Viviane de Oliveira

Turismo de mergulho cresce 10% ao ano e quase dobra até 2030 — conheça a fotógrafa brasileira que captura o que os turistas não veem

Fabi Fregonesi coleciona prêmios com a fotografia subaquática; registros mostram detalhes da vida marinha

O mercado global de turismo de mergulho deve movimentar cerca de US$ 8,8 bilhões até 2030, segundo projeções da Grand View Research. Esse ritmo representa um crescimento anual de 10,4% e um volume praticamente dobrado em relação a 2022. O estudo indica que a atividade tem ganhado mais adeptos por conta de campanhas de conscientização sobre preservação marinha. 

Diversos cenários emblemáticos do mergulho se espalham pelo mundo, desde Fernando de Noronha e Recife no Brasil, até as Bahamas, Indonésia e Galápagos, entre outros. Essas localidades guardam uma diversidade impressionante que poucos enxergam além da superfície, e é nesses ambientes que atua a fotógrafa subaquática Fabi Fregonesi, reconhecida internacionalmente e primeira pessoa brasileira a subir ao pódio do Underwater Photographer of the Year, considerado o “Oscar” do setor.

Seu trabalho amplia o que o turismo convencional não mostra, revelando comportamentos, interações e espécies que raramente aparecem aos olhos de quem mergulha apenas por lazer. Ao transformar a biodiversidade marinha em narrativa visual, Fabi ajuda a aproximar o público desse universo e a fortalecer o interesse pelo mergulho.

O que antes era hobby se tornou carreira quando Fabi se despediu da vida como publicitária no Google e investiu completamente na fotografia no fundo do mar. Agora, ela captura a biodiversidade marinha com sensibilidade e atenção para o turismo sustentável. “Sempre fico feliz em ver mais pessoas descobrindo o mundo do mergulho, especialmente quando há preocupação genuína com os mares e as vidas que ele abriga. O respeito e a responsabilidade é o foco do que faço e deve ser também de todos que trabalham com o oceano”, comenta.

Em dois anos fotografando profissionalmente, Fabi conquistou mais de 30 premiações, frequentemente competindo com artistas de outros países. “Seria um prazer enorme saber que minhas imagens podem fazer parte desse crescimento expressivo do turismo de mergulho, inclusive no Brasil”, afirma a profissional.

Segundo Fregonesi, a fotografia subaquática envolve conhecimento, atenção aos detalhes e uma capacidade treinada de observação. Não à toa, muitas das fotografias premiadas mostram animais em seus habitats naturais, interagindo entre si ou se abrigando sem temer o contato humano.

Fabi Fregonesi traduz a expansão do setor em impacto cultural e ambiental ao transformar cada descida ao mar em narrativa visual que inspira proteção e admiração. “Um dos meus objetivos é ampliar a percepção sobre a importância dos ecossistemas marinhos. Acredito que a beleza tem força para mobilizar cuidados, e com o avanço do turismo de mergulho, isso é mais importante do que nunca”, conclui a fotógrafa.

Sobre Fabi Fregonesi

Fabi Fregonesi é uma fotógrafa subaquática brasileira que transformou uma virada pessoal em propósito profissional, unindo arte e conscientização ambiental. Depois de duas décadas na publicidade, passou a usar a fotografia como meio de inspirar novas formas de olhar e preservar o mar.

Reconhecida internacionalmente por sua técnica e sensibilidade, foi a primeira brasileira a subir ao pódio do Underwater Photographer of the Year, alcançando o 3º lugar na categoria “Wrecks” (Naufrágios), entre mais de 6.500 imagens inscritas. Com mais de 30 prêmios internacionais em apenas dois anos — como One Eyeland Award e Ocean Geographic Pictures of the Year —, Fabi se consolida como uma das principais referências da fotografia de natureza e arte subaquática no país.

Foto Destaque: Fabi Fregonesi e raia manta - Maldivas - Raphael Gatti

Audi Revolut F1 Team inicia campanha de 2026 com primeira partida bem-sucedida

A equipe Audi Revolut F1 Team já está aquecendo os motores para a sua estreia na principal competição do automobilismo global neste ano. Literalmente: a equipe realizou, de forma bem-sucedida, a primeira partida do motor de seu veículo com chassi, simbolizando a transição do projeto do design para a realidade dinâmica. O evento de ativação do propulsor ocorreu no dia 19 de dezembro de 2025 nas instalações da equipe na cidade de Hinwil, na Suíça.

A ativação do motor é uma etapa crucial em qualquer preparação para a Fórmula 1, pois valida anos de desenvolvimento e confirma a integração bem-sucedida dos componentes principais do veículo. Para o projeto Audi F1, esse momento representa o resultado tangível de uma parceria intensa e interdisciplinar entre a divisão de powertrain da equipe em Neuburg, na Alemanha, e a equipe de chassis em Hinwil, na Suíça, além do novo Centro Técnico em Bicester, no Reino Unido.

Dessa forma, há um marco que gera grande emoção: o carro ganha vida pela primeira vez e traz à tona o trabalho e a dedicação de centenas de pessoas envolvidas neste projeto. Além disso, essa conquista cria uma base técnica sólida, enquanto a equipe segue trabalhando para atender às mudanças regulamentares da competição a partir de 2026. A primeira partida bem-sucedida do motor integrado ao chassi é uma prova da precisão e da determinação que impulsionam o projeto.

“Para a Audi, entrar na Fórmula 1 é uma parte chave da constante renovação da nossa marca. Este momento é uma prova clara da nossa ambição ‘Vorsprung durch Technik’. É o resultado de um trabalho em equipe impecável e da busca incansável pela excelência, que servirá de exemplo para toda a organização Audi. Esse projeto é um catalisador de mudanças e promove orgulho, identidade e entusiasmo. Com o início das atividades, o trabalho árduo das equipes em Hinwil, Neuburg e Bicester ganha vida, marcando o início de um novo e empolgante capítulo na história do automobilismo da Audi”, afirma Gernot Döllner, CEO da AUDI AG e Chairman do Conselho da Audi Motorsport AG.

“A primeira partida é sempre um momento especial, mas essa marca um novo começo. É o resultado tangível da nossa ambição coletiva e do trabalho dedicado das nossas equipes em Neuburg e Hinwil. Ver tudo se encaixar pela primeira vez dá ao projeto inteiro uma energia incrível. Construímos uma base sólida para o que será uma longa jornada, definida pela nossa busca incansável por melhorias”, declara Mattia Binotto, chefe do Audi F1 Project.

“Este teste bem-sucedido é um passo importante que confirma a qualidade do trabalho e da colaboração entre todos os departamentos. Isso dá energia para toda a equipe e nos ajuda a focar nas próximas fases do desenvolvimento, incluindo o momento em que vamos colocar o carro na pista pela primeira vez. Essa conquista coloca nossa primeira corrida em Melbourne em foco, e vamos continuar trabalhando juntos como um time unido”, afirma Jonathan Wheatley, diretor da equipe Audi Revolut F1.

Com esse objetivo principal alcançado, a Audi Revolut F1 Team continua seus intensos preparativos para a temporada de estreia neste ano. O próximo grande marco da equipe será o evento de lançamento global em Berlim, na Alemanha, em 20 de janeiro de 2026, quando a sua pintura completa e a identidade visual do veículo serão apresentadas oficialmente ao público antes da primeira sessão de testes coletivos em Barcelona, na Espanha, no final deste mês.

A equipe também preparou o terreno para a sua primeira temporada de corridas do ponto de vista da comunicação. O novo Content Hub, que entrará no ar em 20 de janeiro de 2026, funcionará como uma central de conteúdos exclusivos da equipe, incluindo notícias, informações e atualizações regulares sobre os fins de semana de corrida. A partir dessa data, a imprensa poderá se registrar para integrar a lista de distribuição e receber futuros comunicados e atualizações por meio do link: contenthub.audif1.com.

Audi do Brasil

A Audi do Brasil lançou 13 veículos no mercado nacional em 2025: A3 Sportback, A3 Sedan, RS 3 Sedan, Q5, Q5 Sportback, SQ5, SQ5 Sportback, SQ6 Sportback e-tron, Q6 Sportback e-tron, RS 6 Avant GT, RS Q8 Performance, A5 e A6 e-tron. Essa ofensiva de lançamentos abriu um novo capítulo para a marca das quatro argolas no País, onde celebrou 30 anos de presença em 2024, uma jornada repleta de desafios e conquistas.

A marca das quatro argolas se estabeleceu no País e possui concessionárias em todas as regiões, com mais de 40 lojas, sede administrativa em São Paulo (SP), terminal logístico em Vinhedo (SP) e fábrica em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba (PR), onde são produzidos os modelos Audi Q3 e Audi Q3 Sportback.

A Audi do Brasil possui uma estratégia integrada de negócios e sustentabilidade, com projetos que incorporam compromissos ambientais e sociais nas áreas de eletrificação, redução de emissões de carbono, diversidade, inclusão, cultura e educação. A Audi é pioneira na agenda ESG ao promover a eletromobilidade e já investiu quase R$ 90 milhões em infraestrutura de recarga em todo o Brasil, oferecendo carregadores elétricos em mais de 40 concessionárias e em diversos outros locais. A empresa está comprometida em moldar a mobilidade premium progressiva do futuro e gerar um impacto positivo na sociedade e no meio ambiente.

Cinco tendências que vão redefinir a comunicação de negócios em 2026

CEO e fundadora da Mention, Beatriz Ambrosio aponta virada estratégica no mercado, com foco em reputação, confiança, branding e uso mais maduro da inteligência artificial

O mercado global de marketing digital cresceu de US$ 870,65 bilhões em 2024 para US$ 988,89 bilhões em 2025 e deve manter um ritmo acelerado nos próximos anos, com crescimento anual estimado em 14,92%, alcançando US$ 2,64 trilhões até 2032, segundo relatório da Research and Markets. Diante disso, após anos marcados pela predominância do marketing de performance e pela busca por crescimento acelerado, o setor de comunicação empresarial entra agora em uma nova fase.

O aumento do Custo de Aquisição de Clientes (CAC), a saturação dos canais digitais e a abundância de conteúdo superficial indicam que crescimento sem reputação já não sustenta valor no longo prazo. Para Beatriz Ambrosio, CEO e fundadora da Mention, primeira plataforma de PR self-service com IA da América Latina, o momento marca uma virada estratégica na forma como as empresas encaram a comunicação, a marca e a reputação. “Estamos vivendo uma transição importante. A era da otimização infinita dá lugar à era da intencionalidade. Comunicação volta a ser sobre construir significado, confiança e valor real, e não apenas métricas de curto prazo”, afirma.

Segundo a especialista, esse movimento leva companhias, startups e executivos a revisarem suas estratégias, priorizando uma comunicação mais intencional, integrada e voltada à construção de confiança. Nesse contexto, ganham destaque temas como brand awareness, ou seja, o reconhecimento da marca pelo público, a consistência da narrativa, o protagonismo executivo e o uso estratégico da inteligência artificial.

Para apoiar empresas na adaptação a esse novo ciclo, Beatriz Ambrosio elencou cinco tendências que devem orientar a comunicação de negócios no próximo ano: 

1. O retorno do brand awareness como pilar estratégico

Durante anos, o brand awareness foi tratado como um investimento secundário, muitas vezes deixado de lado em favor de resultados imediatos. Em 2026, esse cenário se inverte, e empresas fortes voltam a ser vistas como diferencial em mercados saturados. O fortalecimento do negócio reduz a dependência de mídia paga, melhora as taxas de conversão e gera reconhecimento sustentável. A construção de reputação deixa de ser oposta à performance e passa a funcionar como sua base estratégica. “Esse atributo deixa de ser um conceito abstrato e passa a ser um ativo econômico. Em mercados onde todo mundo comunica, quem é lembrado com clareza e propósito conquista uma vantagem que não pode ser comprada apenas com mídia”, destaca Beatriz.

2. Inteligência artificial como copiloto e não como protagonista

A IA generativa se popularizou rapidamente e transformou a criação de conteúdo, mas essa abundância também trouxe como efeito colateral a padronização das mensagens e a perda de profundidade. Em 2026, a tecnologia se consolida como apoio estratégico ao acelerar processos, organizar dados e ampliar capacidades humanas, enquanto decisões, narrativa e posicionamento permanecem sob a responsabilidade das lideranças e das equipes de comunicação.

3. CEOs e executivos retomam protagonismo na comunicação

Em meio ao excesso de conteúdo genérico, o mercado volta a valorizar vozes com contexto, visão e autoridade. Executivos deixam de ser apenas porta-vozes institucionais e passam a atuar como intérpretes do cenário econômico, social e tecnológico. Esse movimento fortalece tanto a reputação pessoal quanto a da empresa, atendendo à demanda da imprensa e do público por análises mais profundas, posicionamentos claros e discursos menos publicitários. “O público não busca mais discursos institucionais, mas leitura de contexto. Quando executivos assumem a comunicação, a marca ganha profundidade, visão e credibilidade, algo que nenhum anúncio consegue substituir", afirma Beatriz.

4. Confiança se consolida como KPI central

Alcance e engajamento já não são suficientes para medir o impacto da comunicação. No próximo ano, a confiança se torna uma métrica-chave, influenciando decisões de compra, parcerias e investimentos, especialmente no mercado B2B. Construir confiança exige consistência entre discurso e prática, transparência em momentos críticos e alinhamento real entre o que a marca comunica e o que entrega em produto e experiência.

5. Integração total entre PR, marketing e produto

As estruturas tradicionais, em que áreas como Relações Públicas (PR), marketing e produto operam de forma isolada, com pouca troca de informação e alinhamento estratégico, deixam de fazer sentido. Comunicação eficiente passa a nascer da integração entre relações públicas, marketing e produto, garantindo coerência entre narrativa, posicionamento e proposta de valor.

Empresas que alinham essas áreas conseguem contar histórias mais legítimas, fortalecer reputação e gerar impacto real no mercado, evitando promessas desconectadas da realidade operacional. “Quem conseguir integrar tecnologia com estratégia, dados com narrativa e awareness com performance vai se destacar. O mercado não busca mais apenas visibilidade, mas marcas responsáveis, coerentes e confiáveis”, conclui Beatriz.

Sobre a Mention

Fundada em setembro de 2022, pela empresária Beatriz Ambrosio, a Mention é a primeira startup de Relações Públicas da América Latina. A PRTech oferece a seus clientes uma plataforma tecnológica e ágil para o desenvolvimento de estratégias de reputação e relacionamento com a imprensa e para a produção de conteúdos, como releases e artigos

YouTube Shopping chega no Brasil: como creators, marcas e a própria plataforma se beneficiam do social commerce?

Por: Danilo Nunes

Com estratégias de social commerce ganhando protagonismo na creator economy, plataformas correm para expandir seus programas de afiliados e entrar no jogo dos marketplaces. Shopee, Amazon, TikTok e YouTube apresentam modelos distintos — com impactos para criadores que buscam novas fontes de receita, para marcas em busca de conversão e para seus próprios negócios.

Quatro meses após a chegada do TikTok Shop ao Brasil, no evento Made in YouTube 2025, o YouTube anunciou atualizações de IA para potencializar a criação na plataforma e a expansão do seu programa global de afiliados para o Brasil, incluindo as ferramentas de shopping. Agora, criadores podem marcar e disponibilizar produtos para compra em vídeos e shorts, eliminando atritos na jornada de compra via creators.

Com o anúncio, o YouTube Shopping iniciou oficialmente suas operações no Brasil, em parceria com Mercado Livre e Shopee. A chegada marca a expansão prática do programa de afiliados da plataforma no país, permitindo que criadores incluam links de produtos diretamente em vídeos, transmissões ao vivo, Shorts e postagens. Para participar, é necessário integrar o Programa de Parcerias do YouTube (YPP), ter pelo menos 10 mil inscritos e atender a alguns critérios de elegibilidade definidos pela plataforma.

YouTube Shopping chega com força ao Brasil

A iniciativa global já conta com mais de 500 mil criadores e um crescimento de cinco vezes em GMV (Gross Merchandise Volume) em relação ao ano anterior. O programa cria uma nova fonte de receita para criadores, além de anúncios e patrocínios, e impulsiona o formato shorts, transmissões ao vivo e colaborações. O conteúdo ganha mais relevância por estar atrelado à visibilidade de um produto, aumentando performance e engajamento.

Com essa estratégia, o YouTube também passa a monetizar diretamente as vendas - antes, quando um criador fazia publicidade, a plataforma não lucrava de forma direta. Agora, o rastreamento é facilitado e o negócio se torna uma vitrine de compras.

Para as marcas, a vantagem está em estruturar criadores como canal de vendas, com métricas, relatórios e possibilidade de alcance orgânico consistentes. A funcionalidade substitui o tradicional “link na bio/descrição” e o trackeamento via UTMs, encurtando a jornada de compra e atribuindo vendas com clareza.

Os desafios envolvem preparar catálogos compatíveis, definir regras de comissão e logística e abandonar a lógica de campanhas isoladas para mergulhar em um ecossistema onde entretenimento gera confiança, confiança gera conversão e conversão retroalimenta o algoritmo, com a credibilidade do influenciador como diferencial.

No live commerce, a plataforma traz o modo de prática, que permite testar equipamentos e comunicação antes de abrir a live ao público. Para criadores avançados, a novidade é a transmissão simultânea em horizontal e vertical, atendendo ao público tradicional e aos fãs de Shorts.

Qual a diferença de demais programas de afiliados e marketplaces?

O programa de afiliados da Shopee e do TikTok Shop prioriza social commerce e lives, onde a urgência impulsiona conversões. Marcas se beneficiam de volume imediato, mas podem diluir sua identidade em ambientes dominados por descontos. Criadores têm entrada fácil e ganho rápido, mas precisam de presença constante ao vivo ou produção em massa para manter o alcance.

O Amazon Associates segue o modelo clássico baseado em links, oferecendo grande distribuição, mas pouco controle criativo. Para criadores, há flexibilidade e catálogo amplo, mas com menor engajamento que formatos mais interativos.

O YouTube Shopping aposta na integração nativa, permitindo marcar produtos diretamente em vídeos, transmissões e Shorts. A plataforma tem a vantagem de contar com criadores consolidados e audiências acostumadas a buscar reviews e tutoriais antes da compra. As comissões são atribuídas às vendas, oferecendo ROI mais claro às marcas, mas ganhos menos previsíveis para criadores em um programa recente.

O catálogo do YouTube ainda é limitado, priorizando integrações premium. Marcas ganham destaque, mas têm menos opções que Shopee e TikTok, que focam em produtos baratos e de alta rotatividade. A Amazon segue imbatível em diversidade, mas a atenção é diluída entre milhares de concorrentes e as comissões são menores.

O que falta descobrir sobre o YouTube Shopping no Brasil?

Ainda não há data confirmada para o lançamento, nem detalhes sobre percentuais de comissão que criadores receberão ou quais varejistas estarão aptos para participar. Também não foram divulgados os critérios de elegibilidade para os canais — se haverá exigência de inscritos ou categorias específicas de conteúdo.

Na vertical de Creative Strategy da Thruster, trabalhamos há um ano com o YouTube Shopping. É possível vender produtos próprios ou de terceiros. Para vender produtos próprios, o canal deve estar no Programa de Parcerias do YouTube (YPP), ter o número mínimo de inscritos ou ser um Canal Oficial de Artista, não ter público definido como “conteúdo para crianças” e não possuir violações de políticas. Para vender produtos de terceiros, além de estar no YPP, o canal precisa ter mais de 10 mil inscritos, não pode ser de música, nem estar associado a gravadoras ou distribuidoras e não pode ter infrações ativas das Diretrizes da Comunidade.

Dobre Danilo Nunes

Professor, pesquisador da Creator Economy e CEO e Fundador da Nudgy - primeira agência brasileira especializada em construir e alimentar sistemas criativos com foco em performance - com atuação nacional e internacional. Além de ser o principal mentor brasileiro de Creative Strategy para profissionais de criação que querem internacionalizar suas carreiras.

Como voltar à universidade organizado: 4 práticas das Empresas Juniores que ajudam a começar o semestre com clareza

Planejamento semanal, mapeamento de riscos e revisões de rota, métodos do MEJ reduzem a ansiedade estudantil e aumentam a previsibilidade no retorno às aulas

O início do semestre costuma provocar ansiedade entre universitários que precisam conciliar leituras, trabalhos, monitorias e vida pessoal. Para a Confederação Brasileira de Empresas Juniores (Brasil Júnior), a lógica de organização utilizada nas Empresas Juniores pode ajudar estudantes a recuperar controle sobre a rotina.

O Movimento Empresa Júnior, presente em 270 instituições de ensino com mais de 1,4 mil EJs e 25 mil estudantes ativos, aplica modelos de gestão adaptados do mercado em projetos reais para pequenos negócios, ONGs e iniciativas locais. Em 2024, o MEJ reinvestiu mais de R$ 88 milhões na formação de seus membros.

Segundo Caio Leal, presidente da entidade, o método funciona porque transforma o semestre em microentregas. “Quando o jovem aprende a mapear demandas, definir prioridades e revisar rotas com frequência, ele entende que é possível cumprir entregas mesmo em períodos curtos”, afirma.

De acordo com Caio, quatro práticas simples fazem diferença logo nas primeiras semanas de aula:

  1. Planejamento semanal com ritos claros
    Em vez de olhar o semestre como um bloco de incertezas, estudantes podem adotar o método usado nas EJs: quebrar as disciplinas, trabalhos e atividades extracurriculares em microtarefas distribuídas ao longo da semana. Essa divisão dá uma sensação de conseguir avançar. Não é sobre fazer tudo de uma vez, e sim criar constância.
  2. Mapeamento de riscos e oportunidades
    Ferramentas como SWOT, comuns na rotina de projetos das EJs, ajudam a identificar pontos críticos do semestre, como matérias com maior carga, horários apertados, semanas com múltiplas provas e riscos de atraso. Esse diagnóstico simples evita surpresas e permite ajustar rotinas antes que a sobrecarga se instale.
  3. Revisões de rota ao longo do período
    Outra prática típica das EJs é a revisão periódica de desempenho. Na metade do semestre, o estudante avalia o que funcionou e o que travou. Revisões evitam descobertas tardias sobre baixo desempenho.
  4. Retrospectivas e lições aprendidas
    Método comum nas EJs, ao final de cada ciclo, a análise de acertos e erros aumenta a clareza sobre hábitos e padrões de estudo.

Como a lógica do MEJ melhora a rotina de estudos

Para Caio, a principal contribuição das EJs é formar um estudante protagonista. “A lógica de entregas e priorização cria uma aprendizagem mais ativa. O jovem aprende a caminhar com as próprias pernas e buscar metodologias fora da bolha da universidade”, afirma.

Essa autonomia, segundo ele, se traduz em:

  • Maior capacidade de priorizar o que importa,
  • Facilidade para estruturar a semana,
  • Postura mais profissional diante das próprias responsabilidades,
  • Repertório ampliado para resolver problemas.

O estudante que vivencia a dinâmica de uma EJ passa a enxergar o semestre não como um desafio caótico, mas como um projeto que pode ser planejado, executado e revisado com clareza. “Quando ele entende isso, a ansiedade diminui porque a previsibilidade aumenta”, conclui Caio.

Sobre Brasil Júnior

A Brasil Júnior é a entidade responsável por coordenar o Movimento Empresa Júnior (MEJ) no Brasil. Como organização sem fins lucrativos, tem a missão de formar líderes empreendedores e conectar estudantes universitários a desafios reais do mercado. Atualmente, o MEJ conta com 25 mil jovens, reúne 1.449 empresas juniores e está presente em 270 instituições de Ensino Superior. Em 2024, o movimento faturou mais de R$ 88 milhões, valor 100% reinvestido na capacitação dos membros.

Sobre Presidente Executivo da Brasil Júnior 

Caio Leal é mineiro e estudante de Ciência Política na Universidade de Brasília (UnB). Ingressou no Movimento Empresa Júnior (MEJ) em 2020 e ocupou diferentes cargos de liderança. Já foi Presidente Organizacional da Strategos Consultoria Política Jr., Diretor de Relacionamento da Federação de Empresas Juniores do Distrito Federal (CONCENTRO-DF) e Líder de Relações Institucionais e Governamentais da Brasil Júnior. Agora, à frente da Brasil Júnior, busca fortalecer o impacto do MEJ no Brasil, aproximar jovens empreendedores do mercado e ampliar as oportunidades dentro das universidades.

Fim da escala 6×1 pode mudar varejo em 2026 e especialista aponta cinco ações para não perder vendas

Com o avanço da pauta no Senado, a Smart Consultoria apresenta medidas práticas para que varejistas preservem receita, margem e experiência do cliente durante a transição

Uma pesquisa do Instituto Locomotiva/QuestionPro revelou que 57% dos brasileiros são favoráveis ao fim da escala 6x1, enquanto um levantamento da Nexus Pesquisa apresentou 65% como apoiadores da redução da jornada de trabalho. A pauta avançou na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado e agora tramita para análise no Plenário, com audiências públicas e propostas de lei que podem abolir gradualmente o modelo de escala 6x1, amplamente utilizado no varejo brasileiro. A Smart Consultoria, especializada em estratégia para marcas de consumo, observou esse choque de realidade como oportunidade para se adaptar. “Operações pesadas e pouca produtividade individual não funcionam mais no cenário atual”, explica Eduardo Schuler, CEO da empresa.

Estudo da Federação das Indústrias de Minas Gerais (FIEMG) sugere que a extinção da escala 6x1 poderia reduzir até 16% do PIB, reforçando a necessidade de repensar processos internos e investir em tecnologia. Para empresas de varejo e consumo, mudanças na escala afetam diretamente disponibilidade de loja, atendimento e conversão, tornando o tema essencial para operações, RH e estratégias de crescimento. Diante desse cenário, o especialista apresenta cinco medidas práticas para manter vendas e produtividade:

1. Otimizar horários e turnos com base em dados reais 

Analisar fluxo de clientes, conversão por hora e ticket médio permite criar escalas mais inteligentes, evitando horas ociosas e direcionando colaboradores para onde geram mais impacto. “Quando entendemos os horários de pico, conseguimos reduzir custos sem prejudicar o atendimento e aumentar a produtividade individual”, destaca Schuler.

2. Apoiar vendedores com tecnologia e inteligência artificial

Sistemas de IA oferecem sugestões automáticas de produtos, histórico detalhado do cliente e gatilhos de cross-sell e upsell, permitindo que cada vendedor gere mais resultado. “Um vendedor apoiado por tecnologia consegue entregar o dobro de performance sem aumentar equipe”, pontua o executivo.

3. Transformar vendas digitais em vantagem competitiva 

Captar leads, entender intenções de compra e preparar atendimento personalizado antes da visita física aumenta conversão e reduz dependência de esforço presencial. “Investir no digital não é luxo, é condição para que o varejo sobreviva ao fim da 6x1”, reforça o especialista.

4. Redesenhar processos internos e automatizar tarefas repetitivas 

Automação de estoque, relatórios e registros libera a equipe para atividades que impactam diretamente a receita, tornando a operação mais ágil e eficiente. “Ao eliminar tarefas sem valor, conseguimos que a equipe foque no que realmente gera lucro”, afirma o CEO da Smart Consultoria.

5. Gerir performance e não presença 

Avaliar indicadores como fluxo de clientes, conversão por turno e retorno por hora permite remunerar equipes por resultados e alocar colaboradores estrategicamente. “Mudar o foco de horas trabalhadas para performance transforma eficiência operacional em vantagem competitiva”, explica.

Com o avanço das discussões no Senado, varejistas que anteciparem a transição e adotarem inteligência operacional e tecnologia estarão à frente no mercado. Schuler observa: “O fim da escala 6x1 não representa o fim do varejo, mas o fim do varejo ineficiente. Quem aprende a vender inteligência terá escala, produtividade e futuro”.

Sobre a Smart Consultoria

A Smart Consultoria, com 11 anos de experiência, aplica tecnologia, capacitação e metodologias inovadoras para potencializar resultados em marcas como Adidas, Melissa, Farm e O Boticário, consolidando-se como referência em transformação digital e crescimento estratégico de vendas.

Eficiência operacional se torna a principal ferramenta das empresas em 2026

Por: Rafael Calixto, CEO da Zydon

Entrar no próximo ano operando com processos manuais de criação de orçamentos será um risco estratégico. Em um cenário marcado por instabilidade econômica, pressão por margens, avanço acelerado da inteligência artificial e clientes cada vez menos pacientes, a velocidade de resposta passa a ser um fator determinante de competitividade. Empresas que ainda dependem de planilhas, aprovações manuais e retrabalho estarão, na prática, abrindo espaço para concorrentes mais ágeis. A automação de orçamentos deixa de ser tendência e se consolida como condição básica para escalar.

O contexto macroeconômico reforça essa urgência, em que a combinação de novas tributações sobre grandes plataformas digitais, volatilidade cambial, inflação de custos e um mercado digital cada vez mais saturado cria um ambiente onde eficiência operacional não é opcional. Enquanto a América Latina caminha para ultrapassar US$ 200 bilhões em vendas online, segundo estimativas da eMarketer, o crescimento por si só não garante sobrevivência. O diferencial estará na capacidade de operar com precisão, previsibilidade financeira e velocidade comercial.

Nesse ambiente, o processo de vendas assume um novo papel. Orçamentos que levam horas ou dias para serem gerados não apenas atrasam decisões, mas também aumentam o risco de erros, inconsistências de preço e perda de oportunidades. Em mercados altamente competitivos, o cliente que espera por uma proposta costuma fechar com quem responde primeiro, desde que a resposta seja clara, correta e confiável. Automatizar orçamentos significa transformar o time comercial em um motor de resposta rápida, alinhado às regras de negócio, políticas comerciais e margens desejadas. 

Dados da Thunderbit, por exemplo, indicam um ROI médio de 544% em três anos para empresas que investem em automação comercial. Esse número ajuda a explicar por que, em 2026, a discussão não será mais “se” automatizar, mas “o quão rápido” isso será feito. Orçamentos gerados em minutos deixam de ser um diferencial e passam a ser o novo padrão esperado pelo mercado.
 
Estudos da Adobe indicam que empresas que adotam automação registram até 25% mais retorno em ações de vendas e marketing. Já a McKinsey aponta que cerca de 45% das tarefas hoje realizadas por trabalhadores podem ser automatizadas com tecnologias já disponíveis, o que reduz custos, minimiza erros e libera tempo para atividades estratégicas. No contexto comercial, isso significa menos esforço operacional e mais foco em relacionamento, negociação e fechamento.
 
Em um cenário de incerteza, empresas com maior previsibilidade financeira tendem a sobreviver e crescer com mais consistência. Automatizar orçamentos contribui diretamente para esse controle, ao garantir padronização de preços, aplicação correta de impostos, descontos e condições comerciais. Além disso, permite simulações rápidas, ajustes estratégicos e maior segurança na tomada de decisão, especialmente em ambientes B2B complexos.

A automação também resolve um gargalo cada vez mais evidente, que é a escassez de talentos especializados. Ferramentas de inteligência artificial e automação comercial permitem que pequenas e médias empresas operem com níveis de eficiência antes restritos a grandes corporações. Segundo o Sebrae, negócios que adotam automação podem aumentar a produtividade em até 30% já no primeiro ano, além de melhorar indicadores de satisfação do cliente e eficiência operacional. Isso redefine a lógica de crescimento, já que não se trata de contratar mais, mas de operar melhor.

No fim, o futuro das vendas não será definido apenas por quem vende mais, mas por quem vende melhor, com mais velocidade, menos erros e maior controle. Empresas que entenderem isso agora estarão preparadas para um cenário mais competitivo e instável. As demais descobrirão, tarde demais, que a lentidão operacional cobra um preço alto. Em 2026, orçamentos prontos em minutos não serão um luxo tecnológico, mas a linha que separa crescimento sustentável de estagnação.

Sobre Rafael Calixto:
Especialista em vendas B2B, com vasta experiência em modernização de processos comerciais, integração de tecnologia nas vendas, idealizador de soluções com Agentes Inteligentes de Pedidos (AIP) para vendas B2B em escala e CEO da Zydon

Férias: o impacto do descanso na saúde, produtividade e engajamento da equipe

Mariana Villalva, sócia da EXEC, aborda como as férias contribuem para a saúde mental, aumentam a produtividade e fortalecem o equilíbrio entre vida pessoal e profissional

Férias. Essa palavra soa como mágica no ouvido de quem trabalha e fazer aquela parada estratégica é fundamental. Descansar, recarregar as baterias, viajar, cuidar da vida pessoal e desfrutar de bons momentos com a família. Cada um escolhe o que melhor lhe faz bem nesse período tão valioso. Porém, de acordo com uma pesquisa feita pela Expedia com 11,5 mil pessoas ao redor do mundo, 62% dos trabalhadores sentem que tiram menos férias do que deveriam.
 

No Brasil, a situação é semelhante, o que vem refletindo no aumento de problemas como o burnout. Segundo dados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), do Ministério da Previdência Social, no ano passado 421 pessoas foram afastadas do trabalho por conta desse problema. O levantamento mostrou ainda que, em uma década, o número de afastamentos por esse motivo saltou quase 1.000%.
 

Para Mariana Villalva, sócia da EXEC, consultoria especializada na seleção e desenvolvimento de altos executivos e conselheiros, as férias são essenciais para a recuperação física, mental e emocional. “Elas permitem que o colaborador se desconecte do trabalho, reduza o estresse e renove as energias. Com minha experiência pessoal, percebi o impacto positivo que isso tem, principalmente na saúde mental”, comenta, após vivenciar episódios de quase dois burnouts ao longo de sua carreira.
 

A rotina de trabalho sem pausa foi realidade na vida de Mariana durante muitos anos. “Trabalhar sem pausas leva ao esgotamento, à perda de clareza e, no longo prazo, compromete a saúde. Antes de mudar a minha rotina, cheguei a acumular 90 dias de férias não tiradas após sete anos em uma empresa. Hoje, vejo o quanto isso foi prejudicial, com impactos em doenças oportunistas recorrentes, dores no corpo e até cirurgia no estômago”, conta a sócia da EXEC.
 

Mariana aborda que, antigamente, tinha dificuldade em se desconectar. No entanto, percebeu os benefícios obtidos com as férias. “Após um período de descanso, volto mais focada, criativa e preparada para tomar decisões estratégicas. Tenho viajado muito mais e me dedicado a mim mesma. E, na contramão, sigo captando muitos projetos e trazendo excelentes resultados para a empresa”, enfatiza.
 

Liderança e engajamento
 

Para Mariana, o papel da liderança é fundamental para garantir que os colaboradores tirem férias corretamente. “O líder deve dar o exemplo, mostrando que é seguro e saudável se desconectar, além de reforçar que a pausa é necessária para manter o equilíbrio e a produtividade. Após a mudança que vivi, tento passar isso para as pessoas ao meu redor. Nos últimos anos, tenho tirado 30 dias de férias ao longo do ano, mesmo que não sejam corridos e sempre incentivo meu time a fazer o mesmo, incentivando-os a priorizar o descanso e a cuidar da saúde física e mental. Já trouxe até técnicas de meditação para iniciar reuniões do time”, ressalta.
 

Quando os colaboradores conseguem descansar, eles se sentem mais valorizados e energizados. “É algo que venho tentando reforçar com o grupo: o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional é essencial para se manter engajado”, diz Mariana.
 

Para criar uma cultura que valoriza o descanso, aderir ao planejamento e transparência é fundamental. “Incentivar férias programadas, promover conversas abertas sobre saúde mental e reforçar que todos têm direito ao descanso cria um ambiente mais saudável. Dividir responsabilidades de forma antecipada e garantir que o colaborador se sinta seguro para se desconectar é crucial. Hoje faço questão de planejar e respeitar os períodos de descanso da equipe”, reitera a profissional.
 

Além disso, manter o respeito também ajuda que o período seja bem aproveitado pelo colaborador. “Estabelecemos práticas para evitar mensagens ou ligações desnecessárias e sempre incentivamos o uso de respostas automáticas durante as férias”.
 

Mariana diz que, ao adotar práticas como meditação, constelação familiar e reiki, percebeu o quanto cuidar da saúde mental e física é transformador. “Tento levar essa visão para o time e para a empresa, promovendo um ambiente que valorize o equilíbrio. Isso faz toda a diferença para a qualidade de vida dos colaboradores”, conclui.

Guilherme Tavares estreia na TV com o programa “Resgate” e recebe Angela Bismarck, Glória Simoni e Rô Pires

O estilista e comunicador Guilherme Tavares faz sua estreia na televisão com o programa Resgate, uma nova atração que aposta em narrativas reais de superação, fé, trajetória e reinvenção. A proposta une moda, gastronomia e lifestyle em uma abordagem sensível, contemporânea e profundamente humana.

No episódio inaugural, o programa recebe três convidadas especiais: Angela Bismarck, Glória Simoni Furiati e Rô Pires. As participantes compartilham histórias marcantes de vida, desafios pessoais e profissionais, além dos caminhos que trilharam para a reconstrução de suas identidades e carreiras.

Resgate nasce com o objetivo de dar voz a experiências inspiradoras, estimulando reflexões sobre escolhas, criatividade, propósito e transformação. A cada edição, celebridades e convidados especiais apresentam novas perspectivas, prometendo emocionar o público e trazer aprendizados ao longo da temporada.

Exibição: quintas-feiras, às 24h30
Canal: TV C Rio – Claro Rio / NET | Canal 6

Resgate — Celebridades. Histórias reais. Superação.