ATUALIDADE

Swarovski brilha no 46º BRIT Awards

A Swarovski iluminou a noite e adornou três músicos excepcionais durante a 46ª edição do BRIT Awards, realizada pela primeira vez na Co-op Live Arena, em Manchester. Tems desfilou pelo tapete vermelho usando joias Swarovski que potencializaram ainda mais sua expressão artística.

Tems, cantora, compositora e produtora, encantou no tapete vermelho com os luminosos brincos Constella, o relógio Millenia e o anel Galaxy com Swarovski Created Diamonds.

Sobre Swarovski

Mestres da Luz desde 1895 

A Swarovski cria belíssimos produtos, de qualidade impecável e artesanato refinado, que trazem alegria e celebram a individualidade.  Fundada em 1895 na Áustria, a empresa projeta, fabrica e vende os cristais mais finos do mundo, diamantes e zircônias Swarovski Criados, joias e acessórios, além de itens de decoração para casa e cristais para o setor automotivo. 

O Swarovski Crystal Business está presente em mais de 140 países ao redor do mundo, com 2.300 boutiques Swarovski, complementadas por parceiros multimarcas selecionados, e emprega cerca de 18.600 pessoas. Juntamente com suas empresas irmãs Swarovski Optik (dispositivos ópticos) e Tyrolit (abrasivos), o Swarovski Crystal Business compõe o Swarovski Group. Um relacionamento responsável com as pessoas e o planeta faz parte do legado da Swarovski. 

Hoje, essa herança se reflete em medidas sustentáveis ao longo de toda a cadeia de valor, com foco na inovação circular, na promoção da diversidade, inclusão e autoexpressão, além do trabalho filantrópico da Swarovski Foundation, que apoia organizações beneficentes gerando impacto ambiental e social positivo.

Imagem: Getty

Glamour, brilhos, animal print e sedução inspiram novidades da Rene Caovilla

Peças desembarcam no shoe salon do Shops Jardins a partir de setembro

Instinto e sedução impulsionam o inverno 2026 da marca de sapatos Rene Caovilla. Célebre pelas icônicas sandálias Cleo, a marca leva suas criações a explorar novos territórios.

A família Allura apresenta escarpins, slingbacks e sandálias, traduzindo a fusão entre tradição e criatividade, com malhas transparentes com delicados motivos de pele animal e cristais bordados à mão. Em vermelho profundo, preto e marrom suave, os modelos materializam a excelência artesanal e a construção impecável da marca de Veneza.

Peças hit da casa ganham novas interpretações. A sandália Galaxia ressurge com uma combinação de couro brilhante e malha cravejada de cristais, assim como modelos como a Cleo, Chandelier e Ellabrita, que ganham releituras com animal print.

O brilho, um dos códigos fundamentais da Rene Caovilla, tem papel central no projeto Rene Caovilla meets Swarovski, com quatro criações adornadas com milhares de cristais aplicados à mão, em tons que lembram o pôr do sol e que transformam as peças Cleo, Super Cleo, Lady e Ellabrita em verdadeiras joias arquitetônicas.

O resultado é uma coleção que combina técnica e emoção, luz e estrutura, reafirmando o glamour atemporal da marca. Os novos lançamentos de Caovilla chegam ao shoe salon do Shops Jardins a partir de setembro.

Casa Museu Ema Klabin lança catálogo da exposição Quando São Paulo era Piratininga: arqueologia paulistana

Para marcar o lançamento, a arqueóloga Paula Nishida, uma das curadoras da mostra, ministrará uma palestra. Programação também inclui oficina de pedra lascada. 

No dia 28 de fevereiro, às 11h, a Casa Museu Ema Klabin lançará o catálogo da exposição Quando São Paulo era Piratininga: arqueologia paulistana. Com curadoria de Paulo de Freitas Costa e Paula Nishida, a mostra revela um território com cerca de 4 mil anos de ocupação humana, muito antes da fundação da vila colonial. O percurso expositivo articula ciência, história e imaginação para compreender a relação dos primeiros habitantes com a paisagem que hoje abriga a maior cidade do país, ampliando o olhar sobre a memória e a formação de São Paulo.

Para aprofundar os temas abordados pela exposição, o catálogo reúne textos dos curadores, aproximando as perspectivas histórica e arqueológica da mostra. Além dos ensaios analíticos, o volume inclui uma seleção de fotografias que documentam aspectos centrais do percurso expositivo e contextualizam visualmente as descobertas apresentadas.

Lançamento

Com entrada franca, o lançamento será realizado na área de eventos da Casa Museu Ema Klabin, onde os curadores farão uma breve apresentação sobre seus textos. O catálogo será disponibilizado ao público com sugestão de contribuição voluntária, em apoio às atividades da casa museu.

Em seguida, a programação segue com a palestra presencial da arqueóloga e curadora Paula Nishida. A apresentação traçará um panorama dos contextos arqueológicos do município de São Paulo, destacando a distribuição, a localização e os impactos dos sítios identificados, e evidenciará como a pesquisa arqueológica permite recuperar aspectos pouco registrados na historiografia, mesmo em um território intensamente urbanizado. 

São Paulo conta com cerca de 90 sítios arqueológicos identificados, e oito deles foram escolhidos para compor esta exposição, servindo como referências importantes para entender a formação histórica do território paulistano.

Do lítico ao contemporâneo: oficina de pedra lascada

Você sabe como nossos antepassados produziam ferramentas com rochas? Na arqueologia, líticos são rochas trabalhadas pelo gesto humano para funções específicas, e muitas das ferramentas pré-históricas revelam soluções técnicas sofisticadas semelhantes às de hoje. Às 14h, a oficina Pedra lascada: como nossos antepassados produziam ferramentas com rochas? reúne essas reflexões com uma experiência prática conduzida pelo arqueólogo Luiz Fernando Erig Lima, que apresenta os princípios das indústrias líticas e orienta a produção de ferramentas em rocha. A atividade propõe uma nova leitura de São Paulo não apenas como metrópole, mas como território de longa ocupação humana, cujas práticas materiais apontam conexões entre memória, cultura e tecnologia. 

Ciclo de palestras amplia panorama arqueológico

A exposição, em cartaz até 29 de março, é acompanhada por um ciclo de palestras e eventos que aprofundam os eixos curatoriais da mostra e ampliam seu diálogo com diferentes campos do conhecimento. A programação reúne pesquisadores e especialistas em abordagens presenciais e online. Entre os destaques estão as palestras de Luis Symanski, sobre arqueologia diaspórica (18 de março); Letícia Correa, dedicada ao Sítio Lítico do Morumbi (26 de março); e Ricardo Cardim, com o tema da Mata Atlântica (16 de abril). O ciclo inclui ainda oficinas e caminhadas presenciais conduzidas por Carolina Guedes, que explora pintura rupestre e arte de rua (28 e 29 de março), e a caminhada urbana de aproximação da arqueologia da cidade com a memória negra do século XVIII, promovida pelo coletivo Cartografia Negra (11 de abril).

O objetivo da programação é apresentar a diversidade e a pluralidade de povos, práticas e modos de vida que constituíram o território paulistano ao longo do tempo, ampliando o entendimento sobre a formação histórica da cidade para além das narrativas tradicionais. Um relevante panorama sobre o passado da cidade que não consta nos livros de História.

Sobre a Casa Museu Ema Klabin

Casa Museu Ema Klabin. Foto: Nelson Kon/ Arquivo Casa Museu Ema Klabin

A residência onde viveu Ema Klabin de 1961 a 1994 é uma das poucas casas museus de colecionador no Brasil com ambientes preservados. A Coleção Ema Klabin inclui pinturas do russo Marc Chagall e do holandês Frans Post, obras do modernismo brasileiro, como de Tarsila do Amaral e Candido Portinari, além de artes decorativas, peças arqueológicas e livros raros, reunindo variadas culturas em um arco temporal de 35 séculos.

 A Casa Museu Ema Klabin é uma fundação cultural sem fins lucrativos, de utilidade pública, criada para salvaguardar, estudar e divulgar a coleção, a residência e a memória de Ema Klabin, visando à promoção de atividades de caráter cultural, educacional e social, inspiradas pela sua atuação em vida, de forma a construir, em conjunto com o público mais amplo possível, um ambiente de fruição, diálogo e reflexão.

A programação cultural da casa museu decorre da coleção e da personalidade da empresária Ema Klabin, que teve uma significativa atuação nas manifestações e instituições culturais da cidade de São Paulo, especialmente nas áreas de música e arte. Além de receber a visitação do público, a Casa Museu Ema Klabin realiza exposições temporárias, séries de arte contemporânea, cursos, palestras e oficinas, bem como apresentações de música, dança e teatro.

O jardim da casa museu foi projetado por Roberto Burle Marx e a decoração foi criada por Terri Della Stufa.

Quando?
28 de fevereiro de 2026 (sábado)

11h às 13h - Lançamento do catálogo da exposição Quando São Paulo era Piratininga: arqueologia paulistana com as presenças dos curadores Paulo de Freitas Costa e Paula Nishida e palestra com a arqueóloga e curadora Paula Nishida - Gratuito (com sugestão de contribuição voluntária). Tradução e interpretação em Libras. Vagas: 95, por ordem de inscrição no site: https://emaklabin.org.br/em-cartaz/palestras-presencial-quando-sao-paulo-era-piratininga-arqueologia-paulistana

14h - Oficina Pedra lascada: como nossos antepassados produziam ferramentas com rochas? com o arqueólogo Luiz Fernando Erig Lima. Gratuito (com sugestão de contribuição voluntária) Vagas: 30, por ordem de inscrição: https://emaklabin.org.br

Exposição: Quando São Paulo era Piratininga: arqueologia paulistana - Curadoria: Paula Nishida e Paulo de Freitas Costa 

Até 29/03/2026 - Visitas livres de quarta a domingo, das 11h às 17h, com permanência até as 18h - visitas mediadas quarta a sexta, às 11h, 14h, 15h e 16h. sábado, domingo e feriado, às 14h. R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia) para estudantes, idosos, PCD e jovens de baixa renda. Gratuidade para crianças de até 7 anos, professores e estudantes da rede pública.

Rua Portugal, 43, Jardim Europa, São Paulo.

Foto Destaque: A sala de jantar da Casa Museu Ema Klabin integra o percurso da exposição Quando São Paulo era Piratininga: arqueologia paulistana. Foto: Nelson Kon / Arquivo Casa Museu Ema Klabin

Site: https://emaklabin.org.br

Instagram, Facebook e TikTok: @emaklabin

Bvlgari apresenta coleção de Artigos de Couro e Acessórios Fall-Winter 2026 durante a Semana de Moda de Milão

Durante a renomada Semana de Moda de Milão, a Bvlgari revelou sua coleção de Artigos de Couro e Acessórios Fall–Winter 2026. Para a nova temporada, a Maison romana continua a reinterpretar seus símbolos de joalheria mais icônicos através da linguagem estética e do domínio artesanal do couro.

A coleção apresenta novas silhuetas contemporâneas, como a Tubogas Sphere, ao lado dos modelos atemporais da Maison, como a Serpenti, Cuore e a clutch Tubogas, reinterpretados em tons sazonais quentes, vibrantes e inspirados em gemas, e elevados por meio de tratamentos inéditos e artesanato excepcional. Equilibrando o design moderno com o apelo duradouro dos códigos estéticos da Bvlgari, cada criação harmoniza detalhes inspirados em joias, materiais preciosos e trabalho artesanal extraordinário, expressando a visão e o savoir-faire da Maison em cada peça. Nesta ocasião, a Bvlgari também apresentou sua nova coleção de óculos.

Para celebrar o evento, a Bvlgari transformou sua boutique em Milão, na Via Montenapoleone, em uma sinfonia viva, recebendo 400 membros da imprensa internacional e talentos de todo o mundo. Por apenas um dia, a nova bolsa Serpenti Cuoricino ganhou vida por meio de uma experiência sonora imersiva desenvolvida em colaboração com o cantouchthis.studio. Respondendo ao toque, as bolsas despertaram uma paisagem sonora fluida de música e emoção, convidando os visitantes a se envolverem intuitivamente e a se tornarem parte de uma performance compartilhada, moldada por movimento, ritmo e presença. Escultórica, sensorial e ousada, a experiência capturou o espírito da Serpenti Cuoricino, um ícone em forma de coração que se move em seu próprio ritmo. Dentro da boutique, artesanato, cor e inovação ressoaram juntos em uma sinfonia alegre.

TUBOGAS

Inspirada em uma das técnicas de joalheria mais emblemáticas da Bvlgari, a bolsa para a noite Tubogas Sphere combina detalhes preciosos com uma silhueta retangular limpa e arquitetônica. Sua alça de metal com acabamento dourado, que remete às espirais flexíveis de Tubogas, é enriquecida com extremidades esféricas, remetendo às pulseiras Tubogas da Bvlgari da década de 1970, que se destacavam por suas esferas esculturais. A bolsa é reinterpretada em duas variações: uma com esferas esmaltadas semitransparentes em Citrino, Verde Esmeralda e Granada Romana, acentuadas com cristais; a outra adornada com pavê de cristais. Concebida para transitar perfeitamente da noite para o dia com elegância, a bolsa estará disponível em couro preto e Nabuk Terracota de novilho a partir de agosto, com as versões em couro Branco Pérola de novilho e em couro preto brilhante de crocodilo chegando em novembro de 2026.

O diálogo com o universo da joalheria continua com a bolsa para a noite Tubogas Parentesi Top Handle em veludo preto. Sua alça escultural reproduz fielmente a técnica vanguardista Tubogas. O histórico motivo Parentesi é reinterpretado sob uma ótica contemporânea no fecho que lembra uma joia e nos detalhes refinados, ambos iluminados por cristais. Complementada por uma alça de corrente Tubogas removível para maior versatilidade, o modelo será lançado em novembro de 2026.

Outra homenagem ao design icônico das joias da Bvlgari é oferecida pela clutch Tubogas Parentesi. Apresentada em cetim magenta, cetim terracota e couro preto brilhante de crocodilo, a refinada peça para a noite apresenta uma alça Tubogas iluminada por detalhes cravejados de cristais brilhantes. Um contraste marcante é introduzido pela versão em cetim magenta, onde uma alça com acabamento prateado é combinada com o icônico motivo Parentesi em ouro. As edições em cetim chegam em agosto de 2026, enquanto a versão em couro brilhante de crocodilo será lançada em novembro de 2026.

Com sua alça que remete a uma joia, unindo a maestria de pedras e metais preciosos, a clutch Tubogas Cabochon proporciona um uso elegante e distinto. Disponível a partir de novembro de 2026, a sofisticada versão em veludo preto é adornada com uma rica composição de pedras lapidadas em cabochão, emolduradas por cristais, enquanto a interpretação em cetim azul-petróleo, que chega em agosto, combina sua superfície vibrante com delicados detalhes em madrepérola branca e cinza e aplicações de cristais. A essência do estilo Bvlgari é vista em cada detalhe, do design ao acabamento.

SERPENTI CUORE E SERPENTI CUORICINO

Inspirada em uma lendária criação Serpenti dos arquivos da Maison, a Serpenti Cuore “1968” transmite a herança da Bvlgari em uma criação escultural em forma de coração. Sua alça de metal esmaltado à mão, em formato de serpente, evolui nesta temporada através de uma refinada combinação de quatro cores – Turquesa Feroza, Verde Esmeralda, Branco Pérola e Preto – concebida para harmonizar com o corpo curvo e volumoso em couro Smeraldo Prezioso de vitelo. O modelo estará disponível a partir de agosto de 2026.

Concebida como uma interpretação em tamanho de joia, a Serpenti Cuoricino traz uma elegância refinada para a noite por meio de novas variações sazonais. Versões em cetim preto ou magenta introduzem um sofisticado toque cromático, enquanto o Soft Nappa dourado adiciona um toque luminoso e festivo, perfeito para momentos de celebração.

SOBRE A BVLGARI

Parte do Grupo LVMH, a Bvlgari foi fundada no coração de Roma em 1884. Ao longo dos anos, a marca se consolidou mundialmente como um símbolo de excelência em alta joalheria e como um ícone da beleza e arte de viver italianos, graças ao seu trabalho artesanal primoroso, design visionário e combinações audaciosa de cores.

Por meio de uma visão pioneira intrínseca ao DNA da Bvlgari desde sua fundação, o sucesso internacional da empresa evoluiu para oferecer uma gama global e diversificada de produtos e serviços de luxo, desde joias finas e relógios de alta relojoaria a acessórios e perfumes, com uma rede incomparável de boutiques e hotéis nas áreas comerciais mais exclusivas do mundo.

Para fortalecer e ampliar seu compromisso cultural, filantrópico e social, em 2024 a Maison anunciou a criação da Fondazione Bvlgari, dedicada a gerar valor duradouro por meio da arte, patrocínio, educação, filantropia e à transmissão do savoir-faire. Impulsionada por um forte senso de responsabilidade para com a comunidade e uma abordagem baseada na retribuição, a fundação trabalha com as principais organizações internacionais, desenvolvendo parcerias de longo prazo para auxiliar as futuras gerações, estimular a criatividade e diversas formas de arte, promover a proteção do patrimônio cultural, apoiar as comunidades mais vulneráveis ​​e incentivar o desenvolvimento sustentável.

Lapinha Spa lança o primeiro espaço de Sound Healing das Américas

Situado em um quiosque rodeado pela natureza, sala especial promove sessões individuais

Lapinha Spa apresenta o Quiosque de Terapia Sonorium, um espaço dedicado ao Sound Healing e à experiência terapêutica do som. Com a novidade, a Lapinha se torna o primeiro spa médico das Américas a oferecer uma sala oficial do Sonorium Svaram, referência internacional em práticas de cura sonora aplicadas à saúde integrativa.

A prática de Sound Healing faz parte da abordagem terapêutica da Lapinha desde 2021, conduzida por Gabriela Brephol, COO (Chief Operating Officer) do spa, responsável pelo desenvolvimento e pela condução das terapias sonoras dentro da instituição. A chegada do Sonorium aprimora esse trabalho, estruturando a experiência em um ambiente desenvolvido especificamente para aplicações terapêuticas, médicas e integrativas.

Desenvolvido pela SVARAM, o Sonorium é uma sala de cura sonora formada por instrumentos artesanais dispostos em geometria arquetípica ao redor da Nidranantar, cama que amplia o conceito da maca de massagem ao funcionar como suporte vibracional. Na experiência, o paciente percebe as vibrações no corpo a partir de diferentes frequências e camadas sonoras.

A experiência acontece em um campo de escuta, sintonia e ressonância, que combina sons naturais e arcaicos com frequências afinadas a partir das proporções da Just Intonation, tendo como referência o tom Dó 256 Hz. A polaridade entre sons estruturados e sons primordiais, produzidos por materiais como pedra, cerâmica, conchas, sementes e água, favorece estados profundos de relaxamento, integração e reorganização interna.

Instalado em um quiosque imerso na natureza, o Sonorium da Lapinha oferece sessões individuais com duração aproximada de uma hora. As vibrações físicas e táteis conduzidas ao longo da experiência estimulam o estado Nidra/Alpha de consciência, associado a descanso profundo, clareza mental e sensação de equilíbrio global.

Localizada próxima a Curitiba, a Lapinha Spa é reconhecida como o primeiro spa médico do Brasil e é referência em saúde integrativa. Com uma abordagem que une medicina, práticas terapêuticas e estilo de vida saudável, o local desenvolve programas focados em prevenção, longevidade e reconexão entre corpo e mente.

Sobre a Lapinha SPA

Imersa em uma natureza exuberante, a Lapinha é um verdadeiro santuário de bem-estar em perfeita sintonia com o ambiente ao seu redor. Reconhecida como Spa Sustentável Global pela World Spa & Wellness Awards, a Lapinha está situada em meio aos bosques de Mata Atlântica e Araucárias, com vistas deslumbrantes para morros e campos naturais, próximos à majestosa Escarpa Devoniana. Com uma área de 550 hectares, a propriedade abriga uma densa floresta nativa, preservando seu bioma e contribuindo para a riqueza do ecossistema local.

Todos os efluentes são tratados e devolvidos à natureza de forma limpa, assegurando a integridade do ambiente. Rodeada por uma reserva de Mata Atlântica, a atmosfera serena da Lapinha oferece uma sensação única de paz aos visitantes. As caminhadas matinais, as refeições balanceadas e a ausência de estimulantes como o café contribuem para a regulação do relógio biológico, promovendo um sono mais profundo e uma maior vitalidade durante o dia.

Na Lapinha, a alimentação é mais do que uma escolha, é uma expressão de saúde e bem-estar. A dieta Ovolactovegetariana é cuidadosamente planejada e supervisionada por médicos e nutricionistas experientes. A maioria dos ingredientes são cultivados na horta orgânica e no pomar da propriedade, proporcionando uma experiência gastronômica única em sabor e nutrição.

Seguindo a terapia do biorritmo como um princípio vital de saúde, a Lapinha respeita os ritmos naturais do corpo, os horários das refeições e os momentos de lazer e descanso, reconectando os hóspedes com a natureza e promovendo um verdadeiro bem-estar.

www.lapinha.com.br

Amor maduro: por que mulheres divorciadas aos 50 estão mais seletivas e felizes?

Relacionamentos que começam depois dos 50 anos não seguem os mesmos padrões românticos de outras fases da vida. Essa etapa, marcada por experiências, autonomia e reflexão, tem levado muitas mulheres divorciadas a viverem o que especialistas chamam de amor maduro, um tipo de conexão afetiva fundamentada em clareza emocional, limites bem definidos e expectativas realistas. Para muitas, o retorno ao namoro na maturidade não é retorno ao passado, mas abertura para relações mais intencionais e conscientes.

Psicólogos e terapeutas de relacionamento destacam que o autoconhecimento desempenha papel central nessa fase. Ao longo da vida, mulheres maduras tendem a desenvolver maior compreensão de si mesmas, seus desejos, limites e necessidades, o que amplia a capacidade de escolher relações mais saudáveis e satisfatórias. Essa nova postura vem ressignificando a ideia de “estar só”, que não equivale necessariamente a solidão, mas a uma construção ativa de autonomia emocional.

Segundo Roberson Dariel, pesquisador do Instituto Unieb, o que vemos hoje é uma geração que prioriza qualidade de vida e bem-estar, não apenas a presença de um parceiro. “Mulheres que se envolvem em relacionamentos após os 50 tendem a buscar companheirismo que dialogue com seus valores, não apenas satisfação imediata. Amor maduro é escolha, não necessidade”, afirma.

Autoconhecimento: a base das escolhas afetivas na maturidade

Ao contrário de fases anteriores, quando expectativas românticas podem ser moldadas por pressões sociais e urgências emocionais, o relacionamento após os 50 nasce com outra lógica. A experiência de vida contribui para que as mulheres saibam melhor o que desejam e, sobretudo, o que não querem repetir. Autoconhecimento, nesse contexto, torna-se elemento decisivo na hora de escolher com quem se relacionar.

Especialistas em comportamento observam que mulheres nessa faixa etária tendem a manter padrões de relacionamento mais estáveis justamente porque investem mais tempo na autoavaliação antes de se comprometer. A maturidade emocional pode reduzir a impulsividade e ampliar a capacidade de diálogo. Estudos sobre relações em fases avançadas da vida mostram que essa seletividade emocional está relacionada a maiores níveis de bem-estar e satisfação no vínculo afetivo.

Roberson Dariel comenta que essa seletividade não é sinônimo de resistência ao amor, mas de respeito por si mesma. “Quando uma mulher madura diz que quer construir uma relação, ela já conheceu seus limites emocionais. Isso cria base para vínculos mais conscientes, menos repetitivos e mais colaborativos”, explica.

A clareza interna também favorece escolhas mais alinhadas com objetivos individuais, reduzindo padrões de dependência e favorecendo relações de reciprocidade. Nesse sentido, o namoro na maturidade é menos sobre preencher um vazio emocional e mais sobre compartilhar vida com alguém que agrega em vez de competir com outras demandas.

Limites afetivos e expectativas realistas

Uma das características que distingue o amor maduro de relações mais jovens é a presença de limites afetivos bem definidos. Mulheres que já passaram por um casamento e viveram experiência de divórcio chegam a novas relações com maior senso do que aceita ou não em um vínculo amoroso. Isso ajuda a evitar ciclos de repetição emocional que podem levar a conflitos.

Terapeutas que trabalham com adultos maduros observam que expectativas realistas, como aceitar que conflitos existem e que cada parceiro tem autonomia própria, tornam os relacionamentos mais sustentáveis. Em outras palavras, a expectativa de que o amor deve resolver todos os problemas desaparece, dando lugar a uma colaboração emocional mais equilibrada.

Dariel acrescenta que estabelecer limites não cria barreiras ao afeto, mas, ao contrário, protege a individualidade dentro da relação. “O amor maduro não é fusão, é parceria. Cada pessoa sabe quem é e o que precisa, o que reduz mal-entendidos e aumenta a capacidade de enfrentar desafios a dois”, observa.

Esse equilíbrio entre intimidade e autonomia é essencial para que o vínculo seja percebido como fonte de crescimento, e não de anulação pessoal. O respeito mútuo às necessidades individuais cria espaço para conversas profundas, negociações e construção conjunta de um projeto de vida.

Maturidade emocional e comunicação

Uma parte significativa dos psicólogos e coaches de relacionamento concorda que a maturidade emocional se reflete diretamente na comunicação. A habilidade de expressar sentimentos, medos e desejos com clareza contribui para evitar conflitos crônicos e mal-entendidos que podem desgastar relações com menos experiência emocional.

Pesquisas indicam que casais em relacionamentos tardios tendem a ter padrões de comunicação mais assertivos e menos reativos do que casais mais jovens. A teoria da seletividade socioemocional, por exemplo, sugere que, com o tempo, as pessoas dão prioridade a interações emocionalmente significativas e evitam aquelas que geram estresse desnecessário.

Roberson Dariel reforça que essa capacidade de diálogo não surge de forma espontânea, mas de aprendizado e reflexão. “Muitas mulheres maduras sabem construir conversas que geram conexão em vez de defensividade. Isso vem do aprendizado de vida, e é um dos fatores que torna as relações nessa fase mais saudáveis”, afirma.

Essa comunicação aprimorada não significa ausência de conflitos, mas habilidade maior para lidar com eles sem desgaste emocional excessivo. O autoconhecimento também contribui para reconhecer gatilhos pessoais e evitar projeções que podem comprometer a relação.

Namoro na maturidade: novas formas de se relacionar

O cenário afetivo para pessoas com mais de 50 anos é diverso. Algumas mulheres optam por namoro tradicional, outras por relações mais flexíveis, e há também as que escolhem parcerias sem coabitação formal, valorizando o companheirismo sem compromissos tradicionais, uma tendência observada em estudos internacionais sobre relacionamentos tardios.

Essa diversidade de formatos não diminui a profundidade afetiva; ao contrário, permite que cada pessoa escolha o tipo de vínculo que melhor dialoga com suas necessidades. A tecnologia, inclusive, tem facilitado esse movimento por meio de espaços digitais que aproximam pessoas com interesses e valores semelhantes, promovendo conexões mais intuitivas e menos pautadas apenas em convenções sociais.

Dariel destaca que o namoro na maturidade raramente se inicia por pressões externas. “As mulheres que começam uma relação após os 50 geralmente o fazem por desejo genuíno de compartilhar a vida, não para suprir expectativas alheias”, afirma. Essa diferença de motivação ajuda a explicar por que muitos relacionamentos tardios conseguem preservar autonomia e respeito mútuo desde o início.

Além disso, o namoro nessa fase incorpora valores como equilíbrio entre a vida social e a relação, mantendo espaços individuais de realização pessoal. Essa configuração reduz a fricção e favorece a construção de vínculos estáveis.

Saúde emocional e bem-estar social

Psicólogos apontam que a qualidade das relações é um dos principais determinantes do bem-estar emocional em qualquer fase da vida, e isso é particularmente verdadeiro após os 50 anos. Relações saudáveis nessa etapa podem contribuir para melhor saúde mental, maior sensação de pertencimento e aumento da satisfação com a vida.

O autoconhecimento desenvolvido ao longo dos anos também ajuda a evitar padrões de relacionamento que geram sofrimento crônico. Mulheres maduras tendem a priorizar atividades e conexões sociais que fortaleçam seu repertório emocional, como hobbies, grupos de interesse e redes de amizade que complementam a relação amorosa.

Dariel observa que esse equilíbrio entre vínculo e vida social amplia a qualidade do amor maduro. “Uma mulher que se relaciona bem com ela mesma e com seu círculo social tende a construir uma relação mais rica, porque não coloca no parceiro a responsabilidade por toda a sua felicidade”, explica.

Esse foco no bem-estar individual e coletivo cria um ambiente emocional mais estável, facilitando que o relacionamento amadureça em parceria e não em dependência.

Caminhos para relacionamentos mais conscientes e felizes

A jornada afetiva após os 50, particularmente para mulheres que vivenciaram o divórcio, é um processo de reconstrução que valoriza autonomia, comunicação clara e escolha consciente. O amor maduro não descarta a possibilidade de compromisso duradouro, mas redefine suas bases para que ele seja sustentável e enriquecedor para ambas as partes.

O foco no autoconhecimento, limites emocionais e maturidade contribui para que essas relações tenham maior probabilidade de estabilidade e satisfação. E, ao contrário de estigmas ultrapassados, estar sozinha antes de construir um novo vínculo não é visto como sinal de carência, mas como preparação para um amor que dialogue com a vida real.

Nesse contexto, o amor maduro emerge não apenas como possibilidade, mas como escolha ativa, expressão de uma fase de vida em que a felicidade é construída com base na consciência, respeito e equilíbrio emocional.

Maísa Gouveia assina looks de atrizes no Baile Fairmont Rio 2026

O Baile Fairmont Rio 2026 aconteceu neste sábado (20) e, pelo segundo ano consecutivo, a estilista Maísa Gouveia assinou os figurinos usados por atrizes na noite.
O evento, um dos mais aguardados do calendário social carioca, contou com direção, organização e cenografia de Alexandre Schnabl.

As artistas que vestiram suas criações este ano foram: Isabel Fillardis, Aline De Luna, Maria Gal, Paula Frascari, Jessica Córes e Adriana Camargo.

Com o tema “Verão Maravilha”, a edição celebrou a energia do verão carioca e resgatou o brilho da era disco. Para compor os looks, Maísa se inspirou na transição dos anos 70 para os 80 e na estética vibrante do lendário Studio 54, incorporando glitter, brilhos metalizados, paetês, plissados e drapeados.

Em declaração à imprensa, a estilista destacou:
“Criar para o Baile Fairmont novamente é uma alegria enorme. No ano passado vivi uma experiência muito especial com as atrizes, e este ano aprofundei ainda mais essa atmosfera que une o espírito livre do verão carioca ao glamour da era disco. É uma edição que traz muita beleza e brilho.”

As produções contaram com a coordenação da Zany Assessoria, especializada em produção de moda e figurinos, reforçando o posicionamento de Maísa Gouveia como um dos nomes em ascensão na moda nacional e internacional.

Fotos: Divulgação

Bvlgari anuncia Dua Lipa como nova Embaixadora Global da marca

A Bvlgari tem o prazer de anunciar Dua Lipa como nova Embaixadora Global da marca.

Uma das artistas mais influentes de sua geração, Dua Lipa construiu uma carreira global notável, definida por liberdade artística, autenticidade e um forte compromisso com a integridade criativa. Com diversos prêmios Grammy e BRIT Awards em seu currículo e bilhões de reproduções em todo o mundo, ela se consolidou como uma voz poderosa e influente na cultura contemporânea.

“Dua Lipa personifica uma visão contemporânea de empoderamento e liberdade que ressoa profundamente com os valores da Bvlgari. Ela é uma voz potente e autêntica que redefine o sucesso e, por meio de sua arte e confiança, inspira mulheres ao redor do mundo a reconhecerem sua força interior. Temos orgulho de recebê-la como nossa Embaixadora Global da Marca e de começarmos este novo e empolgante capítulo juntos”, afirma Laura Burdese, Vice-CEO da Bvlgari e CEO da Bvlgari a partir de 1º de julho de 2026.

“É incrivelmente especial trabalhar ao lado de uma marca icônica como a Bvlgari, e estou muito feliz por fazer parte de uma Maison que personifica confiança, criatividade e feminilidade moderna. Suas peças sempre dão o toque final perfeito, transformando um look em um momento inesquecível”, comenta Dua Lipa.

Crédito: Divulgação / Bvlgari

Conheça cinco projetos arquitetônicos no Brasil assinados pelo estúdio italiano que desenhou carros Ferrari

A construtora GT Home foi a primeira a firmar o acordo com o estúdio italiano no Brasil e uma das pioneiras no lançamento de um residencial com assinatura da marca, o que abriu caminho para um mercado que hoje soma mais de 40 projetos. Relatório da Savills aponta a Pininfarina, responsável pelo design de alguns dos carros mais cobiçados do mundo, como Ferrari e Maserati, como líder do segmento nas Américas.

O estúdio que desenhou alguns dos carros mais desejados do mundo também tem transformado a arquitetura residencial. Responsável por modelos icônicos da Ferrari e da Maserati, a italiana Pininfarina levou para o mercado imobiliário de alto padrão os princípios que consagraram sua atuação no automobilismo: linhas fluidas, precisão técnica e identidade autoral. Nas Américas, a marca lidera o segmento de branded residences, segundo relatório da Savills de 2025, e está presente no Brasil desde 2014, onde acumula mais de 40 projetos. 

GT Home, braço da GT Company em Santa Catarina, foi a primeira no Brasil a confirmar o acordo com o estúdio global e uma das pioneiras a lançar um residencial de grande porte com a assinatura do escritório italiano no país, o Yachthouse, o que estabeleceu um novo padrão técnico e estético para o setor imobiliário. A estratégia da GT Home de importar a tecnologia da engenharia automotiva — como testes de túnel de vento e aerodinâmica de fluidos — para a construção civil antecipou uma tendência que hoje está presente no skyline das grandes cidades brasileiras. 

Cinco projetos, como essa parceria histórica com a GT Home e empreendimentos de outras construtoras, traduzem a aerodinâmica dos carros para o concreto:

1. Yachthouse (Balneário Camboriú/SC)
Um dos marcos que confirmaram a vinda da Pininfarina ao Brasil e sua atuação em arranha-céus. Desenvolvido pela GT Home, o projeto detém o título de residencial mais alto da América Latina (294 metros). A construtora e o estúdio trabalharam em conjunto para desenhar uma base náutica e torres que suportam a pressão do vento nessa altitude, e criaram um ícone de engenharia e um complexo de lazer de 10 mil m², com localização privilegiada em um dos bairros que mais valorizam na cidade. O empreendimento também é cobiçado no meio de celebridades, entre elas, o jogador Neymar, que adquiriu uma cobertura quadriplex.

2. Vitra (Balneário Camboriú/SC)
Também fruto da aliança de longo prazo com a GT Home, o Vitra é a evolução dessa linguagem. A fachada utiliza vidro e ACM moldados para emular a aerodinâmica de um carro em movimento, e exigiram soluções construtivas inéditas para executar as curvas sem comprometer a planta. A Pininfarina também assina o conceito dos interiores e das áreas comuns, com peças de mobiliário exclusivas. Em Balneário Camboriú, a GT Home também desenvolve o La Città by Pininfarina, mais um marco do setor com assinatura do estúdio italiano. 

3. Atto Design by Pininfarina (Rio de Janeiro/RJ)
Localizado em frente ao mar, na Barra da Tijuca, o Atto Design by Pininfarina representa a atuação do estúdio em projetos de exclusividade. Com apenas 20 unidades distribuídas em 14 pavimentos, o empreendimento aposta em linhas fluidas e arquitetura escultural, traduzindo para o contexto urbano carioca os princípios do design automotivo que caracterizam a marca. Desenvolvido em parceria com a Origem Incorporadora, o projeto é o primeiro empreendimento residencial do estúdio italiano no Rio de Janeiro.

4 - Epic Jardim Europa by Pininfarina (São Paulo/SP)
Em implantação no Jardim Europa, com vista para o verde do bairro nobre, o empreendimento é fruto de uma parceria entre J. Safra Properties e Cyrela, e reforça o protagonismo do estúdio italiano em projetos de grande escala. O Epic será o residencial mais alto da capital paulista, com 210 metros de altura. O edifício terá apartamentos e penthouses com 4 suítes e metragens de até 637 m², além de amplas áreas de lazer e wellness, inclusive com um pavimento “flutuante”.

5 - Quadra Legacy & Quadra Authentic Design by Pininfarina (Belém/PA)
Os projetos Quadra Legacy e Quadra Authentic marcam a estreia da Pininfarina na região Norte e posicionam Belém no mapa internacional da arquitetura de marca. Com propostas contemporâneas e que dialogam com o contexto amazônico, os empreendimentos se destacam pelo uso de fachadas esculturais inspiradas nas linhas da Ferrari Testarossa, pela organização dos edifícios em pavimentos temáticos e por soluções que priorizam conforto ambiental, tecnologia e experiência de uso.

Para Geninho Thomé, fundador da GT Home e pioneiro em estabelecer um acordo para a construção de um residencial by Pininfarina, a decisão foi além de uma estratégia de marketing, mas de engenharia, de segurança e de alto padrão. “Quando fomos os primeiros a confirmar a parceria com a Pininfarina e um dos pioneiros a lançar um edifício da marca, o objetivo era trazer inovação ao mercado. Sabíamos que para construir o prédio mais alto da América Latina, precisávamos de uma aerodinâmica que só quem desenha carros de Fórmula 1 possui. Esse pioneirismo da GT Home abriu um caminho sem volta para o design autoral no Brasil. Hoje, entregamos obras com identidade global”, afirma o executivo.

Sobre a GT Home

A GT Home é uma das construtoras mais renomadas de Santa Catarina e integra a GT Company, fundada pelo empresário Dr. Geninho Thomé. A empresa combina engenharia de excelência, design internacional e inovação sustentável para desenvolver projetos que se tornaram símbolos da arquitetura de alto padrão no Brasil. Entre suas realizações está o Yachthouse by Pininfarina, o mais alto residencial da América Latina, com 294 metros de altura. Recentemente, a GT Home entregou o Vitra by Pininfarina e conduz a obra La Città by Pininfarina, ambos em Balneário Camboriú, além do Lagom Perequê, em Porto Belo. Com mais de 140 mil metros quadrados já entregues e um landbank de mais de 200 mil m², a construtora vai expandir seus grandiosos projetos para Itapema com o primeiro lançamento previsto para 2026. 


PMEs serão as mais impactadas pela reforma tributária e seguem entre as menos preparadas

Mudança no sistema de impostos expõe fragilidades estruturais das pequenas e médias empresas

A reforma tributária em curso no Brasil deve alterar de forma significativa a apuração de impostos, a formação de preços e a organização financeira das empresas. Embora o debate se concentre nos grandes grupos, especialistas alertam que o impacto tende a ser maior sobre as pequenas e médias empresas, que ainda operam com baixo nível de preparo estrutural.

Jhonny Martins, contador e advogado, vice-presidente do SERAC, hub de soluções corporativas especializado em contabilidade, gestão tributária, jurídico e tecnologia, avalia que a reforma tributária tende a afetar de forma mais dura as pequenas e médias empresas. Dados do Sebrae mostram que microempresas, empresas de pequeno porte e MEIs representam entre 97% e 99% das empresas ativas no país, enquanto o IBGE aponta que concentram mais da metade dos empregos formais do setor privado. “A mudança expõe fragilidades estruturais que já estavam presentes na gestão das PMEs”, afirma.

Dados do Sebrae mostram que os pequenos negócios, categoria que inclui microempresas, empresas de pequeno porte e MEIs, representam cerca de 97% a 99% das empresas ativas no país, a depender do critério adotado. Levantamentos do IBGE indicam que essas empresas concentram mais da metade dos empregos formais do setor privado, além de terem papel relevante na geração de novas vagas nos últimos anos.

Apesar desse peso econômico, a estrutura de gestão das PMEs ainda é marcada por informalidade, controles limitados e decisões tributárias reativas, tomadas apenas no momento do recolhimento dos impostos. Esse cenário ajuda a explicar por que a reforma chega como um fator de pressão adicional para empresas que já lidam com margens reduzidas, crédito restrito e alta volatilidade de custos.

Para Jhonny, o problema central não está na reforma em si, mas no nível de preparação das empresas. “A reforma tributária não cria a fragilidade das PMEs, ela apenas escancara uma realidade que já existe. Muitas empresas não sabem exatamente quanto pagam de imposto por produto, serviço ou contrato, e isso se torna crítico em um novo modelo”, observa.

A avaliação ganha relevância porque a proposta de simplificação do sistema prevê a substituição de tributos cumulativos por um modelo de IVA dual, com CBS e IBS, exigindo controle mais rigoroso de créditos, revisão de processos fiscais e integração entre áreas que tradicionalmente operam de forma isolada. 

Para negócios que ainda dependem de planilhas manuais ou informações fragmentadas, o risco vai além de pagar mais imposto e envolve perda de previsibilidade financeira e competitividade.

Segundo ele, parte das empresas subestima o alcance da mudança. “Existe uma percepção equivocada de que quem está no Simples Nacional ou tem contratos de longo prazo estará protegido. A reforma afeta formação de preços, margens e renegociação contratual. Ignorar isso agora pode gerar problemas difíceis de corrigir depois”, diz.

Planejamento tributário deixa de ser diferencial e vira condição básica

Nesse novo ambiente fiscal, o planejamento tributário deixa de ser uma ferramenta pontual de economia e passa a ocupar um papel estrutural na estratégia do negócio. Não planejar, a partir de agora, equivale a assumir riscos diretos sobre o caixa e a continuidade da operação.

“O planejamento tributário não é mais um movimento oportunista para reduzir imposto. Ele passa a ser parte do desenho do negócio, da previsibilidade financeira e da sustentabilidade da empresa”, explica.

O desafio é que muitas PMEs ainda encaram a contabilidade como um serviço operacional, voltado apenas ao cumprimento de obrigações. Essa visão limita a capacidade de análise estratégica justamente em um momento em que a legislação exige leitura integrada de tributação, custos e modelo de negócio.

O especialista aponta cinco pontos de atenção para as PMEs diante da reforma

Antes de listar recomendações práticas, o especialista reforça que o objetivo não é alarmar o empresário, mas oferecer caminhos para reduzir riscos e ampliar a capacidade de adaptação.

  1. Avaliar o impacto real da reforma no negócio
    O primeiro passo é entender como a nova lógica tributária afeta produtos, serviços e contratos específicos. Sem essa análise, decisões de preço e negociação passam a ser feitas sem base técnica.
  2. Integrar áreas que hoje operam de forma isolada
    Tributação não é um tema exclusivo da contabilidade. As áreas comercial, financeira e jurídica precisam atuar de forma coordenada para evitar distorções de margem e conflitos contratuais.
  3. Revisar preços e margens com antecedência
    A mudança no modelo de impostos altera custos indiretos. Empresas que não recalcularem sua estrutura de preços correm o risco de manter faturamento e perder rentabilidade gradualmente.
  4. Avaliar com critério a contratação de assessoria especializada
    Nem todas as empresas têm estrutura interna para lidar com a complexidade da transição. Buscar parceiros com visão integrada, e não apenas operacional, reduz riscos e retrabalho.
  5. Tratar planejamento como processo contínuo
    A reforma não será um evento pontual. Ajustes e regulamentações ocorrerão ao longo dos próximos anos, exigindo revisões periódicas da estratégia tributária e financeira.

Para Martins, o maior erro das PMEs é tratar a reforma como um tema distante ou restrito às grandes corporações. “Quem se antecipa ganha tempo, previsibilidade e margem de manobra. Quem ignora, reage sob pressão, geralmente quando o impacto já chegou ao caixa”, afirma.

Ao final, o executivo destaca que a reforma também cria oportunidades para empresas mais organizadas. “Negócios que estruturarem seus processos tendem a ganhar eficiência e segurança. A mudança é inevitável. O risco está em entrar nela despreparado”, conclui.

Sobre Jhonny Martins

Jhonny Martins é contador e advogado pela PUC-SP com especialização em Direito do Trabalho pela Faculdade de Direito Damásio de Jesus, com MBA em Gestão Empresarial pela FGV-SP e MBA em Gestão Tributária pela USP. É vice-presidente do SERAC, um hub de soluções corporativas. Instagram @jhonnymartins

Sobre o SERAC & BHub

O SERAC é referência nacional em contabilidade, educação e gestão corporativa e BHub, startup especializada em soluções tecnológicas de backoffice. Com mais de 10 mil clientes e presença em todo o território nacional, essa união visa transformar o setor contábil por meio de automação, formação e parcerias estratégicas.  Instagram: @sou_serac ou pelo site souserac.com.