ATUALIDADE

Thiago de Moraes alerta sobre Burnout Pós-Pandemia: Reconhecer, Entender e Lidar com o esgotamento

É nítido que há um fenômeno inquietante e agressivo na sociedade: a exaustão generalizada que parece ter se espalhado em todos os setores da sociedade. Esta não é a simples fadiga de uma noite mal dormida; estou falando do burnout, uma sensação avassaladora de exaustão física e mental que deixa as pessoas emocional e fisicamente esgotadas. Em um contexto pós-pandemia, parece que a incidência desse fenômeno só cresce.

O burnout é um estado de esgotamento crônico que é caracterizado por três principais dimensões: exaustão emocional, despersonalização e diminuição da realização pessoal. E, enquanto o burnout pode ser uma resposta ao estresse crônico no local de trabalho, também pode ser uma consequência de estressores pessoais contínuos – algo que se tornou comum no ambiente de incerteza e isolamento social causado pela pandemia.

Existe um número crescente de pessoas se sentindo exaustas, desinteressadas e incapazes de encontrar prazer em atividades que antes lhes traziam alegria. Essas são todas características do burnout e, infelizmente, parece que nossa sociedade pós-pandêmica está proporcionando o ambiente perfeito para a propagação desse estado.
O burnout pode ter graves implicações para a saúde física e mental. Pode aumentar o risco de condições como depressão, ansiedade e abuso de substâncias, além de ter um impacto negativo na qualidade de vida e bem-estar geral.

Para lidar com o burnout, é essencial entender que, embora a sobrecarga de trabalho e estresse possam ser um gatilho, não são os únicos fatores. Fatores pessoais, como falta de apoio social, falta de controle sobre a vida pessoal e um desequilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal, também podem contribuir para o burnout.

Aprender a reconhecer os sinais do burnout é o primeiro passo para combatê-lo. Preste atenção se você está se sentindo constantemente cansado, se está se tornando cínico ou crítico no trabalho, se está se sentindo desinteressado ou se seu desempenho no trabalho está diminuindo.

Depois de reconhecer os sinais, é importante buscar ajuda. A terapia, seja individual ou em grupo, pode ser extremamente benéfica. Estratégias de manejo do estresse, como meditação, exercícios físicos e tempo para o autocuidado, também são fundamentais.

Como sociedade, temos o dever de apoiar uns aos outros durante este período desafiador. Empatia, compreensão e a vontade de ajudar são necessárias agora mais do que nunca. Juntos, podemos superar a exaustão pós-pandêmica de COVID19 e cultivar um ambiente mais saudável e compassivo.
Lembre-se: buscar ajuda não é um sinal de fraqueza, mas de força. Cuidar de nossa saúde mental é tão importante quanto cuidar de nossa saúde física. Se você está se sentindo exausto, não está sozinho.

Artigo escrito por Thiago de Moraes 

Jornalista e Cientista Político 

Jornalista MTB 0091632/SP 

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Luigi Abelama entrevista o empresário do ABC Bruno Patriani

Luigi Abelama entrevista o empresário do ABC Bruno Patriani

Imagem: divulgação

O CEO da Construtora Patriani, situada em Santo André, fala sobre sua carreira e sobre motivação na vida empreendedora e pessoal

Imagem: divulgação

O próximo episódio do programa MLA Cast, na TV São Caetano, apresentado especialista em Marketing e Vendas, Luigi Abelama, trará um entrevistado especial do Grande ABC, o CEO da Construtora Patriani, Bruno Patriani. A entrevista vai ao ar no dia 25/05, a partir das 21h.

Bruno iniciou sua atividade profissional aos 18 anos, no Turismo, tendo seu primeiro contato com vendas e com os clientes. Após um ano e meio, ele ingressou na atividade agrícola para cuidar dos negócios da família, trabalhando na comercialização de gado holandês, leite para cooperativas e corte de eucalipto. 

De forma paralela, Bruno passou a atuar junto com o seu pai, Valter Patriani, no mercado imobiliário, onde ele já era um investidor.

Valter, que vislumbrava um negócio próprio, convidou Bruno para mergulhar de vez no setor imobiliário e fazer de suas experiências como cliente, condições para construir prédios modernos, tecnológicos e com soluções para os problemas que eles viviam como clientes de outras construtoras.  E assim, nasceu a Construtora Patriani, que completou 10 anos de existência.

Não perca esta entrevista que trará muito insights positivos!

Luigi Abelama

O Head of Sales & Marketing, Luigi Abelama tem um vasto currículo quando o assunto é ajudar as empresas a conquistarem faturamento com mais de 7 dígitos.

Por mais de 16 anos, ele foi o executivo responsável na expansão de multinacionais estrangeiras no mercado nacional, como exemplo da consultoria britânica em gestão de riscos e seguros, AON; da consultoria norte-americana em gerenciamento de riscos, estratégia e pessoas, JLT/Marsh; da companhia de seguros dos Estados Unidos, Chubb; e da Rede Dor Consultoria, maior rede hospitalar da América Latina.

Luigi desenvolveu o método MLA, um acelerador de negócios, com foco na inteligência comercial 360º, baseado em três pilares: empatia, conexão e propósito.

“Eu sou um espiritualista, com forte atuação em princípios sistêmicos, reconexão da própria identidade e um olhar voltado para conexão a um propósito maior. Isso tudo norteia a minha consultoria. E quando essa base está alinhada, toda mentoria e consultoria em negócios pode ser desenvolvida com sucesso”, conta Luigi.

Dupla sertaneja “André & Adriano” anuncia retorno aos palcos do Brasil

Após uma pausa de 10 anos na carreira, músicos retomam trabalho juntos trazendo novidades para o público.

Os fãs da boa música sertaneja já podem celebrar uma excelente notícia. Após um hiato de uma década dedicado a projetos pessoais, os músicos André & Adriano retomam a formação da dupla que marcou presença em eventos e palcos de todo o país e no exterior. Com cinco álbuns e um DVD lançados, e muitos sucessos na bagagem, como “A Jiripoca Vai Piar”, “Beber, Cair e Levantar”, “Pancadão ou Sertanejo”, “Amei”, “Sacramentado”, “Dose de Paixão”, “Água de Coco” e “Vou Gastar Meus 10 Reais” (que fez parte da trilha sonora da série Carga Pesada, da Rede Globo), André & Adriano já realizaram parceria com grandes nomes do sertanejo ao longo da carreira, como Rionegro & Solimões, Léo Magalhães e Gino & Geno. 

Com o retorno da dupla confirmado, o público já pode aguardar o lançamento do álbum “Simprão de Tudo” ainda neste semestre e da turnê “Na Estrada com André & Adriano – Simprão de Tudo”, que terá início no dia 8 de julho na cidade de Rincão-SP.

Uma outra novidade recente da dupla é que o artista Eduardo Costa acaba de regravar o sucesso “Olha Eu Aqui”, lançada por André & Adriano em 1999, e o artista escolheu o nome desta canção para o seu novo álbum.

“Nossas expectativas nesse retorno como dupla são as melhores possíveis. Estávamos há muito tempo longe dos palcos e costumo dizer que o palco é a nossa segunda casa! Fãs de todo o Brasil que conhecem a nossa história esperaram nosso retorno. Nosso compromisso é com esses fãs, que torcem pelo nosso sucesso. Esperamos levar alegria e muita paz através da nossa música, que sempre foi a marca do nosso trabalho”, comenta Adriano, primeira voz da dupla.   

A carreira da dupla André & Adriano conta com a gestão da JAM Produções. Para acompanhar a carreira e a agenda da dupla André & Adriano, siga:

https://www.instagram.com/andreeadriano_real/

https://pt-br.facebook.com/AndreeAdrianoAVolta/

Visite: https://www.andreeadriano.com.br/ 

Sobre a dupla André & Adriano 

A dupla André & Adriano gravou o primeiro trabalho em 1994 (ainda vinil) entituado "Toque de Mágica". Com producão independente e distribuição da San Francisco Discos, destacou-se nesse disco a faixa que dá nome ao trabalho, "Toque de Mágica". ​

Além do sucesso "A Jiripoca Vai Piar", a dupla emplacou vários outros sucessos, tais como: "Rapadura", "Sertanejo ou Pancadão (com a participação de Latino), "Você Não Vale Nada", "Vai", "Sacramentado", "Amei" e é claro o grande sucesso da dupla "Beber, Cair e Levantar", que alcançou o primeiro lugar em todas as rádios do Brasil e em vários países, dentre eles Portugal.

 As músicas de André & Adriano foram regravadas por outros artistas, como: "Alô Porteiro" gravada por Marília Mendonça, "A Fila Anda" por Leonardo e "A Jiripoca Vai Piar", gravada por Daniel.

Sobre a JAM Produções

Fundada em 1987 por José Adolfo Medeiros, a JAM Produções é uma empresa que trabalha na área de arte entretenimento, com foco na gestão de carreiras artísticas. Responsável por toda a negociação do evento, desde a divulgação até a realização do show em feiras, exposições, eventos corporativos e festas de peão, a JAM Produções trabalha com artistas de diferentes segmentos, com um foco mais presente no sertanejo. No portifólio atual de artistas, destacam-se: André & Adriano, Felipe & Ferrari, Gutto Barbosa e Mazinho Quevedo & Adrielli. A empresa já realizou diversas turnês internacionais em países como Holanda, Bélgica, Itália, Inglaterra, França e estabeleceu parcerias com promotores de eventos de renome que atuam fora do país. 

Para saber mais sobre a JAM Produções, visite: https://www.jamproducoes.com/ 

Por: Márcia Araújo (assessoria de impresnsa)

“Feliz Dia das Mães!”

“Feliz Dia das Mães!”

No dia 29/05 completarão 18 anos que a mulher mais fantástica que conheci partiu! Trata-se de Brasilina Maria de Jesus Costa. Uma mulher empoderada, de um caráter impecável, de uma retidão incrível e que marcou a sua existência fazendo a diferença!

Falar sobre a falta que ela me faz, da imensa e profunda saudade que tenho no meu coração das nossas conversas e orientações que ela me dava, sem dúvidas, é algo que jamais tive e terei como mensurar. Hoje, Dia das Mães, obviamente que todas as lembranças se afloram e a emoção passa a ser uma constante. Contudo, compartilho com todos que me seguem, que nada me deixa tão feliz quanto o fato de ter em vida demonstrado com atitudes o meu grande e infinito amor por ela. Portanto, você aí que tem a sua mãezinha viva dê valor a ela, agora neste exato segundo, a começar por dizer: um eu te amo e externar a gratidão por tudo que ela te fez e faz, na prática do dia a dia, a tratando com todo o zelo e amor!

Minha saudosa avó paterna, sempre me dizia que o que ela mais prezava era por ganhar flores em vida. Ou seja, carinho, respeito e reconhecimento enquanto ela estivesse neste plano físico, pois para ela de nada adiantaria pôr flores, coroas de flores e dizer que amamos alguém após a morte. Minha avó que foi minha mãe, que me criou com tanto esmero, tinha uma sabedoria sem igual e isso me norteou e norteia até hoje. Esta sim foi mãe de verdade, não uma mãe da boca para fora, pois nunca soltou a minha mão seja nos bons ou nos mais desafiadores momentos.

Uma das coisas que eu disse a ela antes do seu falecimento foi que enquanto vida eu tivesse, falaria dela pelos quatro cantos deste mundo e isso é o que faço com tanto amor que nem as palavras são suficientes para descrever a devida relevância dos meus sentimentos por ela, que extrapolam as fronteiras do comum, simples, banal e trivial. Trata-se de um amor que ultrapassa a morte e que vive até hoje.

Através da homenagem que faço in memoriam a minha avó, felicito todas as mamães do Brasil e do mundo!! Deus as abençoe!! Feliz Dia das Mães!!!

Imagem: arquivo pessoal

Jaidson Zini prepara-se para a Copa Truck de Interlagos, depois de vencer etapa em Goiânia

O piloto Jaidson Zini tem muito o que comemorar, já que estreia a 2ª etapa da Copa Truck 2023, categoria brasileira de caminhões velozes, como maior pontuador. A disputa está marcada para os dias 29 e 30 de abril, com treino classificatório e corrida final, que acontecem no Autódromo de Interlagos, em São Paulo.

“A expectativa agora é que eu possa dar sequência ao meu trabalho e fazer um bom campeonato. Assim, a ideia é conseguir mais pódios e quem sabe almejar uma vitória. Sigo pensando no desempenho durante as corridas. A missão é que, garantindo bons resultados, a partir do meio do ano em diante, seja possível brigar pelo campeonato e usar os descartes da melhor forma possível”, explica Jaidson Zini.

Piloto paranaense que vem se destacando nas corridas, Jaidson conduz o caminhão Bioar Arla 32, modelo Mercedes-Benz, Novo Actros #25, da equipe ASG Motorsport. Vale lembrar que, na etapa da Copa Truck sediada no Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Goiânia, o profissional mostrou o seu excelente desempenho alcançando o primeiro lugar. Com a confiança reforçada, a espera fica por conta da próxima prova, em São Paulo.

Na última fase da Copa Truck da qual participou, depois de largar da quarta posição, e faltando três minutos para finalizar a corrida de número 2, Zini apareceu para ocupar a ponta e vencer. Essa foi a primeira vitória do piloto, que até o momento obtém a maior pontuação da temporada.

“Estou muito feliz, porque tinha almejado o meu primeiro lugar desde o ano passado. Portanto, agradeço à Bioar, de coração, além do meu filho e da minha família. E dedico essa vitória tão esperada a todos que acreditaram em mim”, declarou Zini, logo após a comemoração.

Patrocinado pelo Bioar Arla 32 desde 2021, Zini reúne uma série de títulos e cultiva a paixão pelas pistas e pelo automobilismo desde a infância. Em 2015, o piloto concluiu o campeonato da Fórmula Truck entre os 5 melhores colocados e, em 2021, finalizou a temporada entre os 10 melhores da Copa Truck. Anteriormente a isso, foi Campeão Sul-Paulista de Kart, Bi-Campeão Paranaense de Kart e Campeão das 500 Milhas de Londrina, em 2007. Por outro lado, em 2008, consagrou-se Bi-Campeão Paranaense de Marcas, Bi-Campeão Metropolitano de Marcas e Vice-Campeão Brasileiro de Marcas.

Sobre o patrocinador
Apoiando Jaidson Zini na Copa Truck desde 2021, a marca Bioar se faz presente nas competições, segue acompanhando as tendências deste setor e promete, em breve, um lançamento que vem para beneficiar o público das estradas. Por esse motivo, o ideal é acompanhar tanto as novidades relacionadas à próxima etapa da Copa Truck, com Jaidson Zini, quanto as boas notícias que a Bioar trará para os condutores de veículos, ainda em 2023.

Marcos Gaspar comemorando sete anos em São Paulo, celebra suas premiações 

O hair stylist Marcos Gaspar recebeu prêmios desejado por vários profissionais. 

Em 2021 ganhou o prêmio Tesoura de Ouro. 

No ano de 2022 ganhou o prêmio Tesoura de Diamante. 

Competindo com mais de 4 mil profissionais por causa da covid -19 recebeu os prêmios on-line, e no seu retorno triunfal inaugurou sua sala no Créatif Salon Moema com atendimento totalmente exclusivo 

Um dos melhores hair stylits do momento Marcos vem se se destacando cada dia mais com muitos trabalhos de renome artístico atendendo celebridades nacionais e internacionais. 

Trabalhos para streaming, e eventos como o Aplauso Brasil do eterno Michel Fernandes e também o Miss Brasil. 

Recentemente recebeu a Tesoura de Rubi 2023 e uma placa de reconhecimento nacional como melhores do ano de 2022. 

Hoje, é embaixador de várias marcas de cosméticos e maquiagem, com trabalhos já fechados fora do Brasil 

Instagram : @marcosgasparoficial 

E-mail : marcosgaspar311@gmail.com 

Tel (11) 982720273 
 

Joker Socks na trend #Barbiecore 

A rede de meias Joker Socks está sempre antenada na moda e entrou na trend #barbiecore. Participou da Pink Tour com os artistas que interpretam a Barbie e Ken Humanos. No ParkShopping Canoas os astros tiveram o primeiro contato com a marca, onde puderam conferir de perto a tecnologia, o conforto e o estilo dos produtos.  

Aproveitaram a visita na capital gaúcha para conhecer a loja do Barra Shopping Sul onde puderam escolher de presente as famosas meias criativas para quem cansou da mesmice.  

E a loja Joker Socks de Gramado promoveu um Meet & Greet dos artistas com os fãs e a imprensa local. Os convidados foram recepcionados com espumantes e doces. Em um momento de muita diversão. Confira as fotos e conheça as meias Joker Socks na loja mais próxima de você.  

Serviço:

@jkr.gramado
Av. das Hortênsias, 1770 loja 5 – Gramado 

@jkr.barra.rs
Barra Shopping Sul
Av. Diário de Notícias, 300 – Porto Alegre  

@jokersocks
ParkShopping Canoas
Av. Farroupilha, 4545 – Canoas  

Teresa Kodama idealiza um painel de azulejos para a piscina com motivos marinhos

A Artista sempre nutriu um sonho de pintar paredes de forma artística e de fazer um grande painel de azulejos. 
 
Teresa Kodama, além de pintar em painéis, em telas, em papiros, e em papéis para desenho, também é ceramista e realizou mais esse sonho devido ao apoio e o incentivo do marido Pedro Kodama e das filhas Alessandra Kodama e Amanda Kodama que demonstraram muito amor e carinho, e que devia seguir em frente e a terminar esse trabalho. 
 
Foram meses de intenso trabalho - desenho e pintura de 308 azulejos - que teve o resultado esperado pela Artista e pela família que tanto ama. 
 
Em seu Ateliê, que tem o nome Teresa Kodama & Ateliê Spazio Della Monica Kodama, teve a oportunidade de pintar na parede uma árvore onde iriam abrigar os pratos, intitulando a obra como "Árvore de Pratos". 
 
Como é amante da fauna marinha, queria retratar o fundo do mar e as maravilhas ali existentes, idealizando o painel onde a imaginação e a criatividade invadiram o seu ser, a sua alma e o seu coração, expressando todo o seu amor também pela fauna marinha. 
 
Teresa Kodama ama, respeita e admira todos os seres viventes, demonstrando isso por gestos, ações e pelas obras. 
 
Idealizou o fundo do mar com estrelas-do-mar, caranguejos, polvo, peixes, tartaruga, orca, arraia, águas marinhas, golfinhos e muito mais. 
 
Vida que pulsa intensamente. Vida, em sua essência, brota do painel, extravasando o que está no mais íntimo de seu coração e por meio do olhar da Artista. 
 
"Amo os desafios!!! Amo me superar e de concretizar os meus mais profundos sonhos. E concretizar esse painel demonstrou que posso me superar. Eu me transformo, me renovo e me reinvento a cada dia, expressando toda a criatividade e a inspiração, idealizando outras técnicas e criando obras em outras searas do Mundo das Artes.". 
 
A Artista agradece imensamente a amiga e ceramista Zita Delgado pelo apoio, incentivo, pela queima dos azulejos e por deixar tudo organizado para a colocação dos azulejos. 
 
Os agradecimentos são também para o azulejista José Benedito Bezerra da Silva que fez, com dedicação e perfeição, a colocação dos azulejos. 

Na foto para divulgação também está a adorável pet chamada Meg que ama piscinas, lagos e cachoeiras. 

Teresa Kodama deixa uma singela mensagem: 
 
"Amor pelas Artes Plásticas 
 
As Artes Plásticas se tornaram parte de meu ser. As cores me fascinam e encantam os meus olhos, a minha alma e o meu coração. Eu me encanto por tudo o que faço e faço tudo com amor!!! Retrato os sentimentos e emoções em desenhos, em aquarelas, em telas, em maquetes e em tudo que possa expressar as mais sublimes emoções emanadas de Deus!". 

Juíza federal fala sobre o empoderamento da mulher e a importância da feminilidade

Juíza federal fala sobre o empoderamento da mulher e a importância da feminilidade

   Rosangela Martins é formada em Direito pela UFMT, é Juíza Federal no Rio de Janeiro e professora de Processo Civil.

 Para discorrer sobre o empoderamento feminino e a relevância da manutenção da feminilidade, eu entrevistei com exclusividade, a Juíza federal, Dra. Rosangela Martins.

Imagem: divulgação

  Como a senhora avalia o empoderamento da mulher e a importância da feminilidade nos dias atuais?

 R: Se olharmos pela janela do tempo e voltarmos 90 anos atrás, e especialmente a partir da década de 60, veremos que avançamos muito, muito mesmo no rompimento de uma cultura machista e patriarcal arraigada e estrutural, presente em todos os ambientes de nossa sociedade: familiar, empresarial, educacional e institucional. No Brasil podemos mencionar como importantes conquistas o direito ao voto feminino em 1932, o estatuto da mulher casada em 1962 e a Lei do Divórcio em 1977. Reconhecer as incontáveis conquistas é fundamental, conhecer o passado nos dá a dimensão dos avanços alcançados, potencializa essas vitórias e nós dá um direcionamento do que ainda é necessário, porque é preciso também reconhecer que o movimento pela igualdade de gênero continua a ser uma necessidade nos dias atuais. E qual a minha percepção em relação ao empoderamento feminino com a feminilidade? Bem, a cultura masculina e patriarcal vem de tempos muito remotos e ao longo da história da humanidade há muitos exemplos de ações que enfraqueceram características típicas do feminino; a intuição, o lúdico, a criatividade, a capacidade de acolher e a própria sensualidade foram relegadas e condenadas, passaram a ser vistos como sinais de fraqueza ou luxúria. Então, não eram apenas os direitos das mulheres que foram suprimidos, a cultura masculina contribuiu para o enfraquecimento das características do feminino. Como resultado, tínhamos não apenas mulheres com seus direitos feridos, mas também com seu feminino adoecido. Depois, na luta pela igualdade de gênero, o próprio movimento feminista, sem perceber, reforçou a cultura masculina; no geral e em algum nível, nós mulheres passamos a nos comportar como homens no ambiente corporativo, até porque era esse o modelo que tínhamos, o mundo do trabalho corporativo só era conhecido pela lente dos homens. Passamos não só a reproduzir o comportamento masculino no ambiente de trabalho, mas também nos desgarramos da nossa essência feminina, milhares de nós passaram a detestar nosso ciclo menstrual, a relegar nossa intuição, a enfraquecer nossa criatividade e nossa capacidade de acolhimento; não queríamos reproduzir apenas o papel de dona do lar e “mãe de família” exercidos por nossas mães e avós e todas aquelas que nos antecederam, e passamos a valorizar apenas o fazer, o agir, o pensamento racional, pragmático, o embate, comportamentos típicos do universo masculino. Muitas mulheres dizem: se existir outra vida além dessa, na próxima quero ser homem. Sem falar nas inúmeras mulheres que se “masculinizaram”, consciente ou inconscientemente, para se proteger de assédios, cantadas. Mulheres que mudaram seu jeito de se vestir, deixaram de se maquiar, de usar salto, para ficarem menos atraentes e, assim, evitar os assédios, as piadinhas de mau gosto. Se você acha que isso soa um exagero da minha parte, infelizmente vou te contar que ainda hoje isso acontece, claro que em menor escala, mas acontece. Eu mesma conheço várias mulheres, amigas e conhecidas, que ainda passam por esse dilema. Eu converso sempre sobre isso com muitas mulheres e homens, sim, com os homens, porque acredito que essa pauta só vai avançar verdadeiramente se tivermos homens e mulheres lado a lado, se ajudando e se compreendendo mutuamente; é igualmente importante lembrar que, do lado reverso, essa cultura machista também pesou (e ainda pesa) sobre o homem, que não podia chorar, demonstrar sentimentos, que tinha de ser o “garanhão”, entre tantas outras coisas. Em seu livro “A Jornada da Heroína” (que recomendo a leitura especialmente para as mulheres), Maurreen Maurdock menciona um professor vietnamita e suas lições sobre a ilusão da dualidade e o quanto ela nos prejudica, “não pode haver dualidade, nenhum eu separado. Estamos todos interconectados, nós inter-somos. (...) A dualidade é uma ilusão, há a direita e a esquerda; se você toma um lado, está tentando eliminar a metade da realidade, o que é impossível.” Paralelamente a tudo isso, nas últimas décadas, especialmente no século XXI, já com tantos direitos assegurados, começou um novo movimento pelas mulheres, agora em busca do resgate do feminino, e esse movimento que tem levado tantas mulheres a questionar o modelo de trabalho até aqui adotado por nós. Acredito que é um novo caminho sendo construído, em que mulheres exercerão seus papéis, sejam eles quais forem, sem negligenciar e/ou esconder seu aspecto feminino, sua feminilidade, que se expressa no acolher, na criatividade inovadora, na intuição. Em que a mulher quer exercer seu soberano direito de ser e expressar suas vontades e habilidades, sem medo do julgamento. É tempo de mulheres e homens aprendermos a dançar entre as forças do masculino e do feminino. Gilberto Gil estava muito à frente do seu tempo quando em 1979 escreveu a canção “Super-homem”, quando ele diz que “vivi a ilusão de que ser homem bastaria, que o mundo masculino tudo me daria”, por meio da música ela já nos trazia essa reflexão sobre a necessária convivência do masculino e feminino em cada um de nós: da força e da sensibilidade, do racional e da intuição, do agir e do criar.

Como juíza, a senhora percebe algum preconceito do público masculino em lidar com as conquistas das mulheres?

R: Ainda temos sim preconceitos a romper, vou mencionar um exemplo vivenciado por mim logo que ingressei na magistratura, que bem ilustra. Eu e meus colegas de concurso, um grupo de 30 pessoas, estávamos ouvindo um colega juiz já mais antigo na carreira, que estava ali para compartilhar conosco algumas experiências dele no exercício do cargo. Em determinado momento, esse colega saiu da pauta jurídica para dar um “conselho” para as mulheres que, como eu, acabavam de ingressar na carreira. Ele disse mais ou menos com essas palavras: vocês mulheres precisavam ter a consciência de que não é possível ser boa em tudo, se você for uma boa juíza, não será uma boa mãe e uma boa esposa, tampouco vai ser bonita; se for uma boa esposa e boa mãe, não será boa juíza. Nunca ouvi ou li questionamento a respeito da capacidade de um homem de ser bom pai e bom profissional ao mesmo tempo. Ouvir aquilo de um colega sobre a mulher foi um choque para mim, aliás, todos ficamos chocados e em absoluto silêncio por algum tempo, antes de expressarmos nossa opinião. Felizmente esse tipo de fala e comportamento já é minoria, porém demonstra que a incompreensão e o preconceito com os papeis que podem ser simultaneamente exercidos pela mulher ainda existe e persiste na sociedade, especialmente nos espaços de poder, que continuam predominantemente masculinos.

 Como e quando a senhora decidiu ser juíza e quais foram os seus maiores desafios em sua trajetória profissional?

 R: Eu, desde criança, sempre fui muito questionadora e sempre tive um senso de justiça apurado, ver alguém sendo tratado de maneira desigual com base na cor, etnia, condição social ou gênero, por exemplo, sempre me causou incômodo e indignação. Esse espírito questionador se acentuou na minha adolescência, fase própria da ebulição de sentimentos e emoções. Quando entrei na faculdade de direito, na Universidade Federal de Mato Grosso, eu logo comecei a trabalhar, aos 19 anos, estava ainda no meu primeiro ano da faculdade, comecei minha primeira experiência de trabalho em um escritório de advocacia. Como estagiária ou já como advogada, trabalhei em alguns escritórios de advocacia, pequenos e grandes escritórios, em diversificadas áreas de atuação. Gostava da advocacia, mas sentia que minha vocação não estava ali, me identificava muito mais com a magistratura. Eu então tive oportunidade de exercer um cargo em comissão no Tribunal de Justiça de Mato Grosso, como assessora jurídica de desembargador, e no exercício dessa função tive certeza de que a minha afinidade profissional era a magistratura. Passados alguns anos, já com meus 02 filhos, decidi estudar para o concurso da magistratura. Tenho agora 08 anos de magistratura e para mim a carreira traz vários desafios, dentre os desafios, há duas situações que são muito marcantes para mim. Um deles é gerir a responsabilidade do trabalho com o volume de processos e a vida pessoal. O Poder Judiciário tem uma demanda enorme de processos, conciliar a necessidade de produzir muito com a qualidade das decisões exige atenção constante, especialmente nos 03 primeiros anos da carreira, em que tudo é novo e bastante desafiador. O outro grande desafio é conviver com o receio de dar uma decisão injusta, especialmente quando a demanda envolve casos de grande complexidade ou naqueles processos em que a decisão não é óbvia e gera incertezas sobre o que verdadeiramente aconteceu. Inclusive, muitas vezes a sociedade tem dificuldade de compreender que as provas do processo são um recorte da realidade, nem sempre as provas produzidas no processo são capazes de espelhar realmente o que aconteceu e isso pode gerar muita dúvida no momento de decidir. E como magistrada, não posso decidir com base no que eu acho que aconteceu, mas sim, com base nas provas que foram produzidas no processo. Além dessas questões, a falibilidade é do ser humano, o erro acontece e acontecerá, o meu objetivo e desafio no exercício da magistratura é evitar ao máximo o erro, e corrigi-lo quando possível.

Na sua avaliação, como a mulher pode ser empoderada sem perder a feminilidade?

 R: Vou apenas complementar com uma frase o que já expressei aqui e falar de maneira bem direta – mantendo nossa essência, não preciso deixar de ser feminina para não chamar atenção dos outros, ou me masculinizar para me “igualar” aos homens.

 No meio jurídico e em tantas áreas as mulheres vêm ganhando cada dia mais espaço. Como a senhora vê essas conquistas e o que ainda falta na sua análise?

R: Peço licença para responder em parte a essa pergunta com a reprodução de uma fala da brilhante Ruth Bader Ginsburg - segunda mulher nomeada à Suprema Corte Americana. Em uma de suas últimas entrevistas, quando e interlocutor perguntou a ela, “o que você acha que foi mais importante na sua vida?” Ruth Ginsburg respondeu: - “Ter tido a oportunidade de ajudar um movimento em busca de mudança. Uma mudança que fizesse as filhas serem motivo de orgulho como os filhos. Para não haver mais espaços onde mulheres não pudessem entrar, como havia na minha infância e adolescência. Graças a Deus essas barreiras se foram. Você precisa de duas coisas: talento e trabalho duro, mas não deve haver barreiras artificiais impedindo você. Inclusive, na minha vida, eu espero ver três, quatro, talvez até mais mulheres ocupando cadeiras da Suprema Corte. Não mulheres iguais, mas de diferentes naturezas. Nós avançamos muito, mas temos um longo caminho a percorrer.” E quando questionada sobre o conselho que daria a jovens potenciais líderes, Ruth Ginsburg diz: - “Acho que se você quiser que seu país tenha sucesso, aposte tudo nas mulheres. Esse o meu sonho para as mulheres, tenho certeza de que nos sairemos muito melhor, se mulheres e homens forem parceiros de verdade.” No meio jurídico, já há muitas mulheres advogadas, juízas, promotoras, defensoras etc., no meu concurso, por exemplo, as mulheres representavam mais de 40% da turma de aprovados. Porém, quando você sobe os degraus da hierarquia no Poder Judiciário ou no mundo corporativo, as mulheres ainda são minorias. O que nos falta, em minha opinião, envolve multifatores, e agora vou falar apenas do Poder Judiciário, que conheço melhor. O primeiro deles, é o fator temporal mesmo, ainda precisamos de alguns anos (talvez uma ou duas décadas) para que as mulheres que estão na base alcancem a promoção para cargos maiores. Outro fator é que, nas condições atuais, muitas mulheres ainda preferem evitar o desgaste de trabalhar em um ambiente predominantemente masculino e ainda bastante machista. Poderia mencionar diversas ocasiões em que mulheres juízas, advogadas, procuradoras etc passam por situações constrangedoras relacionadas ao gênero. São profissionais que, por exemplo, são constantemente interrompidas e desqualificadas em sua fala por um outro colega profissional; assediadas de forma explícita e grosseira por homens em ambientes de trabalho; que são rotuladas e ridicularizadas pelos colegas nas situações mais corriqueiras da vida. Situações como essa, ainda que ocorram numa frequência muito menor que há 20, 30 anos atrás, desestimula muitas mulheres a concorrerem para os cargos nos Tribunais. Ainda um outro fator, é que vivemos tempos de polarização de opiniões, de um modo geral a sociedade está com dificuldade de ouvir o outro; de dialogar; de conciliar com o diferente. A natureza nos mostra diariamente que a diversidade é importante para o equilíbrio da vida e eu só acredito em uma sociedade realmente mais justa e igualitária, a partir de uma conciliação, de uma parceria entre mulheres e homens, que possamos andar juntos e de mãos dadas, nos apoiando e nos compreendendo mutuamente.

 No seu entendimento quais são as principais barreiras encontradas pelas mulheres na obtenção de espaço em cargos de comando na atualidade?

 R: Conviver em um ambiente com machismo estrutural é muito desafiante para muitas mulheres, lidar com assédios, gracinhas, piadinhas, rotulações que ainda são naturalizadas é desgastante e, por vezes, dolorido. Essas dificuldades acabam desestimulando muitas mulheres a ganhar mais espaço nos ambientes de poder. Uma coisa leva à outra. Por isso, acredito que é preciso dialogarmos mais, nos apoiarmos mais.

Qual a página ou páginas e redes sociais para que as pessoas possam conhecer mais sobre o trabalho da senhora?

 R: Para todas e todos que desejarem acompanhar um pouco mais do meu trabalho como Magistrada Federal, será uma satisfação ter vocês como seguidores no meu perfil no Instagram: @rosangela_martins_juizafederal.

Chaline Grazik lança curso Borboleta Milionária sobre empreendedorismo

Chaline Grazik lança curso Borboleta Milionária sobre empreendedorismo

O curso BM contém, além do e-book, vídeos para que as pessoas possam começar a empreender, ter a sua própria força e alavancar a sua vida

Imagem: divulgação

A médium mais conhecida do Brasil, Chaline Grazik, a vidente oficial das estrelas, lança mais um curso em vídeo, com e-book, para auxiliar as pessoas a terem mais sucesso na vida.

O projeto Borboleta Milionária, traz um conteúdo voltado para as pessoas que buscam se transformar e empreender, alcançando uma renda extra, ou  até mesmo, a sua independência financeira.

“O BM é para pessoas que querem empreender, que querem ter, literalmente, a sua própria força, o seu próprio negócio e que querem alavancar a sua vida”, revela Chaline.

Ela comentou, ainda, que o Borboleta Milionária é a sequência da meditação anterior, Chama Violeta, que tem por objetivo limpar traumas e bloqueios que impendem ou dificultam o progresso pessoal.

“No Chama Violeta, as pessoas transmutaram e limparam as impurezas, com isso, a borboleta saiu do casulo. Este é o momento em que entra o Borboleta Milionária”, comenta Chaline.

A vidente esclarece sobre como o novo curso vai mudar a vida das pessoas. “Esse é um projeto voltado para a libertação pessoal e para o empreendedorismo”, finaliza Chaline Grazik.

Chaline Grazik

Desde os setes anos, a médium sensitiva – reikiana e taróloga, Chaline Grazik, 29, já provava do poder de sua mediunidade, que só se tornou mais evidente durante a sua adolescência.

“Entre os meus 15 e 17, percebi que era algo espiritual. Foi quando comecei a ter contato com este mundo e resolvi desenvolver a minha mediunidade”, relembra Chaline.

Casada, com o também médium Fabrício Stempkowski, Chay é mais conhecida como a vidente oficial das estrelas e, há 13 anos, atua como clarividente, através das previsões, como mentora espiritual e pratica a psicografia. Mas, a gaúcha ficou conhecida na internet por divulgar previsões assertivas sobre famosos e situações públicas.

Atualmente, ela conta com mais de 5,3 milhões de seguidores no Instagram.

Para saber mais sobre o curso Borboleta Milionária clique aqui