Viviane de Oliveira

Fim da escala 6×1 pode mudar varejo em 2026 e especialista aponta cinco ações para não perder vendas

Com o avanço da pauta no Senado, a Smart Consultoria apresenta medidas práticas para que varejistas preservem receita, margem e experiência do cliente durante a transição

Uma pesquisa do Instituto Locomotiva/QuestionPro revelou que 57% dos brasileiros são favoráveis ao fim da escala 6x1, enquanto um levantamento da Nexus Pesquisa apresentou 65% como apoiadores da redução da jornada de trabalho. A pauta avançou na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado e agora tramita para análise no Plenário, com audiências públicas e propostas de lei que podem abolir gradualmente o modelo de escala 6x1, amplamente utilizado no varejo brasileiro. A Smart Consultoria, especializada em estratégia para marcas de consumo, observou esse choque de realidade como oportunidade para se adaptar. “Operações pesadas e pouca produtividade individual não funcionam mais no cenário atual”, explica Eduardo Schuler, CEO da empresa.

Estudo da Federação das Indústrias de Minas Gerais (FIEMG) sugere que a extinção da escala 6x1 poderia reduzir até 16% do PIB, reforçando a necessidade de repensar processos internos e investir em tecnologia. Para empresas de varejo e consumo, mudanças na escala afetam diretamente disponibilidade de loja, atendimento e conversão, tornando o tema essencial para operações, RH e estratégias de crescimento. Diante desse cenário, o especialista apresenta cinco medidas práticas para manter vendas e produtividade:

1. Otimizar horários e turnos com base em dados reais 

Analisar fluxo de clientes, conversão por hora e ticket médio permite criar escalas mais inteligentes, evitando horas ociosas e direcionando colaboradores para onde geram mais impacto. “Quando entendemos os horários de pico, conseguimos reduzir custos sem prejudicar o atendimento e aumentar a produtividade individual”, destaca Schuler.

2. Apoiar vendedores com tecnologia e inteligência artificial

Sistemas de IA oferecem sugestões automáticas de produtos, histórico detalhado do cliente e gatilhos de cross-sell e upsell, permitindo que cada vendedor gere mais resultado. “Um vendedor apoiado por tecnologia consegue entregar o dobro de performance sem aumentar equipe”, pontua o executivo.

3. Transformar vendas digitais em vantagem competitiva 

Captar leads, entender intenções de compra e preparar atendimento personalizado antes da visita física aumenta conversão e reduz dependência de esforço presencial. “Investir no digital não é luxo, é condição para que o varejo sobreviva ao fim da 6x1”, reforça o especialista.

4. Redesenhar processos internos e automatizar tarefas repetitivas 

Automação de estoque, relatórios e registros libera a equipe para atividades que impactam diretamente a receita, tornando a operação mais ágil e eficiente. “Ao eliminar tarefas sem valor, conseguimos que a equipe foque no que realmente gera lucro”, afirma o CEO da Smart Consultoria.

5. Gerir performance e não presença 

Avaliar indicadores como fluxo de clientes, conversão por turno e retorno por hora permite remunerar equipes por resultados e alocar colaboradores estrategicamente. “Mudar o foco de horas trabalhadas para performance transforma eficiência operacional em vantagem competitiva”, explica.

Com o avanço das discussões no Senado, varejistas que anteciparem a transição e adotarem inteligência operacional e tecnologia estarão à frente no mercado. Schuler observa: “O fim da escala 6x1 não representa o fim do varejo, mas o fim do varejo ineficiente. Quem aprende a vender inteligência terá escala, produtividade e futuro”.

Sobre a Smart Consultoria

A Smart Consultoria, com 11 anos de experiência, aplica tecnologia, capacitação e metodologias inovadoras para potencializar resultados em marcas como Adidas, Melissa, Farm e O Boticário, consolidando-se como referência em transformação digital e crescimento estratégico de vendas.

Eficiência operacional se torna a principal ferramenta das empresas em 2026

Por: Rafael Calixto, CEO da Zydon

Entrar no próximo ano operando com processos manuais de criação de orçamentos será um risco estratégico. Em um cenário marcado por instabilidade econômica, pressão por margens, avanço acelerado da inteligência artificial e clientes cada vez menos pacientes, a velocidade de resposta passa a ser um fator determinante de competitividade. Empresas que ainda dependem de planilhas, aprovações manuais e retrabalho estarão, na prática, abrindo espaço para concorrentes mais ágeis. A automação de orçamentos deixa de ser tendência e se consolida como condição básica para escalar.

O contexto macroeconômico reforça essa urgência, em que a combinação de novas tributações sobre grandes plataformas digitais, volatilidade cambial, inflação de custos e um mercado digital cada vez mais saturado cria um ambiente onde eficiência operacional não é opcional. Enquanto a América Latina caminha para ultrapassar US$ 200 bilhões em vendas online, segundo estimativas da eMarketer, o crescimento por si só não garante sobrevivência. O diferencial estará na capacidade de operar com precisão, previsibilidade financeira e velocidade comercial.

Nesse ambiente, o processo de vendas assume um novo papel. Orçamentos que levam horas ou dias para serem gerados não apenas atrasam decisões, mas também aumentam o risco de erros, inconsistências de preço e perda de oportunidades. Em mercados altamente competitivos, o cliente que espera por uma proposta costuma fechar com quem responde primeiro, desde que a resposta seja clara, correta e confiável. Automatizar orçamentos significa transformar o time comercial em um motor de resposta rápida, alinhado às regras de negócio, políticas comerciais e margens desejadas. 

Dados da Thunderbit, por exemplo, indicam um ROI médio de 544% em três anos para empresas que investem em automação comercial. Esse número ajuda a explicar por que, em 2026, a discussão não será mais “se” automatizar, mas “o quão rápido” isso será feito. Orçamentos gerados em minutos deixam de ser um diferencial e passam a ser o novo padrão esperado pelo mercado.
 
Estudos da Adobe indicam que empresas que adotam automação registram até 25% mais retorno em ações de vendas e marketing. Já a McKinsey aponta que cerca de 45% das tarefas hoje realizadas por trabalhadores podem ser automatizadas com tecnologias já disponíveis, o que reduz custos, minimiza erros e libera tempo para atividades estratégicas. No contexto comercial, isso significa menos esforço operacional e mais foco em relacionamento, negociação e fechamento.
 
Em um cenário de incerteza, empresas com maior previsibilidade financeira tendem a sobreviver e crescer com mais consistência. Automatizar orçamentos contribui diretamente para esse controle, ao garantir padronização de preços, aplicação correta de impostos, descontos e condições comerciais. Além disso, permite simulações rápidas, ajustes estratégicos e maior segurança na tomada de decisão, especialmente em ambientes B2B complexos.

A automação também resolve um gargalo cada vez mais evidente, que é a escassez de talentos especializados. Ferramentas de inteligência artificial e automação comercial permitem que pequenas e médias empresas operem com níveis de eficiência antes restritos a grandes corporações. Segundo o Sebrae, negócios que adotam automação podem aumentar a produtividade em até 30% já no primeiro ano, além de melhorar indicadores de satisfação do cliente e eficiência operacional. Isso redefine a lógica de crescimento, já que não se trata de contratar mais, mas de operar melhor.

No fim, o futuro das vendas não será definido apenas por quem vende mais, mas por quem vende melhor, com mais velocidade, menos erros e maior controle. Empresas que entenderem isso agora estarão preparadas para um cenário mais competitivo e instável. As demais descobrirão, tarde demais, que a lentidão operacional cobra um preço alto. Em 2026, orçamentos prontos em minutos não serão um luxo tecnológico, mas a linha que separa crescimento sustentável de estagnação.

Sobre Rafael Calixto:
Especialista em vendas B2B, com vasta experiência em modernização de processos comerciais, integração de tecnologia nas vendas, idealizador de soluções com Agentes Inteligentes de Pedidos (AIP) para vendas B2B em escala e CEO da Zydon

Férias: o impacto do descanso na saúde, produtividade e engajamento da equipe

Mariana Villalva, sócia da EXEC, aborda como as férias contribuem para a saúde mental, aumentam a produtividade e fortalecem o equilíbrio entre vida pessoal e profissional

Férias. Essa palavra soa como mágica no ouvido de quem trabalha e fazer aquela parada estratégica é fundamental. Descansar, recarregar as baterias, viajar, cuidar da vida pessoal e desfrutar de bons momentos com a família. Cada um escolhe o que melhor lhe faz bem nesse período tão valioso. Porém, de acordo com uma pesquisa feita pela Expedia com 11,5 mil pessoas ao redor do mundo, 62% dos trabalhadores sentem que tiram menos férias do que deveriam.
 

No Brasil, a situação é semelhante, o que vem refletindo no aumento de problemas como o burnout. Segundo dados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), do Ministério da Previdência Social, no ano passado 421 pessoas foram afastadas do trabalho por conta desse problema. O levantamento mostrou ainda que, em uma década, o número de afastamentos por esse motivo saltou quase 1.000%.
 

Para Mariana Villalva, sócia da EXEC, consultoria especializada na seleção e desenvolvimento de altos executivos e conselheiros, as férias são essenciais para a recuperação física, mental e emocional. “Elas permitem que o colaborador se desconecte do trabalho, reduza o estresse e renove as energias. Com minha experiência pessoal, percebi o impacto positivo que isso tem, principalmente na saúde mental”, comenta, após vivenciar episódios de quase dois burnouts ao longo de sua carreira.
 

A rotina de trabalho sem pausa foi realidade na vida de Mariana durante muitos anos. “Trabalhar sem pausas leva ao esgotamento, à perda de clareza e, no longo prazo, compromete a saúde. Antes de mudar a minha rotina, cheguei a acumular 90 dias de férias não tiradas após sete anos em uma empresa. Hoje, vejo o quanto isso foi prejudicial, com impactos em doenças oportunistas recorrentes, dores no corpo e até cirurgia no estômago”, conta a sócia da EXEC.
 

Mariana aborda que, antigamente, tinha dificuldade em se desconectar. No entanto, percebeu os benefícios obtidos com as férias. “Após um período de descanso, volto mais focada, criativa e preparada para tomar decisões estratégicas. Tenho viajado muito mais e me dedicado a mim mesma. E, na contramão, sigo captando muitos projetos e trazendo excelentes resultados para a empresa”, enfatiza.
 

Liderança e engajamento
 

Para Mariana, o papel da liderança é fundamental para garantir que os colaboradores tirem férias corretamente. “O líder deve dar o exemplo, mostrando que é seguro e saudável se desconectar, além de reforçar que a pausa é necessária para manter o equilíbrio e a produtividade. Após a mudança que vivi, tento passar isso para as pessoas ao meu redor. Nos últimos anos, tenho tirado 30 dias de férias ao longo do ano, mesmo que não sejam corridos e sempre incentivo meu time a fazer o mesmo, incentivando-os a priorizar o descanso e a cuidar da saúde física e mental. Já trouxe até técnicas de meditação para iniciar reuniões do time”, ressalta.
 

Quando os colaboradores conseguem descansar, eles se sentem mais valorizados e energizados. “É algo que venho tentando reforçar com o grupo: o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional é essencial para se manter engajado”, diz Mariana.
 

Para criar uma cultura que valoriza o descanso, aderir ao planejamento e transparência é fundamental. “Incentivar férias programadas, promover conversas abertas sobre saúde mental e reforçar que todos têm direito ao descanso cria um ambiente mais saudável. Dividir responsabilidades de forma antecipada e garantir que o colaborador se sinta seguro para se desconectar é crucial. Hoje faço questão de planejar e respeitar os períodos de descanso da equipe”, reitera a profissional.
 

Além disso, manter o respeito também ajuda que o período seja bem aproveitado pelo colaborador. “Estabelecemos práticas para evitar mensagens ou ligações desnecessárias e sempre incentivamos o uso de respostas automáticas durante as férias”.
 

Mariana diz que, ao adotar práticas como meditação, constelação familiar e reiki, percebeu o quanto cuidar da saúde mental e física é transformador. “Tento levar essa visão para o time e para a empresa, promovendo um ambiente que valorize o equilíbrio. Isso faz toda a diferença para a qualidade de vida dos colaboradores”, conclui.

Guilherme Tavares estreia na TV com o programa “Resgate” e recebe Angela Bismarck, Glória Simoni e Rô Pires

O estilista e comunicador Guilherme Tavares faz sua estreia na televisão com o programa Resgate, uma nova atração que aposta em narrativas reais de superação, fé, trajetória e reinvenção. A proposta une moda, gastronomia e lifestyle em uma abordagem sensível, contemporânea e profundamente humana.

No episódio inaugural, o programa recebe três convidadas especiais: Angela Bismarck, Glória Simoni Furiati e Rô Pires. As participantes compartilham histórias marcantes de vida, desafios pessoais e profissionais, além dos caminhos que trilharam para a reconstrução de suas identidades e carreiras.

Resgate nasce com o objetivo de dar voz a experiências inspiradoras, estimulando reflexões sobre escolhas, criatividade, propósito e transformação. A cada edição, celebridades e convidados especiais apresentam novas perspectivas, prometendo emocionar o público e trazer aprendizados ao longo da temporada.

Exibição: quintas-feiras, às 24h30
Canal: TV C Rio – Claro Rio / NET | Canal 6

Resgate — Celebridades. Histórias reais. Superação.

Um Natal em família com elegância, afeto e boas lembranças

A magia do Natal já ilumina o ar, e a Monthal apresenta sua nova Coleção de Natal 2025, criada para celebrar laços, eternizar momentos e vestir as famílias com elegância, aconchego e um toque especial de tradição. Inspirada no calor afetivo desta época tão esperada, a coleção traz modelos coordenados para adultos, crianças e bebês — perfeitos para fotos em família, confraternizações e noites inesquecíveis de dezembro.

Produzida em viscolycra macia, leve e extremamente confortável, a coleção combina estilo, movimento e suavidade, valorizando o espírito natalino sem abrir mão da sofisticação que é marca registrada da Monthal.

A Estampa – A magia do Natal em detalhes

A estampa criada especialmente para esta coleção traduz o encantamento do Natal com elementos clássicos cuidadosamente distribuídos sobre o fundo claro. Presentes, bengalas doces, flocos delicados, estrelinhas, ramos de pinheiro e flores vermelhas que compõem uma arte harmoniosa, divertida e elegante.

A paleta reúne tons tradicionais — vermelho, verde e toques sutis de dourado — trabalhados de forma equilibrada para criar um visual lúdico, festivo e sofisticado ao mesmo tempo. O resultado é uma estampa que encanta crianças e adultos, reforçando a atmosfera acolhedora desta época tão especial e permitindo composições perfeitas em família.

Pijama Feminino – Elegância e charme na medida certa

Com design delicado e acabamento impecável, o pijama feminino traz blusa de manga curta com caimento suave e short com elástico macio, garantindo conforto sem apertar. Os detalhes natalinos, aliados ao vermelho clássico e à estampa exclusiva, transformam a peça na escolha ideal para celebrar o Natal com estilo — seja em casa, nas fotos em família ou nas noites especiais da temporada.

Pijama Masculino – Conforto contemporâneo para celebrar

Desenvolvido em viscolycra de alta qualidade, o pijama masculino oferece leveza, elasticidade e toque extremamente agradável à pele. A camiseta de manga curta tem modelagem moderna, enquanto o short possui elástico firme na medida certa. A estampa temática e o vermelho marcante traduzem o clima de Natal de forma elegante e descontraída.

Pijama Infantil – Liberdade para brincar e viver a magia

Pensado para acompanhar a energia das crianças, o modelo infantil é leve, fresquinho e muito confortável. A blusinha de manga curta e o short com cós suave oferecem liberdade total para brincar, correr e aproveitar cada segundo. Na versão infantil, a estampa ganha um ar ainda mais lúdico: presentes coloridos, bengalinhas, folhas verdes, estrelinhas e pequenos elementos natalinos despertam alegria e tornam a peça encantadora para compor looks combinados com pais e irmãos.

Conjunto Baby – A fofura que aquece o coração

Para os pequenos de 1 a 3 anos, o conjunto baby une maciez, elasticidade e proteção. A blusa de manga longa garante conforto nas noites mais fresquinhas, enquanto a calça com elástico suave proporciona segurança e liberdade de movimento. A estampa, com seus detalhes delicados e cores festivas, realça a ternura e o encanto do Natal, deixando os menores ainda mais adoráveis.

A Coleção de Natal Monthal celebra o amor, a união e a beleza de viver momentos simples — porém inesquecíveis — ao lado de quem amamos.
Monthal: vestindo histórias, memórias e sentimentos.

Miss Universe Vale dos Vinhedos 2026 celebra nova era do concurso no Rio Grande do Sul

O concurso Miss Universe Vale dos Vinhedos 2026 foi realizado no dia 10 de dezembro de 2025, em Bento Gonçalves (RS), tendo como cenário o tradicional Restaurante Di Paolo. A noite marcou um capítulo especial na história do certame ao eleger a representante da região do Vale dos Vinhedos que seguirá rumo ao Miss Universe Brasil.

Sob a coordenação de Elenara Oliveira Colombelli, conhecida como Lê Oliveira, coordenadora autorizada do Miss Universe Brasil e responsável oficial pela franquia Miss Universe Vale dos Vinhedos, o evento destacou-se pelo alto padrão técnico, organização impecável e uma proposta alinhada aos valores contemporâneos do concurso.

As candidatas participaram de dois dias de confinamento, dedicados à preparação, integração e vivências formativas, com foco em disciplina, postura, comunicação, elegância e desenvolvimento pessoal. As inscrições estiveram abertas para todo o Rio Grande do Sul, por meio de formulário online, recebendo um número expressivo de candidaturas. Após entrevistas virtuais criteriosas, 10 candidatas foram selecionadas para a etapa final, representando diferentes regiões do estado.

A grande final reuniu as participantes em uma noite marcada por emoção, excelência e profissionalismo. A avaliação seguiu os critérios oficiais do padrão Miss Universe, valorizando não apenas a beleza, mas também o preparo, a presença de palco e a capacidade de comunicação.

A etapa de oratória aconteceu durante entrevista realizada no Lote 20, onde as candidatas demonstraram clareza de ideias, desenvoltura e consistência em suas respostas. Já na final, no Restaurante Di Paolo, foram avaliadas nos quesitos beleza, durante o desfile em traje de biquíni, e elegância, no desfile em traje de gala, momentos que evidenciaram sofisticação, postura e segurança.

Os desfiles em traje de biquíni e gala foram transmitidos ao vivo pelo YouTube, ampliando o alcance do evento e permitindo que o público acompanhasse cada detalhe da noite.

Corpo de Jurados

O corpo de jurados contou com nomes de relevância e atuação em diferentes áreas. Entre os destaques estiveram a Dra. Simone Bardini, empresária, odontóloga e CEO das clínicas Bardini & Bernini; Emanuele Zuchetto, empresária no ramo da moda; e Taís Aurich, especialista em harmonização do sorriso. Também integraram o júri Rodrigo Parisotto, Rafaela Adalsteinn, Antônio Gonzales, Aline Fritsch, Gabriela Biondo, Emiliano Castaman e Patrick Cerentini, contribuindo para uma avaliação plural e alinhada aos critérios do concurso.

Ao comentar sobre esse novo momento do concurso, Lê Oliveira destacou o significado de sua liderança à frente da franquia no estado:
“Assumir essa franquia como a primeira mulher à frente desse projeto carrega propósito, coragem e muito trabalho. Representa abrir caminhos, acreditar em sonhos e criar oportunidades reais para mulheres que desejam ir além.
Aqui, mais do que coroas, damos oportunidade de fazer história. Mais do que um título, revelamos voz e representatividade.”

Ao final do evento, foi eleita Giovanna Togni, representante da região central do Rio Grande do Sul, como a nova Miss Universe Vale dos Vinhedos. Ela terá a missão de representar a região no cenário nacional, levando consigo propósito, preparo e identidade.

O concurso também entra para a história por um marco inédito: pela primeira vez, uma mulher está à frente da franquia Universe no Rio Grande do Sul. A liderança de Lê Oliveira simboliza um novo tempo para o concurso, pautado por visão estratégica, profissionalismo e fortalecimento da representatividade feminina. Cabe a ela a responsabilidade e a honra de conduzir mais uma gaúcha rumo ao palco nacional, escrevendo um novo capítulo de excelência e propósito para o estado.

Fotos: Jamal Janry

Obra idealizada por Thiago de Moraes e coautoras celebra a força da voz feminina na literatura contemporânea

A Fundação Assistencial Justiça Solidária, o jurista e escritor Thiago de Moraes e as coautoras celebraram, na noite do lançamento do livro A Primavera das Mulheres, um evento marcado por grande público e forte repercussão. A Livraria da Vila – Morumbi ficou lotada com a participação das coautoras e convidados, amigos e familiares, em um encontro que exaltou a literatura, o protagonismo feminino e o engajamento social.

Thiago de Moraes - Idealizador da obra A Primavera das Mulheres

Organizada e com curadoria de Thiago de Moraes — presidente da Fundação Assistencial Justiça Solidária e reitor do Instituto de Ensino Superior para Sociologia e Política — a obra reúne um expressivo coletivo de mulheres escritoras. O evento foi permeado por emoção, representatividade e diálogo, reforçando a relevância da voz feminina na literatura contemporânea e a necessidade de espaços que promovam reflexão, escuta ativa e transformação social.

Realizada em parceria com a Fundação Assistencial Justiça Solidária, a coletânea apresenta crônicas literárias que abordam temas sensíveis e profundos do universo feminino. Com uma escrita densa e sensível, Thiago de Moraes atua como observador atento, caminhando ao lado das coautoras e ampliando, por meio de sua narrativa, as reflexões propostas em cada texto.

A Primavera das Mulheres conta com prefácio da professora doutora Eliana Passarelli, referência nacional na proteção e defesa dos direitos das mulheres, e com a participação especial da madrinha de honra Claudia Métne, influenciadora e personalidade reconhecida por seu engajamento social e cultural.

Coautoras participantes
Ana Bittar, Andrea Diniz, Anelise Taleb, Claudia Métne, Erika Coimbra, Gisele Maeda Loricchio, Luciane Sippert, Luh Moura, Lurdes Dresch, Maria Emilia Genovesi, Mona Samara, Monica Azambuja, Patricia Nakahodo, Priscila Paula da Silva Falkowski Montagna, Rosilene Bejarano, Sabrinna Zanini, Suzy Ayres e Taís Lima.

Sobre o livro
Publicado pela Editora Justiça Solidária, A Primavera das Mulheres propõe uma reflexão contemporânea sobre o feminino em suas múltiplas dimensões, apresentando a mulher como força criadora, consciência social e protagonista na construção de uma sociedade mais ética, plural e igualitária.

Do “menino do fundão” ao CEO: a história de superação que hoje inspira empreendedores em todo o país

Da infância marcada por bullying em Barueri à criação de uma holding com sete empresas, executivo transforma a própria superação num movimento para ajudar outros a encontrarem o seu espaço no mercado.

Ele cresceu a sentir-se deslocado. Barueri, na Grande São Paulo, guardava memórias difíceis para Filipe Bento — as provocações diárias na escola, o silêncio forçado, as limitações financeiras da família. “Eu era o menino do fundão e sofria provocações constantes. Sentia-me excluído e calei-me por muito tempo”, recorda.

Duas décadas depois, o cenário mudou por completo. Hoje CEO de um grupo multimilionário com sete empresas, residente em Florianópolis, Filipe regressa regularmente à cidade onde cresceu para fazer aquilo que um dia desejou receber: ajudar empreendedores a encontrarem o seu lugar no mundo dos negócios. “A cidade onde eu me sentia invisível é agora o lugar onde quero construir novas histórias, de quem também sonha em mudar de vida”, afirma.

O início de tudo

Desde cedo percebeu que ultrapassar limites faria parte do seu percurso. “As dificuldades tornaram-se combustível para buscar uma melhor condição de vida”, diz. E foi a tecnologia que abriu a primeira porta.

Nos anos 90, recebeu do pai um livro de HTML — presente simples, impacto gigante. “Passei a dedicar horas a tentar fazer sites funcionarem. Aos 17 anos, consegui meu primeiro emprego numa empresa de software na Berrini, em São Paulo.” A partir dali, acumulou experiências em tecnologia até chegar à Record TV, no Rio de Janeiro, onde integrou o núcleo de teledramaturgia. Liderou equipas, implementou sistemas e fez a engrenagem técnica da produção funcionar. “Foi intenso. Eu cuidava de sistemas de gestão e precisava fazer tudo rodar”, lembra.

Empreender para romper o “sempre foi assim”

Mesmo com estabilidade, o desejo de empreender falou mais alto. Para Filipe, empreender era enfrentar crenças limitantes, desafiar o medo e reconstruir a própria identidade profissional. “Achei que sabia tudo, mas descobri que ser bom tecnicamente não é saber gerir uma empresa.” A primeira tentativa, uma agência de marketing, faliu. E doeu.

Mas a queda virou ponto de viragem. Ele abriu uma nova empresa, agora focada em tecnologia e num software russo de gestão empresarial. Começou a produzir conteúdos simples sobre a ferramenta — vídeos com iluminação e áudio precários, mas com utilidade. Aos poucos, conquistou audiência. E, quando percebeu, tinha uma empresa. A BR24 tornou-se um dos principais parceiros mundiais do Bitrix24, acumulando prémios e reconhecimento.

A mudança de chave e a criação de um ecossistema

Com o crescimento, Filipe diversificou. Criou soluções tecnológicas, estruturou uma empresa de educação para empresários, uma aceleradora de startups e uma companhia dedicada a conselhos consultivos. Nascia o Atomic Group. “Hoje temos 50 pessoas no time e centenas de empresas a passar pelos nossos programas. Quero ajudar empreendedores que estão onde eu estive: sozinhos, sem orientação, com medo de errar, mas com uma vontade enorme de vencer.”

Agora, aos 40 anos, olha para trás com clareza. “Consigo enxergar onde estava aos 30 e como poderia ter sido mais rápido se tivesse alguém para me mostrar o caminho.”

É esse olhar que guia os programas de mentoria criados por ele, focados em donos de pequenas e médias empresas. “Quero ver histórias mudarem. Porque, quando transformamos um pequeno empresário, transformamos toda a cadeia — funcionários, famílias, comunidades.”

Atleta da natação do Recreio da Juventude é convocado pela seleção brasileira para os Jogos Sul-Americanos da Juventude

Arthur Werner Zimmer conquistou a liderança no ranking das provas de costas de competições absolutas ao longo de 2025

O atleta de natação do Recreio da Juventude, Arthur Werner Zimmer, foi convocado pela Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA) para participar dos Jogos Sul-Americanos da Juventude de 2026, entre os dias 16 e 19 de abril, no Panamá. Trata-se de uma das principais competições de categoria de base a nível internacional. A liderança no ranking nas provas de costas nas principais competições da modalidade ao longo do ano, como Maria Lenk, José Finkel, além do  brasileiro de inverno juvenil, o brasileiro de verão juvenil e internacional de natação Chico Piscina, foi decisiva para a convocação do atleta. 

Arthur, de 2009, também foi chamado para o Projeto de Monitoramento e Suporte das Seleções de Base e Transição da Natação Brasileira – sistema de avaliação e análise da CBDA e do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), que coloca no radar atletas com chances de integrarem a delegação brasileira nos Jogos Olímpicos de 2028, em Los Angeles, e 2032, em Brisbane.

Responsável por liderar o programa de natação do clube esmeraldino, o técnico Régis Mencia, que já atuou com atletas como César Cielo, compõe o Conselho Técnico Nacional da confederação a fim de contribuir com o fomento da modalidade como um todo pelo país,  ponto  valorizado pelo Recreio da Juventude que sempre  busca manter um  corpo técnico profissional e qualificado. Para  ele, os marcos alcançados pelo Clube apontam que os resultados dos últimos anos são os mesmos extremamente positivos.

“Cada vez mais, consolidamos o Recreio como um centro de referência da natação não apenas no Rio Grande do Sul, mas do Brasil. Em um futuro próximo, nosso objetivo é conseguir levar para a seleção não apenas um, mas mais atletas. Seguiremos trabalhando”. 

Sobre as convocações de Arthur, o técnico enfatiza que foi uma junção de processos que culminou nos feitos recentes: “A estrutura familiar e o talento que o garoto possui, somado à nossa infraestrutura e ao trabalho que desenvolvemos, explica esse êxito. Ele é merecedor”.

Sobre o Recreio do Juventude

Um dos Clubes mais tradicionais da Serra Gaúcha, o Recreio da Juventude figura entre os 100 maiores clubes do Brasil e conta com mais de 20 mil associados e uma equipe de mais de 200 colaboradores, que atuam em quatro sedes, localizadas em Caxias do Sul/RS. O Recreio da Juventude possui 112 anos sendo referência em lazer, cultura e esporte e, atualmente, tem atletas disputando campeonatos mundiais em suas categorias, e um atleta medalhista no Judô nos Jogos Paralímpicos de Paris 2024.