Mês: abril 2026

LOGO TUCURUVI 2027 OFICIAL

“Ogbódirin, Ògbóni” é o enredo da Acadêmicos do Tucuruvi para o carnaval de 2027

Para o carnaval de 2027, a Acadêmicos do Tucuruvi defenderá o enredo “Ogbódirin, Ògbóni”, assinado pelo enredista Cleiton Almeida e pelo carnavalesco Nícolas Gonçalves, uma saudação à fraternidade iorubá Ògbóni, cuja percepção de mundo pode ser traduzida no lema “Ogbódirin”, que significa “envelhecer e continuar forte como ferro”.

A agremiação mantém o propósito que orientou seus últimos carnavais de levar para a avenida histórias que inspiram o bem coletivo e ideias de futuros promissores. A partir da sabedoria de Òrúnmìlà e dos pilares de Ifá, a escola da Cantareira saúda o legado de Ògbóni e apresenta seus ensinamentos ainda pouco difundidos em nossa cultura. Esta associação africana que foi formada nos princípios da vida social tem função política e religiosa e cultua principalmente Ilè, a mãe Terra, para assegurar a harmonia e a ordem entre os seres. Seu propósito de assegurar longevidade e prosperidade para todos é o que guiará a Tucuruvi para o próximo carnaval.

A logo divulgada pela escola tem como inspiração a extensa produção artística iorubá com fundição em metais como cobre, latão e bronze. As duas figuras humanas unidas por uma corrente formam o edan de Ògbóni, objeto sagrado que personifica a divindade Edan e que é o elo entre a comunidade e Ilè.

O trabalho do designer Diego Martins tem inspiração nos akedanwaiye, artesãos de Ògbóni que trazem Edan ao mundo material, para refletir a qualidade e riqueza destes objetos sagrados. A logo faz referência a parte desse processo criativo e ancestral, saudando Ògbóni e sua tradição iconográfica.
Com “Ogbódirin, Ògbóni”, a escola transmite os ensinamentos de que na luta, no samba e no carnaval, imaginar o mundo que queremos viver e deixar para os que virão é também sonhar com a sabedoria de nossos ancestrais.

FICHA TÉCNICA - ACADÊMICOS DO TUCURUVI  - @academicosdotucuruvi

Gestão: Rodrigo Delduque - @rodrigo.delduque
Orientação: Chief Aro Awo Agbaye Ajálá Akanni - @esuajala
Carnavalesco: Nícolas Gonçalves - @nicolasarteiro
Direção de Carnaval: Raphael Gonçalves e Raphael Ungheria - @rphsg - @raphaelungheria
Enredista: Cleiton Almeida - @artcleiton
Designer: Diego Martins - @diegomartins.designer
Videomaker: Fabrício Clayton - @fabricioclayton

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Audi do Brasil anuncia linha 2026 do Q6 e-tron e Q6 Sportback e-tron

A Audi do Brasil anuncia o lançamento da linha 2026 do Q6 e-tron e Q6 Sportback e-tron no mercado brasileiro. Os veículos 100% elétricos da marca das quatro argolas representam a visão da fabricante para a mobilidade elétrica premium do futuro. Os modelos receberam equipamentos inéditos de tecnologia, ajustes visuais que atualizaram o seu design e novo propulsor que oferece ainda mais potência, desempenho e eficiência. Os veículos já estão disponíveis na rede com mais de 40 concessionárias da marca em todo o País na nova versão S Line e preços sugeridos de R$ 695.990,00 (Q6 e-tron) e R$ 710.990,00 (Q6 Sportback e-tron).

“O Q6 e-tron é um modelo versátil, ágil e eficiente, que reflete o nosso compromisso em desenvolver novos sistemas e aprimorar de forma contínua os nossos veículos elétricos. E isso se traduz na linha Q6 e-tron, que oferece opções que agradam a diferentes públicos, seja na carroceria SUV, Sportback ou na esportiva SQ6 e-tron. Somos pioneiros na eletrificação e, com as novas linhas 2026 do Q6 e-tron e Q6 Sportback e-tron, seguiremos como referência de luxo e tecnologia na mobilidade elétrica”, destaca Renato Celiberti, Head de Vendas da Audi do Brasil.

Desempenho poderoso

Pilotar um Audi Q6 e-tron já era uma experiência inesquecível, e a linha 2026 do modelo recebeu uma nova motorização de 315kW que substitui a anterior e elevou ainda mais o patamar de prazer ao volante. Os novos Audi Q6 e-tron e Q6 Sportback e-tron ganharam um renovado propulsor elétrico com baterias de íon lítio que fornece potência combinada de 428 cavalos (ante 387 cavalos do modelo anterior) e 640 Nm de torque (ante 590 Nm de torque do modelo anterior).

O novo conjunto permite ao modelo acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 5,1 segundos no modo Launch Control - uma redução de 0,8 segundo em relação ao modelo anterior, e a velocidade máxima é de 210 km/h (limitada eletronicamente). A tração integral quattro capacita o utilitário elétrico a encarar com segurança todos os tipos de terreno sem comprometer o conforto dos ocupantes, desde as valetas, lombadas e buracos das cidades até as rodovias e estrada de terra nos fins de semana. Graças á nova motorização, o Q6 e-tron e o Q6 Sportback e-tron obtiveram excelentes resultados de autonomia aferida pelo INMETRO, agora de 424 km e 431 km, respectivamente.

Visual pioneiro e inovador

Lançados no Brasil no segundo semestre de 2024, os novos Q6 e-tron e Q6 Sportback e-tron foram precursores da nova linguagem visual global da marca das quatro argolas, na qual as formas musculosas e vincos retilíneos deram espaço para linhas mais fluídas, orgânicas e atemporais. Com seu conjunto ótico afilado, proporções equilibradas e cores foscas no logotipo e nomenclaturas, a linha Q6 e-tron estabeleceu um novo padrão estético, mais discreto e elegante, para a mobilidade premium.

Na versão S Line, que substitui a versão Performance Black a partir da linha 2026, o modelo agrega, nas carrocerias SUV e Sportback, o novo pacote exterior Black, que traz a grade frontal Singleframe agora pintada na cor preto brilhante, acabamento em preto brilhante nos difusores, entradas de ar, para-choques dianteiro e traseiro, saias laterais e retrovisores. O modelo também recebeu a inscrição Q6 e-tron na tampa traseira (anteriormente estava denominado apenas Q6). Os Audi rings seguem com estética bidimensional e cores foscas, enquanto as inscrições do nome do veículo e motorização estão inseridas, além da tampa traseira do porta-malas, também na coluna B.

Show de tecnologia no palco digital

A cabine do modelo é moderna, acolhedora e com foco nas necessidades dos usuários, combinando um design tridimensional com alto contraste a uma arquitetura espacial que oferece tecnologia, estética e sustentabilidade em perfeito equilíbrio. As saídas de ar-condicionado horizontais e estreitas contribuem harmoniosamente para o visual.

Um painel de controles está integrado na maçaneta da porta do lado do motorista e combina perfeitamente com o cockpit. Ele controla as funções mais importantes, como configurações de espelhos retrovisores, memória do banco do motorista, travamento e destravamento das portas e configurações de iluminação e visibilidade.

O interior é dominado pelo “Palco Digital” com Audi Virtual cockpit Plus de 11,9 polegadas, display MMI do passageiro dianteiro de 10,9 polegadas e o amplo display panorâmico de 14,5 polegadas Audi MMI. A tela com forma curva remete à grade Singleframe, identidade da Audi, e a iluminação ambiente faz com que a tela pareça flutuar à noite.

Os displays estão perfeitamente integrados no conceito de design e proporcionam ao interior uma sensação espaçosa e arejada. Um modo de privacidade permite que o passageiro desfrute das funcionalidades da tela sem distrair o motorista. Ao mesmo tempo, permite ao passageiro auxiliar o condutor, por exemplo, na navegação e controle de mídias. Há ainda o sistema de som Premium Bang&Olufsen 3D com 705W de potência.

O Head-Up Display de realidade aumentada representa um avanço na tecnologia e mostra dados relevantes como velocidade, assistências ao motorista e dados de navegação. A imagem virtual cria a impressão de que os itens exibidos estão flutuando a até 200 metros de distância e interagem com o ambiente. O motorista consegue entender o funcionamento das telas também em condições de baixa visibilidade.

Lista de equipamentos

Os novos Audi Q6 e-tron S Line e Audi Q6 Sportback e-tron S Line possuem uma extensa lista de equipamentos de série. São oferecidos, entre os itens de conforto, ar-condicionado automático de três zonas; bancos dianteiros elétricos com ajuste lombar e função memória para o motorista; bancos dianteiros esportivos em combinação couro e couro sintético com inscrição S; pacote de luzes ambiente Plus (interativas, que auxiliam o carro na interação com os ocupantes); pedaleiras em aço inoxidável; porta-malas com abertura e fechamento elétrico via sistema Hands-free; e volante esportivo em couro perfurado, multifuncional com shift-paddles, função aquecimento, botões físicos (sliders) e inscrição S.

Externamente, a versão S Line traz o pacote Black com grade Singleframe agora na cor preto brilhante, para-choques esportivos que remetem aos modelos RS e-tron GT, capa do espelho retrovisor externo na cor preta; teto solar panorâmico; frisos decorativos das janelas na cor preto brilhante; e rodas de alumínio Audi Sport de 21 polegadas e pneus 255/45 R21 (dianteiros) e 285/40 R21 (traseiros). Além disso, há acabamento das soleiras das portas com logo S em alumínio e iluminadas.

Os itens de tecnologia e segurança incluem nove airbags, entre dianteiros, laterais dianteiros e traseiros e cortina; Audi Drive Select; assistente de desvio e conversão; assistente de estacionamento plus com sensores dianteiros e traseiros; assistente de troca de faixa (Side Assist) , alerta de tráfego reverso, alerta de saída do veículo (exit warning) e assistente de conversão em marcha ré; câmeras top-view 360°; controle de cruzeiro adaptativo, aviso de saída de faixa com assistente de emergência e sistema de frenagem autônoma (AEB); faróis Full LED Matrix com setas dinâmicas, apresentação de luzes, assinaturas digitais selecionáveis personalizáveis do DRL (via MMI) e lavador de farol; lanternas traseiras full-LED PRO, com setas dinâmicas e apresentação de luzes (Coming & Leaving Home); simulação de som externo e-tron Sport; e Head-Up display de realidade aumentada. Para otimizar o carregamento, o veículo oferece acesso para recarga do lado do motorista e do passageiro com abertura elétrica; carregador Audi compact charger com potência até 11 kW, com kit de cabos para uso residencial e suporte de parede.

Dimensões e cores

Dentre as opções de cores metálicas estão Azul Plasma, Azul Ascari, Branco Geleira, Cinza Manhattan e Preto Mito; a opção de cor sólida é Cinza Imã e a perolizada é Cinza Daytona. Internamente, os assentos recebem a tonalidade preta com costura na cor cinza rocha, ou cinza com costuras cinza antracite. O Audi Q6 e-tron oferece dimensões generosas que permitem acomodar até cinco ocupantes com conforto. São 4.771 mm (comprimento), 2.193 mm (largura), 1.685 mm (altura) e 2.889 mm (entre-eixos).

O porta-malas traseiro tem capacidade total de 526 litros (1529 litros com os bancos rebatidos) e o porta-malas dianteiro conta com 64 litros de capacidade. As dimensões do Audi Q6 Sportback e-tron são 4.771 mm (comprimento), 2.193 mm (largura), 1.648 mm (altura) e 2.889 mm (entre-eixos). O porta-malas traseiro tem capacidade total de 511 litros (1373 litros com os bancos rebatidos) e o porta-malas dianteiro oferece 64 litros de capacidade.

Audi Connect

A linha 2026 do Audi Q6 e-tron e Audi Q6 Sportback e-tron recebe o inédito Audi Connect, um novo serviço digital que irá elevar o nível de conectividade e interação entre o veículo, motorista e passageiros por meio do aplicativo myAudi disponibilizado nas plataformas Android e Apple. O sistema já é utilizado na Alemanha e a sua mais recente versão está sendo implementada globalmente, iniciando pelo Brasil. O Audi Connect oferece mais de 30 funcionalidades para otimizar a experiência conectada a bordo dos veículos da marca das quatro argolas.

As funções relacionadas à segurança incluem assistente de chamada de emergência; relatório do status do veículo e controles remotos de geolocalização do veículo, climatização, abertura e fechamento das portas e encontrar o veículo, entre outros. Os sistemas de navegação e infoentretenimento também foram aprimorados, e o Audi Connect oferece uma nova interface de navegação por satélite com mapas detalhados e atualizados de forma online, incluindo dados sobre tráfego em tempo real, carregadores elétricos disponíveis no percurso e visualização de edifícios e monumentos em 3D.

Os passageiros terão ainda acesso a uma exclusiva loja de aplicativos acessível pelo sistema multimídia com disponibilidade de diversos aplicativos para todos os gostos e interesses, incluindo aplicativos como Youtube, Spotify e Bloomberg.  Há ainda serviços dedicados aos veículos eletrificados da marca das quatro argolas, como climatização remota e informações sobre status da bateria, quilometragem e carregamento remoto.

O Audi Connect não exige pagamento de taxas para a licença e inscrição. A licença para o uso do sistema acompanha o veículo de fábrica e oferece vigência sem renovação por até 10 anos, nos casos dos serviços de emergência.

Aplicativo myAudi

O aplicativo myAudi integra o ecossistema digital Audi Connect e, com seu design moderno e interface elegante, torna o acesso aos serviços digitais da Audi ainda mais intuitivo e fácil. O assistente adaptativo de IA, desenvolvido em parceria com o ChatGPT em parceria com a CARIAD e Audi, pode acessar o histórico do veículo, ajudar a responder perguntas técnicas sobre o carro e recomendar produtos personalizados para o modelo do veículo.

O myAudi também oferece o planejador de rotas com acesso facilitado aos dados das estações de recarga elétrica, podendo planejar paradas para carregamento no conforto de casa. O aplicativo sofreu uma atualização ano passado e serve como porta de entrada para o ecossistema digital da Audi. Ele está em constante desenvolvimento e expansão com novos recursos. O objetivo é tornar a mobilidade digital mais simples e conveniente aos clientes da marca das quatro argolas. O myAudi é oferecido em mais de 50 mercados e está disponível nas lojas de aplicativos Apple App Store e no Google Play Store.

Audi do Brasil

O ano de 2026 estabelece o início da uma nova jornada da Audi no Brasil, em que o passado encontra o futuro com a estreia da marca das quatro argolas na Fórmula 1, a principal competição do automobilismo global, com o piloto brasileiro Gabriel Bortoleto. Esta temporada marca ainda o reinício das operações da fábrica de São José dos Pinhais, com a produção local da terceira geração do Audi Q3, best-seller global, nas carrocerias SUV e Sportback. A fabricante segue fortalecendo suas operações no país com foco em crescimento sustentável de longo prazo, mantendo os pilares de inovação, ética e desenvolvimento contínuo que marcam a sua trajetória repleta de desafios e conquistas no Brasil.

A marca das quatro argolas se estabeleceu no País e possui concessionárias em todas as regiões, com mais de 40 lojas, sede administrativa em São Paulo (SP), terminal logístico em Vinhedo (SP) e fábrica em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba (PR), onde são produzidos os modelos Audi Q3 e Audi Q3 Sportback.

A Audi do Brasil possui uma estratégia integrada de negócios e sustentabilidade, com projetos que incorporam compromissos ambientais e sociais nas áreas de eletrificação, redução de emissões de carbono, diversidade, inclusão, cultura e educação. A Audi é pioneira na agenda ESG ao promover a eletromobilidade e já investiu quase R$ 90 milhões em infraestrutura de recarga em todo o Brasil, oferecendo carregadores elétricos em mais de 40 concessionárias e em diversos outros locais. A empresa está comprometida em moldar a mobilidade premium progressiva do futuro e gerar um impacto positivo na sociedade e no meio ambiente.

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Reinauguração do Marise Castro Hair Studio é um sucesso: empresária emociona ao agradecer família e apoiadores

A reinauguração do Marise Castro Hair Studio, na última terça-feira (21), foi marcada por sucesso absoluto e emoção à flor da pele. A empresária Marise Castro, que veio diretamente dos Estados Unidos para o Brasil, reuniu amigos, familiares, formadores de opinião e clientes fiéis em uma noite inesquecível no espaço renovado.

Com um ambiente sofisticado e moderno, o estúdio – referência em beleza e cuidados capilares há décadas – celebrou não só sua nova fase, mas também as conquistas de Marise ao longo da carreira. Em discurso emocionante, a empresária prestigiou o marido e os filhos pelo apoio incondicional, além de agradecer os funcionários e amigos que a acompanharam por anos de dedicação e superação.

“Esse espaço é mais que um salão: é o sonho realizado com o carinho de quem sempre esteve ao meu lado”, declarou Marise, visivelmente comovida. O evento contou com coquetel exclusivo, e tour pelo novo layout, que destacou os produtos de tratamento avançadas e área confortável de café.

A reinauguração reforça o posicionamento do Marise Castro Hair Studio como destino imperdível para quem busca excelência em hair styling em Niterói, São Gonçalo, além de toda região metropolitana do Rio de Janeiro.

Para agendamentos e mais informações:@salaomarisecastro, @marisecastroafrohair e @mcprofessionalhair

Book in library with open textbook,education learning concept

Dia Mundial do Livro: ler ainda importa

Por que você ainda lê livros?” escutei esta pergunta na semana passada e passei alguns dias refletindo sobre o seu significado. Por que, com tantos estímulos, o leitor prefere comprar um livro que o obriga a estar atento a cada linha em vez de sentar no sofá e rolar o feed das redes sociais ou assistir a alguma versão adaptada para a televisão depois de um longo dia de trabalho? 

Ler, hoje, é quase um gesto de desobediência. Abrir uma página é tentar escapar de um mundo estressante, que não para e exige que sejamos multitarefas, sempre correndo, sempre respondendo. Nada pode esperar. 

Lembro que ganhei meu primeiro livro assim que comecei a ler, aos cinco anos de idade. Lúcia já vou indo, um clássico da literatura infantil que conta a história de uma lesma que chegava tarde às festas em que era convidada. Fui estimulada desde cedo a manusear livros, ler histórias em voz alta e até a escrever resumos para discutir com meus pais. 

Os livros ensinam a fazer perguntas, a refletir e permanecer nelas o tempo que for necessário, sem cobrança. Foi dessa relação com a leitura que resolvi também ser escritora. Eu queria tentar oferecer aos leitores um espaço de reflexão, de pausa e reconexão com a própria essência, e recentemente publiquei meu primeiro livro. 

Estar do outro lado, como autora, é um desafio em cada linha escrita: encontrar palavras e histórias que acolham e façam o leitor parar e sentir. Em meio a esse cenário, datas como o Dia Mundial do Livro (23/04) deixam de ser apenas simbólicas e se tornam um convite real à pausa. Ler sem ter o celular por perto e sem se distrair com cada alerta de mensagem. Ler e se deixar levar pela história, pelas palavras do autor. 

O livro acolhe e resgata no silêncio de suas páginas. Envolve a imaginação ativa, estimula o cérebro e amplia a capacidade de concentração, algo cada vez mais raro. Segundo pesquisa da Universidade de Sussex, na Inglaterra, a leitura pode reduzir o estresse em até 68%. Talvez a pergunta não seja porque você ainda lê, como se este hábito precisasse de justificativa e de aprovação. Ler para subir fotos nas redes sociais ou para cumprir uma meta. A pergunta certa pode ser outra: o que perdemos quando deixamos de ler? 

Perdemos mais do que um hábito individual. Perdemos repertório, senso crítico, empatia e a capacidade de enxergar o mundo sob outras lentes. Ler não é apenas um refúgio: é uma forma de permanecer atento, consciente e humano. E é isso que ainda nos permite transformar o mundo.  

Por: Cândice Broglio Gasperin

Cândice Broglio Gasperin é jornalista e autora de: O Abraço de Regina

 O Abraço de Regina.

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Mais que hábito, ler é perceber

A literatura é uma ferramenta poderosa de desenvolvimento e conexão humana. Essa mensagem é reforçada pelo Dia Mundial do Livro, celebrado em 23 de abril, que coloca em pauta a valorização da leitura, dos escritores, bem como dos direitos autorais. O mercado editorial brasileiro passa, agora, por um momento bom: temos mais leitores, mais interesse por livros, mais vendas e, especialmente, um crescimento consistente da narrativa ficcional. Mais do que quantitativo, esse movimento revela uma mudança qualitativa na forma como as pessoas se relacionam com a leitura.

Enquanto leitor e escritor, percebo com clareza que sempre associei o hábito de ler a um processo maior, de construção de percepção sobre a vida e sobre o mundo. Cada história amplia a minha compreensão sobre comportamento humano, tomada de decisões e consequências. E ao migrar da posição de leitor para a de escritor, essa percepção se intensificou.

No desenvolvimento do meu primeiro romance, “Até que a Morte se Disfarce”, parti justamente da ideia de que nem tudo que parece natural necessariamente  é. O comportamento humano pode nos surpreender. E a ficção permite explorar esses temas complexos das relações humanas, como ambição, medo e poder, sem a necessidade de respostas definitivas.

Por isso penso que incentivar novos leitores passa por tornar a experiência de leitura ainda mais acessível e relevante. E as narrativas ficcionais ocupam um espaço singular nesse cenário. Diferente de conteúdos informativos, a ficção não se limita a transmitir conhecimentos diretos. Ela constrói experiências. Ao acompanhar uma narrativa, o indivíduo não apenas entende a história, ele a vive, interpreta, questiona.

Cria-se, em cada livro, um espaço onde o leitor pode refletir por conta própria, sem ser conduzido de forma explícita. E, talvez, isso explique em parte o crescimento do mercado de ficção: em um ambiente saturado de opiniões prontas e polarizadas, a ficção devolve ao leitor o papel de interpretar.

Escrever ficção exige não apenas criatividade, afinal, mas também coerência interna, estrutura e, principalmente, respeito pela inteligência do leitor.  E ler ficção é mais que prender-se ao hábito, é colocar-se disposto a refletir, descobrir e aprender.

No nosso mercado, vemos uma tendência de concentração de leitura de nomes já consolidados, muitas vezes estrangeiros, mas trago, ainda, uma provocação: é fundamental abrirmos espaço para vozes contemporâneas, especialmente as nacionais. Autores brasileiros escrevem, afinal, a partir de um repertório cultural, social e emocional muito mais próximo, o que, muitas vezes, torna a experiência ainda mais impactante. As pessoas se identificam com o que leem.

E, nesse contexto, valorizar a literatura nacional não é apenas uma questão de identidade cultural. É também uma forma de fortalecer um ecossistema criativo que depende de renovação constante. Novos autores trazem novas perspectivas, estruturas narrativas diferentes e outras formas de abordar temas que, embora universais, ganham nuances únicas em cada texto.

Incentivar a leitura, portanto, não é apenas incentivar o hábito. É criar proximidade com o leitor e incentivar a capacidade de pensar com profundidade. E nisso, a ficção, e aqui faço menção honrosa a todos os colegas autores nacionais, pode ser uma peça-chave.

Por: Danilo Quartiero Filho

Danilo Quartiero Filho é economista, empresário, escritor e autor do livro "Até que a Morte se Disfarce".

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PUCPR apresenta projeto sustentável para reconstrução do Bloco Azul

Proposta arquitetônica é assinado pelo escritório ARQUEA, fundado por Alumni da PUCPR

Um ano após o incêndio que atingiu parte do Bloco Azul do Câmpus Curitiba da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), a Instituição dá início à reconstrução do espaço - agora repensado como um edifício moderno, sustentável e tecnológico. O novo bloco abrigará a Escola de Belas Artes e o renovado Teatro TUCA, com entrega prevista para 2027.

A recomposição do espaço representa também a antecipação do Plano Diretor de Infraestrutura da PUCPR, transformando o revés em catalisador de modernização. O novo bloco será sustentável, tecnologicamente avançado e contará com novos laboratórios e equipamentos de ponta.

"Essa reconstrução vai além de tijolos e concreto - ela é feita de sonhos, de encontros e de laços. A proposta é desenvolver um edifício inteligente, com múltiplas funcionalidades e alinhado às novas formas de ensino, que demandam ambientes mais flexíveis. Estamos projetando um futuro de ensino-aprendizagem ainda mais dinâmico e inovador", explica o reitor da PUCPR, Irmão Rogério Renato Mateucci.

Projeto arquitetônico

O projeto arquitetônico é assinado pelo escritório ARQUEA, fundado por Bernardo Richter, Fernando Caldeira de Lacerda e Pedro Amin Tavares, todos arquitetos formados pela própria Universidade - um vínculo que reforça a identidade e a história do espaço. A proposta preserva o espírito do edifício original, projetado por Manoel Coelho, mas o reinventa: a estrutura de concreto, que permaneceu intacta após o incêndio, será reaproveitada, e a reconstrução priorizará materiais sustentáveis, como a madeira laminada.

"É uma honra e uma grande responsabilidade sermos os responsáveis pela reconstrução do local que nos moldou como profissionais. A linguagem arquitetônica que desenvolvemos mescla o antigo e o novo, preservando a memória e a alma do que foi construído e vivido, enquanto projeta um futuro ainda mais dinâmico e inovador", destacam os arquitetos.

O LabCom e o Laboratório de Modelos (Maquetaria) passarão a integrar o Bloco, aproximando disciplinas e tornando as aulas mais conectadas. O pátio interno será ampliado e reconfigurado como espaço de convivência, conexão e troca entre os estudantes - com nova cobertura que potencializa a entrada de luz natural.

O Teatro TUCA vai preservar sua localização original, mas ganha nova escala: capacidade ampliada, visibilidade aprimorada, palco maior com abertura reversível para o exterior, possibilitando apresentações ao ar livre, e foyer com acesso independente em relação ao restante do Bloco.

O novo edifício seguirá os critérios do selo LEED, priorizando eficiência energética, reuso de água e climatização adequada.

Mari Bamont_Integração entre sala e área de jantar com soluções multifuncionais_rack giratório com TV marcenaria contínua e estante como divisória de ambientes. Fotos Carin

COMO APROVEITAR AO MÁXIMO OS ESPAÇOS RESIDENCIAIS

Dicas e soluções para transformar qualquer ambiente em um espaço funcional e bem aproveitado

Aproveitar bem os espaços residenciais é um desafio cada vez mais comum. Para a arquiteta Mariana Bamont, o segredo está em unir planejamento inteligente, soluções funcionais e boas escolhas estéticas.

Integração entre sala e área de jantar com soluções multifuncionais: rack giratório com TV, marcenaria contínua e estante como divisória de ambientes. 

Sala integrada com TV giratória suspensa: a solução permite que a tela seja vista de diferentes ângulos e posições, otimizando o uso do espaço sem comprometer a circulação. 

Mari Bamont: Sala integrada com TV giratória suspensa: a solução permite que a tela seja vista de diferentes ângulos e posições, otimizando o uso do espaço sem comprometer a circulação. Foto: Carina Borelli

Erros mais comuns ao organizar pequenos espaços

O excesso de decorações pequenas é um dos erros mais frequentes: elas poluem visualmente e tiram a sensação de respiro. Bloquear passagens com móveis grandes ou mal posicionados também compromete a fluidez do ambiente. "Em ambientes pequenos, organização visual é essencial. Uma circulação bem planejada garante conforto, leveza e um uso muito mais funcional do espaço", explica Mariana.

A estante de madeira até o teto organiza, decora e aproveita toda a altura do ambiente.

Mari Bamont: A estante de madeira até o teto organiza, decora e aproveita toda a altura do ambiente. Fotos: Carina Borelli

Móveis multifuncionais: aliados dos espaços compactos

Planejados de forma estratégica, os móveis multifuncionais otimizam espaços, melhoram a circulação e atendem a diferentes necessidades em um único móvel. Veja algumas sugestões por ambiente:

Sala: estantes que dividem e armazenam, rack que vira mesa e mesas de centro com baú.

Quarto: camas com baú ou gavetões, escrivaninhas dobráveis e armários com canto de estudo integrado.

Escritório/Home Office: bancadas retráteis e mesa acoplada à marcenaria.

Cozinha: bancadas extensíveis, armários com divisórias otimizadas e nichos embutidos.

Varanda: bancos com baú e mesas dobráveis integradas à parede ou guarda-corpo.

Entrada/Hall: sapateiras que funcionam como banco e painéis com cabideiro, espelho e nichos.

Conforto e praticidade em imóveis pequenos

Para Mariana Bamont, é totalmente possível aliar conforto e praticidade em metragens reduzidas. Com planejamento e escolhas inteligentes, fatores como integração de ambientes, boa circulação, iluminação e cores contribuem para a sensação de amplitude. "Um imóvel pequeno pode ser tão confortável quanto um grande, muitas vezes até mais prático e fácil de manter", afirma.

Mari Bamont: A marcenaria contínua une cozinha e sala em um único layout fluido, com nichos, gavetas e até o micro-ondas embutido na ilha. Fotos: Carina Borelli

Dicas para transformar qualquer espaço

Independentemente da metragem, todo espaço tem potencial para ser mais funcional e bem aproveitado. Algumas soluções fazem toda a diferença:

  • Entrada organizada: chapelarias, sapateiras e espaços para objetos de uso diário facilitam a rotina e evitam bagunça.
  • Lavanderia otimizada: espaço para itens grandes, cestos integrados e nichos verticais, sem abrir mão da estética.
  • Armazenamento inteligente: armários até o teto, marcenaria contínua e móveis com dupla função.
  • Integração de ambientes: unir sala, cozinha e varanda cria layouts mais fluidos e amplia visualmente o espaço.
  • Revisão da planta: reposicionar paredes, portas ou circulações pode gerar mais armazenamento e melhorar a funcionalidade sem grandes obras.

    Personalização: cada projeto considera os hábitos e a rotina dos moradores para garantir um resultado prático, confortável e sob medida.

Mari Bamont: A bancada extensível que funciona como ilha com bancos altos é um exemplo claro de multifuncionalidade, unindo preparo, refeição e organização em um único elemento.
Foto: Carina Borelli

 

Mariana Bamont Arquitetura

Instagram: @maribamont_arquitetura

Foto Destaque: Mari Bamont_Integração entre sala e área de jantar com soluções multifuncionais_rack giratório com TV marcenaria contínua e estante como divisória de ambientes. Foto Carina Boreli

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Campinas Decor 2026 evidência novas formas de morar e destaca o protagonismo dos eletrodomésticos em 21 ambientes com o Grupo Elettromec

A 28ª edição da Campinas Decor 2026 se apresenta como um retrato das transformações do morar contemporâneo. Em um cenário onde estética, funcionalidade e tecnologia caminham juntas, a mostra reforça novas dinâmicas de uso dos espaços, com destaque para o Grupo Elettromec como patrocinador oficial. 

Presente em 21 ambientes assinados por diferentes profissionais, o portfólio do grupo aparece como elemento central dos projetos, refletindo uma das principais tendências atuais: o protagonismo dos eletrodomésticos na experiência doméstica. 

Ser uma empresa originária de Campinas e participar de uma mostra tão representativa para a cidade é motivo de grande orgulho para nós. Essa presença reforça nossas raízes e uma trajetória construída em sintonia com o desenvolvimento do mercado local de arquitetura e design”, afirma o CEO e fundador do Grupo Elettromec, Diamantino Netto. 

Entre os destaques, o Templo Bar, de Giovani Paz, e o Wine Bar, de Netto Figueiredo, evidenciam o crescimento de espaços dedicados ao convívio e a experiências personalizadas. Já o Estúdio Jantar Allure, de Izilda Moraes, reforça a multifuncionalidade com uma cozinha integrada e completa. 

A expansão dos eletrodomésticos para além da cozinha tradicional aparece em ambientes como o Home Cinema, de Mariana Santim, o Café Decor, de Raissa Valvassori, e até em espaços íntimos, como as suítes assinadas por Paula Balone, Márcia Dias Fernandes e Flávia Siqueira, refletindo uma casa mais fluida e adaptável. 

Projetos como a Casa de Veraneio, de Roberta Kassouf e Stephanie Salles, e o Refúgio, de Rita Diniz e Patrícia Diniz, destacam o protagonismo das áreas gourmets e o desejo por experiências completas dentro de casa. Esse movimento se reforça na Cozinha da Família, de Elaine Carvalho, com equipamentos Viking, e na Casa Piccoloto, de Beto Tozi, com a linha Fulgor Milano. 

Ambientes como o Espaço Gourmet Decor, de Leo Varela, e o Ateliê Home, de Henrique Prata, evidenciam cozinhas cada vez mais sofisticadas e integradas, enquanto espaços como o Espaço Alfa, a Clínica e a Varanda da Contemplação demonstram a versatilidade dos eletrodomésticos em diferentes contextos. 

Ao reunir propostas diversas, a Campinas Decor 2026 reforça um movimento claro: o eletrodoméstico deixa de ser apenas funcional para se tornar parte essencial do projeto arquitetônico, acompanhando e impulsionando, as novas formas de morar. 

Sobre o Grupo Elettromec:  

Desde 1997, o Grupo Elettromec é referência em eletrodomésticos de luxo no Brasil e reconhecido por unir tecnologia, design e funcionalidade superior.  

Detentor das marcas Elettromec e Invita, além de distribuidor exclusivo das italianas Falmec e Fulgor Milano e da norte-americana Viking, o Grupo reafirma seu compromisso com a excelência e a inovação. Com uma ampla quantidade de produtos, as marcas levam alta performance e design único para cozinhas e ambientes gourmets, estando presente em diversos setores, como o residencial, comercial, hoteleiro, náutico, entre outros.  

Presente nas mais conceituadas boutiques de eletrodomésticos por todo o país, o grupo conta com lojas próprias, que reúnem em um único espaço as marcas Elettromec, Falmec, Fulgor Milano e Viking, localizadas nas cidades de Campinas (SP), Piracicaba (SP), Barueri (SP), Santo André (SP), Rio de Janeiro (RJ), Curitiba (PR), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Salvador (BA), Fortaleza (CE), Campo Grande (MS) e Goiânia (GO). 

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Bulova apresenta coleção inspirada em ícones que marcaram gerações

Lançamentos inspirados em colaborações lendárias como Frank Sinatra e Tony Bennett reforçam o diálogo da marca com o universo da música e o lifestyle contemporâneo

Bulova apresenta novos lançamentos que traduzem com elegância sua herança relojoeira em peças de forte identidade cultural e design atemporal. Inspirados em colaborações que atravessam gerações, os modelos reforçam a conexão da marca com o universo da música e o estilo de vida contemporâneo.

“Essas novidades representam a essência da marca ao integrar história, cultura e inovação em cada detalhe. São relógios que vão além da função, carregam narrativas únicas e dialogam com diferentes perfis e estilos”, afirma Israel Vasconcelos, CEO da SWG Brasil.

Colaborações Icônicas

Os relógios da linha Bulova Frank Sinatra celebram o legado de Frank Sinatra com design sofisticado e inspiração direta em modelos clássicos de 1967. A peça Frank Sinatra (96B483) traz caixa em aço inoxidável com acabamento duplo, mostrador branco linho com textura que cria profundidade e ponteiros prateados, além de pulseira em couro com padrão de crocodilo. 

Já o modelo Frank Sinatra (97B243) apresenta caixa em aço inoxidável dourado, mostrador branco-prateado com o mesmo efeito texturizado e ponteiros dourados, reforçando uma estética ainda mais clássica e elegante.

Ambos os modelos compartilham elementos marcantes da homenagem, como o chapéu fedora de Sinatra posicionado às 6 horas, fundo de caixa transparente com a assinatura do artista e movimento automático com até 42 horas de reserva de marcha.

Por sua vez, o Relógio Masculino Bulova Tony Bennett “NYC” (96B484) celebra a estética das pinturas do artista no Central Park. A moderna caixa em aço inoxidável apresenta facetas acetinadas e polidas, além de uma pulseira que combina com o restante do relógio, proporcionando um toque contemporâneo e um ajuste perfeito. 

Sobre a Bulova - Desde sua fundação em 1875, a Bulova é sinônimo de qualidade, precisão e inovação relojoeira. Com uma herança rica de 150 anos — de suas origens em Lower Manhattan ao status de ícone global com sede em Nova York — a marca mantém firme compromisso com a excelência artesanal.

A Bulova segue mesclando elegância clássica com tecnologia de ponta, em coleções icônicas como a Archive Series, o inovador CURV e o exclusivo movimento Precisionist. Hoje, a marca continua se destacando pelo design arrojado, inovação pioneira e apoio à cultura, inspirando novas gerações com seu legado relojoeiro. A Bulova continua evoluindo, elevando a tecnologia e a engenharia a novos patamares de excelência.

No Brasil, a Bulova é distribuída com exclusividade pela SWG Brasil.

Sobre a SWG Brasil - A SWG Brasil é a operação nacional da South Watches Group, holding nascida na Argentina em 2004 e referência na representação e distribuição de marcas internacionais de relógios no mercado latino-americano.

Presente no Brasil desde 2008, a SWG Brasil carrega o compromisso de aliar tradição, sofisticação e excelência no atendimento ao canal multimarcas. Com profundo conhecimento do mercado local, a empresa posiciona os relógios como protagonistas no universo da moda e do estilo de vida contemporâneo.

Atualmente, representa e distribui com exclusividade no país três importantes marcas de relógios: Bulova, reconhecida por sua precisão e inovação, Citizen, referência em tecnologia, sustentabilidade e inovação e Swarovski, que além dos relógios, traz em seu portfólio acessórios e canetas.

violencia contra minorias

A violência contra minorias e seus reflexos na mente.

Sabe aquele ditado que a gente ouve por aí: "as palavras não machucam"? Pois é, a psicanálise discorda e muito. A violência sistemática contra minorias deixa cicatrizes profundas na psique das pessoas, mexendo em coisas fundamentais como identidade e desenvolvimento. E não é só trauma pontual, não. É algo que vai marcando a gente desde cedo, se infiltrando no inconsciente. Pesquisadores da Universidade Federal do Espírito Santo vêm investigando justamente isso — como mulheres vítimas de violência sexual e pessoas LGBTQIAPN+ sofrem impactos sérios na saúde mental, desde depressão até comportamentos autodestrutivos.[1] É coisa séria demais.

Quando a gente aprende a desumanizar através das palavras.

Aqui tá o ponto: a violência física é tipo o último ato de uma peça que começou bem antes. Muito antes. A psicanálise nos mostra que antes de alguém apanhar, precisa primeiro deixar de ser gente, sabe? Precisa virar "coisa", objeto.

Uma colunista do Diário do Nordeste escreveu algo que é meio assustador: "ninguém agride, viola ou mata quem reconhece plenamente como igual."[8] Isso quer dizer que a gente precisa primeiro rebaixar a pessoa através da linguagem. Mulheres em aplicativos de relacionamento sendo chamadas de "estupráveis", camisetas de certos grupos dizendo "não se arrependa", adolescentes classificando colegas por "utilidade" — tudo isso é ensaio. Treino do olhar que depois autoriza a violência mesmo.

Frantz Fanon, um psiquiatra que trabalhou com vítimas da colonização na Argélia, já tinha entendido isso nos anos 1950.[12] Ele mostrou que o racismo e a opressão colonial não machucam só o corpo, machucam o inconsciente das pessoas, deixam marcas que a gente passa para o próximo. A psicanálise precisava acordar para isso: o sujeito não é uma “ilhinha” isolada numa sala de consultório. A gente é marcado pelo contexto, pela história, pela opressão que a gente vive.

O estresse de ser minoria: quando ficar vivo já é cansativo.

Tem um termo que os pesquisadores usam — "estresse de minoria." Basicamente, é aquele cansaço crônico de estar sempre em alerta, sempre na defensiva.[1] Pessoas LGBTQIAPN+ que não se assumiram publicamente vivem nisso o tempo todo. É tipo estar sempre segurando a respiração, sabe? E isso marca, mexe com tudo.

Os números falam por si: entre pessoas trans no Brasil, a taxa de tentativa de suicídio chega a 43,1%.[4] Não é de assustar? Quando a gente vê um número desses, não é um "caso" ou outro. É evidência de que o sistema inteiro de violência está funcionando mesmo, deixando cicatrizes profundas.

Mulheres vítimas de violência sexual lidam com outra coisa bem pesada: a culpa que a sociedade coloca nelas. Estupro não é só o ato violento, é a sociedade inteira pedindo para você ficar de boca fechada, te perguntando se estava bebendo, como estava vestida. Pesquisas da UFES estão investigando como essas mulheres conseguem se recuperar disso, o que chamam de "crescimento pós-traumático", mas é tipo tirar água do poço com balde furado.[1]

Racismo na infância: quando a criança aprende cedo que não vale nada.

Tem algo que machuca mais ainda: quando a violência começa lá no comecinho da vida. Crianças negras em comunidades periféricas crescem sob impacto direto da violência urbana — perdem dias de aula porque tem confronto, deixam de tomar vacina, vivem em estado de perigo o tempo todo.[7] Tudo isso não é experiência passageira. Fica marcado no cérebro.

A pesquisa mostra que o racismo funciona como uma experiência adversa que provoca "estresse tóxico", aquele estresse que mexe com o desenvolvimento normal do cérebro da criança, afetando aprendizagem, memória, até a capacidade de lidar com emoções.[7] É como se a gente estivesse pedindo para o cérebro da criança trabalhar em sobrecarga constantemente.

E tem mais: quando crianças negras enfrentam racismo cotidiano na escola, quando a história da sua gente não aparece nos livros, quando professores ignoram comentários racistas de colegas, a criança internaliza uma mensagem muito clara: "você não pertence aqui, você não vale."[10] Isso não desaparece. Fica no inconsciente, afetando como essa pessoa se vê pelo resto da vida.

A escola que deveria proteger e acaba machucando.

As escolas civis-militares viraram exemplo disso. Tem reportagem do Ministério Público Federal mostrando que estudantes LGBTQIAPN+ e negros são perseguidos por expressar sua identidade, sofrem abordagens agressivas de policiais militares dentro de sala de aula, têm sua liberdade cerceada.[19] Isso é violência institucional disfarçada de "disciplina" e "ordem". E as crianças absorvem tudo isso.

O bullying também é assim. A gente pensa que é só imaturidade de adolescente, mas é bem mais sério. Quando meninos classificam meninas como "acessíveis" ou "estupráveis", quando adolescentes trans são impedidos de usar banheiro de acordo com sua identidade, quando a história afro-brasileira é quase invisível no currículo, tudo isso interfere radicalmente no desenvolvimento psicológico.[10] E frequentemente os adultos não veem por que a violência acontece nos espaços invisíveis das instituições.

O inconsciente racista: porque a gente não consegue tirar racismo da cabeça com argumentos.

Aqui está uma coisa meio complicada da psicanálise lacaniana: o racismo não funciona só no nível de argumentação racional. [11] Ele funciona através de fantasias inconscientes sobre o corpo do outro, sobre aquilo que "falta" ou "sobra" naquele corpo. É profundo demais para a consciência atingir com argumentos bonitos.

Isso quer dizer que combater racismo não é só levar dados e fatos para a pessoa. É descolonizar a própria psicanálise que a gente usa, trazer pensadores da diáspora africana e da ancestralidade indígena.[9] Porque o racismo está enraizado em instituições, em leis, em práticas que se apresentam como "naturais" e "inevitáveis", mas que são construções históricas mesmo.[14] E isso marca o desenvolvimento das pessoas porque define desde cedo quem merece respeito, quem pode ocupar espaços, cujo corpo é digno de proteção.

O grande desafio: transformar essa realidade.

Se a gente entende que a violência contra minorias não é só um problema individual ou familiar, mas estrutural, então a solução também precisa ser estrutural. Significa investir em formação antirracista para os professores, descolonizar currículos que apagam histórias e culturas, criar políticas de segurança pública que respeitem o desenvolvimento infantil em vez de criminalizá-lo. [7][10]

Significa também que cada um de nós precisa se olhar no espelho. Porque a gente participa dessa violência, através da linguagem que usa, das piadas que tolera, do silêncio quando alguém fala algo degradante.[8] Como aquela colunista disse bem direto: antes de agredir ou matar, é preciso deixar de reconhecer como igual. E a gente faz isso todos os dias sem perceber.

Uma psicanálise que escuta o social.

O lado esperançoso disso tudo é que pesquisadores brasileiros estão oferecendo caminhos reais. Estão investigando crescimento pós-traumático em mulheres vítimas de violência sexual, não só o sofrimento, mas também como essas pessoas conseguem desenvolver resiliência.[1] Estudam saúde mental de pessoas LGBTQIAPN+ não assumidas, buscando entender as estratégias que elas usam para sobreviver em contextos de isolamento e discriminação.[1] Tudo isso aponta para uma psicanálise mais humanizada, mais próxima da realidade brasileira mesmo.

O desafio agora é transformar esse conhecimento em ação de verdade, em políticas públicas, em mudanças nas instituições, em uma reconfiguração da sociedade que reconheça que todo mundo merece respeito e dignidade. Porque violência contra minorias não é só gente traumatizada que precisa de terapia. É uma sociedade inteira que precisa ser radicalmente transformada. E isso começa em casa, na escola, no trabalho, começa na gente mesmo.

Precisa de ajuda? (clique aqui) Dr. Marcio Renzo - Psicanálise e Hipnoterapia.


Fontes citadas:

[1] Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). "Pesquisas investigam impactos da violência na saúde mental de mulheres e de pessoas LGBTQIAP+."

[4] BMC Public Health. "Factors associated with transgender people mortality due to violence in Brazil (2014-2022)."

[7] O Globo/UOL. "Primeira infância e equidade: desafios do racismo, dos territórios e da segurança no Brasil."

[8] Diário do Nordeste. "A linguagem como violência, exceto quando o alvo são as mulheres."

[9] Blog Abarca Psicólogo. "Psicanálise Contextualizada."

[10] Jornal da Unicamp. "Ensino da história afro-brasileira ainda enfrenta barreiras."

[11] Juliane Mena. "Psicanálise e o Pensamento Decolonial - Racismo e subjetividade."

[12] Veja. "Filme sobre Frantz Fanon ganha data de estreia no Brasil."

[14] Scielo. "Raça e racismo: aspectos conceituais, históricos e metodológicos."

[19] Ministério Público Federal. "MPF recorre de decisão que validou regras de escolas militares."