Viviane de Oliveira

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Cottagecore no quarto de bebê: estilo inspirado no campo ganha espaço na decoração infantil

Estética afetiva, cores suaves e tecidos naturais transformam o ambiente

em um espaço mais acolhedor e atemporal.

Em meio a um movimento crescente de busca por ambientes mais acolhedores e afetivos, o estilo cottagecore tem cativado os corações dos amantes da vida simples. Inspirada nas casas de campo europeias — especialmente nas tradicionais cottages inglesas —, a tendência propõe uma estética bucólica e nostálgica, trazendo aconchego, fluidez e romantismo para os espaços.

Para Thayane Ramalho, diretora de criação da Biramar Baby, marca referência na produção de enxoval para bebês e crianças, todos esses elementos fazem com que a decoração cottagecore encontre no quarto infantil um cenário ideal. “O estilo cria uma atmosfera calma, que funciona muito bem para o descanso do bebê. Além disso, traz uma sensação de cuidado e proximidade com a natureza, algo muito valorizado hoje no universo infantil”, afirma.

Outro ponto que tem impulsionado a escolha das famílias pelo estilo é o desejo por projetos mais atemporais. “As cores costumam ser suaves, os materiais são mais naturais e a decoração tende a ter um caráter lúdico e delicado, sem ser exageradamente temática. Em vez de um quarto que fique datado rapidamente, o cottagecore segue uma linha mais clássica”, explica.

Paleta suave e inspiração na natureza

Segundo Ramalho, o estilo cottagecore costuma trabalhar com cores pouco saturadas, propondo uma paleta inspirada principalmente em flores, plantas e paisagens do campo. “Os florais pequenos são muito característicos do estilo. Também aparecem raminhos delicados, mini flores, xadrez suave e listras discretas”, exemplifica. Entre os tons mais comuns estão o off-white, bege, creme e o linho, além do rosa antigo, o verde sálvia, o azul acinzentado, o lavanda e o amarelo manteiga. “A dica é evitar muitos contrastes. O estilo funciona melhor quando as cores são delicadas e quando há uma sensação de harmonia entre os materiais e as texturas”, orienta a especialista. 

Quanto aos tecidos, os mais utilizados são o de toque macio, combinando as estampas com bases neutras para composições leves e harmônicas. “Linho, algodão, percal, gaze de algodão e tricô aparecem bastante porque reforçam essa sensação de conforto e simplicidade”, afirma.  

O papel do enxoval na construção do ambiente

A escolha do enxoval costuma assumir um papel central na composição da decor cottagecore e também pode ser uma das formas mais simples para quem deseja adotar elementos do estilo em um ambiente já decorado. “O cottagecore pede textura e mais camadas de tecidos, por isso itens como colchas, mantas, lençóis e almofadas ajudam muito a criar espaços que transmitam conforto, memória e essa sensação de lar”, comenta Ramalho. 

Além do enxoval, detalhes decorativos mais artesanais, como cestarias, peças em cerâmica ou objetos feitos em tecido ou tricô ajudam a definir o tom da decoração, sendo capazes de transformar o ambiente. “No conjunto, todos esses elementos criam um ambiente leve e com uma estética bastante afetiva, que combinam muito bem com bebês e crianças”, finaliza. 

Sobre a Biramar Baby

A Biramar Baby & Kids é uma tradicional fábrica de enxovais e artigos para bebês e crianças, com sede em Ibitinga, no interior de São Paulo. Há 40 anos no mercado, a empresa se destaca pela confecção de kits completos para berços, roupas de cama para solteiros, além de roupas e acessórios infantis. A Biramar Baby é pioneira no segmento, oferecendo uma linha completa de roupinhas e complementos que coordenam perfeitamente com os enxovais, unindo qualidade, conforto e estilo em cada peça.

https://www.biramar.com.br/

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Móveis com memória afetiva ganham espaço na decoração e refletem nova forma de morar

Peças herdadas e itens garimpados transformam os ambientes e reforçam a identidade nos projetos de arquitetura e decoração

Decorar uma casa está cada vez mais próximo da memória afetiva de cada um. Existe um movimento que é crescente na busca por móveis que já viveram outras histórias, seja por herança familiar ou por achados em feiras e antiquários, criando ambientes que revelam quem mora ali de forma mais verdadeira e próxima do cotidiano.

Cristaleiras, buffets e cômodas voltam a ocupar áreas de estar com nova função, agora integradas à rotina e não restritas a espaços formais. Essas peças deixam de ser apenas utilitárias e passam a guardar lembranças, como louças antigas, fotografias e objetos que atravessam gerações. A estante segue pelo mesmo caminho e reúne livros, registros de viagens e itens afetivos, formando uma espécie de arquivo pessoal dentro de casa.

Móveis de madeira maciça, mesas de jantar amplas e poltronas confortáveis ganham destaque ao lado de itens atuais, criando uma composição que equilibra passado e presente sem esforço. A mistura não busca perfeição estética, mas coerência com a história de quem vive no espaço.

A tendência se baseia no princípio de que os móveis de família carregam um valor que não se mede apenas pelo material, mas pela trajetória que representam, funcionando como pontos de continuidade entre diferentes gerações. “Quando uma peça entra na casa, ela não chega vazia. Existe uma memória ali, um uso anterior, uma marca que faz sentido para quem escolhe manter aquilo por perto. Misturar o novo com o que já existia é uma forma natural de construir identidade e dar continuidade às histórias no lar”, afirma Daniela Costa, psicóloga e CEO da Homedock, e-commerce de móveis e decorações para a casa.

A presença dessas peças também muda a forma como os ambientes são utilizados. A mesa de jantar deixa de ser apenas um local de refeições e passa a concentrar encontros prolongados. A poltrona convida à permanência, enquanto o buffet organiza e, ao mesmo tempo, expõe histórias. Cada móvel assume um papel que vai além da função prática e se conecta com as experiências vividas.

Essa nova percepção evidencia uma mudança no comportamento de consumo e na forma de morar, a casa passa a ser construída ao longo do tempo, com escolhas que carregam significado. O resultado aparece em ambientes mais pessoais, onde cada móvel contribui para contar uma história que segue em construção.

“A busca por peças com memória mostra que o valor do mobiliário está cada vez mais ligado à experiência que ele carrega. Nesse processo, o novo não substitui o antigo, mas convive com ele, criando espaços que refletem trajetórias reais e conectam diferentes momentos da vida em um mesmo lugar”, finaliza Raphael Capuzi, gerente de produto da Homedock.

Sobre a empresa: 

A Homedock é uma marca brasileira de móveis e decoração que une curadoria, design e tecnologia para transformar ambientes. Fundada em 2013, atua no formato de e-commerce, oferecendo mais de 750 produtos com pronta entrega em todo o Brasil. Com foco na experiência do cliente e na democratização do “morar bem”, a Homedock acredita que um lar incrível é um direito de muitos e não um privilégio de poucos e no papel da casa como um instrumento de cura para a sociedade. 

Mais de 3.300 municípios já foram atendidos pela Homedock nos 27 estados brasileiros. Coleções exclusivas que traduzem estilo e contemporaneidade são o grande diferencial da Homedock.

@homedock

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31ª Festitália, em Blumenau (SC), terá cinco ambientes temáticos em 2026

Experiências incluem entrada, mercado com produtos artesanais, camarote, grande pavilhão com pontos gastronômicos e shows e um ambiente mais intimista, com pratos à la carte e serviços à mesa. Evento vai de 11 a 21 de junho

A 31ª Festitália (@festitaliablumenau) acontece de 11 a 21 de junho, em Blumenau (SC). Entre as novidades dessa edição da festa está a oferta de cinco ambientes temáticos, com diferentes experiências para os visitantes do evento: La Passeggiata, Piazza del Mercatino, Gran Palco, Villaggio di Borgo e Camarote Plan B, dedicado à cultura do vinho. 

De acordo com uma das organizadoras, Cristina Schmitt Miranda, a reorganização dos ambientes da 31ª Festitália explora as possibilidades de experiências ligadas à cultura italiana, especialmente conectada à imigração. “Na gastronomia, que é um dos maiores atrativos da festa, o público poderá optar entre uma experiência de evento como habitualmente acontece no Parque Vila Germânica ou com um novo formato, com atendimento nas mesas e ambiente mais intimista”, conta. 

“Já na entrada e na área externa, estamos propondo áreas que falem também de outros aspectos da imigração, como as famílias que fazem parte da construção do Vale Europeu, e os produtos artesanais, em uma espécie de feira ao ar livre”, segue Cristina, que destaca, por fim, o camarote onde acontecem shows e um jantar

Área externa: La Passeggiata e Piazza del Mercatino 

Já na entrada, os visitantes viverão La Passeggiata. A área que levará ao acesso aos pavilhões do evento terá uma ambientação que vai possibilitar a imersão tanto no clima do evento quanto na história da festa e da imigração. No espaço, estarão os mais de 2,5 mil sobrenomes de famílias de origem italiana que colonizaram o Vale Europeu. 

A Piazza del Mercatino será na área externa do Parque Vila Germânica, no Boulevard. O espaço é inspirado nas feiras de rua italianas e terá barracas com produtos artesanais conectados à cultura europeia. O ambiente terá entrada gratuita e  vai funcionar todos os dias, das 10h às 22h. Embora a programação nos pavilhões da 31ª Festitália seja de quarta a domingo, também nas segundas e terças o público poderá visitar o Mercatino.

Dois ambientes, duas experiências gastronômicas

A culinária é um dos grandes destaques do evento. E, dedicados a ela, estarão dois ambientes. Um, o Gran Palco, terá uma experiência que une gastronomia e música. O espaço terá 23 restaurantes e mais de 100 pratos diferentes, que celebram os sabores dos imigrantes italianos e as inovações que aconteceram a partir do encontro com o Brasil. Também por lá acontecem apresentações musicais como o show de Luciano Bruno (dia 12 de junho), Le Farfalle (dia 18 de junho) e do tenor Paulo Paulilo e Orquestra (nos dias 19 e 20 de junho). 

Já o Spaten Platz se transformará no Villaggio di Borgo. O espaço terá cadeiras confortáveis, ambientação intimista e três restaurantes que servirão menus à la carte, com serviço de garçons. A trilha sonora ficará por conta de sonetos e duos, com destaque para a música romântica italiana. A ideia é oferecer a experiência de um restaurante nas vielas italianas dentro da 31ª Festitália. 

Camarote: cultura do vinho valorizada

O Camarote Plan B, que estreou em 2025, também receberá o público este ano. Localizado no mezanino do Villaggio di Borgo, o espaço terá um jantar harmonizado no Dia dos Namorados e nas sextas-feiras e sábados terá uma programação de shows das 22h às 3h. 

A 31ª Festitália é uma realização do Ministério da Cultura (Lei Rouanet) e Lira Circolo Italiano di Blumenau, com apoio da Prefeitura de Blumenau e patrocínio de Havan, Komprão Koch Atacadista, Blumenau Iluminação e Linhas Círculo.

Mais informações estão em www.festitalia.com.br

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Elegância e aconchego marcam projeto corporativo assinado por Marcos Serrano Miralles

Com marcenaria protagonista, paleta sofisticada e iluminação estratégica, escritório combina funcionalidade e atmosfera acolhedora em cada detalhe

O projeto corporativo assinado pelo arquiteto Marcos Serrano Miralles traduz a força do design contemporâneo aliado ao conforto. Inspirado em uma estética elegante e atemporal, o espaço foi pensado para acolher clientes e colaboradores desde o primeiro passo, valorizando materiais nobres, iluminação bem planejada e uma paleta de cores que transmite sobriedade.

Logo no hall de entrada, a sensação é de acolhimento. A marcenaria reveste parte das paredes e avança pelo teto, criando uma atmosfera envolvente. A bancada em mármore branco traz leveza e sofisticação, enquanto as poltronas de design sinuoso suavizam as linhas do ambiente. A iluminação em LED embutida no teto garante uniformidade e conforto visual. Um espelho amplia o espaço e reforça a luminosidade, enquanto a parede com textura adiciona profundidade. No piso, o tapete cumpre dupla função: aquece o ambiente e evita o contato direto com o porcelanato frio. A porta em detalhe preto surge como ponto de cor estratégico, trazendo contraste na medida certa.

O corredor que leva às salas mantém a mesma linguagem visual. Totalmente revestido em marcenaria, ele conta com portas mimetizadas, que garantem unidade estética e discrição. O teto rebaixado em gesso reforça a proposta contemporânea e permite um projeto luminotécnico mais preciso.

O lavabo segue a identidade do restante do escritório. As paredes recebem marcenaria combinada com papel de parede texturizado, criando uma composição elegante e aconchegante. A cuba esculpida sob medida acompanha o recorte da parede: estreita, funda e feita em pedra, ela valoriza o desenho do espaço. O rodapé preto adiciona personalidade e conversa com os acessórios, equilibrando o espaço.

Na sala de reunião, a imponência aparece nos materiais. A mesa de mármore com pé de madeira é o grande destaque, cercada por cadeiras em couro marrom que reforçam a sensação de sofisticação. Um aparador lateral apoia a rotina do ambiente, enquanto a obra de arte ganha protagonismo com iluminação direcionada e recorte na parede. O LED no teto e a luminária linear garantem iluminação eficiente. A presença de uma parede de vidro amplia a percepção do ambiente, enquanto a outra, revestida em marcenaria com porta mimetizada, mantém a harmonia visual.

A copa foi planejada para ser prática e organizada. A marcenaria personalizada se integra ao mármore, criando uma composição funcional e elegante. Os puxadores em formato concha acrescentam charme ao mobiliário. A bancada para refeições rápidas, acompanhada por duas banquetas, delimita bem o espaço e garante fluidez na circulação.

Já nas duas salas individuais, o projeto apresenta propostas distintas, mantendo a coerência estética. Em uma delas, o tom marrom predomina nas paredes revestidas, no aparador lateral e nos acabamentos das cadeiras, criando um ambiente acolhedor e sofisticado. Na outra, o preto assume o protagonismo, marcando presença nas paredes, nos estofados, na luminária e no pé da mesa de mármore, resultando em um espaço mais marcante e contemporâneo.

Fotos: Douglas Camargo

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Fevest Inspire 2026 evidencia avanço da sustentabilidade na indústria da moda íntima e confecções

Etiquetas que viram plantas, tecidos de longa duração, embalagens reutilizáveis, reaproveitamento de até 80% da água e economia circular ganham protagonismo na maior feira do setor da América Latina

Entre os dias 9 e 11 de junho, Nova Friburgo (RJ) — reconhecida nacionalmente como a Capital da Moda Íntima — será o centro das atenções da indústria têxtil com a realização da Fevest Inspire 2026, no tradicional Nova Friburgo Country Club. Consolidada como a principal feira de lingerie, moda praia, fitness e matéria-prima do Brasil e da América Latina, a Fevest reforça, nesta edição, o compromisso com a sustentabilidade, a inovação e a alta performance produtiva.

Mais do que apresentar tendências estéticas, a Fevest é um espaço estratégico para discutir o futuro da moda, reunindo mais de 140 marcas expositoras, vindas não apenas do polo friburguense, mas também de estados como Minas Gerais, Ceará, São Paulo e Rio Grande do Sul. A expectativa é de que cerca de 9 mil visitantes, entre compradores, profissionais do setor e formadores de opinião do Brasil e do exterior, circulem pelos corredores da feira, acompanhando desfiles, workshops e palestras técnicas

Sustentabilidade aplicada da indústria à criação

Entre os destaques da Fevest Inspire 2026 estão empresas que já incorporam práticas sustentáveis de forma concreta e mensurável — indo muito além do discurso.

A Marina Bonita – de Nova Friburgo (RJ) -, marca de moda praia que participa da Fevest pela primeira vez, apresenta a coleção Entrelaços, um exemplo de como tradição artesanal e tecnologia têxtil podem caminhar juntas. Seu biquíni “Trama de Afeto”, desenvolvido em crochetaria tecnológica, utiliza uma mistura de fibras naturais como algodão, cânhamo e bambu, associadas a elastano reciclado ou poliamida biodegradável, resultando em peças confortáveis, de secagem rápida e com proteção UV.

Cada modelo é único, sem cópias — apenas interpretações. A técnica do crochê elimina cortes e desperdícios de tecido, garantindo zero resíduo no processo produtivo. O tingimento botânico, feito com pigmentos extraídos de cascas e sementes, substitui corantes químicos, reduzindo impactos ambientais. A marca também aposta em etiquetas plantáveis, que podem ser transformadas em plantas, e em embalagens de algodão cru, pensadas para uso contínuo pelo consumidor, como organizadores de viagem.

Além disso, resíduos do processo produtivo são reaproveitados na criação de pulseiras, brincos e cordões, reforçando o conceito de economia circular. As peças são desenvolvidas para durar várias temporadas, acompanhadas por um Kit de Longevidade, com orientações de cuidado que ampliam a vida útil do produto e reduzem impactos ambientais ao longo do uso.

Matéria-prima com responsabilidade ambiental

No segmento de matéria-prima, a Beckhauser Malhas – de Maringá (PR) -, empresa com 34 anos de atuação e 470 colaboradores diretos, chega à Fevest com o lançamento da Iron Strong, uma malha de poliamida de alta performance indicada tanto para o esporte quanto para a alfaiataria contemporânea. O material não amassa, não desbota, é confortável e durável, refletindo o investimento da empresa em inovação aliada à responsabilidade ambiental.

A Beckhauser mantém uma política avançada de redução de resíduos, com mais de 10 empresas parceiras receptoras de sobras industriais, como plumas, aparas de malha, tubetes e cones de fios. A empresa reaproveita até 80% da água utilizada nos processos de fabricação e tingimento, possui estação própria de tratamento de água, utiliza energia proveniente de usina solar, madeira de reflorestamento e tecnologias como o dry clean, que reduzem significativamente o uso de produtos químicos. O reaproveitamento do calor das caldeiras e a instalação de isolantes térmicos nos galpões completam a estratégia alinhada às práticas de ESG.

Tecnologia, bem-estar e impacto social

Outra presença relevante é a Íntima Passion - de Juruaia (MG) -, que aposta em lingeries e camisolas tecnológicas com efeito refresh, pensadas especialmente para proporcionar conforto térmico a mulheres no período da menopausa. A marca também investe em produtos multiuso, embalagens reutilizáveis — como sacos de organza reaproveitáveis — e tecidos de moda praia com decomposição acelerada.

Com um sistema interno de melhor aproveitamento dos tecidos, a empresa reduziu drasticamente a geração de retalhos que antes eram descartados em aterros. Hoje, esses materiais são doados para ONGs e entidades locais, que os transformam em tapetes, bolsas e outros produtos, fortalecendo a economia criativa regional. Além disso, a Íntima Passion oferece treinamentos, mentorias e acompanhamentos mensais aos seus clientes, ampliando o impacto positivo da sustentabilidade ao longo da cadeia produtiva.

A Fevest inspire 2026 - Feira de Lingerie, Moda Praia, Fitness e Matéria-prima - é uma realização do Sindvest (Sindicato das Indústrias do Vestuário de Nova Friburgo e Região), com patrocínio da Firjan SENAI SESI, apoio institucional da Prefeitura Municipal de Nova Friburgo, Abit, Frionline e Vinilsul.

Fevest Inspire 2026 - Feira de Lingerie, Moda Praia, Fitness e Matéria-prima

Data: 09 a 11 de junho de 2026 (terça-feira a quinta-feira)

Horário: das 13h às 20h

Entrada: Gratuita mediante credenciamento pelo site

Local: Nova Friburgo Country Clube (Av. Conselheiro Julius Arp, 140 – Centro – Nova Friburgo/RJ)

Site: http://www.fevest.com/

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OSESP E MAESTRO THIERRY FISCHER INICIAM CICLO DEDICADO A MENDELSSOHN E APRESENTAM TAMBÉM O PÁSSARO DE FOGO

Fundação Osesp e o Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, apresentam a Temporada Osesp 2026.

Nesta semana, entre quinta-feira (30/abr) e sábado (02/mai), a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo – Osesp estará novamente com seu Diretor Musical e Regente Titular, Thierry Fischer, no palco da Sala São Paulo. O programa está especial e marca o início do Ciclo Mendelssohn, um dos destaques desta Temporada: ouviremos a Primeira Sinfonia deste compositor alemão, na primeira parte do concerto, seguida do impactante balé O Pássaro de Fogo, de Igor Stravinsky, na segunda.

A performance de sexta-feira (1º/mai) faz parte da série Osesp duas e trinta, terá início às 14h30 e ingressos com preço único de R$ 50,00 (valor inteiro). Vale lembrar, ainda, que a performance da Osesp de sábado, às 16h30, será transmitida ao vivo no canal oficial da Orquestra no YouTube.

Felix Mendelssohn-Bartholdy (1809-1847) foi um dos maiores prodígios da história da música e, em sua Sinfonia nº 1, escrita quando ele tinha apenas 15 anos, demonstra impressionante vigor juvenil e um domínio formal raro mesmo entre compositores experientes. Com o enérgico tema em dó menor de seu primeiro movimento, Fischer e a Osesp dão início a um percurso pela música deste compositor judeu alemão. O desfecho do programa se dará com a execução integral do balé O Pássaro de Fogo, primeiro fruto do encontro entre o russo Igor Stravinsky (1882-1971) e os conterrâneos do Ballets Russes, de Sergei Diaghilev. Nesta obra, veremos um momento de transição entre feitos orquestrais ao estilo do compositor Nikolai Rimsky-Korsakov, porém com ritmos ferozes que prenunciam obras como Petrushka e Sagração da primavera, que Stravinsky apresentaria posteriormente.

Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo – Osesp
Desde seu primeiro concerto, em 1954, a Osesp tornou-se parte indissociável da cultura paulista e brasileira, promovendo transformações culturais e sociais profundas. A cada ano, a Osesp realiza em média 130 concertos para cerca de 150 mil pessoas. Thierry Fischer tornou-se diretor musical e regente titular em 2020, tendo sido precedido, de 2012 a 2019, por Marin Alsop. Seus antecessores foram Yan Pascal Tortelier, John Neschling, Eleazar de Carvalho, Bruno Roccella e Souza Lima. Além da Orquestra, há um coro profissional, grupos de câmara, uma editora de partituras e uma vibrante plataforma educacional. A Osesp já realizou turnês em diversos estados do Brasil e também pela América Latina, Estados Unidos, Europa e China, apresentando-se em alguns dos mais importantes festivais da música clássica, como o BBC Proms, e em salas de concerto como o Concertgebouw de Amsterdã, a Philharmonie de Berlim e o Carnegie Hall em Nova York. Mantém, desde 2008, o projeto “Osesp Itinerante”, promovendo concertos, oficinas e cursos de apreciação musical pelo interior do estado de São Paulo. É administrada pela Fundação Osesp desde 2005.

Thierry Fischer regente
Desde 2020, Thierry Fischer é diretor musical da Osesp, cargo que também assumiu em setembro de 2022 na Orquestra Sinfônica de Castilla y León, na Espanha. De 2009 a junho de 2023, atuou como diretor artístico da Sinfônica de Utah, da qual se tornou diretor artístico emérito. Foi principal regente convidado da Filarmônica de Seul [2017-2020] e regente titular (agora convidado honorário) da Filarmônica de Nagoya [2008-2011]. Já regeu orquestras como a Royal Philharmonic, a Filarmônica de Londres, as Sinfônicas da BBC, de Boston e Cincinnatti e a Orchestre de la Suisse Romande. Também esteve à frente de grupos como a Orquestra de Câmara da Europa, a London Sinfonietta e o Ensemble intercontemporain. Thierry Fischer iniciou a carreira como Primeira Flauta em Hamburgo e na Ópera de Zurique. Gravou com a Sinfônica de Utah, pelo selo Hyperion, Des canyons aux étoiles [Dos cânions às estrelas], de Olivier Messiaen, selecionado pelo prêmio Gramophone 2023, na categoria orquestral. Na Temporada 2024, embarcou junto à Osesp para a turnê internacional em comemoração aos 70 anos da Orquestra.

30/abr a 02/mai

PROGRAMA

OSESP
THIERRY FISCHER
 regente
FELIX MENDELSSOHN-BARTHOLDY Sinfonia nº 1 em dó menor, Op. 11
IGOR STRAVINSKY O Pássaro de Fogo (versão 1919)

30 de abril, quinta-feira, 20h00
01 de maio, sexta-feira, 14h30 [Osesp duas e trinta]
02 de maio, sábado, 16h30 [Concerto digital]
Endereço: Praça Júlio Prestes, 16, Campos Elíseos, São Paulo, SP
Capacidade: 1.388 lugares [Sala São Paulo]
Recomendação etária: 07 anos
Ingressos: 
Entre R$ 50,00 e R$ 330,00 (valores inteiros*)
Bilheteria (Fever): neste link
Telefone: 
(11) 3777-9721, de segunda a sexta, das 12h às 18h.
Estacionamento: Rua Mauá, 51 | a partir de R$ 27,00 | 600 vagas
Mais informações nos sites oficiais da Osesp e da Sala São Paulo.

*Estudantes, pessoas acima dos 60 anos, jovens pertencentes a famílias de baixa renda com idade de 15 a 29 anos, pessoas com deficiências e um acompanhante, e servidores da educação (servidores do quadro de apoio – funcionários da secretaria e operacionais – e especialistas da Educação – coordenadores pedagógicos, diretores e supervisores – da rede pública, estadual e municipal) têm desconto de 50% nos ingressos para os concertos da Temporada Osesp na Sala São Paulo, mediante comprovação.

Temporada Osesp 2026 é uma realização da Fundação Osesp, do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, e, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, do Ministério da Cultura e Governo Federal – Do lado do povo brasileiro.

Sala São Paulo Digital conta com recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Realização: Fundação Osesp, Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, Ministério da Cultura e Governo Federal.

A Osesp e a Sala São Paulo são equipamentos do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, gerenciadas pela Fundação Osesp, Organização Social da Cultura, desde 2005.

Orquestra toca Primeira Sinfonia do compositor alemão e o exuberante balé de Igor Stravinsky na íntegra, de quinta (30/abr) a sábado (02/mai) na Sala São Paulo; performance de sexta (1º/mai) faz parte da série ‘Osesp duas e trinta’ e tem ingressos a R$ 50,00 (inteira).

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Por que vender imóveis ficou mais desafiador no Brasil e como os novos perfis de compradores estão mudando o mercado

Durante muitos anos, o mercado imobiliário brasileiro operou com um perfil de comprador relativamente previsível: famílias entre 30 e 45 anos em busca do primeiro ou do segundo imóvel. Hoje, esse cenário mudou profundamente.

O setor passou a lidar com um mix geracional inédito de compradores, que inclui desde jovens da geração Z entrando mais cedo no mercado até consumidores acima dos 60 anos que seguem ativos economicamente e continuam investindo em imóveis.

Essa diversidade de perfis tem tornado o processo de venda mais complexo, e também mais estratégico para incorporadoras, imobiliárias e corretores.

Para Andressa Machado, especialista em estruturação de equipes de vendas no mercado imobiliário, a principal mudança não está apenas no volume de compradores, mas na variedade de expectativas e comportamentos.

“O mercado imobiliário deixou de ter um comprador padrão. Hoje as empresas precisam conversar com públicos muito diferentes, com motivações de compra completamente distintas”, afirma.

Entre esses perfis, o público 60+ tem ganhado protagonismo no mercado. Com maior longevidade, estabilidade financeira e busca por qualidade de vida, muitos consumidores dessa faixa etária seguem comprando imóveis, seja para moradia, investimento ou mudança de estilo de vida.

Ao mesmo tempo, a geração Z começa a aparecer de forma mais consistente nas estatísticas do setor, especialmente em cidades com forte dinamismo econômico. Muitos desses jovens entram no mercado estimulados por novas formas de renda, empreendedorismo digital ou investimento familiar.

Outro segmento que vem ganhando atenção das empresas do setor é o chamado público da Faixa 4 do programa habitacional brasileiro — consumidores com renda intermediária que não se identificam com programas habitacionais tradicionais, mas ainda dependem de financiamento para comprar o primeiro imóvel.

Segundo Andressa, atender esse novo cenário exige mais do que bons produtos imobiliários. Exige também equipes de vendas capazes de compreender as diferenças entre esses públicos.

“Cada um desses perfis tem expectativas completamente diferentes. O cliente mais jovem pode buscar investimento ou flexibilidade. Já o público mais maduro muitas vezes busca conforto, qualidade de vida ou patrimônio para a família”, explica.

Esse movimento tem levado empresas do setor a investir mais na especialização de equipes comerciais, criando operações capazes de entender melhor os diferentes nichos de compradores.

Na avaliação da especialista, esse é um dos fatores que devem determinar quais empresas e profissionais terão melhores resultados no mercado nos próximos anos.

“Vender imóveis ficou mais desafiador justamente porque o mercado ficou mais diverso. Quem entender melhor esses diferentes perfis de clientes vai conseguir vender mais”, afirma.

Site: www.sismica.com.br
Instagram: @andressamachado_exponencial

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Cor como estratégia: como a Suvinil transforma presença em experiência na Bienal de Arquitetura

Na BAB, marca transforma sua plataforma em experiência e conecta cor, convivência e cultura em diferentes escalas

Em um cenário em que marcas buscam cada vez mais relevância cultural, a presença em eventos deixa de ser apenas exposição e passa a ser construção de experiência. Na Bienal de Arquitetura Brasileira (BAB), esse movimento aparece com clareza: mais do que ocupar um espaço, empresas vêm usando o ambiente como plataforma para traduzir posicionamento, ancorar narrativas e territórios, além de gerar conexão com o público, propondo conversas que vão além dos portões do Ibirapuera.

Nesse contexto, a Suvinil chega à Bienal com um olhar que parte da cor como linguagem, e não apenas como recurso estético. Como patrocinadora e tinta oficial da mostra, a marca utiliza o espaço para materializar a plataforma Cor Muda Tudo, que propõe a cor como elemento ativo na forma como as pessoas percebem, habitam e se relacionam com os ambientes.

Na prática, isso se desdobra em uma presença que acompanha o próprio percurso do visitante. Ao longo dos pavilhões, as escolhas cromáticas ajudam a construir atmosferas distintas, reforçando conceitos arquitetônicos e criando uma experiência que não se limita à observação, mas envolve sensação, memória e permanência.

 “O que nos interessa é entender como a cor participa da vida das pessoas. Quando trazemos esse olhar para um evento como a Bienal, estamos ampliando essa conversa e mostrando como a cor pode influenciar a forma como os espaços são vividos, não só percebidos”, afirma Sylvia Gracia, gerente de Marketing, Cor e Conteúdo da Suvinil.

Esse pensamento ganha uma leitura mais direta no Boteco Suvinil, projeto assinado por Nicole Tomazi e Sergio Cabral (@tomazicabral), que parte de um dos símbolos mais reconhecíveis do cotidiano brasileiro para criar um espaço de convivência dentro da Bienal. Mais do que uma instalação, o ambiente funciona como ponto de encontro ao longo do percurso, convidando o público a permanecer, interagir e experimentar o espaço de forma mais espontânea.

Inspirada na brasilidade do cotidiano, presença da marca na BAB transforma cor em linguagem de encontro, memória e convivência | Créditos: Iram Guimarães

É ali que o estudo Co(r)existir 2026 se materializa de forma mais evidente. Ao traduzir a convivência entre diferentes ritmos, pessoas e histórias em um ambiente informal, o boteco se posiciona como expressão física desse conceito — um lugar onde a cor acompanha relações, ativa memórias e reforça o papel do encontro como parte essencial da experiência.

“O boteco é mais do que um cenário, ele é um dos lugares onde a vida brasileira acontece. Ao trazer esse espaço para a Bienal, a gente reforça esse olhar de que a cor nasce das ruas, das relações e das histórias do cotidiano. É um ambiente democrático e afetivo, onde o íntimo encontra o coletivo e as conversas ganham forma. No fim, ele se torna uma grande declaração de brasilidade, em que a cor aparece como uma experiência cultural viva", complementa Sylvia.

Cor Muda Tudo em diferentes territórios

A presença na BAB não é um movimento isolado, mas parte de uma estratégia mais ampla da Suvinil de ativar a plataforma Cor Muda Tudo em diferentes contextos pelo país. Antes da Bienal, esse mesmo olhar já havia ganhado corpo em iniciativas como o Projeto Candeal, em Salvador, onde a marca participou da revitalização de mais de 150 casas com envolvimento direto da comunidade.

“Cor Muda Tudo é sobre conectar marca, cultura e território. A presença da Suvinil na Bienal é um desdobramento natural dessa visão, construída ao longo do tempo em iniciativas como a recente ação do Candeal — onde a cor passa a integrar a identidade, a memória e história das pessoas”, diz Renato Firmiano, diretor sênior de Marketing do Consumer Brands Group da Sherwin-Williams no Brasil.

Foi no Candeal, em Salvador, que Cor Muda Tudo saiu do conceito para ganhar forma no território, em um projeto construído junto à comunidade e conectado à cultura local | Créditos: Divulgação Suvinil

Ao conectar ações em diferentes escalas — de uma comunidade em Salvador a um dos principais eventos de arquitetura, no Sudeste do país — a Suvinil consolida uma estratégia que coloca a cor como eixo central de suas ativações. Mais do que presença, a marca busca construir repertório, mostrando como esse olhar se adapta a contextos distintos, mas mantém o ponto de partida: a cor como agente de transformação.

Bienal de Arquitetura Brasileira – de 27 de março até 30 de abril

Funcionamento: todos os dias, das 9h00 às 22h00

Local: no Pavilhão das Culturas Brasileiras (PACUBRA), Parque Ibirapuera

Sobre a Suvinil

Na editoria de arquitetura e decoração, é impossível falar de cor, acabamento e transformação de ambientes sem destacar a trajetória da Suvinil. Referência consolidada no mercado brasileiro de tintas decorativas, a marca construiu, ao longo de mais de seis décadas, uma história pautada por qualidade, inovação e proximidade com profissionais, consumidores e parceiros em todo o país.

Mais do que oferecer um portfólio completo para diferentes superfícies, a Suvinil se posiciona como uma agente de transformação — não apenas de espaços, mas de realidades. Essa visão se traduz em iniciativas que vão além do produto, como o desenvolvimento de estudos de comportamento e tendências, a exemplo do Suvinil Co(r)existir, que antecipa movimentos da sociedade por meio das cores.

A marca também investe em tecnologia e experiência do usuário, com ferramentas digitais que facilitam a jornada de escolha, como simuladores de ambientes e aplicativos interativos. A proposta é clara: tornar o processo mais simples, intuitivo e acessível tanto para consumidores quanto para profissionais da pintura.

No dia a dia, essa praticidade se reflete em conteúdos educativos nas plataformas digitais, além de embalagens e soluções pensadas para otimizar cada etapa da pintura. Tudo isso sem abrir mão de um compromisso sólido com a qualidade — atributo que sustenta a confiança do público brasileiro, graças à durabilidade, cobertura e acabamento reconhecidos de seus produtos.

Com uma identidade genuinamente brasileira, a Suvinil valoriza a diversidade cultural do país, traduzindo essa pluralidade em campanhas, paletas e ações que dialogam com diferentes estilos de viver e habitar. Ao mesmo tempo, reforça seu papel social por meio de práticas sustentáveis, programas de descarte consciente, como o Suvinil Circula, e iniciativas de capacitação profissional, como o Pintar o Bem, voltadas a pessoas em situação de vulnerabilidade.

Presente em múltiplos canais — do ambiente digital às redes sociais —, a marca amplia seu alcance e fortalece sua conexão com o público, reafirmando seu propósito de estar ao lado das pessoas em cada projeto, escolha e transformação.

https://www.suvinil.com.br/

Imagem Destaque: Com o Boteco Suvinil e o estudo Co(r)existir 2026, empresa traduz sua plataforma de marca em experiências que extrapolam o espaço expositivo | Créditos: Iram Guimarães

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Falmec na EuroCucina 2026

Na semana que encerra o Salone, a Falmec trouxe à tona o conceito Mimesis, apresentado durante a EuroCucina FTK 2026 como um guia claro para entender o futuro da cozinha segundo a marca.

Mais do que um projeto expositivo, Mimesis traduz uma nova forma de pensar o design: soluções que não se destacam de maneira impositiva, mas que se integram naturalmente ao ambiente. A proposta parte da ideia do ar — simbolizado por moléculas circulares — sendo captado por sistemas praticamente invisíveis, que funcionam como um “pulmão” oculto dentro do espaço doméstico.

Na prática, isso significa coifas e sistemas de ventilação que deixam de ser protagonistas visuais e passam a se fundir às bancadas, ao teto e até mesmo à iluminação, criando uma experiência mais fluida e silenciosa na cozinha.

O conceito também carrega uma mensagem central de bem-estar. Representado pelo círculo, Mimesis reforça a busca por equilíbrio entre estética, conforto e funcionalidade — três pilares que passam a coexistir de forma integrada no dia a dia.

Além da tecnologia e do design, os materiais ganham destaque. As superfícies acompanham as principais tendências do design de interiores, aliando sofisticação estética à praticidade, um ponto essencial para o uso cotidiano.

A apresentação de Mimesis na EuroCucina FTK 2026 também marca um momento importante para a Falmec: seus 45 anos de história. Mais do que celebrar o tempo, a data reforça a trajetória da marca construída sobre inovação, excelência industrial e produção integralmente Made in Italy, consolidando sua posição como especialista em ventilação para cozinhas.

Sobre o Grupo Elettromec:  

Desde 1997, o Grupo Elettromec é referência em eletrodomésticos de luxo no Brasil e reconhecido por unir tecnologia, design e funcionalidade superior.  

Detentor das marcas Elettromec e Invita, além de distribuidor exclusivo das italianas Falmec e Fulgor Milano e da norte-americana Viking, o Grupo reafirma seu compromisso com a excelência e a inovação. Com uma ampla quantidade de produtos, as marcas levam alta performance e design único para cozinhas e ambientes gourmets, estando presente em diversos setores, como o residencial, comercial, hoteleiro, náutico, entre outros.  

Presente nas mais conceituadas boutiques de eletrodomésticos por todo o país, o grupo conta com lojas próprias, que reúnem em um único espaço as marcas Elettromec, Falmec, Fulgor Milano e Viking, localizadas nas cidades de Campinas (SP), Piracicaba (SP), Barueri (SP), Santo André (SP), Rio de Janeiro (RJ), Curitiba (PR), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Salvador (BA), Fortaleza (CE), Campo Grande (MS) e Goiânia (GO). 

Visite o site https://elettromec.com.br/ e conhecer mais sobre as marcas do grupo. 

Fotos: DIvulgação/Falmec

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Projeto de arquitetura cria casinha de boneca em tamanho real

Assinada pelo arquiteto boliviano Eduardo Baldelomar, a casinha integra o anexo de lazer da família, mas foi pensada especialmente para a pequena moradora

Que criança nunca sonhou com uma casa da Barbie? Agora imagine poder entrar nela, abrir portas, sentar no sofá e inventar histórias dentro de cada cômodo...foi assim para a pequena moradora Ana Sofia, de três anos. Durante a reforma da residência da família, surgiu a oportunidade de criar um universo próprio para ela, mas não como um brinquedo a mais e sim uma casa inteira, planejada para acolher suas brincadeiras, estimular a imaginação e permitir que o faz-de-conta ganhasse forma e cenário.

Assim, nasceu o espaço assinado pelo arquiteto boliviano Eduardo Baldelomar, que aproveitou uma área livre no jardim da residência. Com cerca de 20 m² e pé-direito de 2,5 metros, o anexo foi projetado como uma miniatura funcional de uma casa real composta por ambientes definidos, materiais duráveis e mobiliário seguro, tudo adaptado à escala infantil, mas resistente o suficiente para também receber os pais.

Quando percebemos que havia um espaço ideal no jardim, foi ali que surgiu a ideia de construir uma grande casinha de boneca. Para mim, o brincar é uma das formas mais importantes de aprendizado na infância e ter um espaço próprio estimula a ludicidade, a autonomia e a imaginação da criança”, conta o profissional.

O início da brincadeira

A presença de um pequeno jardim de ingresso ajuda a marcar a transição entre o exterior e o interior lúdico | Projeto de Eduardo Baldelomar | Foto: Jorge Montoya

Antes mesmo de cruzar a porta, a experiência idealizada por Baldelomar começa do lado de fora com um pequeno jardim natural com aparência acolhedora. A casinha foi implantada sobre uma base de concreto e construída integralmente em madeira teca, para uma melhor resistência às intempéries climáticas.

No teto, a cobertura metálica protege a estrutura e garante durabilidade, enquanto a localização, ao lado da piscina, exigiu cuidados extras com segurança.

Além da proteção da piscina com lona, o projeto conta com monitoramento por câmeras e climatização interna. Tudo concebido para o conforto e a tranquilidade dos pais, além da pequena ter acompanhamento constante de uma babá”, reforça o arquiteto.

Sala de estar e sala de jantar:

A paleta escolhida aposta em tons suaves, com predominância do branco e do rosa pálido, tecidos em veludo e tapetes macios – escolhas que resultaram em uma atmosfera charmosa | Projeto de Eduardo Baldelomar | Foto: Jorge Montoya

Integradas, as sala de estar e jantar formam o coração social da casinha, reproduzindo em escala reduzida a dinâmica de uma residência tradicional. É nesse espaço que surgem os convites imaginários para o chá da tarde, os encontros com bonecas e as primeiras experiências de convivência simbólica.

Para os móveis, o arquiteto os desenhou de forma a acompanhar o crescimento da moradora até, aproximadamente, seus oito anos. Assim, ele enfatizou o uso de cantos arredondados e superfícies suaves para favorecer a circulação e atribuir segurança para a pequena. “O mobiliário foi produzido em MDF e melamina, sempre com dimensões pensadas para a ergonomia infantil”, completa.

Mas outro detalhe importante é que, embora pensada para uma criança, sofá, cadeiras e camas foram projetados para resistir ao peso de pais e acompanhantes, incentivando momentos compartilhados. “Tudo está na escala dela, mas pensamos também nos adultos que convivem com ela. A altura foi uma decisão importante para que todos pudessem participar desse universo”, explica.

Cozinha:

O piso em porcelanato com aparência de madeira contribui para a sensação de aconchego, além de garantir praticidade na limpeza | Projeto de Eduardo Baldelomar | Foto: Jorge Montoya

A cozinha ganhou um toque de verdade: a pia possui água fria e quente, enquanto geladeira, fogão e máquina de lavar aparecem como versões de divertimento para a Ana Sofia explorar o faz-de-conta com mais realismo.

A ideia era que ela pudesse vivenciar pequenas rotinas como organizar objetos ou simular atividades do dia a dia. Isso torna o espaço mais interessante”, reforça Eduardo.

Dormitório:

Preparado para receber, a pequena pode convidar amiguinhas para noites do pijama | Projeto de Eduardo Baldelomar | Foto: Jorge Montoya

O espaço que mais carrega uma emoção especial é o dormitório que conta com duas pequenas camas – um desejo terno da menina “A segunda cama é o meu detalhe favorito, pois seu sonho era ofertar uma acomodação para sua futura irmãzinha. E de fato ela já estava a caminho nos próximos meses”, revela o profissional.

Um pequeno guarda-roupa e uma penteadeira com espelho completam o dormitório, incentivando a autonomia da criança em momentos de descoberta e imaginação | Projeto de Eduardo Baldelomar | Foto: Jorge Montoya

Criar um espaço lúdico como esse é proporcionar à criança um local onde ela pode imaginar, experimentar e construir memórias. A arquitetura, nesse caso, se revela como algo além de abrigo. Sem sombra de dúvidas ela carregará essas memórias por toda sua vida”, conclui.

Sobre Eduardo Baldelomar

Sobre o arquiteto Eduardo Baldelomar Natural da Bolívia, o arquiteto e designer de interiores busca contar sua história através de seus projetos. Com 17 anos de experiência em sua terra natal, hoje o profissional busca firmar sua presença no Brasil e valorizar o intercâmbio da cultura da América Latina.

Veterano na CASACOR Bolívia, onde já participou em 12 edições, atualmente vai para sua terceira participação na CASACOR São Paulo (2023,2024 e 2026).

Especializado em Desenho de Interiores e paisagismo no EDAE (Madrid, Espanha), também se especializou em móveis modulares planejados em Buenos Aires (Jhonson & Acero) e Rosário (Reno Amoblamientos), na Argentina. Foi professor de design ambiental e design cenográfico no Curso Integral de Design da Universidade Autónoma Gabriel René Moreno (UAGRM), instituição onde também se graduou.

Hoje, se dedica ao seu próprio escritório, com sede dupla em Santa Cruz de la Sierra, Bolivia, desde 2013, e na capital paulista desde 2023.

Instagram: @eduardobaldelomar_designer

Foto Destaque: Localizada no jardim da casa principal, a casinha da menina Ana Sofia foi contemplada com quarto, salas, cozinha e até um jardim de entrada pensados em escala infantil | Projeto de Eduardo Baldelomar | Foto: Jorge Montoya