Mês: fevereiro 2026

Circuito Oceânico Veleiros da Ilha Hantei confirma sucesso na abertura e registra recorde de participantes em dia de regatas de percurso em Jurerê

Circuito Oceânico Veleiros da Ilha Hantei teve um início de alto nível nesta quinta-feira (5), com a realização das regatas de percurso (Regata Longa) para todas as classes, na sede de Jurerê do Iate Clube de Santa Catarina – Veleiros da Ilha. As condições de velejo favoreceram disputas técnicas e estratégicas ao longo de todo o dia, com vento predominante de leste entre 10 e 12 nós, sol e condições perfeitas para as disputas. 

Na classe ORC, o destaque do dia foi o Inae Soto (Soto 40 OD), que venceu a regata com tempo corrigido de 4h12min12s, seguido pelo Terroso (Carabelli 53) e pelo Wairua (Farr One Design), em uma disputa bastante equilibrada entre as principais embarcações da flotilha.

Nas Super Series 30’, o Ponta Firme (HPE30) foi o mais rápido no tempo real, completando o percurso em 4h50min08s, à frente do Zeus Team e do Bravo, que completaram as três primeiras posições do dia. 

Entre as flotilhas RGS, a regata de percurso confirmou o alto nível técnico da competição. Na RGS A, a vitória ficou com o Homo Erectus, enquanto na RGS B o Gaivota 12 garantiu a primeira colocação. Já na RGS Cruzeiro A, o Salvo Conduto foi o vencedor do dia, e na RGS Cruzeiro B, o Bruxo levou a melhor após as correções de tempo.

O sucesso dentro da água reflete também nos números do evento. A edição 2026 do Circuito registra um recorde de participação, com 55 barcos inscritos e mais de 400 velejadores reunidos em Florianópolis. Para o Comodoro Junior, do Veleiros da Ilha, o resultado reforça a consolidação do Circuito no calendário nacional:

Estamos muito satisfeitos com a abertura do Circuito. Ter 55 barcos inscritos e mais de 400 velejadores envolvidos é um marco para o clube e para o evento. O nível técnico das regatas e o engajamento das equipes mostram que estamos no caminho certo, entregando um campeonato forte, bem organizado e que valoriza a vela oceânica”, destaca o Comodoro.

A programação esportiva segue até domingo (8), com a realização de regatas barla-sota e novas regatas de percurso, que serão definidas diariamente pela Comissão de Regatas, de acordo com as condições.

Além das disputas na água, o evento conta com uma programação social intensa, que complementa a experiência dos velejadores e do público ao longo de toda a semana, com atrações musicais, ações de hospitalidade, ativações e momentos de confraternização no clube.

Evento registra recorde de 55 barcos e mais de 400 velejadores no primeiro dia de regatas
Fotos: Pedro Malamam/Heusi Action/Veleiros da Ilha

Na era da IA, as People Skills são a nova vantagem competitiva

Para a neurocientista Carol Garrafa, CEO da Santé, o cérebro precisa ser treinado para usar a tecnologia como apoio, não como substituto do pensamento

A inteligência artificial avança em ritmo acelerado e é hoje um dos temas mais debatidos do mundo. Pesquisa feita pela Ipsos e o Google com mais de 20 mil pessoas em 21 países mostrou que, em 2024, o Brasil ficou acima da média global no uso de inteligência artificial (IA), com 54% dos brasileiros relatando que utilizaram IA generativa enquanto a média global ficou em 48%. 

Mas, enquanto as máquinas se tornam mais eficientes, uma pergunta ganha força no debate científico e corporativo: o que, afinal, continua sendo exclusivamente humano e por que isso importa tanto agora?

Segundo Carol Garrafa, engenheira e neurocientista, o crescimento da IA não diminui o valor das pessoas, mas reposiciona as competências que realmente fazem a diferença. “A tecnologia executa funções, mas não constrói  relacionamentos, não  toma decisões com base em ética e nem é capaz de atuar para o desenvolvimento pessoal e profissional das equipes”, diz a especialista.

Nesse cenário, ganham protagonismo as chamadas People Skills, as chamadas habilidades sociocomportamentais ligadas ao autoconhecimento, à empatia, à comunicação, à gestão emocional e à capacidade de se relacionar. 

De acordo com Carol, a neurociência prova que essas competências ativam circuitos cerebrais responsáveis pela tomada de decisões conscientes, cooperação social e construção de confiança. “Elas não tem nada de ‘soft’, termo usado popularmente para defini-las, mas que pode trazer uma conotação errada de ‘macio’, ‘leve’, e, portanto, de que são menos importantes que as ‘hard skills’( capacidades técnicas). Na verdade, elas são habilidades complexas, treináveis e absolutamente estratégicas, especialmente em um mundo cada vez mais mediado por algoritmos”, argumenta.

A neurociência reforça que o cérebro humano não opera apenas com lógica e dados: ele integra emoção, memória, valores e contextos sociais, todos estes elementos que nenhuma inteligência artificial conseguiria reproduzir de forma genuína. “Quanto mais automatizado o ambiente, maior a necessidade de pessoas capazes de interpretar nuances, lidar com ambiguidades e fazer escolhas éticas”, destaca a especialista.

Outro ponto de atenção é o impacto negativo do uso excessivo da tecnologia. “A dependência de respostas rápidas e automáticas pode reduzir a capacidade de atenção profunda e provocar superficialidade cognitiva”, diz Carol.

Portanto, para a especialista, desenvolver People Skills não é apenas uma vantagem competitiva, mas um plano de ação para conquistar mais saúde mental e ter um desempenho sustentável a longo prazo. “O cérebro precisa ser treinado para usar a tecnologia como apoio, não como substituto do pensamento”, alerta. “A IA só pode acelerar o mundo em que vivemos até certo ponto, a mente e as emoções humanas continuarão sendo imprescindíveis quando falamos de equilíbrio e saúde mental”, conclui. 

Sobre Carol Garrafa: engenheira de formação, com especialização em Neurociência e MBA em Finanças, além de MBA na EM Lyon (França), Carol Garrafa é a idealizadora do Método Santé, iniciativa que já transformou equipes corporativas e impactou milhares de pessoas ao integrar propósito, produtividade e bem-estar.  É autora do livro People Skills: uma vida de propósito (Editora Dialética). Palestrante, mentora e conselheira de empresas, leva sua experiência em estratégia e People Skills como ferramenta de potencialização dos cérebros e resultados para o ecossistema corporativo. Antes de dedicar-se ao estudo profundo do comportamento humano, construiu uma carreira sólida no mercado financeiro, atuando em instituições como Itaú Unibanco e Coca-Cola, onde liderou áreas ligadas à estratégia e negócios digitais.

Sobre a Santé: A Santé é uma consultoria especializada em People Skills e neurociência aplicada à liderança, fundada por Carol Garrafa. Com metodologia própria, a empresa atua no desenvolvimento humano dentro das organizações, promovendo equilíbrio entre performance, propósito e bem-estar. Já impactou mais de um milhão de pessoas e mais de 150 empresas, entre elas TikTok, iFood, Azul, Itaú, Porsche Consulting e GFT. A Santé acredita que “felicidade gera lucratividade”, e que o verdadeiro sucesso nasce quando líderes aprendem a equilibrar razão, emoção e propósito.

Maior produtora de espumantes do Brasil e líder no mercado nacional, Salton reforça sua presença internacional

Em fevereiro e março, a marca estará presente em grandes eventos do setor vinícola na França e na Alemanha

Reconhecida como a maior exportadora de espumantes do Brasil, a Salton inicia o calendário de 2026 reforçando sua presença no mercado global. Com produtos que já chegaram a mais de 30 países, a vinícola estará em dois dos eventos mais influentes do setor vitivinícola mundial: a Wine Paris, em fevereiro, na França, e a ProWein Düsseldorf, na Alemanha, em março.

A estratégia da vinícola foca na consolidação da imagem do Brasil como produtor de vinhos e espumantes de alto padrão, o que é comprovado em números: em 2025, a Salton recebeu mais de 90 medalhas dentro e fora do país. Além disso, a companhia lidera o mercado nacional de espumantes desde 2005 e, nos últimos cinco anos, exportou quase seis milhões de garrafas para 32 países.

A programação inicia já em fevereiro. De 9 a 11, a Salton integrará pela primeira vez o pavilhão brasileiro na Wine Paris, na capital francesa. Além de marcar presença no evento, uma ação estratégica está programada para o dia seguinte do encerramento da feira: uma Masterclass organizada pela Wines of Brazil na Embaixada do Brasil em Paris, onde os rótulos da Salton serão apresentados a especialistas e formadores de opinião europeus.

Salton chega na Alemanha com espumantes brasileiros e bebidas não alcóolicas

De 15 a 17 de março, a equipe da vinícola retorna à Europa na ProWein, em Düsseldorf, considerada a principal feira mundial de vinhos e destilados. Além de seus "ícones", com espumantes que colecionam medalhas nos mais rigorosos concursos internacionais, a Salton aposta em uma tendência global de consumo: a categoria de bebidas não alcoólicas.

"Acreditamos no potencial da ProWein que, de forma profissional, proporciona grandes oportunidades de reencontro com clientes e ampliação da nossa rede de contatos, recebendo visitantes do mundo todo", destaca o Gerente de Comércio Exterior da Salton, Cesar Baldasso.

As expectativas para esta edição são altamente positivas, impulsionadas pelo "crescente interesse do mercado global, especialmente pelos espumantes brasileiros", que se distinguem por seu estilo único, vibrantes, repletos de frescor e jovialidade e que expressam, através de aromas e sabores, o toque de brasilidade que tanto encanta paladares mundo afora.

Sobre a Salton

Com 115 anos de história, a Salton é a vinícola mais antiga em atividade no Brasil e consolidou-se como a marca número 1 de espumantes no país (Wine Intelligence), liderando a categoria no mercado nacional desde 2005 (Nielsen). Reconhecida como a maior exportadora de espumantes do Brasil, a companhia projeta a excelência do terroir brasileiro para mais de 30 países.

Por meio do seu Núcleo de Inovação, Pesquisa & Desenvolvimento, a Salton projeta soluções que elevam o padrão de qualidade e a competitividade da vitivinicultura nacional. Suas operações são estrategicamente divididas em quatro unidades: a Vinícola Salton (Bento Gonçalves-RS), a Azienda Domenico (Santana do Livramento-RS), o Complexo Presidente (Jarinu-SP) e a Enoteca Salton (São Paulo-SP).

Neurocomunicação no mercado Imobiliário de alto luxo: Ciência, emoção e Estratégia

Por: Gabriela Dias - CEO da GET Comunicações e Neurocomunicóloga

O mercado imobiliário de alto luxo brasileiro vive um momento histórico. Em 2025, segundo levantamento da Brain Inteligência Estratégica, publicado pela Forbes Brasil, o segmento apresentou um salto expressivo: o Valor Geral de Vendas (VGV) lançado avançou 120%, alcançando R$ 37,1 bilhões, enquanto o VGV vendido cresceu quase 90%, somando R$ 34,3 bilhões. Esse desempenho confirma que o setor de alto padrão não apenas resiste às oscilações econômicas, mas se consolida como motor estratégico do mercado imobiliário nacional.

Mesmo diante da desaceleração global no consumo de bens premium, o Brasil registrou 12,8% de aumento nas transações em 2024 e manteve expansão em 2025, impulsionado por investidores estrangeiros, câmbio favorável e novas tendências em sustentabilidade e tecnologia.

Para 2026, a expectativa é de continuidade da expansão, com foco ainda maior em tecnologia (realidade aumentada, inteligência artificial e automação residencial), ESG (certificações verdes e práticas ambientais), personalização extrema (plantas flexíveis e acabamentos sob medida) e experiência humanizada, em que o imóvel é percebido não apenas como produto, mas como estilo de vida e legado.

Essa evolução do mercado não pode ser compreendida apenas sob a ótica econômica: ela exige uma leitura profunda do comportamento humano. É nesse ponto que a neurocomunicação se torna decisiva. Se o luxo cresce porque entrega status, pertencimento e inovação, a comunicação precisa ser capaz de traduzir esses atributos em narrativas que ativem emoção, razão e experiência. A ciência do cérebro aplicada ao marketing imobiliário é o elo que conecta os números de mercado às decisões de compra, e que transforma dados em estratégia.

O cérebro e a decisão de compra

Pesquisas recentes em neuromarketing e comportamento do consumidor, incluindo estudos de Gerald Zaltman da Harvard Business School, mostram que entre 80% e 95% das decisões de compra são guiadas por processos emocionais e inconscientes, mesmo em transações de alto valor. Isso não significa que a razão esteja ausente: a neurociência contemporânea demonstra que a decisão é híbrida, resultado da integração entre emoção predominante e avaliação racional.

Em vez de compartimentos isolados, hoje sabemos que redes neurais integradas trabalham em conjunto:

  • Sistema de recompensa: estruturas como o núcleo accumbens, ligado ao prazer e à motivação, e o córtex pré-frontal, responsável por avaliar valor e tomada de decisão, entram em ação liberando dopamina quando o consumidor percebe status, exclusividade ou oportunidade de ganho.
  • Processamento emocional: memórias afetivas e vínculos sociais influenciam diretamente a percepção de valor, tornando narrativas de pertencimento e legado decisivas.
  • Processamento cognitivo: regiões ligadas ao raciocínio lógico avaliam dados concretos como metragem, certificações, diferenciais arquitetônicos e projeções de valorização.

No alto luxo, campanhas eficazes são aquelas que ativam emoção e razão simultaneamente: exclusividade e lifestyle despertam prazer e pertencimento, enquanto dados técnicos reforçam confiança e reduzem risco. Essa integração mostra que a decisão de compra é híbrida: o consumidor de alto padrão responde melhor a mensagens que equilibram narrativas aspiracionais com evidências concretas.

Vivemos ainda a era da disputa pela atenção, em que o excesso de estímulos exige mensagens mais humanizadas, personalizadas, relevantes e assertivas. A comunicação precisa ser capaz de capturar o olhar, despertar emoção e gerar confiança em segundos, utilizando tanto as redes sociais, com sua velocidade e alcance, quanto canais de credibilidade como a imprensa, além de experiências sensoriais que reforçam status e pertencimento.

A técnica do Cubo de Noriso aplicada ao luxo

O Cubo de Noriso é um framework comportamental que organiza a decisão de compra em três eixos principais: risco, social e novidade. Cada eixo representa uma tendência distinta - da busca por grandes retornos à valorização de status e pertencimento, passando pela atração por inovação e pioneirismo. Quando esses eixos se cruzam, como em um espaço tridimensional, surgem diferentes perfis de comprador, cada um com sua forma própria de perceber valor e responder a estímulos emocionais e racionais.

No mercado imobiliário de alto padrão, essa ferramenta se torna estratégica porque permite que campanhas sejam desenhadas de acordo com o estilo de decisão predominante de cada cliente. Em vez de uma comunicação genérica, o Cubo possibilita mensagens personalizadas e multissensoriais, capazes de ativar emoção e razão simultaneamente, mas ajustadas às motivações específicas de cada perfil.

Para potencializar essa técnica, é essencial contextualizar cada dimensão conforme o perfil comportamental do comprador:

  • Alta conscienciosidade (perfil analítico): busca previsibilidade e dados concretos. Aqui, a dimensão da razão ganha força, com métricas de valorização, certificações e histórico da incorporadora, por exemplo.
  • Baixa conscienciosidade (perfil flexível): mais aberto ao improviso e lifestyle. A emoção e a experiência são centrais, com visitas sensoriais, degustações e narrativas aspiracionais.
  • Perfil social alto (orientado a conexões): valoriza pertencimento e status. A narrativa e o símbolo são decisivos, mostrando o imóvel como palco de encontros e networking, reforçado por associações com marcas de prestígio.
  • Perfil novidade alta (busca inovação): atraído por tecnologia e pioneirismo. O contexto e o símbolo se destacam, com smart homes, sustentabilidade e design futurista.

Esses exemplos mostram como o Cubo de Noriso permite alinhar emoção e razão às motivações específicas de cada comprador. Mas o mapeamento completo e personalizado dos outros perfis possíveis e sua tradução em campanhas eficazes exige a visão de um estrategista especializado em planejamento estratégico e neurocomunicação, capaz de transformar diagnóstico comportamental em narrativas, símbolos e experiências sob medida para o mercado de alto luxo e para a marca.

Essa leitura integrada permite que a comunicação seja calibrada para diferentes públicos, tornando o Cubo de Noriso não apenas uma técnica de estruturação, mas um mapa estratégico de perfis. E mais do que uma metáfora, ele funciona hoje como um framework estratégico que dialoga com os achados contemporâneos da neurociência: decisões são híbridas, inconscientes e integradas.

Perfis dos consumidores e testes A/B no marketing digital

No mercado imobiliário de alto luxo, a comunicação digital não pode se apoiar em uma narrativa generalista. Cada comprador se posiciona de forma distinta dentro dos eixos da neurocomunicação, e responde de maneira própria a estímulos, sejam eles emocionais ou mais racionais. Alguns são atraídos por dados concretos e previsibilidade, outros por lifestyle e pertencimento, outros ainda por inovação e pioneirismo, como vimos. Ignorar essa diversidade é reduzir a efetividade da mensagem e correr o risco de falar com todos sem convencer ninguém.

É nesse cenário que os testes A/B assumem papel estratégico. Mais do que uma ferramenta técnica de performance, eles funcionam como um laboratório comportamental: permitem validar, em tempo real, quais narrativas despertam maior engajamento em cada perfil. Uma campanha pode testar, por exemplo, a força de uma mensagem centrada em métricas de valorização contra outra que enfatiza exclusividade e experiência sensorial. O resultado não é apenas uma taxa de cliques mais alta, mas um diagnóstico preciso de como a neurocomunicação se equilibra em diferentes públicos.

O erro comum de muitas agências é estruturar campanhas digitais com uma comunicação padronizada, acreditando que uma única narrativa será suficiente para todos os segmentos. No alto padrão, inclusive, isso não funciona. O consumidor é sofisticado, informado e exigente: ele espera que a mensagem fale diretamente às suas motivações específicas. Por isso, os testes A/B precisam ser desenhados para abranger os diferentes perfis de decisão, e não apenas para comparar duas versões superficiais de uma mesma peça.

Quando alinhados à neurocomunicação, os testes A/B deixam de ser apenas uma prática de marketing digital e se tornam parte de um planejamento estratégico integrado. Eles revelam nuances de comportamento, calibram narrativas aspiracionais e técnicas, e consolidam a marca como referência em exclusividade e credibilidade. O resultado é uma comunicação digital que não apenas gera conversão, mas constrói vínculos emocionais duradouros com o público de alto luxo – e é esse “ir além” que estamos falando aqui, o “pensar fora da caixa”: a humanização, aproximação, fidelização, dentro de todo o funil de vendas.

Panorama atual do mercado de alto luxo

O mercado imobiliário de alto luxo vive um ciclo de expansão marcado por sofisticação e novas exigências do consumidor. Mais do que adquirir um imóvel, o comprador busca uma experiência completa que una status, tecnologia e sustentabilidade.

Entre as principais tendências destacam-se:

  • Personalização: plantas flexíveis e acabamentos exclusivos que traduzem identidade e estilo de vida.
  • Smart homes: integração tecnológica, conectividade e eficiência energética como símbolos de modernidade.
  • Sustentabilidade: projetos alinhados às práticas ESG e certificações verdes cada vez mais valorizadas.

No entanto, para que essas narrativas não fiquem restritas ao ambiente digital e atinjam o consumidor com autoridade e alcance, é preciso um canal capaz de legitimar e amplificar a mensagem. É nesse ponto que a assessoria de imprensa disruptiva se torna decisiva: conectando ciência, emoção e contexto ao poder da mídia - transformando informação em influência e visibilidade em conversão.

Assessoria de imprensa disruptiva: da notícia ao lead qualificado

Tradicionalmente, a Assessoria de Imprensa para o mercado imobiliário se limita a gerar visibilidade por meio de releases, artigos, aparições em veículos com viés estritamente institucional. Esse modelo, embora importante, apresenta um gap estratégico: não conecta diretamente a exposição midiática com a jornada de decisão do comprador.

No contexto da neurocomunicação, a imprensa deixa de ser apenas vitrine e passa a ser braço estratégico da comunicação, capaz de ativar estímulos emocionais na jornada do cliente, fortalecendo vínculos e ampliando a percepção de valor.

O erro das assessorias tradicionais

  • Foco excessivo em quantidade de publicações institucionais, sem mensurar impacto real na decisão de compra.
  • Desconexão entre mídia conquistada e comportamento do consumidor.
  • Falta de integração com dados de neurocomunicação e perfis de decisão.

No mercado imobiliário de alto luxo, a assessoria de imprensa sempre foi vista como ferramenta exclusiva de reputação e autoridade. Esse papel continua central: credibilidade e confiança são ativos indispensáveis para incorporadoras. Mas a visão contemporânea amplia esse escopo.

É fundamental compreender que jornalistas não trabalham com releases promocionais, mas com notícia. E notícia, nesse contexto, significa pautas relevantes que prestem serviço ao leitor: tendências de consumo, inovação tecnológica, sustentabilidade, comportamento do investidor e experiências que traduzem o estilo de vida do alto padrão.

A visão atual e de futuro

O futuro da assessoria de imprensa no mercado imobiliário de alto padrão passa por uma mudança de paradigma: deixar de ser apenas exposição institucional e passa a assumir papel estratégico na jornada de decisão do cliente. E neste cenário, uma assessoria disruptiva entende que:

  • consumidor de alto luxo busca credibilidade e confiança, e por isso a imprensa é um dos canais mais poderosos para expandir a mensagem.
  • Reputação e autoridade: a imprensa legitima a marca e reforça confiança junto ao público.
  • Releases e entrevistas precisam ser construídos com base em técnicas de neurocomunicação e ética, ativando emoção (status, pertencimento), razão (dados de mercado, valorização) e experiência (histórias reais de clientes).
  • humanização é o diferencial: narrativas que mostram pessoas, trajetórias e valores aproximam a marca do público, e torna a comunicação memorável
  • O clipping não é fim em si mesmo: é ferramenta de geração de leads qualificados, quando conectado a backlinks, landing pages e narrativas que conduzem o leitor à ação.
  • Prestação de serviço: pautas que informam e educam têm maior valor jornalístico e conquistam espaço orgânico.

Comunicação assertiva com imprensa e público-alvo

  • Imprensa como ativador: jornalistas e veículos são influenciadores de credibilidade, capazes de reforçar símbolos de exclusividade e confiança.
  • Público-alvo como lead: cada aparição deve ser pensada não apenas para reputação, mas para conversão, transformando visibilidade em oportunidade real de negócio.

A assessoria de imprensa disruptiva e inovadora, integrada à neurocomunicação, mantém seu papel central de reputação e autoridade, mas amplia sua função como motor estratégico de influência. Mais do que aparecer, trata-se de conectar com sensibilidade, legitimar com ética e converter com credibilidade. No mercado imobiliário de alto luxo, essa abordagem posiciona o imóvel não apenas como produto, mas como experiência, pertencimento e legado.

O futuro da comunicação no mercado imobiliário de alto luxo passa por unir ciência, emoção, humanização e mídia, transformando cada publicação em experiência, cada backlink em oportunidade e cada narrativa em lead qualificado.

Mais do que aparecer, trata-se de influenciar, ativar e converter. É nesse ponto que a comunicação deixa de ser secundária e se torna motor central e estratégico de negócios, capaz de transformar visibilidade em valor real e duradouro.

SOBRE A AUTORA

Gabriela Dias - CEO e fundadora da GET Comunicações, com Pós-Graduação em Planejamento Estratégico em Comunicação e Especialização Lato Sensu em Neurocomunicação. Técnica pela UNICAMP, com mais de 20 anos assessorando marcas e líderes de alto nível.

Graduada em Comunicação Social – Jornalismo, e também com formação em Artes Cênicas (Atriz), une experiência em grandes veículos como Record e SBT, onde atuou como chefe de redação, repórter, editora de texto e apresentadora.

“Transformo marcas e líderes em referências confiáveis para o mercado e para a imprensa, unindo neurocomunicação, técnica, sensibilidade e estratégia.”

Podcast “Vozes do Futuro do Marketing” - convidada pela ESPM como uma das referências na área da Comunicação Corporativa (Assessoria de Imprensa). Entrevista com Gabriela

Dias:  https://www.youtube.com/watch?v=3GLJYlxlsAM

💼 Linkedin: https://www.linkedin.com/in/gabriela-dias-7006ba18/

📸Instagram: https://www.instagram.com/get.comunicacoes/

🌐Site: www.getcomunicacoes.com.br

Cirrus apresenta o novo Vision Jet G3

A terceira geração do Vision Jet é uma atualização evolutiva do primeiro jato pessoal monomotor do mundo, com interior totalmente repensado, maior capacidade de assentos e ainda mais inovações em segurança

 Cirrus anuncia a próxima evolução de sua linha de jatos com o lançamento do novo Vision Jet® Geração 3 (G3). O Vision Jet G3 apresenta um interior totalmente redesenhado, com materiais premium e capacidade ampliada de assentos para até seis adultos, além de ATC Datalink e mais de 30 aprimoramentos desenvolvidos para inaugurar uma nova era de Aviação Pessoal™ inteligente e segura.

Reconhecido como o primeiro jato pessoal monomotor do mundo e o jato mais vendido da aviação, o Vision Jet é conhecido por seu design com cauda em V, cabine silenciosa e espaçosa, sistemas avançados de segurança e aviônicos intuitivos Perspective Touch+™. Desenvolvido com foco no piloto e nos passageiros, o Vision Jet agora chega ao mercado em sua nova geração: o G3 Vision Jet, que já está sendo entregue pela Cirrus.

“O Vision Jet G3 é a prova da nossa busca incansável por inovação, do investimento contínuo em Aviação Pessoal e do compromisso com nossos proprietários, que desejam viajar com eficiência contando com recursos de segurança premiados, como o Cirrus Airframe Parachute System® (CAPS®) e o Safe Return™ Emergency Autoland, para total tranquilidade”, afirma Zean Nielsen, CEO da Cirrus. “O interior do Vision Jet G3 foi projetado para excelência e conforto, agora com capacidade ampliada de assentos para maior versatilidade de missão. O cockpit Cirrus Perspective Touch+ adiciona novos recursos que reduzem a carga de trabalho do piloto, incluindo ATC Datalink e checklists vinculados a alertas, enquanto as novas pontas de asa Cirrus Spectra™ iluminam o pátio.”

Uma cabine totalmente repensada

A cabine do Vision Jet G3 amplia a capacidade de missão, priorizando o conforto do piloto e dos passageiros. Agora, o G3 pode acomodar até sete ocupantes (seis adultos e uma criança). O interior conta com novos assentos, mesas retráteis, suportes para dispositivos pessoais e aprimoramentos estéticos que criam um ambiente flexível, produtivo e sofisticado, adaptável a qualquer missão.

Ampliação da capacidade de assentos

  • A cabine passa a contar com um elegante, confortável e funcional banco na terceira fileira, aumentando o espaço interno e permitindo acomodar até sete passageiros.
  • Os assentos receberam reforços laterais aprimorados e ergonomia refinada, oferecendo maior suporte para encosto de cabeça, braços e região dos joelhos, garantindo uma viagem mais confortável.
  • Os assentos do piloto e copiloto agora podem ser ajustados totalmente para trás com operação feita com apenas uma mão, enquanto os assentos da segunda e terceira fileiras permanecem modulares, podendo ser removidos ou instalados conforme a missão do piloto.

Atualizações estéticas da cabine

  • Todos os assentos do G3 contam com um novo encosto rígido (hardshell) com revestimento em Alcantara aplicado manualmente.
  • Os encostos dos assentos agora são fabricados em fibra de carbono e fazem parte da experiência de design da cabine.
  • A nova coleção de cores do interior passa a estar alinhada à linha de produtos da Série SR.

Novos recursos no cockpit e melhorias na iluminação externa

O Vision Jet G3 incorpora novos recursos no cockpit Perspective Touch+ para reduzir a carga de trabalho do piloto, aumentar a segurança e maximizar a produtividade:

  • ATC Datalink: permite que os pilotos se comuniquem por mensagens de texto com o controle de tráfego aéreo, recebendo atualizações de rota, autorizações de altitude e outras instruções.
  • Atualizações Automáticas de Banco de Dados: dados de voo sempre atualizados, otimizando o processo de pré-voo por meio da assinatura Cirrus IQ PRO Advanced™.
  • Checklists Vinculados a Alertas: acesso rápido aos checklists relevantes em situações de alta carga de trabalho, quando alertas de cautela ou advertência são acionados.
  • Taxiway Routing e 3D SafeTaxi®: aumentam a consciência situacional em ambientes aeroportuários, com mapas claros das superfícies e orientações para navegação em aeroportos desconhecidos.
  • Pontas de Asa e Iluminação Cirrus Spectra™: novas luzes de ponta de asa e de pouso são 2,7 vezes mais brilhantes, enquanto o característico halo luminoso da Cirrus diferencia o jato no pátio.

Propriedade de aeronaves Cirrus

Mais de 700 Vision Jets já foram entregues em todo o mundo, consolidando-se como uma solução madura para empresários, empreendedores e clientes que demandam viagens eficientes e com excelente custo-benefício. Os proprietários contam com um serviço completo de concierge e uma experiência simplificada de propriedade por meio do ecossistema Cirrus, que inclui venda e gerenciamento de aeronaves, financiamento e seguros, treinamento de voo, manutenção e muito mais.

Saiba mais sobre o Cirrus Vision Jet G3 em cirrusaircraft.com/aircraft/vision-jet.

Sobre a Cirrus

A Cirrus é reconhecida globalmente como líder em aviação pessoal e fabricante das aeronaves a pistão mais vendidas da Série SR e do Vision Jet, o primeiro jato pessoal monomotor do mundo, além de vencedora do Troféu Robert J. Collier. Fundada em 1984, a empresa redefiniu os padrões de desempenho, conforto e segurança na aviação com inovações como o Cirrus Airframe Parachute System® (CAPS®) — o primeiro sistema de paraquedas de fuselagem completa certificado pela FAA, incluído como equipamento padrão em uma aeronave. Até hoje, as aeronaves Cirrus já acumularam mais de 19 milhões de horas de voo em todo o mundo, e 290 pessoas retornaram em segurança para suas famílias graças à inclusão do CAPS como item padrão em todas as aeronaves Cirrus. A empresa possui sete unidades nos Estados Unidos, localizadas em Duluth (Minnesota), Grand Forks (Dakota do Norte), região metropolitana de Dallas (Texas), região metropolitana de Phoenix (Arizona), região metropolitana de Orlando (Flórida), Knoxville (Tennessee) e Benton Harbor (Michigan). Saiba mais em cirrusaircraft.com.

O que se faz com a chance de estar vivo? 

Romance "Entre Vidas" reconstrói o acidente do Rio Turvo, que matou 59 jovens nos anos 1960, para refletir sobre luto, fé e o valor da existência 

Baseado em fatos, o lançamento Entre Vidas parte do trágico acidente ocorrido em 1960 no Rio Turvo, no interior de São Paulo, quando um ônibus escolar que transportava jovens músicos de uma fanfarra caiu da ponte, causando a morte de 59 estudantes. Décadas depois, o autor Mario Salerno Junior transforma esse triste episódio em uma narrativa sobre memória, espiritualidade e reencontros que atravessam o tempo. 
 
A trama acompanha Júnior, um adolescente de 17 anos que passa a ter sonhos vívidos sobre coisas que não se lembra de ter experimentado. Aos poucos, ele compreende que as lembranças pertencem a outra existência: na vida anterior, Júnior foi Valdir, uma das vítimas no Rio Turvo. Essa revelação inaugura a jornada de autodescoberta do personagem, marcada por conflitos emocionais e questionamentos sobre identidade, destino e a continuidade do ser após a morte. 
 
Alternando passado e presente, a narrativa mostra quem foi Valdir antes da tragédia — sua família, vínculos afetivos e a juventude no interior paulista — e quem é Júnior, que precisa lidar com as consequências de saber da própria morte. O romance aborda o impacto de revisitar lugares, reconhecer pessoas ligadas à antiga existência e vivenciar situações raras, como estar diante da própria sepultura e de duas figuras maternas que geraram o “mesmo” filho. Ao longo da obra, o autor trata a reencarnação não como um conceito extraordinário, mas como um processo possível de consciência, reparação e amadurecimento.

Quantas coisas sentimos — e não sabemos de onde vêm? Quantas sombras carregamos — sem entender sua origem?
O invisível, às vezes, fala mais alto do que gostaríamos de ouvir.
 
(Entre Vidas, p. 46) 

Dividido em capítulos curtos, o livro combina sensibilidade e profundidade, apoiando-se em um tom confessional e biográfico, que aproxima o leitor da experiência do protagonista. Embora tenha inspiração no espiritismo, especialmente em ensinamentos de Allan Kardec e Chico Xavier, esta é uma história para públicos de diferentes crenças, com reflexões universais sobre laços familiares, escolhas, propósito e a busca por sentido após o luto. 

Entre Vidas provoca, sobretudo, a refletir: o que se faz, todos os dias, com a oportunidade de estar vivo? A partir de acontecimentos verdadeiros, e pessoas que tiveram seus nomes alterados para preservar identidades, Mario Salerno Junior convida cada um a olhar para a própria jornada como uma travessia contínua de aprendizado, crescimento e transformação pessoal. 

Sobre o autor:  
Mario Salerno Junior nasceu em São Paulo e atua na área de Recursos Humanos, onde encontrou uma de suas vocações: contribuir para o crescimento e desenvolvimento de pessoas em suas jornadas profissionais e pessoais. Palestrante e escritor, dedica-se a temas ligados ao autoconhecimento, espiritualidade e produtividade, sempre buscando inspirar os que cruzam seu caminho. Formado em Ciências da Computação, possui MBA em Coach, MBA em Produtividade e Liderança e atualmente cursa Psicologia, aprofundando sua compreensão sobre a mente e o comportamento humano. Frequentador e colaborador de casas espíritas, encontra na espiritualidade uma fonte de força e equilíbrio, valores que se refletem em sua escrita. 

Instagram@mario.salernojr 

Ficha técnica 
Título: Entre Vidas 
Autor: Mario Salerno Junior 
Editora: Ipê das Letras 
Gênero: Romance espírita 
ISBN: 978-65-5239-905-2 
Páginas: 71 
Preço: R$ 40,00 (físico) | R$ 25,00 (digital) 
Onde encontrarAmazon 

Livia Nunes é a única brasileira no desfile masculino de Yves Saint Laurent

Livia Nunes marcou presença no desfile masculino da Yves Saint Laurent, apresentado em paralelo a Semana de Alta Costura de Paris. O evento, de caráter ultraexclusivo, não contou com convidados ou imprensa brasileira — exceção feita à criadora de conteúdo, que vem se consolidando como um dos nomes mais atentos ao novo luxo proposto pela maison.

Cada vez mais notada por Anthony Vaccarello, diretor criativo da Saint Laurent, Livia teve looks repostados pelo próprio designer em seu perfil, reforçando a sintonia entre sua estética e a visão contemporânea da marca.

Para a ocasião, Livia apostou em uma camisa de seda verde profunda, de caimento fluido e gola estruturada, com uma peça inferior em cetim off-white com acabamento em renda, usada à mostra. O styling é arrematado por cinto delicado com corrente dourada e óculos statement, trazendo um ar sofisticado e levemente futurista.

Livia Nunes em Yves Saint Laurent | Créditos: Joao Kopv

Quiet Luxury na decoração e outras tendências do setor são destaques na 16ª edição da ABCasa Fair

Evento aposta em conteúdo, experiências e impacto social para impulsionar o mercado

A 16ª edição da ABCasa Fair, um dos principais encontros do setor de casa, decoração e utilidades domésticas do país, será realizada de 8 a 11 de fevereiro, no Expo Center Norte, em São Paulo. Além de apresentar lançamentos e tendências, o evento reforça seu posicionamento como uma plataforma de conteúdo, experiências e conexões estratégicas para o varejo, a indústria e os profissionais do setor.

“A ABCasa Fair vai além da exposição de produtos. A cada edição, buscamos entregar conhecimento relevante, vivências práticas e networking qualificado apoiando toda a cadeia do setor na tomada de decisões mais estratégicas e alinhadas às transformações do mercado”, destaca Daniel Galante, diretor-executivo da ABCasa, associação que organiza o evento.

Talks ABCasa e Casa Clube: estratégias para varejo e design

Após o sucesso das últimas edições, a feira contará novamente com dois espaços dedicados à troca de conhecimento e inspiração: o Talks ABCasa, organizado pela própria associação, e o Casa Clube, idealizado e curado pela empresária e especialista em decoração Luciana Locchi.

A programação reúne conversas e palestras com profissionais de grandes marcas, como Mercado Livre e Casa Riachuelo, além de nomes relevantes do mercado, abordando temas como estratégia digital, tendências, comportamento do consumidor e aplicações práticas para o varejo e projetos de interiores. 

Entre os destaques, estão Liliane Ferrari, consultora de marketing, com a palestra “Entenda a lógica e utilize o Pinterest na sua estratégia digital”; Duda Senna, arquiteta, que apresenta “Cores, texturas e estampas: composições em projetos de interiores”, e Fernanda Berendt, apresentadora do canal Casa +, que aborda o “Quiet Luxury na decoração”.

Tecnologia e experiência do visitante

Há dois anos, a ABCasa Fair utiliza tecnologia para mapear a jornada do visitante dentro do evento, com o objetivo de aprimorar a experiência do público e tornar a organização mais eficiente. Câmeras posicionadas em pontos estratégicos do pavilhão permitem identificar áreas de maior circulação, interesse e engajamento.

A partir desses dados, a organização analisa padrões de visitação e comportamento, ajustando fluxos, ativações e a distribuição dos conteúdos ao longo do evento. A iniciativa contribui para decisões mais estratégicas na concepção da feira e para uma experiência mais intuitiva e qualificada para expositores e visitantes.

“O uso da tecnologia nos permite entender melhor como o visitante vivencia a feira, quais espaços despertam mais interesse e como podemos evoluir continuamente a experiência oferecida. Esses dados são fundamentais para planejar um evento cada vez mais eficiente e alinhado às expectativas do público”, explica Daniel Galante.

Projetos de impacto social

A edição de 2026 também dá visibilidade a iniciativas de impacto social por meio do ABCasa Social, núcleo que apoia projetos alinhados ao setor de casa e décor. “O objetivo não é apenas oferecer o espaço, mas gerar resultado para todos os envolvidos”, destaca Cássio Berbari, responsável por essas ações dentro da associação.

Neste ano, a área recebe o Mãos e Mentes Paulistanas, projeto da Prefeitura de São Paulo que impulsiona o artesanato local; o Projeto Terra, que reúne objetos produzidos por comunidades e povos indígenas; e o Cursinho Insper, iniciativa voltada à educação e inclusão, que busca ampliar o número de apoiadores para oferecer mais bolsas de estudo a pessoas de baixa renda.

Transporte gratuito

Para facilitar o acesso de lojistas e profissionais vindos de diferentes regiões, a feira oferecerá transporte gratuito durante todos os dias do evento, com saídas de diversos pontos da cidade de São Paulo em direção ao Expo Center Norte. 

As informações completas sobre os locais de embarque e os horários de funcionamento estão disponíveis no site oficial da ABCasa.

Sobre a ABCasa Fair

Promovida pela Associação Brasileira de Artigos para Casa, Decoração, Presentes e Utilidades Domésticas (ABCasa), a ABCasa Fair é a maior feira B2B do setor casa na América Latina. O evento reúne marcas, compradores e lideranças do varejo e do atacado em um ambiente estratégico de negócios, relacionamento e troca de conhecimento.

Consolidada como vitrine de tendências e palco para lançamentos, a feira apresenta as principais novidades dos segmentos de decoração, presentes, utilidades domésticas, festas, flores, têxtil e papelaria. Com foco em inovação, competitividade e sustentabilidade, a ABCasa Fair fortalece conexões, impulsiona negócios e contribui para o desenvolvimento de um dos mercados mais dinâmicos da economia brasileira.

Quer correr uma maratona? Quais os primeiros passos e como deve ser a preparação?

Antes de iniciar um ciclo de preparação para os 42 quilômetros, o primeiro passo indispensável é avaliar se o corpo está realmente apto para essa jornada

Correr uma maratona é um dos maiores desafios do esporte amador e exige muito mais do que força de vontade. Antes de iniciar um ciclo de preparação para os 42 quilômetros, o primeiro passo indispensável é avaliar se o corpo está realmente apto para essa jornada. Essa é a dica de Silvio Prado, personal trainer e fundador da Vibe Sport Concept Lab, além de especialista em performance e esportes de Endurance. De acordo com ele, exames clínicos e cardiológicos, avaliação ortopédica e análise do histórico de lesões são fundamentais para garantir segurança. Além disso, o especialista recomenda avaliar indicadores como composição corporal, qualidade do sono, níveis de fadiga e uma base mínima de treinos consistentes que ajudam a determinar se o organismo suporta o aumento progressivo de carga.

“Com a liberação médica em mãos, o planejamento do treinamento se torna o fator-chave para o sucesso. Para quem tem menos de 12 meses até a prova, a periodização deve ser cuidadosamente estruturada, respeitando os princípios da adaptação biológica. O processo começa com treinos de volume moderado e baixa intensidade, focados na construção da resistência aeróbia, evoluindo gradualmente para estímulos mais intensos. Essa progressão controlada reduz significativamente o risco de overtraining e de lesões por excesso”, ressalta Silvio Prado.

Outro ponto essencial, conforme o personal muitas vezes negligenciado por iniciantes, é o fortalecimento muscular. “Integrar treinos de força à rotina de corrida é indispensável para prevenir as lesões mais comuns em maratonistas de primeira viagem. Exercícios voltados para membros inferiores, core e musculatura estabilizadora do quadril e tornozelo melhoram a eficiência biomecânica e reduzem sobrecargas.” A recomendação é realizar de duas a três vezes por semana, já que as sessões aumentam a durabilidade do corpo ao longo do ciclo.

Ritmo

Definir o ritmo de prova, conhecido como pace, também exige estratégia. “Para quem tem como objetivo apenas completar a maratona, a recomendação é adotar um ritmo conservador, confortável e sustentável, baseado nos treinos longos. Já corredores que buscam um tempo específico precisam recorrer a testes prévios, como provas de 10 km ou meia maratona, além do controle da frequência cardíaca e da percepção de esforço.” Em qualquer cenário, o especialista orienta controle emocional e constância desde a largada, que fazem toda a diferença.

Ao longo da preparação, a participação em provas menores funciona como um termômetro físico e mental. O personal trainer diz que provas de 10 km ajudam a avaliar a evolução do ritmo e da resistência, enquanto uma meia maratona, realizada entre seis e oito semanas antes da prova principal, permite testar estratégias de pace, alimentação e recuperação. “Esses eventos fortalecem a confiança do atleta e fornecem ajustes importantes para o grande dia.” Assim como aprender a diferenciar o cansaço normal das dores que indicam lesão é outro aprendizado crucial. “O desgaste esperado dos treinos longos costuma ser generalizado e melhora com descanso. Já dores localizadas, persistentes ou que alteram a mecânica da corrida acendem um sinal de alerta. Reconhecer esses sinais precocemente e comunicar o treinador pode evitar a interrupção do ciclo e problemas mais graves”, ressalta.

Descanso

A recuperação é parte ativa do treinamento e não pode ser ignorada, afirma Silvio Prado. Segundo ele, treinos regenerativos e descanso passivo são responsáveis por permitir que o corpo absorva o volume acumulado. “É durante esse período que ocorrem a reparação muscular, a reposição de energia e o equilíbrio hormonal. Quando a recuperação é negligenciada, o risco de queda de desempenho, fadiga crônica e lesões aumenta consideravelmente.”

Nos treinos longos, o corredor também deve simular fielmente a estratégia de hidratação e suplementação que será usada na prova. O especialista diz que testar tipos de bebidas, suplementos e intervalos de ingestão ajuda a evitar desconfortos gastrointestinais e surpresas no dia da maratona. “Esses treinos funcionam como verdadeiros laboratórios para ajustes finos, considerando clima, intensidade e duração do esforço.”

Reta final

As três semanas finais antes da prova, conhecidas como período de polimento ou tapering, são decisivas. “O volume de treino é reduzido gradualmente, enquanto a intensidade é mantida de forma controlada. O foco passa a ser o sono, a recuperação, a alimentação e o ajuste do ritmo de prova, garantindo que o corpo chegue à largada descansado e preparado para performar no seu melhor nível”, orienta o personal.

Por fim, enfrentar o famoso “muro” do quilômetro 30 exige tanto preparo físico quanto mental. Estratégias como controle rigoroso do ritmo, ingestão adequada de carboidratos e hidratação constante ajudam a retardar a fadiga. “Mentalmente, dividir a prova em pequenos trechos, focar na respiração e recorrer a mantras ou lembranças positivas dos treinos longos fortalece a confiança. Assim, o corredor transforma o desafio em conquista e cruza a linha de chegada com segurança e realização”, recomenta Silvio. 

Esporte vai além da competição e potencializa o desenvolvimento de habilidades para educação e negócios

Segundo pesquisa da WellHub, 78% dos profissionais C-levels consideram a prática de atividades físicas fundamental para o alto desempenho

O esporte vai muito além da competição, representando um conjunto de valores que moldam comportamentos, fortalecem relações e promovem transformações sociais. Segundo pesquisa da plataforma WellHub, 78% dos profissionais em cargos C-level consideram as práticas esportivas e de bem-estar essenciais para aumentar o engajamento e o sucesso das empresas a longo prazo. Além disso, 83% dos CEOs afirmam se exercitar várias vezes por semana, como um hábito contínuo para potencializar foco, disciplina e tomada de decisão estratégica.  

Para Ana Casagrande, golfista, CEO e sócia-fundadora da Escola Mira, rede especializada no desenvolvimento de habilidades, educação financeira e empreendedorismo para crianças e jovens, os valores aprendidos na prática esportiva, como resiliência e colaboração, se traduzem em desempenho, liderança e propósito, tanto no ambiente escolar quanto no profissional. “O desenvolvimento socioemocional por meio do esporte é um dos nossos pilares. Cerca de 68% dos alunos praticam atividade física de alto rendimento, como tênis, hipismo e futebol, desenvolvendo habilidades como autocontrole, empatia e tomada de decisão sob pressão. O golfe, esporte que pratico, é uma das inspirações para nossos programas. Inclusive, há sala com grama sintética para que os alunos possam praticar dentro da própria instituição, gerando mais disciplina e foco”, comenta. 

Além disso, a trajetória na prática esportiva pode ser um motor de transformação empresarial. Como o caso do ex-jogador de futebol Germano Schweger, com 20 anos de carreira em clubes como Santos, Atlético-MG, Sport e Coritiba, encontrou na Escola Mira uma forma de transmitir seu aprendizado no meio esportivo. Franqueado da unidade de Maringá (PR), ele acredita que o treinamento ensina aprendizados que vão além da técnica. “A pessoa é preparada para lidar com pressão, derrotas e erros, algo que a escola tradicional nem sempre consegue oferecer na prática. Resiliência, autocontrole, empatia e tomada de decisão são habilidades treinadas diariamente e competências essenciais para a vida pessoal, acadêmica e profissional”, destaca.

A conexão do Germano com a Escola Mira começou de forma pessoal, por meio de seu filho, que passou a integrar uma das turmas em Londrina (PR). A transformação percebida no dia a dia foi decisiva para se tornar um franqueado. “Além da tolerância à frustração, competitividade saudável e colaboração, vi avanços claros em autonomia, comunicação, senso de responsabilidade e mentalidade de crescimento. Ele passou a enxergar desafios como oportunidades de aprendizado. Meu objetivo é transformar a educação e a vida das pessoas por meio de uma preparação adequada, prática e conectada com a realidade do mundo atual”, explica.

Segundo Marco Antonio Casagrande, psicólogo comportamental, CMO e sócio-fundador da Escola Mira, ao integrar esporte e educação, há um papel estratégico na construção de lideranças e no fortalecimento de propósitos. “Cria-se um ambiente para o aprendizado contínuo e a descoberta de talentos, além de formar pessoas mais engajadas e preparadas para desafios futuros”, conclui Casagrande. 

Sobre a Escola Mira 

Fundada em 2023, em Londrina (PR), a Escola Mira é uma rede de franquias especializada no desenvolvimento de habilidades, educação financeira e empreendedorismo para crianças e jovens de 7 a 17 anos. O sistema é estruturado em módulos práticos, fundamentados em sete pilares na jornada de aprendizagem: acreditar, coragem, posicionamento, conexão, competitividade, inovação e geração de valor. A instituição conta com cerca de 200 alunos e atualmente há três unidades. 

Imagem destaque: Ana Casagrande, CEO e sócia-fundadora da Escola Mira
Divulgação