ATUALIDADE

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Dia Mundial do Livro: ler ainda importa

Por que você ainda lê livros?” escutei esta pergunta na semana passada e passei alguns dias refletindo sobre o seu significado. Por que, com tantos estímulos, o leitor prefere comprar um livro que o obriga a estar atento a cada linha em vez de sentar no sofá e rolar o feed das redes sociais ou assistir a alguma versão adaptada para a televisão depois de um longo dia de trabalho? 

Ler, hoje, é quase um gesto de desobediência. Abrir uma página é tentar escapar de um mundo estressante, que não para e exige que sejamos multitarefas, sempre correndo, sempre respondendo. Nada pode esperar. 

Lembro que ganhei meu primeiro livro assim que comecei a ler, aos cinco anos de idade. Lúcia já vou indo, um clássico da literatura infantil que conta a história de uma lesma que chegava tarde às festas em que era convidada. Fui estimulada desde cedo a manusear livros, ler histórias em voz alta e até a escrever resumos para discutir com meus pais. 

Os livros ensinam a fazer perguntas, a refletir e permanecer nelas o tempo que for necessário, sem cobrança. Foi dessa relação com a leitura que resolvi também ser escritora. Eu queria tentar oferecer aos leitores um espaço de reflexão, de pausa e reconexão com a própria essência, e recentemente publiquei meu primeiro livro. 

Estar do outro lado, como autora, é um desafio em cada linha escrita: encontrar palavras e histórias que acolham e façam o leitor parar e sentir. Em meio a esse cenário, datas como o Dia Mundial do Livro (23/04) deixam de ser apenas simbólicas e se tornam um convite real à pausa. Ler sem ter o celular por perto e sem se distrair com cada alerta de mensagem. Ler e se deixar levar pela história, pelas palavras do autor. 

O livro acolhe e resgata no silêncio de suas páginas. Envolve a imaginação ativa, estimula o cérebro e amplia a capacidade de concentração, algo cada vez mais raro. Segundo pesquisa da Universidade de Sussex, na Inglaterra, a leitura pode reduzir o estresse em até 68%. Talvez a pergunta não seja porque você ainda lê, como se este hábito precisasse de justificativa e de aprovação. Ler para subir fotos nas redes sociais ou para cumprir uma meta. A pergunta certa pode ser outra: o que perdemos quando deixamos de ler? 

Perdemos mais do que um hábito individual. Perdemos repertório, senso crítico, empatia e a capacidade de enxergar o mundo sob outras lentes. Ler não é apenas um refúgio: é uma forma de permanecer atento, consciente e humano. E é isso que ainda nos permite transformar o mundo.  

Por: Cândice Broglio Gasperin

Cândice Broglio Gasperin é jornalista e autora de: O Abraço de Regina

 O Abraço de Regina.

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Mais que hábito, ler é perceber

A literatura é uma ferramenta poderosa de desenvolvimento e conexão humana. Essa mensagem é reforçada pelo Dia Mundial do Livro, celebrado em 23 de abril, que coloca em pauta a valorização da leitura, dos escritores, bem como dos direitos autorais. O mercado editorial brasileiro passa, agora, por um momento bom: temos mais leitores, mais interesse por livros, mais vendas e, especialmente, um crescimento consistente da narrativa ficcional. Mais do que quantitativo, esse movimento revela uma mudança qualitativa na forma como as pessoas se relacionam com a leitura.

Enquanto leitor e escritor, percebo com clareza que sempre associei o hábito de ler a um processo maior, de construção de percepção sobre a vida e sobre o mundo. Cada história amplia a minha compreensão sobre comportamento humano, tomada de decisões e consequências. E ao migrar da posição de leitor para a de escritor, essa percepção se intensificou.

No desenvolvimento do meu primeiro romance, “Até que a Morte se Disfarce”, parti justamente da ideia de que nem tudo que parece natural necessariamente  é. O comportamento humano pode nos surpreender. E a ficção permite explorar esses temas complexos das relações humanas, como ambição, medo e poder, sem a necessidade de respostas definitivas.

Por isso penso que incentivar novos leitores passa por tornar a experiência de leitura ainda mais acessível e relevante. E as narrativas ficcionais ocupam um espaço singular nesse cenário. Diferente de conteúdos informativos, a ficção não se limita a transmitir conhecimentos diretos. Ela constrói experiências. Ao acompanhar uma narrativa, o indivíduo não apenas entende a história, ele a vive, interpreta, questiona.

Cria-se, em cada livro, um espaço onde o leitor pode refletir por conta própria, sem ser conduzido de forma explícita. E, talvez, isso explique em parte o crescimento do mercado de ficção: em um ambiente saturado de opiniões prontas e polarizadas, a ficção devolve ao leitor o papel de interpretar.

Escrever ficção exige não apenas criatividade, afinal, mas também coerência interna, estrutura e, principalmente, respeito pela inteligência do leitor.  E ler ficção é mais que prender-se ao hábito, é colocar-se disposto a refletir, descobrir e aprender.

No nosso mercado, vemos uma tendência de concentração de leitura de nomes já consolidados, muitas vezes estrangeiros, mas trago, ainda, uma provocação: é fundamental abrirmos espaço para vozes contemporâneas, especialmente as nacionais. Autores brasileiros escrevem, afinal, a partir de um repertório cultural, social e emocional muito mais próximo, o que, muitas vezes, torna a experiência ainda mais impactante. As pessoas se identificam com o que leem.

E, nesse contexto, valorizar a literatura nacional não é apenas uma questão de identidade cultural. É também uma forma de fortalecer um ecossistema criativo que depende de renovação constante. Novos autores trazem novas perspectivas, estruturas narrativas diferentes e outras formas de abordar temas que, embora universais, ganham nuances únicas em cada texto.

Incentivar a leitura, portanto, não é apenas incentivar o hábito. É criar proximidade com o leitor e incentivar a capacidade de pensar com profundidade. E nisso, a ficção, e aqui faço menção honrosa a todos os colegas autores nacionais, pode ser uma peça-chave.

Por: Danilo Quartiero Filho

Danilo Quartiero Filho é economista, empresário, escritor e autor do livro "Até que a Morte se Disfarce".

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Lançamento de “Tales of the Mountains and the Sea”

Entre montanhas, mares e memórias: a estreia literária que transforma o feminino em força, mistério e destino

Em "Tales of the Mountains and the Sea", a escritora libanesa-canadense Dania Idriss entrega uma estreia arrebatadora — onde mito, história e imaginação se entrelaçam em narrativas que ecoam muito além das páginas.

Com uma escrita hipnótica e sensorial, Idriss conduz o leitor por cinco histórias que desafiam gêneros e atravessam momentos decisivos da história libanesa, sempre a partir do olhar de jovens mulheres que não apenas vivenciam o mundo — mas o redefinem.

Aqui, o sobrenatural não é apenas atmosfera: é linguagem, herança e resistência.

Uma adolescente em luto passa a sentir a presença inquietante da avó, como se o amor atravessasse a fronteira da morte com intenções ambíguas. Uma família à beira do colapso financeiro recebe uma visita inesperada — e uma proposta impossível de ignorar. Em meio ao caos de uma guerra civil iminente, uma jovem observa, com crescente angústia, o irmão se perder em caminhos perigosos.

Cada narrativa pulsa com tensão, beleza e inquietação.

Mais do que contar histórias, Tales of the Mountains and the Sea revela camadas profundas da experiência humana — explorando identidade, pertencimento, memória e os ecos persistentes da guerra. Ao colocar mulheres árabes e muçulmanas como protagonistas de suas próprias trajetórias, Idriss rompe com narrativas estereotipadas e constrói personagens complexas, potentes e inesquecíveis.

Com influências do gótico contemporâneo, do folclore e da ficção especulativa, sua escrita cria uma atmosfera ao mesmo tempo delicada e perturbadora — onde fantasmas, mitos e realidades coexistem com naturalidade inquietante.

Publicada pela Freehand Books, a obra chega ao público em maio de 2026 como uma das estreias mais impactantes do ano — uma leitura que não apenas se consome, mas se sente, se absorve e permanece.

Uma obra para quem busca mais do que literatura: uma experiência.

Descrição do livro

Título: Tales of the Mountains and the Sea
Autor: Dania Idriss
Editora: Freehand Books
Idioma: Inglês
Data da Publicação: Maio 2026
ISBN: 9781997534174

Sobre a autora

Lançamento "Tales of the Mountains and the Sea"
Dania Idriss

Dania Idriss é uma escritora libanesa-canadense e pesquisadora de doutorado em Inglês na Universidade de Calgary, estado de Alberta, à oeste do Canada. Seu trabalho se concentra em literaturas globais, particularmente ficção especulativa árabe e, igualmente, explora as interseções de mito, gênero e identidade cultural.

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Conheça a arquitetura por trás do primeiro wine bar de Santa Catarina a integrar o “Michelin dos vinhos”

Com projeto assinado pelas arquitetas Jessica Dauer e Lais Feitosa, o Vivan Wine Bar, em Balneário Camboriú, foi planejado para traduzir a cultura do vinho em uma atmosfera acolhedora e contemporânea

A arquitetura deixou de ser apenas funcional em projetos comerciais e assumiu o papel de criar experiências. No caso de um bar de vinhos, o objetivo não é apenas agradar ao paladar, mas também construir uma narrativa e uma atmosfera que envolvam o visitante antes mesmo do primeiro gole. No Vivan Wine Bar, em Balneário Camboriú, as arquitetas Jessica Dauer e Lais Feitosa focaram em proporcionar uma mudança de clima imediata, com uma transição natural do ambiente urbano para um refúgio acolhedor e com identidade própria. Reconhecido pela curadoria de rótulos, o Vivan integra o Star Wine List, considerado o "guia Michelin dos vinhos", reforçando a proposta de excelência que também orienta a arquitetura.

O projeto nasceu a partir de uma vivência na França, país que inspira o conceito do Vivan, desde a escolha dos rótulos até o cardápio. Antes das primeiras ideias, as arquitetas visitaram a região da Borgonha, especialmente Beaune, acompanhadas pelo fundador e sommelier do wine bar, Romero Gaya. As vinícolas que tinham mais significado para Romero serviram de inspiração para o espaço em Balneário Camboriú, sendo decisivas para entender a essência do que deveria ser transmitido.

A jornada também contou com o olhar do fotógrafo João Pedro Varela, que acompanhou o grupo para registrar a essência da viagem. Seus registros foram integrados à arquitetura do bar em pontos estratégicos, como na entrada, no corredor do andar inferior, nos banheiros e na área dos cursos. Para complementar o ambiente, foram trazidos diretamente da Borgonha mapas, quadros originais, livros sobre vinhos e outros objetos de decoração. Mais do que elementos decorativos, essas peças e imagens carregadas de memória transportam a alma da região francesa para o local, reforçando que cada detalhe do espaço possui uma história por trás.

O resultado não é a reprodução literal de uma cave francesa, mas uma interpretação contemporânea dessa atmosfera. “A madeira e os tons quentes criam um ambiente envolvente, os arcos e as curvas do teto conduzem o olhar e dão ritmo ao percurso, a escada helicoidal reforça esse movimento e organiza a experiência dentro do espaço. Ao mesmo tempo, o Vivan tem música, convivência e energia", explicam as arquitetas.

Um dos maiores desafios técnicos superados foi juntar os rótulos de maneira organizada e preservada. Para evitar a saturação visual, a adega foi projetada como uma "biblioteca de vinhos", que expõe mais de 600 rótulos de forma linear e ritmada, garantindo que o vinho tenha o seu devido destaque. Esse cuidado resolveu questões de controle de temperatura e proteção contra a luz, utilizando uma iluminação indireta que valoriza as garrafas sem comprometer sua conservação.

A organização reflete a proposta híbrida entre restaurante, wine bar e espaço de aprendizado. No andar térreo, a cozinha em vidro e o balcão aproximam o cliente da gastronomia de inspiração francesa, enquanto o piso cerâmico assinado por Arthur Casas mantém uma base neutra. A integração entre os dois pisos é suavizada por um paisagismo estratégico. As plantas conectam o mezanino ao salão principal, suavizam o pé-direito duplo e criam uma transição trazendo um toque natural à madeira. No primeiro piso, o espaço dedicado aos cursos de vinho foi planejado com técnica e sensibilidade, possuindo uma iluminação precisa para não distorcer a cor da bebida durante as degustações e um layout flexível. O ambiente mantém a mesma atmosfera do restante do projeto, funcionando tanto para o aprendizado quanto como extensão do restaurante.

Cada detalhe do Vivan reforça sua identidade, desde a iluminação indireta, que convida à permanência, até pequenos gestos, como o revestimento dos banheiros que incorporam discretamente a marca. Do conceito mais amplo ao detalhe mais sutil, a arquitetura do wine bar foi pensada para traduzir o vinho não apenas como um produto, mas como uma experiência cultural e de convivência inesquecível.

Sobre o Vivan Wine Bar


Fundado pelo sommelier Romero Gaya, o Vivan Wine Bar está localizado em Balneário Camboriú (SC) e foi inaugurado em outubro de 2025 para oferecer uma experiência fora do óbvio. A carta se destaca por uma curadoria criteriosa, voltada a produtores artesanais e forte expressão de terroir. Com mais de 600 rótulos de diferentes regiões do mundo, com destaque para a Borgonha, o Vivan é o primeiro wine bar de Santa Catarina e o segundo da Região Sul a integrar o Star Wine List, referência internacional conhecida como o “guia Michelin” dos vinhos. A proposta une excelência, atendimento altamente personalizado e um viés educativo, que fazem do Vivan um ponto de encontro para quem busca beber bem, aprender e se conectar com o universo do vinho.

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SP Pocket Fashion Show destaca novos talentos em edição “Sunset Experience” em São Paulo

Evento reúne moda, música e oportunidades para new faces no dia 3 de maio, na Studio Stage

O SP Pocket Fashion Show realiza mais uma edição na capital paulista no próximo dia 3 de maio, às 18h, reafirmando seu papel como uma das principais plataformas de revelação de novos talentos da moda no Brasil e na América Latina. Idealizado pelo produtor Silvio Pompeu, o evento acontece na Studio Stage, espaço consolidado na cena contemporânea de São Paulo.

Com o tema “Sunset Experience”, o desfile propõe uma imersão na atmosfera dos festivais europeus de música eletrônica ao pôr do sol. A proposta estética será refletida na passarela por meio de performances e de uma curadoria focada em new faces, reforçando o compromisso do projeto com a descoberta e o desenvolvimento de novos profissionais do setor.

Entre os destaques da programação está a participação da DJ Patrícia Gales, de Santa Catarina, responsável por conduzir ao vivo a trilha sonora do desfile. A apresentação promete integrar moda e música em uma experiência dinâmica e sensorial.

O evento contará ainda com a presença de uma bancada de avaliadores formada por produtores de moda e agentes nacionais e internacionais, atentos aos talentos apresentados. A iniciativa amplia as possibilidades de inserção dos participantes no mercado e fortalece conexões com a indústria.

Mais do que um desfile, o SP Pocket Fashion Show se consolida como uma vitrine estratégica para quem está no início da carreira, oferecendo visibilidade e a oportunidade de construir um portfólio relevante.

Os ingressos já estão disponíveis e podem ser adquiridos no primeiro lote por meio do Instagram oficial do evento, @sp.pocketfashionshow.

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Villa Romana Shopping celebra aniversário com festival gastronômico e ações especiais

Campanha reúne restaurantes, cafés e operações da praça de alimentação com pratos exclusivos e promocionais

Para marcar o aniversário do Villa Romana Shopping, que será celebrado no dia 17 de abril, o empreendimento promove uma programação que convida o público a explorar diferentes experiências gastronômicas, com pratos exclusivos para a ocasião, além de descontos e ativações pelos corredores.

A campanha Villa Gastronômica acontece até 26 de abril e reúne restaurantes, operações da praça de alimentação, cafés e docerias em um circuito que valoriza a diversidade do mix. Durante o período, o público encontra combinações exclusivas, releituras de pratos e ofertas pensadas especialmente para a data.

Entre os destaques estão criações desenvolvidas para o aniversário, como o Salmão à Romana do Hard Rock Cafe Florianópolis, o combinado Villa Romana do Shima Sushi e opções do Bistrô Botânia por Mayra Pauli, que incluem massas e preparos autorais. Para completar a experiência, a Tea Shop também preparou um chá exclusivo para a data, pensado para a pausa ao longo do dia.

Além dos pratos inéditos, a programação inclui menus com valores diferenciados e vantagens em diversas operações. Restaurantes como Outback Steakhouse, Coco Bambu e Chopperia Premium participam com combinações promocionais, enquanto marcas da praça de alimentação apresentam combos e condições especiais, ampliando as opções para diferentes momentos, do almoço ao jantar.

O roteiro se estende ainda para cafeterias e confeitarias, com sugestões que vão de degustações gratuitas a combos com bebidas e sobremesas em valores reduzidos. Entre os participantes estão nomes como Kopenhagen, Café Cultura, Havanna Café e Lugano Gramado.

E no dia 17 de abril, data do aniversário, a programação ganha um gesto simbólico, a distribuição de doces do tipo bem-casado no 3º andar do shopping, reforçando o clima de celebração. 

Para conferir o cardápio completo da campanha, com todos os pratos, combos e condições especiais, além da lista completa de operações participantes, o público pode acessar o site do Villa Romana Shopping. 

Villa Gastronômica – Aniversário Villa Romana Shopping

Data: 7 a 26 de abril de 2026

Local: Villa Romana Shopping
Operações participantes: Shima Sushi, Hard Rock Cafe Florianópolis, Coco Bambu, Outback Steakhouse, Chopperia Premium, Burger King, Camarão Express, Giraffas, Guacamole, Mini Kalzone, Spedini, Spoleto, Kopenhagen, Nespresso, Café Cultura, Havanna Café, American Cookies, Costa’s Coffee, Casa de Chá Mayra Pauli, Lugano Gramado, Borelli

Informações: villaromanashopping.com.br

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Marrom em evidência: saiba como usar a tonalidade que se tornou protagonista da estação

Ganhando destaque como neutro versátil, o marrom e suas variações já integram os visuais do outono 2026

Quando a Pantone elegeu o Mocha Mousse como a cor de 2025, o anúncio sinalizava mais do que uma tendência passageira. O tom, um marrom suave, antecipava um movimento que ganharia fôlego nas temporadas seguintes. Agora, no outono/inverno 2026, a tonalidade se consolida como eixo central das narrativas de moda, atravessando coleções, editoriais e o streetstyle com naturalidade.

A força do marrom se ancora em uma estética que privilegia permanência e refinamento. Em sintonia com o quiet luxury, a cor surge como um novo neutro, capaz de substituir o preto e o cinza com mais profundidade e nuance. Ao mesmo tempo, o tom carrega uma carga sensorial que aquece a composição e adiciona textura visual ao look, elemento essencial em uma temporada em que o toque e o caimento ganham protagonismo.

Nas passarelas, a cartela terrosa aparece em diferentes intensidades, do chocolate intenso ao caramelo luminoso, passando por tons de café, conhaque e areia. Essa variação amplia as possibilidades de styling e reforça a versatilidade da cor, que se adapta a diferentes propostas e códigos de vestir. O resultado é uma estética sofisticada, porém acessível, que transita entre o minimalismo e uma elegância mais expressiva.

No guarda-roupa feminino, o marrom se manifesta em peças de alfaiataria com recortes precisos, trench coats de construção fluida, saias midi e vestidos em tecidos naturais como lã fria, linho e algodão encorpado. A aposta em looks monocromáticos cria uma silhueta alongada e elegante, enquanto o mix de texturas, como couro, tricô e linho, adiciona dimensão ao visual. Em composições mais contemporâneas, a cor dialoga com tons como azul petróleo, vinho e nuances vibrantes, criando contrastes chamativos, mas ainda elegantes.

Já na moda masculina, a tonalidade reforça uma abordagem mais apurada do vestir. Blazers estruturados, calças de alfaiataria, camisas em tecidos nobres e sobreposições bem calculadas ganham nova leitura quando explorados em variações de marrom. O styling aposta em combinações ton sur ton ou na clássica base neutra com pontos de contraste, criando produções que equilibram elegância e funcionalidade. O denim também entra nesse jogo, especialmente em lavagens mais escuras, compondo looks urbanos com apelo contemporâneo.

Para Emilio Guerra, CEO da Skyler, rede referência de moda, o protagonismo da cor reflete uma mudança consistente na forma como o estilo é construído. “O marrom se conecta com um desejo por autenticidade e por um vestir mais consciente. Ele carrega sofisticação, mas de forma silenciosa, sem excessos. É uma cor que não precisa chamar atenção de forma óbvia para se destacar, justamente porque transmite segurança e maturidade estética”, afirma.

Segundo o executivo, essa ascensão também está diretamente ligada à evolução do comportamento do consumidor. “Hoje existe uma valorização maior por peças que tenham longevidade, que façam sentido em diferentes momentos e que possam ser combinadas com facilidade. O marrom entra nesse contexto como um facilitador de styling, porque conversa bem com uma ampla gama de cores e texturas, permitindo múltiplas leituras dentro do mesmo guarda-roupa”, explica.

Em sua leitura, a tonalidade amplia as possibilidades, principalmente dentro da moda masculina contemporânea. “Quando pensamos em construção de imagem, o marrom traz uma alternativa interessante ao preto, que muitas vezes pode endurecer o visual. Ele suaviza, traz profundidade e, ao mesmo tempo, mantém a elegância. Isso abre espaço para composições mais sofisticadas e atuais, tanto no ambiente profissional quanto em ocasiões mais casuais”, reforça.

Guerra também destaca o papel da cor na construção de coleções mais coesas. “Ao trabalhar com uma base de tons terrosos, conseguimos criar uma narrativa mais fluida, em que as peças se conectam entre si. Isso facilita não só a experiência de compra, mas principalmente o uso no dia a dia, porque o consumidor passa a enxergar mais possibilidades dentro do próprio armário”, completa.

Essa versatilidade também se traduz na forma como o marrom se integra a diferentes propostas de styling. Em produções alinhadas ao quiet luxury, aparece em peças de design limpo, com foco em corte, matéria-prima e acabamento. Por outro lado, em leituras mais fashionistas, surge em modelagens amplas, sobreposições e composições que exploram proporção e contraste, mostrando que a cor também pode assumir um papel de destaque em visuais mais ousados.

Sobre a Skyler:

A Skyler é uma marca de moda masculina que atua no mercado desde 1997, atualmente com 67 lojas em todo o Brasil. Com mais de 400 novos produtos por coleção, suas peças atendem diferentes estilos de vida por meio das linhas Essential, Casual, Motion, Tech, Business, Premium, Forward e Junior.

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  Fevest Inspire 2026 – Feira de Lingerie, Moda Praia, Fitness e Matéria-prima

FEVEST Inspire 2026 abre credenciamento para visitantes. A edição deste ano da maior feira de moda íntima da América Latina registrou incremento de mais de 20% de expositores e representantes de todo o Brasil. A FEVEST acontece de 9 a 11 de junho, em Nova Friburgo, a capital da moda íntima, na região serrana do Rio de Janeiro.

O credenciamento pode ser feito pela página www.fevest.com/credenciamento  . Visitantes de outros países ou cidades podem se cadastrar para pegar o transfer gratuito com saída dos aeroportos do Rio de Janeiro.

A Fevest Inspire 2026 - Feira de Lingerie, Moda Praia, Fitness e Matéria-prima - é uma realização do Sindvest (Sindicato das Indústrias do Vestuário de Nova Friburgo e Região), com patrocínio da Firjan SENAI SESI, apoio institucional da Prefeitura Municipal de Nova Friburgo, Abit, Frionline e Vinilsul

Fevest Inspire 2026 - Feira de Lingerie, Moda Praia, Fitness e Matéria-prima

Data: 09 a 11 de junho de 2026 (terça-feira a quinta-feira)

Horário: das 13h às 20h

Entrada: Gratuita mediante credenciamento pelo site

Local: Nova Friburgo Country Clube (Av Conselheiro Julius Arp, 140 – Centro – Nova Friburgo/RJ)

Site: http://www.fevest.com/

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TAG HEUER NA WATCHES & WONDERS 2026

A relojoaria suíça de luxo celebra a inovação e a maestria em cronógrafos na Watches & Wonders Genebra

A relojoaria suíça de luxo TAG Heuer retorna à Watches & Wonders Geneva com um novo e ousado espaço, celebrando um de seus relógios mais icônico, o TAG Heuer Monaco, ao lado de sua expertise em cronógrafos.

No centro da apresentação deste ano está o novo movimento TH80-00, um calibre automático de cronógrafo de alta performance, desenvolvido para oferecer maior precisão, eficiência e durabilidade. Juntos, esses elementos expressam a busca contínua da marca pela inovação, onde ícones históricos e engenharia de ponta avançam em perfeita sintonia.

Localizado mais uma vez no coração do universo LVMH, o espaço TAG Heuer da continuidade à arquitetura do ano anterior e revela uma cenografia totalmente nova, dedicada à inovação em cronógrafos e ao legado do TAG Heuer Monaco.

Uma declaração arquitetônica

O espaço da TAG Heuer ocupa 1.000 metros quadrados dentro do universo LVMH. Embora mantenha uma estrutura arquitetônica imediatamente reconhecível, a cenografia foi completamente reinventada para destacar as mais recentes inovações da marca e o legado duradouro do TAG Heuer Monaco.

Na entrada, duas grandes telas de LED emolduram a fachada, exibindo conteúdos visuais dinâmicos que introduzem os visitantes ao tema central do espaço. Esses elementos conduzem o público até o destaque principal: uma instalação monumental descrita como o “coração pulsante” do espaço da marca.

Suspensa sob o teto central, uma réplica em grande escala do movimento TH80-00 está posicionada dentro de uma estrutura de plexiglass vermelho transparente. Cercada por telas de LED que animam e explicam o funcionamento do movimento, a instalação transforma uma inovação técnica em um espetáculo visual impactante.

Ao redor desse elemento central, destacam-se dois poderosos símbolos do legado automobilístico da TAG Heuer: um carro de Fórmula 1 da Oracle Red Bull Racing, representando o auge da performance contemporânea ao lado do embaixador da marca Max Verstappen, e o Porsche 917 de Steve McQueen, eternamente ligado ao TAG Heuer Monaco após sua aparição no filme Le Mans. Juntos, esses ícones criam uma ponte narrativa entre passado e presente, traçando a história do TAG Heuer Monaco de Steve McQueen, primeiro embaixador do modelo, a Max Verstappen, a representação moderna de velocidade e precisão.

As vitrines do espaço TAG Heuer ampliam essa narrativa, com foco no TAG Heuer Monaco e no universo da inovação. Campanhas visuais cuidadosamente orquestradas e uma curadoria precisa de peças destacam os lançamentos mais recentes e reforçando o status duradouro do relógio como um dos ícones mais emblemáticos da marca.

A história do cronógrafo

No interior do espaço da marca, os visitantes encontram uma impressionante parede dedicada ao cronógrafo, uma das contribuições mais importantes da TAG Heuer à relojoaria e tema central dos lançamentos de 2026.

A “Chronograph History Wall” apresenta a evolução dessa complicação desde suas origens até os mecanismos mais avançados da atualidade.

Com dezoito relógios, que vão de referências históricas a modelos contemporâneos, incluindo um rattrapante e as mais recentes peças equipadas com o movimento TH80-00, a exposição ilustra os marcos técnicos que moldaram o legado da marca no universo do cronógrafo.

Cada relógio é acompanhado por elementos visuais, artefatos ou conteúdos digitais que contextualizam sua importância na história da TAG Heuer. Tablets interativos permitem explorar detalhes sobre os movimentos, design e inovações.

Essa linha do tempo imersiva reforça o papel da TAG Heuer como pioneira na medição precisa do tempo e no universo do automobilismo.

O TAG Heuer LAB

Um espaço dedicado, o TAG Heuer Lab, convida os visitantes a explorar o movimento TH80-00 por meio de uma experiência imersiva e interativa. Inspirado nos laboratórios da marca em La Chaux-de-Fonds, o ambiente apresenta o movimento a partir de quatro pilares: arquitetura, materiais, design e testes.

Exposições interativas revelam o funcionamento interno do movimento, enquanto demonstrações ao vivo destacam inovações como a espiral de carbono e sua resistência ao magnetismo. Os visitantes também podem conhecer as etapas de produção e testes rigorosos, incluindo a validação dos acionadores do cronógrafo.

Uma mesa final de design mostra a evolução do TAG Heuer Monaco, desconstruindo o relógio em seus componentes essenciais para revelar como o ícone evoluiu ao longo do tempo, sem perder sua identidade única.

Uma experiência imersiva

Ao longo do espaço, grandes telas e conteúdos visuais dinâmicos reforçam a narrativa que conecta a tradição, inovação e performance. Instalações conduzem os visitantes pela trajetória do TAG Heuer Monaco, desde suas origens ligadas ao Grande Prêmio de Mônaco de Fórmula 1 e a Steve McQueen até sua interpretação moderna no pulso de Max Verstappen.

No centro, o lounge TAG Heuer oferece um ambiente acolhedor para relaxar, trocar ideias e descobrir as novidades da marca. Um bar central e áreas de reunião criam uma atmosfera vibrante e sofisticada, refletindo o espírito esportivo e a excelência da relojoaria suíça.

Com sua instalação monumental do TH80-00, o laboratório imersivo TH Lab e a narrativa focada em cronógrafos, a presença da TAG Heuer na Watches & Wonders 2026 reafirma o compromisso da marca em expandir os limites da inovação mecânica.

Porque, na TAG Heuer, a busca pela precisão é também a arte de redefini-la constantemente.

Sobre TAG Heuer

A TAG Heuer, fundada em 1860 por Edouard Heuer nas Montanhas do Jura, na Suíça, é uma marca de relógios de luxo que faz parte do grupo LVMH Moët Hennessy Louis Vuitton SE (“LVMH”), o principal grupo de luxo do mundo. Com sede em La Chaux-de-Fonds, na Suíça, e com quatro unidades de produção, a TAG Heuer conta com 1.900 colaboradores e está presente em 139 países. Os produtos TAG Heuer estão disponíveis online em www.tagheuer.com para países selecionados e em 260 boutiques e 2.300 pontos de venda em todo o mundo.

Há 165 anos, a TAG Heuer demonstra um espírito puro de relojoaria de vanguarda e um compromisso com a inovação, com tecnologias revolucionárias que incluem o pinhão oscilante para cronógrafos mecânicos em 1887, o Mikrograph em 1916, o primeiro movimento de cronógrafo com corda automática – Calibre 11 – em 1969, e o primeiro smartwatch de luxo em 2015. Atualmente, a principal coleção da marca é composta por duas famílias icônicas projetadas por Jack Heuer – TAG Heuer Carrera e Monaco – e é complementada pelas coleções contemporâneas TAG Heuer Aquaracer, Formula 1, Link e Connected.

Incorporando a nova filosofia da TAG Heuer, “Designed to Win”, a marca continua a construir seu legado de inovação ousada, resiliência e alto desempenho. Suas parcerias de destaque e embaixadores refletem o espírito da TAG Heuer em superar limites e performar nos momentos que realmente importam.

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