Mês: abril 2026

Empresária Diana Santana prestigia evento da Montblanc na Clínica Romana em São Paulo

Na noite do dia 31 de março, a empresária Diana Santana marcou presença em um evento especial promovido pela renomada marca de luxo Montblanc, reunindo convidados seletos em uma experiência sofisticada e de networking.

A médica e empresária Dra. Romana Novais, à frente da Clínica Romana, também participou do encontro, que destacou conexões importantes entre o universo empresarial, saúde e lifestyle de alto padrão.

A presença das empresárias reforça o posicionamento de ambas como referências em seus segmentos, conectando-se a grandes marcas e iniciativas que valorizam excelência, inovação e estilo.

Fotos: Diana Santana

@dianasantana.br
@clinica.romana

Terapias energéticas avançam no Brasil e impulsionam busca por bem-estar e autoconhecimento

Crescimento das práticas integrativas reflete nova demanda por saúde emocional e destaca nomes como a terapeuta Daniella Seabra

A busca por equilíbrio emocional, saúde mental e propósito de vida tem impulsionado o crescimento das terapias integrativas no Brasil. Dentro desse cenário, práticas energéticas como a ativação da Kundalini vêm ganhando espaço e despertando o interesse de um público cada vez mais amplo.

Entre os nomes que se destacam nesse movimento está a terapeuta goiana Daniella Seabra, que alia técnicas terapêuticas à sensibilidade artística na condução de experiências voltadas ao autoconhecimento.

Natural de Goiânia (GO), Daniella atua como terapeuta integrativa com especialização no Método AKE e na ativação da Kundalini a partir da abordagem Innerdance. Também é autora do livro “Faces”, obra que dialoga com temas ligados à identidade, emoções e percepção da realidade.

Sua atuação é voltada ao desenvolvimento pessoal e à busca por equilíbrio entre corpo, mente e energia. A proposta, segundo a terapeuta, é conduzir o indivíduo a um processo de reconexão interna, por meio de atendimentos personalizados que vão além de abordagens convencionais.

Outro aspecto que marca seu trabalho é a influência artística. Como contista pós-moderna, Daniella incorpora à prática terapêutica reflexões sobre o caos, a intensidade do presente e a busca por sentido — elementos que se manifestam na condução dos atendimentos.

O avanço das terapias integrativas acompanha uma tendência global de valorização do autocuidado e da saúde emocional. Técnicas como meditação, respiração consciente e práticas energéticas têm sido cada vez mais adotadas por pessoas que buscam reduzir o estresse e melhorar a qualidade de vida.

Nesse contexto, a ativação da Kundalini se destaca por sua origem ancestral, vinculada a tradições do sul da Ásia, especialmente no Yoga e no Tantra. A prática é descrita como o despertar de uma energia latente presente no indivíduo, associada à expansão da consciência e ao aprofundamento do autoconhecimento.

A ativação pode envolver diferentes técnicas, como meditação guiada, exercícios de respiração (pranayama) e posturas corporais (asanas), que atuam de forma integrada para promover relaxamento, foco mental e equilíbrio energético.

Com uma abordagem que une técnica, sensibilidade e expressão artística, Daniella Seabra representa uma nova geração de terapeutas alinhados às demandas contemporâneas por equilíbrio, propósito e bem-estar. Em um cenário em que o cuidado com a saúde mental ganha cada vez mais relevância, práticas integrativas reforçam a busca por uma vida mais consciente e conectada.

Daniella Seabra

Terapeuta Integrativa

CRTH-BR 14552

Quando o amor vira disputa

O desabafo de um pai que chegou ao limite

Em meio a termos jurídicos e formalidades processuais, um documento recente revelou algo que vai muito além de um conflito de família. Trata-se do relato de um pai (aqui chamado de W.) que decidiu expor em redes sociais, em forma de petição judicial, o esgotamento emocional de uma batalha para ver o filho.

O texto, anexado a um processo que tramita na Justiça de Goiás, chama atenção não apenas pelo conteúdo, mas pelo tom. O próprio advogado afirma, logo no início, que se trata de uma das peças mais tristes que já escreveu em mais de duas décadas de atuação.

Uma convivência cercada de obstáculos

"Com pouco mais de 20 anos de atuação, este advogado reconhece que esta é uma das petições mais tristes que já redigiu, após acompanhar de perto as sucessivas situações dolorosas vividas pelas partes ao longo de um litígio tão intenso", disse o advogado no documento.

De acordo com o relato, W. enfrentou uma série de dificuldades para exercer o convívio com o filho, identificado aqui como B. Entre os episódios narrados estão acusações falsas feitas pela mãe (posteriormente rejeitadas pelo tribunal), dificuldades de acesso à escola da criança e até a ausência de informações básicas sobre saúde e desenvolvimento.

O que deveria ser rotina, como buscar o filho, passar um fim de semana juntos ou participar da vida escolar, transformou-se, segundo ele, em uma sequência de conflitos. Viagens repetidas pela cidade, incertezas sobre os encontros e a impossibilidade de pernoites contribuíram para um cenário descrito como “emocionalmente devastador”.

“Quase sempre há conflito”, diz o texto. E, a cada novo episódio, o desgaste se aprofunda.

Alienação parental

Por trás desses obstáculos, surge uma acusação recorrente e sensível: a de alienação parental. Segundo o pai, a mãe teria descumprido reiteradamente determinações judiciais que garantiam o convívio entre ele e o filho, criando barreiras que, na prática, impediram o exercício desse direito.

Ainda de acordo com o relato, as visitas foram frustradas inúmeras vezes, mesmo quando previamente estabelecidas pela Justiça. A situação teria se agravado a tal ponto que foi necessário cogitar uma medida extrema: o pedido de busca e apreensão da criança para assegurar o cumprimento da convivência determinada judicialmente.

Mais do que um embate jurídico, o episódio revela o nível de deterioração da relação entre os adultos e como isso acaba recaindo diretamente sobre a criança, colocada no centro de uma disputa que deveria protegê-la.

O custo invisível da disputa

Além da distância afetiva, há também o peso financeiro. Para se defender das acusações, W. afirma ter comprometido recursos que não possuía, acumulando despesas em um processo que, na prática, não garantiu o convívio que buscava.

Mas é no campo emocional que o impacto parece mais profundo.

Em um dos trechos mais marcantes, a petição deixa claro que a postura atual não nasce da falta de interesse, mas do cansaço extremo. “Ele chegou ao limite”, registra o documento.

Três caminhos: todos dolorosos

Diante desse cenário, o pai apresenta três propostas à Justiça.

A primeira sugere reduzir ao mínimo o convívio, deixando os encontros condicionados à autorização da mãe e à vontade da criança. A segunda, ainda mais radical, propõe a extinção da paternidade, encerrando formalmente o vínculo jurídico entre pai e filho. Já a terceira tenta preservar alguma estrutura: mantém pensão e convivência, se houver um compromisso de reduzir conflitos e interferências.

Em comum, todas as propostas carregam um elemento simbólico forte: a renúncia. W. abre mão de disputas patrimoniais e de outras reivindicações judiciais. Segundo o texto, ele não busca mais ganhar, busca paz.

Entre o direito e o afeto

O caso escancara uma realidade frequentemente silenciosa: quando relações familiares chegam ao Judiciário, nem sempre há vencedores. O que se vê, muitas vezes, é o desgaste progressivo de vínculos que deveriam ser protegidos.

No documento, há uma referência simbólica à história bíblica do rei Salomão: aquela em que uma mãe prefere abrir mão do filho a vê-lo sofrer. A analogia não é casual. Ela sintetiza o dilema vivido por W: permanecer na disputa ou recuar para evitar mais dor.

O que permanece

Independentemente do desfecho jurídico, a história evidencia algo maior: o impacto humano por trás dos processos. Entre decisões, recursos e argumentos legais, existem pessoas lidando com frustrações, expectativas e perdas.

Nas entrelinhas de uma petição formal, o que se percebe é um sentimento difícil de traduzir em termos jurídicos: há momentos em que insistir deixa de ser um ato de esperança e passa a ser apenas uma forma de prolongar o desgaste.

Procurado, o advogado responsável pela petição optou por não comentar o caso neste momento, em razão do processo ainda estar em curso.