Mês: fevereiro 2026

Casa Museu Ema Klabin lança catálogo da exposição Quando São Paulo era Piratininga: arqueologia paulistana

Para marcar o lançamento, a arqueóloga Paula Nishida, uma das curadoras da mostra, ministrará uma palestra. Programação também inclui oficina de pedra lascada. 

No dia 28 de fevereiro, às 11h, a Casa Museu Ema Klabin lançará o catálogo da exposição Quando São Paulo era Piratininga: arqueologia paulistana. Com curadoria de Paulo de Freitas Costa e Paula Nishida, a mostra revela um território com cerca de 4 mil anos de ocupação humana, muito antes da fundação da vila colonial. O percurso expositivo articula ciência, história e imaginação para compreender a relação dos primeiros habitantes com a paisagem que hoje abriga a maior cidade do país, ampliando o olhar sobre a memória e a formação de São Paulo.

Para aprofundar os temas abordados pela exposição, o catálogo reúne textos dos curadores, aproximando as perspectivas histórica e arqueológica da mostra. Além dos ensaios analíticos, o volume inclui uma seleção de fotografias que documentam aspectos centrais do percurso expositivo e contextualizam visualmente as descobertas apresentadas.

Lançamento

Com entrada franca, o lançamento será realizado na área de eventos da Casa Museu Ema Klabin, onde os curadores farão uma breve apresentação sobre seus textos. O catálogo será disponibilizado ao público com sugestão de contribuição voluntária, em apoio às atividades da casa museu.

Em seguida, a programação segue com a palestra presencial da arqueóloga e curadora Paula Nishida. A apresentação traçará um panorama dos contextos arqueológicos do município de São Paulo, destacando a distribuição, a localização e os impactos dos sítios identificados, e evidenciará como a pesquisa arqueológica permite recuperar aspectos pouco registrados na historiografia, mesmo em um território intensamente urbanizado. 

São Paulo conta com cerca de 90 sítios arqueológicos identificados, e oito deles foram escolhidos para compor esta exposição, servindo como referências importantes para entender a formação histórica do território paulistano.

Do lítico ao contemporâneo: oficina de pedra lascada

Você sabe como nossos antepassados produziam ferramentas com rochas? Na arqueologia, líticos são rochas trabalhadas pelo gesto humano para funções específicas, e muitas das ferramentas pré-históricas revelam soluções técnicas sofisticadas semelhantes às de hoje. Às 14h, a oficina Pedra lascada: como nossos antepassados produziam ferramentas com rochas? reúne essas reflexões com uma experiência prática conduzida pelo arqueólogo Luiz Fernando Erig Lima, que apresenta os princípios das indústrias líticas e orienta a produção de ferramentas em rocha. A atividade propõe uma nova leitura de São Paulo não apenas como metrópole, mas como território de longa ocupação humana, cujas práticas materiais apontam conexões entre memória, cultura e tecnologia. 

Ciclo de palestras amplia panorama arqueológico

A exposição, em cartaz até 29 de março, é acompanhada por um ciclo de palestras e eventos que aprofundam os eixos curatoriais da mostra e ampliam seu diálogo com diferentes campos do conhecimento. A programação reúne pesquisadores e especialistas em abordagens presenciais e online. Entre os destaques estão as palestras de Luis Symanski, sobre arqueologia diaspórica (18 de março); Letícia Correa, dedicada ao Sítio Lítico do Morumbi (26 de março); e Ricardo Cardim, com o tema da Mata Atlântica (16 de abril). O ciclo inclui ainda oficinas e caminhadas presenciais conduzidas por Carolina Guedes, que explora pintura rupestre e arte de rua (28 e 29 de março), e a caminhada urbana de aproximação da arqueologia da cidade com a memória negra do século XVIII, promovida pelo coletivo Cartografia Negra (11 de abril).

O objetivo da programação é apresentar a diversidade e a pluralidade de povos, práticas e modos de vida que constituíram o território paulistano ao longo do tempo, ampliando o entendimento sobre a formação histórica da cidade para além das narrativas tradicionais. Um relevante panorama sobre o passado da cidade que não consta nos livros de História.

Sobre a Casa Museu Ema Klabin

Casa Museu Ema Klabin. Foto: Nelson Kon/ Arquivo Casa Museu Ema Klabin

A residência onde viveu Ema Klabin de 1961 a 1994 é uma das poucas casas museus de colecionador no Brasil com ambientes preservados. A Coleção Ema Klabin inclui pinturas do russo Marc Chagall e do holandês Frans Post, obras do modernismo brasileiro, como de Tarsila do Amaral e Candido Portinari, além de artes decorativas, peças arqueológicas e livros raros, reunindo variadas culturas em um arco temporal de 35 séculos.

 A Casa Museu Ema Klabin é uma fundação cultural sem fins lucrativos, de utilidade pública, criada para salvaguardar, estudar e divulgar a coleção, a residência e a memória de Ema Klabin, visando à promoção de atividades de caráter cultural, educacional e social, inspiradas pela sua atuação em vida, de forma a construir, em conjunto com o público mais amplo possível, um ambiente de fruição, diálogo e reflexão.

A programação cultural da casa museu decorre da coleção e da personalidade da empresária Ema Klabin, que teve uma significativa atuação nas manifestações e instituições culturais da cidade de São Paulo, especialmente nas áreas de música e arte. Além de receber a visitação do público, a Casa Museu Ema Klabin realiza exposições temporárias, séries de arte contemporânea, cursos, palestras e oficinas, bem como apresentações de música, dança e teatro.

O jardim da casa museu foi projetado por Roberto Burle Marx e a decoração foi criada por Terri Della Stufa.

Quando?
28 de fevereiro de 2026 (sábado)

11h às 13h - Lançamento do catálogo da exposição Quando São Paulo era Piratininga: arqueologia paulistana com as presenças dos curadores Paulo de Freitas Costa e Paula Nishida e palestra com a arqueóloga e curadora Paula Nishida - Gratuito (com sugestão de contribuição voluntária). Tradução e interpretação em Libras. Vagas: 95, por ordem de inscrição no site: https://emaklabin.org.br/em-cartaz/palestras-presencial-quando-sao-paulo-era-piratininga-arqueologia-paulistana

14h - Oficina Pedra lascada: como nossos antepassados produziam ferramentas com rochas? com o arqueólogo Luiz Fernando Erig Lima. Gratuito (com sugestão de contribuição voluntária) Vagas: 30, por ordem de inscrição: https://emaklabin.org.br

Exposição: Quando São Paulo era Piratininga: arqueologia paulistana - Curadoria: Paula Nishida e Paulo de Freitas Costa 

Até 29/03/2026 - Visitas livres de quarta a domingo, das 11h às 17h, com permanência até as 18h - visitas mediadas quarta a sexta, às 11h, 14h, 15h e 16h. sábado, domingo e feriado, às 14h. R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia) para estudantes, idosos, PCD e jovens de baixa renda. Gratuidade para crianças de até 7 anos, professores e estudantes da rede pública.

Rua Portugal, 43, Jardim Europa, São Paulo.

Foto Destaque: A sala de jantar da Casa Museu Ema Klabin integra o percurso da exposição Quando São Paulo era Piratininga: arqueologia paulistana. Foto: Nelson Kon / Arquivo Casa Museu Ema Klabin

Site: https://emaklabin.org.br

Instagram, Facebook e TikTok: @emaklabin

Bvlgari apresenta coleção de Artigos de Couro e Acessórios Fall-Winter 2026 durante a Semana de Moda de Milão

Durante a renomada Semana de Moda de Milão, a Bvlgari revelou sua coleção de Artigos de Couro e Acessórios Fall–Winter 2026. Para a nova temporada, a Maison romana continua a reinterpretar seus símbolos de joalheria mais icônicos através da linguagem estética e do domínio artesanal do couro.

A coleção apresenta novas silhuetas contemporâneas, como a Tubogas Sphere, ao lado dos modelos atemporais da Maison, como a Serpenti, Cuore e a clutch Tubogas, reinterpretados em tons sazonais quentes, vibrantes e inspirados em gemas, e elevados por meio de tratamentos inéditos e artesanato excepcional. Equilibrando o design moderno com o apelo duradouro dos códigos estéticos da Bvlgari, cada criação harmoniza detalhes inspirados em joias, materiais preciosos e trabalho artesanal extraordinário, expressando a visão e o savoir-faire da Maison em cada peça. Nesta ocasião, a Bvlgari também apresentou sua nova coleção de óculos.

Para celebrar o evento, a Bvlgari transformou sua boutique em Milão, na Via Montenapoleone, em uma sinfonia viva, recebendo 400 membros da imprensa internacional e talentos de todo o mundo. Por apenas um dia, a nova bolsa Serpenti Cuoricino ganhou vida por meio de uma experiência sonora imersiva desenvolvida em colaboração com o cantouchthis.studio. Respondendo ao toque, as bolsas despertaram uma paisagem sonora fluida de música e emoção, convidando os visitantes a se envolverem intuitivamente e a se tornarem parte de uma performance compartilhada, moldada por movimento, ritmo e presença. Escultórica, sensorial e ousada, a experiência capturou o espírito da Serpenti Cuoricino, um ícone em forma de coração que se move em seu próprio ritmo. Dentro da boutique, artesanato, cor e inovação ressoaram juntos em uma sinfonia alegre.

TUBOGAS

Inspirada em uma das técnicas de joalheria mais emblemáticas da Bvlgari, a bolsa para a noite Tubogas Sphere combina detalhes preciosos com uma silhueta retangular limpa e arquitetônica. Sua alça de metal com acabamento dourado, que remete às espirais flexíveis de Tubogas, é enriquecida com extremidades esféricas, remetendo às pulseiras Tubogas da Bvlgari da década de 1970, que se destacavam por suas esferas esculturais. A bolsa é reinterpretada em duas variações: uma com esferas esmaltadas semitransparentes em Citrino, Verde Esmeralda e Granada Romana, acentuadas com cristais; a outra adornada com pavê de cristais. Concebida para transitar perfeitamente da noite para o dia com elegância, a bolsa estará disponível em couro preto e Nabuk Terracota de novilho a partir de agosto, com as versões em couro Branco Pérola de novilho e em couro preto brilhante de crocodilo chegando em novembro de 2026.

O diálogo com o universo da joalheria continua com a bolsa para a noite Tubogas Parentesi Top Handle em veludo preto. Sua alça escultural reproduz fielmente a técnica vanguardista Tubogas. O histórico motivo Parentesi é reinterpretado sob uma ótica contemporânea no fecho que lembra uma joia e nos detalhes refinados, ambos iluminados por cristais. Complementada por uma alça de corrente Tubogas removível para maior versatilidade, o modelo será lançado em novembro de 2026.

Outra homenagem ao design icônico das joias da Bvlgari é oferecida pela clutch Tubogas Parentesi. Apresentada em cetim magenta, cetim terracota e couro preto brilhante de crocodilo, a refinada peça para a noite apresenta uma alça Tubogas iluminada por detalhes cravejados de cristais brilhantes. Um contraste marcante é introduzido pela versão em cetim magenta, onde uma alça com acabamento prateado é combinada com o icônico motivo Parentesi em ouro. As edições em cetim chegam em agosto de 2026, enquanto a versão em couro brilhante de crocodilo será lançada em novembro de 2026.

Com sua alça que remete a uma joia, unindo a maestria de pedras e metais preciosos, a clutch Tubogas Cabochon proporciona um uso elegante e distinto. Disponível a partir de novembro de 2026, a sofisticada versão em veludo preto é adornada com uma rica composição de pedras lapidadas em cabochão, emolduradas por cristais, enquanto a interpretação em cetim azul-petróleo, que chega em agosto, combina sua superfície vibrante com delicados detalhes em madrepérola branca e cinza e aplicações de cristais. A essência do estilo Bvlgari é vista em cada detalhe, do design ao acabamento.

SERPENTI CUORE E SERPENTI CUORICINO

Inspirada em uma lendária criação Serpenti dos arquivos da Maison, a Serpenti Cuore “1968” transmite a herança da Bvlgari em uma criação escultural em forma de coração. Sua alça de metal esmaltado à mão, em formato de serpente, evolui nesta temporada através de uma refinada combinação de quatro cores – Turquesa Feroza, Verde Esmeralda, Branco Pérola e Preto – concebida para harmonizar com o corpo curvo e volumoso em couro Smeraldo Prezioso de vitelo. O modelo estará disponível a partir de agosto de 2026.

Concebida como uma interpretação em tamanho de joia, a Serpenti Cuoricino traz uma elegância refinada para a noite por meio de novas variações sazonais. Versões em cetim preto ou magenta introduzem um sofisticado toque cromático, enquanto o Soft Nappa dourado adiciona um toque luminoso e festivo, perfeito para momentos de celebração.

SOBRE A BVLGARI

Parte do Grupo LVMH, a Bvlgari foi fundada no coração de Roma em 1884. Ao longo dos anos, a marca se consolidou mundialmente como um símbolo de excelência em alta joalheria e como um ícone da beleza e arte de viver italianos, graças ao seu trabalho artesanal primoroso, design visionário e combinações audaciosa de cores.

Por meio de uma visão pioneira intrínseca ao DNA da Bvlgari desde sua fundação, o sucesso internacional da empresa evoluiu para oferecer uma gama global e diversificada de produtos e serviços de luxo, desde joias finas e relógios de alta relojoaria a acessórios e perfumes, com uma rede incomparável de boutiques e hotéis nas áreas comerciais mais exclusivas do mundo.

Para fortalecer e ampliar seu compromisso cultural, filantrópico e social, em 2024 a Maison anunciou a criação da Fondazione Bvlgari, dedicada a gerar valor duradouro por meio da arte, patrocínio, educação, filantropia e à transmissão do savoir-faire. Impulsionada por um forte senso de responsabilidade para com a comunidade e uma abordagem baseada na retribuição, a fundação trabalha com as principais organizações internacionais, desenvolvendo parcerias de longo prazo para auxiliar as futuras gerações, estimular a criatividade e diversas formas de arte, promover a proteção do patrimônio cultural, apoiar as comunidades mais vulneráveis ​​e incentivar o desenvolvimento sustentável.

Lapinha Spa lança o primeiro espaço de Sound Healing das Américas

Situado em um quiosque rodeado pela natureza, sala especial promove sessões individuais

Lapinha Spa apresenta o Quiosque de Terapia Sonorium, um espaço dedicado ao Sound Healing e à experiência terapêutica do som. Com a novidade, a Lapinha se torna o primeiro spa médico das Américas a oferecer uma sala oficial do Sonorium Svaram, referência internacional em práticas de cura sonora aplicadas à saúde integrativa.

A prática de Sound Healing faz parte da abordagem terapêutica da Lapinha desde 2021, conduzida por Gabriela Brephol, COO (Chief Operating Officer) do spa, responsável pelo desenvolvimento e pela condução das terapias sonoras dentro da instituição. A chegada do Sonorium aprimora esse trabalho, estruturando a experiência em um ambiente desenvolvido especificamente para aplicações terapêuticas, médicas e integrativas.

Desenvolvido pela SVARAM, o Sonorium é uma sala de cura sonora formada por instrumentos artesanais dispostos em geometria arquetípica ao redor da Nidranantar, cama que amplia o conceito da maca de massagem ao funcionar como suporte vibracional. Na experiência, o paciente percebe as vibrações no corpo a partir de diferentes frequências e camadas sonoras.

A experiência acontece em um campo de escuta, sintonia e ressonância, que combina sons naturais e arcaicos com frequências afinadas a partir das proporções da Just Intonation, tendo como referência o tom Dó 256 Hz. A polaridade entre sons estruturados e sons primordiais, produzidos por materiais como pedra, cerâmica, conchas, sementes e água, favorece estados profundos de relaxamento, integração e reorganização interna.

Instalado em um quiosque imerso na natureza, o Sonorium da Lapinha oferece sessões individuais com duração aproximada de uma hora. As vibrações físicas e táteis conduzidas ao longo da experiência estimulam o estado Nidra/Alpha de consciência, associado a descanso profundo, clareza mental e sensação de equilíbrio global.

Localizada próxima a Curitiba, a Lapinha Spa é reconhecida como o primeiro spa médico do Brasil e é referência em saúde integrativa. Com uma abordagem que une medicina, práticas terapêuticas e estilo de vida saudável, o local desenvolve programas focados em prevenção, longevidade e reconexão entre corpo e mente.

Sobre a Lapinha SPA

Imersa em uma natureza exuberante, a Lapinha é um verdadeiro santuário de bem-estar em perfeita sintonia com o ambiente ao seu redor. Reconhecida como Spa Sustentável Global pela World Spa & Wellness Awards, a Lapinha está situada em meio aos bosques de Mata Atlântica e Araucárias, com vistas deslumbrantes para morros e campos naturais, próximos à majestosa Escarpa Devoniana. Com uma área de 550 hectares, a propriedade abriga uma densa floresta nativa, preservando seu bioma e contribuindo para a riqueza do ecossistema local.

Todos os efluentes são tratados e devolvidos à natureza de forma limpa, assegurando a integridade do ambiente. Rodeada por uma reserva de Mata Atlântica, a atmosfera serena da Lapinha oferece uma sensação única de paz aos visitantes. As caminhadas matinais, as refeições balanceadas e a ausência de estimulantes como o café contribuem para a regulação do relógio biológico, promovendo um sono mais profundo e uma maior vitalidade durante o dia.

Na Lapinha, a alimentação é mais do que uma escolha, é uma expressão de saúde e bem-estar. A dieta Ovolactovegetariana é cuidadosamente planejada e supervisionada por médicos e nutricionistas experientes. A maioria dos ingredientes são cultivados na horta orgânica e no pomar da propriedade, proporcionando uma experiência gastronômica única em sabor e nutrição.

Seguindo a terapia do biorritmo como um princípio vital de saúde, a Lapinha respeita os ritmos naturais do corpo, os horários das refeições e os momentos de lazer e descanso, reconectando os hóspedes com a natureza e promovendo um verdadeiro bem-estar.

www.lapinha.com.br

Amor maduro: por que mulheres divorciadas aos 50 estão mais seletivas e felizes?

Relacionamentos que começam depois dos 50 anos não seguem os mesmos padrões românticos de outras fases da vida. Essa etapa, marcada por experiências, autonomia e reflexão, tem levado muitas mulheres divorciadas a viverem o que especialistas chamam de amor maduro, um tipo de conexão afetiva fundamentada em clareza emocional, limites bem definidos e expectativas realistas. Para muitas, o retorno ao namoro na maturidade não é retorno ao passado, mas abertura para relações mais intencionais e conscientes.

Psicólogos e terapeutas de relacionamento destacam que o autoconhecimento desempenha papel central nessa fase. Ao longo da vida, mulheres maduras tendem a desenvolver maior compreensão de si mesmas, seus desejos, limites e necessidades, o que amplia a capacidade de escolher relações mais saudáveis e satisfatórias. Essa nova postura vem ressignificando a ideia de “estar só”, que não equivale necessariamente a solidão, mas a uma construção ativa de autonomia emocional.

Segundo Roberson Dariel, pesquisador do Instituto Unieb, o que vemos hoje é uma geração que prioriza qualidade de vida e bem-estar, não apenas a presença de um parceiro. “Mulheres que se envolvem em relacionamentos após os 50 tendem a buscar companheirismo que dialogue com seus valores, não apenas satisfação imediata. Amor maduro é escolha, não necessidade”, afirma.

Autoconhecimento: a base das escolhas afetivas na maturidade

Ao contrário de fases anteriores, quando expectativas românticas podem ser moldadas por pressões sociais e urgências emocionais, o relacionamento após os 50 nasce com outra lógica. A experiência de vida contribui para que as mulheres saibam melhor o que desejam e, sobretudo, o que não querem repetir. Autoconhecimento, nesse contexto, torna-se elemento decisivo na hora de escolher com quem se relacionar.

Especialistas em comportamento observam que mulheres nessa faixa etária tendem a manter padrões de relacionamento mais estáveis justamente porque investem mais tempo na autoavaliação antes de se comprometer. A maturidade emocional pode reduzir a impulsividade e ampliar a capacidade de diálogo. Estudos sobre relações em fases avançadas da vida mostram que essa seletividade emocional está relacionada a maiores níveis de bem-estar e satisfação no vínculo afetivo.

Roberson Dariel comenta que essa seletividade não é sinônimo de resistência ao amor, mas de respeito por si mesma. “Quando uma mulher madura diz que quer construir uma relação, ela já conheceu seus limites emocionais. Isso cria base para vínculos mais conscientes, menos repetitivos e mais colaborativos”, explica.

A clareza interna também favorece escolhas mais alinhadas com objetivos individuais, reduzindo padrões de dependência e favorecendo relações de reciprocidade. Nesse sentido, o namoro na maturidade é menos sobre preencher um vazio emocional e mais sobre compartilhar vida com alguém que agrega em vez de competir com outras demandas.

Limites afetivos e expectativas realistas

Uma das características que distingue o amor maduro de relações mais jovens é a presença de limites afetivos bem definidos. Mulheres que já passaram por um casamento e viveram experiência de divórcio chegam a novas relações com maior senso do que aceita ou não em um vínculo amoroso. Isso ajuda a evitar ciclos de repetição emocional que podem levar a conflitos.

Terapeutas que trabalham com adultos maduros observam que expectativas realistas, como aceitar que conflitos existem e que cada parceiro tem autonomia própria, tornam os relacionamentos mais sustentáveis. Em outras palavras, a expectativa de que o amor deve resolver todos os problemas desaparece, dando lugar a uma colaboração emocional mais equilibrada.

Dariel acrescenta que estabelecer limites não cria barreiras ao afeto, mas, ao contrário, protege a individualidade dentro da relação. “O amor maduro não é fusão, é parceria. Cada pessoa sabe quem é e o que precisa, o que reduz mal-entendidos e aumenta a capacidade de enfrentar desafios a dois”, observa.

Esse equilíbrio entre intimidade e autonomia é essencial para que o vínculo seja percebido como fonte de crescimento, e não de anulação pessoal. O respeito mútuo às necessidades individuais cria espaço para conversas profundas, negociações e construção conjunta de um projeto de vida.

Maturidade emocional e comunicação

Uma parte significativa dos psicólogos e coaches de relacionamento concorda que a maturidade emocional se reflete diretamente na comunicação. A habilidade de expressar sentimentos, medos e desejos com clareza contribui para evitar conflitos crônicos e mal-entendidos que podem desgastar relações com menos experiência emocional.

Pesquisas indicam que casais em relacionamentos tardios tendem a ter padrões de comunicação mais assertivos e menos reativos do que casais mais jovens. A teoria da seletividade socioemocional, por exemplo, sugere que, com o tempo, as pessoas dão prioridade a interações emocionalmente significativas e evitam aquelas que geram estresse desnecessário.

Roberson Dariel reforça que essa capacidade de diálogo não surge de forma espontânea, mas de aprendizado e reflexão. “Muitas mulheres maduras sabem construir conversas que geram conexão em vez de defensividade. Isso vem do aprendizado de vida, e é um dos fatores que torna as relações nessa fase mais saudáveis”, afirma.

Essa comunicação aprimorada não significa ausência de conflitos, mas habilidade maior para lidar com eles sem desgaste emocional excessivo. O autoconhecimento também contribui para reconhecer gatilhos pessoais e evitar projeções que podem comprometer a relação.

Namoro na maturidade: novas formas de se relacionar

O cenário afetivo para pessoas com mais de 50 anos é diverso. Algumas mulheres optam por namoro tradicional, outras por relações mais flexíveis, e há também as que escolhem parcerias sem coabitação formal, valorizando o companheirismo sem compromissos tradicionais, uma tendência observada em estudos internacionais sobre relacionamentos tardios.

Essa diversidade de formatos não diminui a profundidade afetiva; ao contrário, permite que cada pessoa escolha o tipo de vínculo que melhor dialoga com suas necessidades. A tecnologia, inclusive, tem facilitado esse movimento por meio de espaços digitais que aproximam pessoas com interesses e valores semelhantes, promovendo conexões mais intuitivas e menos pautadas apenas em convenções sociais.

Dariel destaca que o namoro na maturidade raramente se inicia por pressões externas. “As mulheres que começam uma relação após os 50 geralmente o fazem por desejo genuíno de compartilhar a vida, não para suprir expectativas alheias”, afirma. Essa diferença de motivação ajuda a explicar por que muitos relacionamentos tardios conseguem preservar autonomia e respeito mútuo desde o início.

Além disso, o namoro nessa fase incorpora valores como equilíbrio entre a vida social e a relação, mantendo espaços individuais de realização pessoal. Essa configuração reduz a fricção e favorece a construção de vínculos estáveis.

Saúde emocional e bem-estar social

Psicólogos apontam que a qualidade das relações é um dos principais determinantes do bem-estar emocional em qualquer fase da vida, e isso é particularmente verdadeiro após os 50 anos. Relações saudáveis nessa etapa podem contribuir para melhor saúde mental, maior sensação de pertencimento e aumento da satisfação com a vida.

O autoconhecimento desenvolvido ao longo dos anos também ajuda a evitar padrões de relacionamento que geram sofrimento crônico. Mulheres maduras tendem a priorizar atividades e conexões sociais que fortaleçam seu repertório emocional, como hobbies, grupos de interesse e redes de amizade que complementam a relação amorosa.

Dariel observa que esse equilíbrio entre vínculo e vida social amplia a qualidade do amor maduro. “Uma mulher que se relaciona bem com ela mesma e com seu círculo social tende a construir uma relação mais rica, porque não coloca no parceiro a responsabilidade por toda a sua felicidade”, explica.

Esse foco no bem-estar individual e coletivo cria um ambiente emocional mais estável, facilitando que o relacionamento amadureça em parceria e não em dependência.

Caminhos para relacionamentos mais conscientes e felizes

A jornada afetiva após os 50, particularmente para mulheres que vivenciaram o divórcio, é um processo de reconstrução que valoriza autonomia, comunicação clara e escolha consciente. O amor maduro não descarta a possibilidade de compromisso duradouro, mas redefine suas bases para que ele seja sustentável e enriquecedor para ambas as partes.

O foco no autoconhecimento, limites emocionais e maturidade contribui para que essas relações tenham maior probabilidade de estabilidade e satisfação. E, ao contrário de estigmas ultrapassados, estar sozinha antes de construir um novo vínculo não é visto como sinal de carência, mas como preparação para um amor que dialogue com a vida real.

Nesse contexto, o amor maduro emerge não apenas como possibilidade, mas como escolha ativa, expressão de uma fase de vida em que a felicidade é construída com base na consciência, respeito e equilíbrio emocional.

BOM JESUS/IELUSC CELEBRA 100 ANOS DE HISTÓRIA EM JOINVILLE NO DIA 1º MARÇO

Um século formando gerações, construindo futuros e caminhando junto com a cidade. Para marcar centenário, instituição promove uma série de eventos abertos à comunidade

Fundada em 1851 como Colônia Dona Francisca, a maior cidade de Santa Catarina nasceu do sonho de imigrantes alemães, suíços e noruegueses que trouxeram na bagagem a fé, o espírito comunitário e a certeza de que a educação transforma vidas. Desde então, ensinar nunca foi apenas um ato pedagógico em Joinville — foi um compromisso com o futuro. E é neste contexto que nasce o Colégio Bom Jesus/IELUSC, que, há 100 anos, escreve sua história lado a lado com a comunidade.

O contexto histórico começou ainda em 1866 quando surgiu a Deutsche Schule zu joinville, fruto do espírito voluntário e comunitário que impulsionou a cidade, muito em razão da liderança de personalidades conhecidas como Ottokar Döerffel. A escola alemã fez de Joinville, já naquela época, uma referência educacional – um legado que atravessou décadas e que inspirou a construção de um projeto de excelência acadêmica, valores cristãos, desenvolvimento integral e formação humana.

Mas é no dia 1ª de março de 1926, que é inaugurado o Colégio Bom Jesus, com a então Escola Remington Official. Desde então, o BONJA - como é carinhosamente chamado - inspira transformação todos os dias. O IELUSC – Instituto Educacional Luterano de Santa Catarina – iniciou as atividades no grupo em 1997.

“É uma trajetória marcada por memórias, significados e, sobretudo, por pessoas. Mais do que um marco no calendário, o centenário representa a força de um legado construído com propósito e vivido intensamente em cada espaço da nossa instituição”, afirma o Diretor-Geral, Prof. Silvio Iung.

Mais de 30 mil alunos passaram pelo BONJA nestes 100 anos. Cada um levou consigo algo que não cabe em boletins ou diplomas, como caráter, disciplina e pertencimento. O BONJA fez e faz parte da caminhada de gerações que, por meio do conhecimento, do trabalho e dos valores aprendidos, ajudam a transformar a cidade e impactar a sociedade de forma positiva.

O renomado advogado trabalhista André Chedid Daher é um ex-aluno do Bonja.
“Ter estudado no Bom Jesus desde o meu Jardim 2, como se dizia na época, e terminando só no terceirão, me fez tornar cada vez mais um cidadão melhor. Eu tenho muita gratidão ao BONJA. Meu pai já estudou lá, minha filha estuda ainda e minhas minhas irmãs também. O BONJA formou muitas pessoas de modo educacional dentro do nosso cenário nacional, formando excelentes profissionais para o mundo”, afirma Daher.

Com campus no Saguaçu e no Centro, do Berçário ao Ensino Médio, o BONJA oferece formação trilíngue em alemão, inglês e português, aliando excelência acadêmica, valores e experiências que formam para o mundo e para a vida.
O grupo também se consolidou como referência internacional por meio do BONJA International, sendo a primeira escola certificada pelo International Baccalaureate (IB) de Santa Catarina. No ENEM 2024, o BONJA conquistou novamente o 1º lugar em Joinville e a melhor nota entre as escolas de grande porte de Santa Catarina, uma liderança que a instituição mantém na cidade há 12 anos consecutivos.

O futuro - Além dos 100
Mas celebrar 100 anos não é olhar apenas para o passado. É também projetar o amanhã. Já de olho no futuro, o BOM JESUS IELUSC vai ampliar o BONJA International em 2027 e entregar uma nova escola na Cidade das Águas nos próximos anos. O novo bairro planejado de Joinville, que começa a desenhar parte do futuro de Joinville, será o endereço de mais um capítulo dessa sólida história na educação.

“Projetamos uma escola para o bairro com a solidez do nosso legado e comprometida com o futuro. Continuamos a crescer com a cidade, como a instituição educacional mais longeva conduzida por joinvilenses, preservando traços essenciais da identidade local e seguindo o ritmo de Joinville, porque só existimos com e para esta cidade”, afirma Silvio Iung.

Uma instituição que cresce com a cidade
Ao longo de um século, o grupo consolidou marcas que representam seu compromisso com a formação humana integral:
· Bonjinha – Do Berçário (bebês com 1 ano de idade) ao 3º ano do Ensino Fundamental, acolhendo a infância com afeto e cuidado em espaço exclusivo.
· Colégio BONJA – Do 4º ano do Ensino Fundamental ao Ensino Médio, unindo excelência acadêmica, resultados e formação de valores.
· BONJA International – Currículo brasileiro aliado ao Bacharelado Internacional (IB). 1ª escola internacional de Santa Catarina autorizada pelo CEE- Conselho Estadual de Educação.
· Faculdade IELUSC – Ensino superior com excelência acadêmica e compromisso social.
· CEI Páscoa Poffo – Parceria público-privada com a Prefeitura de Joinville, ampliando o acesso à educação infantil e fortalecendo o vínculo com a comunidade no Bairro Vila Nova.
· Escola Luterana Renata Riede – Em Canoinhas (SC), perpetuando o legado educacional.

Para o professor Silvio Iung, “mais do que um número, o centenário representa memória, propósito e pertencimento. Nosso legado é contínuo. Cada pessoa que passa por aqui leva adiante um pouco do propósito que nos move”.

Instituição sem fins lucrativos
O Grupo Bom Jesus IELUSC é uma instituição sem fins lucrativos. Todos os recursos são integralmente reinvestidos na formação de professores, na estrutura, na inovação e nas oportunidades oferecidas aos alunos. A governança é conduzida por um Conselho formado por empresários voluntários da cidade — reforçando o vínculo com Joinville e sua comunidade.

Programação dos 100 anos aberta à comunidade
Para celebrar o centenário, uma série de eventos está programada para os próximos meses, com ações abertas ao público.

Acompanhe a programação:
01/03 - Culto Ação de Graças - Aberto à Comunidade
Horário: 18h
Local: Igreja da Paz - Princesa Izabel, 438
05 a 31/03 - Exposição Centenário na Biblioteca - Aberto à Comunidade
Local: Biblioteca BONJA Centro - Princesa Izabel, 438
02/03 - Homenagem Conselho Estadual de Educação com Ex-Diretor Pastor Tito Lívio Lermen
11/04 - Festa #BONJAPraSempre - Aberto à Comunidade
Horário: 13h às 20h
Local: BONJA Centro - Princesa Izabel, 438
Ingressos à venda via sympla.
24/04 - Homenagem ALESC
30/04 - Homenagem da Câmara de Vereadores
21 a 31/05 - Festival Literário de Joinville
Local: Centreventos Cau Hansen
Este ano o Festival Literário de Santa Catarina presta uma homenagem ao centenário do BOM JESUS IELUSC.

“Celebrar 100 anos é reconhecer que o tempo passa — mas os valores permanecem. É agradecer aos que vieram antes, honrar os que constroem o presente e preparar os que irão liderar o futuro, porque o BONJA não pertence apenas à sua própria história e, sim, à história de Joinville”, finaliza o Prof. Silvio Iung.

Curiosidades sobre o Centenário
Mais de 30 mil alunos já passaram pelo BONJA

A primeira unidade iniciou as atividades com apenas uma sala e um professor.
O BONJA International é a escola IB pioneira em Santa Catarina.
O BONJA possui currículo trilíngue (português, Inglês e alemão), emitindo cerca de 500 certificados de proficiência, anualmente, de Deutsches Sprachdiplom (alemão) e Exames de Cambridge (inglês).
Em 2024, confirmou o 1º lugar ENEM em Joinville e a melhor nota entre as escolas de grande porte de Santa Catarina. 12º ano consecutivo como melhor escola de Joinville no ENEM.
A marca BONJA tornou-se designação oficial do Colégio em 2017, mas já era carinhosamente utilizada pela comunidade escolar há décadas.
Gerações de famílias estudaram no BONJA, hoje é comum ter a 3ª geração, alguns já com a 4º geração. Filhos, pais, avós e bisavós foram alunos da instituição.
Ao longo destes 100 anos, o BONJA teve apenas 4 Diretores gerais: Profª Ana Maria Harger (in memorian), Pastor Michels (in memorian), Pastor Tito Lívio Lermen e Prof. Silvio Iung.

Linha do tempo sobre o centenário
1866 Escola Alemã (Deutsche Schule zu Joinville)
1926 Colégio BOM JESUS (Escola Remington Official)
1963 Mantenedora Comunidade Evangélica de Joinville
1963 Ampliação do Campus Centro
1965 Início do Ensino Superior, depois transferido para a FURJ.
1989 Inauguração do Ginásio de Esportes do Saguaçu
1994 Inauguração da Piscina Centro Natação Aldo Beil
1997 Início das atividades do IELUSC (Instituto Educacional Luterano de Santa Catarina)
2000 Inauguração da Unidade I - Bonjinha - Ed. Infantil e 1º ao 2º ano do Ens. Fundamental
2002 Inauguração da Unidade III - 4º ao 9º do Ensino Fundamental
2014 Inauguração do Prédio do Bilingual Programme
2014 Reconhecimento da Faculdade IELUSC como IES Comunitária
2014 Início das atividades do Bilingual Programme - Inglês e Alemão
2017 Inauguração do Prédio 500 - em alusão aos 500 anos da Reforma Luterana
2021 Gestão da Escola Luterana Renate Riede - Canoinhas
2022 Inauguração do Comenius Building - BONJA International (reconhecimento Escola Internacional em 2017)
2024 Gestão do CEI Paschoa Poffo - Parceria Público Privada

Grupo Samprazer lança videoclipe de “Sabor de Hortelã”, primeira faixa do álbum Reviver – O Lado B da Nossa História

Grupo Samprazer lança videoclipe de “Sabor de Hortelã”, primeira faixa do álbum Reviver – O Lado B da Nossa História

O Grupo Samprazer apresenta ao público a primeira amostra de seu novo projeto musical.

Já está disponível em todas as plataformas digitais o single “Sabor de Hortelã”, composição de Nassor Alvim, que conta com a participação especial do cantor e compositor Milthinho.

A faixa antecipa o álbum “Reviver – O Lado B da Nossa História” e ganhou seu videoclipe nesta terça-feira, 25 de fevereiro, com estreia no canal oficial do grupo no YouTube.  

Gravado na Bronks 246, em São Paulo, com a produção executiva de Renato Marinho e Jorginho Vinicius, o trabalho se destaca pela qualidade sonora, identidade e emoção presentes em cada detalhe.

A faixa “Sabor de Hortelã” chega com um arranjo renovado e uma nova roupagem, trazendo fortes referências às raízes do grupo e oferecendo uma leitura atual da trajetória do Samprazer, sem perder a essência que conquistou o público ao longo dos anos.

Entre os principais sucessos do grupo estão “Chora”“Na Pagodeira”“Paixão Verdadeira”“Saudades do Amor”, Chovendo Mulher”“Dominó” e “Cansei de Te Amar”, faixas que conquistaram destaque nas rádios de todo o país e seguem embalando shows, festas e encontros até hoje.

Com uma sonoridade envolvente e moderna, “Sabor de Hortelã” com sua nova roupagem chega como cartão de visitas do projeto, conectando nostalgia e frescor, e já vem conquistando fãs e novos ouvintes.

A faixa reforça o momento especial vivido pelo Samprazer e aquece as expectativas para o lançamento completo do álbum, que promete emocionar e reafirmar a força do grupo no cenário do pagode nacional.

“Esse novo projeto fala muito sobre revisitar nossa história sem deixar de olhar para frente.

‘Sabor de Hortelã’ tem esse equilíbrio entre o lado B da nossa trajetória e a sonoridade atual que queremos apresentar ao público.” 

Comenta o grupo Samprazer

Sabor de hortelã

https://www.youtube.com/watch?v=kWREAFGIKpw

Para saber mais, acesse:

Instagram: https://www.instagram.com/gruposamprazer

YouTube: https://www.youtube.com/@SamprazerOficial

Fotos crédito – Rafael Barbosa

Fonte: Fernanda Lara Rocca – Assessoria de Imprensa

Luciane Sippert celebra aniversário em meio à natureza ao lado da família

Em um cenário cercado pelo verde, pelo silêncio restaurador e pela energia de uma imersão especial no Seminário de Carnaval, Luciane Sippert comemorou mais um ano de vida de forma profunda e significativa. A celebração aconteceu em meio à natureza, reforçando sua conexão com a espiritualidade, o autoconhecimento e os valores que norteiam sua trajetória.

Ao lado do seu amor e da filha Angelina, Luciane viveu momentos de afeto, introspecção e gratidão. A data foi marcada não apenas por comemorações, mas por reflexões sobre ciclos, propósito e renovação.

“Aniversariar é reconhecer que cada ciclo é uma nova oportunidade de florescer, aprender e servir com ainda mais propósito”, destacou.

Com o coração transbordando gratidão, Luciane reafirmou seu compromisso de seguir plantando sementes, vivendo com intensidade e honrando o chamado que acredita ter recebido de Deus. Para ela, a vida é um presente diário — e deve ser celebrada com consciência, amor e propósito.

Entre abraços, natureza e espiritualidade, o novo ciclo se inicia com luz, fé e a certeza de que cada etapa é uma oportunidade de crescimento e serviço. 

Isis Camargo vive contagem regressiva para o desfile das campeãs do Acadêmicos do Tucuruvi

Faltando poucas horas para o tão aguardado desfile das campeãs, na noite do ultimo sábado, 21 de fevereiro, a musa fitness Isis Camargo vive a mistura intensa de emoção, ansiedade e gratidão nos bastidores do Sambódromo do Anhembi, em São Paulo. Representando a escola de samba Acadêmicos do Tucuruvi, a musa demonstra concentração total enquanto se prepara para cruzar novamente a avenida em uma das noites mais celebradas do Carnaval paulistano.

No quarto do hotel, Isis mantém a rotina que a acompanha desde o início da temporada: alimentação controlada, hidratação constante e alongamentos estratégicos para garantir resistência e energia do início ao fim do desfile. A preparação física, construída ao longo de meses com treinos intensos e disciplina alimentar, ganha agora o complemento do preparo emocional. “A ansiedade sempre bate, mas é aquela ansiedade boa, de quem sabe que fez tudo o que podia para entregar o melhor”, confidencia a musa, momentos antes de vestir a fantasia.

Conhecida pelo físico definido e pela presença marcante, Isis Camargo que também é dançarina profissional de dança do ventre, reforça que o Carnaval vai além da estética. Para ela, estar na avenida é representar a comunidade da Cantareira e honrar o trabalho de centenas de integrantes que constroem o espetáculo. A expectativa é de uma apresentação vibrante, celebrando o desempenho da escola ao longo da temporada.

Enquanto o relógio avança e a bateria se posiciona para entrar na pista, o coração acelera no mesmo compasso do surdo. Entre retoques finais de maquiagem, ajustes na fantasia e palavras de incentivo trocadas com outros componentes, Isis demonstra confiança e entusiasmo. “É um privilégio estar aqui. Cada desfile é único e o das campeãs tem um gostinho especial”, afirma.

Quando o portão se abrir e o som da bateria ecoar pelo Anhembi, a musa que desfila pelo segundo ano consecutivo pela agremiação da zona norte paulistana, promete transformar a ansiedade em energia contagiante, levando ao público a mesma intensidade que marcou toda sua preparação para o desfile oficial na semana passada. Para Isis Camargo, a contagem regressiva termina em brilho, samba no pé e emoção à flor da pele.

Crédito da Foto: Gabo / Renato Cipriano - Zuleika Ferreira - Divulgação

Maísa Gouveia assina looks de atrizes no Baile Fairmont Rio 2026

O Baile Fairmont Rio 2026 aconteceu neste sábado (20) e, pelo segundo ano consecutivo, a estilista Maísa Gouveia assinou os figurinos usados por atrizes na noite.
O evento, um dos mais aguardados do calendário social carioca, contou com direção, organização e cenografia de Alexandre Schnabl.

As artistas que vestiram suas criações este ano foram: Isabel Fillardis, Aline De Luna, Maria Gal, Paula Frascari, Jessica Córes e Adriana Camargo.

Com o tema “Verão Maravilha”, a edição celebrou a energia do verão carioca e resgatou o brilho da era disco. Para compor os looks, Maísa se inspirou na transição dos anos 70 para os 80 e na estética vibrante do lendário Studio 54, incorporando glitter, brilhos metalizados, paetês, plissados e drapeados.

Em declaração à imprensa, a estilista destacou:
“Criar para o Baile Fairmont novamente é uma alegria enorme. No ano passado vivi uma experiência muito especial com as atrizes, e este ano aprofundei ainda mais essa atmosfera que une o espírito livre do verão carioca ao glamour da era disco. É uma edição que traz muita beleza e brilho.”

As produções contaram com a coordenação da Zany Assessoria, especializada em produção de moda e figurinos, reforçando o posicionamento de Maísa Gouveia como um dos nomes em ascensão na moda nacional e internacional.

Fotos: Divulgação

Rosy Cordeiro assina vestido da Rainha Diambi

Rosy Cordeiro assina vestido da Rainha Diambi no Carnaval 2026

A vitória da Mocidade Alegre no Carnaval 2026 consolidou mais um capítulo histórico para a escola paulistana, reconhecida como uma das maiores campeãs do Grupo Especial. Entre os destaques do desfile esteve a presença da SAR Rainha Diambi Kabatusuila, autoridade tradicional da República Democrática do Congo, cuja participação agregou dimensão internacional e simbólica ao enredo.

Responsável pela execução do vestido usado por Sua Alteza Real na avenida, a estilista Rosy Cordeiro imprimiu à peça uma leitura contemporânea da realeza africana, aliando referências ancestrais à técnica da alta costura. O figurino foi concebido como elemento narrativo dentro do desfile, dialogando com o enredo e com a proposta estética da escola.

Rosy Cordeiro assina vestido da Rainha Diambi

O traje combinou tecidos estruturados, aplicação manual de pedrarias e detalhes que remetem a símbolos de poder e território. A escolha das cores e das texturas reforçou a identidade visual construída para a participação da rainha, destacando sua presença na passarela como representação de legado e liderança feminina.

Rosy Cordeiro assina vestido da Rainha Diambi

Rosy Cordeiro assina vestido da Rainha Diambi

Dessa forma, no contexto do Carnaval, o figurino extrapola a dimensão estética. Igualmente, assume função estratégica. Cada peça integra a narrativa visual avaliada pelos jurados. Assim, contribuindo para a coerência plástica e conceitual do desfile. Ao executar o vestido da Rainha Diambi, Rosy Cordeiro atuou diretamente na construção dessa narrativa, traduzindo valores culturais em linguagem visual.

Portanto, a participação da soberana africana no desfile ampliou o diálogo entre Brasil e África. Reafirmando o Carnaval como espaço de intercâmbio cultural e afirmação identitária. O trabalho de Rosy Cordeiro, nesse cenário, evidencia o papel da moda como instrumento de representação e comunicação simbólica.

Rosy Cordeiro assina vestido da Rainha Diambi

Por fim, com a consagração da Mocidade Alegre como campeã de 2026, o desfile passa a integrar a memória recente do Carnaval paulistano. Então, entre alegorias, fantasias e performances, o vestido da Rainha Diambi permanece como um dos elementos de destaque de uma apresentação marcada por potência estética e significado histórico.

Desde pequena, eu sabia que meu destino seria diferente. Nasci na Bahia e fui criada em uma comunidade em São Paulo, onde enfrentei bullying por ser diferente, mas nada disso me parou! Transformava meus uniformes e me destacava na escola. Aos 18 anos, minha paixão pela moda me levou a fundar minha própria fábrica. Com o tempo, ganhei espaço na mídia, prêmios, e até convites para a TV. Mesmo diante dos altos e baixos, nunca desisti, e nunca abri mão dos meus princípios e valores . Hoje, olho para trás e vejo o quanto minha determinação me trouxe até aqui.