inclusão social

Atriz fala sobre inclusão social no Dia Internacional da luta das Pessoas com Deficiência

Atriz fala sobre inclusão social no Dia Internacional da luta das Pessoas com Deficiência

  Samanta Quadrado é muito conhecida no mundo digital por seu trabalho como influenciadora e youtuber, onde fala abertamente sobre sua vivência com a “Síndrome de Down” e diversos outros assuntos. Vale ressaltar que, a Influencer viu a sua vida mudar do dia para a noite a partir do seu trabalho como atriz frente às telinhas, onde esbanjou carisma e talento, com seu papel de suma importância na última novela das 9 “Um Lugar ao Sol”, de Lícia Manzo e com direção artística de Maurício Farias. Atualmente Samanta se prepara para participar de uma comédia romântica protagonizada por Giovanna Antonelli.

   Para falar sobre a relevância da inclusão social no ‘Dia Internacional da luta das Pessoas com Deficiência’, que eu entrevistei com exclusividade a atriz, Samanta Quadrado.

Qual a sua avaliação sobre a importância do Dia Internacional das pessoas com deficiência?

 R: É uma data muito importante, pois serve para lembrar a sociedade que todas as pessoas com deficiência merecem respeito. Nós temos leis que nos protegem e precisamos continuar lutando para que elas sejam cumpridas cada vez mais.

Para você o preconceito tem diminuído ou aumentado? Por quê?

 R: Fico muito triste porque ainda vejo pessoas com deficiência sofrendo preconceito e não tendo espaço na sociedade. A discriminação precisa acabar! As pessoas com deficiência também são capacitadas para exercerem funções dentro de uma empresa ou para a sociedade no geral, o que é fundamental para que haja a inclusão social.

O que você pensa sobre o preconceito?

 R: Muitas vezes o preconceito é falta de informação, mas muitos não querem aceitar que as pessoas com deficiência são iguais a qualquer outra pessoa, e que podem seguir as suas vidas normalmente, buscando as suas profissões, seus sonhos e, inclusive, a sua independência.

 Você faz parte de algum projeto que promova a inclusão? Quais as suas ideias para que haja a inclusão social das pessoas com deficiência?

 R: Sempre que posso, estou apoiando instituições e causas que pensam na inclusão das pessoas com deficiência, pois isso é extremamente relevante para mim. Trata-se de uma maneira que tenho de incentivar pessoas iguais a mim a realizarem seus sonhos e projetos.

Você já foi vítima de algum preconceito?

 R: Eu nunca recebi diretamente nenhum comentário preconceituoso, porém sempre vejo que há olhares me julgando, bem como, as outras pessoas com deficiência, o que é muito triste! De uma certa forma, as pessoas nos olham porque pensam que somos “diferentes”.

Como você classifica o seu sucesso nas telinhas já tendo feito novelas para a Globo, sendo influenciadora digital?

R:  Fazer o papel da personagem Mel na novela, foi a realização de um sonho de infância, porque sempre quis ser atriz. A minha personagem conseguiu deixar um recado muito importante para as pessoas, de que todos com deficiência podem exercer papéis na vida de outras pessoas. Nós conseguimos aprender e temos muito para ensinar!

- Foi muito importante para mim ter conseguido esse papel em rede nacional na TV para dar voz as pessoas com ‘Síndrome de Down’, me tornando assim, referência e exemplo para tantas outras pessoas do nosso país, mas a minha vontade é que mais pessoas com deficiência, consigam se destacar!

Quais as suas considerações finais?

R: Gostaria de dizer que o respeito ao ser humano é o mínimo que esperamos da sociedade.

 - Aproveito para convidar as pessoas para seguirem o meu canal no Youtube “Canal da Sassá”, que lá poderão encontrar dicas de culinária, moda e das ações sociais que realizo e também me seguir no Instagram @samantaquadrado_ curtindo as novidades do meu dia a dia.

Claudia Carletto fala da sua candidatura a deputada federal e de suas perspectivas

Claudia Carletto fala da sua candidatura a deputada federal e de suas perspectivas

   Claudia Carletto é jornalista, pós-graduada em Marketing Político pela ECA-USP e mestre em Cidades Inteligentes e Sustentáveis pela UNINOVE. Filiada ao Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), Claudia foi secretária municipal de Direitos Humanos e Cidadania da Prefeitura de São Paulo de dezembro de 2019 e abril de 2022 e, anteriormente, secretária-executiva adjunta de Políticas para Mulheres na mesma secretaria (2018-2019). Neste período, num cenário de pandemia, esteve sob sua responsabilidade, entre outras atribuições, a estruturação e ampliação do atendimento de toda a rede de apoio para mulheres vítimas de violência doméstica na capital paulistana - para que se tenha uma ideia, somente em 2021, a Prefeitura de São Paulo registrou mais de 42 mil atendimentos em seus postos de acolhimento, um aumento de 75% em relação a 2020.

   A propósito da sua candidatura, a deputada federal, que eu entrevistei Claudia Carletto. Na oportunidade, ela fala sobre os seus projetos, perspectivas e expectativas para o dia das eleições.

Quando a senhora decidiu entrar na política e o que mais a motivou?

  R: Para mim, a política sempre representou um instrumento fundamental para construir uma sociedade mais justa e democrática. É através dela que podemos expressar nossa vontade e lutar pelas mudanças que consideramos necessárias para melhorar nossas cidades, estados e o País. Por isso, em 1994 decidi me filiar ao PSDB. Graduada em Jornalismo, continuei minha formação no sentido de seguir na política, fazendo pós-graduação em Marketing Político e mestrado em Cidades Inteligentes e Sustentáveis. Com a senadora Mara Gabrilli, desde 2005 venho trabalhando pelas pessoas com deficiência e pela população mais vulnerável.

   - Fui secretária-adjunta de Políticas para Mulheres na Cidade de São Paulo e, a convite do prefeito Bruno Covas, assumi em 2019 a Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania. Quando tive esse estreito contato com os Direitos Humanos - e atuei pela igualdade de todos os cidadãos, sobretudo as minorias – vi que estava no meu lugar: um lugar de conseguir trabalhar pelos outros e de poder impactar, de fato, muitas vidas. E isso se dá através da ação política, por isso acredito que é a melhor forma que eu posso ajudar a desenvolver e construir o país em que eu vivo.

Quais os seus projetos na área da inclusão social ao assumir o cargo de Deputada Federal?

   R: Em meu Plano de Mandato, dividi esta questão em diversas áreas. Na área das pessoas com deficiência, quero defender a regulamentação integral da Lei Brasileira de Inclusão, lei da Mara Gabrilli, senadora e atual candidata à vice-presidência da República na chapa de  Simone Tebet para presidente; incentivar o investimento da gestão pública para eficiência nos sistemas de dispensação de órteses e próteses; apoiar a expansão dos centros de reabilitação, defender a inclusão da educação especializada para autistas; enfrentamento ao preconceito e discriminação, além de sugerir a criação de redes de apoio às famílias.

   - Já pela Igualdade Racial, pretendemos atuar no campo da segurança pública e justiça no combate a crimes raciais e de intolerância religiosa; ampliar a titulação dos 36 quilombos já reconhecidos no Estado de São Paulo; atuar para o bom funcionamento e fiscalizar a atuação do Plano Nacional de Igualdade Racial (Planapir); propor ajustes ao Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial para Inclusão dos Povos Tradicionais

   - Na área da diversidade sexual, vamos defender a criação do Estatuto das Pessoas LGBTQIA+; o fomento à pesquisa e mapeamento sociodemográfico com foco em planejamento de políticas públicas; defender os direitos da infância, adolescência e juventude LGBTQIA+ sem discriminação, com oportunidade de escolaridade e trabalho; garantir o acesso a cuidados em saúde mental e apoiar políticas de empregabilidade deste público.

Quais foram os seus maiores desafios no combate à pandemia em São Paulo?

   R:  O desafio foi enorme. Logo que assumi a Secretaria Municipal dos Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo, chegou à pandemia e tivemos que atuar rapidamente para oferecer soluções para as famílias que perderam seus empregos, perderam renda e não tinham como colocar comida na mesa. Entre as ações desenvolvidas pela pasta neste período, está o Cidade Solidária, que previa a entrega de cestas básicas e de higiene por meio de doações de pessoas físicas e jurídicas. Até o final de 2021, foram entregues cerca de 6,1 milhões de cestas básicas e oferecidas 8,1 milhões de refeições. Além disso, criamos o Rede Cozinha Cidadã PoPRua, iniciativa com o objetivo de oferecer refeições a pessoas em situação de rua ao mesmo tempo que contribuía para a manutenção dos restaurantes afetados pelas medidas emergenciais. Pesquisa sobre o impacto da medida entre os restaurantes cadastrados apontou que 70% destes estabelecimentos só conseguiram manter o negócio graças aos recursos do Programa Cozinha Cidadã.


  - Ao mesmo tempo, com o aumento da violência, não apenas a doméstica, contra a mulher, mas contra os jovens, crianças, idosos e a população LGBTQIA+, precisamos ampliar os canais de denúncia e manter todos os equipamentos de direitos humanos disponíveis na prefeitura abertos e funcionando para atender toda essa população. Estruturamos e ampliamos o atendimento de toda a rede de apoio para mulheres vítimas de violência doméstica na capital paulistana - para que se tenha uma ideia, somente em 2021, a Prefeitura de São Paulo registrou mais de 42 mil atendimentos em seus postos de acolhimento, um aumento de 75% em relação a 2020.

Quais os projetos que a senhora tem para combate à violência doméstica?

 R: A discriminação e a violência contra a mulher, consequência da nossa própria estrutura social, não são mais aceitáveis em nossa sociedade. Um Estado mais justo para nós mulheres, significa garantir o respeito, a proteção, o acesso a emprego e renda em igualdade de condições, o acesso a saúde, uma vida sem violência.

  - Pensando nisso, queremos, antes de mais nada, garantir o amplo acesso aos cuidados de saúde das meninas e mulheres, buscar soluções para a garantia de acesso a renda e mercado de trabalho com igualdade salarial, dar prioridade nas ações de educação sexual desde a juventude, e acesso a amplas formas de meios contraceptivos.

  - Na nossa proposta está ainda a implementação de uma política de atendimento humanizado desde a gravidez até o parto, de maneira a combater a violência obstétrica. Além disso, vamos trabalhar pela ampliação da rede de enfrentamento à violência contra a mulher em todo país e defender o aumento do orçamento destinado às políticas para mulheres em geral.

Quais os seus projetos de combate à fome?

  R:  Hoje, no pós-pandemia e com a crise econômica que enfrentamos, milhões de brasileiros não conseguem colocar comida na mesa, o país retornou para o Mapa da Fome. Para conseguirmos reverter esse quadro, será preciso investir em planos emergenciais e políticas públicas de longo prazo que atendam às necessidades básicas e urgentes daqueles que, muitas vezes, vão para a cama sem se alimentar.

- Para isso, vamos defender o aperfeiçoamento orçamentário para políticas de enfrentamento à fome e erradicação da pobreza, defender e fiscalizar a aplicação integral do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (SISAN) e propor melhorias à lei que criou o sistema.

Como as pessoas podem fazer para conhecerem o seu programa de governo? 

  R:  É só visitar o meu site www.claudiacarletto.com.br. Também estou no Instagram (www.instagram.com/claudiacarletto) e no Facebook (www.facebook.com/carlettoclaudia ).