Mês: janeiro 2026

Mentoras Referência em desenvolvimento pessoal promovem o Seminário de Compras Publicas em Porto Alegre

Mentoras Referência em desenvolvimento pessoal promovem o Seminário de Compras Publicas em Porto Alegre

O 1º Seminário de Compras Públicas de Porto Alegre contará com a participação de duas mentoras reconhecidas nacionalmente por sua atuação estratégica em desenvolvimento pessoal: Luciane Sippert  e Márcia Matos.

PhD em Linguística, professora universitária e CEO do Instituto Prosperitare, Luciane Sippert Lanzanova possui mais de 25 anos de experiência nas áreas de educação, comunicação estratégica e desenvolvimento humano. Sua atuação no campo das compras públicas destaca-se por ampliar o olhar de servidores e empresários para além da burocracia, com foco em governança, prevenção de riscos, eficiência dos recursos públicos e segurança na tomada de decisões, com comunicação assertiva.

Ao seu lado, Márcia Matos, servidora pública concursada há 21 anos, construiu uma trajetória marcada pela liderança e pela atuação em cargos estratégicos no setor público. Em janeiro de 2026, decidiu afastar-se temporariamente do serviço público para dedicar-se integralmente à atuação como mentora, palestrante, consultora e professora em compras públicas, com o objetivo de formar e orientar servidores e empresários em todo o país.

Idealizadoras do evento, Luciane Sippert  e Márcia Matos unem experiência acadêmica, prática profissional e propósito para promover um debate qualificado e transformador, fortalecendo a governança e a segurança nas compras públicas e no relacionamento entre o poder público e o mercado fornecedor.

Mercado náutico global deve atingir US$ 24,6 bilhões até 2032; indústria brasileira segue em alta nos EUA

Após mais um evento de sucesso realizado na Flórida, a marca brasileira Triton Yachts confirma que o mercado norte-americano representa hoje 40% de sua produção anual

De acordo com levantamento da consultoria internacional MarketsandMarkets, o mercado global de embarcações recreativas  deve movimentar cerca de US$ 24,64 bilhões até 2032, com expectativa de crescimento médio anual superior a 6% no período.

Os Estados Unidos concentram a maior fatia desse mercado, com destaque para a Flórida como principal hub de consumo, distribuição e lançamentos de embarcações. Isso explica por que fabricantes brasileiros seguem apostando na presença física e comercial no mercado norte-americano. A participação em feiras regionais e internacionais continua sendo considerada estratégica para ganhar visibilidade, fortalecer redes de distribuição e acompanhar de perto o comportamento do consumidor em um dos mercados mais maduros do mundo.

O estaleiro nacional Triton Yachts atua no mercado norte-americano há mais de quatro anos por meio da linha internacional Hanover, e o país responde atualmente por cerca de 40% de sua produção. Como parte da estratégia de fortalecimento da presença internacional, a marca participou, neste final de semana, da 48ª edição do St. Petersburg Power and Sailboat Show, realizada no litoral da Flórida.

Durante o evento, foram apresentados os modelos Hanover 305 e Hanover 387, embarcações de perfil esportivo que priorizam navegação estável, bom desempenho e aproveitamento das áreas externas. A Hanover 305 é voltada ao uso diurno e à convivência a bordo, enquanto a Hanover 387 amplia o conforto com maior autonomia e soluções pensadas para permanências mais longas.

Para Allan Cechelero, diretor da Triton Yachts, com mais de 40 anos no mercado e com atuação no Brasil, nos Estados Unidos e em outros países do globo, a presença contínua em feiras internacionais faz parte de uma estratégia de longo prazo. “Os Estados Unidos seguem sendo um mercado prioritário para a indústria náutica mundial e também para o Brasil, e a Flórida, com seu potencial, tem um papel central nisso. Mesmo diante de ajustes econômicos e regulatórios recentes, nossas exportações seguiram dentro do esperado. Para 2026, a expectativa é de estabilidade com tendência de crescimento gradual. Essas feiras funcionam como um termômetro do setor. É onde observamos tendências de design, comportamento do consumidor e formatos de uso que acabam influenciando o mercado global”, afirma.

Sobre Triton Yachts

A Triton Yachts é uma consagrada linha de barcos projetada e construída pelo estaleiro paranaense Way Brasil, com 40 anos de mercado. A marca é referência no segmento de lanchas de passeio e conta com modelos que variam de 23 a 52 pés, reconhecidos pela segurança, qualidade construtiva, suporte aos clientes e inovação constante em design e materiais. Nos Estados Unidos, os modelos são comercializados sob a marca Hanover, que vem conquistando cada vez mais espaço no mercado internacional.

https://www.tritonboats.com.br/

Fotos: Divulgação Triton Yachts

Exposição inédita no Sesc Santo André reúne obras de artistas que passaram pelo Espaço de Tecnologias e Artes (ETA)

Acervo de Histórias: Fazeres em Movimento apresenta trabalhos ligados a oficinas, cursos e práticas experimentais da unidade, cruzando o fazer manual e recursos tecnológicos.

O Sesc Santo André abre ao público, a partir de 29 de janeiro, a exposição Acervo de Histórias: Fazeres em Movimento, que reúne 44 obras relacionadas às atividades realizadas no Espaço de Tecnologias e Artes (ETA) da unidade ao longo de sua trajetória. Desenvolvidos por artistas que ministraram oficinas, cursos e ações formativas, os trabalhos revelam a importância do ETA como um espaço de criação contínua, marcado pela experimentação coletiva, onde práticas manuais e tecnologias digitais se cruzam.

Com curadoria de Camila Alcântara, Acervo de Histórias dá visibilidade a trabalhos criados por 35 artistas, artesãos e arte-educadores. O percurso expositivo é organizado em nove núcleos, que se articulam de forma não linear – a mostra reúne obras que abordam questões ligadas à afirmação de identidades, à relação com a matéria e o ambiente, à memória construída por meio do gesto, ao brincar como linguagem criativa e à invenção de universos ficcionais. Esses núcleos funcionam como zonas de aproximação, permitindo leituras cruzadas entre trabalhos de naturezas distintas.

O público pode transitar entre experiências sensoriais, visuais e narrativas, descobrindo trabalhos que exigem aproximação física, outros que se revelam pelo som, pelo gesto ou pelo tempo de observação, criando um ambiente em que a diversidade de práticas se organiza mais pela convivência do que pela separação de linguagens.

Oásis", obra de Áriadine. Foto: Fábio Justino

Entre os exemplos apresentados estão peças interativas que convidam à manipulação, à escuta, experimentações em madeira e cerâmica desenvolvidas a partir de práticas coletivas, além de obras que incorporam recursos de fabricação digital e eletrônica. Há também produções que partem de gestos simples do cotidiano, revelando como diferentes experiências podem dar origem a formas diversas de criação.

Desde sua concepção, a exposição foi pensada para ampliar as formas de acesso. Todos os núcleos incluem ao menos uma obra com recursos de acessibilidade, e os textos de parede foram desenvolvidos em versões curtas, com leitura em braile. Há ainda conteúdos audiovisuais com tradução em Libras e legendas, permitindo diferentes modos de aproximação com as obras.

Para Camila Alcântara, a curadoria parte da ideia de que a exposição está em permanente construção. “O interesse não está apenas nas obras finalizadas, mas nos caminhos que levaram até elas. Os trabalhos reúnem processos que continuam produzindo sentido quando observados lado a lado, em diálogo”, afirma. A curadora destaca ainda que a mostra evita leituras centradas em individualidades. “São trabalhos muito diferentes entre si, mas que ganham força quando vistos em conjunto, pelas aproximações e tensões que se estabelecem no espaço expositivo.”

A partir de diferentes percursos de aprendizagem, as obras revelam experiências construídas ao longo do tempo, em práticas compartilhadas, e ajudam a compreender a criação artística como algo que se desenvolve em diálogo. Ao aproximar práticas manuais e recursos digitais, materiais concretos e interfaces intangíveis, a exposição mostra que tentar, errar e descobrir também faz parte da experiência estética e da produção de conhecimento.

Registro fotográfico do mural “Memórias Africanas", pintado pelo artista Rhay no ETA.
Foto: Tamara dos Santos

Acervo de Histórias: Fazeres em Movimento é acompanhada por uma programação educativa que amplia a experiência do público. Mediações culturais e oficinas propostas ao longo do período expositivo dialogam diretamente com a proposta da mostra, com possibilidade de agendamento de visitas mediadas para grupos. Atividades como macramê, bordado livre, papercutting e desenho autoral aproximam os visitantes dos processos criativos e reforçam a arte como prática relacional e acessível.

Lugar de experimentação criativa

O Espaço de Tecnologias e Artes (ETA) integra um programa do Sesc São Paulo que conta com uma sala equipada e uma equipe que orienta atividades educativas nos universos das artes visuais e das tecnologias – digitais, analógicas, sociais e ancestrais. Além disso, os espaços possuem equipamentos para o uso experimental durante atividades didáticas em diversas linguagens: computadores, mesas digitalizadoras e tablets; máquinas de costura, materiais para desenho, pintura, ferramentas para práticas de gravura, cerâmica e escultura; instrumentos para marcenaria e técnicas construtivas em geral, incluindo máquinas de fabricação digital, como impressora 3D, cortadora a laser e CNC; há, ainda, componentes relacionados à eletrônica e hardware, como Arduino e Raspberry Pi.

Artistas participantes

A exposição reúne obras de 35 artistas, artesãos e arte-educadores que participaram de atividades desenvolvidas no Espaço de Tecnologias e Artes (ETA) do Sesc Santo André ao longo de sua trajetória.  

Relação de artistas em ordem alfabética: Alexandro Marques (Santo André), Aline Santos (São Paulo), Almazzen Terrários (São Caetano do Sul), Ariádine (São Paulo),  Carmem Garrido (São Paulo), Claudio Baccaro (São Caetano do Sul), Cristina Suzuki (Santo André), daSilva (São Paulo), Eddie (Carapicuíba), Edvania Rêgo (Santo André), Fabiano A. (São Paulo), Fausto Couros (Olinda), Francisco Bianchi (França), GamaH (São Paulo), Guta Moraes (Taboão da Serra), Ing Lee (São Paulo), Julian Campos (São Vicente), Lila Cruz (Santo André), Luiza Lemos (Paraty), Luíza Marcon (Santo André), Márcio Moreno (Santo André), Mariana Lucio (Santos), Marília Marz (São Paulo), Marino Montanari Bedin (Santo André), Mestre Afonso Menino (Sapucaí Mirim), Michele Ito (Santo André), Monica Marques (Piracaia), Nise/ Letras da Nise (São Sebastião), Paulo Nenflidio (São Bernardo do Campo), Pretta Bijoux (Diadema), Rafa da Rabeca (São Paulo), RHAY (Mauá), Rinaldo Ferrucio (São Paulo) e Tamara dos Santos (Mauá).

SERVIÇO

Acervo de Histórias: Fazeres em Movimento
De 29/1 a 19/6, de terça a sexta, das 10h às 21h30
De 31/1 a 21/6, sábados e domingos, das 10h às 18h30
Galeria de Artes – Sesc Santo André
Classificação livre

Entrada gratuita – sem retirada de ingressos

Agendamento de Grupos

agendamento.santoandre@sescsp.org.br

Endereço: Rua Tamarutaca, 302 – Vila Guiomar – Santo André
Telefone: (11) 4469-1200
Estacionamento: R$ 7,00 a primeira hora e R$ 2,00 por hora adicional (Credencial Plena);
R$ 14,00 a primeira hora e R$ 3,50 por hora adicional (Outros)
Mais informações: sescsp.org.br/santoandre

Foto destaque: Reprodução digital da Obra “‘Quadrinizadas", de Marília Marz.

Torneio de Verão reúne 80 enxadristas em competição de xadrez no Norte Shopping

Ainda dá tempo de se inscrever no Xadrez 4 Estações – Torneio de Verão 2026, que será realizado no próximo sábado (31), a partir das 12h30, no Londrina Norte Shopping, reunindo jogadores de diferentes categorias em um evento oficial, competitivo e homologado. A competição é válida para Rating FIDE e CBX (Confederação Brasileira de Xadrez). As inscrições, que se encerram nesta quinta-feira (29), custam R$ 40 (mestres FIDE, mestres nacionais e crianças de até 14 anos) ou R$ 60 (jogadores em geral. O limite é de 80 participantes.

“Ao realizar os torneios de xadrez, estimulamos a prática de um esporte que ajuda a desenvolver a lógica, o raciocínio e a paciência. E criamos um ambiente propício para a diversão em família”, afirma Sabrina Matos, coordenadora de marketing do Londrina Norte Shopping. Das 12h30 às 13h, a organização confirmará as inscrições. A partir das 13h30 inicia-se a primeira rodada. E às 17h50 está previsto o encerramento com as premiações. Os prêmios serão jogo de peças profissional (1º lugar), relógio de xadrez (2º lugar) e jogo de peças escolar (3º lugar).

A formato de disputa será em um único grupo, com emparceiramento pelo sistema suíço em até seis rodadas, de acordo com o número de participantes. Serão permitidos empates de comum acordo, desde que cada jogador tenha feito pelo menos um lance. De acordo com a organização o ritmo de jogo será definido em 10 minutos mais cinco segundos por lance para cada jogador no relógio digital ou 15 minutos para cada jogador no relógio analógico, com tempo de tolerância de 10 minutos. A organização pede que os participantes levem jogos e relógios de xadrez.

Londrina Norte Shopping

O Londrina Norte Shopping é o maior centro de compras, serviços e lazer da zona norte de Londrina e um dos maiores da cidade, localizado na R. Américo Deolindo Garla, 224. Fundado em 2012, possui 32.678,29 metros quadrados de área bruta locável e atua com 180 operações entre âncoras, megalojas, lojas satélites, quiosques e empreendimentos gastronômicos. O estacionamento é gratuito de segunda a sexta até às 14h (exceto feriado). Após esse horário e aos finais de semana, tarifa única de R$ 9, podendo ser paga também pelo aplicativo. São 1.748 vagas, sendo 1.484 para carros e 264 para motos. O empreendimento funciona de segunda a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.

Formulário de inscrição:

https://forms.gle/wg9FZwxdtKtXDaNe9

As inscrições, que se encerram nesta quinta-feira (29), custam R$ 40 (mestres FIDE, mestres nacionais e crianças de até 14 anos) ou R$ 60 (jogadores em geral

Caso do cão Orelha acende alerta: psicólogo Alexander Bez identifica padrões de psicopatia em crimes contra animais

Especialista explica por que a crueldade animal é um forte indicador de transtorno de personalidade antissocial e pode anteceder crimes ainda mais graves

O caso do cão Orelha provocou forte comoção pública e reacendeu o debate sobre violência contra animais. Para o psicólogo e escritor Alexander Bez, esse tipo de crime vai muito além de um ato isolado de agressividade ou “brincadeira”: trata-se de um sinal claro de psicopatia.

Foto: Divulgação

Segundo o especialista, a crueldade deliberada contra animais está entre os principais indicadores do transtorno de personalidade antissocial, popularmente conhecido como psicopatia. “Não existe maus-tratos intencionais a um animal sem a presença de traços psicopáticos. Estamos falando de ausência total de empatia, prazer no sofrimento alheio e necessidade de controle sobre a vida do outro”, afirma Bez.

De acordo com o psicólogo, esses comportamentos não são impulsivos nem inconscientes. “As ações são plenamente intencionais. O agressor sabe exatamente o que está fazendo e sente satisfação mental com isso. É por isso que a psicopatia é classificada como um transtorno grave e irreversível”, explica.

Psicopatia pode se manifestar ainda na infância

Alexander Bez destaca que a idade dos envolvidos não exclui a gravidade do quadro. “Existem psicopatas infantis. A psicopatia pode ter origem genética, ser adquirida no nascimento por intercorrências como privação de oxigênio ou se desenvolver em ambientes extremamente violentos durante a primeira infância. Uma vez instalada, ela não regride”, pontua.

O especialista ressalta que o transtorno não está ligado à classe social, nível econômico ou grau de escolaridade. “A psicopatia não escolhe contexto social. Ela pode surgir em qualquer ambiente”, reforça.

Violência contra animais como estágio inicial

Para Bez, um dos pontos mais alarmantes é que a violência contra animais costuma representar um estágio inicial de uma escalada de comportamentos mais graves. “A psiquiatria é clara: a crueldade animal frequentemente antecede a violência contra seres humanos. A tendência à repetição é uma máxima clínica. Quando o ato deixa de gerar satisfação, o agressor tende a buscar estímulos mais extremos”, alerta.

Segundo ele, a literatura psiquiátrica e criminal demonstra que muitos indivíduos envolvidos em crimes violentos apresentaram histórico de maus-tratos a animais. “Esse padrão é recorrente e amplamente documentado”, acrescenta.

Ação em grupo e omissão também são sinais de alerta

Outro aspecto destacado pelo psicólogo é a prática de violência em grupo, conhecida clinicamente como “associação psicopática”. “Normalmente existe um líder que direciona as ações, enquanto outros participam de forma ativa ou passiva. Quem incentiva, filma ou se omite também demonstra traços preocupantes”, explica.

Bez ressalta que a omissão diante da violência não é neutra. “A passividade também pode indicar ausência de empatia e tolerância à crueldade”, afirma.

Escolha das vítimas revela padrão psicológico

O especialista aponta ainda que psicopatas tendem a escolher vítimas frágeis e indefesas. “Eles não atacam quem pode reagir ou oferecer resistência. Animais dóceis e pessoas vulneráveis são alvos preferenciais justamente por permitirem o exercício do controle e da crueldade”, explica.

Prevenção exige atenção e responsabilidade coletiva

Alexander Bez reforça que, embora o acolhimento familiar seja importante, ele nem sempre é suficiente. “É fundamental não confundir educação, criação e fatores genéticos. Existem predisposições que independem do ambiente. Por isso, a identificação precoce de sinais de crueldade é essencial para a prevenção de tragédias futuras”, conclui.

O psicólogo finaliza com um alerta à sociedade: “Violência contra animais nunca deve ser minimizada ou relativizada. Ela é um sinal grave, um alerta de risco real, que exige atenção imediata, responsabilização e políticas eficazes de prevenção”. Saiba mais sobre o especialista no Instagram: @alexanderbezoficial

Alexander Bez atua como pesquisador, especialista em distúrbios emocionais e é autor de quase dez livros, publicados no Brasil e no exterior, entre romances, obras de autoajuda e estudos sobre comportamento humano. Para ele, a literatura funciona como uma extensão do cuidado psicológico, alcançando leitores de forma acessível e reflexiva.

Entre os títulos estão:

  • Inveja: o Inimigo Oculto
  • O que Era Doce Virou Amargo — considerado “a Bíblia dos Relacionamentos”
  • Trilogia Encantos da Mulher: A Magia da Beleza Feminina e A Paixão e Seus Encantos (Editora Juruá)
  • What You Don’t Know About COVID-19 – The Mortal Virus (Liferich Publishing, EUA)
  • Scientific Denialism – COVID-19 Vol. 2
  • A Seita Sexual de Puff Daddy (Diddy): Fama, Poder & Dinheiro (em produção nos Estados Unidos)
  • A Magia da Sensualidade Feminina, continuação da trilogia sobre autoestima feminina.

SobreAlexander Bez é formado em psicologia com especialização em Ansiedade e Síndrome do Pânico pela Universidade da Califórnia, além de especialização em Relacionamentos pela Universidade de Miami. Também atua como escritor e palestrante, com foco em relacionamentos, transtornos emocionais e dinâmicas afetivas

Grupo MDT acelera expansão, fortalece portfólio de suplementos e mira R$ 300 milhões em faturamento

Com portfólio verticalizado, fábrica própria e estratégia multicanal, o grupo planeja entrar em 5.000 pontos de venda, ampliar a operação internacional e lançar mais de 15 produtos até 2026.

O mercado de suplementos no Brasil vive um momento de forte expansão, impulsionado pela busca crescente por bem-estar, rotina saudável e produtos de performance. Nesse cenário, o Grupo MDT, fundado pelos irmãos Diego Mylher (23) e Jean Junior (21), consolida-se como um ecossistema de saúde, beleza e tecnologia com operações próprias de produção, P&D e e-commerce, um diferencial raro entre empresas digitais iniciantes.

Criado em 2021, o grupo reúne as marcas Soufit, Águas de Aurora e iGummy, que atendem públicos distintos com soluções em cápsulas, gomas e produtos para cuidado capilar. Após um crescimento sustentado pelas vendas diretas, afiliados e e-commerce próprio, a empresa prepara agora a fase mais ambiciosa de sua operação: ampliar a capacidade logística, reforçar o portfólio, profissionalizar a recomendação técnica e entrar em mais de 5 mil pontos de venda até 2026. A meta é chegar a R$ 300 milhões em faturamento nos próximos três anos.

A história da empresa, fundada pelos irmãos Diego Mylher e Jean Junior, começou muito antes da marca existir no papel. Os dois tiveram contato precoce com o ambiente digital: ainda crianças, criaram blogs monetizados pelo Google AdSense e, na adolescência, abriram suas primeiras lojas online. 

Os resultados variaram entre um faturamento de R$ 150 mil em quatro meses e o fracasso de uma operação de moda feminina que não resistiu às mudanças da pandemia. A quebra levou os irmãos a trabalhar em lanchonete, hotel e até na venda de bala de coco, até retomarem o empreendedorismo com um empréstimo de R$ 100 mil em produtos, capital que deu origem ao primeiro termogênico da Soufit.

O grupo cresceu de forma pouco convencional. Sem recursos para marketing, transformou clientes em afiliados e, a partir deles, estruturou uma comunidade que hoje recebe treinamentos, participa de eventos, convenções e premiações. Em 2024, por exemplo, 70 afiliados participaram de uma viagem de incentivo à Colômbia, reflexo de uma estratégia que combinou vendas diretas com fortalecimento da cultura interna. Essa base impulsionou o crescimento e permitiu à empresa estruturar unidades fabris próprias, operações em São Paulo, Minas Gerais e Flórida, nos Estados Unidos,, além de um time que deve saltar dos atuais 80 colaboradores para cerca de 150 até o fim de 2026.

Os planos para os próximos anos 

A nova fase do grupo é marcada por ambição. Na logística, o MDT planeja abrir um novo centro de distribuição para reduzir prazos de entrega e competir com modelos de envio acelerado, uma demanda crescente entre consumidores de suplementos que iniciam novas rotinas de saúde e buscam produtos imediatamente. 

No portfólio, a empresa prepara mais de 15 lançamentos: whey protein, creatina três em um, BCAA, glutamina, pré-treino e uma linha de saúde com ômega 3, coenzima Q10, cúrcuma e NAC. Um protocolo de emagrecimento, em desenvolvimento sigiloso, deve integrar a ofensiva.

No plano comercial, o foco está em ampliar a presença em grandes redes, como drogarias, supermercados e atacarejos, e atingir 5.000 pontos de venda até 2026. "Nossa ideia é negociar parcerias com médicos e nutricionistas, uma frente que consideramos essencial para avançar no canal farma, historicamente ocupado por grandes marcas", explica Diego Mylher, um dos fundadores da marca. A empresa também está expandindo sua plataforma própria de e-commerce, criada internamente e comparada pelos fundadores a soluções como Shopify e VTEX, com o diferencial de integrar inteligência artificial aplicada à logística, CRM, marketing e pós-venda.

Além do Brasil, o grupo busca avançar em expansão internacional. A operação nos Estados Unidos já está em curso, e a entrada na Europa deve acontecer nos próximos anos, apoiada pela capacidade fabril e pela padronização de insumos importados. Para Jean, o próximo ciclo combina maturidade e escala. “Estamos estruturando a empresa para competir com prazos melhores, produtos mais robustos e presença mais forte nos canais”, destaca, complementando que “Começamos com clientes virando vendedores. Agora queremos fortalecer a recomendação técnica e consolidar a marca nacionalmente”, finaliza. 

Sobre o Grupo MDT 

O Grupo MDT é um ecossistema brasileiro de saúde, beleza e suplementação que reúne marcas inovadoras como Águas de Aurora, iGummy Oficial e SouFit Moderno. Com sede em São Paulo, o grupo atua com foco em qualidade, inovação e acessibilidade, trazendo para o mercado soluções que unem bem-estar, ciência e estilo de vida saudável. O objetivo do grupo é democratizar o acesso a suplementos e cosméticos de nova geração, sempre atento às tendências globais e às necessidades do consumidor brasileiro. 

Atriz capixaba brilha no Complexo do Alemão em novo filme da CPX Films

A atriz Janaína Gazoni, natural de Alegre, no Espírito Santo, é o grande destaque de uma produção nacional que aposta em drama intenso, realismo social e força interpretativa. Gravado no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro — cenário que já foi palco da novela Salve Jorge (TV Globo, 2012/2013) —, o filme reúne um elenco de peso e valoriza talentos da própria comunidade.

Ao lado de Janaína, o elenco conta com nomes como Marco Antônio Gimenez, Dani Costa, Rodrigo Candelot, Renato de Souza, Maurício Pitanga, Edmilson Anastácio, Max Magalhães, Priscila Rangel, Bruno Monção, Jackson Candido e a atriz mirim Alicia Bernardo, que interpreta Alice, filha da protagonista com o personagem Lobão na trama, entre outros atores.

O projeto marca mais um passo da CPX Films no fortalecimento do cinema independente brasileiro e é dirigido pela dupla Jackson Lessa e Jef Lessa, com assistência de direção de Thiago Ribeiro e Peta. A produção executiva é assinada por Bruno Monção, com fotografia de Julio Ricardo.

Na trama, Janaína Gazoni dá vida a Bella, uma mulher forte e determinada que enfrenta um conflito emocional profundo. Ela contracena com Marco Antônio Gimenez, conhecido do grande público pelo personagem Urubu, da novela Malhação. No filme, os dois interpretam um casal separado pela dura realidade do crime.

Conflito entre amor e escolhas

A narrativa se aprofunda na relação complexa entre Bella e seu ex-marido. Apesar de o amor ainda existir, ela se recusa a aceitar o envolvimento dele com a criminalidade. Ele tenta reconquistá-la, mas encontra resistência nos princípios e na busca de Bella por uma vida digna, longe do submundo e da violência. O embate entre sentimento, ética e sobrevivência conduz o drama com intensidade e humanidade.

Além da força dramática, a produção se destaca por contar com a participação de moradores e talentos locais, reafirmando o Complexo do Alemão como um importante polo cultural e audiovisual, capaz de gerar narrativas potentes e autênticas.

Produtora: CPX Films
Locações: Complexo do Alemão, Rio de Janeiro

Falta de planejamento é o principal erro de quem começa a investir em 2026

Especialista alerta: decisões sem organização financeira sabotam investidores iniciantes e comprometem o futuro financeiro

Começar a investir é um passo decisivo para quem busca segurança financeira no longo prazo. No entanto, grande parte dos brasileiros acaba se frustrando logo no início dessa jornada por cometer erros básicos que poderiam ser evitados com planejamento, informação e orientação profissional.
Segundo especialista, um dos problemas mais recorrentes está na ausência de objetivos claros ao investir. Sem definir metas de curto, médio e longo prazo, o investidor perde a motivação, não desenvolve disciplina e passa a tratar os investimentos como algo secundário, sem atribuir a importância necessária para o futuro financeiro.
De acordo com Daniella Schulz Ferreira, consultora de investimentos da B2Advisory, o erro mais básico de quem começa a investir é não ter clareza sobre o próprio orçamento.
“Quanto essa pessoa realmente ganha líquido? Quanto gasta com despesas fixas e variáveis? E qual é, de fato, a capacidade mensal de poupança para investir? Essas respostas precisam estar muito claras. O que vemos com frequência é a superestimação da renda — sempre baseada no valor bruto — e a subestimação dos gastos”, explica.

Segundo a especialista, muitas pessoas deixam de contabilizar despesas anuais recorrentes que impactam diretamente o orçamento, como impostos (IPVA e IPTU), seguro veicular, matrícula escolar, viagens e presentes.
“Apesar de não serem mensais, essas despesas são previsíveis e recorrentes. Quando não entram na conta, o investidor acaba superestimando sua real capacidade de poupança”, completa.

Aposentadoria e dívidas: erros que comprometem o futuro
Outro equívoco frequente é acreditar que a aposentadoria, baseada no salário atual, será suficiente para manter o padrão de vida no futuro. A inflação corrói o poder de compra ao longo do tempo, o que explica por que muitos aposentados precisam buscar fontes extras de renda.
Começar a investir sem antes quitar dívidas também é um erro relevante.

“Se o custo da dívida é maior do que a rentabilidade líquida dos investimentos, faz mais sentido priorizar a quitação. Caso contrário, o investidor corre o risco de trabalhar contra si mesmo”, alerta Daniella.
Além disso, investir em ativos de alto risco sem antes formar uma reserva de emergência pode levar a perdas significativas e ao abandono precoce do processo de investimento.

Investir sem objetivos gera ineficiência
A ausência de objetivos bem definidos prejudica toda a estratégia financeira. Quem não separa corretamente recursos para curto, médio e longo prazo acaba com uma carteira ineficiente, paga mais impostos do que deveria e, muitas vezes, é obrigado a vender ativos de longo prazo em momentos desfavoráveis para cobrir compromissos imediatos.

A ilusão dos ganhos rápidos
A busca por ganhos rápidos não é exclusividade de investidores iniciantes. Estudos mostram que o tempo médio que um investidor mantém uma ação em carteira é de apenas cinco meses.
“As pessoas buscam soluções mágicas e fáceis para tudo. Isso é um comportamento humano e explica, inclusive, o sucesso das apostas. Mas a realidade é dura: só constrói patrimônio quem tem disciplina, consistência e visão de longo prazo”, afirma a especialista.

Perfil de investidor e diversificação
Ignorar o próprio perfil de investidor é outro erro grave. Na teoria, muitos se consideram agressivos, mas na prática se tornam conservadores diante das perdas. A identificação correta da tolerância ao risco ajuda o investidor a manter o plano mesmo em períodos de volatilidade.
A diversificação também é essencial, inclusive para quem investe pouco. Diversificar não significa ter muitos ativos, mas sim diferentes tipos de risco dentro da carteira, reduzindo a chance de grandes perdas e evitando sustos que afastam, especialmente, investidores iniciantes.

Educação financeira faz a diferença
Apesar do aumento do interesse por investimentos no Brasil, ainda existe uma lacuna histórica na educação financeira. A falta de conhecimento impactou gerações e reforça a importância de incluir noções básicas de finanças desde a escola, contribuindo para a formação de cidadãos mais conscientes e para o fortalecimento da economia.

Estudar sozinho ou buscar orientação profissional?
Embora seja importante que o investidor conheça o básico sobre finanças, existe uma diferença significativa entre estudar sozinho e contar com a orientação técnica de um consultor de investimentos. Um profissional qualificado acompanha o cenário econômico, ajuda a evitar decisões impulsivas e alinha os investimentos aos objetivos e ao perfil do cliente.

Por onde começar?
A especialista é enfática:
“O primeiro passo é organizar a vida financeira e entender quanto você ganha, quanto gasta e quanto consegue poupar. Em seguida, montar uma reserva de emergência em investimentos seguros e com liquidez. Ter ao seu lado um consultor isento e independente ajuda a evitar erros comuns e decisões impulsivas. Começar simples é sempre melhor do que não começar.”

O maior risco é não investir
Para quem tem medo de investir, a recomendação é começar com valores pequenos e buscar orientação independente. Com planejamento e informação, investir deixa de ser algo arriscado e passa a ser um processo estruturado e consciente.
“Comece o quanto antes, porque quem planeja tem futuro; quem não planeja tem destino”, conclui.

Sobre a especialista
Daniella Schulz Ferreira é consultora de investimentos e sócia da B2 Advisory Consultoria Financeira, com atuação em São Paulo e Santa Catarina. Formada em Direito pela UNIP, possui pós-graduação em Direito Público e Econômico, além de capacitação em Mediação e Arbitragem.
Construiu uma carreira sólida no mercado financeiro, jurídico e institucional, com passagens por Banco Bradesco, Itaú Personnalité e pelo Ministério Público Federal, onde atuou como assessora jurídica. Também exerceu a advocacia por mais de oito anos nas áreas civil, empresarial, bancária e imobiliária.
Desde 2024, atua exclusivamente como consultora de investimentos, sendo sócia da B2 Advisory. É certificada CPA-20 e Ancord, professora convidada em cursos jurídicos e criadora de conteúdo sobre investimentos no Instagram (@euinvistoevc). Possui inglês intermediário e vivência internacional.

Milene Gonzalez rouba a cena no Anhembi e transforma o enredo “Anti-Herói Brasil” em um manifesto de moda e atitude

A influencer digital e empresária apaixonada pela estética do carnaval, Milene Gonzalez vive a folia como uma verdadeira linguagem artística. Residente em Santos, no município litorâneo no estado de São Paulo, ela une sua paixão por freestyle, moda e inovação para construir figurinos que vão muito além do impacto visual: são narrativas vivas, pensadas para dialogar com o samba-enredo e provocar emoções.

Destaque da Escola de Samba Acadêmicos do Tucuruvi, Milene se consolidou como um dos nomes mais aguardados da escola exatamente por isso. Cada aparição sua na avenida carrega intenção, leitura e personalidade. Nada é óbvio. Nada é genérico. Tudo comunica.

Na noite deste último domingo, 25 de janeiro, durante o segundo e último ensaio técnico da agremiação no Sambódromo do Anhembi, a diva confirmou esse protagonismo ao surgir com um figurino absolutamente impactante, que representava com elegância e força simbólica a dualidade entre o bem e o mal, tema central do enredo “Anti-Herói Brasil”, que a Tucuruvi apresentará no próximo dia 15 de fevereiro na passarela do samba.

A composição visual chamou atenção pela riqueza de detalhes e pela leitura inteligente do enredo. Luz e sombra se encontravam em perfeita harmonia, traduzindo o conflito, a complexidade e a reflexão proposta pela escola. Um figurino que não apenas encantava, mas instigava. Um verdadeiro manifesto estético.

Milene Gonzalez não desfila apenas com beleza. Ela desfila com propósito. Sua presença reafirma o carnaval como espaço de arte, moda e discurso, onde o corpo se torna extensão da narrativa e o figurino, uma poderosa ferramenta de expressão.

Não por acaso, sua passagem pela avenida foi um dos momentos mais comentados do ensaio. Quando Milene surge, o olhar acompanha. Quando ela desfila, o público entende: ali está alguém que transforma enredo em imagem e conceito em emoção.

Porque no carnaval da Tucuruvi, o brilho tem nome, identidade e assinatura própria. E ela atende por Milene Gonzalez.

Crédito das Fotos: Roberto Batista - Renato Cipriano / Zuleika Ferreira - Divulgação

Porto Alegre sediará o 1º Seminário de Compras Públicas de 2026 nos dias 29 e 30 de janeiro de 2026

Porto Alegre será palco do 1º Seminário de Compras Públicas de Porto Alegre – RS, sob a realização do Instituto Prosperitare e da WM Soluções & Serviços, com apoio institucional da Fecomércio/RS e parceria do SINDILOJAS Celeiro, Dr. Licit e Portal de Compras Públicas. 

Um evento 100% presencial voltado ao fortalecimento da gestão pública e à capacitação técnica de profissionais que atuam — ou desejam atuar — nas áreas de licitações, contratações públicas e governança. 

O Seminário será realizado nos dias 29 e 30 de janeiro de 2026, no Centro de Eventos Fecomércio/RS, reunindo gestores públicos, servidores, vereadores, especialistas, empresários e profissionais do setor privado, em um ambiente qualificado de aprendizado, troca de experiências e networking institucional. 

O foco central do evento será a Lei nº 14.133/21 (Nova Lei de Licitações e Contratos), aliada às boas práticas de eficiência, transparência, inovação e desenvolvimento institucional na administração pública. A programação foi estruturada para enfrentar desafios reais do cotidiano dos municípios, como insegurança jurídica, falhas no planejamento das contratações, processos licitatórios fracassados e dificuldades técnicas tanto na gestão quanto na fiscalização. 

Conteúdo técnico, prática e integração entre setores 

A programação contará com palestrantes regionais e nacionais, que apresentarão conteúdos técnicos atualizados, cases de sucesso, painéis temáticos e debates sobre: Planejamento e execução das compras públicas; governança, controle e fiscalização; Inovação na gestão pública; capacitação de pessoas; melhoria dos processos de compras governamentais; acesso das empresas ao mercado público. 

O evento é direcionado a servidores públicos, estudantes, empreendedores, empresários, administradores, advogados e demais interessados em aprofundar seus conhecimentos sobre compras públicas e compreender como se tornar fornecedores do maior comprador do Brasil: o Poder Público, nas esferas municipal, estadual e federal. 

Objetivo: aproximar o setor público do setor privado 

O principal objetivo do Seminário é promover a troca de conhecimento, fortalecer as práticas de governança e estimular o desenvolvimento profissional, além de aproximar o setor público do setor privado, incentivando a participação de empresas de diferentes segmentos nas oportunidades geradas pelas compras governamentais. 

Além das palestras e painéis especializados, o evento contará com espaço dedicado ao networking e relacionamento institucional, promovendo conexões estratégicas entre gestores, legisladores e o setor produtivo. Todos os participantes receberão certificado digital de participação. 

O time de Mentores palestrantes são:Luciane Sippert, Marcia Matos, Tiossi Jr., Ìcaro Bitar, Rafael Rodrigues, Sara Sabino, Allan Antoglioli, Nadia Dall Agnol, Luiz Ottero, Jamil Mansfi,Sandro Bernardes, Maria Eduarda Nogueira, Hugo Berrini, Carol Souza, Norton Kruel, Magnum Eltz. 

Foco em soluções práticas e segurança institucional 

O 1º Seminário de Compras Públicas de Porto Alegre consolida-se como um espaço estratégico para quem busca atualização técnica, segurança jurídica, desenvolvimento profissional e conexões relevantes no cenário das contratações públicas. 

Serviço 

Evento: 1º Seminário de Compras Públicas de Porto Alegre – RS 
Data: 29 e 30 de janeiro de 2026 
Local: Centro de Eventos Fecomércio/RS 
 Rua Fecomércio, nº 101 – Bairro Anchieta – Porto Alegre/RS 
 Certificado digital de participação 

Confirmação de presença: até 26/01/2026 
📞 Telefone: (55) 99999-7985