ATUALIDADE

Por que somos infelizes? Novo livro do filósofo Marcelo Perine propõe leitura da felicidade como prática inventiva

Em obra lançada pela PUCPRESS, Perine defende que a felicidade não precisa estar "concluída" para ter valor

Por que somos infelizes? Essa foi a pergunta que levou o filósofo Marcelo Perine a escrever Felicidade Prisioneira: Ensaio de Filosofia Moral, obra recém-lançada pela PUCPRESS – editora da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR). O livro se insere no debate contemporâneo sobre ética e moralidade, propondo uma reflexão sofisticada e original sobre o sentido do bem viver, articulando a tradição filosófica às urgências do presente.

“Em poucas palavras, somos infelizes porque podemos fracassar na realização de nossos interesses e na satisfação de nossos legítimos desejos, que consistem, em última análise, em libertar-nos do descontentamento; somos infelizes porque somos e sabemos que somos finitos, contingentes, numa palavra, mortais”. A proposta do autor é compreender a felicidade não como um estado conclusivo, mas como uma prática em constante reinvenção - marcada pela incompletude e pela inventividade. Para desenvolver essa ideia, a obra apresenta-se como um ensaio que reúne dissertações livres e profundas sobre a condição humana, a moralidade e a possibilidade de uma felicidade vivida com consciência.

Perine, professor associado da PUC-SP e referência nacional em Filosofia, revisita criticamente autores clássicos e modernos para construir uma narrativa filosófica que entrelaça razão, liberdade e criação. Com linguagem acessível e rigor filosófico, ele propõe uma “moral viva” que articula a doutrina ética que afirma que a felicidade é o fim supremo da vida humana, alcançado através do exercício da razão e da prática das virtudes – o eudemonismo aristotélico –, a ética do dever kantiana, o imperativo da responsabilidade de Hans Jonas e o “dever de ser feliz” de Eric Weil.

A analogia final com as esculturas inacabadas de Michelangelo é emblemática: a felicidade não se realiza na plenitude, mas na forma que emerge da matéria, no gesto inacabado que revela o sentido. "Contentamento na liberdade" é a expressão que sintetiza a proposta filosófica de Perine, que se contrapõe à concepção utilitarista e performática da felicidade dominante na cultura contemporânea.

Felicidade Prisioneira: Ensaio de Filosofia Moral (PUCPRESS)

Sobre o autor

Marcelo Perine é professor associado da PUC-SP, com sólida formação acadêmica em Filosofia e Teologia, tendo obtido os títulos de mestre e doutor pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma. Com ampla atuação na graduação e na pós-graduação, destaca-se pela expressiva produção intelectual, que inclui 89 artigos, 49 capítulos de livros, 18 trabalhos em anais, 7 livros autorais e outros 7 organizados. Sua contribuição acadêmica também se evidencia na orientação de dezenas de trabalhos em diversos níveis, incluindo mestrado, doutorado e pós-doutorado. Foi coordenador da área de Filosofia da Capes em dois triênios e mantém colaboração internacional com o Institut Eric Weil da Université de Lille, coordenando um acordo de cooperação firmado em 2020.

Londrina Norte Shopping recebe edição especial do Domingo no Norte com show do grupo Samba da Padaria

Edição especial será dentro da programação do Domingo no Norte, das 19h às 21h, na praça de alimentação do Londrina Norte Shopping.

A alegria é o ingrediente do show que o grupo Samba da Padaria vai realizar no Londrina Norte Shopping no próximo domingo (18), uma edição especial dentro da programação do Domingo no Norte, a partir das 19h até às 21h, na praça de alimentação do empreendimento. Dinâmico, o repertório promete trazer muito samba raiz, com canções de Zeca Pagodinho, Fundo de Quintal, Beth Carvalho, Almir Guineto, Jorge Aragão, entre outros. A programação do Domingo no Norte tem ainda Rafa Fernandes, no dia 25 de janeiro, das 19h às 21h. A participação é gratuita e aberta ao público.

“Nós levamos a bandeira do samba raiz, então teremos muito samba bom. Nosso repertório não é algo pronto, pois vai muito do feedback que o público nos passa a cada momento”, explica Edson Augusto Camargo, mais conhecido como Baiano, responsável pela parte administrativa e pela percussão no geral do Samba da Padaria. Além dele, no palco estarão Adriana Pereira Saraiva (produtora), Alexandre da Silva (banjo), Bruno Alves dos Santos (vocalista), Daniel Henrique Apolinário (violão), Marcelo Júnior Antonio (tantazinho/rebolo), Paulo Roberto Silveira (surdo), Rogério Gabriel (pandeiro), Sérgio Augsuto Valentim (vocalista), Wilson de Almeida Saraiva (cavaquinho e vocalista) e Júlio Erthal (saxofone e flauta).

Esta é a segunda vez que o Samba da Padaria desembarca no Londrina Norte Shopping, com uma grande expectativa. “Temos muito tempo de estrada, em torno de 35 anos, e conquistamos muitos amigos que sempre nos acompanham. Então, esperamos uma festa linda com um bom público”, afirma Baiano. Sabrina Matos, coordenadora de marketing do Londrina Norte Shopping, afirma que o público poderá aproveitar o happy hour ou o jantar em família assistindo a apresentação do grupo. “Temos buscado trazer apresentações que sejam agradáveis e atendam a todos os públicos, de modo especial às famílias.”

Londrina Norte Shopping

O Londrina Norte Shopping é o maior centro de compras, serviços e lazer da zona norte de Londrina e um dos maiores da cidade, localizado na R. Américo Deolindo Garla, 224. Fundado em 2012, possui 32.678,29 metros quadrados de área bruta locável e atua com 180 operações entre âncoras, megalojas, lojas satélites, quiosques e empreendimentos gastronômicos. O estacionamento é gratuito de segunda a sexta até às 14h (exceto feriado). Após esse horário e aos finais de semana, tarifa única de R$ 9, podendo ser paga também pelo aplicativo. São 1.748 vagas, sendo 1.484 para carros e 264 para motos. O empreendimento funciona de segunda a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h. 

Quadra de tênis como símbolo de luxo do novo morar em São Paulo

GranOscar Ibirapuera, novo empreendimento de altíssimo padrão da Trisul, eleva o padrão de lazer com quadra de tênis coberta de saibro

Nos empreendimentos de altíssimo padrão, o esporte virou sinônimo de estilo de vida premium. A quadra de tênis, antes restrita a clubes, agora aparece como elemento central dos projetos que traduzem exclusividade e bem-estar.

De acordo com a Wellhub, em 2024, a plataforma obteve quatro milhões de assinantes, crescimento de dois dígitos em relação ao ano anterior. O número de “check-ins” realizados no app em busca de um parceiro para o jogo aumentou 61,8% no mesmo ano. Este lifesytle impacta no mercado imobiliário em busca de oferecer um wellness completo aos moradores.

Dentro deste contexto, o GranOscar Ibirapuera se destaca por ser o único empreendimento da região com quadra de tênis oficial coberta de saibro, um diferencial que assume papel central em sua proposta de lazer. O espaço foi concebido como um verdadeiro símbolo de exclusividade e estilo de vida. Com pé-direito generoso, iluminação natural, a quadra permite a prática do esporte de forma contínua e reservada, independentemente do clima, integrando o tênis à rotina do morador e dispensando a necessidade de deslocamentos externos.

Integrado à quadra, o Tennis Lounge amplia essa experiência ao criar uma área de convivência, onde é possível confraternizar entre uma partida ou outra ao lado de uma área verde e entrada de luz natural. Com conexão para um jardim, o espaço funciona como ponto de encontro e relaxamento, fortalecendo a dimensão social do esporte.

A quadra de tênis acompanha todo lazer concebido em escala grandiosa, inspirado em clubes privados e na hospitalidade internacional, para oferecer bem-estar e convivência para crianças, jovens e adultos como uma verdadeira extensão do lar. Além da quadra, o projeto contempla piscinas coberta com raia e descoberta, spa completo com sauna seca e úmida, hot hydro, cold plunge e salas de massagem, além de um fitness de alto desempenho equipado pela Technogym. Piano bar, libreria com sala de reunião e pool bar completam a proposta de encontros sofisticados.

“No GranOscar Ibirapuera, buscamos criar uma experiência completa de bem-estar e convivência, em que a quadra de tênis coberta de saibro, única da região, e os espaços de lazer assumem papel de protagonismo. A ideia foi transportar a atmosfera dos clubes privados para dentro do cotidiano, unindo conforto, exclusividade e hospitalidade em cada detalhe”, completa Michel Saad Neto, diretor de produtos de alto padrão da Trisul.

Com arquitetura da Perkins&Will, interiores de Anastassiadis Arquitetos e paisagismo de Hanazaki, o GranOscar Ibirapuera traduz uma experiência de morar que alia bem-estar, convivência e privacidade em uma das localizações mais nobres de São Paulo, no eixo formado pelas avenidas Indianópolis e República do Líbano, conhecido como corredor verde do Ibirapuera.

Sobre a Trisul

Com mais de 40 anos de experiência, a Trisul é uma empresa forte e consolidada, que se diferencia por apresentar um modelo de negócio resiliente, com ciclo de incorporação rápido, assertivo e com alta liquidez, além da atuação versátil, dentro dos segmentos econômico, médio e altíssimo padrão. A Companhia é referência do setor imobiliário no Novo Mercado da B3 e mantém em seu quadro profissionais de alta capacidade técnica, com acesso e aplicação de tecnologia de ponta, oferecendo produtos a preços competitivos e entrega no prazo. Ao longo de sua história, a Trisul lançou mais de 350 empreendimentos, correspondendo a mais de 3 milhões de metros quadrados de áreas, totalizando mais de 60 mil unidades.

Atendendo às práticas ESG, com ações de cunho ambiental, social e governamental, a Companhia está voltada às iniciativas sustentáveis, em todos os aspectos. Ciente do impacto social de sua atividade, que, além de gerar empregos diretos e indiretos, movimenta em cada obra uma indústria que vai de insumos à mão de obra, a Trisul entende que sustentabilidade é um conceito amplo, que vai além da questão ambiental, utilizando matérias-primas de fornecedores ambientalmente corretos, economizando insumos vitais para a sociedade, como água e energia, de maneira economicamente viável e a partir de relações justas  com todos os seus stakeholders, como vizinhos, clientes, colaboradores e investidores.

Medalhas que inspiram o futuro da ciência

Por: Professor e astrônomo Dr. João Canalle, coordenador da OBA e OBAFOG

Quando a teoria ganha o céu de maneira prática, o interesse genuíno dos estudantes aumenta. Áreas que antes não atraíam jovens passam a ganhar espaço. A Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) é prova disso, mostrando que as Olimpíadas Científicas podem ser empolgantes, acessíveis e transformadoras.

As olimpíadas do conhecimento vêm se consolidando como uma ferramenta essencial de incentivo à educação e à descoberta de talentos no país. A OBA e a Olimpíada Brasileira de Foguetes (OBAFOG) se destacam por unir aprendizado prático, curiosidade científica e inclusão.

Em 2025, juntas, as competições reuniram mais de 1,8 milhão de estudantes de escolas públicas, privadas e rurais de todo o Brasil. Foram distribuídas mais de 116 mil medalhas, celebrando o esforço e a dedicação de jovens apaixonados por ciência, tecnologia e inovação.

Além de testar conhecimentos e reconhecer o esforço dos participantes por meio das medalhas, olimpíadas científicas como a OBA e a OBAFOG também abrem portas para o ensino superior. Universidades como USP, Unicamp, Unesp, Unifei, Facens, UFMS e outras oferecem vagas e bolsas para medalhistas, estimulando a continuidade da formação científica no país.

A OBA avalia conhecimentos de astronomia e astronáutica e serve como porta de entrada para quem deseja representar o Brasil em competições internacionais, como a Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica (IOAA) e a Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica (OLAA).

A OBAFOG, por sua vez, desafia os estudantes a construir e lançar foguetes, aplicando conceitos de física, química, engenharia e astronomia de forma prática e divertida. Os foguetes podem ser feitos de garrafa PET, papel, canudo ou até propelente sólido, dependendo do nível da competição.

Os melhores classificados na OBAFOG, dos níveis 3 ao 6, são convidados para a Jornada de Foguetes, realizada em Barra do Piraí (RJ). O evento reúne oficinas práticas, palestras com especialistas, observação do céu noturno e lançamentos de foguetes.

Outro ponto de destaque é o protagonismo feminino nas competições. A participação crescente das meninas demonstra que o espaço da mulher na ciência é cada vez maior e mais brilhante. Elas refletem um movimento de engajamento e empoderamento feminino nas áreas científicas, comprovando que criatividade, rigor e determinação são ingredientes universais para o sucesso.

Fica claro que as Olimpíadas Científicas contribuem significativamente para a popularização da ciência no Brasil, com baixo custo e alto engajamento. Na OBA e na OBAFOG, cada foguete lançado e cada olhar curioso para o céu representam uma trajetória que começa na imaginação e pode terminar em um laboratório, em uma universidade ou até em uma missão espacial. Valorize e apoie as Olimpíadas Científicas.

Sobre Dr. João Batista Garcia Canalle -

Professor, Doutor, astrônomo e coordenador da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) da Olimpíada Brasileira de Foguetes (OBAFOG).

Artigo – Gestão estratégica: quando a liderança vai muito além da venda

Por muito tempo, o sucesso e a performance de um negócio estiveram diretamente associados à capacidade de vender. Embora a venda continue sendo fundamental para a sustentabilidade financeira das empresas, o papel do gestor evoluiu e, agora, exige uma atuação muito mais ampla por parte dele. Em mercados competitivos, dinâmicos e exigentes, a gestão se tornou um exercício contínuo de visão estratégica, liderança e tomada de decisões que impactam toda a organização.

O gestor moderno precisa compreender o negócio de forma integrada, já que vender é apenas uma parte do processo. Afinal, o fechamento de um contrato é importante, mas precisa estar sustentado por processos bem definidos, equipes preparadas e uma visão clara de crescimento. Sem isso, o negócio não se mantém, e é aí que está o verdadeiro desafio: estruturar a empresa para crescer de forma sustentável, garantindo qualidade, eficiência operacional e alinhamento entre equipes.

Nesse contexto, o gestor assume um papel central na definição de estratégias, no planejamento financeiro, na gestão de pessoas e no fortalecimento da cultura organizacional. Cabe a ele criar processos claros, investir em inovação, alinhar os objetivos comerciais à capacidade produtiva da empresa, garantir qualidade na entrega e promover a integração entre áreas. Quando a liderança atua apenas de forma comercial, surgem gargalos operacionais que podem comprometer a entrega, a reputação da marca e a experiência do cliente.

Outro ponto essencial é o desenvolvimento de equipes, já que um bom gestor forma pessoas, identifica talentos e cria um ambiente onde todos entendem seu papel. Isso reflete diretamente na produtividade e nos resultados a médio e longo prazo. Esse alinhamento fortalece o desempenho coletivo e reduz a dependência de ações individuais. A valorização do capital humano se torna, assim, um diferencial competitivo. Além disso, a gestão exige capacidade analítica e visão de futuro. Acompanhar indicadores, entender o comportamento do mercado, antecipar tendências e tomar decisões baseadas em dados são práticas indispensáveis. Essa postura estratégica permite ajustes rápidos, redução de riscos e mais previsibilidade financeira.

O relacionamento com clientes também ganha uma nova dimensão. Mais do que vender, é preciso construir confiança, oferecer soluções e manter um diálogo transparente. Esse posicionamento fortalece a marca e contribui para relações comerciais duradouras. Ou seja, fica cada vez mais claro que vender é importante, mas não é suficiente. E o gestor que compreende seu papel além da venda prepara a empresa para crescer com consistência, inovação e propósito, deixando de atuar apenas no presente, mas construindo, de forma estratégica, o futuro da organização.

E você, como tem liderado?

Por: Carla Hladczuk,
administradora, gestora e sócia da Uled Luminosos

Turismo de mergulho cresce 10% ao ano e quase dobra até 2030 — conheça a fotógrafa brasileira que captura o que os turistas não veem

Fabi Fregonesi coleciona prêmios com a fotografia subaquática; registros mostram detalhes da vida marinha

O mercado global de turismo de mergulho deve movimentar cerca de US$ 8,8 bilhões até 2030, segundo projeções da Grand View Research. Esse ritmo representa um crescimento anual de 10,4% e um volume praticamente dobrado em relação a 2022. O estudo indica que a atividade tem ganhado mais adeptos por conta de campanhas de conscientização sobre preservação marinha. 

Diversos cenários emblemáticos do mergulho se espalham pelo mundo, desde Fernando de Noronha e Recife no Brasil, até as Bahamas, Indonésia e Galápagos, entre outros. Essas localidades guardam uma diversidade impressionante que poucos enxergam além da superfície, e é nesses ambientes que atua a fotógrafa subaquática Fabi Fregonesi, reconhecida internacionalmente e primeira pessoa brasileira a subir ao pódio do Underwater Photographer of the Year, considerado o “Oscar” do setor.

Seu trabalho amplia o que o turismo convencional não mostra, revelando comportamentos, interações e espécies que raramente aparecem aos olhos de quem mergulha apenas por lazer. Ao transformar a biodiversidade marinha em narrativa visual, Fabi ajuda a aproximar o público desse universo e a fortalecer o interesse pelo mergulho.

O que antes era hobby se tornou carreira quando Fabi se despediu da vida como publicitária no Google e investiu completamente na fotografia no fundo do mar. Agora, ela captura a biodiversidade marinha com sensibilidade e atenção para o turismo sustentável. “Sempre fico feliz em ver mais pessoas descobrindo o mundo do mergulho, especialmente quando há preocupação genuína com os mares e as vidas que ele abriga. O respeito e a responsabilidade é o foco do que faço e deve ser também de todos que trabalham com o oceano”, comenta.

Em dois anos fotografando profissionalmente, Fabi conquistou mais de 30 premiações, frequentemente competindo com artistas de outros países. “Seria um prazer enorme saber que minhas imagens podem fazer parte desse crescimento expressivo do turismo de mergulho, inclusive no Brasil”, afirma a profissional.

Segundo Fregonesi, a fotografia subaquática envolve conhecimento, atenção aos detalhes e uma capacidade treinada de observação. Não à toa, muitas das fotografias premiadas mostram animais em seus habitats naturais, interagindo entre si ou se abrigando sem temer o contato humano.

Fabi Fregonesi traduz a expansão do setor em impacto cultural e ambiental ao transformar cada descida ao mar em narrativa visual que inspira proteção e admiração. “Um dos meus objetivos é ampliar a percepção sobre a importância dos ecossistemas marinhos. Acredito que a beleza tem força para mobilizar cuidados, e com o avanço do turismo de mergulho, isso é mais importante do que nunca”, conclui a fotógrafa.

Sobre Fabi Fregonesi

Fabi Fregonesi é uma fotógrafa subaquática brasileira que transformou uma virada pessoal em propósito profissional, unindo arte e conscientização ambiental. Depois de duas décadas na publicidade, passou a usar a fotografia como meio de inspirar novas formas de olhar e preservar o mar.

Reconhecida internacionalmente por sua técnica e sensibilidade, foi a primeira brasileira a subir ao pódio do Underwater Photographer of the Year, alcançando o 3º lugar na categoria “Wrecks” (Naufrágios), entre mais de 6.500 imagens inscritas. Com mais de 30 prêmios internacionais em apenas dois anos — como One Eyeland Award e Ocean Geographic Pictures of the Year —, Fabi se consolida como uma das principais referências da fotografia de natureza e arte subaquática no país.

Foto Destaque: Fabi Fregonesi e raia manta - Maldivas - Raphael Gatti

Taróloga Natalia Sagrada realiza atendimentos e imersão espiritual em Gramado no Rio Grande do Sul

Período marca expansão de consciência, aprofundamento energético e rituais voltados ao novo ciclo do ano

Entre os dias 07 e 12 de janeiro, a taróloga e terapeuta holística Natalia Sagrada estará em Gramado (RS) para uma temporada especial dedicada a atendimentos espirituais, práticas energéticas e aprofundamento de seus estudos na espiritualidade. O momento coincide com a abertura de um novo ciclo anual, período tradicionalmente associado à renovação, alinhamento interior e busca por direcionamento espiritual.

Com uma trajetória voltada ao autoconhecimento, à leitura energética e à harmonização emocional, Natalia realizará consultas individuais, previsões, rituais de limpeza e alinhamento energético, além de estudos e vivências espirituais. Os atendimentos têm como foco auxiliar pessoas que buscam compreender melhor seus caminhos, desbloquear padrões energéticos e fortalecer sua conexão espiritual.

Durante sua passagem pela Serra Gaúcha, a terapeuta também estará vivenciando um processo de imersão e expansão espiritual, conectando-se às energias da região — conhecida por sua natureza, silêncio e potência vibracional — elementos que favorecem práticas de introspecção, cura e elevação da consciência.

Os atendimentos serão direcionados ao público da Região Sul do país e as consultas poderão ocorrer de forma presencial ou on-line, mediante agendamento prévio, possibilitando que pessoas de diferentes localidades do Brasil e do exterior também tenham acesso ao trabalho desenvolvido por Natalia Sagrada.

Interessados em agendar uma consulta ou obter mais informações devem entrar em contato por meio das redes sociais oficiais da taróloga.

Serviço

Atendimentos com Natalia Sagrada clique aqui.


Redes sociais:

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Tik Tok: @templo12raios

Audi Revolut F1 Team inicia campanha de 2026 com primeira partida bem-sucedida

A equipe Audi Revolut F1 Team já está aquecendo os motores para a sua estreia na principal competição do automobilismo global neste ano. Literalmente: a equipe realizou, de forma bem-sucedida, a primeira partida do motor de seu veículo com chassi, simbolizando a transição do projeto do design para a realidade dinâmica. O evento de ativação do propulsor ocorreu no dia 19 de dezembro de 2025 nas instalações da equipe na cidade de Hinwil, na Suíça.

A ativação do motor é uma etapa crucial em qualquer preparação para a Fórmula 1, pois valida anos de desenvolvimento e confirma a integração bem-sucedida dos componentes principais do veículo. Para o projeto Audi F1, esse momento representa o resultado tangível de uma parceria intensa e interdisciplinar entre a divisão de powertrain da equipe em Neuburg, na Alemanha, e a equipe de chassis em Hinwil, na Suíça, além do novo Centro Técnico em Bicester, no Reino Unido.

Dessa forma, há um marco que gera grande emoção: o carro ganha vida pela primeira vez e traz à tona o trabalho e a dedicação de centenas de pessoas envolvidas neste projeto. Além disso, essa conquista cria uma base técnica sólida, enquanto a equipe segue trabalhando para atender às mudanças regulamentares da competição a partir de 2026. A primeira partida bem-sucedida do motor integrado ao chassi é uma prova da precisão e da determinação que impulsionam o projeto.

“Para a Audi, entrar na Fórmula 1 é uma parte chave da constante renovação da nossa marca. Este momento é uma prova clara da nossa ambição ‘Vorsprung durch Technik’. É o resultado de um trabalho em equipe impecável e da busca incansável pela excelência, que servirá de exemplo para toda a organização Audi. Esse projeto é um catalisador de mudanças e promove orgulho, identidade e entusiasmo. Com o início das atividades, o trabalho árduo das equipes em Hinwil, Neuburg e Bicester ganha vida, marcando o início de um novo e empolgante capítulo na história do automobilismo da Audi”, afirma Gernot Döllner, CEO da AUDI AG e Chairman do Conselho da Audi Motorsport AG.

“A primeira partida é sempre um momento especial, mas essa marca um novo começo. É o resultado tangível da nossa ambição coletiva e do trabalho dedicado das nossas equipes em Neuburg e Hinwil. Ver tudo se encaixar pela primeira vez dá ao projeto inteiro uma energia incrível. Construímos uma base sólida para o que será uma longa jornada, definida pela nossa busca incansável por melhorias”, declara Mattia Binotto, chefe do Audi F1 Project.

“Este teste bem-sucedido é um passo importante que confirma a qualidade do trabalho e da colaboração entre todos os departamentos. Isso dá energia para toda a equipe e nos ajuda a focar nas próximas fases do desenvolvimento, incluindo o momento em que vamos colocar o carro na pista pela primeira vez. Essa conquista coloca nossa primeira corrida em Melbourne em foco, e vamos continuar trabalhando juntos como um time unido”, afirma Jonathan Wheatley, diretor da equipe Audi Revolut F1.

Com esse objetivo principal alcançado, a Audi Revolut F1 Team continua seus intensos preparativos para a temporada de estreia neste ano. O próximo grande marco da equipe será o evento de lançamento global em Berlim, na Alemanha, em 20 de janeiro de 2026, quando a sua pintura completa e a identidade visual do veículo serão apresentadas oficialmente ao público antes da primeira sessão de testes coletivos em Barcelona, na Espanha, no final deste mês.

A equipe também preparou o terreno para a sua primeira temporada de corridas do ponto de vista da comunicação. O novo Content Hub, que entrará no ar em 20 de janeiro de 2026, funcionará como uma central de conteúdos exclusivos da equipe, incluindo notícias, informações e atualizações regulares sobre os fins de semana de corrida. A partir dessa data, a imprensa poderá se registrar para integrar a lista de distribuição e receber futuros comunicados e atualizações por meio do link: contenthub.audif1.com.

Audi do Brasil

A Audi do Brasil lançou 13 veículos no mercado nacional em 2025: A3 Sportback, A3 Sedan, RS 3 Sedan, Q5, Q5 Sportback, SQ5, SQ5 Sportback, SQ6 Sportback e-tron, Q6 Sportback e-tron, RS 6 Avant GT, RS Q8 Performance, A5 e A6 e-tron. Essa ofensiva de lançamentos abriu um novo capítulo para a marca das quatro argolas no País, onde celebrou 30 anos de presença em 2024, uma jornada repleta de desafios e conquistas.

A marca das quatro argolas se estabeleceu no País e possui concessionárias em todas as regiões, com mais de 40 lojas, sede administrativa em São Paulo (SP), terminal logístico em Vinhedo (SP) e fábrica em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba (PR), onde são produzidos os modelos Audi Q3 e Audi Q3 Sportback.

A Audi do Brasil possui uma estratégia integrada de negócios e sustentabilidade, com projetos que incorporam compromissos ambientais e sociais nas áreas de eletrificação, redução de emissões de carbono, diversidade, inclusão, cultura e educação. A Audi é pioneira na agenda ESG ao promover a eletromobilidade e já investiu quase R$ 90 milhões em infraestrutura de recarga em todo o Brasil, oferecendo carregadores elétricos em mais de 40 concessionárias e em diversos outros locais. A empresa está comprometida em moldar a mobilidade premium progressiva do futuro e gerar um impacto positivo na sociedade e no meio ambiente.

Cinco tendências que vão redefinir a comunicação de negócios em 2026

CEO e fundadora da Mention, Beatriz Ambrosio aponta virada estratégica no mercado, com foco em reputação, confiança, branding e uso mais maduro da inteligência artificial

O mercado global de marketing digital cresceu de US$ 870,65 bilhões em 2024 para US$ 988,89 bilhões em 2025 e deve manter um ritmo acelerado nos próximos anos, com crescimento anual estimado em 14,92%, alcançando US$ 2,64 trilhões até 2032, segundo relatório da Research and Markets. Diante disso, após anos marcados pela predominância do marketing de performance e pela busca por crescimento acelerado, o setor de comunicação empresarial entra agora em uma nova fase.

O aumento do Custo de Aquisição de Clientes (CAC), a saturação dos canais digitais e a abundância de conteúdo superficial indicam que crescimento sem reputação já não sustenta valor no longo prazo. Para Beatriz Ambrosio, CEO e fundadora da Mention, primeira plataforma de PR self-service com IA da América Latina, o momento marca uma virada estratégica na forma como as empresas encaram a comunicação, a marca e a reputação. “Estamos vivendo uma transição importante. A era da otimização infinita dá lugar à era da intencionalidade. Comunicação volta a ser sobre construir significado, confiança e valor real, e não apenas métricas de curto prazo”, afirma.

Segundo a especialista, esse movimento leva companhias, startups e executivos a revisarem suas estratégias, priorizando uma comunicação mais intencional, integrada e voltada à construção de confiança. Nesse contexto, ganham destaque temas como brand awareness, ou seja, o reconhecimento da marca pelo público, a consistência da narrativa, o protagonismo executivo e o uso estratégico da inteligência artificial.

Para apoiar empresas na adaptação a esse novo ciclo, Beatriz Ambrosio elencou cinco tendências que devem orientar a comunicação de negócios no próximo ano: 

1. O retorno do brand awareness como pilar estratégico

Durante anos, o brand awareness foi tratado como um investimento secundário, muitas vezes deixado de lado em favor de resultados imediatos. Em 2026, esse cenário se inverte, e empresas fortes voltam a ser vistas como diferencial em mercados saturados. O fortalecimento do negócio reduz a dependência de mídia paga, melhora as taxas de conversão e gera reconhecimento sustentável. A construção de reputação deixa de ser oposta à performance e passa a funcionar como sua base estratégica. “Esse atributo deixa de ser um conceito abstrato e passa a ser um ativo econômico. Em mercados onde todo mundo comunica, quem é lembrado com clareza e propósito conquista uma vantagem que não pode ser comprada apenas com mídia”, destaca Beatriz.

2. Inteligência artificial como copiloto e não como protagonista

A IA generativa se popularizou rapidamente e transformou a criação de conteúdo, mas essa abundância também trouxe como efeito colateral a padronização das mensagens e a perda de profundidade. Em 2026, a tecnologia se consolida como apoio estratégico ao acelerar processos, organizar dados e ampliar capacidades humanas, enquanto decisões, narrativa e posicionamento permanecem sob a responsabilidade das lideranças e das equipes de comunicação.

3. CEOs e executivos retomam protagonismo na comunicação

Em meio ao excesso de conteúdo genérico, o mercado volta a valorizar vozes com contexto, visão e autoridade. Executivos deixam de ser apenas porta-vozes institucionais e passam a atuar como intérpretes do cenário econômico, social e tecnológico. Esse movimento fortalece tanto a reputação pessoal quanto a da empresa, atendendo à demanda da imprensa e do público por análises mais profundas, posicionamentos claros e discursos menos publicitários. “O público não busca mais discursos institucionais, mas leitura de contexto. Quando executivos assumem a comunicação, a marca ganha profundidade, visão e credibilidade, algo que nenhum anúncio consegue substituir", afirma Beatriz.

4. Confiança se consolida como KPI central

Alcance e engajamento já não são suficientes para medir o impacto da comunicação. No próximo ano, a confiança se torna uma métrica-chave, influenciando decisões de compra, parcerias e investimentos, especialmente no mercado B2B. Construir confiança exige consistência entre discurso e prática, transparência em momentos críticos e alinhamento real entre o que a marca comunica e o que entrega em produto e experiência.

5. Integração total entre PR, marketing e produto

As estruturas tradicionais, em que áreas como Relações Públicas (PR), marketing e produto operam de forma isolada, com pouca troca de informação e alinhamento estratégico, deixam de fazer sentido. Comunicação eficiente passa a nascer da integração entre relações públicas, marketing e produto, garantindo coerência entre narrativa, posicionamento e proposta de valor.

Empresas que alinham essas áreas conseguem contar histórias mais legítimas, fortalecer reputação e gerar impacto real no mercado, evitando promessas desconectadas da realidade operacional. “Quem conseguir integrar tecnologia com estratégia, dados com narrativa e awareness com performance vai se destacar. O mercado não busca mais apenas visibilidade, mas marcas responsáveis, coerentes e confiáveis”, conclui Beatriz.

Sobre a Mention

Fundada em setembro de 2022, pela empresária Beatriz Ambrosio, a Mention é a primeira startup de Relações Públicas da América Latina. A PRTech oferece a seus clientes uma plataforma tecnológica e ágil para o desenvolvimento de estratégias de reputação e relacionamento com a imprensa e para a produção de conteúdos, como releases e artigos

YouTube Shopping chega no Brasil: como creators, marcas e a própria plataforma se beneficiam do social commerce?

Por: Danilo Nunes

Com estratégias de social commerce ganhando protagonismo na creator economy, plataformas correm para expandir seus programas de afiliados e entrar no jogo dos marketplaces. Shopee, Amazon, TikTok e YouTube apresentam modelos distintos — com impactos para criadores que buscam novas fontes de receita, para marcas em busca de conversão e para seus próprios negócios.

Quatro meses após a chegada do TikTok Shop ao Brasil, no evento Made in YouTube 2025, o YouTube anunciou atualizações de IA para potencializar a criação na plataforma e a expansão do seu programa global de afiliados para o Brasil, incluindo as ferramentas de shopping. Agora, criadores podem marcar e disponibilizar produtos para compra em vídeos e shorts, eliminando atritos na jornada de compra via creators.

Com o anúncio, o YouTube Shopping iniciou oficialmente suas operações no Brasil, em parceria com Mercado Livre e Shopee. A chegada marca a expansão prática do programa de afiliados da plataforma no país, permitindo que criadores incluam links de produtos diretamente em vídeos, transmissões ao vivo, Shorts e postagens. Para participar, é necessário integrar o Programa de Parcerias do YouTube (YPP), ter pelo menos 10 mil inscritos e atender a alguns critérios de elegibilidade definidos pela plataforma.

YouTube Shopping chega com força ao Brasil

A iniciativa global já conta com mais de 500 mil criadores e um crescimento de cinco vezes em GMV (Gross Merchandise Volume) em relação ao ano anterior. O programa cria uma nova fonte de receita para criadores, além de anúncios e patrocínios, e impulsiona o formato shorts, transmissões ao vivo e colaborações. O conteúdo ganha mais relevância por estar atrelado à visibilidade de um produto, aumentando performance e engajamento.

Com essa estratégia, o YouTube também passa a monetizar diretamente as vendas - antes, quando um criador fazia publicidade, a plataforma não lucrava de forma direta. Agora, o rastreamento é facilitado e o negócio se torna uma vitrine de compras.

Para as marcas, a vantagem está em estruturar criadores como canal de vendas, com métricas, relatórios e possibilidade de alcance orgânico consistentes. A funcionalidade substitui o tradicional “link na bio/descrição” e o trackeamento via UTMs, encurtando a jornada de compra e atribuindo vendas com clareza.

Os desafios envolvem preparar catálogos compatíveis, definir regras de comissão e logística e abandonar a lógica de campanhas isoladas para mergulhar em um ecossistema onde entretenimento gera confiança, confiança gera conversão e conversão retroalimenta o algoritmo, com a credibilidade do influenciador como diferencial.

No live commerce, a plataforma traz o modo de prática, que permite testar equipamentos e comunicação antes de abrir a live ao público. Para criadores avançados, a novidade é a transmissão simultânea em horizontal e vertical, atendendo ao público tradicional e aos fãs de Shorts.

Qual a diferença de demais programas de afiliados e marketplaces?

O programa de afiliados da Shopee e do TikTok Shop prioriza social commerce e lives, onde a urgência impulsiona conversões. Marcas se beneficiam de volume imediato, mas podem diluir sua identidade em ambientes dominados por descontos. Criadores têm entrada fácil e ganho rápido, mas precisam de presença constante ao vivo ou produção em massa para manter o alcance.

O Amazon Associates segue o modelo clássico baseado em links, oferecendo grande distribuição, mas pouco controle criativo. Para criadores, há flexibilidade e catálogo amplo, mas com menor engajamento que formatos mais interativos.

O YouTube Shopping aposta na integração nativa, permitindo marcar produtos diretamente em vídeos, transmissões e Shorts. A plataforma tem a vantagem de contar com criadores consolidados e audiências acostumadas a buscar reviews e tutoriais antes da compra. As comissões são atribuídas às vendas, oferecendo ROI mais claro às marcas, mas ganhos menos previsíveis para criadores em um programa recente.

O catálogo do YouTube ainda é limitado, priorizando integrações premium. Marcas ganham destaque, mas têm menos opções que Shopee e TikTok, que focam em produtos baratos e de alta rotatividade. A Amazon segue imbatível em diversidade, mas a atenção é diluída entre milhares de concorrentes e as comissões são menores.

O que falta descobrir sobre o YouTube Shopping no Brasil?

Ainda não há data confirmada para o lançamento, nem detalhes sobre percentuais de comissão que criadores receberão ou quais varejistas estarão aptos para participar. Também não foram divulgados os critérios de elegibilidade para os canais — se haverá exigência de inscritos ou categorias específicas de conteúdo.

Na vertical de Creative Strategy da Thruster, trabalhamos há um ano com o YouTube Shopping. É possível vender produtos próprios ou de terceiros. Para vender produtos próprios, o canal deve estar no Programa de Parcerias do YouTube (YPP), ter o número mínimo de inscritos ou ser um Canal Oficial de Artista, não ter público definido como “conteúdo para crianças” e não possuir violações de políticas. Para vender produtos de terceiros, além de estar no YPP, o canal precisa ter mais de 10 mil inscritos, não pode ser de música, nem estar associado a gravadoras ou distribuidoras e não pode ter infrações ativas das Diretrizes da Comunidade.

Dobre Danilo Nunes

Professor, pesquisador da Creator Economy e CEO e Fundador da Nudgy - primeira agência brasileira especializada em construir e alimentar sistemas criativos com foco em performance - com atuação nacional e internacional. Além de ser o principal mentor brasileiro de Creative Strategy para profissionais de criação que querem internacionalizar suas carreiras.