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YouTube Shopping chega no Brasil: como creators, marcas e a própria plataforma se beneficiam do social commerce?

Por: Danilo Nunes

Com estratégias de social commerce ganhando protagonismo na creator economy, plataformas correm para expandir seus programas de afiliados e entrar no jogo dos marketplaces. Shopee, Amazon, TikTok e YouTube apresentam modelos distintos — com impactos para criadores que buscam novas fontes de receita, para marcas em busca de conversão e para seus próprios negócios.

Quatro meses após a chegada do TikTok Shop ao Brasil, no evento Made in YouTube 2025, o YouTube anunciou atualizações de IA para potencializar a criação na plataforma e a expansão do seu programa global de afiliados para o Brasil, incluindo as ferramentas de shopping. Agora, criadores podem marcar e disponibilizar produtos para compra em vídeos e shorts, eliminando atritos na jornada de compra via creators.

Com o anúncio, o YouTube Shopping iniciou oficialmente suas operações no Brasil, em parceria com Mercado Livre e Shopee. A chegada marca a expansão prática do programa de afiliados da plataforma no país, permitindo que criadores incluam links de produtos diretamente em vídeos, transmissões ao vivo, Shorts e postagens. Para participar, é necessário integrar o Programa de Parcerias do YouTube (YPP), ter pelo menos 10 mil inscritos e atender a alguns critérios de elegibilidade definidos pela plataforma.

YouTube Shopping chega com força ao Brasil

A iniciativa global já conta com mais de 500 mil criadores e um crescimento de cinco vezes em GMV (Gross Merchandise Volume) em relação ao ano anterior. O programa cria uma nova fonte de receita para criadores, além de anúncios e patrocínios, e impulsiona o formato shorts, transmissões ao vivo e colaborações. O conteúdo ganha mais relevância por estar atrelado à visibilidade de um produto, aumentando performance e engajamento.

Com essa estratégia, o YouTube também passa a monetizar diretamente as vendas - antes, quando um criador fazia publicidade, a plataforma não lucrava de forma direta. Agora, o rastreamento é facilitado e o negócio se torna uma vitrine de compras.

Para as marcas, a vantagem está em estruturar criadores como canal de vendas, com métricas, relatórios e possibilidade de alcance orgânico consistentes. A funcionalidade substitui o tradicional “link na bio/descrição” e o trackeamento via UTMs, encurtando a jornada de compra e atribuindo vendas com clareza.

Os desafios envolvem preparar catálogos compatíveis, definir regras de comissão e logística e abandonar a lógica de campanhas isoladas para mergulhar em um ecossistema onde entretenimento gera confiança, confiança gera conversão e conversão retroalimenta o algoritmo, com a credibilidade do influenciador como diferencial.

No live commerce, a plataforma traz o modo de prática, que permite testar equipamentos e comunicação antes de abrir a live ao público. Para criadores avançados, a novidade é a transmissão simultânea em horizontal e vertical, atendendo ao público tradicional e aos fãs de Shorts.

Qual a diferença de demais programas de afiliados e marketplaces?

O programa de afiliados da Shopee e do TikTok Shop prioriza social commerce e lives, onde a urgência impulsiona conversões. Marcas se beneficiam de volume imediato, mas podem diluir sua identidade em ambientes dominados por descontos. Criadores têm entrada fácil e ganho rápido, mas precisam de presença constante ao vivo ou produção em massa para manter o alcance.

O Amazon Associates segue o modelo clássico baseado em links, oferecendo grande distribuição, mas pouco controle criativo. Para criadores, há flexibilidade e catálogo amplo, mas com menor engajamento que formatos mais interativos.

O YouTube Shopping aposta na integração nativa, permitindo marcar produtos diretamente em vídeos, transmissões e Shorts. A plataforma tem a vantagem de contar com criadores consolidados e audiências acostumadas a buscar reviews e tutoriais antes da compra. As comissões são atribuídas às vendas, oferecendo ROI mais claro às marcas, mas ganhos menos previsíveis para criadores em um programa recente.

O catálogo do YouTube ainda é limitado, priorizando integrações premium. Marcas ganham destaque, mas têm menos opções que Shopee e TikTok, que focam em produtos baratos e de alta rotatividade. A Amazon segue imbatível em diversidade, mas a atenção é diluída entre milhares de concorrentes e as comissões são menores.

O que falta descobrir sobre o YouTube Shopping no Brasil?

Ainda não há data confirmada para o lançamento, nem detalhes sobre percentuais de comissão que criadores receberão ou quais varejistas estarão aptos para participar. Também não foram divulgados os critérios de elegibilidade para os canais — se haverá exigência de inscritos ou categorias específicas de conteúdo.

Na vertical de Creative Strategy da Thruster, trabalhamos há um ano com o YouTube Shopping. É possível vender produtos próprios ou de terceiros. Para vender produtos próprios, o canal deve estar no Programa de Parcerias do YouTube (YPP), ter o número mínimo de inscritos ou ser um Canal Oficial de Artista, não ter público definido como “conteúdo para crianças” e não possuir violações de políticas. Para vender produtos de terceiros, além de estar no YPP, o canal precisa ter mais de 10 mil inscritos, não pode ser de música, nem estar associado a gravadoras ou distribuidoras e não pode ter infrações ativas das Diretrizes da Comunidade.

Dobre Danilo Nunes

Professor, pesquisador da Creator Economy e CEO e Fundador da Nudgy - primeira agência brasileira especializada em construir e alimentar sistemas criativos com foco em performance - com atuação nacional e internacional. Além de ser o principal mentor brasileiro de Creative Strategy para profissionais de criação que querem internacionalizar suas carreiras.

Como voltar à universidade organizado: 4 práticas das Empresas Juniores que ajudam a começar o semestre com clareza

Planejamento semanal, mapeamento de riscos e revisões de rota, métodos do MEJ reduzem a ansiedade estudantil e aumentam a previsibilidade no retorno às aulas

O início do semestre costuma provocar ansiedade entre universitários que precisam conciliar leituras, trabalhos, monitorias e vida pessoal. Para a Confederação Brasileira de Empresas Juniores (Brasil Júnior), a lógica de organização utilizada nas Empresas Juniores pode ajudar estudantes a recuperar controle sobre a rotina.

O Movimento Empresa Júnior, presente em 270 instituições de ensino com mais de 1,4 mil EJs e 25 mil estudantes ativos, aplica modelos de gestão adaptados do mercado em projetos reais para pequenos negócios, ONGs e iniciativas locais. Em 2024, o MEJ reinvestiu mais de R$ 88 milhões na formação de seus membros.

Segundo Caio Leal, presidente da entidade, o método funciona porque transforma o semestre em microentregas. “Quando o jovem aprende a mapear demandas, definir prioridades e revisar rotas com frequência, ele entende que é possível cumprir entregas mesmo em períodos curtos”, afirma.

De acordo com Caio, quatro práticas simples fazem diferença logo nas primeiras semanas de aula:

  1. Planejamento semanal com ritos claros
    Em vez de olhar o semestre como um bloco de incertezas, estudantes podem adotar o método usado nas EJs: quebrar as disciplinas, trabalhos e atividades extracurriculares em microtarefas distribuídas ao longo da semana. Essa divisão dá uma sensação de conseguir avançar. Não é sobre fazer tudo de uma vez, e sim criar constância.
  2. Mapeamento de riscos e oportunidades
    Ferramentas como SWOT, comuns na rotina de projetos das EJs, ajudam a identificar pontos críticos do semestre, como matérias com maior carga, horários apertados, semanas com múltiplas provas e riscos de atraso. Esse diagnóstico simples evita surpresas e permite ajustar rotinas antes que a sobrecarga se instale.
  3. Revisões de rota ao longo do período
    Outra prática típica das EJs é a revisão periódica de desempenho. Na metade do semestre, o estudante avalia o que funcionou e o que travou. Revisões evitam descobertas tardias sobre baixo desempenho.
  4. Retrospectivas e lições aprendidas
    Método comum nas EJs, ao final de cada ciclo, a análise de acertos e erros aumenta a clareza sobre hábitos e padrões de estudo.

Como a lógica do MEJ melhora a rotina de estudos

Para Caio, a principal contribuição das EJs é formar um estudante protagonista. “A lógica de entregas e priorização cria uma aprendizagem mais ativa. O jovem aprende a caminhar com as próprias pernas e buscar metodologias fora da bolha da universidade”, afirma.

Essa autonomia, segundo ele, se traduz em:

  • Maior capacidade de priorizar o que importa,
  • Facilidade para estruturar a semana,
  • Postura mais profissional diante das próprias responsabilidades,
  • Repertório ampliado para resolver problemas.

O estudante que vivencia a dinâmica de uma EJ passa a enxergar o semestre não como um desafio caótico, mas como um projeto que pode ser planejado, executado e revisado com clareza. “Quando ele entende isso, a ansiedade diminui porque a previsibilidade aumenta”, conclui Caio.

Sobre Brasil Júnior

A Brasil Júnior é a entidade responsável por coordenar o Movimento Empresa Júnior (MEJ) no Brasil. Como organização sem fins lucrativos, tem a missão de formar líderes empreendedores e conectar estudantes universitários a desafios reais do mercado. Atualmente, o MEJ conta com 25 mil jovens, reúne 1.449 empresas juniores e está presente em 270 instituições de Ensino Superior. Em 2024, o movimento faturou mais de R$ 88 milhões, valor 100% reinvestido na capacitação dos membros.

Sobre Presidente Executivo da Brasil Júnior 

Caio Leal é mineiro e estudante de Ciência Política na Universidade de Brasília (UnB). Ingressou no Movimento Empresa Júnior (MEJ) em 2020 e ocupou diferentes cargos de liderança. Já foi Presidente Organizacional da Strategos Consultoria Política Jr., Diretor de Relacionamento da Federação de Empresas Juniores do Distrito Federal (CONCENTRO-DF) e Líder de Relações Institucionais e Governamentais da Brasil Júnior. Agora, à frente da Brasil Júnior, busca fortalecer o impacto do MEJ no Brasil, aproximar jovens empreendedores do mercado e ampliar as oportunidades dentro das universidades.

Fim da escala 6×1 pode mudar varejo em 2026 e especialista aponta cinco ações para não perder vendas

Com o avanço da pauta no Senado, a Smart Consultoria apresenta medidas práticas para que varejistas preservem receita, margem e experiência do cliente durante a transição

Uma pesquisa do Instituto Locomotiva/QuestionPro revelou que 57% dos brasileiros são favoráveis ao fim da escala 6x1, enquanto um levantamento da Nexus Pesquisa apresentou 65% como apoiadores da redução da jornada de trabalho. A pauta avançou na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado e agora tramita para análise no Plenário, com audiências públicas e propostas de lei que podem abolir gradualmente o modelo de escala 6x1, amplamente utilizado no varejo brasileiro. A Smart Consultoria, especializada em estratégia para marcas de consumo, observou esse choque de realidade como oportunidade para se adaptar. “Operações pesadas e pouca produtividade individual não funcionam mais no cenário atual”, explica Eduardo Schuler, CEO da empresa.

Estudo da Federação das Indústrias de Minas Gerais (FIEMG) sugere que a extinção da escala 6x1 poderia reduzir até 16% do PIB, reforçando a necessidade de repensar processos internos e investir em tecnologia. Para empresas de varejo e consumo, mudanças na escala afetam diretamente disponibilidade de loja, atendimento e conversão, tornando o tema essencial para operações, RH e estratégias de crescimento. Diante desse cenário, o especialista apresenta cinco medidas práticas para manter vendas e produtividade:

1. Otimizar horários e turnos com base em dados reais 

Analisar fluxo de clientes, conversão por hora e ticket médio permite criar escalas mais inteligentes, evitando horas ociosas e direcionando colaboradores para onde geram mais impacto. “Quando entendemos os horários de pico, conseguimos reduzir custos sem prejudicar o atendimento e aumentar a produtividade individual”, destaca Schuler.

2. Apoiar vendedores com tecnologia e inteligência artificial

Sistemas de IA oferecem sugestões automáticas de produtos, histórico detalhado do cliente e gatilhos de cross-sell e upsell, permitindo que cada vendedor gere mais resultado. “Um vendedor apoiado por tecnologia consegue entregar o dobro de performance sem aumentar equipe”, pontua o executivo.

3. Transformar vendas digitais em vantagem competitiva 

Captar leads, entender intenções de compra e preparar atendimento personalizado antes da visita física aumenta conversão e reduz dependência de esforço presencial. “Investir no digital não é luxo, é condição para que o varejo sobreviva ao fim da 6x1”, reforça o especialista.

4. Redesenhar processos internos e automatizar tarefas repetitivas 

Automação de estoque, relatórios e registros libera a equipe para atividades que impactam diretamente a receita, tornando a operação mais ágil e eficiente. “Ao eliminar tarefas sem valor, conseguimos que a equipe foque no que realmente gera lucro”, afirma o CEO da Smart Consultoria.

5. Gerir performance e não presença 

Avaliar indicadores como fluxo de clientes, conversão por turno e retorno por hora permite remunerar equipes por resultados e alocar colaboradores estrategicamente. “Mudar o foco de horas trabalhadas para performance transforma eficiência operacional em vantagem competitiva”, explica.

Com o avanço das discussões no Senado, varejistas que anteciparem a transição e adotarem inteligência operacional e tecnologia estarão à frente no mercado. Schuler observa: “O fim da escala 6x1 não representa o fim do varejo, mas o fim do varejo ineficiente. Quem aprende a vender inteligência terá escala, produtividade e futuro”.

Sobre a Smart Consultoria

A Smart Consultoria, com 11 anos de experiência, aplica tecnologia, capacitação e metodologias inovadoras para potencializar resultados em marcas como Adidas, Melissa, Farm e O Boticário, consolidando-se como referência em transformação digital e crescimento estratégico de vendas.

Férias: o impacto do descanso na saúde, produtividade e engajamento da equipe

Mariana Villalva, sócia da EXEC, aborda como as férias contribuem para a saúde mental, aumentam a produtividade e fortalecem o equilíbrio entre vida pessoal e profissional

Férias. Essa palavra soa como mágica no ouvido de quem trabalha e fazer aquela parada estratégica é fundamental. Descansar, recarregar as baterias, viajar, cuidar da vida pessoal e desfrutar de bons momentos com a família. Cada um escolhe o que melhor lhe faz bem nesse período tão valioso. Porém, de acordo com uma pesquisa feita pela Expedia com 11,5 mil pessoas ao redor do mundo, 62% dos trabalhadores sentem que tiram menos férias do que deveriam.
 

No Brasil, a situação é semelhante, o que vem refletindo no aumento de problemas como o burnout. Segundo dados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), do Ministério da Previdência Social, no ano passado 421 pessoas foram afastadas do trabalho por conta desse problema. O levantamento mostrou ainda que, em uma década, o número de afastamentos por esse motivo saltou quase 1.000%.
 

Para Mariana Villalva, sócia da EXEC, consultoria especializada na seleção e desenvolvimento de altos executivos e conselheiros, as férias são essenciais para a recuperação física, mental e emocional. “Elas permitem que o colaborador se desconecte do trabalho, reduza o estresse e renove as energias. Com minha experiência pessoal, percebi o impacto positivo que isso tem, principalmente na saúde mental”, comenta, após vivenciar episódios de quase dois burnouts ao longo de sua carreira.
 

A rotina de trabalho sem pausa foi realidade na vida de Mariana durante muitos anos. “Trabalhar sem pausas leva ao esgotamento, à perda de clareza e, no longo prazo, compromete a saúde. Antes de mudar a minha rotina, cheguei a acumular 90 dias de férias não tiradas após sete anos em uma empresa. Hoje, vejo o quanto isso foi prejudicial, com impactos em doenças oportunistas recorrentes, dores no corpo e até cirurgia no estômago”, conta a sócia da EXEC.
 

Mariana aborda que, antigamente, tinha dificuldade em se desconectar. No entanto, percebeu os benefícios obtidos com as férias. “Após um período de descanso, volto mais focada, criativa e preparada para tomar decisões estratégicas. Tenho viajado muito mais e me dedicado a mim mesma. E, na contramão, sigo captando muitos projetos e trazendo excelentes resultados para a empresa”, enfatiza.
 

Liderança e engajamento
 

Para Mariana, o papel da liderança é fundamental para garantir que os colaboradores tirem férias corretamente. “O líder deve dar o exemplo, mostrando que é seguro e saudável se desconectar, além de reforçar que a pausa é necessária para manter o equilíbrio e a produtividade. Após a mudança que vivi, tento passar isso para as pessoas ao meu redor. Nos últimos anos, tenho tirado 30 dias de férias ao longo do ano, mesmo que não sejam corridos e sempre incentivo meu time a fazer o mesmo, incentivando-os a priorizar o descanso e a cuidar da saúde física e mental. Já trouxe até técnicas de meditação para iniciar reuniões do time”, ressalta.
 

Quando os colaboradores conseguem descansar, eles se sentem mais valorizados e energizados. “É algo que venho tentando reforçar com o grupo: o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional é essencial para se manter engajado”, diz Mariana.
 

Para criar uma cultura que valoriza o descanso, aderir ao planejamento e transparência é fundamental. “Incentivar férias programadas, promover conversas abertas sobre saúde mental e reforçar que todos têm direito ao descanso cria um ambiente mais saudável. Dividir responsabilidades de forma antecipada e garantir que o colaborador se sinta seguro para se desconectar é crucial. Hoje faço questão de planejar e respeitar os períodos de descanso da equipe”, reitera a profissional.
 

Além disso, manter o respeito também ajuda que o período seja bem aproveitado pelo colaborador. “Estabelecemos práticas para evitar mensagens ou ligações desnecessárias e sempre incentivamos o uso de respostas automáticas durante as férias”.
 

Mariana diz que, ao adotar práticas como meditação, constelação familiar e reiki, percebeu o quanto cuidar da saúde mental e física é transformador. “Tento levar essa visão para o time e para a empresa, promovendo um ambiente que valorize o equilíbrio. Isso faz toda a diferença para a qualidade de vida dos colaboradores”, conclui.

Guilherme Tavares estreia na TV com o programa “Resgate” e recebe Angela Bismarck, Glória Simoni e Rô Pires

O estilista e comunicador Guilherme Tavares faz sua estreia na televisão com o programa Resgate, uma nova atração que aposta em narrativas reais de superação, fé, trajetória e reinvenção. A proposta une moda, gastronomia e lifestyle em uma abordagem sensível, contemporânea e profundamente humana.

No episódio inaugural, o programa recebe três convidadas especiais: Angela Bismarck, Glória Simoni Furiati e Rô Pires. As participantes compartilham histórias marcantes de vida, desafios pessoais e profissionais, além dos caminhos que trilharam para a reconstrução de suas identidades e carreiras.

Resgate nasce com o objetivo de dar voz a experiências inspiradoras, estimulando reflexões sobre escolhas, criatividade, propósito e transformação. A cada edição, celebridades e convidados especiais apresentam novas perspectivas, prometendo emocionar o público e trazer aprendizados ao longo da temporada.

Exibição: quintas-feiras, às 24h30
Canal: TV C Rio – Claro Rio / NET | Canal 6

Resgate — Celebridades. Histórias reais. Superação.

Um Natal em família com elegância, afeto e boas lembranças

A magia do Natal já ilumina o ar, e a Monthal apresenta sua nova Coleção de Natal 2025, criada para celebrar laços, eternizar momentos e vestir as famílias com elegância, aconchego e um toque especial de tradição. Inspirada no calor afetivo desta época tão esperada, a coleção traz modelos coordenados para adultos, crianças e bebês — perfeitos para fotos em família, confraternizações e noites inesquecíveis de dezembro.

Produzida em viscolycra macia, leve e extremamente confortável, a coleção combina estilo, movimento e suavidade, valorizando o espírito natalino sem abrir mão da sofisticação que é marca registrada da Monthal.

A Estampa – A magia do Natal em detalhes

A estampa criada especialmente para esta coleção traduz o encantamento do Natal com elementos clássicos cuidadosamente distribuídos sobre o fundo claro. Presentes, bengalas doces, flocos delicados, estrelinhas, ramos de pinheiro e flores vermelhas que compõem uma arte harmoniosa, divertida e elegante.

A paleta reúne tons tradicionais — vermelho, verde e toques sutis de dourado — trabalhados de forma equilibrada para criar um visual lúdico, festivo e sofisticado ao mesmo tempo. O resultado é uma estampa que encanta crianças e adultos, reforçando a atmosfera acolhedora desta época tão especial e permitindo composições perfeitas em família.

Pijama Feminino – Elegância e charme na medida certa

Com design delicado e acabamento impecável, o pijama feminino traz blusa de manga curta com caimento suave e short com elástico macio, garantindo conforto sem apertar. Os detalhes natalinos, aliados ao vermelho clássico e à estampa exclusiva, transformam a peça na escolha ideal para celebrar o Natal com estilo — seja em casa, nas fotos em família ou nas noites especiais da temporada.

Pijama Masculino – Conforto contemporâneo para celebrar

Desenvolvido em viscolycra de alta qualidade, o pijama masculino oferece leveza, elasticidade e toque extremamente agradável à pele. A camiseta de manga curta tem modelagem moderna, enquanto o short possui elástico firme na medida certa. A estampa temática e o vermelho marcante traduzem o clima de Natal de forma elegante e descontraída.

Pijama Infantil – Liberdade para brincar e viver a magia

Pensado para acompanhar a energia das crianças, o modelo infantil é leve, fresquinho e muito confortável. A blusinha de manga curta e o short com cós suave oferecem liberdade total para brincar, correr e aproveitar cada segundo. Na versão infantil, a estampa ganha um ar ainda mais lúdico: presentes coloridos, bengalinhas, folhas verdes, estrelinhas e pequenos elementos natalinos despertam alegria e tornam a peça encantadora para compor looks combinados com pais e irmãos.

Conjunto Baby – A fofura que aquece o coração

Para os pequenos de 1 a 3 anos, o conjunto baby une maciez, elasticidade e proteção. A blusa de manga longa garante conforto nas noites mais fresquinhas, enquanto a calça com elástico suave proporciona segurança e liberdade de movimento. A estampa, com seus detalhes delicados e cores festivas, realça a ternura e o encanto do Natal, deixando os menores ainda mais adoráveis.

A Coleção de Natal Monthal celebra o amor, a união e a beleza de viver momentos simples — porém inesquecíveis — ao lado de quem amamos.
Monthal: vestindo histórias, memórias e sentimentos.

Miss Universe Vale dos Vinhedos 2026 celebra nova era do concurso no Rio Grande do Sul

O concurso Miss Universe Vale dos Vinhedos 2026 foi realizado no dia 10 de dezembro de 2025, em Bento Gonçalves (RS), tendo como cenário o tradicional Restaurante Di Paolo. A noite marcou um capítulo especial na história do certame ao eleger a representante da região do Vale dos Vinhedos que seguirá rumo ao Miss Universe Brasil.

Sob a coordenação de Elenara Oliveira Colombelli, conhecida como Lê Oliveira, coordenadora autorizada do Miss Universe Brasil e responsável oficial pela franquia Miss Universe Vale dos Vinhedos, o evento destacou-se pelo alto padrão técnico, organização impecável e uma proposta alinhada aos valores contemporâneos do concurso.

As candidatas participaram de dois dias de confinamento, dedicados à preparação, integração e vivências formativas, com foco em disciplina, postura, comunicação, elegância e desenvolvimento pessoal. As inscrições estiveram abertas para todo o Rio Grande do Sul, por meio de formulário online, recebendo um número expressivo de candidaturas. Após entrevistas virtuais criteriosas, 10 candidatas foram selecionadas para a etapa final, representando diferentes regiões do estado.

A grande final reuniu as participantes em uma noite marcada por emoção, excelência e profissionalismo. A avaliação seguiu os critérios oficiais do padrão Miss Universe, valorizando não apenas a beleza, mas também o preparo, a presença de palco e a capacidade de comunicação.

A etapa de oratória aconteceu durante entrevista realizada no Lote 20, onde as candidatas demonstraram clareza de ideias, desenvoltura e consistência em suas respostas. Já na final, no Restaurante Di Paolo, foram avaliadas nos quesitos beleza, durante o desfile em traje de biquíni, e elegância, no desfile em traje de gala, momentos que evidenciaram sofisticação, postura e segurança.

Os desfiles em traje de biquíni e gala foram transmitidos ao vivo pelo YouTube, ampliando o alcance do evento e permitindo que o público acompanhasse cada detalhe da noite.

Corpo de Jurados

O corpo de jurados contou com nomes de relevância e atuação em diferentes áreas. Entre os destaques estiveram a Dra. Simone Bardini, empresária, odontóloga e CEO das clínicas Bardini & Bernini; Emanuele Zuchetto, empresária no ramo da moda; e Taís Aurich, especialista em harmonização do sorriso. Também integraram o júri Rodrigo Parisotto, Rafaela Adalsteinn, Antônio Gonzales, Aline Fritsch, Gabriela Biondo, Emiliano Castaman e Patrick Cerentini, contribuindo para uma avaliação plural e alinhada aos critérios do concurso.

Ao comentar sobre esse novo momento do concurso, Lê Oliveira destacou o significado de sua liderança à frente da franquia no estado:
“Assumir essa franquia como a primeira mulher à frente desse projeto carrega propósito, coragem e muito trabalho. Representa abrir caminhos, acreditar em sonhos e criar oportunidades reais para mulheres que desejam ir além.
Aqui, mais do que coroas, damos oportunidade de fazer história. Mais do que um título, revelamos voz e representatividade.”

Ao final do evento, foi eleita Giovanna Togni, representante da região central do Rio Grande do Sul, como a nova Miss Universe Vale dos Vinhedos. Ela terá a missão de representar a região no cenário nacional, levando consigo propósito, preparo e identidade.

O concurso também entra para a história por um marco inédito: pela primeira vez, uma mulher está à frente da franquia Universe no Rio Grande do Sul. A liderança de Lê Oliveira simboliza um novo tempo para o concurso, pautado por visão estratégica, profissionalismo e fortalecimento da representatividade feminina. Cabe a ela a responsabilidade e a honra de conduzir mais uma gaúcha rumo ao palco nacional, escrevendo um novo capítulo de excelência e propósito para o estado.

Fotos: Jamal Janry

Do “menino do fundão” ao CEO: a história de superação que hoje inspira empreendedores em todo o país

Da infância marcada por bullying em Barueri à criação de uma holding com sete empresas, executivo transforma a própria superação num movimento para ajudar outros a encontrarem o seu espaço no mercado.

Ele cresceu a sentir-se deslocado. Barueri, na Grande São Paulo, guardava memórias difíceis para Filipe Bento — as provocações diárias na escola, o silêncio forçado, as limitações financeiras da família. “Eu era o menino do fundão e sofria provocações constantes. Sentia-me excluído e calei-me por muito tempo”, recorda.

Duas décadas depois, o cenário mudou por completo. Hoje CEO de um grupo multimilionário com sete empresas, residente em Florianópolis, Filipe regressa regularmente à cidade onde cresceu para fazer aquilo que um dia desejou receber: ajudar empreendedores a encontrarem o seu lugar no mundo dos negócios. “A cidade onde eu me sentia invisível é agora o lugar onde quero construir novas histórias, de quem também sonha em mudar de vida”, afirma.

O início de tudo

Desde cedo percebeu que ultrapassar limites faria parte do seu percurso. “As dificuldades tornaram-se combustível para buscar uma melhor condição de vida”, diz. E foi a tecnologia que abriu a primeira porta.

Nos anos 90, recebeu do pai um livro de HTML — presente simples, impacto gigante. “Passei a dedicar horas a tentar fazer sites funcionarem. Aos 17 anos, consegui meu primeiro emprego numa empresa de software na Berrini, em São Paulo.” A partir dali, acumulou experiências em tecnologia até chegar à Record TV, no Rio de Janeiro, onde integrou o núcleo de teledramaturgia. Liderou equipas, implementou sistemas e fez a engrenagem técnica da produção funcionar. “Foi intenso. Eu cuidava de sistemas de gestão e precisava fazer tudo rodar”, lembra.

Empreender para romper o “sempre foi assim”

Mesmo com estabilidade, o desejo de empreender falou mais alto. Para Filipe, empreender era enfrentar crenças limitantes, desafiar o medo e reconstruir a própria identidade profissional. “Achei que sabia tudo, mas descobri que ser bom tecnicamente não é saber gerir uma empresa.” A primeira tentativa, uma agência de marketing, faliu. E doeu.

Mas a queda virou ponto de viragem. Ele abriu uma nova empresa, agora focada em tecnologia e num software russo de gestão empresarial. Começou a produzir conteúdos simples sobre a ferramenta — vídeos com iluminação e áudio precários, mas com utilidade. Aos poucos, conquistou audiência. E, quando percebeu, tinha uma empresa. A BR24 tornou-se um dos principais parceiros mundiais do Bitrix24, acumulando prémios e reconhecimento.

A mudança de chave e a criação de um ecossistema

Com o crescimento, Filipe diversificou. Criou soluções tecnológicas, estruturou uma empresa de educação para empresários, uma aceleradora de startups e uma companhia dedicada a conselhos consultivos. Nascia o Atomic Group. “Hoje temos 50 pessoas no time e centenas de empresas a passar pelos nossos programas. Quero ajudar empreendedores que estão onde eu estive: sozinhos, sem orientação, com medo de errar, mas com uma vontade enorme de vencer.”

Agora, aos 40 anos, olha para trás com clareza. “Consigo enxergar onde estava aos 30 e como poderia ter sido mais rápido se tivesse alguém para me mostrar o caminho.”

É esse olhar que guia os programas de mentoria criados por ele, focados em donos de pequenas e médias empresas. “Quero ver histórias mudarem. Porque, quando transformamos um pequeno empresário, transformamos toda a cadeia — funcionários, famílias, comunidades.”

Atleta da natação do Recreio da Juventude é convocado pela seleção brasileira para os Jogos Sul-Americanos da Juventude

Arthur Werner Zimmer conquistou a liderança no ranking das provas de costas de competições absolutas ao longo de 2025

O atleta de natação do Recreio da Juventude, Arthur Werner Zimmer, foi convocado pela Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA) para participar dos Jogos Sul-Americanos da Juventude de 2026, entre os dias 16 e 19 de abril, no Panamá. Trata-se de uma das principais competições de categoria de base a nível internacional. A liderança no ranking nas provas de costas nas principais competições da modalidade ao longo do ano, como Maria Lenk, José Finkel, além do  brasileiro de inverno juvenil, o brasileiro de verão juvenil e internacional de natação Chico Piscina, foi decisiva para a convocação do atleta. 

Arthur, de 2009, também foi chamado para o Projeto de Monitoramento e Suporte das Seleções de Base e Transição da Natação Brasileira – sistema de avaliação e análise da CBDA e do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), que coloca no radar atletas com chances de integrarem a delegação brasileira nos Jogos Olímpicos de 2028, em Los Angeles, e 2032, em Brisbane.

Responsável por liderar o programa de natação do clube esmeraldino, o técnico Régis Mencia, que já atuou com atletas como César Cielo, compõe o Conselho Técnico Nacional da confederação a fim de contribuir com o fomento da modalidade como um todo pelo país,  ponto  valorizado pelo Recreio da Juventude que sempre  busca manter um  corpo técnico profissional e qualificado. Para  ele, os marcos alcançados pelo Clube apontam que os resultados dos últimos anos são os mesmos extremamente positivos.

“Cada vez mais, consolidamos o Recreio como um centro de referência da natação não apenas no Rio Grande do Sul, mas do Brasil. Em um futuro próximo, nosso objetivo é conseguir levar para a seleção não apenas um, mas mais atletas. Seguiremos trabalhando”. 

Sobre as convocações de Arthur, o técnico enfatiza que foi uma junção de processos que culminou nos feitos recentes: “A estrutura familiar e o talento que o garoto possui, somado à nossa infraestrutura e ao trabalho que desenvolvemos, explica esse êxito. Ele é merecedor”.

Sobre o Recreio do Juventude

Um dos Clubes mais tradicionais da Serra Gaúcha, o Recreio da Juventude figura entre os 100 maiores clubes do Brasil e conta com mais de 20 mil associados e uma equipe de mais de 200 colaboradores, que atuam em quatro sedes, localizadas em Caxias do Sul/RS. O Recreio da Juventude possui 112 anos sendo referência em lazer, cultura e esporte e, atualmente, tem atletas disputando campeonatos mundiais em suas categorias, e um atleta medalhista no Judô nos Jogos Paralímpicos de Paris 2024.