Viviane de Oliveira

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Cor como estratégia: como a Suvinil transforma presença em experiência na Bienal de Arquitetura

Na BAB, marca transforma sua plataforma em experiência e conecta cor, convivência e cultura em diferentes escalas

Em um cenário em que marcas buscam cada vez mais relevância cultural, a presença em eventos deixa de ser apenas exposição e passa a ser construção de experiência. Na Bienal de Arquitetura Brasileira (BAB), esse movimento aparece com clareza: mais do que ocupar um espaço, empresas vêm usando o ambiente como plataforma para traduzir posicionamento, ancorar narrativas e territórios, além de gerar conexão com o público, propondo conversas que vão além dos portões do Ibirapuera.

Nesse contexto, a Suvinil chega à Bienal com um olhar que parte da cor como linguagem, e não apenas como recurso estético. Como patrocinadora e tinta oficial da mostra, a marca utiliza o espaço para materializar a plataforma Cor Muda Tudo, que propõe a cor como elemento ativo na forma como as pessoas percebem, habitam e se relacionam com os ambientes.

Na prática, isso se desdobra em uma presença que acompanha o próprio percurso do visitante. Ao longo dos pavilhões, as escolhas cromáticas ajudam a construir atmosferas distintas, reforçando conceitos arquitetônicos e criando uma experiência que não se limita à observação, mas envolve sensação, memória e permanência.

 “O que nos interessa é entender como a cor participa da vida das pessoas. Quando trazemos esse olhar para um evento como a Bienal, estamos ampliando essa conversa e mostrando como a cor pode influenciar a forma como os espaços são vividos, não só percebidos”, afirma Sylvia Gracia, gerente de Marketing, Cor e Conteúdo da Suvinil.

Esse pensamento ganha uma leitura mais direta no Boteco Suvinil, projeto assinado por Nicole Tomazi e Sergio Cabral (@tomazicabral), que parte de um dos símbolos mais reconhecíveis do cotidiano brasileiro para criar um espaço de convivência dentro da Bienal. Mais do que uma instalação, o ambiente funciona como ponto de encontro ao longo do percurso, convidando o público a permanecer, interagir e experimentar o espaço de forma mais espontânea.

Inspirada na brasilidade do cotidiano, presença da marca na BAB transforma cor em linguagem de encontro, memória e convivência | Créditos: Iram Guimarães

É ali que o estudo Co(r)existir 2026 se materializa de forma mais evidente. Ao traduzir a convivência entre diferentes ritmos, pessoas e histórias em um ambiente informal, o boteco se posiciona como expressão física desse conceito — um lugar onde a cor acompanha relações, ativa memórias e reforça o papel do encontro como parte essencial da experiência.

“O boteco é mais do que um cenário, ele é um dos lugares onde a vida brasileira acontece. Ao trazer esse espaço para a Bienal, a gente reforça esse olhar de que a cor nasce das ruas, das relações e das histórias do cotidiano. É um ambiente democrático e afetivo, onde o íntimo encontra o coletivo e as conversas ganham forma. No fim, ele se torna uma grande declaração de brasilidade, em que a cor aparece como uma experiência cultural viva", complementa Sylvia.

Cor Muda Tudo em diferentes territórios

A presença na BAB não é um movimento isolado, mas parte de uma estratégia mais ampla da Suvinil de ativar a plataforma Cor Muda Tudo em diferentes contextos pelo país. Antes da Bienal, esse mesmo olhar já havia ganhado corpo em iniciativas como o Projeto Candeal, em Salvador, onde a marca participou da revitalização de mais de 150 casas com envolvimento direto da comunidade.

“Cor Muda Tudo é sobre conectar marca, cultura e território. A presença da Suvinil na Bienal é um desdobramento natural dessa visão, construída ao longo do tempo em iniciativas como a recente ação do Candeal — onde a cor passa a integrar a identidade, a memória e história das pessoas”, diz Renato Firmiano, diretor sênior de Marketing do Consumer Brands Group da Sherwin-Williams no Brasil.

Foi no Candeal, em Salvador, que Cor Muda Tudo saiu do conceito para ganhar forma no território, em um projeto construído junto à comunidade e conectado à cultura local | Créditos: Divulgação Suvinil

Ao conectar ações em diferentes escalas — de uma comunidade em Salvador a um dos principais eventos de arquitetura, no Sudeste do país — a Suvinil consolida uma estratégia que coloca a cor como eixo central de suas ativações. Mais do que presença, a marca busca construir repertório, mostrando como esse olhar se adapta a contextos distintos, mas mantém o ponto de partida: a cor como agente de transformação.

Bienal de Arquitetura Brasileira – de 27 de março até 30 de abril

Funcionamento: todos os dias, das 9h00 às 22h00

Local: no Pavilhão das Culturas Brasileiras (PACUBRA), Parque Ibirapuera

Sobre a Suvinil

Na editoria de arquitetura e decoração, é impossível falar de cor, acabamento e transformação de ambientes sem destacar a trajetória da Suvinil. Referência consolidada no mercado brasileiro de tintas decorativas, a marca construiu, ao longo de mais de seis décadas, uma história pautada por qualidade, inovação e proximidade com profissionais, consumidores e parceiros em todo o país.

Mais do que oferecer um portfólio completo para diferentes superfícies, a Suvinil se posiciona como uma agente de transformação — não apenas de espaços, mas de realidades. Essa visão se traduz em iniciativas que vão além do produto, como o desenvolvimento de estudos de comportamento e tendências, a exemplo do Suvinil Co(r)existir, que antecipa movimentos da sociedade por meio das cores.

A marca também investe em tecnologia e experiência do usuário, com ferramentas digitais que facilitam a jornada de escolha, como simuladores de ambientes e aplicativos interativos. A proposta é clara: tornar o processo mais simples, intuitivo e acessível tanto para consumidores quanto para profissionais da pintura.

No dia a dia, essa praticidade se reflete em conteúdos educativos nas plataformas digitais, além de embalagens e soluções pensadas para otimizar cada etapa da pintura. Tudo isso sem abrir mão de um compromisso sólido com a qualidade — atributo que sustenta a confiança do público brasileiro, graças à durabilidade, cobertura e acabamento reconhecidos de seus produtos.

Com uma identidade genuinamente brasileira, a Suvinil valoriza a diversidade cultural do país, traduzindo essa pluralidade em campanhas, paletas e ações que dialogam com diferentes estilos de viver e habitar. Ao mesmo tempo, reforça seu papel social por meio de práticas sustentáveis, programas de descarte consciente, como o Suvinil Circula, e iniciativas de capacitação profissional, como o Pintar o Bem, voltadas a pessoas em situação de vulnerabilidade.

Presente em múltiplos canais — do ambiente digital às redes sociais —, a marca amplia seu alcance e fortalece sua conexão com o público, reafirmando seu propósito de estar ao lado das pessoas em cada projeto, escolha e transformação.

https://www.suvinil.com.br/

Imagem Destaque: Com o Boteco Suvinil e o estudo Co(r)existir 2026, empresa traduz sua plataforma de marca em experiências que extrapolam o espaço expositivo | Créditos: Iram Guimarães

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Falmec na EuroCucina 2026

Na semana que encerra o Salone, a Falmec trouxe à tona o conceito Mimesis, apresentado durante a EuroCucina FTK 2026 como um guia claro para entender o futuro da cozinha segundo a marca.

Mais do que um projeto expositivo, Mimesis traduz uma nova forma de pensar o design: soluções que não se destacam de maneira impositiva, mas que se integram naturalmente ao ambiente. A proposta parte da ideia do ar — simbolizado por moléculas circulares — sendo captado por sistemas praticamente invisíveis, que funcionam como um “pulmão” oculto dentro do espaço doméstico.

Na prática, isso significa coifas e sistemas de ventilação que deixam de ser protagonistas visuais e passam a se fundir às bancadas, ao teto e até mesmo à iluminação, criando uma experiência mais fluida e silenciosa na cozinha.

O conceito também carrega uma mensagem central de bem-estar. Representado pelo círculo, Mimesis reforça a busca por equilíbrio entre estética, conforto e funcionalidade — três pilares que passam a coexistir de forma integrada no dia a dia.

Além da tecnologia e do design, os materiais ganham destaque. As superfícies acompanham as principais tendências do design de interiores, aliando sofisticação estética à praticidade, um ponto essencial para o uso cotidiano.

A apresentação de Mimesis na EuroCucina FTK 2026 também marca um momento importante para a Falmec: seus 45 anos de história. Mais do que celebrar o tempo, a data reforça a trajetória da marca construída sobre inovação, excelência industrial e produção integralmente Made in Italy, consolidando sua posição como especialista em ventilação para cozinhas.

Sobre o Grupo Elettromec:  

Desde 1997, o Grupo Elettromec é referência em eletrodomésticos de luxo no Brasil e reconhecido por unir tecnologia, design e funcionalidade superior.  

Detentor das marcas Elettromec e Invita, além de distribuidor exclusivo das italianas Falmec e Fulgor Milano e da norte-americana Viking, o Grupo reafirma seu compromisso com a excelência e a inovação. Com uma ampla quantidade de produtos, as marcas levam alta performance e design único para cozinhas e ambientes gourmets, estando presente em diversos setores, como o residencial, comercial, hoteleiro, náutico, entre outros.  

Presente nas mais conceituadas boutiques de eletrodomésticos por todo o país, o grupo conta com lojas próprias, que reúnem em um único espaço as marcas Elettromec, Falmec, Fulgor Milano e Viking, localizadas nas cidades de Campinas (SP), Piracicaba (SP), Barueri (SP), Santo André (SP), Rio de Janeiro (RJ), Curitiba (PR), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Salvador (BA), Fortaleza (CE), Campo Grande (MS) e Goiânia (GO). 

Visite o site https://elettromec.com.br/ e conhecer mais sobre as marcas do grupo. 

Fotos: DIvulgação/Falmec

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Projeto de arquitetura cria casinha de boneca em tamanho real

Assinada pelo arquiteto boliviano Eduardo Baldelomar, a casinha integra o anexo de lazer da família, mas foi pensada especialmente para a pequena moradora

Que criança nunca sonhou com uma casa da Barbie? Agora imagine poder entrar nela, abrir portas, sentar no sofá e inventar histórias dentro de cada cômodo...foi assim para a pequena moradora Ana Sofia, de três anos. Durante a reforma da residência da família, surgiu a oportunidade de criar um universo próprio para ela, mas não como um brinquedo a mais e sim uma casa inteira, planejada para acolher suas brincadeiras, estimular a imaginação e permitir que o faz-de-conta ganhasse forma e cenário.

Assim, nasceu o espaço assinado pelo arquiteto boliviano Eduardo Baldelomar, que aproveitou uma área livre no jardim da residência. Com cerca de 20 m² e pé-direito de 2,5 metros, o anexo foi projetado como uma miniatura funcional de uma casa real composta por ambientes definidos, materiais duráveis e mobiliário seguro, tudo adaptado à escala infantil, mas resistente o suficiente para também receber os pais.

Quando percebemos que havia um espaço ideal no jardim, foi ali que surgiu a ideia de construir uma grande casinha de boneca. Para mim, o brincar é uma das formas mais importantes de aprendizado na infância e ter um espaço próprio estimula a ludicidade, a autonomia e a imaginação da criança”, conta o profissional.

O início da brincadeira

A presença de um pequeno jardim de ingresso ajuda a marcar a transição entre o exterior e o interior lúdico | Projeto de Eduardo Baldelomar | Foto: Jorge Montoya

Antes mesmo de cruzar a porta, a experiência idealizada por Baldelomar começa do lado de fora com um pequeno jardim natural com aparência acolhedora. A casinha foi implantada sobre uma base de concreto e construída integralmente em madeira teca, para uma melhor resistência às intempéries climáticas.

No teto, a cobertura metálica protege a estrutura e garante durabilidade, enquanto a localização, ao lado da piscina, exigiu cuidados extras com segurança.

Além da proteção da piscina com lona, o projeto conta com monitoramento por câmeras e climatização interna. Tudo concebido para o conforto e a tranquilidade dos pais, além da pequena ter acompanhamento constante de uma babá”, reforça o arquiteto.

Sala de estar e sala de jantar:

A paleta escolhida aposta em tons suaves, com predominância do branco e do rosa pálido, tecidos em veludo e tapetes macios – escolhas que resultaram em uma atmosfera charmosa | Projeto de Eduardo Baldelomar | Foto: Jorge Montoya

Integradas, as sala de estar e jantar formam o coração social da casinha, reproduzindo em escala reduzida a dinâmica de uma residência tradicional. É nesse espaço que surgem os convites imaginários para o chá da tarde, os encontros com bonecas e as primeiras experiências de convivência simbólica.

Para os móveis, o arquiteto os desenhou de forma a acompanhar o crescimento da moradora até, aproximadamente, seus oito anos. Assim, ele enfatizou o uso de cantos arredondados e superfícies suaves para favorecer a circulação e atribuir segurança para a pequena. “O mobiliário foi produzido em MDF e melamina, sempre com dimensões pensadas para a ergonomia infantil”, completa.

Mas outro detalhe importante é que, embora pensada para uma criança, sofá, cadeiras e camas foram projetados para resistir ao peso de pais e acompanhantes, incentivando momentos compartilhados. “Tudo está na escala dela, mas pensamos também nos adultos que convivem com ela. A altura foi uma decisão importante para que todos pudessem participar desse universo”, explica.

Cozinha:

O piso em porcelanato com aparência de madeira contribui para a sensação de aconchego, além de garantir praticidade na limpeza | Projeto de Eduardo Baldelomar | Foto: Jorge Montoya

A cozinha ganhou um toque de verdade: a pia possui água fria e quente, enquanto geladeira, fogão e máquina de lavar aparecem como versões de divertimento para a Ana Sofia explorar o faz-de-conta com mais realismo.

A ideia era que ela pudesse vivenciar pequenas rotinas como organizar objetos ou simular atividades do dia a dia. Isso torna o espaço mais interessante”, reforça Eduardo.

Dormitório:

Preparado para receber, a pequena pode convidar amiguinhas para noites do pijama | Projeto de Eduardo Baldelomar | Foto: Jorge Montoya

O espaço que mais carrega uma emoção especial é o dormitório que conta com duas pequenas camas – um desejo terno da menina “A segunda cama é o meu detalhe favorito, pois seu sonho era ofertar uma acomodação para sua futura irmãzinha. E de fato ela já estava a caminho nos próximos meses”, revela o profissional.

Um pequeno guarda-roupa e uma penteadeira com espelho completam o dormitório, incentivando a autonomia da criança em momentos de descoberta e imaginação | Projeto de Eduardo Baldelomar | Foto: Jorge Montoya

Criar um espaço lúdico como esse é proporcionar à criança um local onde ela pode imaginar, experimentar e construir memórias. A arquitetura, nesse caso, se revela como algo além de abrigo. Sem sombra de dúvidas ela carregará essas memórias por toda sua vida”, conclui.

Sobre Eduardo Baldelomar

Sobre o arquiteto Eduardo Baldelomar Natural da Bolívia, o arquiteto e designer de interiores busca contar sua história através de seus projetos. Com 17 anos de experiência em sua terra natal, hoje o profissional busca firmar sua presença no Brasil e valorizar o intercâmbio da cultura da América Latina.

Veterano na CASACOR Bolívia, onde já participou em 12 edições, atualmente vai para sua terceira participação na CASACOR São Paulo (2023,2024 e 2026).

Especializado em Desenho de Interiores e paisagismo no EDAE (Madrid, Espanha), também se especializou em móveis modulares planejados em Buenos Aires (Jhonson & Acero) e Rosário (Reno Amoblamientos), na Argentina. Foi professor de design ambiental e design cenográfico no Curso Integral de Design da Universidade Autónoma Gabriel René Moreno (UAGRM), instituição onde também se graduou.

Hoje, se dedica ao seu próprio escritório, com sede dupla em Santa Cruz de la Sierra, Bolivia, desde 2013, e na capital paulista desde 2023.

Instagram: @eduardobaldelomar_designer

Foto Destaque: Localizada no jardim da casa principal, a casinha da menina Ana Sofia foi contemplada com quarto, salas, cozinha e até um jardim de entrada pensados em escala infantil | Projeto de Eduardo Baldelomar | Foto: Jorge Montoya

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Casio Vintage marca presença histórica no Rio Fashion Week em colaboração no desfile da MISCI

Parceria entre as marcas consolidou o relógio como peça-chave da moda autoral brasileira durante a semana de moda carioca

A Casio Vintage e a MISCI protagonizaram um dos momentos mais marcantes desta edição do Rio Fashion Week. Em uma colaboração inédita, a marca fez sua estreia em uma passarela brasileira ao lado da grife liderada por Airon Martin, fundindo seus modelos clássicos à narrativa do "escapismo tropical" apresentada no desfile.

O movimento aproximou o design contemporâneo de acessórios de alta versatilidade, elevando exemplares de estética minimalista, antes vistos apenas como ícones funcionais, a componentes fundamentais da construção visual na semana de moda.

"Esta colaboração nasce de uma conexão genuína entre marcas que priorizam o design autoral e a identidade. Enquanto a MISCI traduz o Brasil com sofisticação, a Casio Vintage carrega um legado que atravessa décadas. Esse encontro propõe o relógio como parte ativa da estética, funcionando como um elemento de linguagem dentro do conceito do desfile", destaca Fernando Fukuda, head de marketing da Casio Brasil.

MISCI

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foto: Zé Takahashi

O diálogo entre o retrô e o contemporâneo no backstage e na passarela

Para Airon Martin, diretor criativo da MISCI, a curadoria dos acessórios foi essencial para pontuar a paleta e as formas orgânicas da coleção desfilada. "Selecionamos modelos que traduzem o DNA da linha Casio Vintage, criando uma harmonia onde os relógios transitam entre o minimalismo e a inovação. No styling, o acessório assume uma dualidade: é tanto um utilitário de luxo quanto um contraponto estético, provando ser parte indissociável do conceito da passarela", explica o estilista.

Em um mercado saturado por tendências velozes, a participação da Casio Vintage no evento reforçou seu status como um "código cultural" para uma nova geração que prioriza autenticidade e origem. Durante o desfile, os modelos funcionaram como um ponto de equilíbrio entre o ontem e o amanhã, oferecendo uma consistência visual que sobrevive ao ciclo das modas passageiras e provando que a relevância reside na permanência.

Consolidação no Fashion Business

A estreia no Rio Fashion Week abriu um capítulo estratégico para a Casio Vintage no Brasil, consolidando-a como um código visual de peso na moda autoral. Ao integrar o processo criativo de uma grife como a MISCI, os relógios transcenderam a funcionalidade técnica para ocupar um lugar de destaque no lifestyle contemporâneo.

Este movimento refletiu uma busca global por significados. Mais do que um exercício de nostalgia, o design atemporal permitiu que as peças circulassem com fluidez entre o cenário urbano e o rigor da alta moda. “Ao apoiar a produção nacional, a marca japonesa reafirmou sua conexão com o espírito do tempo, onde o retrô não é apenas um eco do passado, mas a base de uma estética que se mantém perenemente atual”, conclui Fukuda.

Sobre Casio Vintage

Casio Vintage é a linha de relógios da Casio, reconhecida por seu design, funcionalidade e estética atemporal que atravessa gerações. Com modelos que se tornaram referência de estilo ao longo das décadas, a linha se consolidou como um símbolo de versatilidade e autenticidade, transitando entre diferentes universos, do cotidiano ao fashion.

Sobre a Casio

A Casio Brasil opera como subsidiária de vendas da Casio Computer Co., um dos líderes na fabricação mundial de produtos eletrônicos ao consumidor e de soluções de equipamentos empresariais. Desde sua fundação, em 1957, a marca vem trabalhando para manter o princípio de "criatividade e contribuição" da corporação, lançando produtos inovadores e buscando sempre atender às necessidades dos consumidores. Os produtos Casio podem ser encontrados nas principais lojas especializadas em relógios, joalherias e pontos de venda multimarcas.

www.casio.com/br/

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Audi do Brasil anuncia linha 2026 do Q6 e-tron e Q6 Sportback e-tron

A Audi do Brasil anuncia o lançamento da linha 2026 do Q6 e-tron e Q6 Sportback e-tron no mercado brasileiro. Os veículos 100% elétricos da marca das quatro argolas representam a visão da fabricante para a mobilidade elétrica premium do futuro. Os modelos receberam equipamentos inéditos de tecnologia, ajustes visuais que atualizaram o seu design e novo propulsor que oferece ainda mais potência, desempenho e eficiência. Os veículos já estão disponíveis na rede com mais de 40 concessionárias da marca em todo o País na nova versão S Line e preços sugeridos de R$ 695.990,00 (Q6 e-tron) e R$ 710.990,00 (Q6 Sportback e-tron).

“O Q6 e-tron é um modelo versátil, ágil e eficiente, que reflete o nosso compromisso em desenvolver novos sistemas e aprimorar de forma contínua os nossos veículos elétricos. E isso se traduz na linha Q6 e-tron, que oferece opções que agradam a diferentes públicos, seja na carroceria SUV, Sportback ou na esportiva SQ6 e-tron. Somos pioneiros na eletrificação e, com as novas linhas 2026 do Q6 e-tron e Q6 Sportback e-tron, seguiremos como referência de luxo e tecnologia na mobilidade elétrica”, destaca Renato Celiberti, Head de Vendas da Audi do Brasil.

Desempenho poderoso

Pilotar um Audi Q6 e-tron já era uma experiência inesquecível, e a linha 2026 do modelo recebeu uma nova motorização de 315kW que substitui a anterior e elevou ainda mais o patamar de prazer ao volante. Os novos Audi Q6 e-tron e Q6 Sportback e-tron ganharam um renovado propulsor elétrico com baterias de íon lítio que fornece potência combinada de 428 cavalos (ante 387 cavalos do modelo anterior) e 640 Nm de torque (ante 590 Nm de torque do modelo anterior).

O novo conjunto permite ao modelo acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 5,1 segundos no modo Launch Control - uma redução de 0,8 segundo em relação ao modelo anterior, e a velocidade máxima é de 210 km/h (limitada eletronicamente). A tração integral quattro capacita o utilitário elétrico a encarar com segurança todos os tipos de terreno sem comprometer o conforto dos ocupantes, desde as valetas, lombadas e buracos das cidades até as rodovias e estrada de terra nos fins de semana. Graças á nova motorização, o Q6 e-tron e o Q6 Sportback e-tron obtiveram excelentes resultados de autonomia aferida pelo INMETRO, agora de 424 km e 431 km, respectivamente.

Visual pioneiro e inovador

Lançados no Brasil no segundo semestre de 2024, os novos Q6 e-tron e Q6 Sportback e-tron foram precursores da nova linguagem visual global da marca das quatro argolas, na qual as formas musculosas e vincos retilíneos deram espaço para linhas mais fluídas, orgânicas e atemporais. Com seu conjunto ótico afilado, proporções equilibradas e cores foscas no logotipo e nomenclaturas, a linha Q6 e-tron estabeleceu um novo padrão estético, mais discreto e elegante, para a mobilidade premium.

Na versão S Line, que substitui a versão Performance Black a partir da linha 2026, o modelo agrega, nas carrocerias SUV e Sportback, o novo pacote exterior Black, que traz a grade frontal Singleframe agora pintada na cor preto brilhante, acabamento em preto brilhante nos difusores, entradas de ar, para-choques dianteiro e traseiro, saias laterais e retrovisores. O modelo também recebeu a inscrição Q6 e-tron na tampa traseira (anteriormente estava denominado apenas Q6). Os Audi rings seguem com estética bidimensional e cores foscas, enquanto as inscrições do nome do veículo e motorização estão inseridas, além da tampa traseira do porta-malas, também na coluna B.

Show de tecnologia no palco digital

A cabine do modelo é moderna, acolhedora e com foco nas necessidades dos usuários, combinando um design tridimensional com alto contraste a uma arquitetura espacial que oferece tecnologia, estética e sustentabilidade em perfeito equilíbrio. As saídas de ar-condicionado horizontais e estreitas contribuem harmoniosamente para o visual.

Um painel de controles está integrado na maçaneta da porta do lado do motorista e combina perfeitamente com o cockpit. Ele controla as funções mais importantes, como configurações de espelhos retrovisores, memória do banco do motorista, travamento e destravamento das portas e configurações de iluminação e visibilidade.

O interior é dominado pelo “Palco Digital” com Audi Virtual cockpit Plus de 11,9 polegadas, display MMI do passageiro dianteiro de 10,9 polegadas e o amplo display panorâmico de 14,5 polegadas Audi MMI. A tela com forma curva remete à grade Singleframe, identidade da Audi, e a iluminação ambiente faz com que a tela pareça flutuar à noite.

Os displays estão perfeitamente integrados no conceito de design e proporcionam ao interior uma sensação espaçosa e arejada. Um modo de privacidade permite que o passageiro desfrute das funcionalidades da tela sem distrair o motorista. Ao mesmo tempo, permite ao passageiro auxiliar o condutor, por exemplo, na navegação e controle de mídias. Há ainda o sistema de som Premium Bang&Olufsen 3D com 705W de potência.

O Head-Up Display de realidade aumentada representa um avanço na tecnologia e mostra dados relevantes como velocidade, assistências ao motorista e dados de navegação. A imagem virtual cria a impressão de que os itens exibidos estão flutuando a até 200 metros de distância e interagem com o ambiente. O motorista consegue entender o funcionamento das telas também em condições de baixa visibilidade.

Lista de equipamentos

Os novos Audi Q6 e-tron S Line e Audi Q6 Sportback e-tron S Line possuem uma extensa lista de equipamentos de série. São oferecidos, entre os itens de conforto, ar-condicionado automático de três zonas; bancos dianteiros elétricos com ajuste lombar e função memória para o motorista; bancos dianteiros esportivos em combinação couro e couro sintético com inscrição S; pacote de luzes ambiente Plus (interativas, que auxiliam o carro na interação com os ocupantes); pedaleiras em aço inoxidável; porta-malas com abertura e fechamento elétrico via sistema Hands-free; e volante esportivo em couro perfurado, multifuncional com shift-paddles, função aquecimento, botões físicos (sliders) e inscrição S.

Externamente, a versão S Line traz o pacote Black com grade Singleframe agora na cor preto brilhante, para-choques esportivos que remetem aos modelos RS e-tron GT, capa do espelho retrovisor externo na cor preta; teto solar panorâmico; frisos decorativos das janelas na cor preto brilhante; e rodas de alumínio Audi Sport de 21 polegadas e pneus 255/45 R21 (dianteiros) e 285/40 R21 (traseiros). Além disso, há acabamento das soleiras das portas com logo S em alumínio e iluminadas.

Os itens de tecnologia e segurança incluem nove airbags, entre dianteiros, laterais dianteiros e traseiros e cortina; Audi Drive Select; assistente de desvio e conversão; assistente de estacionamento plus com sensores dianteiros e traseiros; assistente de troca de faixa (Side Assist) , alerta de tráfego reverso, alerta de saída do veículo (exit warning) e assistente de conversão em marcha ré; câmeras top-view 360°; controle de cruzeiro adaptativo, aviso de saída de faixa com assistente de emergência e sistema de frenagem autônoma (AEB); faróis Full LED Matrix com setas dinâmicas, apresentação de luzes, assinaturas digitais selecionáveis personalizáveis do DRL (via MMI) e lavador de farol; lanternas traseiras full-LED PRO, com setas dinâmicas e apresentação de luzes (Coming & Leaving Home); simulação de som externo e-tron Sport; e Head-Up display de realidade aumentada. Para otimizar o carregamento, o veículo oferece acesso para recarga do lado do motorista e do passageiro com abertura elétrica; carregador Audi compact charger com potência até 11 kW, com kit de cabos para uso residencial e suporte de parede.

Dimensões e cores

Dentre as opções de cores metálicas estão Azul Plasma, Azul Ascari, Branco Geleira, Cinza Manhattan e Preto Mito; a opção de cor sólida é Cinza Imã e a perolizada é Cinza Daytona. Internamente, os assentos recebem a tonalidade preta com costura na cor cinza rocha, ou cinza com costuras cinza antracite. O Audi Q6 e-tron oferece dimensões generosas que permitem acomodar até cinco ocupantes com conforto. São 4.771 mm (comprimento), 2.193 mm (largura), 1.685 mm (altura) e 2.889 mm (entre-eixos).

O porta-malas traseiro tem capacidade total de 526 litros (1529 litros com os bancos rebatidos) e o porta-malas dianteiro conta com 64 litros de capacidade. As dimensões do Audi Q6 Sportback e-tron são 4.771 mm (comprimento), 2.193 mm (largura), 1.648 mm (altura) e 2.889 mm (entre-eixos). O porta-malas traseiro tem capacidade total de 511 litros (1373 litros com os bancos rebatidos) e o porta-malas dianteiro oferece 64 litros de capacidade.

Audi Connect

A linha 2026 do Audi Q6 e-tron e Audi Q6 Sportback e-tron recebe o inédito Audi Connect, um novo serviço digital que irá elevar o nível de conectividade e interação entre o veículo, motorista e passageiros por meio do aplicativo myAudi disponibilizado nas plataformas Android e Apple. O sistema já é utilizado na Alemanha e a sua mais recente versão está sendo implementada globalmente, iniciando pelo Brasil. O Audi Connect oferece mais de 30 funcionalidades para otimizar a experiência conectada a bordo dos veículos da marca das quatro argolas.

As funções relacionadas à segurança incluem assistente de chamada de emergência; relatório do status do veículo e controles remotos de geolocalização do veículo, climatização, abertura e fechamento das portas e encontrar o veículo, entre outros. Os sistemas de navegação e infoentretenimento também foram aprimorados, e o Audi Connect oferece uma nova interface de navegação por satélite com mapas detalhados e atualizados de forma online, incluindo dados sobre tráfego em tempo real, carregadores elétricos disponíveis no percurso e visualização de edifícios e monumentos em 3D.

Os passageiros terão ainda acesso a uma exclusiva loja de aplicativos acessível pelo sistema multimídia com disponibilidade de diversos aplicativos para todos os gostos e interesses, incluindo aplicativos como Youtube, Spotify e Bloomberg.  Há ainda serviços dedicados aos veículos eletrificados da marca das quatro argolas, como climatização remota e informações sobre status da bateria, quilometragem e carregamento remoto.

O Audi Connect não exige pagamento de taxas para a licença e inscrição. A licença para o uso do sistema acompanha o veículo de fábrica e oferece vigência sem renovação por até 10 anos, nos casos dos serviços de emergência.

Aplicativo myAudi

O aplicativo myAudi integra o ecossistema digital Audi Connect e, com seu design moderno e interface elegante, torna o acesso aos serviços digitais da Audi ainda mais intuitivo e fácil. O assistente adaptativo de IA, desenvolvido em parceria com o ChatGPT em parceria com a CARIAD e Audi, pode acessar o histórico do veículo, ajudar a responder perguntas técnicas sobre o carro e recomendar produtos personalizados para o modelo do veículo.

O myAudi também oferece o planejador de rotas com acesso facilitado aos dados das estações de recarga elétrica, podendo planejar paradas para carregamento no conforto de casa. O aplicativo sofreu uma atualização ano passado e serve como porta de entrada para o ecossistema digital da Audi. Ele está em constante desenvolvimento e expansão com novos recursos. O objetivo é tornar a mobilidade digital mais simples e conveniente aos clientes da marca das quatro argolas. O myAudi é oferecido em mais de 50 mercados e está disponível nas lojas de aplicativos Apple App Store e no Google Play Store.

Audi do Brasil

O ano de 2026 estabelece o início da uma nova jornada da Audi no Brasil, em que o passado encontra o futuro com a estreia da marca das quatro argolas na Fórmula 1, a principal competição do automobilismo global, com o piloto brasileiro Gabriel Bortoleto. Esta temporada marca ainda o reinício das operações da fábrica de São José dos Pinhais, com a produção local da terceira geração do Audi Q3, best-seller global, nas carrocerias SUV e Sportback. A fabricante segue fortalecendo suas operações no país com foco em crescimento sustentável de longo prazo, mantendo os pilares de inovação, ética e desenvolvimento contínuo que marcam a sua trajetória repleta de desafios e conquistas no Brasil.

A marca das quatro argolas se estabeleceu no País e possui concessionárias em todas as regiões, com mais de 40 lojas, sede administrativa em São Paulo (SP), terminal logístico em Vinhedo (SP) e fábrica em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba (PR), onde são produzidos os modelos Audi Q3 e Audi Q3 Sportback.

A Audi do Brasil possui uma estratégia integrada de negócios e sustentabilidade, com projetos que incorporam compromissos ambientais e sociais nas áreas de eletrificação, redução de emissões de carbono, diversidade, inclusão, cultura e educação. A Audi é pioneira na agenda ESG ao promover a eletromobilidade e já investiu quase R$ 90 milhões em infraestrutura de recarga em todo o Brasil, oferecendo carregadores elétricos em mais de 40 concessionárias e em diversos outros locais. A empresa está comprometida em moldar a mobilidade premium progressiva do futuro e gerar um impacto positivo na sociedade e no meio ambiente.

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Reinauguração do Marise Castro Hair Studio é um sucesso: empresária emociona ao agradecer família e apoiadores

A reinauguração do Marise Castro Hair Studio, na última terça-feira (21), foi marcada por sucesso absoluto e emoção à flor da pele. A empresária Marise Castro, que veio diretamente dos Estados Unidos para o Brasil, reuniu amigos, familiares, formadores de opinião e clientes fiéis em uma noite inesquecível no espaço renovado.

Com um ambiente sofisticado e moderno, o estúdio – referência em beleza e cuidados capilares há décadas – celebrou não só sua nova fase, mas também as conquistas de Marise ao longo da carreira. Em discurso emocionante, a empresária prestigiou o marido e os filhos pelo apoio incondicional, além de agradecer os funcionários e amigos que a acompanharam por anos de dedicação e superação.

“Esse espaço é mais que um salão: é o sonho realizado com o carinho de quem sempre esteve ao meu lado”, declarou Marise, visivelmente comovida. O evento contou com coquetel exclusivo, e tour pelo novo layout, que destacou os produtos de tratamento avançadas e área confortável de café.

A reinauguração reforça o posicionamento do Marise Castro Hair Studio como destino imperdível para quem busca excelência em hair styling em Niterói, São Gonçalo, além de toda região metropolitana do Rio de Janeiro.

Para agendamentos e mais informações:@salaomarisecastro, @marisecastroafrohair e @mcprofessionalhair

Book in library with open textbook,education learning concept

Dia Mundial do Livro: ler ainda importa

Por que você ainda lê livros?” escutei esta pergunta na semana passada e passei alguns dias refletindo sobre o seu significado. Por que, com tantos estímulos, o leitor prefere comprar um livro que o obriga a estar atento a cada linha em vez de sentar no sofá e rolar o feed das redes sociais ou assistir a alguma versão adaptada para a televisão depois de um longo dia de trabalho? 

Ler, hoje, é quase um gesto de desobediência. Abrir uma página é tentar escapar de um mundo estressante, que não para e exige que sejamos multitarefas, sempre correndo, sempre respondendo. Nada pode esperar. 

Lembro que ganhei meu primeiro livro assim que comecei a ler, aos cinco anos de idade. Lúcia já vou indo, um clássico da literatura infantil que conta a história de uma lesma que chegava tarde às festas em que era convidada. Fui estimulada desde cedo a manusear livros, ler histórias em voz alta e até a escrever resumos para discutir com meus pais. 

Os livros ensinam a fazer perguntas, a refletir e permanecer nelas o tempo que for necessário, sem cobrança. Foi dessa relação com a leitura que resolvi também ser escritora. Eu queria tentar oferecer aos leitores um espaço de reflexão, de pausa e reconexão com a própria essência, e recentemente publiquei meu primeiro livro. 

Estar do outro lado, como autora, é um desafio em cada linha escrita: encontrar palavras e histórias que acolham e façam o leitor parar e sentir. Em meio a esse cenário, datas como o Dia Mundial do Livro (23/04) deixam de ser apenas simbólicas e se tornam um convite real à pausa. Ler sem ter o celular por perto e sem se distrair com cada alerta de mensagem. Ler e se deixar levar pela história, pelas palavras do autor. 

O livro acolhe e resgata no silêncio de suas páginas. Envolve a imaginação ativa, estimula o cérebro e amplia a capacidade de concentração, algo cada vez mais raro. Segundo pesquisa da Universidade de Sussex, na Inglaterra, a leitura pode reduzir o estresse em até 68%. Talvez a pergunta não seja porque você ainda lê, como se este hábito precisasse de justificativa e de aprovação. Ler para subir fotos nas redes sociais ou para cumprir uma meta. A pergunta certa pode ser outra: o que perdemos quando deixamos de ler? 

Perdemos mais do que um hábito individual. Perdemos repertório, senso crítico, empatia e a capacidade de enxergar o mundo sob outras lentes. Ler não é apenas um refúgio: é uma forma de permanecer atento, consciente e humano. E é isso que ainda nos permite transformar o mundo.  

Por: Cândice Broglio Gasperin

Cândice Broglio Gasperin é jornalista e autora de: O Abraço de Regina

 O Abraço de Regina.

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Mais que hábito, ler é perceber

A literatura é uma ferramenta poderosa de desenvolvimento e conexão humana. Essa mensagem é reforçada pelo Dia Mundial do Livro, celebrado em 23 de abril, que coloca em pauta a valorização da leitura, dos escritores, bem como dos direitos autorais. O mercado editorial brasileiro passa, agora, por um momento bom: temos mais leitores, mais interesse por livros, mais vendas e, especialmente, um crescimento consistente da narrativa ficcional. Mais do que quantitativo, esse movimento revela uma mudança qualitativa na forma como as pessoas se relacionam com a leitura.

Enquanto leitor e escritor, percebo com clareza que sempre associei o hábito de ler a um processo maior, de construção de percepção sobre a vida e sobre o mundo. Cada história amplia a minha compreensão sobre comportamento humano, tomada de decisões e consequências. E ao migrar da posição de leitor para a de escritor, essa percepção se intensificou.

No desenvolvimento do meu primeiro romance, “Até que a Morte se Disfarce”, parti justamente da ideia de que nem tudo que parece natural necessariamente  é. O comportamento humano pode nos surpreender. E a ficção permite explorar esses temas complexos das relações humanas, como ambição, medo e poder, sem a necessidade de respostas definitivas.

Por isso penso que incentivar novos leitores passa por tornar a experiência de leitura ainda mais acessível e relevante. E as narrativas ficcionais ocupam um espaço singular nesse cenário. Diferente de conteúdos informativos, a ficção não se limita a transmitir conhecimentos diretos. Ela constrói experiências. Ao acompanhar uma narrativa, o indivíduo não apenas entende a história, ele a vive, interpreta, questiona.

Cria-se, em cada livro, um espaço onde o leitor pode refletir por conta própria, sem ser conduzido de forma explícita. E, talvez, isso explique em parte o crescimento do mercado de ficção: em um ambiente saturado de opiniões prontas e polarizadas, a ficção devolve ao leitor o papel de interpretar.

Escrever ficção exige não apenas criatividade, afinal, mas também coerência interna, estrutura e, principalmente, respeito pela inteligência do leitor.  E ler ficção é mais que prender-se ao hábito, é colocar-se disposto a refletir, descobrir e aprender.

No nosso mercado, vemos uma tendência de concentração de leitura de nomes já consolidados, muitas vezes estrangeiros, mas trago, ainda, uma provocação: é fundamental abrirmos espaço para vozes contemporâneas, especialmente as nacionais. Autores brasileiros escrevem, afinal, a partir de um repertório cultural, social e emocional muito mais próximo, o que, muitas vezes, torna a experiência ainda mais impactante. As pessoas se identificam com o que leem.

E, nesse contexto, valorizar a literatura nacional não é apenas uma questão de identidade cultural. É também uma forma de fortalecer um ecossistema criativo que depende de renovação constante. Novos autores trazem novas perspectivas, estruturas narrativas diferentes e outras formas de abordar temas que, embora universais, ganham nuances únicas em cada texto.

Incentivar a leitura, portanto, não é apenas incentivar o hábito. É criar proximidade com o leitor e incentivar a capacidade de pensar com profundidade. E nisso, a ficção, e aqui faço menção honrosa a todos os colegas autores nacionais, pode ser uma peça-chave.

Por: Danilo Quartiero Filho

Danilo Quartiero Filho é economista, empresário, escritor e autor do livro "Até que a Morte se Disfarce".

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PUCPR apresenta projeto sustentável para reconstrução do Bloco Azul

Proposta arquitetônica é assinado pelo escritório ARQUEA, fundado por Alumni da PUCPR

Um ano após o incêndio que atingiu parte do Bloco Azul do Câmpus Curitiba da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), a Instituição dá início à reconstrução do espaço - agora repensado como um edifício moderno, sustentável e tecnológico. O novo bloco abrigará a Escola de Belas Artes e o renovado Teatro TUCA, com entrega prevista para 2027.

A recomposição do espaço representa também a antecipação do Plano Diretor de Infraestrutura da PUCPR, transformando o revés em catalisador de modernização. O novo bloco será sustentável, tecnologicamente avançado e contará com novos laboratórios e equipamentos de ponta.

"Essa reconstrução vai além de tijolos e concreto - ela é feita de sonhos, de encontros e de laços. A proposta é desenvolver um edifício inteligente, com múltiplas funcionalidades e alinhado às novas formas de ensino, que demandam ambientes mais flexíveis. Estamos projetando um futuro de ensino-aprendizagem ainda mais dinâmico e inovador", explica o reitor da PUCPR, Irmão Rogério Renato Mateucci.

Projeto arquitetônico

O projeto arquitetônico é assinado pelo escritório ARQUEA, fundado por Bernardo Richter, Fernando Caldeira de Lacerda e Pedro Amin Tavares, todos arquitetos formados pela própria Universidade - um vínculo que reforça a identidade e a história do espaço. A proposta preserva o espírito do edifício original, projetado por Manoel Coelho, mas o reinventa: a estrutura de concreto, que permaneceu intacta após o incêndio, será reaproveitada, e a reconstrução priorizará materiais sustentáveis, como a madeira laminada.

"É uma honra e uma grande responsabilidade sermos os responsáveis pela reconstrução do local que nos moldou como profissionais. A linguagem arquitetônica que desenvolvemos mescla o antigo e o novo, preservando a memória e a alma do que foi construído e vivido, enquanto projeta um futuro ainda mais dinâmico e inovador", destacam os arquitetos.

O LabCom e o Laboratório de Modelos (Maquetaria) passarão a integrar o Bloco, aproximando disciplinas e tornando as aulas mais conectadas. O pátio interno será ampliado e reconfigurado como espaço de convivência, conexão e troca entre os estudantes - com nova cobertura que potencializa a entrada de luz natural.

O Teatro TUCA vai preservar sua localização original, mas ganha nova escala: capacidade ampliada, visibilidade aprimorada, palco maior com abertura reversível para o exterior, possibilitando apresentações ao ar livre, e foyer com acesso independente em relação ao restante do Bloco.

O novo edifício seguirá os critérios do selo LEED, priorizando eficiência energética, reuso de água e climatização adequada.

Mari Bamont_Integração entre sala e área de jantar com soluções multifuncionais_rack giratório com TV marcenaria contínua e estante como divisória de ambientes. Fotos Carin

COMO APROVEITAR AO MÁXIMO OS ESPAÇOS RESIDENCIAIS

Dicas e soluções para transformar qualquer ambiente em um espaço funcional e bem aproveitado

Aproveitar bem os espaços residenciais é um desafio cada vez mais comum. Para a arquiteta Mariana Bamont, o segredo está em unir planejamento inteligente, soluções funcionais e boas escolhas estéticas.

Integração entre sala e área de jantar com soluções multifuncionais: rack giratório com TV, marcenaria contínua e estante como divisória de ambientes. 

Sala integrada com TV giratória suspensa: a solução permite que a tela seja vista de diferentes ângulos e posições, otimizando o uso do espaço sem comprometer a circulação. 

Mari Bamont: Sala integrada com TV giratória suspensa: a solução permite que a tela seja vista de diferentes ângulos e posições, otimizando o uso do espaço sem comprometer a circulação. Foto: Carina Borelli

Erros mais comuns ao organizar pequenos espaços

O excesso de decorações pequenas é um dos erros mais frequentes: elas poluem visualmente e tiram a sensação de respiro. Bloquear passagens com móveis grandes ou mal posicionados também compromete a fluidez do ambiente. "Em ambientes pequenos, organização visual é essencial. Uma circulação bem planejada garante conforto, leveza e um uso muito mais funcional do espaço", explica Mariana.

A estante de madeira até o teto organiza, decora e aproveita toda a altura do ambiente.

Mari Bamont: A estante de madeira até o teto organiza, decora e aproveita toda a altura do ambiente. Fotos: Carina Borelli

Móveis multifuncionais: aliados dos espaços compactos

Planejados de forma estratégica, os móveis multifuncionais otimizam espaços, melhoram a circulação e atendem a diferentes necessidades em um único móvel. Veja algumas sugestões por ambiente:

Sala: estantes que dividem e armazenam, rack que vira mesa e mesas de centro com baú.

Quarto: camas com baú ou gavetões, escrivaninhas dobráveis e armários com canto de estudo integrado.

Escritório/Home Office: bancadas retráteis e mesa acoplada à marcenaria.

Cozinha: bancadas extensíveis, armários com divisórias otimizadas e nichos embutidos.

Varanda: bancos com baú e mesas dobráveis integradas à parede ou guarda-corpo.

Entrada/Hall: sapateiras que funcionam como banco e painéis com cabideiro, espelho e nichos.

Conforto e praticidade em imóveis pequenos

Para Mariana Bamont, é totalmente possível aliar conforto e praticidade em metragens reduzidas. Com planejamento e escolhas inteligentes, fatores como integração de ambientes, boa circulação, iluminação e cores contribuem para a sensação de amplitude. "Um imóvel pequeno pode ser tão confortável quanto um grande, muitas vezes até mais prático e fácil de manter", afirma.

Mari Bamont: A marcenaria contínua une cozinha e sala em um único layout fluido, com nichos, gavetas e até o micro-ondas embutido na ilha. Fotos: Carina Borelli

Dicas para transformar qualquer espaço

Independentemente da metragem, todo espaço tem potencial para ser mais funcional e bem aproveitado. Algumas soluções fazem toda a diferença:

  • Entrada organizada: chapelarias, sapateiras e espaços para objetos de uso diário facilitam a rotina e evitam bagunça.
  • Lavanderia otimizada: espaço para itens grandes, cestos integrados e nichos verticais, sem abrir mão da estética.
  • Armazenamento inteligente: armários até o teto, marcenaria contínua e móveis com dupla função.
  • Integração de ambientes: unir sala, cozinha e varanda cria layouts mais fluidos e amplia visualmente o espaço.
  • Revisão da planta: reposicionar paredes, portas ou circulações pode gerar mais armazenamento e melhorar a funcionalidade sem grandes obras.

    Personalização: cada projeto considera os hábitos e a rotina dos moradores para garantir um resultado prático, confortável e sob medida.

Mari Bamont: A bancada extensível que funciona como ilha com bancos altos é um exemplo claro de multifuncionalidade, unindo preparo, refeição e organização em um único elemento.
Foto: Carina Borelli

 

Mariana Bamont Arquitetura

Instagram: @maribamont_arquitetura

Foto Destaque: Mari Bamont_Integração entre sala e área de jantar com soluções multifuncionais_rack giratório com TV marcenaria contínua e estante como divisória de ambientes. Foto Carina Boreli