Viviane de Oliveira

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Consumidor entra na era da exaustão digital e obriga marcas a reverem estratégias

Excesso de estímulos online reduz atenção, aumenta cansaço e muda comportamento de consumo; 85% da publicidade digital recebe menos de 2,5 segundos de atenção ativa dos usuários

O ambiente digital, que por anos foi sinônimo de oportunidade de engajamento, passa a revelar um novo desafio para as marcas: a exaustão da atenção do consumidor. A saturação de conteúdos, notificações, anúncios e estímulos constantes nas plataformas digitais vem provocando mudanças profundas na forma como as pessoas consomem informação e tomam decisões de compra.

Segundo o especialista em marketing e estratégias de negócios Frederico Burlamaqui, 2026 será o ano em que as empresas precisarão reconhecer que não basta estar presente digitalmente, é necessário ser relevante e estratégico. “O consumidor hoje tem menos tempo, menos paciência e mais alternativas de estímulo do que nunca. Para se destacar, as empresas precisam pensar além da saturação digital e priorizar experiências que respeitem a atenção do público”, afirma Burlamaqui.

O estudo “Hacking the Attention Economy”, realizado pela VCCP Media em parceria com a Amplified, aponta que 85% da publicidade digital recebe menos de 2,5 segundos de atenção ativa dos usuários, tempo considerado insuficiente para gerar lembrança consistente de marca.

Outro levantamento, o Digital Life Survey 2025, do Human Clarity Institute, identificou que mais da metade dos usuários relata se sentir cansado ou exausto após longos períodos online. O estudo aponta ainda que 50% das pessoas relatam exaustão depois de mais de quatro horas conectadas e 70% afirmam que longos períodos de atividade digital geram desgaste e redução de foco. Esses dados reforçam o avanço da chamada fadiga digital, fenômeno caracterizado pela sobrecarga de estímulos e pela dificuldade crescente de manter atenção contínua em ambientes virtuais.

Impactos no marketing e no consumo

De acordo com Burlamaqui, os efeitos da exaustão digital já são perceptíveis na performance das marcas e na forma como o público interage com conteúdos e anúncios. Há redução do tempo de atenção e aumento da rolagem automática nos feeds, o que diminui a absorção real das mensagens. As taxas médias de engajamento tendem a cair quando o conteúdo é genérico ou excessivamente frequente, enquanto o custo por aquisição sobe, já que é necessário investir mais para conquistar a mesma atenção de antes. Ao mesmo tempo, o consumidor se torna mais seletivo, ignorando comunicações repetitivas ou pouco relevantes e demonstrando maior interesse por experiências presenciais, eventos e interações mais humanas.

Para o especialista, o consumidor aprende rapidamente a filtrar estímulos. “Quando tudo é urgente, nada é relevante. O público passa a ignorar automaticamente o que não faz sentido para ele.”

O que muda em 2026

Burlamaqui acredita que 2026 marcará uma transição importante na estratégia das empresas. O foco deixa de ser a presença massiva em múltiplos canais e passa a priorizar intenção, clareza e profundidade. Em vez de produzir conteúdo em alta frequência apenas para manter visibilidade, as marcas precisarão investir em mensagens mais consistentes, alinhadas ao posicionamento e ao momento do consumidor.

A construção de experiências significativas, tanto no ambiente digital quanto fora dele, ganha relevância diante da busca por conexões mais humanas e menos automatizadas. Estratégias baseadas em engajamento qualificado tendem a substituir a obsessão por métricas superficiais, como volume de visualizações ou seguidores. “Estamos vivendo uma transição da economia da atenção para a economia do significado. Marcas que entenderem isso primeiro terão vantagem competitiva. As que insistirem em barulho e volume podem enfrentar custos cada vez maiores para resultados cada vez menores”, conclui o especialista.

Imagem Destaque: Especialista em marketing e estratégia de negócios, Frederico Burlamaqui
Foto: Raphael Bernadelli

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Conheça cinco projetos arquitetônicos no Brasil assinados pelo estúdio italiano que desenhou carros Ferrari

A construtora GT Home foi a primeira a firmar o acordo com o estúdio italiano no Brasil e uma das pioneiras no lançamento de um residencial com assinatura da marca, o que abriu caminho para um mercado que hoje soma mais de 40 projetos. Relatório da Savills aponta a Pininfarina, responsável pelo design de alguns dos carros mais cobiçados do mundo, como Ferrari e Maserati, como líder do segmento nas Américas.

O estúdio que desenhou alguns dos carros mais desejados do mundo também tem transformado a arquitetura residencial. Responsável por modelos icônicos da Ferrari e da Maserati, a italiana Pininfarina levou para o mercado imobiliário de alto padrão os princípios que consagraram sua atuação no automobilismo: linhas fluidas, precisão técnica e identidade autoral. Nas Américas, a marca lidera o segmento de branded residences, segundo relatório da Savills de 2025, e está presente no Brasil desde 2014, onde acumula mais de 40 projetos. 

GT Home, braço da GT Company em Santa Catarina, foi a primeira no Brasil a confirmar o acordo com o estúdio global e uma das pioneiras a lançar um residencial de grande porte com a assinatura do escritório italiano no país, o Yachthouse, o que estabeleceu um novo padrão técnico e estético para o setor imobiliário. A estratégia da GT Home de importar a tecnologia da engenharia automotiva — como testes de túnel de vento e aerodinâmica de fluidos — para a construção civil antecipou uma tendência que hoje está presente no skyline das grandes cidades brasileiras. 

Cinco projetos, como essa parceria histórica com a GT Home e empreendimentos de outras construtoras, traduzem a aerodinâmica dos carros para o concreto:

1. Yachthouse (Balneário Camboriú/SC)
Um dos marcos que confirmaram a vinda da Pininfarina ao Brasil e sua atuação em arranha-céus. Desenvolvido pela GT Home, o projeto detém o título de residencial mais alto da América Latina (294 metros). A construtora e o estúdio trabalharam em conjunto para desenhar uma base náutica e torres que suportam a pressão do vento nessa altitude, e criaram um ícone de engenharia e um complexo de lazer de 10 mil m², com localização privilegiada em um dos bairros que mais valorizam na cidade. O empreendimento também é cobiçado no meio de celebridades, entre elas, o jogador Neymar, que adquiriu uma cobertura quadriplex.

2. Vitra (Balneário Camboriú/SC)
Também fruto da aliança de longo prazo com a GT Home, o Vitra é a evolução dessa linguagem. A fachada utiliza vidro e ACM moldados para emular a aerodinâmica de um carro em movimento, e exigiram soluções construtivas inéditas para executar as curvas sem comprometer a planta. A Pininfarina também assina o conceito dos interiores e das áreas comuns, com peças de mobiliário exclusivas. Em Balneário Camboriú, a GT Home também desenvolve o La Città by Pininfarina, mais um marco do setor com assinatura do estúdio italiano. 

3. Atto Design by Pininfarina (Rio de Janeiro/RJ)
Localizado em frente ao mar, na Barra da Tijuca, o Atto Design by Pininfarina representa a atuação do estúdio em projetos de exclusividade. Com apenas 20 unidades distribuídas em 14 pavimentos, o empreendimento aposta em linhas fluidas e arquitetura escultural, traduzindo para o contexto urbano carioca os princípios do design automotivo que caracterizam a marca. Desenvolvido em parceria com a Origem Incorporadora, o projeto é o primeiro empreendimento residencial do estúdio italiano no Rio de Janeiro.

4 - Epic Jardim Europa by Pininfarina (São Paulo/SP)
Em implantação no Jardim Europa, com vista para o verde do bairro nobre, o empreendimento é fruto de uma parceria entre J. Safra Properties e Cyrela, e reforça o protagonismo do estúdio italiano em projetos de grande escala. O Epic será o residencial mais alto da capital paulista, com 210 metros de altura. O edifício terá apartamentos e penthouses com 4 suítes e metragens de até 637 m², além de amplas áreas de lazer e wellness, inclusive com um pavimento “flutuante”.

5 - Quadra Legacy & Quadra Authentic Design by Pininfarina (Belém/PA)
Os projetos Quadra Legacy e Quadra Authentic marcam a estreia da Pininfarina na região Norte e posicionam Belém no mapa internacional da arquitetura de marca. Com propostas contemporâneas e que dialogam com o contexto amazônico, os empreendimentos se destacam pelo uso de fachadas esculturais inspiradas nas linhas da Ferrari Testarossa, pela organização dos edifícios em pavimentos temáticos e por soluções que priorizam conforto ambiental, tecnologia e experiência de uso.

Para Geninho Thomé, fundador da GT Home e pioneiro em estabelecer um acordo para a construção de um residencial by Pininfarina, a decisão foi além de uma estratégia de marketing, mas de engenharia, de segurança e de alto padrão. “Quando fomos os primeiros a confirmar a parceria com a Pininfarina e um dos pioneiros a lançar um edifício da marca, o objetivo era trazer inovação ao mercado. Sabíamos que para construir o prédio mais alto da América Latina, precisávamos de uma aerodinâmica que só quem desenha carros de Fórmula 1 possui. Esse pioneirismo da GT Home abriu um caminho sem volta para o design autoral no Brasil. Hoje, entregamos obras com identidade global”, afirma o executivo.

Sobre a GT Home

A GT Home é uma das construtoras mais renomadas de Santa Catarina e integra a GT Company, fundada pelo empresário Dr. Geninho Thomé. A empresa combina engenharia de excelência, design internacional e inovação sustentável para desenvolver projetos que se tornaram símbolos da arquitetura de alto padrão no Brasil. Entre suas realizações está o Yachthouse by Pininfarina, o mais alto residencial da América Latina, com 294 metros de altura. Recentemente, a GT Home entregou o Vitra by Pininfarina e conduz a obra La Città by Pininfarina, ambos em Balneário Camboriú, além do Lagom Perequê, em Porto Belo. Com mais de 140 mil metros quadrados já entregues e um landbank de mais de 200 mil m², a construtora vai expandir seus grandiosos projetos para Itapema com o primeiro lançamento previsto para 2026. 


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PMEs serão as mais impactadas pela reforma tributária e seguem entre as menos preparadas

Mudança no sistema de impostos expõe fragilidades estruturais das pequenas e médias empresas

A reforma tributária em curso no Brasil deve alterar de forma significativa a apuração de impostos, a formação de preços e a organização financeira das empresas. Embora o debate se concentre nos grandes grupos, especialistas alertam que o impacto tende a ser maior sobre as pequenas e médias empresas, que ainda operam com baixo nível de preparo estrutural.

Jhonny Martins, contador e advogado, vice-presidente do SERAC, hub de soluções corporativas especializado em contabilidade, gestão tributária, jurídico e tecnologia, avalia que a reforma tributária tende a afetar de forma mais dura as pequenas e médias empresas. Dados do Sebrae mostram que microempresas, empresas de pequeno porte e MEIs representam entre 97% e 99% das empresas ativas no país, enquanto o IBGE aponta que concentram mais da metade dos empregos formais do setor privado. “A mudança expõe fragilidades estruturais que já estavam presentes na gestão das PMEs”, afirma.

Dados do Sebrae mostram que os pequenos negócios, categoria que inclui microempresas, empresas de pequeno porte e MEIs, representam cerca de 97% a 99% das empresas ativas no país, a depender do critério adotado. Levantamentos do IBGE indicam que essas empresas concentram mais da metade dos empregos formais do setor privado, além de terem papel relevante na geração de novas vagas nos últimos anos.

Apesar desse peso econômico, a estrutura de gestão das PMEs ainda é marcada por informalidade, controles limitados e decisões tributárias reativas, tomadas apenas no momento do recolhimento dos impostos. Esse cenário ajuda a explicar por que a reforma chega como um fator de pressão adicional para empresas que já lidam com margens reduzidas, crédito restrito e alta volatilidade de custos.

Para Jhonny, o problema central não está na reforma em si, mas no nível de preparação das empresas. “A reforma tributária não cria a fragilidade das PMEs, ela apenas escancara uma realidade que já existe. Muitas empresas não sabem exatamente quanto pagam de imposto por produto, serviço ou contrato, e isso se torna crítico em um novo modelo”, observa.

A avaliação ganha relevância porque a proposta de simplificação do sistema prevê a substituição de tributos cumulativos por um modelo de IVA dual, com CBS e IBS, exigindo controle mais rigoroso de créditos, revisão de processos fiscais e integração entre áreas que tradicionalmente operam de forma isolada. 

Para negócios que ainda dependem de planilhas manuais ou informações fragmentadas, o risco vai além de pagar mais imposto e envolve perda de previsibilidade financeira e competitividade.

Segundo ele, parte das empresas subestima o alcance da mudança. “Existe uma percepção equivocada de que quem está no Simples Nacional ou tem contratos de longo prazo estará protegido. A reforma afeta formação de preços, margens e renegociação contratual. Ignorar isso agora pode gerar problemas difíceis de corrigir depois”, diz.

Planejamento tributário deixa de ser diferencial e vira condição básica

Nesse novo ambiente fiscal, o planejamento tributário deixa de ser uma ferramenta pontual de economia e passa a ocupar um papel estrutural na estratégia do negócio. Não planejar, a partir de agora, equivale a assumir riscos diretos sobre o caixa e a continuidade da operação.

“O planejamento tributário não é mais um movimento oportunista para reduzir imposto. Ele passa a ser parte do desenho do negócio, da previsibilidade financeira e da sustentabilidade da empresa”, explica.

O desafio é que muitas PMEs ainda encaram a contabilidade como um serviço operacional, voltado apenas ao cumprimento de obrigações. Essa visão limita a capacidade de análise estratégica justamente em um momento em que a legislação exige leitura integrada de tributação, custos e modelo de negócio.

O especialista aponta cinco pontos de atenção para as PMEs diante da reforma

Antes de listar recomendações práticas, o especialista reforça que o objetivo não é alarmar o empresário, mas oferecer caminhos para reduzir riscos e ampliar a capacidade de adaptação.

  1. Avaliar o impacto real da reforma no negócio
    O primeiro passo é entender como a nova lógica tributária afeta produtos, serviços e contratos específicos. Sem essa análise, decisões de preço e negociação passam a ser feitas sem base técnica.
  2. Integrar áreas que hoje operam de forma isolada
    Tributação não é um tema exclusivo da contabilidade. As áreas comercial, financeira e jurídica precisam atuar de forma coordenada para evitar distorções de margem e conflitos contratuais.
  3. Revisar preços e margens com antecedência
    A mudança no modelo de impostos altera custos indiretos. Empresas que não recalcularem sua estrutura de preços correm o risco de manter faturamento e perder rentabilidade gradualmente.
  4. Avaliar com critério a contratação de assessoria especializada
    Nem todas as empresas têm estrutura interna para lidar com a complexidade da transição. Buscar parceiros com visão integrada, e não apenas operacional, reduz riscos e retrabalho.
  5. Tratar planejamento como processo contínuo
    A reforma não será um evento pontual. Ajustes e regulamentações ocorrerão ao longo dos próximos anos, exigindo revisões periódicas da estratégia tributária e financeira.

Para Martins, o maior erro das PMEs é tratar a reforma como um tema distante ou restrito às grandes corporações. “Quem se antecipa ganha tempo, previsibilidade e margem de manobra. Quem ignora, reage sob pressão, geralmente quando o impacto já chegou ao caixa”, afirma.

Ao final, o executivo destaca que a reforma também cria oportunidades para empresas mais organizadas. “Negócios que estruturarem seus processos tendem a ganhar eficiência e segurança. A mudança é inevitável. O risco está em entrar nela despreparado”, conclui.

Sobre Jhonny Martins

Jhonny Martins é contador e advogado pela PUC-SP com especialização em Direito do Trabalho pela Faculdade de Direito Damásio de Jesus, com MBA em Gestão Empresarial pela FGV-SP e MBA em Gestão Tributária pela USP. É vice-presidente do SERAC, um hub de soluções corporativas. Instagram @jhonnymartins

Sobre o SERAC & BHub

O SERAC é referência nacional em contabilidade, educação e gestão corporativa e BHub, startup especializada em soluções tecnológicas de backoffice. Com mais de 10 mil clientes e presença em todo o território nacional, essa união visa transformar o setor contábil por meio de automação, formação e parcerias estratégicas.  Instagram: @sou_serac ou pelo site souserac.com.

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ColmeIA, Startup brasileira, amplia quadro de sócios e aposta em crescimento sustentável e foco no cliente para 2026

Carolina Santos e Leandro Beccon passam a integrar o quadro societário da ColmeIA após trajetória decisiva na consolidação da startup e assumem missões estratégicas ligadas a crescimento, produto e cultura

A ColmeIA, empresa brasileira especializada em soluções de comunicação digital com inteligência artificial, anunciou a chegada de Maria Carolina Pires dos Santos Leandro Beccon ao seu quadro de sócios. A decisão marca um novo momento da companhia e reconhece a atuação dos executivos em uma das fases de maior crescimento da história da empresa.   

Carol e Beccon ingressaram na empresa quando o cenário era de alto risco e incerteza, período comum a startups em fase inicial. Desde então, tornaram-se peças-chave na superação dos obstáculos que antecedem a consolidação de um negócio inovador no mercado brasileiro.  

“Eles chegaram quando a ColmeIA tinha muito mais chances de dar errado do que de dar certo. Caminharam conosco durante o que costumo chamar de o ‘milhão de nãos’ que toda startup precisa enfrentar antes de sobreviver e, só depois, prosperar”, afirma José Caodaglio, CEO da ColmeIA.  

Experiência corporativa aplicada à jornada da startup

A chegada dos novos sócios reforça a ColmeIA com uma combinação estratégica de vivência corporativa e mentalidade de startup. Carolina Santos reúne mais de 15 anos de experiência em estratégia digital, desenvolvimento de negócios e design de produto no setor de tecnologia, com atuação em ambientes multinacionais. Ao longo da carreira, liderou equipes, estruturou operações e desenvolveu estratégias de entrada no mercado voltadas ao aumento de eficiência organizacional, expansão de margens e crescimento sustentável da receita. 

Essa bagagem se reflete diretamente na forma como a ColmeIA evolui seus produtos, serviços e processos, conectando visão estratégica à execução. A experiência de Carol em liderança organizacional e construção de times de alta performance fortalece a empresa em um momento de escala e amadurecimento operacional. 

Já Leandro Beccon traz uma trajetória consolidada em Vendas e Pré-Vendas, com mais de 15 anos de atuação junto a fornecedores de tecnologia e soluções de negócios. Possui forte relacionamento com clientes no mercado brasileiro e experiência na definição de estratégias comerciais e planos de crescimento por região, produto e segmento. 

Com passagens por projetos internacionais no Brasil e em países como Peru, Venezuela e Argentina, Beccon também reúne conhecimento profundo em soluções como Analytics, Big Data, Infraestrutura e SOA, contribuindo para a construção de um modelo comercial mais estruturado, consultivo e alinhado às demandas do mercado. Na ColmeIA, adotou a abordagem de "powerpoint zero" nas apresentações, construindo jornadas sofisticadas desde a primeira apresentação durante o processo de vendas. 

Crescimento, experiência do cliente e cultura no centro da estratégia

Como diretora de Customer Success, Carolina Santos, lidera as áreas de suporte, serviços e desenvolvimento de produtos. Seu principal objetivo é elevar continuamente a experiência e a satisfação dos clientes.   

“Para nós, suporte não é acessório, é core business. É no dia a dia do atendimento que mostramos, na prática, o respeito que temos pelos nossos clientes e o nosso nível de parceria. A Carol materializa isso com profissionalismo, pró-atividade e competência”, reforça o CEO.  

Carol também compartilha com Beccon o desafio de crescer a importância do “digital” na estratégia dos atuais clientes: “Ajudamos nossos clientes a pensar e implementar o que precisarem fazer, do ponto de vista de tecnologia, mas também de competências e estrutura organizacional, para que, por exemplo, o WhatsApp represente 50% do seu negócio digital.” - explica Carol Santos.   

Já o diretor de Vendas e Marketing, Leandro Beccon assume a missão de liderar o plano de crescimento da empresa para os próximos anos. A meta é dobrar a receita da ColmeIA em 2026 e de novo, em 2027, a partir de uma estratégia focada em venda de valor, profundidade técnica e forte entendimento do mercado.  

“Crescer não é apenas vender mais, é vender melhor. O Leandro tem a responsabilidade de conduzir esse crescimento com uma equipe que domina o produto, entende o mercado e mantém a transparência e a objetividade que sempre definiram a ColmeIA”, destaca Caodaglio. E quem já assistiu a uma apresentação da ColmeIA, onde um chatbot é montado ao vivo em tempo de reunião, entende rapidamente a importância da preparação dessa equipe.  

Além das responsabilidades operacionais e estratégicas, os novos sócios assumem uma missão considerada central pela liderança da empresa: serem guardiões e campeões da cultura da ColmeIA. “Mais do que cargos ou metas, confiamos a eles a proteção daquilo que sustenta tudo o que fazemos: nossa cultura. Eles devem representar os valores que queremos preservar e escalar à medida que a empresa cresce, lembrando que esses próximos anos são de crescimento exponencial”, conclui José Caodaglio.  

Sobre a ColmeIA 

A ColmeIA é uma empresa de tecnologia especializada em transformar conversas em negócios com a velocidade e eficiência que o mercado exige. Fundada em 2019, a partir do desenvolvimento de sua própria inteligência artificial, a empresa cresceu de forma acelerada e, em 2024, a empresa já recebeu R$43 milhões em aportes da Crescera Capital. 

Com foco em autonomia, escalabilidade e experiência do usuário, a ColmeIA oferece soluções conversacionais modulares e ágeis, capazes de reduzir o tempo de implementação de projetos de meses para dias.  Atualmente, processa mais de 10 milhões de sessões por dia, convertendo cada interação em valor para os negócios de seus clientes.  

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Festival Criativo Viva Joinville abre as comemorações de aniversário da cidade

Evento multicultural gratuito vai reunir moradores e visitantes para uma experiência urbana inovadora nos dias 7 e 8 de março, na Travessa Bachmann

Grandes centros urbanos são feitos de concreto, indústrias e números. Joinville não foge à regra, mas também não se resume a isso. Prestes a completar 175 anos no dia 9 de março, a cidade mostra que tem vida, encontros, gente na rua, arte e movimento. E terá uma grande festa de aniversário.

Nos dias 7 e 8 de março, o centro vai receber o Festival Criativo Viva Joinville – Edição Especial 175 Anos. Das 10 às 22 horas, o evento terá atividades e atrações multiculturais gratuitas na Travessa Bachmann, em frente ao Terminal Central. O objetivo é promover uma experiência coletiva, incentivar a convivência e fazer com que as pessoas ocupem os espaços públicos. 

“Mais do que uma celebração, o Festival será um manifesto urbano, criativo, acessível e gratuito. Joinville é trabalho, mas também é lazer, cultura, arte, diversidade e futuro. Somos uma cidade plural e viva, que merece celebrar seus 175 anos de maneira especial”, diz o idealizador e organizador do evento, André Guesser.

Nos dois dias da comemoração de aniversário da cidade, os visitantes poderão curtir atrações diferentes, como o VivaNoite! Mercado Criativo, uma feira e exposição de marcas autorais e produtos feitos à mão. A iniciativa foi pensada para valorizar os artistas e artesãos locais. 

Além disso, o público terá acesso a apresentações culturais gratuitas e poderá apreciar os sabores da gastronomia de rua. A Travessa Bachmann receberá foodtrucks e beertrucks, uma forma de reforçar a cultura cervejeira da cidade.

Segundo Guesser, o Festival é uma evolução do já consagrado Viva Noite! Mercado Criativo, que agora amadurece, ganha corpo e ocupa a região central com uma proposta multicultural gratuita e democrática. “A celebração dos 175 anos exige essa mudança de escala. Não se trata apenas de fazer uma festa maior, mas de fazer uma festa com mais sentido para o cidadão.”

A proposta do Festival Criativo Viva Joinville, continua o organizador, é despertar sentidos que conectem a identidade da cidade à cultura, à economia criativa, à diversidade, à inovação e ao lazer, alinhando Joinville aos princípios de Cidades Criativas, da Unesco, e Destinos Turísticos Inteligentes (DTI Brasil), do Ministério do Turismo. 

"Uma cidade só é viva quando as pessoas se sentem parte dela. O Viva Joinville não é apenas sobre a nossa história, é sobre o futuro que estamos construindo. Celebrar 175 anos é celebrar a diversidade e o trabalho, mas, principalmente, a capacidade que Joinville tem de se reinventar e ocupar seus espaços públicos com afeto e criatividade", define Guesser.

Em meio às atrações culturais, musicais e gastronômicas, uma figura poética já confirmou presença: Sr. Lúminus.  O personagem criado pelo próprio André Guesser é mais do que o anfitrião do evento, é um “Alfaiate do Extraordinário” - como ele mesmo se define.

“O Sr. Lúminus surge quando a cidade permite que a poesia atravesse a rotina e que a magia invada a noite urbana. E nesta festa de 175 anos, meu convite é para que cada cidadão olhe para o lado e veja o extraordinário que mora no encontro. A rua será o palco e nós, moradores e turistas, os protagonistas”, anuncia André Guesser.

AGENDA

  • O quê: Festival Criativo Viva Joinville – Edição Especial 175 Anos
  • Quando: 7 e 8 de março de 2026 
  • Onde: Travessa Bachmann, em frente ao Terminal Central
  • Quanto: Gratuito e aberto ao público
  • Atrações: Mercado criativo, gastronomia de rua, cervejarias artesanais, shows, espaço pet e bem-estar.
  • Programação completa: https://www.instagram.com/vivanoiteviva/

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Estilista Christian Cowan aposta em nova fase criativa e leva brasileira ao casting da NYFW 2026

Enquanto, no Brasil, a agenda é carnavalesca, o calendário internacional da moda 2026 já começou, ditando as tendências do inverno 2026. A New York Fashion Week (NYFW), um dos principais eventos do circuito global, abriu oficialmente os trabalhos do ano com marcas consagradas, como Calvin Klein e Michael Kors, além de novos estilistas que vêm conquistando espaço.

Nas passarelas da NYFW 2026, as modelos brasileiras mais uma vez marcam presença em grande estilo. Entre os nomes da nova geração, Maria Klaumann amplia sua projeção internacional ao desfilar para o estilista inglês Christian Cowan.

Inspirado na Hollywood das décadas de 1920 e 1950, Cowan, desta vez, deslocou o foco dos holofotes para os bastidores. O ponto de partida foram as roupas íntimas e as peças de camarim usadas pelas estrelas da época. O designer explicou que buscou tecidos vintage autênticos para recontextualizar essas referências em um guarda-roupa contemporâneo.

Conhecida por sua versatilidade nas passarelas, marca constante de sua trajetória profissional, esta é a segunda participação de Maria Klaumann em um desfile de Cowan. A primeira foi na coleção de primavera de 2025, também em Nova York.

Na apresentação do Outono 2026, integrando o casting internacional, Maria traduziu a nova proposta do designer, evidenciando a sensualidade contida e a atmosfera cinematográfica da coleção. A participação reafirma sua trajetória no cenário global e seu alinhamento com o momento de transição na estética de Christian Cowan.

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Anne Hathaway brilha em Bvlgari durante a Semana de Moda de Nova York

A embaixadora global da Bvlgari, Anne Hathaway, brilhou com joias e acessórios da Maison romana durante a Semana de Moda de Nova York, na noite desta terça-feira (10). Anne escolheu uma pulseira e um anel Vimini da Coleção Bvlgari Eternal, além de uma pulseira Serpenti Viper em ouro rose cravejada em pavê de diamantes. Para a ocasião especial, Anne também optou por um par de brincos de argola Tubogas em ouro amarelo com tachas de ônix preto e uma clutch Tubogas de veludo para complementar seu visual.

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Chapecó recebe edição da Tour Café com Deus Pai

Chapecó (SC) recebe, no dia 27 de fevereiro, a Tour Café com Deus Pai, projeto conduzido pelo autor Junior Rostirola que reúne leitores em encontros presenciais realizados no Brasil e no exterior, conectando pessoas com sua história de superação

O autor Junior Rostirola, conhecido pelo best-seller Café com Deus Pai, segue com mais uma edição da tour, que percorre cidades brasileiras e internacionais. Em Chapecó, o encontro acontece às 19h30, na GetChurch Chapecó, localizada na Avenida Nereu Ramos, 2822-D, bairro Seminário.

Idealizada a partir do sucesso do livro, a Tour leva para o formato presencial as reflexões que deram origem ao projeto, abordando temas como espiritualidade, propósito, superação, fé e experiências do cotidiano, ampliando o diálogo entre o autor, a obra e o público.

Após passar por Curitiba (PR), a tour segue para Chapecó (SC) e, na sequência, avança para uma nova etapa internacional. O projeto entra em rota pela Europa, com apresentações já programadas em países como Itália, Portugal, Inglaterra e Irlanda.

O projeto Café com Deus Pai ultrapassou o formato editorial e consolidou-se como um movimento global de fé, identidade e esperança. Com mais de 10 milhões de vidas alcançadas, a obra já chegou a mais de 140 países e conta com versões traduzidas para sete idiomas, entre eles português europeu, inglês, espanhol, italiano, francês e alemão. Além da edição principal, também estão disponíveis as versões Kids e Teens. O podcast homônimo soma mais de 186 milhões de reproduções, é o mais ouvido do Brasil e figura entre os mais ouvidos do mundo.

A presença de Rostirola na cidade marca mais um capítulo de sua trajetória de superação e inspiração. Natural de Itajaí (SC), enfrentou uma infância marcada por violência doméstica e bullying escolar, o que o levou a abandonar os estudos aos 13 anos. Anos depois, encontrou na fé cristã força para transformar suas dores em aprendizado e ação social.

Tour “Café com Deus Pai” – com Junior Rostirola

Local: GetChurch Chapecó – Av. Nereu Ramos, 2822-D, Seminário, Chapecó/SC

Data: 27 de fevereiro de 2026

Horário: 19h30

Link para cadastro: https://ticketandgo.com.br/evento/tour-cafe-com-deus-pai-chapecosc

@juniorrostirola | @cafecomdeuspai

Young woman relax on bed and enjoying mountain view

Brasileiros trocam folia do carnaval por “viajar para dormir”

Turismo do sono cresce entre aqueles que buscam bem-estar, silêncio e descanso profundo durante o feriado

Longe do agito dos blocos de Carnaval e escolas de samba, cresce um movimento silencioso no meio dos viajantes: o turismo do sono. A proposta é simples e, ao mesmo tempo, sofisticada: viajar para dormir melhor. Mais do que simplesmente dormir fora de casa, o turismo do sono envolve experiências desenhadas para melhorar a qualidade do descanso. Isso inclui desde a escolha do destino até detalhes da hospedagem, como conforto acústico, iluminação adequada, aromas, cardápios leves e atividades que induzem ao relaxamento, um contraste direto com o ritmo acelerado do feriado mais popular do país. Destinos de montanha, paisagens no campo, áreas naturais e hotéis boutique ganham protagonismo nesse período. E, em países como a Suécia, essa  tendência vem ganhando cada vez mais espaço.

Para Thais Medina, palestrante e especialista em marketing para o turismo, o crescimento dessa escolha está diretamente ligado à mudança no comportamento do viajante, que hoje valoriza experiências mais conscientes e menos aceleradas. “Essa vertente nasce de uma necessidade real das pessoas. Vivemos em um mundo hiperconectado, barulhento e acelerado. Para muitos adultos, descansar passou a ser o principal motivo da viagem, não apenas um complemento. Dormir bem virou um ativo turístico mais valorizado a cada dia, afinal, à medida que a expectativa de vida aumenta, mais pessoas buscam atividades e hábitos que as ajude a viver bem”, explica. 

A rear view of a female lying on bed looking at the beach through the glass windows

Benefícios 

Os benefícios vão além de uma boa noite de sono. Estudos já apontam impactos positivos na redução do estresse, melhora da imunidade, aumento da produtividade e equilíbrio emocional. Ao unir descanso, natureza e bem-estar, essa tendência responde diretamente às demandas de um viajante mais consciente e exigente. “A experiência começa antes mesmo de deitar. Caminhadas leves, alimentação equilibrada, menos telas e mais silêncio e paisagens de contemplação fazem parte desse pacote de bem-estar”, destaca Thais.

Como apostar nessa tendência

O turismo do sono representa uma grande oportunidade para destinos e meios de hospedagem que desejam se diferenciar, especialmente em períodos como o Carnaval.

Algumas estratégias incluem:

  • Investir em ambientes silenciosos e confortáveis, com isolamento acústico, iluminação adequada e menu de travesseiros;
  • Criar programações de descanso, como yoga, meditação, alongamento e massagens relaxantes;
  • Oferecer um menu de passeios próximos, detalhando percurso, atrativos, paradas estratégicas e, se possível também um guia local para quem prefere caminhadas guiadas, valorizando o contato com a natureza e experiências ao ar livre;
  • Desenvolver uma comunicação clara, que destaque o descanso como protagonista da viagem;
  • Sugerir playlists com músicas relaxantes, que ajudem a induzir ao sono, e criar um cantinho com chás que as pessoas possam se servir antes de dormir;
  • Oferecer maior flexibilidade nos horários das refeições, sobretudo do café da manhã, para atender quem quer ficar mais tempo na cama, e do jantar, para quem prefere se alimentar mais cedo para antecipar a ida para o quarto.

“Não se trata de competir com o Carnaval tradicional, mas de oferecer uma alternativa consistente, com propósito e valor percebido. Existe um público crescente que vê o feriado como uma oportunidade estratégica para se desconectar, descansar e cuidar da saúde mental”, conclui Thais.

Sobre Thais Medina

Com mais de 20 anos de experiência em Marketing, Comunicação, Vendas e Estratégia para o Turismo, Thais Medina é CEO da agência de Marketing e representação de destinos Business Factory e professora na pós-graduação da Fundação Getúlio Vargas e Senac-SP. Considerada entre os 100 mais poderosos do Turismo em 2023 pelo Jornal Panrotas, em 2024 recebeu o prêmio “Mulheres do Turismo Paulista” na categoria Revelação e o título de Top Brand Strategy Voice do LinkedIn, e em 2025 passou a figurar no ranking “20 Mulheres que escrevem o Turismo no Brasil” e ganhou o troféu “Amelia Earhart – Mulheres do Turismo” na categoria Comunicação. É jornalista e Master Coach, com MBAs em Marketing (FGV), Gestão Estratégica (USP) e Gestão de Empresas com técnicas de Coaching (SBC), e estudou Management na University of Ohio. 

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Imagens: Divulgação

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Tiffany & Co. reimagina suas icônicas pulseiras de esmalte paillonné com o relógio Enamel, uma homenagem ao legado de arte e excelência relojoeira da marca

Dando continuidade à homenagem e à reinterpretação do notável legado de design de Jean Schlumberger por meio de suas coleções de relógios, a Tiffany & Co. apresenta o relógio Enamel. A nova coleção, que estreia em três variações, inspira-se na coleção homônima de joias criada por Jean Schlumberger em 1962. O mostrador cravejado de diamantes é envolvido por um anel giratório de esmalte paillonné Tiffany Blue® ou de esmalte branco, juntamente com o símbolo característico de ponto-cruz da coleção em ouro amarelo 18 quilates. Produzido em quantidades limitadas, o relógio é apresentado em uma caixa de 36 mm em ouro branco ou amarelo 18 quilates.

A tradição da Tiffany & Co. na arte do esmalte remonta à década de 1870, quando a marca apresentou suas primeiras peças de esmalte produzidas internamente - um magnífico conjunto de sobremesa - na Exposição Universal de Paris de 1878. Ao lado de joalheiros, ourives e prateiros nas oficinas da Tiffany & Co., os artesãos da casa dominaram uma variedade de técnicas de esmaltação, incluindo cloisonnéflinqué e grisaille, para decorar uma ampla gama de objetos, como vasos, broches, relógios de mesa e relógios de pulso. Exemplares notáveis preservados nos Arquivos Tiffany incluem uma série de relógios chatelaine e de lapela em esmalte e pedras preciosas criados no final do século XIX, o célebre relógio de lapela Apple Blossom de 1889 e uma coleção de relógios de mesa Art Déco da década de 1920. Em 1962, Jean Schlumberger reviveu a técnica quase esquecida do esmalte paillonné na alta joalheria. As obras-primas em esmalte, de cores vibrantes e imediatamente reconhecíveis que ele criou são hoje consideradas ícones do design de joias do século XX.

O esmalte paillonné - uma técnica que exige grande habilidade e sensibilidade artística - foi desenvolvido no século XIX, mas, apesar de sua beleza singular, quase desapareceu em meados do século XX. Ainda hoje, muitas décadas após Schlumberger ter revitalizado essa arte por meio de suas criações em joalheria, pouquíssimos artesãos dominam esse processo minucioso e intensivo em trabalho. Para começar, o esmaltador corta fragmentos com formas precisas a partir de folhas de ouro ou prata 18 quilates e os dispõe sobre a superfície a ser decorada. Em seguida, aplica-se uma camada de esmalte translúcido e colorido, e a peça é levada ao forno em alta temperatura. Esse processo em três etapas é repetido diversas vezes até se alcançar a intensidade de cor desejada.

O mostrador do relógio Enamel é composto por duas seções: um disco central fixo cravejado de diamantes e um anel externo que reinterpreta, em miniatura, a pulseira Croisillon. Os 12 pontos em cruz representam as 12 horas; no entanto, diferentemente dos marcadores de horas tradicionais, eles não permanecem fixos, girando livremente a cada movimento do pulso — um jogo visual espirituoso que reflete a abordagem lúdica de Schlumberger ao design. Em contraste com os diamantes, os ponteiros em ouro amarelo 18 quilates remetem ao ouro amarelo dos pontos em cruz.

A confecção do anel giratório é um processo complexo e minucioso que exige um total de 65 horas: 55 horas dedicadas à esmaltação e 10 horas à confecção e à montagem dos pontos em ouro. Para cada um dos anéis em Tiffany Blue®, o processo de esmaltação paillonné possui três etapas - aplicação da folha de ouro ou prata, seguida do esmalte e da queima - e é repetido até três vezes para alcançar a profundidade e a riqueza de cor desejadas, que irradiam uma luminosidade excepcional.

Evidenciando a expertise da Tiffany & Co. na cravação de diamantes, a caixa do relógio e o disco central do mostrador recebem a cravação snow-set com diamantes redondos de lapidação brilhante em diferentes tamanhos, criando uma superfície quase contínua de luz e reflexos, com mínima presença de metal visível. O centro do mostrador é cravejado com 204 diamantes, enquanto a caixa de 36 mm conta com 366 diamantes (totalizando quase 3 quilates).

O fundo da caixa é gravado com um padrão sunburst inspirado no broche Floral Arrows de Jean Schlumberger e cravejado com 14 diamantes; um botão de ajuste integrado ao design é utilizado para acertar a hora exibida pelo movimento de quartzo suíço de alta precisão.

A pulseira de couro de jacaré, que combina com o esmalte branco ou Tiffany Blue®, é presa por uma fivela em T de ouro amarelo ou branco 18 quilates cravejada com 43 diamantes redondos de lapidação brilhante. Um modelo de alta joalheria, com caixa em ouro branco 18 quilates e esmalte Tiffany Blue®, é apresentado em uma pulseira integral em ouro branco 18 quilates full-pavé, cravejada com mais 666 diamantes, totalizando 4,48 quilates.

Informação Técnica

  • Tamanho : Caixa de 36 mm 
  • Função: Horas e minutos
  • Material: Caixa em ouro amarelo ou branco 18 quilates; ponteiros em ouro amarelo 18 quilates
  • Mostrador: Disco central cravejado de diamantes; anel externo giratório em esmalte, com 12 pontos em cruz e 12 pontos retos em ouro amarelo 18 quilates
  • Diamantes: Total de 613 diamantes, somando mais de 4 quilates
  • Caixa cravejada snow-set com 366 diamantes redondos de corte brilhante, totalizando 2,94 quilates 
  • Mostrador cravejado snow-set com 204 diamantes
  • Fivela em T cravejada com 43 diamantes redondos de corte brilhante.
  • Modelo full-set: 1.236 diamantes, totalizando 8,38 quilates
  • Pulseira de diamantes com 666 diamantes, totalizando 4,48 quilates
  • Fundo da caixa com design sunburst cravejado com 14 diamantes
  • Movimento: quartzo suíço de alta precisão
  • Pulseira: Couro de jacaré Tiffany Blue® ou branco; ou pulseira full-pavé em ouro branco 18 quilates
  • Garantia internacional limitada de cinco anos
  • Produzido na Suíça
  • SKU 76537585 (esmalte Tiffany Blue®); SKU 76537607 (esmalte branco); SKU 76537623 (pulseira full-pavé de diamantes)

Sobre Tiffany & Co. 

A Tiffany & Co., fundada em Nova York em 1837 por Charles Lewis Tiffany, é uma joalheria de luxo global, sinônimo de elegância, design inovador, artesanato refinado e excelência criativa.

Com mais de 300 lojas em todo o mundo e uma equipe de mais de 14.000 colaboradores, a Tiffany & Co. e suas subsidiárias projetam, fabricam e comercializam joias, relógios e acessórios de luxo. Mais de 3.000 artesãos qualificados lapidam os diamantes Tiffany e confeccionam as joias nas próprias oficinas da empresa, cumprindo o compromisso da marca com qualidade superlativa.

A Tiffany & Co. mantém um compromisso de longa data com a condução responsável de seus negócios, a preservação do meio ambiente, a priorização da diversidade, equidade e inclusão, e o impacto positivo nas comunidades em que atua. Para saber mais sobre a Tiffany & Co. e seu compromisso com a sustentabilidade, acesse tiffany.com.

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