A proposta foi alinhar imagem, personalidade e propósito, criando um resultado verdadeiro e sustentável.”

A escolha por um visual mais clássico reforça a importância da imagem como extensão da obra artística. Em um mercado cada vez mais atento à comunicação visual, a coerência entre aparência, postura e expressão musical torna-se um diferencial estratégico, especialmente para artistas que transitam por palcos, eventos culturais e projetos autorais.

Para Léo Veron, a mudança representa mais do que estética. “Eu senti que era o momento de alinhar minha imagem com quem eu sou hoje como artista. A música que faço pede sobriedade, elegância e presença. O trabalho da Débora traduziu exatamente isso, sem perder minha identidade”, afirma o violinista.

A transformação integra um projeto de reposicionamento artístico e fortalecimento de imagem desenvolvido pela Márcia Dornelles Comunicação, que atua na estratégia, curadoria de parcerias e construção da narrativa profissional do artista. O processo envolve escolhas que vão além do visual, conectando imagem, carreira e propósito de forma consistente.

O resultado do antes e depois evidencia como o visagismo, quando bem conduzido, é uma ferramenta poderosa de comunicação, capaz de potencializar talentos, ampliar percepções e abrir novos caminhos na trajetória de um artista.

Fotos: Anael Rocha

Visagismo: Déborah Rocha
Salão Ophicina do Cabelo

Assessoria de imprensa:
@marciadornellescomunicacao

Por que somos infelizes? Novo livro do filósofo Marcelo Perine propõe leitura da felicidade como prática inventiva

Em obra lançada pela PUCPRESS, Perine defende que a felicidade não precisa estar "concluída" para ter valor

Por que somos infelizes? Essa foi a pergunta que levou o filósofo Marcelo Perine a escrever Felicidade Prisioneira: Ensaio de Filosofia Moral, obra recém-lançada pela PUCPRESS – editora da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR). O livro se insere no debate contemporâneo sobre ética e moralidade, propondo uma reflexão sofisticada e original sobre o sentido do bem viver, articulando a tradição filosófica às urgências do presente.

“Em poucas palavras, somos infelizes porque podemos fracassar na realização de nossos interesses e na satisfação de nossos legítimos desejos, que consistem, em última análise, em libertar-nos do descontentamento; somos infelizes porque somos e sabemos que somos finitos, contingentes, numa palavra, mortais”. A proposta do autor é compreender a felicidade não como um estado conclusivo, mas como uma prática em constante reinvenção - marcada pela incompletude e pela inventividade. Para desenvolver essa ideia, a obra apresenta-se como um ensaio que reúne dissertações livres e profundas sobre a condição humana, a moralidade e a possibilidade de uma felicidade vivida com consciência.

Perine, professor associado da PUC-SP e referência nacional em Filosofia, revisita criticamente autores clássicos e modernos para construir uma narrativa filosófica que entrelaça razão, liberdade e criação. Com linguagem acessível e rigor filosófico, ele propõe uma “moral viva” que articula a doutrina ética que afirma que a felicidade é o fim supremo da vida humana, alcançado através do exercício da razão e da prática das virtudes – o eudemonismo aristotélico –, a ética do dever kantiana, o imperativo da responsabilidade de Hans Jonas e o “dever de ser feliz” de Eric Weil.

A analogia final com as esculturas inacabadas de Michelangelo é emblemática: a felicidade não se realiza na plenitude, mas na forma que emerge da matéria, no gesto inacabado que revela o sentido. "Contentamento na liberdade" é a expressão que sintetiza a proposta filosófica de Perine, que se contrapõe à concepção utilitarista e performática da felicidade dominante na cultura contemporânea.

Felicidade Prisioneira: Ensaio de Filosofia Moral (PUCPRESS)

Sobre o autor

Marcelo Perine é professor associado da PUC-SP, com sólida formação acadêmica em Filosofia e Teologia, tendo obtido os títulos de mestre e doutor pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma. Com ampla atuação na graduação e na pós-graduação, destaca-se pela expressiva produção intelectual, que inclui 89 artigos, 49 capítulos de livros, 18 trabalhos em anais, 7 livros autorais e outros 7 organizados. Sua contribuição acadêmica também se evidencia na orientação de dezenas de trabalhos em diversos níveis, incluindo mestrado, doutorado e pós-doutorado. Foi coordenador da área de Filosofia da Capes em dois triênios e mantém colaboração internacional com o Institut Eric Weil da Université de Lille, coordenando um acordo de cooperação firmado em 2020.

Londrina Norte Shopping recebe edição especial do Domingo no Norte com show do grupo Samba da Padaria

Edição especial será dentro da programação do Domingo no Norte, das 19h às 21h, na praça de alimentação do Londrina Norte Shopping.

A alegria é o ingrediente do show que o grupo Samba da Padaria vai realizar no Londrina Norte Shopping no próximo domingo (18), uma edição especial dentro da programação do Domingo no Norte, a partir das 19h até às 21h, na praça de alimentação do empreendimento. Dinâmico, o repertório promete trazer muito samba raiz, com canções de Zeca Pagodinho, Fundo de Quintal, Beth Carvalho, Almir Guineto, Jorge Aragão, entre outros. A programação do Domingo no Norte tem ainda Rafa Fernandes, no dia 25 de janeiro, das 19h às 21h. A participação é gratuita e aberta ao público.

“Nós levamos a bandeira do samba raiz, então teremos muito samba bom. Nosso repertório não é algo pronto, pois vai muito do feedback que o público nos passa a cada momento”, explica Edson Augusto Camargo, mais conhecido como Baiano, responsável pela parte administrativa e pela percussão no geral do Samba da Padaria. Além dele, no palco estarão Adriana Pereira Saraiva (produtora), Alexandre da Silva (banjo), Bruno Alves dos Santos (vocalista), Daniel Henrique Apolinário (violão), Marcelo Júnior Antonio (tantazinho/rebolo), Paulo Roberto Silveira (surdo), Rogério Gabriel (pandeiro), Sérgio Augsuto Valentim (vocalista), Wilson de Almeida Saraiva (cavaquinho e vocalista) e Júlio Erthal (saxofone e flauta).

Esta é a segunda vez que o Samba da Padaria desembarca no Londrina Norte Shopping, com uma grande expectativa. “Temos muito tempo de estrada, em torno de 35 anos, e conquistamos muitos amigos que sempre nos acompanham. Então, esperamos uma festa linda com um bom público”, afirma Baiano. Sabrina Matos, coordenadora de marketing do Londrina Norte Shopping, afirma que o público poderá aproveitar o happy hour ou o jantar em família assistindo a apresentação do grupo. “Temos buscado trazer apresentações que sejam agradáveis e atendam a todos os públicos, de modo especial às famílias.”

Londrina Norte Shopping

O Londrina Norte Shopping é o maior centro de compras, serviços e lazer da zona norte de Londrina e um dos maiores da cidade, localizado na R. Américo Deolindo Garla, 224. Fundado em 2012, possui 32.678,29 metros quadrados de área bruta locável e atua com 180 operações entre âncoras, megalojas, lojas satélites, quiosques e empreendimentos gastronômicos. O estacionamento é gratuito de segunda a sexta até às 14h (exceto feriado). Após esse horário e aos finais de semana, tarifa única de R$ 9, podendo ser paga também pelo aplicativo. São 1.748 vagas, sendo 1.484 para carros e 264 para motos. O empreendimento funciona de segunda a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h. 

Quadra de tênis como símbolo de luxo do novo morar em São Paulo

GranOscar Ibirapuera, novo empreendimento de altíssimo padrão da Trisul, eleva o padrão de lazer com quadra de tênis coberta de saibro

Nos empreendimentos de altíssimo padrão, o esporte virou sinônimo de estilo de vida premium. A quadra de tênis, antes restrita a clubes, agora aparece como elemento central dos projetos que traduzem exclusividade e bem-estar.

De acordo com a Wellhub, em 2024, a plataforma obteve quatro milhões de assinantes, crescimento de dois dígitos em relação ao ano anterior. O número de “check-ins” realizados no app em busca de um parceiro para o jogo aumentou 61,8% no mesmo ano. Este lifesytle impacta no mercado imobiliário em busca de oferecer um wellness completo aos moradores.

Dentro deste contexto, o GranOscar Ibirapuera se destaca por ser o único empreendimento da região com quadra de tênis oficial coberta de saibro, um diferencial que assume papel central em sua proposta de lazer. O espaço foi concebido como um verdadeiro símbolo de exclusividade e estilo de vida. Com pé-direito generoso, iluminação natural, a quadra permite a prática do esporte de forma contínua e reservada, independentemente do clima, integrando o tênis à rotina do morador e dispensando a necessidade de deslocamentos externos.

Integrado à quadra, o Tennis Lounge amplia essa experiência ao criar uma área de convivência, onde é possível confraternizar entre uma partida ou outra ao lado de uma área verde e entrada de luz natural. Com conexão para um jardim, o espaço funciona como ponto de encontro e relaxamento, fortalecendo a dimensão social do esporte.

A quadra de tênis acompanha todo lazer concebido em escala grandiosa, inspirado em clubes privados e na hospitalidade internacional, para oferecer bem-estar e convivência para crianças, jovens e adultos como uma verdadeira extensão do lar. Além da quadra, o projeto contempla piscinas coberta com raia e descoberta, spa completo com sauna seca e úmida, hot hydro, cold plunge e salas de massagem, além de um fitness de alto desempenho equipado pela Technogym. Piano bar, libreria com sala de reunião e pool bar completam a proposta de encontros sofisticados.

“No GranOscar Ibirapuera, buscamos criar uma experiência completa de bem-estar e convivência, em que a quadra de tênis coberta de saibro, única da região, e os espaços de lazer assumem papel de protagonismo. A ideia foi transportar a atmosfera dos clubes privados para dentro do cotidiano, unindo conforto, exclusividade e hospitalidade em cada detalhe”, completa Michel Saad Neto, diretor de produtos de alto padrão da Trisul.

Com arquitetura da Perkins&Will, interiores de Anastassiadis Arquitetos e paisagismo de Hanazaki, o GranOscar Ibirapuera traduz uma experiência de morar que alia bem-estar, convivência e privacidade em uma das localizações mais nobres de São Paulo, no eixo formado pelas avenidas Indianópolis e República do Líbano, conhecido como corredor verde do Ibirapuera.

Sobre a Trisul

Com mais de 40 anos de experiência, a Trisul é uma empresa forte e consolidada, que se diferencia por apresentar um modelo de negócio resiliente, com ciclo de incorporação rápido, assertivo e com alta liquidez, além da atuação versátil, dentro dos segmentos econômico, médio e altíssimo padrão. A Companhia é referência do setor imobiliário no Novo Mercado da B3 e mantém em seu quadro profissionais de alta capacidade técnica, com acesso e aplicação de tecnologia de ponta, oferecendo produtos a preços competitivos e entrega no prazo. Ao longo de sua história, a Trisul lançou mais de 350 empreendimentos, correspondendo a mais de 3 milhões de metros quadrados de áreas, totalizando mais de 60 mil unidades.

Atendendo às práticas ESG, com ações de cunho ambiental, social e governamental, a Companhia está voltada às iniciativas sustentáveis, em todos os aspectos. Ciente do impacto social de sua atividade, que, além de gerar empregos diretos e indiretos, movimenta em cada obra uma indústria que vai de insumos à mão de obra, a Trisul entende que sustentabilidade é um conceito amplo, que vai além da questão ambiental, utilizando matérias-primas de fornecedores ambientalmente corretos, economizando insumos vitais para a sociedade, como água e energia, de maneira economicamente viável e a partir de relações justas  com todos os seus stakeholders, como vizinhos, clientes, colaboradores e investidores.

Medalhas que inspiram o futuro da ciência

Por: Professor e astrônomo Dr. João Canalle, coordenador da OBA e OBAFOG

Quando a teoria ganha o céu de maneira prática, o interesse genuíno dos estudantes aumenta. Áreas que antes não atraíam jovens passam a ganhar espaço. A Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) é prova disso, mostrando que as Olimpíadas Científicas podem ser empolgantes, acessíveis e transformadoras.

As olimpíadas do conhecimento vêm se consolidando como uma ferramenta essencial de incentivo à educação e à descoberta de talentos no país. A OBA e a Olimpíada Brasileira de Foguetes (OBAFOG) se destacam por unir aprendizado prático, curiosidade científica e inclusão.

Em 2025, juntas, as competições reuniram mais de 1,8 milhão de estudantes de escolas públicas, privadas e rurais de todo o Brasil. Foram distribuídas mais de 116 mil medalhas, celebrando o esforço e a dedicação de jovens apaixonados por ciência, tecnologia e inovação.

Além de testar conhecimentos e reconhecer o esforço dos participantes por meio das medalhas, olimpíadas científicas como a OBA e a OBAFOG também abrem portas para o ensino superior. Universidades como USP, Unicamp, Unesp, Unifei, Facens, UFMS e outras oferecem vagas e bolsas para medalhistas, estimulando a continuidade da formação científica no país.

A OBA avalia conhecimentos de astronomia e astronáutica e serve como porta de entrada para quem deseja representar o Brasil em competições internacionais, como a Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica (IOAA) e a Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica (OLAA).

A OBAFOG, por sua vez, desafia os estudantes a construir e lançar foguetes, aplicando conceitos de física, química, engenharia e astronomia de forma prática e divertida. Os foguetes podem ser feitos de garrafa PET, papel, canudo ou até propelente sólido, dependendo do nível da competição.

Os melhores classificados na OBAFOG, dos níveis 3 ao 6, são convidados para a Jornada de Foguetes, realizada em Barra do Piraí (RJ). O evento reúne oficinas práticas, palestras com especialistas, observação do céu noturno e lançamentos de foguetes.

Outro ponto de destaque é o protagonismo feminino nas competições. A participação crescente das meninas demonstra que o espaço da mulher na ciência é cada vez maior e mais brilhante. Elas refletem um movimento de engajamento e empoderamento feminino nas áreas científicas, comprovando que criatividade, rigor e determinação são ingredientes universais para o sucesso.

Fica claro que as Olimpíadas Científicas contribuem significativamente para a popularização da ciência no Brasil, com baixo custo e alto engajamento. Na OBA e na OBAFOG, cada foguete lançado e cada olhar curioso para o céu representam uma trajetória que começa na imaginação e pode terminar em um laboratório, em uma universidade ou até em uma missão espacial. Valorize e apoie as Olimpíadas Científicas.

Sobre Dr. João Batista Garcia Canalle -

Professor, Doutor, astrônomo e coordenador da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) da Olimpíada Brasileira de Foguetes (OBAFOG).

Artigo – Gestão estratégica: quando a liderança vai muito além da venda

Por muito tempo, o sucesso e a performance de um negócio estiveram diretamente associados à capacidade de vender. Embora a venda continue sendo fundamental para a sustentabilidade financeira das empresas, o papel do gestor evoluiu e, agora, exige uma atuação muito mais ampla por parte dele. Em mercados competitivos, dinâmicos e exigentes, a gestão se tornou um exercício contínuo de visão estratégica, liderança e tomada de decisões que impactam toda a organização.

O gestor moderno precisa compreender o negócio de forma integrada, já que vender é apenas uma parte do processo. Afinal, o fechamento de um contrato é importante, mas precisa estar sustentado por processos bem definidos, equipes preparadas e uma visão clara de crescimento. Sem isso, o negócio não se mantém, e é aí que está o verdadeiro desafio: estruturar a empresa para crescer de forma sustentável, garantindo qualidade, eficiência operacional e alinhamento entre equipes.

Nesse contexto, o gestor assume um papel central na definição de estratégias, no planejamento financeiro, na gestão de pessoas e no fortalecimento da cultura organizacional. Cabe a ele criar processos claros, investir em inovação, alinhar os objetivos comerciais à capacidade produtiva da empresa, garantir qualidade na entrega e promover a integração entre áreas. Quando a liderança atua apenas de forma comercial, surgem gargalos operacionais que podem comprometer a entrega, a reputação da marca e a experiência do cliente.

Outro ponto essencial é o desenvolvimento de equipes, já que um bom gestor forma pessoas, identifica talentos e cria um ambiente onde todos entendem seu papel. Isso reflete diretamente na produtividade e nos resultados a médio e longo prazo. Esse alinhamento fortalece o desempenho coletivo e reduz a dependência de ações individuais. A valorização do capital humano se torna, assim, um diferencial competitivo. Além disso, a gestão exige capacidade analítica e visão de futuro. Acompanhar indicadores, entender o comportamento do mercado, antecipar tendências e tomar decisões baseadas em dados são práticas indispensáveis. Essa postura estratégica permite ajustes rápidos, redução de riscos e mais previsibilidade financeira.

O relacionamento com clientes também ganha uma nova dimensão. Mais do que vender, é preciso construir confiança, oferecer soluções e manter um diálogo transparente. Esse posicionamento fortalece a marca e contribui para relações comerciais duradouras. Ou seja, fica cada vez mais claro que vender é importante, mas não é suficiente. E o gestor que compreende seu papel além da venda prepara a empresa para crescer com consistência, inovação e propósito, deixando de atuar apenas no presente, mas construindo, de forma estratégica, o futuro da organização.

E você, como tem liderado?

Por: Carla Hladczuk,
administradora, gestora e sócia da Uled Luminosos

Turismo de mergulho cresce 10% ao ano e quase dobra até 2030 — conheça a fotógrafa brasileira que captura o que os turistas não veem

Fabi Fregonesi coleciona prêmios com a fotografia subaquática; registros mostram detalhes da vida marinha

O mercado global de turismo de mergulho deve movimentar cerca de US$ 8,8 bilhões até 2030, segundo projeções da Grand View Research. Esse ritmo representa um crescimento anual de 10,4% e um volume praticamente dobrado em relação a 2022. O estudo indica que a atividade tem ganhado mais adeptos por conta de campanhas de conscientização sobre preservação marinha. 

Diversos cenários emblemáticos do mergulho se espalham pelo mundo, desde Fernando de Noronha e Recife no Brasil, até as Bahamas, Indonésia e Galápagos, entre outros. Essas localidades guardam uma diversidade impressionante que poucos enxergam além da superfície, e é nesses ambientes que atua a fotógrafa subaquática Fabi Fregonesi, reconhecida internacionalmente e primeira pessoa brasileira a subir ao pódio do Underwater Photographer of the Year, considerado o “Oscar” do setor.

Seu trabalho amplia o que o turismo convencional não mostra, revelando comportamentos, interações e espécies que raramente aparecem aos olhos de quem mergulha apenas por lazer. Ao transformar a biodiversidade marinha em narrativa visual, Fabi ajuda a aproximar o público desse universo e a fortalecer o interesse pelo mergulho.

O que antes era hobby se tornou carreira quando Fabi se despediu da vida como publicitária no Google e investiu completamente na fotografia no fundo do mar. Agora, ela captura a biodiversidade marinha com sensibilidade e atenção para o turismo sustentável. “Sempre fico feliz em ver mais pessoas descobrindo o mundo do mergulho, especialmente quando há preocupação genuína com os mares e as vidas que ele abriga. O respeito e a responsabilidade é o foco do que faço e deve ser também de todos que trabalham com o oceano”, comenta.

Em dois anos fotografando profissionalmente, Fabi conquistou mais de 30 premiações, frequentemente competindo com artistas de outros países. “Seria um prazer enorme saber que minhas imagens podem fazer parte desse crescimento expressivo do turismo de mergulho, inclusive no Brasil”, afirma a profissional.

Segundo Fregonesi, a fotografia subaquática envolve conhecimento, atenção aos detalhes e uma capacidade treinada de observação. Não à toa, muitas das fotografias premiadas mostram animais em seus habitats naturais, interagindo entre si ou se abrigando sem temer o contato humano.

Fabi Fregonesi traduz a expansão do setor em impacto cultural e ambiental ao transformar cada descida ao mar em narrativa visual que inspira proteção e admiração. “Um dos meus objetivos é ampliar a percepção sobre a importância dos ecossistemas marinhos. Acredito que a beleza tem força para mobilizar cuidados, e com o avanço do turismo de mergulho, isso é mais importante do que nunca”, conclui a fotógrafa.

Sobre Fabi Fregonesi

Fabi Fregonesi é uma fotógrafa subaquática brasileira que transformou uma virada pessoal em propósito profissional, unindo arte e conscientização ambiental. Depois de duas décadas na publicidade, passou a usar a fotografia como meio de inspirar novas formas de olhar e preservar o mar.

Reconhecida internacionalmente por sua técnica e sensibilidade, foi a primeira brasileira a subir ao pódio do Underwater Photographer of the Year, alcançando o 3º lugar na categoria “Wrecks” (Naufrágios), entre mais de 6.500 imagens inscritas. Com mais de 30 prêmios internacionais em apenas dois anos — como One Eyeland Award e Ocean Geographic Pictures of the Year —, Fabi se consolida como uma das principais referências da fotografia de natureza e arte subaquática no país.

Foto Destaque: Fabi Fregonesi e raia manta - Maldivas - Raphael Gatti