Viviane de Oliveira

Amor maduro: por que mulheres divorciadas aos 50 estão mais seletivas e felizes?

Relacionamentos que começam depois dos 50 anos não seguem os mesmos padrões românticos de outras fases da vida. Essa etapa, marcada por experiências, autonomia e reflexão, tem levado muitas mulheres divorciadas a viverem o que especialistas chamam de amor maduro, um tipo de conexão afetiva fundamentada em clareza emocional, limites bem definidos e expectativas realistas. Para muitas, o retorno ao namoro na maturidade não é retorno ao passado, mas abertura para relações mais intencionais e conscientes.

Psicólogos e terapeutas de relacionamento destacam que o autoconhecimento desempenha papel central nessa fase. Ao longo da vida, mulheres maduras tendem a desenvolver maior compreensão de si mesmas, seus desejos, limites e necessidades, o que amplia a capacidade de escolher relações mais saudáveis e satisfatórias. Essa nova postura vem ressignificando a ideia de “estar só”, que não equivale necessariamente a solidão, mas a uma construção ativa de autonomia emocional.

Segundo Roberson Dariel, pesquisador do Instituto Unieb, o que vemos hoje é uma geração que prioriza qualidade de vida e bem-estar, não apenas a presença de um parceiro. “Mulheres que se envolvem em relacionamentos após os 50 tendem a buscar companheirismo que dialogue com seus valores, não apenas satisfação imediata. Amor maduro é escolha, não necessidade”, afirma.

Autoconhecimento: a base das escolhas afetivas na maturidade

Ao contrário de fases anteriores, quando expectativas românticas podem ser moldadas por pressões sociais e urgências emocionais, o relacionamento após os 50 nasce com outra lógica. A experiência de vida contribui para que as mulheres saibam melhor o que desejam e, sobretudo, o que não querem repetir. Autoconhecimento, nesse contexto, torna-se elemento decisivo na hora de escolher com quem se relacionar.

Especialistas em comportamento observam que mulheres nessa faixa etária tendem a manter padrões de relacionamento mais estáveis justamente porque investem mais tempo na autoavaliação antes de se comprometer. A maturidade emocional pode reduzir a impulsividade e ampliar a capacidade de diálogo. Estudos sobre relações em fases avançadas da vida mostram que essa seletividade emocional está relacionada a maiores níveis de bem-estar e satisfação no vínculo afetivo.

Roberson Dariel comenta que essa seletividade não é sinônimo de resistência ao amor, mas de respeito por si mesma. “Quando uma mulher madura diz que quer construir uma relação, ela já conheceu seus limites emocionais. Isso cria base para vínculos mais conscientes, menos repetitivos e mais colaborativos”, explica.

A clareza interna também favorece escolhas mais alinhadas com objetivos individuais, reduzindo padrões de dependência e favorecendo relações de reciprocidade. Nesse sentido, o namoro na maturidade é menos sobre preencher um vazio emocional e mais sobre compartilhar vida com alguém que agrega em vez de competir com outras demandas.

Limites afetivos e expectativas realistas

Uma das características que distingue o amor maduro de relações mais jovens é a presença de limites afetivos bem definidos. Mulheres que já passaram por um casamento e viveram experiência de divórcio chegam a novas relações com maior senso do que aceita ou não em um vínculo amoroso. Isso ajuda a evitar ciclos de repetição emocional que podem levar a conflitos.

Terapeutas que trabalham com adultos maduros observam que expectativas realistas, como aceitar que conflitos existem e que cada parceiro tem autonomia própria, tornam os relacionamentos mais sustentáveis. Em outras palavras, a expectativa de que o amor deve resolver todos os problemas desaparece, dando lugar a uma colaboração emocional mais equilibrada.

Dariel acrescenta que estabelecer limites não cria barreiras ao afeto, mas, ao contrário, protege a individualidade dentro da relação. “O amor maduro não é fusão, é parceria. Cada pessoa sabe quem é e o que precisa, o que reduz mal-entendidos e aumenta a capacidade de enfrentar desafios a dois”, observa.

Esse equilíbrio entre intimidade e autonomia é essencial para que o vínculo seja percebido como fonte de crescimento, e não de anulação pessoal. O respeito mútuo às necessidades individuais cria espaço para conversas profundas, negociações e construção conjunta de um projeto de vida.

Maturidade emocional e comunicação

Uma parte significativa dos psicólogos e coaches de relacionamento concorda que a maturidade emocional se reflete diretamente na comunicação. A habilidade de expressar sentimentos, medos e desejos com clareza contribui para evitar conflitos crônicos e mal-entendidos que podem desgastar relações com menos experiência emocional.

Pesquisas indicam que casais em relacionamentos tardios tendem a ter padrões de comunicação mais assertivos e menos reativos do que casais mais jovens. A teoria da seletividade socioemocional, por exemplo, sugere que, com o tempo, as pessoas dão prioridade a interações emocionalmente significativas e evitam aquelas que geram estresse desnecessário.

Roberson Dariel reforça que essa capacidade de diálogo não surge de forma espontânea, mas de aprendizado e reflexão. “Muitas mulheres maduras sabem construir conversas que geram conexão em vez de defensividade. Isso vem do aprendizado de vida, e é um dos fatores que torna as relações nessa fase mais saudáveis”, afirma.

Essa comunicação aprimorada não significa ausência de conflitos, mas habilidade maior para lidar com eles sem desgaste emocional excessivo. O autoconhecimento também contribui para reconhecer gatilhos pessoais e evitar projeções que podem comprometer a relação.

Namoro na maturidade: novas formas de se relacionar

O cenário afetivo para pessoas com mais de 50 anos é diverso. Algumas mulheres optam por namoro tradicional, outras por relações mais flexíveis, e há também as que escolhem parcerias sem coabitação formal, valorizando o companheirismo sem compromissos tradicionais, uma tendência observada em estudos internacionais sobre relacionamentos tardios.

Essa diversidade de formatos não diminui a profundidade afetiva; ao contrário, permite que cada pessoa escolha o tipo de vínculo que melhor dialoga com suas necessidades. A tecnologia, inclusive, tem facilitado esse movimento por meio de espaços digitais que aproximam pessoas com interesses e valores semelhantes, promovendo conexões mais intuitivas e menos pautadas apenas em convenções sociais.

Dariel destaca que o namoro na maturidade raramente se inicia por pressões externas. “As mulheres que começam uma relação após os 50 geralmente o fazem por desejo genuíno de compartilhar a vida, não para suprir expectativas alheias”, afirma. Essa diferença de motivação ajuda a explicar por que muitos relacionamentos tardios conseguem preservar autonomia e respeito mútuo desde o início.

Além disso, o namoro nessa fase incorpora valores como equilíbrio entre a vida social e a relação, mantendo espaços individuais de realização pessoal. Essa configuração reduz a fricção e favorece a construção de vínculos estáveis.

Saúde emocional e bem-estar social

Psicólogos apontam que a qualidade das relações é um dos principais determinantes do bem-estar emocional em qualquer fase da vida, e isso é particularmente verdadeiro após os 50 anos. Relações saudáveis nessa etapa podem contribuir para melhor saúde mental, maior sensação de pertencimento e aumento da satisfação com a vida.

O autoconhecimento desenvolvido ao longo dos anos também ajuda a evitar padrões de relacionamento que geram sofrimento crônico. Mulheres maduras tendem a priorizar atividades e conexões sociais que fortaleçam seu repertório emocional, como hobbies, grupos de interesse e redes de amizade que complementam a relação amorosa.

Dariel observa que esse equilíbrio entre vínculo e vida social amplia a qualidade do amor maduro. “Uma mulher que se relaciona bem com ela mesma e com seu círculo social tende a construir uma relação mais rica, porque não coloca no parceiro a responsabilidade por toda a sua felicidade”, explica.

Esse foco no bem-estar individual e coletivo cria um ambiente emocional mais estável, facilitando que o relacionamento amadureça em parceria e não em dependência.

Caminhos para relacionamentos mais conscientes e felizes

A jornada afetiva após os 50, particularmente para mulheres que vivenciaram o divórcio, é um processo de reconstrução que valoriza autonomia, comunicação clara e escolha consciente. O amor maduro não descarta a possibilidade de compromisso duradouro, mas redefine suas bases para que ele seja sustentável e enriquecedor para ambas as partes.

O foco no autoconhecimento, limites emocionais e maturidade contribui para que essas relações tenham maior probabilidade de estabilidade e satisfação. E, ao contrário de estigmas ultrapassados, estar sozinha antes de construir um novo vínculo não é visto como sinal de carência, mas como preparação para um amor que dialogue com a vida real.

Nesse contexto, o amor maduro emerge não apenas como possibilidade, mas como escolha ativa, expressão de uma fase de vida em que a felicidade é construída com base na consciência, respeito e equilíbrio emocional.

BOM JESUS/IELUSC CELEBRA 100 ANOS DE HISTÓRIA EM JOINVILLE NO DIA 1º MARÇO

Um século formando gerações, construindo futuros e caminhando junto com a cidade. Para marcar centenário, instituição promove uma série de eventos abertos à comunidade

Fundada em 1851 como Colônia Dona Francisca, a maior cidade de Santa Catarina nasceu do sonho de imigrantes alemães, suíços e noruegueses que trouxeram na bagagem a fé, o espírito comunitário e a certeza de que a educação transforma vidas. Desde então, ensinar nunca foi apenas um ato pedagógico em Joinville — foi um compromisso com o futuro. E é neste contexto que nasce o Colégio Bom Jesus/IELUSC, que, há 100 anos, escreve sua história lado a lado com a comunidade.

O contexto histórico começou ainda em 1866 quando surgiu a Deutsche Schule zu joinville, fruto do espírito voluntário e comunitário que impulsionou a cidade, muito em razão da liderança de personalidades conhecidas como Ottokar Döerffel. A escola alemã fez de Joinville, já naquela época, uma referência educacional – um legado que atravessou décadas e que inspirou a construção de um projeto de excelência acadêmica, valores cristãos, desenvolvimento integral e formação humana.

Mas é no dia 1ª de março de 1926, que é inaugurado o Colégio Bom Jesus, com a então Escola Remington Official. Desde então, o BONJA - como é carinhosamente chamado - inspira transformação todos os dias. O IELUSC – Instituto Educacional Luterano de Santa Catarina – iniciou as atividades no grupo em 1997.

“É uma trajetória marcada por memórias, significados e, sobretudo, por pessoas. Mais do que um marco no calendário, o centenário representa a força de um legado construído com propósito e vivido intensamente em cada espaço da nossa instituição”, afirma o Diretor-Geral, Prof. Silvio Iung.

Mais de 30 mil alunos passaram pelo BONJA nestes 100 anos. Cada um levou consigo algo que não cabe em boletins ou diplomas, como caráter, disciplina e pertencimento. O BONJA fez e faz parte da caminhada de gerações que, por meio do conhecimento, do trabalho e dos valores aprendidos, ajudam a transformar a cidade e impactar a sociedade de forma positiva.

O renomado advogado trabalhista André Chedid Daher é um ex-aluno do Bonja.
“Ter estudado no Bom Jesus desde o meu Jardim 2, como se dizia na época, e terminando só no terceirão, me fez tornar cada vez mais um cidadão melhor. Eu tenho muita gratidão ao BONJA. Meu pai já estudou lá, minha filha estuda ainda e minhas minhas irmãs também. O BONJA formou muitas pessoas de modo educacional dentro do nosso cenário nacional, formando excelentes profissionais para o mundo”, afirma Daher.

Com campus no Saguaçu e no Centro, do Berçário ao Ensino Médio, o BONJA oferece formação trilíngue em alemão, inglês e português, aliando excelência acadêmica, valores e experiências que formam para o mundo e para a vida.
O grupo também se consolidou como referência internacional por meio do BONJA International, sendo a primeira escola certificada pelo International Baccalaureate (IB) de Santa Catarina. No ENEM 2024, o BONJA conquistou novamente o 1º lugar em Joinville e a melhor nota entre as escolas de grande porte de Santa Catarina, uma liderança que a instituição mantém na cidade há 12 anos consecutivos.

O futuro - Além dos 100
Mas celebrar 100 anos não é olhar apenas para o passado. É também projetar o amanhã. Já de olho no futuro, o BOM JESUS IELUSC vai ampliar o BONJA International em 2027 e entregar uma nova escola na Cidade das Águas nos próximos anos. O novo bairro planejado de Joinville, que começa a desenhar parte do futuro de Joinville, será o endereço de mais um capítulo dessa sólida história na educação.

“Projetamos uma escola para o bairro com a solidez do nosso legado e comprometida com o futuro. Continuamos a crescer com a cidade, como a instituição educacional mais longeva conduzida por joinvilenses, preservando traços essenciais da identidade local e seguindo o ritmo de Joinville, porque só existimos com e para esta cidade”, afirma Silvio Iung.

Uma instituição que cresce com a cidade
Ao longo de um século, o grupo consolidou marcas que representam seu compromisso com a formação humana integral:
· Bonjinha – Do Berçário (bebês com 1 ano de idade) ao 3º ano do Ensino Fundamental, acolhendo a infância com afeto e cuidado em espaço exclusivo.
· Colégio BONJA – Do 4º ano do Ensino Fundamental ao Ensino Médio, unindo excelência acadêmica, resultados e formação de valores.
· BONJA International – Currículo brasileiro aliado ao Bacharelado Internacional (IB). 1ª escola internacional de Santa Catarina autorizada pelo CEE- Conselho Estadual de Educação.
· Faculdade IELUSC – Ensino superior com excelência acadêmica e compromisso social.
· CEI Páscoa Poffo – Parceria público-privada com a Prefeitura de Joinville, ampliando o acesso à educação infantil e fortalecendo o vínculo com a comunidade no Bairro Vila Nova.
· Escola Luterana Renata Riede – Em Canoinhas (SC), perpetuando o legado educacional.

Para o professor Silvio Iung, “mais do que um número, o centenário representa memória, propósito e pertencimento. Nosso legado é contínuo. Cada pessoa que passa por aqui leva adiante um pouco do propósito que nos move”.

Instituição sem fins lucrativos
O Grupo Bom Jesus IELUSC é uma instituição sem fins lucrativos. Todos os recursos são integralmente reinvestidos na formação de professores, na estrutura, na inovação e nas oportunidades oferecidas aos alunos. A governança é conduzida por um Conselho formado por empresários voluntários da cidade — reforçando o vínculo com Joinville e sua comunidade.

Programação dos 100 anos aberta à comunidade
Para celebrar o centenário, uma série de eventos está programada para os próximos meses, com ações abertas ao público.

Acompanhe a programação:
01/03 - Culto Ação de Graças - Aberto à Comunidade
Horário: 18h
Local: Igreja da Paz - Princesa Izabel, 438
05 a 31/03 - Exposição Centenário na Biblioteca - Aberto à Comunidade
Local: Biblioteca BONJA Centro - Princesa Izabel, 438
02/03 - Homenagem Conselho Estadual de Educação com Ex-Diretor Pastor Tito Lívio Lermen
11/04 - Festa #BONJAPraSempre - Aberto à Comunidade
Horário: 13h às 20h
Local: BONJA Centro - Princesa Izabel, 438
Ingressos à venda via sympla.
24/04 - Homenagem ALESC
30/04 - Homenagem da Câmara de Vereadores
21 a 31/05 - Festival Literário de Joinville
Local: Centreventos Cau Hansen
Este ano o Festival Literário de Santa Catarina presta uma homenagem ao centenário do BOM JESUS IELUSC.

“Celebrar 100 anos é reconhecer que o tempo passa — mas os valores permanecem. É agradecer aos que vieram antes, honrar os que constroem o presente e preparar os que irão liderar o futuro, porque o BONJA não pertence apenas à sua própria história e, sim, à história de Joinville”, finaliza o Prof. Silvio Iung.

Curiosidades sobre o Centenário
Mais de 30 mil alunos já passaram pelo BONJA

A primeira unidade iniciou as atividades com apenas uma sala e um professor.
O BONJA International é a escola IB pioneira em Santa Catarina.
O BONJA possui currículo trilíngue (português, Inglês e alemão), emitindo cerca de 500 certificados de proficiência, anualmente, de Deutsches Sprachdiplom (alemão) e Exames de Cambridge (inglês).
Em 2024, confirmou o 1º lugar ENEM em Joinville e a melhor nota entre as escolas de grande porte de Santa Catarina. 12º ano consecutivo como melhor escola de Joinville no ENEM.
A marca BONJA tornou-se designação oficial do Colégio em 2017, mas já era carinhosamente utilizada pela comunidade escolar há décadas.
Gerações de famílias estudaram no BONJA, hoje é comum ter a 3ª geração, alguns já com a 4º geração. Filhos, pais, avós e bisavós foram alunos da instituição.
Ao longo destes 100 anos, o BONJA teve apenas 4 Diretores gerais: Profª Ana Maria Harger (in memorian), Pastor Michels (in memorian), Pastor Tito Lívio Lermen e Prof. Silvio Iung.

Linha do tempo sobre o centenário
1866 Escola Alemã (Deutsche Schule zu Joinville)
1926 Colégio BOM JESUS (Escola Remington Official)
1963 Mantenedora Comunidade Evangélica de Joinville
1963 Ampliação do Campus Centro
1965 Início do Ensino Superior, depois transferido para a FURJ.
1989 Inauguração do Ginásio de Esportes do Saguaçu
1994 Inauguração da Piscina Centro Natação Aldo Beil
1997 Início das atividades do IELUSC (Instituto Educacional Luterano de Santa Catarina)
2000 Inauguração da Unidade I - Bonjinha - Ed. Infantil e 1º ao 2º ano do Ens. Fundamental
2002 Inauguração da Unidade III - 4º ao 9º do Ensino Fundamental
2014 Inauguração do Prédio do Bilingual Programme
2014 Reconhecimento da Faculdade IELUSC como IES Comunitária
2014 Início das atividades do Bilingual Programme - Inglês e Alemão
2017 Inauguração do Prédio 500 - em alusão aos 500 anos da Reforma Luterana
2021 Gestão da Escola Luterana Renate Riede - Canoinhas
2022 Inauguração do Comenius Building - BONJA International (reconhecimento Escola Internacional em 2017)
2024 Gestão do CEI Paschoa Poffo - Parceria Público Privada

Maísa Gouveia assina looks de atrizes no Baile Fairmont Rio 2026

O Baile Fairmont Rio 2026 aconteceu neste sábado (20) e, pelo segundo ano consecutivo, a estilista Maísa Gouveia assinou os figurinos usados por atrizes na noite.
O evento, um dos mais aguardados do calendário social carioca, contou com direção, organização e cenografia de Alexandre Schnabl.

As artistas que vestiram suas criações este ano foram: Isabel Fillardis, Aline De Luna, Maria Gal, Paula Frascari, Jessica Córes e Adriana Camargo.

Com o tema “Verão Maravilha”, a edição celebrou a energia do verão carioca e resgatou o brilho da era disco. Para compor os looks, Maísa se inspirou na transição dos anos 70 para os 80 e na estética vibrante do lendário Studio 54, incorporando glitter, brilhos metalizados, paetês, plissados e drapeados.

Em declaração à imprensa, a estilista destacou:
“Criar para o Baile Fairmont novamente é uma alegria enorme. No ano passado vivi uma experiência muito especial com as atrizes, e este ano aprofundei ainda mais essa atmosfera que une o espírito livre do verão carioca ao glamour da era disco. É uma edição que traz muita beleza e brilho.”

As produções contaram com a coordenação da Zany Assessoria, especializada em produção de moda e figurinos, reforçando o posicionamento de Maísa Gouveia como um dos nomes em ascensão na moda nacional e internacional.

Fotos: Divulgação

Bvlgari anuncia Dua Lipa como nova Embaixadora Global da marca

A Bvlgari tem o prazer de anunciar Dua Lipa como nova Embaixadora Global da marca.

Uma das artistas mais influentes de sua geração, Dua Lipa construiu uma carreira global notável, definida por liberdade artística, autenticidade e um forte compromisso com a integridade criativa. Com diversos prêmios Grammy e BRIT Awards em seu currículo e bilhões de reproduções em todo o mundo, ela se consolidou como uma voz poderosa e influente na cultura contemporânea.

“Dua Lipa personifica uma visão contemporânea de empoderamento e liberdade que ressoa profundamente com os valores da Bvlgari. Ela é uma voz potente e autêntica que redefine o sucesso e, por meio de sua arte e confiança, inspira mulheres ao redor do mundo a reconhecerem sua força interior. Temos orgulho de recebê-la como nossa Embaixadora Global da Marca e de começarmos este novo e empolgante capítulo juntos”, afirma Laura Burdese, Vice-CEO da Bvlgari e CEO da Bvlgari a partir de 1º de julho de 2026.

“É incrivelmente especial trabalhar ao lado de uma marca icônica como a Bvlgari, e estou muito feliz por fazer parte de uma Maison que personifica confiança, criatividade e feminilidade moderna. Suas peças sempre dão o toque final perfeito, transformando um look em um momento inesquecível”, comenta Dua Lipa.

Crédito: Divulgação / Bvlgari

Consumidor entra na era da exaustão digital e obriga marcas a reverem estratégias

Excesso de estímulos online reduz atenção, aumenta cansaço e muda comportamento de consumo; 85% da publicidade digital recebe menos de 2,5 segundos de atenção ativa dos usuários

O ambiente digital, que por anos foi sinônimo de oportunidade de engajamento, passa a revelar um novo desafio para as marcas: a exaustão da atenção do consumidor. A saturação de conteúdos, notificações, anúncios e estímulos constantes nas plataformas digitais vem provocando mudanças profundas na forma como as pessoas consomem informação e tomam decisões de compra.

Segundo o especialista em marketing e estratégias de negócios Frederico Burlamaqui, 2026 será o ano em que as empresas precisarão reconhecer que não basta estar presente digitalmente, é necessário ser relevante e estratégico. “O consumidor hoje tem menos tempo, menos paciência e mais alternativas de estímulo do que nunca. Para se destacar, as empresas precisam pensar além da saturação digital e priorizar experiências que respeitem a atenção do público”, afirma Burlamaqui.

O estudo “Hacking the Attention Economy”, realizado pela VCCP Media em parceria com a Amplified, aponta que 85% da publicidade digital recebe menos de 2,5 segundos de atenção ativa dos usuários, tempo considerado insuficiente para gerar lembrança consistente de marca.

Outro levantamento, o Digital Life Survey 2025, do Human Clarity Institute, identificou que mais da metade dos usuários relata se sentir cansado ou exausto após longos períodos online. O estudo aponta ainda que 50% das pessoas relatam exaustão depois de mais de quatro horas conectadas e 70% afirmam que longos períodos de atividade digital geram desgaste e redução de foco. Esses dados reforçam o avanço da chamada fadiga digital, fenômeno caracterizado pela sobrecarga de estímulos e pela dificuldade crescente de manter atenção contínua em ambientes virtuais.

Impactos no marketing e no consumo

De acordo com Burlamaqui, os efeitos da exaustão digital já são perceptíveis na performance das marcas e na forma como o público interage com conteúdos e anúncios. Há redução do tempo de atenção e aumento da rolagem automática nos feeds, o que diminui a absorção real das mensagens. As taxas médias de engajamento tendem a cair quando o conteúdo é genérico ou excessivamente frequente, enquanto o custo por aquisição sobe, já que é necessário investir mais para conquistar a mesma atenção de antes. Ao mesmo tempo, o consumidor se torna mais seletivo, ignorando comunicações repetitivas ou pouco relevantes e demonstrando maior interesse por experiências presenciais, eventos e interações mais humanas.

Para o especialista, o consumidor aprende rapidamente a filtrar estímulos. “Quando tudo é urgente, nada é relevante. O público passa a ignorar automaticamente o que não faz sentido para ele.”

O que muda em 2026

Burlamaqui acredita que 2026 marcará uma transição importante na estratégia das empresas. O foco deixa de ser a presença massiva em múltiplos canais e passa a priorizar intenção, clareza e profundidade. Em vez de produzir conteúdo em alta frequência apenas para manter visibilidade, as marcas precisarão investir em mensagens mais consistentes, alinhadas ao posicionamento e ao momento do consumidor.

A construção de experiências significativas, tanto no ambiente digital quanto fora dele, ganha relevância diante da busca por conexões mais humanas e menos automatizadas. Estratégias baseadas em engajamento qualificado tendem a substituir a obsessão por métricas superficiais, como volume de visualizações ou seguidores. “Estamos vivendo uma transição da economia da atenção para a economia do significado. Marcas que entenderem isso primeiro terão vantagem competitiva. As que insistirem em barulho e volume podem enfrentar custos cada vez maiores para resultados cada vez menores”, conclui o especialista.

Imagem Destaque: Especialista em marketing e estratégia de negócios, Frederico Burlamaqui
Foto: Raphael Bernadelli

Conheça cinco projetos arquitetônicos no Brasil assinados pelo estúdio italiano que desenhou carros Ferrari

A construtora GT Home foi a primeira a firmar o acordo com o estúdio italiano no Brasil e uma das pioneiras no lançamento de um residencial com assinatura da marca, o que abriu caminho para um mercado que hoje soma mais de 40 projetos. Relatório da Savills aponta a Pininfarina, responsável pelo design de alguns dos carros mais cobiçados do mundo, como Ferrari e Maserati, como líder do segmento nas Américas.

O estúdio que desenhou alguns dos carros mais desejados do mundo também tem transformado a arquitetura residencial. Responsável por modelos icônicos da Ferrari e da Maserati, a italiana Pininfarina levou para o mercado imobiliário de alto padrão os princípios que consagraram sua atuação no automobilismo: linhas fluidas, precisão técnica e identidade autoral. Nas Américas, a marca lidera o segmento de branded residences, segundo relatório da Savills de 2025, e está presente no Brasil desde 2014, onde acumula mais de 40 projetos. 

GT Home, braço da GT Company em Santa Catarina, foi a primeira no Brasil a confirmar o acordo com o estúdio global e uma das pioneiras a lançar um residencial de grande porte com a assinatura do escritório italiano no país, o Yachthouse, o que estabeleceu um novo padrão técnico e estético para o setor imobiliário. A estratégia da GT Home de importar a tecnologia da engenharia automotiva — como testes de túnel de vento e aerodinâmica de fluidos — para a construção civil antecipou uma tendência que hoje está presente no skyline das grandes cidades brasileiras. 

Cinco projetos, como essa parceria histórica com a GT Home e empreendimentos de outras construtoras, traduzem a aerodinâmica dos carros para o concreto:

1. Yachthouse (Balneário Camboriú/SC)
Um dos marcos que confirmaram a vinda da Pininfarina ao Brasil e sua atuação em arranha-céus. Desenvolvido pela GT Home, o projeto detém o título de residencial mais alto da América Latina (294 metros). A construtora e o estúdio trabalharam em conjunto para desenhar uma base náutica e torres que suportam a pressão do vento nessa altitude, e criaram um ícone de engenharia e um complexo de lazer de 10 mil m², com localização privilegiada em um dos bairros que mais valorizam na cidade. O empreendimento também é cobiçado no meio de celebridades, entre elas, o jogador Neymar, que adquiriu uma cobertura quadriplex.

2. Vitra (Balneário Camboriú/SC)
Também fruto da aliança de longo prazo com a GT Home, o Vitra é a evolução dessa linguagem. A fachada utiliza vidro e ACM moldados para emular a aerodinâmica de um carro em movimento, e exigiram soluções construtivas inéditas para executar as curvas sem comprometer a planta. A Pininfarina também assina o conceito dos interiores e das áreas comuns, com peças de mobiliário exclusivas. Em Balneário Camboriú, a GT Home também desenvolve o La Città by Pininfarina, mais um marco do setor com assinatura do estúdio italiano. 

3. Atto Design by Pininfarina (Rio de Janeiro/RJ)
Localizado em frente ao mar, na Barra da Tijuca, o Atto Design by Pininfarina representa a atuação do estúdio em projetos de exclusividade. Com apenas 20 unidades distribuídas em 14 pavimentos, o empreendimento aposta em linhas fluidas e arquitetura escultural, traduzindo para o contexto urbano carioca os princípios do design automotivo que caracterizam a marca. Desenvolvido em parceria com a Origem Incorporadora, o projeto é o primeiro empreendimento residencial do estúdio italiano no Rio de Janeiro.

4 - Epic Jardim Europa by Pininfarina (São Paulo/SP)
Em implantação no Jardim Europa, com vista para o verde do bairro nobre, o empreendimento é fruto de uma parceria entre J. Safra Properties e Cyrela, e reforça o protagonismo do estúdio italiano em projetos de grande escala. O Epic será o residencial mais alto da capital paulista, com 210 metros de altura. O edifício terá apartamentos e penthouses com 4 suítes e metragens de até 637 m², além de amplas áreas de lazer e wellness, inclusive com um pavimento “flutuante”.

5 - Quadra Legacy & Quadra Authentic Design by Pininfarina (Belém/PA)
Os projetos Quadra Legacy e Quadra Authentic marcam a estreia da Pininfarina na região Norte e posicionam Belém no mapa internacional da arquitetura de marca. Com propostas contemporâneas e que dialogam com o contexto amazônico, os empreendimentos se destacam pelo uso de fachadas esculturais inspiradas nas linhas da Ferrari Testarossa, pela organização dos edifícios em pavimentos temáticos e por soluções que priorizam conforto ambiental, tecnologia e experiência de uso.

Para Geninho Thomé, fundador da GT Home e pioneiro em estabelecer um acordo para a construção de um residencial by Pininfarina, a decisão foi além de uma estratégia de marketing, mas de engenharia, de segurança e de alto padrão. “Quando fomos os primeiros a confirmar a parceria com a Pininfarina e um dos pioneiros a lançar um edifício da marca, o objetivo era trazer inovação ao mercado. Sabíamos que para construir o prédio mais alto da América Latina, precisávamos de uma aerodinâmica que só quem desenha carros de Fórmula 1 possui. Esse pioneirismo da GT Home abriu um caminho sem volta para o design autoral no Brasil. Hoje, entregamos obras com identidade global”, afirma o executivo.

Sobre a GT Home

A GT Home é uma das construtoras mais renomadas de Santa Catarina e integra a GT Company, fundada pelo empresário Dr. Geninho Thomé. A empresa combina engenharia de excelência, design internacional e inovação sustentável para desenvolver projetos que se tornaram símbolos da arquitetura de alto padrão no Brasil. Entre suas realizações está o Yachthouse by Pininfarina, o mais alto residencial da América Latina, com 294 metros de altura. Recentemente, a GT Home entregou o Vitra by Pininfarina e conduz a obra La Città by Pininfarina, ambos em Balneário Camboriú, além do Lagom Perequê, em Porto Belo. Com mais de 140 mil metros quadrados já entregues e um landbank de mais de 200 mil m², a construtora vai expandir seus grandiosos projetos para Itapema com o primeiro lançamento previsto para 2026. 


PMEs serão as mais impactadas pela reforma tributária e seguem entre as menos preparadas

Mudança no sistema de impostos expõe fragilidades estruturais das pequenas e médias empresas

A reforma tributária em curso no Brasil deve alterar de forma significativa a apuração de impostos, a formação de preços e a organização financeira das empresas. Embora o debate se concentre nos grandes grupos, especialistas alertam que o impacto tende a ser maior sobre as pequenas e médias empresas, que ainda operam com baixo nível de preparo estrutural.

Jhonny Martins, contador e advogado, vice-presidente do SERAC, hub de soluções corporativas especializado em contabilidade, gestão tributária, jurídico e tecnologia, avalia que a reforma tributária tende a afetar de forma mais dura as pequenas e médias empresas. Dados do Sebrae mostram que microempresas, empresas de pequeno porte e MEIs representam entre 97% e 99% das empresas ativas no país, enquanto o IBGE aponta que concentram mais da metade dos empregos formais do setor privado. “A mudança expõe fragilidades estruturais que já estavam presentes na gestão das PMEs”, afirma.

Dados do Sebrae mostram que os pequenos negócios, categoria que inclui microempresas, empresas de pequeno porte e MEIs, representam cerca de 97% a 99% das empresas ativas no país, a depender do critério adotado. Levantamentos do IBGE indicam que essas empresas concentram mais da metade dos empregos formais do setor privado, além de terem papel relevante na geração de novas vagas nos últimos anos.

Apesar desse peso econômico, a estrutura de gestão das PMEs ainda é marcada por informalidade, controles limitados e decisões tributárias reativas, tomadas apenas no momento do recolhimento dos impostos. Esse cenário ajuda a explicar por que a reforma chega como um fator de pressão adicional para empresas que já lidam com margens reduzidas, crédito restrito e alta volatilidade de custos.

Para Jhonny, o problema central não está na reforma em si, mas no nível de preparação das empresas. “A reforma tributária não cria a fragilidade das PMEs, ela apenas escancara uma realidade que já existe. Muitas empresas não sabem exatamente quanto pagam de imposto por produto, serviço ou contrato, e isso se torna crítico em um novo modelo”, observa.

A avaliação ganha relevância porque a proposta de simplificação do sistema prevê a substituição de tributos cumulativos por um modelo de IVA dual, com CBS e IBS, exigindo controle mais rigoroso de créditos, revisão de processos fiscais e integração entre áreas que tradicionalmente operam de forma isolada. 

Para negócios que ainda dependem de planilhas manuais ou informações fragmentadas, o risco vai além de pagar mais imposto e envolve perda de previsibilidade financeira e competitividade.

Segundo ele, parte das empresas subestima o alcance da mudança. “Existe uma percepção equivocada de que quem está no Simples Nacional ou tem contratos de longo prazo estará protegido. A reforma afeta formação de preços, margens e renegociação contratual. Ignorar isso agora pode gerar problemas difíceis de corrigir depois”, diz.

Planejamento tributário deixa de ser diferencial e vira condição básica

Nesse novo ambiente fiscal, o planejamento tributário deixa de ser uma ferramenta pontual de economia e passa a ocupar um papel estrutural na estratégia do negócio. Não planejar, a partir de agora, equivale a assumir riscos diretos sobre o caixa e a continuidade da operação.

“O planejamento tributário não é mais um movimento oportunista para reduzir imposto. Ele passa a ser parte do desenho do negócio, da previsibilidade financeira e da sustentabilidade da empresa”, explica.

O desafio é que muitas PMEs ainda encaram a contabilidade como um serviço operacional, voltado apenas ao cumprimento de obrigações. Essa visão limita a capacidade de análise estratégica justamente em um momento em que a legislação exige leitura integrada de tributação, custos e modelo de negócio.

O especialista aponta cinco pontos de atenção para as PMEs diante da reforma

Antes de listar recomendações práticas, o especialista reforça que o objetivo não é alarmar o empresário, mas oferecer caminhos para reduzir riscos e ampliar a capacidade de adaptação.

  1. Avaliar o impacto real da reforma no negócio
    O primeiro passo é entender como a nova lógica tributária afeta produtos, serviços e contratos específicos. Sem essa análise, decisões de preço e negociação passam a ser feitas sem base técnica.
  2. Integrar áreas que hoje operam de forma isolada
    Tributação não é um tema exclusivo da contabilidade. As áreas comercial, financeira e jurídica precisam atuar de forma coordenada para evitar distorções de margem e conflitos contratuais.
  3. Revisar preços e margens com antecedência
    A mudança no modelo de impostos altera custos indiretos. Empresas que não recalcularem sua estrutura de preços correm o risco de manter faturamento e perder rentabilidade gradualmente.
  4. Avaliar com critério a contratação de assessoria especializada
    Nem todas as empresas têm estrutura interna para lidar com a complexidade da transição. Buscar parceiros com visão integrada, e não apenas operacional, reduz riscos e retrabalho.
  5. Tratar planejamento como processo contínuo
    A reforma não será um evento pontual. Ajustes e regulamentações ocorrerão ao longo dos próximos anos, exigindo revisões periódicas da estratégia tributária e financeira.

Para Martins, o maior erro das PMEs é tratar a reforma como um tema distante ou restrito às grandes corporações. “Quem se antecipa ganha tempo, previsibilidade e margem de manobra. Quem ignora, reage sob pressão, geralmente quando o impacto já chegou ao caixa”, afirma.

Ao final, o executivo destaca que a reforma também cria oportunidades para empresas mais organizadas. “Negócios que estruturarem seus processos tendem a ganhar eficiência e segurança. A mudança é inevitável. O risco está em entrar nela despreparado”, conclui.

Sobre Jhonny Martins

Jhonny Martins é contador e advogado pela PUC-SP com especialização em Direito do Trabalho pela Faculdade de Direito Damásio de Jesus, com MBA em Gestão Empresarial pela FGV-SP e MBA em Gestão Tributária pela USP. É vice-presidente do SERAC, um hub de soluções corporativas. Instagram @jhonnymartins

Sobre o SERAC & BHub

O SERAC é referência nacional em contabilidade, educação e gestão corporativa e BHub, startup especializada em soluções tecnológicas de backoffice. Com mais de 10 mil clientes e presença em todo o território nacional, essa união visa transformar o setor contábil por meio de automação, formação e parcerias estratégicas.  Instagram: @sou_serac ou pelo site souserac.com.

ColmeIA, Startup brasileira, amplia quadro de sócios e aposta em crescimento sustentável e foco no cliente para 2026

Carolina Santos e Leandro Beccon passam a integrar o quadro societário da ColmeIA após trajetória decisiva na consolidação da startup e assumem missões estratégicas ligadas a crescimento, produto e cultura

A ColmeIA, empresa brasileira especializada em soluções de comunicação digital com inteligência artificial, anunciou a chegada de Maria Carolina Pires dos Santos Leandro Beccon ao seu quadro de sócios. A decisão marca um novo momento da companhia e reconhece a atuação dos executivos em uma das fases de maior crescimento da história da empresa.   

Carol e Beccon ingressaram na empresa quando o cenário era de alto risco e incerteza, período comum a startups em fase inicial. Desde então, tornaram-se peças-chave na superação dos obstáculos que antecedem a consolidação de um negócio inovador no mercado brasileiro.  

“Eles chegaram quando a ColmeIA tinha muito mais chances de dar errado do que de dar certo. Caminharam conosco durante o que costumo chamar de o ‘milhão de nãos’ que toda startup precisa enfrentar antes de sobreviver e, só depois, prosperar”, afirma José Caodaglio, CEO da ColmeIA.  

Experiência corporativa aplicada à jornada da startup

A chegada dos novos sócios reforça a ColmeIA com uma combinação estratégica de vivência corporativa e mentalidade de startup. Carolina Santos reúne mais de 15 anos de experiência em estratégia digital, desenvolvimento de negócios e design de produto no setor de tecnologia, com atuação em ambientes multinacionais. Ao longo da carreira, liderou equipes, estruturou operações e desenvolveu estratégias de entrada no mercado voltadas ao aumento de eficiência organizacional, expansão de margens e crescimento sustentável da receita. 

Essa bagagem se reflete diretamente na forma como a ColmeIA evolui seus produtos, serviços e processos, conectando visão estratégica à execução. A experiência de Carol em liderança organizacional e construção de times de alta performance fortalece a empresa em um momento de escala e amadurecimento operacional. 

Já Leandro Beccon traz uma trajetória consolidada em Vendas e Pré-Vendas, com mais de 15 anos de atuação junto a fornecedores de tecnologia e soluções de negócios. Possui forte relacionamento com clientes no mercado brasileiro e experiência na definição de estratégias comerciais e planos de crescimento por região, produto e segmento. 

Com passagens por projetos internacionais no Brasil e em países como Peru, Venezuela e Argentina, Beccon também reúne conhecimento profundo em soluções como Analytics, Big Data, Infraestrutura e SOA, contribuindo para a construção de um modelo comercial mais estruturado, consultivo e alinhado às demandas do mercado. Na ColmeIA, adotou a abordagem de "powerpoint zero" nas apresentações, construindo jornadas sofisticadas desde a primeira apresentação durante o processo de vendas. 

Crescimento, experiência do cliente e cultura no centro da estratégia

Como diretora de Customer Success, Carolina Santos, lidera as áreas de suporte, serviços e desenvolvimento de produtos. Seu principal objetivo é elevar continuamente a experiência e a satisfação dos clientes.   

“Para nós, suporte não é acessório, é core business. É no dia a dia do atendimento que mostramos, na prática, o respeito que temos pelos nossos clientes e o nosso nível de parceria. A Carol materializa isso com profissionalismo, pró-atividade e competência”, reforça o CEO.  

Carol também compartilha com Beccon o desafio de crescer a importância do “digital” na estratégia dos atuais clientes: “Ajudamos nossos clientes a pensar e implementar o que precisarem fazer, do ponto de vista de tecnologia, mas também de competências e estrutura organizacional, para que, por exemplo, o WhatsApp represente 50% do seu negócio digital.” - explica Carol Santos.   

Já o diretor de Vendas e Marketing, Leandro Beccon assume a missão de liderar o plano de crescimento da empresa para os próximos anos. A meta é dobrar a receita da ColmeIA em 2026 e de novo, em 2027, a partir de uma estratégia focada em venda de valor, profundidade técnica e forte entendimento do mercado.  

“Crescer não é apenas vender mais, é vender melhor. O Leandro tem a responsabilidade de conduzir esse crescimento com uma equipe que domina o produto, entende o mercado e mantém a transparência e a objetividade que sempre definiram a ColmeIA”, destaca Caodaglio. E quem já assistiu a uma apresentação da ColmeIA, onde um chatbot é montado ao vivo em tempo de reunião, entende rapidamente a importância da preparação dessa equipe.  

Além das responsabilidades operacionais e estratégicas, os novos sócios assumem uma missão considerada central pela liderança da empresa: serem guardiões e campeões da cultura da ColmeIA. “Mais do que cargos ou metas, confiamos a eles a proteção daquilo que sustenta tudo o que fazemos: nossa cultura. Eles devem representar os valores que queremos preservar e escalar à medida que a empresa cresce, lembrando que esses próximos anos são de crescimento exponencial”, conclui José Caodaglio.  

Sobre a ColmeIA 

A ColmeIA é uma empresa de tecnologia especializada em transformar conversas em negócios com a velocidade e eficiência que o mercado exige. Fundada em 2019, a partir do desenvolvimento de sua própria inteligência artificial, a empresa cresceu de forma acelerada e, em 2024, a empresa já recebeu R$43 milhões em aportes da Crescera Capital. 

Com foco em autonomia, escalabilidade e experiência do usuário, a ColmeIA oferece soluções conversacionais modulares e ágeis, capazes de reduzir o tempo de implementação de projetos de meses para dias.  Atualmente, processa mais de 10 milhões de sessões por dia, convertendo cada interação em valor para os negócios de seus clientes.  

Festival Criativo Viva Joinville abre as comemorações de aniversário da cidade

Evento multicultural gratuito vai reunir moradores e visitantes para uma experiência urbana inovadora nos dias 7 e 8 de março, na Travessa Bachmann

Grandes centros urbanos são feitos de concreto, indústrias e números. Joinville não foge à regra, mas também não se resume a isso. Prestes a completar 175 anos no dia 9 de março, a cidade mostra que tem vida, encontros, gente na rua, arte e movimento. E terá uma grande festa de aniversário.

Nos dias 7 e 8 de março, o centro vai receber o Festival Criativo Viva Joinville – Edição Especial 175 Anos. Das 10 às 22 horas, o evento terá atividades e atrações multiculturais gratuitas na Travessa Bachmann, em frente ao Terminal Central. O objetivo é promover uma experiência coletiva, incentivar a convivência e fazer com que as pessoas ocupem os espaços públicos. 

“Mais do que uma celebração, o Festival será um manifesto urbano, criativo, acessível e gratuito. Joinville é trabalho, mas também é lazer, cultura, arte, diversidade e futuro. Somos uma cidade plural e viva, que merece celebrar seus 175 anos de maneira especial”, diz o idealizador e organizador do evento, André Guesser.

Nos dois dias da comemoração de aniversário da cidade, os visitantes poderão curtir atrações diferentes, como o VivaNoite! Mercado Criativo, uma feira e exposição de marcas autorais e produtos feitos à mão. A iniciativa foi pensada para valorizar os artistas e artesãos locais. 

Além disso, o público terá acesso a apresentações culturais gratuitas e poderá apreciar os sabores da gastronomia de rua. A Travessa Bachmann receberá foodtrucks e beertrucks, uma forma de reforçar a cultura cervejeira da cidade.

Segundo Guesser, o Festival é uma evolução do já consagrado Viva Noite! Mercado Criativo, que agora amadurece, ganha corpo e ocupa a região central com uma proposta multicultural gratuita e democrática. “A celebração dos 175 anos exige essa mudança de escala. Não se trata apenas de fazer uma festa maior, mas de fazer uma festa com mais sentido para o cidadão.”

A proposta do Festival Criativo Viva Joinville, continua o organizador, é despertar sentidos que conectem a identidade da cidade à cultura, à economia criativa, à diversidade, à inovação e ao lazer, alinhando Joinville aos princípios de Cidades Criativas, da Unesco, e Destinos Turísticos Inteligentes (DTI Brasil), do Ministério do Turismo. 

"Uma cidade só é viva quando as pessoas se sentem parte dela. O Viva Joinville não é apenas sobre a nossa história, é sobre o futuro que estamos construindo. Celebrar 175 anos é celebrar a diversidade e o trabalho, mas, principalmente, a capacidade que Joinville tem de se reinventar e ocupar seus espaços públicos com afeto e criatividade", define Guesser.

Em meio às atrações culturais, musicais e gastronômicas, uma figura poética já confirmou presença: Sr. Lúminus.  O personagem criado pelo próprio André Guesser é mais do que o anfitrião do evento, é um “Alfaiate do Extraordinário” - como ele mesmo se define.

“O Sr. Lúminus surge quando a cidade permite que a poesia atravesse a rotina e que a magia invada a noite urbana. E nesta festa de 175 anos, meu convite é para que cada cidadão olhe para o lado e veja o extraordinário que mora no encontro. A rua será o palco e nós, moradores e turistas, os protagonistas”, anuncia André Guesser.

AGENDA

  • O quê: Festival Criativo Viva Joinville – Edição Especial 175 Anos
  • Quando: 7 e 8 de março de 2026 
  • Onde: Travessa Bachmann, em frente ao Terminal Central
  • Quanto: Gratuito e aberto ao público
  • Atrações: Mercado criativo, gastronomia de rua, cervejarias artesanais, shows, espaço pet e bem-estar.
  • Programação completa: https://www.instagram.com/vivanoiteviva/

Estilista Christian Cowan aposta em nova fase criativa e leva brasileira ao casting da NYFW 2026

Enquanto, no Brasil, a agenda é carnavalesca, o calendário internacional da moda 2026 já começou, ditando as tendências do inverno 2026. A New York Fashion Week (NYFW), um dos principais eventos do circuito global, abriu oficialmente os trabalhos do ano com marcas consagradas, como Calvin Klein e Michael Kors, além de novos estilistas que vêm conquistando espaço.

Nas passarelas da NYFW 2026, as modelos brasileiras mais uma vez marcam presença em grande estilo. Entre os nomes da nova geração, Maria Klaumann amplia sua projeção internacional ao desfilar para o estilista inglês Christian Cowan.

Inspirado na Hollywood das décadas de 1920 e 1950, Cowan, desta vez, deslocou o foco dos holofotes para os bastidores. O ponto de partida foram as roupas íntimas e as peças de camarim usadas pelas estrelas da época. O designer explicou que buscou tecidos vintage autênticos para recontextualizar essas referências em um guarda-roupa contemporâneo.

Conhecida por sua versatilidade nas passarelas, marca constante de sua trajetória profissional, esta é a segunda participação de Maria Klaumann em um desfile de Cowan. A primeira foi na coleção de primavera de 2025, também em Nova York.

Na apresentação do Outono 2026, integrando o casting internacional, Maria traduziu a nova proposta do designer, evidenciando a sensualidade contida e a atmosfera cinematográfica da coleção. A participação reafirma sua trajetória no cenário global e seu alinhamento com o momento de transição na estética de Christian Cowan.