ATUALIDADE

Quiet Luxury na decoração e outras tendências do setor são destaques na 16ª edição da ABCasa Fair

Evento aposta em conteúdo, experiências e impacto social para impulsionar o mercado

A 16ª edição da ABCasa Fair, um dos principais encontros do setor de casa, decoração e utilidades domésticas do país, será realizada de 8 a 11 de fevereiro, no Expo Center Norte, em São Paulo. Além de apresentar lançamentos e tendências, o evento reforça seu posicionamento como uma plataforma de conteúdo, experiências e conexões estratégicas para o varejo, a indústria e os profissionais do setor.

“A ABCasa Fair vai além da exposição de produtos. A cada edição, buscamos entregar conhecimento relevante, vivências práticas e networking qualificado apoiando toda a cadeia do setor na tomada de decisões mais estratégicas e alinhadas às transformações do mercado”, destaca Daniel Galante, diretor-executivo da ABCasa, associação que organiza o evento.

Talks ABCasa e Casa Clube: estratégias para varejo e design

Após o sucesso das últimas edições, a feira contará novamente com dois espaços dedicados à troca de conhecimento e inspiração: o Talks ABCasa, organizado pela própria associação, e o Casa Clube, idealizado e curado pela empresária e especialista em decoração Luciana Locchi.

A programação reúne conversas e palestras com profissionais de grandes marcas, como Mercado Livre e Casa Riachuelo, além de nomes relevantes do mercado, abordando temas como estratégia digital, tendências, comportamento do consumidor e aplicações práticas para o varejo e projetos de interiores. 

Entre os destaques, estão Liliane Ferrari, consultora de marketing, com a palestra “Entenda a lógica e utilize o Pinterest na sua estratégia digital”; Duda Senna, arquiteta, que apresenta “Cores, texturas e estampas: composições em projetos de interiores”, e Fernanda Berendt, apresentadora do canal Casa +, que aborda o “Quiet Luxury na decoração”.

Tecnologia e experiência do visitante

Há dois anos, a ABCasa Fair utiliza tecnologia para mapear a jornada do visitante dentro do evento, com o objetivo de aprimorar a experiência do público e tornar a organização mais eficiente. Câmeras posicionadas em pontos estratégicos do pavilhão permitem identificar áreas de maior circulação, interesse e engajamento.

A partir desses dados, a organização analisa padrões de visitação e comportamento, ajustando fluxos, ativações e a distribuição dos conteúdos ao longo do evento. A iniciativa contribui para decisões mais estratégicas na concepção da feira e para uma experiência mais intuitiva e qualificada para expositores e visitantes.

“O uso da tecnologia nos permite entender melhor como o visitante vivencia a feira, quais espaços despertam mais interesse e como podemos evoluir continuamente a experiência oferecida. Esses dados são fundamentais para planejar um evento cada vez mais eficiente e alinhado às expectativas do público”, explica Daniel Galante.

Projetos de impacto social

A edição de 2026 também dá visibilidade a iniciativas de impacto social por meio do ABCasa Social, núcleo que apoia projetos alinhados ao setor de casa e décor. “O objetivo não é apenas oferecer o espaço, mas gerar resultado para todos os envolvidos”, destaca Cássio Berbari, responsável por essas ações dentro da associação.

Neste ano, a área recebe o Mãos e Mentes Paulistanas, projeto da Prefeitura de São Paulo que impulsiona o artesanato local; o Projeto Terra, que reúne objetos produzidos por comunidades e povos indígenas; e o Cursinho Insper, iniciativa voltada à educação e inclusão, que busca ampliar o número de apoiadores para oferecer mais bolsas de estudo a pessoas de baixa renda.

Transporte gratuito

Para facilitar o acesso de lojistas e profissionais vindos de diferentes regiões, a feira oferecerá transporte gratuito durante todos os dias do evento, com saídas de diversos pontos da cidade de São Paulo em direção ao Expo Center Norte. 

As informações completas sobre os locais de embarque e os horários de funcionamento estão disponíveis no site oficial da ABCasa.

Sobre a ABCasa Fair

Promovida pela Associação Brasileira de Artigos para Casa, Decoração, Presentes e Utilidades Domésticas (ABCasa), a ABCasa Fair é a maior feira B2B do setor casa na América Latina. O evento reúne marcas, compradores e lideranças do varejo e do atacado em um ambiente estratégico de negócios, relacionamento e troca de conhecimento.

Consolidada como vitrine de tendências e palco para lançamentos, a feira apresenta as principais novidades dos segmentos de decoração, presentes, utilidades domésticas, festas, flores, têxtil e papelaria. Com foco em inovação, competitividade e sustentabilidade, a ABCasa Fair fortalece conexões, impulsiona negócios e contribui para o desenvolvimento de um dos mercados mais dinâmicos da economia brasileira.

Quer correr uma maratona? Quais os primeiros passos e como deve ser a preparação?

Antes de iniciar um ciclo de preparação para os 42 quilômetros, o primeiro passo indispensável é avaliar se o corpo está realmente apto para essa jornada

Correr uma maratona é um dos maiores desafios do esporte amador e exige muito mais do que força de vontade. Antes de iniciar um ciclo de preparação para os 42 quilômetros, o primeiro passo indispensável é avaliar se o corpo está realmente apto para essa jornada. Essa é a dica de Silvio Prado, personal trainer e fundador da Vibe Sport Concept Lab, além de especialista em performance e esportes de Endurance. De acordo com ele, exames clínicos e cardiológicos, avaliação ortopédica e análise do histórico de lesões são fundamentais para garantir segurança. Além disso, o especialista recomenda avaliar indicadores como composição corporal, qualidade do sono, níveis de fadiga e uma base mínima de treinos consistentes que ajudam a determinar se o organismo suporta o aumento progressivo de carga.

“Com a liberação médica em mãos, o planejamento do treinamento se torna o fator-chave para o sucesso. Para quem tem menos de 12 meses até a prova, a periodização deve ser cuidadosamente estruturada, respeitando os princípios da adaptação biológica. O processo começa com treinos de volume moderado e baixa intensidade, focados na construção da resistência aeróbia, evoluindo gradualmente para estímulos mais intensos. Essa progressão controlada reduz significativamente o risco de overtraining e de lesões por excesso”, ressalta Silvio Prado.

Outro ponto essencial, conforme o personal muitas vezes negligenciado por iniciantes, é o fortalecimento muscular. “Integrar treinos de força à rotina de corrida é indispensável para prevenir as lesões mais comuns em maratonistas de primeira viagem. Exercícios voltados para membros inferiores, core e musculatura estabilizadora do quadril e tornozelo melhoram a eficiência biomecânica e reduzem sobrecargas.” A recomendação é realizar de duas a três vezes por semana, já que as sessões aumentam a durabilidade do corpo ao longo do ciclo.

Ritmo

Definir o ritmo de prova, conhecido como pace, também exige estratégia. “Para quem tem como objetivo apenas completar a maratona, a recomendação é adotar um ritmo conservador, confortável e sustentável, baseado nos treinos longos. Já corredores que buscam um tempo específico precisam recorrer a testes prévios, como provas de 10 km ou meia maratona, além do controle da frequência cardíaca e da percepção de esforço.” Em qualquer cenário, o especialista orienta controle emocional e constância desde a largada, que fazem toda a diferença.

Ao longo da preparação, a participação em provas menores funciona como um termômetro físico e mental. O personal trainer diz que provas de 10 km ajudam a avaliar a evolução do ritmo e da resistência, enquanto uma meia maratona, realizada entre seis e oito semanas antes da prova principal, permite testar estratégias de pace, alimentação e recuperação. “Esses eventos fortalecem a confiança do atleta e fornecem ajustes importantes para o grande dia.” Assim como aprender a diferenciar o cansaço normal das dores que indicam lesão é outro aprendizado crucial. “O desgaste esperado dos treinos longos costuma ser generalizado e melhora com descanso. Já dores localizadas, persistentes ou que alteram a mecânica da corrida acendem um sinal de alerta. Reconhecer esses sinais precocemente e comunicar o treinador pode evitar a interrupção do ciclo e problemas mais graves”, ressalta.

Descanso

A recuperação é parte ativa do treinamento e não pode ser ignorada, afirma Silvio Prado. Segundo ele, treinos regenerativos e descanso passivo são responsáveis por permitir que o corpo absorva o volume acumulado. “É durante esse período que ocorrem a reparação muscular, a reposição de energia e o equilíbrio hormonal. Quando a recuperação é negligenciada, o risco de queda de desempenho, fadiga crônica e lesões aumenta consideravelmente.”

Nos treinos longos, o corredor também deve simular fielmente a estratégia de hidratação e suplementação que será usada na prova. O especialista diz que testar tipos de bebidas, suplementos e intervalos de ingestão ajuda a evitar desconfortos gastrointestinais e surpresas no dia da maratona. “Esses treinos funcionam como verdadeiros laboratórios para ajustes finos, considerando clima, intensidade e duração do esforço.”

Reta final

As três semanas finais antes da prova, conhecidas como período de polimento ou tapering, são decisivas. “O volume de treino é reduzido gradualmente, enquanto a intensidade é mantida de forma controlada. O foco passa a ser o sono, a recuperação, a alimentação e o ajuste do ritmo de prova, garantindo que o corpo chegue à largada descansado e preparado para performar no seu melhor nível”, orienta o personal.

Por fim, enfrentar o famoso “muro” do quilômetro 30 exige tanto preparo físico quanto mental. Estratégias como controle rigoroso do ritmo, ingestão adequada de carboidratos e hidratação constante ajudam a retardar a fadiga. “Mentalmente, dividir a prova em pequenos trechos, focar na respiração e recorrer a mantras ou lembranças positivas dos treinos longos fortalece a confiança. Assim, o corredor transforma o desafio em conquista e cruza a linha de chegada com segurança e realização”, recomenta Silvio. 

Esporte vai além da competição e potencializa o desenvolvimento de habilidades para educação e negócios

Segundo pesquisa da WellHub, 78% dos profissionais C-levels consideram a prática de atividades físicas fundamental para o alto desempenho

O esporte vai muito além da competição, representando um conjunto de valores que moldam comportamentos, fortalecem relações e promovem transformações sociais. Segundo pesquisa da plataforma WellHub, 78% dos profissionais em cargos C-level consideram as práticas esportivas e de bem-estar essenciais para aumentar o engajamento e o sucesso das empresas a longo prazo. Além disso, 83% dos CEOs afirmam se exercitar várias vezes por semana, como um hábito contínuo para potencializar foco, disciplina e tomada de decisão estratégica.  

Para Ana Casagrande, golfista, CEO e sócia-fundadora da Escola Mira, rede especializada no desenvolvimento de habilidades, educação financeira e empreendedorismo para crianças e jovens, os valores aprendidos na prática esportiva, como resiliência e colaboração, se traduzem em desempenho, liderança e propósito, tanto no ambiente escolar quanto no profissional. “O desenvolvimento socioemocional por meio do esporte é um dos nossos pilares. Cerca de 68% dos alunos praticam atividade física de alto rendimento, como tênis, hipismo e futebol, desenvolvendo habilidades como autocontrole, empatia e tomada de decisão sob pressão. O golfe, esporte que pratico, é uma das inspirações para nossos programas. Inclusive, há sala com grama sintética para que os alunos possam praticar dentro da própria instituição, gerando mais disciplina e foco”, comenta. 

Além disso, a trajetória na prática esportiva pode ser um motor de transformação empresarial. Como o caso do ex-jogador de futebol Germano Schweger, com 20 anos de carreira em clubes como Santos, Atlético-MG, Sport e Coritiba, encontrou na Escola Mira uma forma de transmitir seu aprendizado no meio esportivo. Franqueado da unidade de Maringá (PR), ele acredita que o treinamento ensina aprendizados que vão além da técnica. “A pessoa é preparada para lidar com pressão, derrotas e erros, algo que a escola tradicional nem sempre consegue oferecer na prática. Resiliência, autocontrole, empatia e tomada de decisão são habilidades treinadas diariamente e competências essenciais para a vida pessoal, acadêmica e profissional”, destaca.

A conexão do Germano com a Escola Mira começou de forma pessoal, por meio de seu filho, que passou a integrar uma das turmas em Londrina (PR). A transformação percebida no dia a dia foi decisiva para se tornar um franqueado. “Além da tolerância à frustração, competitividade saudável e colaboração, vi avanços claros em autonomia, comunicação, senso de responsabilidade e mentalidade de crescimento. Ele passou a enxergar desafios como oportunidades de aprendizado. Meu objetivo é transformar a educação e a vida das pessoas por meio de uma preparação adequada, prática e conectada com a realidade do mundo atual”, explica.

Segundo Marco Antonio Casagrande, psicólogo comportamental, CMO e sócio-fundador da Escola Mira, ao integrar esporte e educação, há um papel estratégico na construção de lideranças e no fortalecimento de propósitos. “Cria-se um ambiente para o aprendizado contínuo e a descoberta de talentos, além de formar pessoas mais engajadas e preparadas para desafios futuros”, conclui Casagrande. 

Sobre a Escola Mira 

Fundada em 2023, em Londrina (PR), a Escola Mira é uma rede de franquias especializada no desenvolvimento de habilidades, educação financeira e empreendedorismo para crianças e jovens de 7 a 17 anos. O sistema é estruturado em módulos práticos, fundamentados em sete pilares na jornada de aprendizagem: acreditar, coragem, posicionamento, conexão, competitividade, inovação e geração de valor. A instituição conta com cerca de 200 alunos e atualmente há três unidades. 

Imagem destaque: Ana Casagrande, CEO e sócia-fundadora da Escola Mira
Divulgação

Sofia Davis

Sofia Davis consolida sua influência global como Diretora de Conteúdo e Editora de importantes plataformas de mídia de moda.

Davis atua como Diretora Global de Conteúdo e Editora da Fashion Avenue News, Model World Magazine e The Fashion Dynasty, três publicações reconhecidas internacionalmente que, juntas, operam como um grupo global de mídia de moda com amplo alcance editorial, distribuição digital e produções de moda ao vivo.

Formada pelo Fashion Institute of Technology (FIT), Davis construiu uma carreira focada em liderança de conteúdo, desenvolvimento de talentos e expansão do setor. No início de sua trajetória profissional, recebeu o prêmio Uptown Saturday Night Designer Award, marcando sua entrada no mundo do design de moda e da direção criativa.

Sofia Davis fortalece sua influência global como Diretora de Conteúdo.

Sofia Davis fortalece sua influência global como Diretora de Conteúdo.

Em resposta à representatividade limitada na indústria da moda, Davis fundou uma empresa de agenciamento de modelos dedicada a promover padrões inclusivos, oferecendo oportunidades profissionais a modelos de diversas origens, tipos físicos e perfis demográficos. Essa iniciativa lançou as bases para seu compromisso de longo prazo com a equidade e a visibilidade na mídia de moda.

Sofia Davis fortalece sua influência global como Diretora de Conteúdo

Mais tarde, Davis ingressou no mundialmente famoso Apollo Theater, onde atuou como Diretora da Apollo Models por dez anos, supervisionando desfiles de moda semanais e a programação de talentos. Durante esse período, ela também fundou a BTE TV (Beauty Television & Entertainment), uma plataforma de transmissão de moda e beleza que alcançava mais de 550.000 telespectadores diariamente.

Sofia Davis fortalece sua influência global como Diretora de Conteúdo.
Photo by Tony Ware

A saber, em 2006, Davis lançou a revista Fashion Avenue News. Posicionando-a como uma publicação de luxo global. A revista focava em estilistas emergentes e novos talentos. Após o crescimento da publicação, expandiu o grupo de mídia com a revista Model World. Assim como, a Fashion Dynasty, alcançando coletivamente mais de 770.000 assinantes de e-mail. E, ainda, uma audiência digital global superior a 46 milhões através do Magzter.com.

Então, além do mercado editorial, Davis é a produtora do Fashion on the Hudson, evento que está em sua 26ª edição. Igualmente, já atraiu mais de 32.000 participantes, tornando-o uma das produções de moda independentes mais antigas dos Estados Unidos.

Sofia Davis fortalece sua influência global como Diretora de Conteúdo.

Paralelamente à sua liderança na mídia, Davis desenvolveu a House of Sofia Couture. Isto é, uma marca de moda de luxo especializada em design para tapete vermelho e alta-costura. A coleção apresenta acabamento refinado, construção de alta-costura e tecidos marcantes. Dessa forma, a linha está disponível na MaisonxPFW Luxury Boutique, na Filadélfia, e em plataformas online.

Davis cobriu e produziu conteúdo das principais Semanas de Moda de Nova York, Londres, Paris, Milão e Black Paris Fashion Week. Por meio de seu trabalho editorial e iniciativas de mentoria, ela continua a apoiar estilistas e modelos internacionalmente. Assim, reforçando seu papel como uma líder sênior no ecossistema global da moda.

Fonte: Bulleya Global News/Divulgação
Fotos: Divulgação/Arquivo Pessoal /Tony Ware (Primeira e segunda foto)

Mercado náutico global deve atingir US$ 24,6 bilhões até 2032; indústria brasileira segue em alta nos EUA

Após mais um evento de sucesso realizado na Flórida, a marca brasileira Triton Yachts confirma que o mercado norte-americano representa hoje 40% de sua produção anual

De acordo com levantamento da consultoria internacional MarketsandMarkets, o mercado global de embarcações recreativas  deve movimentar cerca de US$ 24,64 bilhões até 2032, com expectativa de crescimento médio anual superior a 6% no período.

Os Estados Unidos concentram a maior fatia desse mercado, com destaque para a Flórida como principal hub de consumo, distribuição e lançamentos de embarcações. Isso explica por que fabricantes brasileiros seguem apostando na presença física e comercial no mercado norte-americano. A participação em feiras regionais e internacionais continua sendo considerada estratégica para ganhar visibilidade, fortalecer redes de distribuição e acompanhar de perto o comportamento do consumidor em um dos mercados mais maduros do mundo.

O estaleiro nacional Triton Yachts atua no mercado norte-americano há mais de quatro anos por meio da linha internacional Hanover, e o país responde atualmente por cerca de 40% de sua produção. Como parte da estratégia de fortalecimento da presença internacional, a marca participou, neste final de semana, da 48ª edição do St. Petersburg Power and Sailboat Show, realizada no litoral da Flórida.

Durante o evento, foram apresentados os modelos Hanover 305 e Hanover 387, embarcações de perfil esportivo que priorizam navegação estável, bom desempenho e aproveitamento das áreas externas. A Hanover 305 é voltada ao uso diurno e à convivência a bordo, enquanto a Hanover 387 amplia o conforto com maior autonomia e soluções pensadas para permanências mais longas.

Para Allan Cechelero, diretor da Triton Yachts, com mais de 40 anos no mercado e com atuação no Brasil, nos Estados Unidos e em outros países do globo, a presença contínua em feiras internacionais faz parte de uma estratégia de longo prazo. “Os Estados Unidos seguem sendo um mercado prioritário para a indústria náutica mundial e também para o Brasil, e a Flórida, com seu potencial, tem um papel central nisso. Mesmo diante de ajustes econômicos e regulatórios recentes, nossas exportações seguiram dentro do esperado. Para 2026, a expectativa é de estabilidade com tendência de crescimento gradual. Essas feiras funcionam como um termômetro do setor. É onde observamos tendências de design, comportamento do consumidor e formatos de uso que acabam influenciando o mercado global”, afirma.

Sobre Triton Yachts

A Triton Yachts é uma consagrada linha de barcos projetada e construída pelo estaleiro paranaense Way Brasil, com 40 anos de mercado. A marca é referência no segmento de lanchas de passeio e conta com modelos que variam de 23 a 52 pés, reconhecidos pela segurança, qualidade construtiva, suporte aos clientes e inovação constante em design e materiais. Nos Estados Unidos, os modelos são comercializados sob a marca Hanover, que vem conquistando cada vez mais espaço no mercado internacional.

https://www.tritonboats.com.br/

Fotos: Divulgação Triton Yachts

Exposição inédita no Sesc Santo André reúne obras de artistas que passaram pelo Espaço de Tecnologias e Artes (ETA)

Acervo de Histórias: Fazeres em Movimento apresenta trabalhos ligados a oficinas, cursos e práticas experimentais da unidade, cruzando o fazer manual e recursos tecnológicos.

O Sesc Santo André abre ao público, a partir de 29 de janeiro, a exposição Acervo de Histórias: Fazeres em Movimento, que reúne 44 obras relacionadas às atividades realizadas no Espaço de Tecnologias e Artes (ETA) da unidade ao longo de sua trajetória. Desenvolvidos por artistas que ministraram oficinas, cursos e ações formativas, os trabalhos revelam a importância do ETA como um espaço de criação contínua, marcado pela experimentação coletiva, onde práticas manuais e tecnologias digitais se cruzam.

Com curadoria de Camila Alcântara, Acervo de Histórias dá visibilidade a trabalhos criados por 35 artistas, artesãos e arte-educadores. O percurso expositivo é organizado em nove núcleos, que se articulam de forma não linear – a mostra reúne obras que abordam questões ligadas à afirmação de identidades, à relação com a matéria e o ambiente, à memória construída por meio do gesto, ao brincar como linguagem criativa e à invenção de universos ficcionais. Esses núcleos funcionam como zonas de aproximação, permitindo leituras cruzadas entre trabalhos de naturezas distintas.

O público pode transitar entre experiências sensoriais, visuais e narrativas, descobrindo trabalhos que exigem aproximação física, outros que se revelam pelo som, pelo gesto ou pelo tempo de observação, criando um ambiente em que a diversidade de práticas se organiza mais pela convivência do que pela separação de linguagens.

Oásis", obra de Áriadine. Foto: Fábio Justino

Entre os exemplos apresentados estão peças interativas que convidam à manipulação, à escuta, experimentações em madeira e cerâmica desenvolvidas a partir de práticas coletivas, além de obras que incorporam recursos de fabricação digital e eletrônica. Há também produções que partem de gestos simples do cotidiano, revelando como diferentes experiências podem dar origem a formas diversas de criação.

Desde sua concepção, a exposição foi pensada para ampliar as formas de acesso. Todos os núcleos incluem ao menos uma obra com recursos de acessibilidade, e os textos de parede foram desenvolvidos em versões curtas, com leitura em braile. Há ainda conteúdos audiovisuais com tradução em Libras e legendas, permitindo diferentes modos de aproximação com as obras.

Para Camila Alcântara, a curadoria parte da ideia de que a exposição está em permanente construção. “O interesse não está apenas nas obras finalizadas, mas nos caminhos que levaram até elas. Os trabalhos reúnem processos que continuam produzindo sentido quando observados lado a lado, em diálogo”, afirma. A curadora destaca ainda que a mostra evita leituras centradas em individualidades. “São trabalhos muito diferentes entre si, mas que ganham força quando vistos em conjunto, pelas aproximações e tensões que se estabelecem no espaço expositivo.”

A partir de diferentes percursos de aprendizagem, as obras revelam experiências construídas ao longo do tempo, em práticas compartilhadas, e ajudam a compreender a criação artística como algo que se desenvolve em diálogo. Ao aproximar práticas manuais e recursos digitais, materiais concretos e interfaces intangíveis, a exposição mostra que tentar, errar e descobrir também faz parte da experiência estética e da produção de conhecimento.

Registro fotográfico do mural “Memórias Africanas", pintado pelo artista Rhay no ETA.
Foto: Tamara dos Santos

Acervo de Histórias: Fazeres em Movimento é acompanhada por uma programação educativa que amplia a experiência do público. Mediações culturais e oficinas propostas ao longo do período expositivo dialogam diretamente com a proposta da mostra, com possibilidade de agendamento de visitas mediadas para grupos. Atividades como macramê, bordado livre, papercutting e desenho autoral aproximam os visitantes dos processos criativos e reforçam a arte como prática relacional e acessível.

Lugar de experimentação criativa

O Espaço de Tecnologias e Artes (ETA) integra um programa do Sesc São Paulo que conta com uma sala equipada e uma equipe que orienta atividades educativas nos universos das artes visuais e das tecnologias – digitais, analógicas, sociais e ancestrais. Além disso, os espaços possuem equipamentos para o uso experimental durante atividades didáticas em diversas linguagens: computadores, mesas digitalizadoras e tablets; máquinas de costura, materiais para desenho, pintura, ferramentas para práticas de gravura, cerâmica e escultura; instrumentos para marcenaria e técnicas construtivas em geral, incluindo máquinas de fabricação digital, como impressora 3D, cortadora a laser e CNC; há, ainda, componentes relacionados à eletrônica e hardware, como Arduino e Raspberry Pi.

Artistas participantes

A exposição reúne obras de 35 artistas, artesãos e arte-educadores que participaram de atividades desenvolvidas no Espaço de Tecnologias e Artes (ETA) do Sesc Santo André ao longo de sua trajetória.  

Relação de artistas em ordem alfabética: Alexandro Marques (Santo André), Aline Santos (São Paulo), Almazzen Terrários (São Caetano do Sul), Ariádine (São Paulo),  Carmem Garrido (São Paulo), Claudio Baccaro (São Caetano do Sul), Cristina Suzuki (Santo André), daSilva (São Paulo), Eddie (Carapicuíba), Edvania Rêgo (Santo André), Fabiano A. (São Paulo), Fausto Couros (Olinda), Francisco Bianchi (França), GamaH (São Paulo), Guta Moraes (Taboão da Serra), Ing Lee (São Paulo), Julian Campos (São Vicente), Lila Cruz (Santo André), Luiza Lemos (Paraty), Luíza Marcon (Santo André), Márcio Moreno (Santo André), Mariana Lucio (Santos), Marília Marz (São Paulo), Marino Montanari Bedin (Santo André), Mestre Afonso Menino (Sapucaí Mirim), Michele Ito (Santo André), Monica Marques (Piracaia), Nise/ Letras da Nise (São Sebastião), Paulo Nenflidio (São Bernardo do Campo), Pretta Bijoux (Diadema), Rafa da Rabeca (São Paulo), RHAY (Mauá), Rinaldo Ferrucio (São Paulo) e Tamara dos Santos (Mauá).

SERVIÇO

Acervo de Histórias: Fazeres em Movimento
De 29/1 a 19/6, de terça a sexta, das 10h às 21h30
De 31/1 a 21/6, sábados e domingos, das 10h às 18h30
Galeria de Artes – Sesc Santo André
Classificação livre

Entrada gratuita – sem retirada de ingressos

Agendamento de Grupos

agendamento.santoandre@sescsp.org.br

Endereço: Rua Tamarutaca, 302 – Vila Guiomar – Santo André
Telefone: (11) 4469-1200
Estacionamento: R$ 7,00 a primeira hora e R$ 2,00 por hora adicional (Credencial Plena);
R$ 14,00 a primeira hora e R$ 3,50 por hora adicional (Outros)
Mais informações: sescsp.org.br/santoandre

Foto destaque: Reprodução digital da Obra “‘Quadrinizadas", de Marília Marz.

Torneio de Verão reúne 80 enxadristas em competição de xadrez no Norte Shopping

Ainda dá tempo de se inscrever no Xadrez 4 Estações – Torneio de Verão 2026, que será realizado no próximo sábado (31), a partir das 12h30, no Londrina Norte Shopping, reunindo jogadores de diferentes categorias em um evento oficial, competitivo e homologado. A competição é válida para Rating FIDE e CBX (Confederação Brasileira de Xadrez). As inscrições, que se encerram nesta quinta-feira (29), custam R$ 40 (mestres FIDE, mestres nacionais e crianças de até 14 anos) ou R$ 60 (jogadores em geral. O limite é de 80 participantes.

“Ao realizar os torneios de xadrez, estimulamos a prática de um esporte que ajuda a desenvolver a lógica, o raciocínio e a paciência. E criamos um ambiente propício para a diversão em família”, afirma Sabrina Matos, coordenadora de marketing do Londrina Norte Shopping. Das 12h30 às 13h, a organização confirmará as inscrições. A partir das 13h30 inicia-se a primeira rodada. E às 17h50 está previsto o encerramento com as premiações. Os prêmios serão jogo de peças profissional (1º lugar), relógio de xadrez (2º lugar) e jogo de peças escolar (3º lugar).

A formato de disputa será em um único grupo, com emparceiramento pelo sistema suíço em até seis rodadas, de acordo com o número de participantes. Serão permitidos empates de comum acordo, desde que cada jogador tenha feito pelo menos um lance. De acordo com a organização o ritmo de jogo será definido em 10 minutos mais cinco segundos por lance para cada jogador no relógio digital ou 15 minutos para cada jogador no relógio analógico, com tempo de tolerância de 10 minutos. A organização pede que os participantes levem jogos e relógios de xadrez.

Londrina Norte Shopping

O Londrina Norte Shopping é o maior centro de compras, serviços e lazer da zona norte de Londrina e um dos maiores da cidade, localizado na R. Américo Deolindo Garla, 224. Fundado em 2012, possui 32.678,29 metros quadrados de área bruta locável e atua com 180 operações entre âncoras, megalojas, lojas satélites, quiosques e empreendimentos gastronômicos. O estacionamento é gratuito de segunda a sexta até às 14h (exceto feriado). Após esse horário e aos finais de semana, tarifa única de R$ 9, podendo ser paga também pelo aplicativo. São 1.748 vagas, sendo 1.484 para carros e 264 para motos. O empreendimento funciona de segunda a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.

Formulário de inscrição:

https://forms.gle/wg9FZwxdtKtXDaNe9

As inscrições, que se encerram nesta quinta-feira (29), custam R$ 40 (mestres FIDE, mestres nacionais e crianças de até 14 anos) ou R$ 60 (jogadores em geral

Grupo MDT acelera expansão, fortalece portfólio de suplementos e mira R$ 300 milhões em faturamento

Com portfólio verticalizado, fábrica própria e estratégia multicanal, o grupo planeja entrar em 5.000 pontos de venda, ampliar a operação internacional e lançar mais de 15 produtos até 2026.

O mercado de suplementos no Brasil vive um momento de forte expansão, impulsionado pela busca crescente por bem-estar, rotina saudável e produtos de performance. Nesse cenário, o Grupo MDT, fundado pelos irmãos Diego Mylher (23) e Jean Junior (21), consolida-se como um ecossistema de saúde, beleza e tecnologia com operações próprias de produção, P&D e e-commerce, um diferencial raro entre empresas digitais iniciantes.

Criado em 2021, o grupo reúne as marcas Soufit, Águas de Aurora e iGummy, que atendem públicos distintos com soluções em cápsulas, gomas e produtos para cuidado capilar. Após um crescimento sustentado pelas vendas diretas, afiliados e e-commerce próprio, a empresa prepara agora a fase mais ambiciosa de sua operação: ampliar a capacidade logística, reforçar o portfólio, profissionalizar a recomendação técnica e entrar em mais de 5 mil pontos de venda até 2026. A meta é chegar a R$ 300 milhões em faturamento nos próximos três anos.

A história da empresa, fundada pelos irmãos Diego Mylher e Jean Junior, começou muito antes da marca existir no papel. Os dois tiveram contato precoce com o ambiente digital: ainda crianças, criaram blogs monetizados pelo Google AdSense e, na adolescência, abriram suas primeiras lojas online. 

Os resultados variaram entre um faturamento de R$ 150 mil em quatro meses e o fracasso de uma operação de moda feminina que não resistiu às mudanças da pandemia. A quebra levou os irmãos a trabalhar em lanchonete, hotel e até na venda de bala de coco, até retomarem o empreendedorismo com um empréstimo de R$ 100 mil em produtos, capital que deu origem ao primeiro termogênico da Soufit.

O grupo cresceu de forma pouco convencional. Sem recursos para marketing, transformou clientes em afiliados e, a partir deles, estruturou uma comunidade que hoje recebe treinamentos, participa de eventos, convenções e premiações. Em 2024, por exemplo, 70 afiliados participaram de uma viagem de incentivo à Colômbia, reflexo de uma estratégia que combinou vendas diretas com fortalecimento da cultura interna. Essa base impulsionou o crescimento e permitiu à empresa estruturar unidades fabris próprias, operações em São Paulo, Minas Gerais e Flórida, nos Estados Unidos,, além de um time que deve saltar dos atuais 80 colaboradores para cerca de 150 até o fim de 2026.

Os planos para os próximos anos 

A nova fase do grupo é marcada por ambição. Na logística, o MDT planeja abrir um novo centro de distribuição para reduzir prazos de entrega e competir com modelos de envio acelerado, uma demanda crescente entre consumidores de suplementos que iniciam novas rotinas de saúde e buscam produtos imediatamente. 

No portfólio, a empresa prepara mais de 15 lançamentos: whey protein, creatina três em um, BCAA, glutamina, pré-treino e uma linha de saúde com ômega 3, coenzima Q10, cúrcuma e NAC. Um protocolo de emagrecimento, em desenvolvimento sigiloso, deve integrar a ofensiva.

No plano comercial, o foco está em ampliar a presença em grandes redes, como drogarias, supermercados e atacarejos, e atingir 5.000 pontos de venda até 2026. "Nossa ideia é negociar parcerias com médicos e nutricionistas, uma frente que consideramos essencial para avançar no canal farma, historicamente ocupado por grandes marcas", explica Diego Mylher, um dos fundadores da marca. A empresa também está expandindo sua plataforma própria de e-commerce, criada internamente e comparada pelos fundadores a soluções como Shopify e VTEX, com o diferencial de integrar inteligência artificial aplicada à logística, CRM, marketing e pós-venda.

Além do Brasil, o grupo busca avançar em expansão internacional. A operação nos Estados Unidos já está em curso, e a entrada na Europa deve acontecer nos próximos anos, apoiada pela capacidade fabril e pela padronização de insumos importados. Para Jean, o próximo ciclo combina maturidade e escala. “Estamos estruturando a empresa para competir com prazos melhores, produtos mais robustos e presença mais forte nos canais”, destaca, complementando que “Começamos com clientes virando vendedores. Agora queremos fortalecer a recomendação técnica e consolidar a marca nacionalmente”, finaliza. 

Sobre o Grupo MDT 

O Grupo MDT é um ecossistema brasileiro de saúde, beleza e suplementação que reúne marcas inovadoras como Águas de Aurora, iGummy Oficial e SouFit Moderno. Com sede em São Paulo, o grupo atua com foco em qualidade, inovação e acessibilidade, trazendo para o mercado soluções que unem bem-estar, ciência e estilo de vida saudável. O objetivo do grupo é democratizar o acesso a suplementos e cosméticos de nova geração, sempre atento às tendências globais e às necessidades do consumidor brasileiro. 

Falta de planejamento é o principal erro de quem começa a investir em 2026

Especialista alerta: decisões sem organização financeira sabotam investidores iniciantes e comprometem o futuro financeiro

Começar a investir é um passo decisivo para quem busca segurança financeira no longo prazo. No entanto, grande parte dos brasileiros acaba se frustrando logo no início dessa jornada por cometer erros básicos que poderiam ser evitados com planejamento, informação e orientação profissional.
Segundo especialista, um dos problemas mais recorrentes está na ausência de objetivos claros ao investir. Sem definir metas de curto, médio e longo prazo, o investidor perde a motivação, não desenvolve disciplina e passa a tratar os investimentos como algo secundário, sem atribuir a importância necessária para o futuro financeiro.
De acordo com Daniella Schulz Ferreira, consultora de investimentos da B2Advisory, o erro mais básico de quem começa a investir é não ter clareza sobre o próprio orçamento.
“Quanto essa pessoa realmente ganha líquido? Quanto gasta com despesas fixas e variáveis? E qual é, de fato, a capacidade mensal de poupança para investir? Essas respostas precisam estar muito claras. O que vemos com frequência é a superestimação da renda — sempre baseada no valor bruto — e a subestimação dos gastos”, explica.

Segundo a especialista, muitas pessoas deixam de contabilizar despesas anuais recorrentes que impactam diretamente o orçamento, como impostos (IPVA e IPTU), seguro veicular, matrícula escolar, viagens e presentes.
“Apesar de não serem mensais, essas despesas são previsíveis e recorrentes. Quando não entram na conta, o investidor acaba superestimando sua real capacidade de poupança”, completa.

Aposentadoria e dívidas: erros que comprometem o futuro
Outro equívoco frequente é acreditar que a aposentadoria, baseada no salário atual, será suficiente para manter o padrão de vida no futuro. A inflação corrói o poder de compra ao longo do tempo, o que explica por que muitos aposentados precisam buscar fontes extras de renda.
Começar a investir sem antes quitar dívidas também é um erro relevante.

“Se o custo da dívida é maior do que a rentabilidade líquida dos investimentos, faz mais sentido priorizar a quitação. Caso contrário, o investidor corre o risco de trabalhar contra si mesmo”, alerta Daniella.
Além disso, investir em ativos de alto risco sem antes formar uma reserva de emergência pode levar a perdas significativas e ao abandono precoce do processo de investimento.

Investir sem objetivos gera ineficiência
A ausência de objetivos bem definidos prejudica toda a estratégia financeira. Quem não separa corretamente recursos para curto, médio e longo prazo acaba com uma carteira ineficiente, paga mais impostos do que deveria e, muitas vezes, é obrigado a vender ativos de longo prazo em momentos desfavoráveis para cobrir compromissos imediatos.

A ilusão dos ganhos rápidos
A busca por ganhos rápidos não é exclusividade de investidores iniciantes. Estudos mostram que o tempo médio que um investidor mantém uma ação em carteira é de apenas cinco meses.
“As pessoas buscam soluções mágicas e fáceis para tudo. Isso é um comportamento humano e explica, inclusive, o sucesso das apostas. Mas a realidade é dura: só constrói patrimônio quem tem disciplina, consistência e visão de longo prazo”, afirma a especialista.

Perfil de investidor e diversificação
Ignorar o próprio perfil de investidor é outro erro grave. Na teoria, muitos se consideram agressivos, mas na prática se tornam conservadores diante das perdas. A identificação correta da tolerância ao risco ajuda o investidor a manter o plano mesmo em períodos de volatilidade.
A diversificação também é essencial, inclusive para quem investe pouco. Diversificar não significa ter muitos ativos, mas sim diferentes tipos de risco dentro da carteira, reduzindo a chance de grandes perdas e evitando sustos que afastam, especialmente, investidores iniciantes.

Educação financeira faz a diferença
Apesar do aumento do interesse por investimentos no Brasil, ainda existe uma lacuna histórica na educação financeira. A falta de conhecimento impactou gerações e reforça a importância de incluir noções básicas de finanças desde a escola, contribuindo para a formação de cidadãos mais conscientes e para o fortalecimento da economia.

Estudar sozinho ou buscar orientação profissional?
Embora seja importante que o investidor conheça o básico sobre finanças, existe uma diferença significativa entre estudar sozinho e contar com a orientação técnica de um consultor de investimentos. Um profissional qualificado acompanha o cenário econômico, ajuda a evitar decisões impulsivas e alinha os investimentos aos objetivos e ao perfil do cliente.

Por onde começar?
A especialista é enfática:
“O primeiro passo é organizar a vida financeira e entender quanto você ganha, quanto gasta e quanto consegue poupar. Em seguida, montar uma reserva de emergência em investimentos seguros e com liquidez. Ter ao seu lado um consultor isento e independente ajuda a evitar erros comuns e decisões impulsivas. Começar simples é sempre melhor do que não começar.”

O maior risco é não investir
Para quem tem medo de investir, a recomendação é começar com valores pequenos e buscar orientação independente. Com planejamento e informação, investir deixa de ser algo arriscado e passa a ser um processo estruturado e consciente.
“Comece o quanto antes, porque quem planeja tem futuro; quem não planeja tem destino”, conclui.

Sobre a especialista
Daniella Schulz Ferreira é consultora de investimentos e sócia da B2 Advisory Consultoria Financeira, com atuação em São Paulo e Santa Catarina. Formada em Direito pela UNIP, possui pós-graduação em Direito Público e Econômico, além de capacitação em Mediação e Arbitragem.
Construiu uma carreira sólida no mercado financeiro, jurídico e institucional, com passagens por Banco Bradesco, Itaú Personnalité e pelo Ministério Público Federal, onde atuou como assessora jurídica. Também exerceu a advocacia por mais de oito anos nas áreas civil, empresarial, bancária e imobiliária.
Desde 2024, atua exclusivamente como consultora de investimentos, sendo sócia da B2 Advisory. É certificada CPA-20 e Ancord, professora convidada em cursos jurídicos e criadora de conteúdo sobre investimentos no Instagram (@euinvistoevc). Possui inglês intermediário e vivência internacional.

Violinista Léo Veron passa por mudança de visual em nova fase de carreira

O violinista Léo Veron acaba de apresentar uma nova fase em sua trajetória artística, marcada por uma transformação completa de imagem. Conhecido anteriormente pelo visual rastafari, o artista optou por uma mudança profunda, adotando agora um corte de cabelo moderno, elegante e atemporal, que dialoga diretamente com a sofisticação e a sensibilidade presentes em sua música.

A transformação foi idealizada pela visagista e hair stylist Débora Rocha, do salão Ophicina do Cabelo, que conduziu o processo com olhar técnico, sensível e personalizado. Mais do que uma mudança estética, o trabalho de visagismo respeitou a identidade do artista e traduziu, em imagem, o momento atual de amadurecimento e reposicionamento profissional.

“O visagismo é uma leitura do ser. No caso do Léo, buscamos um visual que expressasse sua essência artística, trazendo mais leveza, elegância e coerência com a linguagem musical que ele apresenta hoje”, explica Déborah Rocha.
“A proposta foi alinhar imagem, personalidade e propósito, criando um resultado verdadeiro e sustentável.”

A escolha por um visual mais clássico reforça a importância da imagem como extensão da obra artística. Em um mercado cada vez mais atento à comunicação visual, a coerência entre aparência, postura e expressão musical torna-se um diferencial estratégico, especialmente para artistas que transitam por palcos, eventos culturais e projetos autorais.

Para Léo Veron, a mudança representa mais do que estética. “Eu senti que era o momento de alinhar minha imagem com quem eu sou hoje como artista. A música que faço pede sobriedade, elegância e presença. O trabalho da Débora traduziu exatamente isso, sem perder minha identidade”, afirma o violinista.

A transformação integra um projeto de reposicionamento artístico e fortalecimento de imagem desenvolvido pela Márcia Dornelles Comunicação, que atua na estratégia, curadoria de parcerias e construção da narrativa profissional do artista. O processo envolve escolhas que vão além do visual, conectando imagem, carreira e propósito de forma consistente.

O resultado do antes e depois evidencia como o visagismo, quando bem conduzido, é uma ferramenta poderosa de comunicação, capaz de potencializar talentos, ampliar percepções e abrir novos caminhos na trajetória de um artista.

Fotos: Anael Rocha

Visagismo: Déborah Rocha
Salão Ophicina do Cabelo

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