Ano: 2026

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Reinauguração do Marise Castro Hair Studio é um sucesso: empresária emociona ao agradecer família e apoiadores

A reinauguração do Marise Castro Hair Studio, na última terça-feira (21), foi marcada por sucesso absoluto e emoção à flor da pele. A empresária Marise Castro, que veio diretamente dos Estados Unidos para o Brasil, reuniu amigos, familiares, formadores de opinião e clientes fiéis em uma noite inesquecível no espaço renovado.

Com um ambiente sofisticado e moderno, o estúdio – referência em beleza e cuidados capilares há décadas – celebrou não só sua nova fase, mas também as conquistas de Marise ao longo da carreira. Em discurso emocionante, a empresária prestigiou o marido e os filhos pelo apoio incondicional, além de agradecer os funcionários e amigos que a acompanharam por anos de dedicação e superação.

“Esse espaço é mais que um salão: é o sonho realizado com o carinho de quem sempre esteve ao meu lado”, declarou Marise, visivelmente comovida. O evento contou com coquetel exclusivo, e tour pelo novo layout, que destacou os produtos de tratamento avançadas e área confortável de café.

A reinauguração reforça o posicionamento do Marise Castro Hair Studio como destino imperdível para quem busca excelência em hair styling em Niterói, São Gonçalo, além de toda região metropolitana do Rio de Janeiro.

Para agendamentos e mais informações:@salaomarisecastro, @marisecastroafrohair e @mcprofessionalhair

Book in library with open textbook,education learning concept

Dia Mundial do Livro: ler ainda importa

Por que você ainda lê livros?” escutei esta pergunta na semana passada e passei alguns dias refletindo sobre o seu significado. Por que, com tantos estímulos, o leitor prefere comprar um livro que o obriga a estar atento a cada linha em vez de sentar no sofá e rolar o feed das redes sociais ou assistir a alguma versão adaptada para a televisão depois de um longo dia de trabalho? 

Ler, hoje, é quase um gesto de desobediência. Abrir uma página é tentar escapar de um mundo estressante, que não para e exige que sejamos multitarefas, sempre correndo, sempre respondendo. Nada pode esperar. 

Lembro que ganhei meu primeiro livro assim que comecei a ler, aos cinco anos de idade. Lúcia já vou indo, um clássico da literatura infantil que conta a história de uma lesma que chegava tarde às festas em que era convidada. Fui estimulada desde cedo a manusear livros, ler histórias em voz alta e até a escrever resumos para discutir com meus pais. 

Os livros ensinam a fazer perguntas, a refletir e permanecer nelas o tempo que for necessário, sem cobrança. Foi dessa relação com a leitura que resolvi também ser escritora. Eu queria tentar oferecer aos leitores um espaço de reflexão, de pausa e reconexão com a própria essência, e recentemente publiquei meu primeiro livro. 

Estar do outro lado, como autora, é um desafio em cada linha escrita: encontrar palavras e histórias que acolham e façam o leitor parar e sentir. Em meio a esse cenário, datas como o Dia Mundial do Livro (23/04) deixam de ser apenas simbólicas e se tornam um convite real à pausa. Ler sem ter o celular por perto e sem se distrair com cada alerta de mensagem. Ler e se deixar levar pela história, pelas palavras do autor. 

O livro acolhe e resgata no silêncio de suas páginas. Envolve a imaginação ativa, estimula o cérebro e amplia a capacidade de concentração, algo cada vez mais raro. Segundo pesquisa da Universidade de Sussex, na Inglaterra, a leitura pode reduzir o estresse em até 68%. Talvez a pergunta não seja porque você ainda lê, como se este hábito precisasse de justificativa e de aprovação. Ler para subir fotos nas redes sociais ou para cumprir uma meta. A pergunta certa pode ser outra: o que perdemos quando deixamos de ler? 

Perdemos mais do que um hábito individual. Perdemos repertório, senso crítico, empatia e a capacidade de enxergar o mundo sob outras lentes. Ler não é apenas um refúgio: é uma forma de permanecer atento, consciente e humano. E é isso que ainda nos permite transformar o mundo.  

Por: Cândice Broglio Gasperin

Cândice Broglio Gasperin é jornalista e autora de: O Abraço de Regina

 O Abraço de Regina.

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Mais que hábito, ler é perceber

A literatura é uma ferramenta poderosa de desenvolvimento e conexão humana. Essa mensagem é reforçada pelo Dia Mundial do Livro, celebrado em 23 de abril, que coloca em pauta a valorização da leitura, dos escritores, bem como dos direitos autorais. O mercado editorial brasileiro passa, agora, por um momento bom: temos mais leitores, mais interesse por livros, mais vendas e, especialmente, um crescimento consistente da narrativa ficcional. Mais do que quantitativo, esse movimento revela uma mudança qualitativa na forma como as pessoas se relacionam com a leitura.

Enquanto leitor e escritor, percebo com clareza que sempre associei o hábito de ler a um processo maior, de construção de percepção sobre a vida e sobre o mundo. Cada história amplia a minha compreensão sobre comportamento humano, tomada de decisões e consequências. E ao migrar da posição de leitor para a de escritor, essa percepção se intensificou.

No desenvolvimento do meu primeiro romance, “Até que a Morte se Disfarce”, parti justamente da ideia de que nem tudo que parece natural necessariamente  é. O comportamento humano pode nos surpreender. E a ficção permite explorar esses temas complexos das relações humanas, como ambição, medo e poder, sem a necessidade de respostas definitivas.

Por isso penso que incentivar novos leitores passa por tornar a experiência de leitura ainda mais acessível e relevante. E as narrativas ficcionais ocupam um espaço singular nesse cenário. Diferente de conteúdos informativos, a ficção não se limita a transmitir conhecimentos diretos. Ela constrói experiências. Ao acompanhar uma narrativa, o indivíduo não apenas entende a história, ele a vive, interpreta, questiona.

Cria-se, em cada livro, um espaço onde o leitor pode refletir por conta própria, sem ser conduzido de forma explícita. E, talvez, isso explique em parte o crescimento do mercado de ficção: em um ambiente saturado de opiniões prontas e polarizadas, a ficção devolve ao leitor o papel de interpretar.

Escrever ficção exige não apenas criatividade, afinal, mas também coerência interna, estrutura e, principalmente, respeito pela inteligência do leitor.  E ler ficção é mais que prender-se ao hábito, é colocar-se disposto a refletir, descobrir e aprender.

No nosso mercado, vemos uma tendência de concentração de leitura de nomes já consolidados, muitas vezes estrangeiros, mas trago, ainda, uma provocação: é fundamental abrirmos espaço para vozes contemporâneas, especialmente as nacionais. Autores brasileiros escrevem, afinal, a partir de um repertório cultural, social e emocional muito mais próximo, o que, muitas vezes, torna a experiência ainda mais impactante. As pessoas se identificam com o que leem.

E, nesse contexto, valorizar a literatura nacional não é apenas uma questão de identidade cultural. É também uma forma de fortalecer um ecossistema criativo que depende de renovação constante. Novos autores trazem novas perspectivas, estruturas narrativas diferentes e outras formas de abordar temas que, embora universais, ganham nuances únicas em cada texto.

Incentivar a leitura, portanto, não é apenas incentivar o hábito. É criar proximidade com o leitor e incentivar a capacidade de pensar com profundidade. E nisso, a ficção, e aqui faço menção honrosa a todos os colegas autores nacionais, pode ser uma peça-chave.

Por: Danilo Quartiero Filho

Danilo Quartiero Filho é economista, empresário, escritor e autor do livro "Até que a Morte se Disfarce".

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PUCPR apresenta projeto sustentável para reconstrução do Bloco Azul

Proposta arquitetônica é assinado pelo escritório ARQUEA, fundado por Alumni da PUCPR

Um ano após o incêndio que atingiu parte do Bloco Azul do Câmpus Curitiba da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), a Instituição dá início à reconstrução do espaço - agora repensado como um edifício moderno, sustentável e tecnológico. O novo bloco abrigará a Escola de Belas Artes e o renovado Teatro TUCA, com entrega prevista para 2027.

A recomposição do espaço representa também a antecipação do Plano Diretor de Infraestrutura da PUCPR, transformando o revés em catalisador de modernização. O novo bloco será sustentável, tecnologicamente avançado e contará com novos laboratórios e equipamentos de ponta.

"Essa reconstrução vai além de tijolos e concreto - ela é feita de sonhos, de encontros e de laços. A proposta é desenvolver um edifício inteligente, com múltiplas funcionalidades e alinhado às novas formas de ensino, que demandam ambientes mais flexíveis. Estamos projetando um futuro de ensino-aprendizagem ainda mais dinâmico e inovador", explica o reitor da PUCPR, Irmão Rogério Renato Mateucci.

Projeto arquitetônico

O projeto arquitetônico é assinado pelo escritório ARQUEA, fundado por Bernardo Richter, Fernando Caldeira de Lacerda e Pedro Amin Tavares, todos arquitetos formados pela própria Universidade - um vínculo que reforça a identidade e a história do espaço. A proposta preserva o espírito do edifício original, projetado por Manoel Coelho, mas o reinventa: a estrutura de concreto, que permaneceu intacta após o incêndio, será reaproveitada, e a reconstrução priorizará materiais sustentáveis, como a madeira laminada.

"É uma honra e uma grande responsabilidade sermos os responsáveis pela reconstrução do local que nos moldou como profissionais. A linguagem arquitetônica que desenvolvemos mescla o antigo e o novo, preservando a memória e a alma do que foi construído e vivido, enquanto projeta um futuro ainda mais dinâmico e inovador", destacam os arquitetos.

O LabCom e o Laboratório de Modelos (Maquetaria) passarão a integrar o Bloco, aproximando disciplinas e tornando as aulas mais conectadas. O pátio interno será ampliado e reconfigurado como espaço de convivência, conexão e troca entre os estudantes - com nova cobertura que potencializa a entrada de luz natural.

O Teatro TUCA vai preservar sua localização original, mas ganha nova escala: capacidade ampliada, visibilidade aprimorada, palco maior com abertura reversível para o exterior, possibilitando apresentações ao ar livre, e foyer com acesso independente em relação ao restante do Bloco.

O novo edifício seguirá os critérios do selo LEED, priorizando eficiência energética, reuso de água e climatização adequada.

Mari Bamont_Integração entre sala e área de jantar com soluções multifuncionais_rack giratório com TV marcenaria contínua e estante como divisória de ambientes. Fotos Carin

COMO APROVEITAR AO MÁXIMO OS ESPAÇOS RESIDENCIAIS

Dicas e soluções para transformar qualquer ambiente em um espaço funcional e bem aproveitado

Aproveitar bem os espaços residenciais é um desafio cada vez mais comum. Para a arquiteta Mariana Bamont, o segredo está em unir planejamento inteligente, soluções funcionais e boas escolhas estéticas.

Integração entre sala e área de jantar com soluções multifuncionais: rack giratório com TV, marcenaria contínua e estante como divisória de ambientes. 

Sala integrada com TV giratória suspensa: a solução permite que a tela seja vista de diferentes ângulos e posições, otimizando o uso do espaço sem comprometer a circulação. 

Mari Bamont: Sala integrada com TV giratória suspensa: a solução permite que a tela seja vista de diferentes ângulos e posições, otimizando o uso do espaço sem comprometer a circulação. Foto: Carina Borelli

Erros mais comuns ao organizar pequenos espaços

O excesso de decorações pequenas é um dos erros mais frequentes: elas poluem visualmente e tiram a sensação de respiro. Bloquear passagens com móveis grandes ou mal posicionados também compromete a fluidez do ambiente. "Em ambientes pequenos, organização visual é essencial. Uma circulação bem planejada garante conforto, leveza e um uso muito mais funcional do espaço", explica Mariana.

A estante de madeira até o teto organiza, decora e aproveita toda a altura do ambiente.

Mari Bamont: A estante de madeira até o teto organiza, decora e aproveita toda a altura do ambiente. Fotos: Carina Borelli

Móveis multifuncionais: aliados dos espaços compactos

Planejados de forma estratégica, os móveis multifuncionais otimizam espaços, melhoram a circulação e atendem a diferentes necessidades em um único móvel. Veja algumas sugestões por ambiente:

Sala: estantes que dividem e armazenam, rack que vira mesa e mesas de centro com baú.

Quarto: camas com baú ou gavetões, escrivaninhas dobráveis e armários com canto de estudo integrado.

Escritório/Home Office: bancadas retráteis e mesa acoplada à marcenaria.

Cozinha: bancadas extensíveis, armários com divisórias otimizadas e nichos embutidos.

Varanda: bancos com baú e mesas dobráveis integradas à parede ou guarda-corpo.

Entrada/Hall: sapateiras que funcionam como banco e painéis com cabideiro, espelho e nichos.

Conforto e praticidade em imóveis pequenos

Para Mariana Bamont, é totalmente possível aliar conforto e praticidade em metragens reduzidas. Com planejamento e escolhas inteligentes, fatores como integração de ambientes, boa circulação, iluminação e cores contribuem para a sensação de amplitude. "Um imóvel pequeno pode ser tão confortável quanto um grande, muitas vezes até mais prático e fácil de manter", afirma.

Mari Bamont: A marcenaria contínua une cozinha e sala em um único layout fluido, com nichos, gavetas e até o micro-ondas embutido na ilha. Fotos: Carina Borelli

Dicas para transformar qualquer espaço

Independentemente da metragem, todo espaço tem potencial para ser mais funcional e bem aproveitado. Algumas soluções fazem toda a diferença:

  • Entrada organizada: chapelarias, sapateiras e espaços para objetos de uso diário facilitam a rotina e evitam bagunça.
  • Lavanderia otimizada: espaço para itens grandes, cestos integrados e nichos verticais, sem abrir mão da estética.
  • Armazenamento inteligente: armários até o teto, marcenaria contínua e móveis com dupla função.
  • Integração de ambientes: unir sala, cozinha e varanda cria layouts mais fluidos e amplia visualmente o espaço.
  • Revisão da planta: reposicionar paredes, portas ou circulações pode gerar mais armazenamento e melhorar a funcionalidade sem grandes obras.

    Personalização: cada projeto considera os hábitos e a rotina dos moradores para garantir um resultado prático, confortável e sob medida.

Mari Bamont: A bancada extensível que funciona como ilha com bancos altos é um exemplo claro de multifuncionalidade, unindo preparo, refeição e organização em um único elemento.
Foto: Carina Borelli

 

Mariana Bamont Arquitetura

Instagram: @maribamont_arquitetura

Foto Destaque: Mari Bamont_Integração entre sala e área de jantar com soluções multifuncionais_rack giratório com TV marcenaria contínua e estante como divisória de ambientes. Foto Carina Boreli

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Campinas Decor 2026 evidência novas formas de morar e destaca o protagonismo dos eletrodomésticos em 21 ambientes com o Grupo Elettromec

A 28ª edição da Campinas Decor 2026 se apresenta como um retrato das transformações do morar contemporâneo. Em um cenário onde estética, funcionalidade e tecnologia caminham juntas, a mostra reforça novas dinâmicas de uso dos espaços, com destaque para o Grupo Elettromec como patrocinador oficial. 

Presente em 21 ambientes assinados por diferentes profissionais, o portfólio do grupo aparece como elemento central dos projetos, refletindo uma das principais tendências atuais: o protagonismo dos eletrodomésticos na experiência doméstica. 

Ser uma empresa originária de Campinas e participar de uma mostra tão representativa para a cidade é motivo de grande orgulho para nós. Essa presença reforça nossas raízes e uma trajetória construída em sintonia com o desenvolvimento do mercado local de arquitetura e design”, afirma o CEO e fundador do Grupo Elettromec, Diamantino Netto. 

Entre os destaques, o Templo Bar, de Giovani Paz, e o Wine Bar, de Netto Figueiredo, evidenciam o crescimento de espaços dedicados ao convívio e a experiências personalizadas. Já o Estúdio Jantar Allure, de Izilda Moraes, reforça a multifuncionalidade com uma cozinha integrada e completa. 

A expansão dos eletrodomésticos para além da cozinha tradicional aparece em ambientes como o Home Cinema, de Mariana Santim, o Café Decor, de Raissa Valvassori, e até em espaços íntimos, como as suítes assinadas por Paula Balone, Márcia Dias Fernandes e Flávia Siqueira, refletindo uma casa mais fluida e adaptável. 

Projetos como a Casa de Veraneio, de Roberta Kassouf e Stephanie Salles, e o Refúgio, de Rita Diniz e Patrícia Diniz, destacam o protagonismo das áreas gourmets e o desejo por experiências completas dentro de casa. Esse movimento se reforça na Cozinha da Família, de Elaine Carvalho, com equipamentos Viking, e na Casa Piccoloto, de Beto Tozi, com a linha Fulgor Milano. 

Ambientes como o Espaço Gourmet Decor, de Leo Varela, e o Ateliê Home, de Henrique Prata, evidenciam cozinhas cada vez mais sofisticadas e integradas, enquanto espaços como o Espaço Alfa, a Clínica e a Varanda da Contemplação demonstram a versatilidade dos eletrodomésticos em diferentes contextos. 

Ao reunir propostas diversas, a Campinas Decor 2026 reforça um movimento claro: o eletrodoméstico deixa de ser apenas funcional para se tornar parte essencial do projeto arquitetônico, acompanhando e impulsionando, as novas formas de morar. 

Sobre o Grupo Elettromec:  

Desde 1997, o Grupo Elettromec é referência em eletrodomésticos de luxo no Brasil e reconhecido por unir tecnologia, design e funcionalidade superior.  

Detentor das marcas Elettromec e Invita, além de distribuidor exclusivo das italianas Falmec e Fulgor Milano e da norte-americana Viking, o Grupo reafirma seu compromisso com a excelência e a inovação. Com uma ampla quantidade de produtos, as marcas levam alta performance e design único para cozinhas e ambientes gourmets, estando presente em diversos setores, como o residencial, comercial, hoteleiro, náutico, entre outros.  

Presente nas mais conceituadas boutiques de eletrodomésticos por todo o país, o grupo conta com lojas próprias, que reúnem em um único espaço as marcas Elettromec, Falmec, Fulgor Milano e Viking, localizadas nas cidades de Campinas (SP), Piracicaba (SP), Barueri (SP), Santo André (SP), Rio de Janeiro (RJ), Curitiba (PR), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Salvador (BA), Fortaleza (CE), Campo Grande (MS) e Goiânia (GO). 

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Bulova apresenta coleção inspirada em ícones que marcaram gerações

Lançamentos inspirados em colaborações lendárias como Frank Sinatra e Tony Bennett reforçam o diálogo da marca com o universo da música e o lifestyle contemporâneo

Bulova apresenta novos lançamentos que traduzem com elegância sua herança relojoeira em peças de forte identidade cultural e design atemporal. Inspirados em colaborações que atravessam gerações, os modelos reforçam a conexão da marca com o universo da música e o estilo de vida contemporâneo.

“Essas novidades representam a essência da marca ao integrar história, cultura e inovação em cada detalhe. São relógios que vão além da função, carregam narrativas únicas e dialogam com diferentes perfis e estilos”, afirma Israel Vasconcelos, CEO da SWG Brasil.

Colaborações Icônicas

Os relógios da linha Bulova Frank Sinatra celebram o legado de Frank Sinatra com design sofisticado e inspiração direta em modelos clássicos de 1967. A peça Frank Sinatra (96B483) traz caixa em aço inoxidável com acabamento duplo, mostrador branco linho com textura que cria profundidade e ponteiros prateados, além de pulseira em couro com padrão de crocodilo. 

Já o modelo Frank Sinatra (97B243) apresenta caixa em aço inoxidável dourado, mostrador branco-prateado com o mesmo efeito texturizado e ponteiros dourados, reforçando uma estética ainda mais clássica e elegante.

Ambos os modelos compartilham elementos marcantes da homenagem, como o chapéu fedora de Sinatra posicionado às 6 horas, fundo de caixa transparente com a assinatura do artista e movimento automático com até 42 horas de reserva de marcha.

Por sua vez, o Relógio Masculino Bulova Tony Bennett “NYC” (96B484) celebra a estética das pinturas do artista no Central Park. A moderna caixa em aço inoxidável apresenta facetas acetinadas e polidas, além de uma pulseira que combina com o restante do relógio, proporcionando um toque contemporâneo e um ajuste perfeito. 

Sobre a Bulova - Desde sua fundação em 1875, a Bulova é sinônimo de qualidade, precisão e inovação relojoeira. Com uma herança rica de 150 anos — de suas origens em Lower Manhattan ao status de ícone global com sede em Nova York — a marca mantém firme compromisso com a excelência artesanal.

A Bulova segue mesclando elegância clássica com tecnologia de ponta, em coleções icônicas como a Archive Series, o inovador CURV e o exclusivo movimento Precisionist. Hoje, a marca continua se destacando pelo design arrojado, inovação pioneira e apoio à cultura, inspirando novas gerações com seu legado relojoeiro. A Bulova continua evoluindo, elevando a tecnologia e a engenharia a novos patamares de excelência.

No Brasil, a Bulova é distribuída com exclusividade pela SWG Brasil.

Sobre a SWG Brasil - A SWG Brasil é a operação nacional da South Watches Group, holding nascida na Argentina em 2004 e referência na representação e distribuição de marcas internacionais de relógios no mercado latino-americano.

Presente no Brasil desde 2008, a SWG Brasil carrega o compromisso de aliar tradição, sofisticação e excelência no atendimento ao canal multimarcas. Com profundo conhecimento do mercado local, a empresa posiciona os relógios como protagonistas no universo da moda e do estilo de vida contemporâneo.

Atualmente, representa e distribui com exclusividade no país três importantes marcas de relógios: Bulova, reconhecida por sua precisão e inovação, Citizen, referência em tecnologia, sustentabilidade e inovação e Swarovski, que além dos relógios, traz em seu portfólio acessórios e canetas.

violencia contra minorias

A violência contra minorias e seus reflexos na mente.

Sabe aquele ditado que a gente ouve por aí: "as palavras não machucam"? Pois é, a psicanálise discorda e muito. A violência sistemática contra minorias deixa cicatrizes profundas na psique das pessoas, mexendo em coisas fundamentais como identidade e desenvolvimento. E não é só trauma pontual, não. É algo que vai marcando a gente desde cedo, se infiltrando no inconsciente. Pesquisadores da Universidade Federal do Espírito Santo vêm investigando justamente isso — como mulheres vítimas de violência sexual e pessoas LGBTQIAPN+ sofrem impactos sérios na saúde mental, desde depressão até comportamentos autodestrutivos.[1] É coisa séria demais.

Quando a gente aprende a desumanizar através das palavras.

Aqui tá o ponto: a violência física é tipo o último ato de uma peça que começou bem antes. Muito antes. A psicanálise nos mostra que antes de alguém apanhar, precisa primeiro deixar de ser gente, sabe? Precisa virar "coisa", objeto.

Uma colunista do Diário do Nordeste escreveu algo que é meio assustador: "ninguém agride, viola ou mata quem reconhece plenamente como igual."[8] Isso quer dizer que a gente precisa primeiro rebaixar a pessoa através da linguagem. Mulheres em aplicativos de relacionamento sendo chamadas de "estupráveis", camisetas de certos grupos dizendo "não se arrependa", adolescentes classificando colegas por "utilidade" — tudo isso é ensaio. Treino do olhar que depois autoriza a violência mesmo.

Frantz Fanon, um psiquiatra que trabalhou com vítimas da colonização na Argélia, já tinha entendido isso nos anos 1950.[12] Ele mostrou que o racismo e a opressão colonial não machucam só o corpo, machucam o inconsciente das pessoas, deixam marcas que a gente passa para o próximo. A psicanálise precisava acordar para isso: o sujeito não é uma “ilhinha” isolada numa sala de consultório. A gente é marcado pelo contexto, pela história, pela opressão que a gente vive.

O estresse de ser minoria: quando ficar vivo já é cansativo.

Tem um termo que os pesquisadores usam — "estresse de minoria." Basicamente, é aquele cansaço crônico de estar sempre em alerta, sempre na defensiva.[1] Pessoas LGBTQIAPN+ que não se assumiram publicamente vivem nisso o tempo todo. É tipo estar sempre segurando a respiração, sabe? E isso marca, mexe com tudo.

Os números falam por si: entre pessoas trans no Brasil, a taxa de tentativa de suicídio chega a 43,1%.[4] Não é de assustar? Quando a gente vê um número desses, não é um "caso" ou outro. É evidência de que o sistema inteiro de violência está funcionando mesmo, deixando cicatrizes profundas.

Mulheres vítimas de violência sexual lidam com outra coisa bem pesada: a culpa que a sociedade coloca nelas. Estupro não é só o ato violento, é a sociedade inteira pedindo para você ficar de boca fechada, te perguntando se estava bebendo, como estava vestida. Pesquisas da UFES estão investigando como essas mulheres conseguem se recuperar disso, o que chamam de "crescimento pós-traumático", mas é tipo tirar água do poço com balde furado.[1]

Racismo na infância: quando a criança aprende cedo que não vale nada.

Tem algo que machuca mais ainda: quando a violência começa lá no comecinho da vida. Crianças negras em comunidades periféricas crescem sob impacto direto da violência urbana — perdem dias de aula porque tem confronto, deixam de tomar vacina, vivem em estado de perigo o tempo todo.[7] Tudo isso não é experiência passageira. Fica marcado no cérebro.

A pesquisa mostra que o racismo funciona como uma experiência adversa que provoca "estresse tóxico", aquele estresse que mexe com o desenvolvimento normal do cérebro da criança, afetando aprendizagem, memória, até a capacidade de lidar com emoções.[7] É como se a gente estivesse pedindo para o cérebro da criança trabalhar em sobrecarga constantemente.

E tem mais: quando crianças negras enfrentam racismo cotidiano na escola, quando a história da sua gente não aparece nos livros, quando professores ignoram comentários racistas de colegas, a criança internaliza uma mensagem muito clara: "você não pertence aqui, você não vale."[10] Isso não desaparece. Fica no inconsciente, afetando como essa pessoa se vê pelo resto da vida.

A escola que deveria proteger e acaba machucando.

As escolas civis-militares viraram exemplo disso. Tem reportagem do Ministério Público Federal mostrando que estudantes LGBTQIAPN+ e negros são perseguidos por expressar sua identidade, sofrem abordagens agressivas de policiais militares dentro de sala de aula, têm sua liberdade cerceada.[19] Isso é violência institucional disfarçada de "disciplina" e "ordem". E as crianças absorvem tudo isso.

O bullying também é assim. A gente pensa que é só imaturidade de adolescente, mas é bem mais sério. Quando meninos classificam meninas como "acessíveis" ou "estupráveis", quando adolescentes trans são impedidos de usar banheiro de acordo com sua identidade, quando a história afro-brasileira é quase invisível no currículo, tudo isso interfere radicalmente no desenvolvimento psicológico.[10] E frequentemente os adultos não veem por que a violência acontece nos espaços invisíveis das instituições.

O inconsciente racista: porque a gente não consegue tirar racismo da cabeça com argumentos.

Aqui está uma coisa meio complicada da psicanálise lacaniana: o racismo não funciona só no nível de argumentação racional. [11] Ele funciona através de fantasias inconscientes sobre o corpo do outro, sobre aquilo que "falta" ou "sobra" naquele corpo. É profundo demais para a consciência atingir com argumentos bonitos.

Isso quer dizer que combater racismo não é só levar dados e fatos para a pessoa. É descolonizar a própria psicanálise que a gente usa, trazer pensadores da diáspora africana e da ancestralidade indígena.[9] Porque o racismo está enraizado em instituições, em leis, em práticas que se apresentam como "naturais" e "inevitáveis", mas que são construções históricas mesmo.[14] E isso marca o desenvolvimento das pessoas porque define desde cedo quem merece respeito, quem pode ocupar espaços, cujo corpo é digno de proteção.

O grande desafio: transformar essa realidade.

Se a gente entende que a violência contra minorias não é só um problema individual ou familiar, mas estrutural, então a solução também precisa ser estrutural. Significa investir em formação antirracista para os professores, descolonizar currículos que apagam histórias e culturas, criar políticas de segurança pública que respeitem o desenvolvimento infantil em vez de criminalizá-lo. [7][10]

Significa também que cada um de nós precisa se olhar no espelho. Porque a gente participa dessa violência, através da linguagem que usa, das piadas que tolera, do silêncio quando alguém fala algo degradante.[8] Como aquela colunista disse bem direto: antes de agredir ou matar, é preciso deixar de reconhecer como igual. E a gente faz isso todos os dias sem perceber.

Uma psicanálise que escuta o social.

O lado esperançoso disso tudo é que pesquisadores brasileiros estão oferecendo caminhos reais. Estão investigando crescimento pós-traumático em mulheres vítimas de violência sexual, não só o sofrimento, mas também como essas pessoas conseguem desenvolver resiliência.[1] Estudam saúde mental de pessoas LGBTQIAPN+ não assumidas, buscando entender as estratégias que elas usam para sobreviver em contextos de isolamento e discriminação.[1] Tudo isso aponta para uma psicanálise mais humanizada, mais próxima da realidade brasileira mesmo.

O desafio agora é transformar esse conhecimento em ação de verdade, em políticas públicas, em mudanças nas instituições, em uma reconfiguração da sociedade que reconheça que todo mundo merece respeito e dignidade. Porque violência contra minorias não é só gente traumatizada que precisa de terapia. É uma sociedade inteira que precisa ser radicalmente transformada. E isso começa em casa, na escola, no trabalho, começa na gente mesmo.

Precisa de ajuda? (clique aqui) Dr. Marcio Renzo - Psicanálise e Hipnoterapia.


Fontes citadas:

[1] Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). "Pesquisas investigam impactos da violência na saúde mental de mulheres e de pessoas LGBTQIAP+."

[4] BMC Public Health. "Factors associated with transgender people mortality due to violence in Brazil (2014-2022)."

[7] O Globo/UOL. "Primeira infância e equidade: desafios do racismo, dos territórios e da segurança no Brasil."

[8] Diário do Nordeste. "A linguagem como violência, exceto quando o alvo são as mulheres."

[9] Blog Abarca Psicólogo. "Psicanálise Contextualizada."

[10] Jornal da Unicamp. "Ensino da história afro-brasileira ainda enfrenta barreiras."

[11] Juliane Mena. "Psicanálise e o Pensamento Decolonial - Racismo e subjetividade."

[12] Veja. "Filme sobre Frantz Fanon ganha data de estreia no Brasil."

[14] Scielo. "Raça e racismo: aspectos conceituais, históricos e metodológicos."

[19] Ministério Público Federal. "MPF recorre de decisão que validou regras de escolas militares."

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Lançamento de “Tales of the Mountains and the Sea”

Entre montanhas, mares e memórias: a estreia literária que transforma o feminino em força, mistério e destino

Em "Tales of the Mountains and the Sea", a escritora libanesa-canadense Dania Idriss entrega uma estreia arrebatadora — onde mito, história e imaginação se entrelaçam em narrativas que ecoam muito além das páginas.

Com uma escrita hipnótica e sensorial, Idriss conduz o leitor por cinco histórias que desafiam gêneros e atravessam momentos decisivos da história libanesa, sempre a partir do olhar de jovens mulheres que não apenas vivenciam o mundo — mas o redefinem.

Aqui, o sobrenatural não é apenas atmosfera: é linguagem, herança e resistência.

Uma adolescente em luto passa a sentir a presença inquietante da avó, como se o amor atravessasse a fronteira da morte com intenções ambíguas. Uma família à beira do colapso financeiro recebe uma visita inesperada — e uma proposta impossível de ignorar. Em meio ao caos de uma guerra civil iminente, uma jovem observa, com crescente angústia, o irmão se perder em caminhos perigosos.

Cada narrativa pulsa com tensão, beleza e inquietação.

Mais do que contar histórias, Tales of the Mountains and the Sea revela camadas profundas da experiência humana — explorando identidade, pertencimento, memória e os ecos persistentes da guerra. Ao colocar mulheres árabes e muçulmanas como protagonistas de suas próprias trajetórias, Idriss rompe com narrativas estereotipadas e constrói personagens complexas, potentes e inesquecíveis.

Com influências do gótico contemporâneo, do folclore e da ficção especulativa, sua escrita cria uma atmosfera ao mesmo tempo delicada e perturbadora — onde fantasmas, mitos e realidades coexistem com naturalidade inquietante.

Publicada pela Freehand Books, a obra chega ao público em maio de 2026 como uma das estreias mais impactantes do ano — uma leitura que não apenas se consome, mas se sente, se absorve e permanece.

Uma obra para quem busca mais do que literatura: uma experiência.

Descrição do livro

Título: Tales of the Mountains and the Sea
Autor: Dania Idriss
Editora: Freehand Books
Idioma: Inglês
Data da Publicação: Maio 2026
ISBN: 9781997534174

Sobre a autora

Lançamento "Tales of the Mountains and the Sea"
Dania Idriss

Dania Idriss é uma escritora libanesa-canadense e pesquisadora de doutorado em Inglês na Universidade de Calgary, estado de Alberta, à oeste do Canada. Seu trabalho se concentra em literaturas globais, particularmente ficção especulativa árabe e, igualmente, explora as interseções de mito, gênero e identidade cultural.

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Power Turnê chega a Portugal pela primeira vez e reúne empreendedoras para imersão de negócios no mercado europeu da beleza

Evento liderado por Natalia Beauty acontece em Lisboa e propõe um dia intensivo de estratégia, posicionamento e crescimento empresarial

O mercado europeu da beleza movimenta cerca de 141 bilhões de euros por ano e mantém uma trajetória consistente de crescimento. Nesse ambiente cada vez mais competitivo, profissionais do setor avançam além da técnica e passam a estruturar negócios, fortalecer marcas e buscar previsibilidade de faturamento.

Atento a esse movimento, pela primeira vez, o Power Turnê desembarca em Portugal, uma imersão criada para atender empreendedoras que desejam sair do operacional e construir empresas mais organizadas, lucrativas e sustentáveis.

O encontro acontece no dia 18 de abril de 2026, na Faculdade de Medicina Dentária da Universidade de Lisboa, na Cidade Universitária. Com abertura dos portões às 7h e início da programação às 9h, o evento reúne participantes de Portugal, Brasil e outros países da Europa para quase 12 horas de conteúdo presencial focado em gestão, posicionamento estratégico e crescimento empresarial.

A demanda antecipada confirma o interesse do mercado. Os ingressos foram totalmente esgotados no dia 8 de abril, antes da realização do evento, consolidando a força da proposta e a aderência ao público europeu.

O Power Turnê é conduzido por Natalia Martins, multiempreendedora e fundadora do Natalia Beauty Group. Sua trajetória parte de uma dívida acumulada e de uma estrutura inicial de trinta metros quadrados para a construção de um ecossistema que integra educação, serviços e expansão internacional, com mais de 500 mil alunas impactadas com as formações online e mais de 20 mil formadas nos cursos presenciais, alta demanda por procedimentos e presença global.

“O mercado europeu da beleza tem escala e potencial, mas ainda existe espaço para maior profissionalização na gestão dos negócios. O Power Turnê chega com esse objetivo, trazendo método, estratégia e visão empresarial para quem quer estruturar crescimento de forma consistente”, afirma Natalia Beauty.

Além do conteúdo conduzido pela fundadora, o evento reúne especialistas com atuação direta no crescimento de negócios e expansão internacional.

Entre os palestrantes confirmados estão Felipe Pacheco, sócio e diretor executivo do Grupo NB, com atuação focada em estratégia e expansão de negócios de beleza, e Tiago Rocha, fundador da Plataforma Internacional Europa, com mais de uma década de experiência em educação digital, formação de milhares de alunos e desenvolvimento de metodologias proprietárias voltadas à escala de mentorias.

Ao longo da imersão, as participantes têm acesso a conteúdos aplicáveis, networking estratégico e materiais de apoio estruturados, incluindo um plano de ação voltado à implementação imediata dos aprendizados.

“A proposta é clara. Não se trata apenas de inspiração, mas de transformação prática. As participantes saem com direcionamento, estrutura e visão para construir negócios que funcionam de forma previsível, inclusive no mercado europeu”, finaliza Natalia Beauty.

Evento: Power Turnê Portugal — Lisboa 2026
Data: 18 de abril de 2026
Horário: Portões abrem às 7h | Programação das 9h às 19h
Local: Faculdade de Medicina Dentária da Universidade de Lisboa — Rua Professora Teresa Ambrósio, Cidade Universitária, 1600-277, Lisboa, Portugal
Informações: nataliabeauty.com.br/pw-portugal-v3/