DESTAQUES

A Pequena Monstra: Letícia Souza retorna aos palcos de Joinville com solo de dança 

Apresentações gratuitas acontecem nos dias 23 e 24 de junho no Galpão de Teatro da AJOTE  

Nos dias 23 e 24 de junho, no Teatro da AJOTE, em Joinville, a dançarina Letícia Souza apresenta o solo de dança “A Pequena Monstra: o retorno", com codireção dela e Neto Machado. A obra traz à cena uma reflexão das memórias de lutos e lutas vividas pela artista e que em muitos momentos se confundem com a história de todos que estão assistindo. 

Neste sentido, “A Pequena Monstra: o retorno" questiona a vivência e explora a potência que é viver relacionando-se ao ambiente em que se encontra. A criação vem sendo realizada desde janeiro de 2023 e conta com a colaboração de artistas e produtores de Joinville, Salvador e Florianópolis.  

"Mesmo à distância, conseguimos encontrar caminhos possíveis para seguir e criar. Foram seis meses em um um processo de escuta, de possibilidades, de entender os desejos da Letícia e com isso chegamos em um resultado muito bonito", destaca o diretor.

O espetáculo apresenta uma dança solitária e usa os episódios vividos pela artista para reverberar em sua movimentação corporal. "É olhando para cada memória que conseguimos transformar nossos movimentos, compreender nossa existência e compartilhar nossas reflexões para o mundo, passando a olhar de maneira mais leve para o presente e futuro", comenta Letícia.  

Para complementar a experiência, Letícia disponibilizou um e-book (download aqui) onde conta sobre como suas experiências em dança, cicatrizes e memórias de lutos a acompanham durante os anos e como elas interferem seus processos criativos.

O processo de criação do solo, as apresentações nos dias 23 e 24, e a criação e distribuição do livro digital "A pequena monstra: escritas aleatórias para a sobrevivência" fazem parte do projeto “A Pequena Monstra: o retorno" contemplado no Prêmio Elisabete Anderle de Apoio à Cultura – Edição 2022, executado com recursos do Governo do Estado de Santa Catarina, por meio da Fundação Catarinense de Cultura, e conta com o apoio da Associação Joinvilense de Teatro e da Dimenti Produções.

Sobre Letícia Souza

Letícia Souza é dançarina, atriz, curadora, gestora e produtora de projetos culturais colaborativos desenvolvidos principalmente em áreas como criação e circulação de obras de teatro e dança, ações formativas e pesquisa/registro de dança. Tem trabalhos reconhecidos por prêmios nacionais e estaduais, tais como: Prêmio Klauss Vianna de Dança e Prêmio de Circulação e Difusão da Dança, ambos da FUNARTE/Ministério da Cultura do Brasil, e Prêmio Elisabete Anderle da Fundação Catarinense de Cultura. É Idealizadora e Coordenadora da plataforma Como Dançar em Santa Catarina? - pesquisa e registro de dança (www.comodancaremsc.com.br). Mestra em Teatro na Universidade do Estado de Santa Catarina, com pesquisa sobre as relações entre dança, memória e a cidade de Joinville. 

Agende-se

O que: Espetáculo solo A Pequena Mostra: o retorno
Quando: 23 e 24/ 06 | sex e sáb, 20h
Onde: Galpão de Teatro Ajote - R. Quinze de Novembro, 1383
Quanto: A distribuição gratuita dos ingressos será feita 1h antes de cada sessão, na bilheteria do teatro 

Classificação: Livre

Mais informações: 47 99165-8790

Sinopse:

Ressurge dos escombros de um teatro (e de um país): uma dança de lutas e lutos. 

Inaugura novos territórios em si: futuros presentes fincados em solos férteis.

Aguenta firme e encontra modos de agir: bandeiras em movimento.

Embala os fantasmas que estão por aí: farrapos heróicos hasteados com empenho.

Sustenta estandartes alinhavados com otimismo: contudo e com tudo.

Desbrava montanhas: mostra aquilo que se monstra. 

Ficha Técnica:

Direção: Neto Machado e Letícia Souza

Figurinos e Elementos de cena: Karin Serafin 

Trilha Sonora: Dimi Camorlinga 

Iluminação: Flávio Andrade 

Design Gráfico: Rodrigo Ascenção 

Assessoria de Imprensa: Mariana Woj 

Fotos: Rodrigo Arsego 

Produção Executiva: Paula Gotelip 

Coordenação de Produção e Gestão do Projeto: Letícia Souza

Especialista fala com exclusividade sobre os traumas gerados na pandemia

Especialista fala com exclusividade sobre os traumas gerados na pandemia

   Rossandro Klinjey é palestrante, escritor e psicólogo clínico. Fenômeno nas redes sociais, seus vídeos já alcançaram a marca de mais de cem milhões de visualizações. Autor vários de livros, sendo os mais recentes, “As cinco faces do Perdão, Help: me eduque!” e “Eu escolho ser feliz”. É consultor da Rede Globo em temas relacionado a comportamento, educação e família, além de colunista da Rádio CBN. Foi professor universitário por mais de dez anos, quando passou a se dedicar à atividade de palestrante, no Brasil, na Europa e nos Estados Unidos.

   Tendo em vista, os vários traumas adquiridos na pandemia por boa parte da humanidade, que eu convidei o especialista Rossandro Klinjey, para falar amplamente sobre temas como; maturidade emocional e a importância do autoperdão dentre outros assuntos.

O que é maturidade emocional?

   R:   Costumo afirmar com convicção que a maturidade emocional é uma jornada de autodescoberta e uma poderosa escolha pessoal. Ela pode ser descrita como a habilidade intrínseca de reconhecer, compreender e lidar de maneira harmoniosa com nossas próprias emoções e as emoções dos outros. É o domínio de um indivíduo sobre seus sentimentos, permitindo que ele os identifique, nomeie e expresse de forma assertiva, evitando reações impulsivas ou explosivas. Uma pessoa emocionalmente madura não se deixa arrastar pelo caos dos comportamentos explosivos alheios. Ela compreende profundamente que agir no mesmo tom apenas alimentaria um desequilíbrio ainda maior. Ao invés disso, mantém-se serena diante das provocações, pois entende que as ações dos outros são reflexo de seu próprio estado emocional. A maturidade emocional alicerça a capacidade de não se deixar levar por impulsos momentâneos, aguardando o momento adequado para uma conversa genuína e construtiva. No entanto, quando a oportunidade para a comunicação sincera não se apresenta, o indivíduo emocionalmente maduro compreende que isso decorre da incapacidade emocional do outro. Em vez de se frustrar, encontra serenidade na aceitação de que cada pessoa trilha seu próprio caminho de crescimento. Essa compreensão profunda permite que ele permaneça firme em sua busca pela autenticidade e crescimento pessoal, independentemente das circunstâncias externas. A maturidade emocional é, portanto, um estado de ser que transcende as aparências e nos guia para uma conexão mais profunda com nossa própria essência. É um convite para abraçar a paz interior, cultivar relacionamentos genuínos e construir uma vida ancorada na sabedoria emocional. Ao escolher trilhar esse caminho, somos capazes de influenciar positivamente não apenas nossa própria jornada, mas também o mundo ao nosso redor.

Como uma pessoa pode adquirir maturidade emocional?

    R:  A busca pela maturidade emocional é uma jornada fascinante e desafiadora. Não existe uma fórmula mágica para alcançá-la, pois somos seres complexos, moldados por experiências diversas. No entanto, sabemos que a construção dessa maturidade requer um compromisso diário consigo mesmo, um mergulho profundo no autoconhecimento, no autodesenvolvimento e na persistência. É fundamental compreender por que certas situações ou pessoas nos tiram do equilíbrio emocional. Investigar as fragilidades que permitimos que outros explorem, dominando nossa paz interior. O autoconhecimento nos capacita a reconhecer os sinais de vulnerabilidade e perigo emocional, como um sensor de carro alertando para o perigo iminente, e nos orienta a buscar uma fuga saudável dessas situações. Entretanto, é importante ressaltar que esse processo não acontece da noite para o dia, nem se resume a uma simples decisão. A mudança efetiva requer tempo e consolidação de uma vontade interior, muitas vezes silenciosa, porém profundamente consciente. Aqueles que decidem deixar de reclamar da vida, por exemplo, podem ainda enfrentar momentos de fraqueza em que recaem em velhos hábitos. Nesses momentos, é crucial ter empatia e compaixão por si mesmo, compreendendo que a transformação exige paciência e persistência. Não existe uma fórmula universal, pois cada pessoa possui uma trajetória única de vida e experiências. À medida que nos aprofundamos no autoconhecimento, aprendemos a regular nossas emoções, a nos acolhermos e a tomar decisões mais assertivas. Compreendemos também as limitações daqueles que ainda não alcançaram essa conquista interna, e isso nos permite exercer empatia e compreensão.

Você escreveu vários livros, dentre os quais, ‘As 5 Faces do Perdão’. A seu ver, as pessoas têm se perdoado mais e perdoado o seu próximo? Quais os passos para se chegar as duas formas de perdão?

    R:   A humanidade encontra-se profundamente adoecida em suas emoções, buscando escapar de seus sentimentos de todas as maneiras possíveis. Seja através do trabalho excessivo, como uma forma de distração ou até mesmo como uma fuga da própria vida, ou por meio do vício nas redes sociais e nas drogas. Essa busca incessante é acompanhada por uma velocidade frenética de viver, deixando pouco espaço para a verdadeira vivência emocional. Diante desse cenário, como podemos falar sobre perdão? Após quase duas décadas de atendimento em consultório e tendo ensinado a mais de 10 mil alunos em meus cursos de aperfeiçoamento emocional, percebo, a cada encontro, que o tempo passa, mas as pessoas continuam sofrendo as mesmas dores. Isso é resultado da falta de perdão, tanto em relação aos outros quanto a si mesmas. Muitas ainda veem o perdão como uma fraqueza, como se estivessem concedendo uma "vitória" ao agressor, quando, na verdade, o perdão é um sinal de maturidade emocional. É compreender que aquele que nos feriu não possui o repertório emocional para ser diferente do que é e agir de forma distinta. Perdão é aceitar que o passado não pode ser alterado. Ficar remoendo essas memórias e revivendo emocionalmente a dor não mudará nada. É deixar de lado a ferida para que ela se torne uma cicatriz indolor, uma marca do que aconteceu conosco, mas sem viver constantemente sob o domínio do mal que nos foi infligido. Se pudéssemos comparar o perdão aos contos de fadas, seria como alguém nos oferecendo uma "poção mágica" que nos transformaria em sapos. Ao tomá-la, nos tornamos anfíbios. No entanto, ao olharmos ao nosso redor, descobrimos outra poção capaz de nos devolver a forma humana. Ao bebê-la, voltamos a ser humanos, mas trazemos conosco a experiência de ter sido vítimas e buscado a "libertação" do mal. Não perdoar é permanecer ao lado do antídoto e recusar-se a tomá-lo, vivendo eternamente como sapos. Em outras palavras, é continuar sob o efeito do mal que nos foi infligido. O perdão e o autoperdão são sinais de uma profunda conexão com nossa própria essência. São atos de coragem, compaixão e amor-próprio. Ao perdoarmos, não estamos justificando as ações daqueles que nos machucaram, mas sim libertando-nos do fardo do ressentimento e abrindo espaço para a cura interior. O autoperdão é igualmente essencial, permitindo-nos reconhecer que somos humanos, sujeitos a erros e aprendizados, e que merecemos a oportunidade de seguir em frente com leveza e gratidão. A jornada da maturidade emocional e do autoconhecimento requer a coragem de olhar para dentro de nós mesmos, enfrentar nossas feridas mais profundas e, através do perdão, transformar cicatrizes em símbolos de superação e crescimento.

Com a hiper abundância de informações, acesso as redes de maneira até obsessiva, percebe-se que as pessoas estão cada dia mais distantes umas das outras. Nesse sentido, há como reverter este quadro, teremos que lidar com esta nova realidade fazendo uma readequação?

     R:   Chegará o momento em que a humanidade perceberá que passou mais tempo sonhando do que realizando. As palavras sábias de Carl Gustav Jung ressoam em nossos corações: "Aquele que olha para fora sonha. Mas o que olha para dentro acorda." Vivemos imersos em realidades paralelas, perdendo horas preciosas em distrações, mas a vida nos traz pequenos "apagões", momentos em que somos chamados à realidade. Seja quando a internet falha, as redes sociais saem do ar ou quando a dor se faz presente de forma intensa. Somos seres interligados, compartilhando dores universais, mas cada um de nós possui uma percepção singular. Estamos vivendo os efeitos de uma pandemia que impactou famílias de maneiras diversas. Todos fomos afetados de alguma forma, mas nem todos experimentaram uma verdadeira transformação interior. A mudança, o despertar de uma sociedade, ocorre gradualmente, de indivíduo para indivíduo. É chegada a hora de assumirmos a responsabilidade por nossas vidas, de olharmos para dentro e despertarmos para a realidade que nos cerca. É essencial não nos perdermos na sociedade da hiperinformação, mas sim encontrarmos o equilíbrio entre o mundo exterior e nosso mundo interior. Devemos buscar a sabedoria que nasce da autodescoberta e da conexão profunda com nossa própria essência. Ao nos reconectarmos com nosso eu verdadeiro, abrimos caminho para a realização dos nossos sonhos e potenciais. Somos chamados a despertar para uma vida autêntica e significativa, em que nossas ações se alinhem com nossos valores e propósitos. Nesse despertar, encontramos a coragem de enfrentar as adversidades, a compaixão para com os outros seres humanos e a responsabilidade de contribuir para um mundo melhor. Portanto, neste momento de transformação, convido você a olhar para dentro, a despertar para a realidade que pulsa em seu ser. Seja o agente de mudança que tanto anseia ver no mundo, pois cada indivíduo desperto é uma luz que ilumina o caminho para uma sociedade mais consciente e compassiva. A jornada começa em seu interior e se expande para além das fronteiras do seu ser, conectando-se com a teia de interdependência que nos une a todos.

Quais são os benefícios e os malefícios da conexão com as redes na dinâmica das relações interpessoais?

    R:   Há uma dualidade evidente no uso das redes sociais e da internet em geral, e é importante reconhecê-la sem demonizar totalmente essas ferramentas. Como vivenciei durante um voo, a tecnologia pode ser uma ponte que aproxima pessoas, permitindo-nos manter conexões e fortalecer relacionamentos mesmo à distância. Pude conversar com minha esposa, compartilhar informações e estabelecer planos para quando nos encontrássemos. Foi uma experiência de união facilitada pelo avanço tecnológico. No entanto, presenciei outro lado dessa realidade enquanto observava um jovem ao meu lado, absorto em um jogo virtual. Ele estava escolhendo uma namorada para seu avatar, enquanto sua parceira na vida real opinava sobre qual personagem se assemelhava a ela. Ali, diante de mim, se apresentaram duas maneiras distintas de relacionar-se com o mundo digital. Isso ilustra claramente como a internet e as redes sociais são utilizadas de acordo com a maturidade emocional de cada indivíduo. Aqueles que possuem uma conexão genuína consigo mesmos utilizarão a internet como uma aliada para encurtar as distâncias físicas e fortalecer os laços afetivos com aqueles que amam. Por outro lado, aqueles que estão desconectados de si mesmos buscarão nas redes uma forma de escape, criando uma "realidade" virtual na tentativa de exercer um suposto "controle" sobre suas vidas. A grande verdade subjacente a tudo isso é que aqueles que se amam e estão verdadeiramente conectados continuarão a fortalecer seus vínculos através do uso consciente dessas ferramentas. Porém, aqueles que estão desconectados de si mesmos, mesmo tendo a oportunidade de compartilhar momentos reais ao lado das pessoas que amam, vivenciarão experiências de desconexão com a realidade. Portanto, cabe a cada um de nós refletir sobre como utilizamos a tecnologia e as redes sociais. É um chamado para a autenticidade e o autoconhecimento, para cultivarmos relacionamentos reais e significativos, e para estarmos presentes de forma genuína na vida daqueles que amamos. Não podemos permitir que as redes sociais se tornem uma ilusão que nos afasta da realidade, mas sim uma ferramenta que nos aproxima, amplia nossa visão de mundo e nos permite enriquecer nossas conexões humanas. É um convite para encontrarmos o equilíbrio entre o mundo virtual e o mundo real, honrando a essência daquilo que é verdadeiramente importante em nossas vidas.

Lidar com um mundo cada dia mais digital pode ou já tem tornado as pessoas mais intolerantes uma com as outras?

    R:    A internet não é responsável por criar intolerância, mas sim por amplificar e expor aquilo que já está presente dentro de cada pessoa. Ela permite que sentimentos de intolerância se manifestem e sejam nomeados. Por exemplo, alguém que não tem habilidades culinárias pode assistir a um canal de culinária no YouTube, como o da Paola Carosella, e sentir-se inspirado a se tornar um cozinheiro, caso tenha interesse e afinidade com o assunto. Por outro lado, se não houver interesse, a ideia será simplesmente rejeitada. No entanto, o perigo reside especialmente entre crianças e adolescentes, que podem adotar comportamentos que não aprovam apenas para serem aceitos por determinados grupos. Eu, juntamente com meu amigo Jaime Ribeiro, sou cofundador de uma empresa de Educação Socioemocional chamada Educa. Diariamente, recebemos pais preocupados com essa questão. Temos uma escola de educação parental, uma espécie de "Netflix" do assunto, com especialistas explicando como abordar esses problemas com os filhos, e essa dúvida é uma das mais frequentes. É importante compreender que a internet é um espaço onde as pessoas podem manifestar quem realmente são. Se alguém possui tendências de preconceito ou intolerância, essa pessoa pode até criar uma personalidade falsa no ambiente digital, mas, inevitavelmente, ela buscará conectar-se com pessoas que compartilham de suas ideias, já que muitas vezes, no âmbito familiar ou no trabalho, ela se depara com indivíduos que não compartilham dessas mesmas visões. Por medo de punição ou de não serem aceitas, elas se omitem. Na internet, assim como na vida real, existem grupos de pessoas que agem dessa maneira. Quando falávamos sobre bullying na escola, não nos referíamos a uma única pessoa praticando bullying, mas sim a um grupo, pois havia aqueles que praticavam e outros que os apoiavam. Essas dinâmicas também ocorrem no ambiente digital, porém com um alcance ainda maior, uma vez que as conexões são mais amplas do que o número de alunos em uma sala de aula. Isso acaba criando a impressão de que esses comportamentos são mais prevalentes. Além disso, no ambiente digital, as pessoas podem criar múltiplos perfis, o que intensifica as sensações de violência e vulnerabilidade. Em contrapartida, no ambiente presencial, o valentão da escola era apenas uma pessoa, enquanto o grupo era um grupo, e ele não poderia fingir ser maior do que realmente era. Diante dessas reflexões, torna-se essencial compreender que a responsabilidade está em nós mesmos, enquanto indivíduos e como sociedade. Devemos cultivar o diálogo aberto, a empatia e a conscientização para combater a intolerância e o ódio que se manifestam nas redes sociais. É um convite para educarmos nossas crianças e jovens sobre os impactos emocionais e sociais das interações virtuais, incentivando-os a desenvolverem habilidades socioemocionais que promovam relacionamentos saudáveis e respeito mútuo. Ao fazermos isso, estaremos construindo uma cultura digital mais inclusiva e compassiva, onde as diferenças são celebradas e as vozes de todos são respeitadas. Será um espaço em que a conexão virtual servirá como um meio para promover o entendimento, a colaboração e o crescimento mútuo. Uma cultura em que a autenticidade e a bondade prevalecem, e onde cada interação online se torna uma oportunidade de fortalecer os laços humanos e inspirar-se mutuamente. É um chamado para que cada um de nós seja um agente de mudança, promovendo a empatia, o diálogo construtivo e a disseminação de mensagens positivas e construtivas. Juntos, podemos transformar a internet em um espaço de conexão significativa e crescimento pessoal, construindo um futuro digital que seja verdadeiramente inspirador e benéfico para todos.

Quais são as principais indicações que o senhor faz, enquanto psicólogo, para as pessoas que se encontram deprimidas, com transtorno de ansiedade e síndrome do pânico?

   R:    A resposta para essa pergunta complexa e dolorosa reside na busca por ajuda. Embora a depressão, o transtorno de ansiedade e a síndrome do pânico sejam realidades distintas, se eu tivesse que oferecer uma resposta única a todas as pessoas que enfrentam essas dores, seria diretamente para que buscassem auxílio. Um dos principais desafios que a humanidade enfrenta diariamente é minimizar suas próprias dores. No entanto, ignorar ou suprimir essas dores não as faz desaparecerem. Ao contrário, elas continuam a afetar nossa existência, muitas vezes de maneira invisível a olho nu, até que, em algum momento, essas dores ocultas se tornem insustentáveis. Em um mundo que está despertando para a importância da saúde mental, é fundamental compreender que o bem-estar vai além do aspecto físico. Precisamos cuidar de nossas emoções sem nos preocuparmos com julgamentos externos. Aqueles que estão sofrendo não são capazes de compreender plenamente as necessidades dos outros. Porém, aqueles que já trilharam o caminho do autoconhecimento, que conquistaram uma profunda compreensão de si mesmos e encontraram equilíbrio em seus corações, são capazes de reconhecer quando alguém precisa de um tempo para si, de uma mão amiga e de cuidado. No entanto, ainda existem muitas pessoas que permanecem adormecidas, desconhecendo até mesmo o nome de suas próprias dores. Portanto, a resposta para aqueles que enfrentam essas batalhas internas é buscar ajuda. Não há vergonha ou fraqueza em admitir que precisamos de suporte emocional e profissional. É um ato de coragem e autocompaixão reconhecermos que estamos enfrentando dificuldades e buscar as ferramentas e recursos necessários para nossa cura. Ao buscar ajuda, abrimos portas para a esperança, a compreensão e a possibilidade de uma vida plena e significativa. Nesse processo, é importante lembrar que somos seres únicos e que cada jornada de cura é pessoal e individual. O caminho para a saúde mental envolve terapeutas, profissionais especializados e comunidades de apoio que possam nos auxiliar. É um processo de autocuidado contínuo, em que abraçamos nossa vulnerabilidade, nos conectamos com nossas emoções e buscamos as ferramentas que nos permitirão trilhar um caminho de cura e autodescoberta. Portanto, se você está enfrentando essas dores, saiba que você não está sozinho. Busque ajuda, confie no poder de sua própria jornada de cura e abra espaço para a transformação. A vida pode ser bela, e a luz do autoconhecimento e do cuidado emocional pode iluminar o seu caminho rumo à cura e à felicidade duradoura.

Considerações finais? Quais as suas redes sociais, sites no qual as pessoas podem encontrá-lo?

    R:    João, gostaria de expressar minha gratidão pelo apoio e carinho que você tem dedicado ao meu trabalho, assim como pela forma como você o compartilha com seu público. Quero enviar um abraço caloroso aos seus leitores e seguidores, reforçando o convite que você faz para que eles me acompanhem em minhas redes sociais: @rossandroklinjey. Estou presente no Instagram, TikTok, Twitter e YouTube. Aos domingos, apresento um programa especial chamado "Cuidando da Alma", que vai ao ar, ao vivo, às 10:00 da manhã, como mais de 110 epiósidos que estão todos no me canal do YouTube. Já são mais de 2 anos de transmissão! Convido também os leitores e leitoras a acompanharem minha coluna na CBN, junto com a Petra Chaves, chamada "Divã de Todos Nós", que vai ao ar aos domingos, às 13h10. Além disso, todas as quartas-feiras, às 16h15, tenho o programa "Saúde Integral". Essas duas colunas, assim como o "Cuidando da Alma", também estão disponíveis nos principais tocadores de podcast, como o Spotify, Apple Podcasts, Deezer, entre outros. Espero que todos encontrem inspiração, conhecimento e momentos de reflexão em meu conteúdo. É uma honra poder compartilhar essas experiências e contribuir para o cuidado da alma e da saúde integral. Mais uma vez, agradeço imensamente pelo seu apoio e pela oportunidade de me conectar com seu público maravilhoso. Estou ansioso para receber a todos em minhas redes e compartilhar essa jornada de crescimento e bem-estar juntos.

Ana Bittar prestigiou Gilbert Stein em noite musical no Quattrino Restaurante em SP

Gilbert Stein, maior intérprete da música francesa no Brasil, lotou o Quattrino Restaurante localizado na Rua Oscar Freire nº 506, no Jardim Paulista. 

Gilbert cantou os maiores sucessos na comemoração dos 50 anos de carreira.

Dentre os convidados estavam Dudu França, que presenteou o público com duas canções: My Way e New York New York. 

Atualmente os fãs de Gilbert podem vê-lo na Globo Play na reprise da novela Esperança no papel de Ezequiel, um grande sucesso da sua carreira. 

Norton Glabes Labes, Anésio Fassina, Ana Bittar, Maria Emilia Genovesi, Ana Quirino e Ovadia Saadia prestigiaram Gilbert que demonstrou um carinho enorme pelos amigos e público presente.

Claudia Ohana estrela o musical “Dom Quixote de Lugar Nenhum”, de Ruy Guerra, no Teatro Casa Grande

Espetáculo traz canções inéditas de Ruy Guerra e Zeca Baleiro, e ficará em cartaz até o dia 27/07, no Teatro Casa Grande, no bairro do Leblon, no Rio de Janeiro.

O homem é capaz de viver sem seus sonhos?

Esta pergunta sai em busca de uma resposta no musical “Dom Quixote de Lugar Nenhum”, de Ruy Guerra, que, na visão de Jorge Farjalla, ganha nova montagem, no Teatro Casa Grande, com patrocínio do Instituto Cultural Vale.

Imerso em nossa brasilidade, o espetáculo — inspirado pela clássica obra de Cervantes — canta a saga do herói Queixada (Lucas Leto) agora pelo interior do Nordeste e coloca pela primeira vez um ator preto como Dom Quixote. Lá — ou em lugar nenhum, como sugere o título —, ele inicia uma batalha a fim de transformar seu próprio mundo em um espaço menos triste e ainda encontrar a musa Dulcineia (Dani Fontan) que nunca conheceu.

A alma de Dom Quixote, tão utópica e idealista na literatura, vai mexer com os desejos dos espectadores, segundo o diretor. “‘E aí, você continua acreditando no sonho mesmo quando tudo parece ser do contra?’ Você é ou não é um sonhador?’ Esses são questionamentos que estão dentro de todos nós”, diz Farjalla, que coloca Cláudia Ohana no papel de um inquieto diabo. “Ela representa o feminino libertador. Desmembrei a personagem do Sancho, que na obra do Ruy era o diabo, para trazer uma dualidade ainda maior para a história. Essa personagem atua num lugar de consciência para o Dom Quixote. E é também uma homenagem a ela, musa do Ruy dentro e fora da ficção”, explica Farjalla.

Claudia Ohana não trabalhava com Ruy desde 1989 e confessa que está vivendo uma experiência singular no palco. “É incrível voltar a trabalhar em um texto dele – já faz anos, desde o filme ‘Kuarup’. E ter as músicas do Zeca Baleiro, que eu também adoro, é demais. Eu queria trabalhar com o Farjalla já há algum tempo. Tem me trazido muita alegria o processo dele nos ensaios. Fazemos tudo em grupo. É a primeira vez que estou em cena o tempo todo, que toco instrumento, mudo de personagem. Está sendo bastante especial e transformador”, diz ela.

Interpretado por Lucas Leto, o herói Queixada enfrenta um caminho de pedras neste universo árido e já chega rompendo barreiras. “Fazer o primeiro Dom Quixote preto me pegou de surpresa e ao mesmo tempo em estado de alerta. Serve para todo mundo pensar que a sociedade está mudando, mas não estamos nem perto do que seria ideal num contexto racial. Agora, a gente vê um grande clássico como o Dom Quixote, que os artistas pretos nunca conseguiam acessar, sendo vivido por mim. É uma responsabilidade grande porque ele é icônico e agora vai ser interpretado por um jovem ator preto de Salvador. A cada ensaio tenho certeza que esse espetáculo vai surpreender quem for assistir e vai emocionar muito”, diz o ator.

A montagem, idealizada por Simone Kontraluz, marca a estreia de Farjalla no teatro musical. “Sempre tive uma ligação muito forte com música. Ela sempre norteou meus trabalhos, mas agora, pela primeira vez, de forma total. Quando recebi o convite da Simone, pensei muito em trazer para o palco a nossa brasilidade, gente preta no protagonismo. Em termos de linguagem, eu retorno ao estilo barroco, assino o figurino inclusive. Nesta montagem, o coro ganha uma força maior e está presente em toda a ação. Fui em busca também da completude das obras do Ruy Guerra, um desejo dele de ouvi-las no espetáculo”, conta Farjalla, que atualmente dirige os shows “Ana Carolina Canta Cássia Eller”, e “Vem Doce”, de Vanessa da Mata.

Nesta adaptação de Ruy Guerra, esse Dom Quixote Queixada representa a singularidade de cada um de nós nessa eterna busca para amenizar a dureza do cotidiano e transcender ao caos. Os contadores dessa história são materializados no palco como uma trupe de saltimbancos, com 10 atores que cantam e tocam instrumentos se desdobrando em vários personagens, para num grande e fabuloso cordel, narrarem as aventuras e desventuras do protagonista e seu fiel escudeiro, Sancho Pança (Danilo Moura). Eles são incansáveis na tentativa de tornar a fantasia possível de se acreditar.

Ex-aluna de Ruy Guerra, a fotógrafa Simone Kontraluz mantém uma grande amizade com o cineasta há 20 anos. Foi durante a pandemia, ainda mais conectados, que surgiu a ideia de fazer uma nova montagem de “Dom Quixote de Lugar Nenhum”. “Ele fez 90 anos. Então, perguntei o que ele queria de homenagem. Ele me falou deste espetáculo, que havia sido feito pelo Edson Celulari anos atrás, e que não tinha saído exatamente como ele gostaria. Falou da vontade de ver o Quixote como musical no palco, e essa se transformou na minha missão”, conta ela, que convidou Zeca Baleiro para também trabalhar nessas canções.

“Zeca ficou encantado pelas músicas e pela ideia. Eu também achei que só o Farjalla faria como o Ruy gostaria. E ele também se apaixonou de cara. Ficamos nessa corrida louca com o Ruy dizendo que poderia morrer com 90 e ele já está fazendo 92 este ano. Agora, estamos com o Quixote montado e todo mundo está muito feliz, num amor profundo”, celebra Simone.

Ficha técnica

Idealização: Simone Kontraluz

Texto: Ruy Guerra

Direção e encenação: Jorge Farjalla

Assistente de direção: Andrea Dantas

Músicas: Ruy Guerra e Zeca Baleiro

Direção Musical: Lui Coimbra

Elenco: Lucas Leto, Danilo Moura, Claudia Ohana, Dani Fontan, Jana Figarella, André Rosa, Daniel Carneiro, Du Machado, Paloma Ronai, Caio Menck

Cenário: João Uchoa

Figurinos e adereços: Jorge Farjalla

Assistente de figurino: Joana Seibel

Desenho de luz: Samuel Betz e Eduardo Dantas

Preparação Vocal: Suely Mesquita

Preparação corporal: Jorge Farjalla

Som: Gabriel D’angelo

Caracterização: Joana Seibel

Ilustrações: Pally Siqueira

Design gráfico e mídias sociais: Christoffer Pesce

Fotos: Simone Kontraluz

Direção de Produção: Valéria Macedo

Realização: Graviola Produções

Curadoria: Simone Kontraluz

Serviço

Data: 01/06 até 23/07/2023

Local: Teatro Casa Grande

Endereço: Avenida Afrânio de Melo Franco, 290 – Loja A- Leblon – Rio de Janeiro/RJ

Horário: Quinta a Sábado às 20h | Domingo às 18h

Abertura da casa: 1h antes do evento

Classificação: 12 anos. Menores a partir de 10 anos entram acompanhados dos pais ou responsáveis. Crianças de até 1 ano e 11 meses possuem gratuidade permanecendo no colo do responsável.

Venda: https://www.eventim.com.br/artist/dom-quixote-de-lugar-nenhum

João Costa recebe o troféu Odarcio Ducci de Jornalismo como destaque do ano

João Costa recebe o troféu Odarcio Ducci de Jornalismo como destaque do ano

    João Costa recebeu na noite do último domingo (04/06), o Troféu Odarcio Ducci, como o jornalista destaque do ano.  O evento ocorreu em São Paulo, numa noite de gala, no Japan Tawer. A noite foi marcada por muito requinte, glamour e sofisticação.

  Em meio a muita emoção, “o jornalista ressaltou a importância do recebimento do troféu e da sua luta por igualdade racial e social. Na oportunidade João Costa, destacou também a relevância de se dar voz a quem não tem voz, como as pessoas das comunidades entre tantos outros que se encontram no anonimato”. 

   Para ele, eventos como este contribuem para a promoção da pluralidade, diversidade, bem como, a defesa intransigente da liberdade de expressão e da liberdade de imprensa.

   Segundo Costa, a noite começou com a suntuosa entrada dos homenageados que foram trazidos do hotel para o Japan Tawer, e recepcionados pela imprensa e a Miss Beleza Negra Deya Morena que foi a apresentadora da noite. Na ocasião, o evento contou com a presença do cantor, compositor e Dj Don Russo e do cantor e compositor, Martinho Jorge, afilhado de Martinho da Vila dentre outras personalidades de expressão, que foram homenageadas na ocasião.

  O comunicador, “salientou que levar a informação com seriedade, segurança e defender de forma intransigente a liberdade de imprensa e a liberdade de expressão é fundamental no exercício de um jornalismo de excelência e sem fake news”.

    Ele comentou ainda que, “preservar valores e perseguir ideais é um dos seus maiores objetivos e o que o seu sonho se concretiza quando ver perspectivas de igualdade social por meio da comunicação e da discussão plural e de absoluto respeito a diversidade”. Para saber mais sobre o jornalista João Costa siga-o no Instagram. Acesse aqui.  

  Gratidão  a Deus por mais este reconhecimento, o “Troféu Odarcio Ducci de Jornalismo", concluiu João Costa.

Fotos - créditos:  @allex_fotografo

Teresa Kodama participa de Exposição na Itália dedicada a Picasso

Por ocasião do 50º aniversário morte de Picasso, a Associação "Nel segno dell’arte" organizou a Exposição Internacional em "Omaggio a Picasso" tendo como Curador o magnífico Generoso Vella. 
 
De 9 a 30 de junho de 2023, estarão expostas as obras de arte postal de 317 artistas de 42 países, todas inspiradas no cofundador do cubismo. 
 

Sexta-feira, 9 de junho de 2023, às 18 horas, ocorreu a inauguração no Bar Caffeoveggenza de Maurizio Caso Panza, na via Brigata 192 em Avellino, com a intervenção crítica de Raffaella De Stefano e as leituras poéticas de Ilde Rampino. 

 
 
Ocorreram adesões de Artistas de todo o mundo, sendo esses países de origem das obras: Argentina, Austrália, Áustria, Azerbaijão, Bélgica, Bielorrússia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, Egito, El Salvador, Filipinas, França, Alemanha, Japão, Grécia, Índia, Irlanda, Itália, México, Panamá, Peru, Polónia, Portugal, Reino Unido, República Checa, Roménia, Sérvia, Sibéria, Singapura, Espanha, Taiwan, Tailândia, Turquia, EUA, Ucrânia, Hungria, Uruguai e Venezuela. 
 
Essa Exposição é dedicada a um dos  grandes gênios do século XX, Pablo Picasso, que revolucionou a Arte, inspirando milhares de Artistas 
 
Essa Exposição também divulga a Arte Postal que conta com sessenta anos. 
 
As obras podem ser vistas até 30 de junho de 2023, todos os dias, das 8 às 20 horas exceto domingos. A entrada é gratuita. 
 
Teresa Kodama, também como cidadã italiana e representando o Brasil, expor duas obras cubistas intituladas " A Sonhadora" e a "Menina e o Cão.". 
 
Sucesso imenso ao Curador de Arte Generoso Vella é a todos os Artistas! 

Evento Dia dos Namorados “Love in the Air” reune mulheres empreendedoras

Aconteceu em grande estilo o evento “Love in the Air” com a digital influencer Claudia Métne e suas parceiras empreendedoras, em homenagem ao Dia dos Namorados marcando abertura do novo showroom concept da Sleep Solutions da empresária Lollo Tenucci .  

Uma tarde em que a Sleep Solutions apresentou seus colchões tops e suas camas que receberem uma linda roupagem com os lençóis da Marlene Enxovais assinado por Wilma Tavares.

Circularam por lá mulheres antenadas em bem-estar, moda, beleza e conforto  

As empresárias brindaram a data com as lindas lingeries da Fruit de la Passion e o espumante Lorraine @espumantepollorraine que recebe o codinome de “O espumante do amor” do empresário Paulinho Ladeira ..

A decoração impecável ganhou o charme das flores da Florir a Vida ..

Presença da Dermatologista Dra Patricia Nakahodo que cuida da pele das meninas e sempre enobrece com sua presença e distribui mimos da  @mayclinicmd.

Um toque no look com os lindos lenços estampadas da @estampasdagi.

Kits dos cremes manipulados com fórmula a base de ureia para deixar a pele da mulher muito sedosa e as balas de goma com colágeno da melhor farmácia de manipulação @tavepharma ,assinado por Anelise Taleb

@anelisetaleb.

O melhor bolo de rolo que já é tradição e faz parte de todos os eventos de Claudia adoçou a tarde @boloderolosaopaulo.

A noite pede aqueles óculos de leitura, e todas receberam os mais lindos, da New Collection da@lesbains.br.

E o sabor do melhor café gourmet com grãos selecionados e chai latte do @cafesantamonica ..

Por fim Lollo distribuiu os mimos mais lindos da @sleepsolutions ! Os colchões para os pets !

Serviço : Sleep Solutions

Praça do Vaticano, 52 B - Jardim Europa, São Paulo - SP, 01449-060

Final de semana do feriado de Corpus Christi, terá megaevento de Kako Chocolata

Final de semana do feriado de Corpus Christi, terá megaevento de Kako Chocolata

O Caldeirão do Kako Chocolata, que será realizado no dia 10/06, contará com algumas participações e surpresas especiais para quem estiver presente. Os ingressos já estão disponíveis

O sambista Kako Chocolata realizará o seu megaevento, o Caldeirão do Kako, que será realizado no dia 10 de junho de 2023, no Patriarca Lounge Beer, na Av. Antônio Estevão de Carvalho, 1608, na Patriarca, em São Paulo (SP), às 19h.

O evento terá convidados especiais como o grupo Ousadia, Fabiano Sorriso, Rick, Ester, Marta Maria, Carica, Renan Moraes, Katiane, Zambuzeiro, Celsinho Mody, Carlos Jr, Douglas Sampa, além dos DJs Nega Li e Rafa.  

Kako comenta que o show retrata tudo o que ele passou em sua carreira, desde o início, quando tinha 15 anos, até hoje.

“Este show é com banda completa, exclusivo apenas no Caldeirão do Kako, não faço essa apresentação nas casas de show. É um evento em comemoração ao meu aniversário e, também, para festejar aonde cheguei na minha carreira, relatando tudo que sou e tudo o que caminhei”, revela.

Com seis horas de música, Kako garante que o show será uma experiência única. 

“Eu tenho muito o que falar, porém o Caldeirão do Kako é um projeto tão grande que fica difícil resumir. Mas, pontuando, nesse show, vou conseguir falar do que eu sou, em forma de música. A decoração e as cores me representam bastante. A laranja, a verde, a roxa e a branca têm relação religiosa de matriz africana. Além disso, teremos surpresas que só quem estiver presente vai presenciar e sentir a energia”, finaliza Kako Chocolata.

Garanta o seu ingresso pelo link: https://www.sympla.com.br/caldeirao-do-kako-chocolata__1994498

Serviço
Caldeirão do Kako
Dia: 10 de junho de 2023
Horário: a partir das 19h
Local: Patriarca Lounge Beer
Endereço: avenida Antônio Estevão de Carvalho, 1608 - Cidade Patriarca, São Paulo (SP)
Ingressos: https://www.sympla.com.br/caldeirao-do-kako-chocolata__1994498

Ana Bittar prestigia o preview da Exposição Imersiva Da Vinci e Michelangelo 

A jornalista e artista plástica Ana Bittar prestigia o preview da Exposição Imersiva Da Vinci e Michelangelo - As Farpas do Renascimento, no Shopping Vila Olímpia.

Leonardo Da Vinci e Michelangelo foram dois gênios das artes, ciências e engenharia que deixaram um legado impagável para a humanidade, e agora para mergulhar no universo desses artistas, essa exposição oferece uma experiência única, sensorial e inovadora.

Raiz Latina recebe prêmio nacional por Liderança Feminina

Raiz Latina de São José dos Campos recebe prêmio nacional por Liderança Feminina

 Telma dos Santos é uma das mulheres que transformam o mercado da beleza, bem estar, inovação e sustentabilidade no Brasil

A CEO da Raiz Latina, Telma dos Santos, que fundou a primeira empresa de cosmética capilar do Vale do Paraíba, atuante há 23 anos no mercado de beleza, recebeu no último dia 21 de maio, em São Paulo, o troféu do Prêmio Monumental – Liderança Feminina 2023.

Telma dos Santos foi reconhecida por sua empresa, a Raiz Latina prestar serviços na área da cosmética, sendo líder em um mercado que conta com a maioria de homens no comando.

A noite de premiação foi na Galeria de Arte Panamericana. Telma recebeu o troféu pelas mãos de Sandra Pão, diretora executiva da Revista Monumental.

Telma dos Santos foi uma das 36 empresárias a receber o Prêmio Monumental – Liderança Feminina. Ao seu lado grandes empresárias do cenário nacional como:  Dirce Grotkniski, CEO da Payot; Ana Hickmann, da Ana Hickmann; Daniela Cruz, cofundadora da Vult e Sissi Freeman, CEO da Granado, entre outras personalidades.

Para a premiação, Telma dos Santos foi acompanhada de seu esposo Marco Javier Pocardich e de sua filha que também participa do dia a dia, trabalhando na Raiz Latina, Paola Pocardich.

“São anos de dedicação, estudo e trabalho que fizeram a Raiz Latina ser essa representatividade no cenário nacional. Fico feliz como mulher, poder escrever essa história na indústria da beleza, de ser uma liderança ao lado destas outras mulheres e juntas estarmos contribuindo para o crescimento industrial da cosmética, produzindo produtos de qualidade e gerando empregos”, pontuo Telma dos Santos, CEO da Raiz Latina.

Sobre Telma dos Santos, CEO da Raiz Latina empresa de cosmética capilar, empreendedora que ama e valoriza o Brasil, casada, tem duas filhas. Foi precursora da indústria cosmética na região metropolitana do Vale do Paraíba, no Estado de São Paulo. Do começo, de porta em porta de salão até a abertura da empresa, hoje atende 18 Estados. A empresária conta com indústria própria e caminha para a ampliação e diversificação de produtos desenvolvendo também a linha facial e corporal. Por valorizar a qualificação, em 2021 foi convidada e participou da Assembleia Empresarial Europeia, na ONU, na Suíça. Tem mais de 20 prêmios recebidos nacionais e internacionais. A marca criada pela empresária está entre as mais respeitadas junto aos profissionais da beleza.