Mês: abril 2026

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Tiffany & Co. celebra a força materna em sua campanha de Dia das Mães 2026, Celebrating Mothers Since 1837

A Tiffany & Co. anuncia hoje sua campanha de Dia das Mães 2026, Celebrating Mothers Since 1837, apresentando um curta-metragem emocionante pautado pela intimidade, gratidão e legado. Estrelado pela embaixadora da marca Rosie Huntington-Whiteley, o filme oferece uma reflexão pessoal sobre a maternidade, ao mesmo tempo em que aborda os laços duradouros entre gerações e a força transmitida por meio do amor de uma mãe.

Ambientado no quarto de Rosie, em Nova York, Celebrating Mothers Since 1837 retrata uma conversa telefônica íntima entre mãe e filha. Enquanto sua própria filha brinca por perto, Rosie admira o colar HardWear by Tiffany com diamantes pavé que usa, ao agradecer à mãe por esse presente extraordinário. Em uma conversa sincera, ela relembra memórias compartilhadas, desafios e a percepção da força que surge ao se tornar mãe. Rosie reconhece o exemplo dado por sua mãe e expressa a esperança de que, um dia, sua filha também compreenda essa mesma força.

As joias desempenham um papel simbólico na narrativa, representando apreço e continuidade. No filme, Rosie usa colar, pulseira e brincos HardWear by Tiffany com diamantes pavé - cada peça como um símbolo de força interior e confiança. Tradicionalmente consideradas relíquias preciosas passadas de geração em geração, as criações da Tiffany & Co. refletem o mesmo amor e devoção duradouros que fluem de mãe para filho, tornando-se peças significativas, carregadas de memória e emoção.

A campanha de Dia das Mães 2026 da Tiffany & Co. dá continuidade ao legado de quase dois séculos da marca de celebrar as múltiplas facetas do amor por meio de narrativas evocativas e de um artesanato excepcional. Com Celebrating Mothers Since 1837, a marca reafirma sua crença de que força, amor e gratidão são os presentes mais duradouros de todos.

Sobre Tiffany & Co. 

A Tiffany & Co., fundada na cidade de Nova York em 1837 por Charles Lewis Tiffany, é uma joalheria de luxo global sinônimo de elegância, design inovador, excelência artesanal e criatividade.

Com mais de 300 lojas no mundo e uma equipe de mais de 14.000 colaboradores, a Tiffany & Co. e suas subsidiárias projetam, fabricam e comercializam joias, relógios e acessórios de luxo. Mais de 3.000 artesãos altamente qualificados lapidam diamantes Tiffany e produzem joias nos próprios ateliês da empresa, concretizando o compromisso da marca com a mais alta qualidade.

A Tiffany & Co. mantém um compromisso duradouro com a condução responsável de seus negócios, a preservação do meio ambiente, a promoção da diversidade, equidade e inclusão, e o impacto positivo nas comunidades onde atua. Para saber mais sobre a Tiffany & Co. e seu compromisso com a sustentabilidade, visite tiffany.com.

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Infância insegura: marcas que podem (e devem) ser trabalhadas.

Por Dr. Marcio Renzo – Psicanalista e Hipnoterapeuta

A infância insegura não é catálogo de desculpas nem sentença irrevogável — é mapa de vulnerabilidades que orientam comportamentos, escolhas e relações ao longo da vida. Na clínica psicanalítica, Freud e Jung oferecem chaves diferentes e complementares para ler essas marcas: Freud nos mostra como conflitos infantis, mecanismos de defesa e repetição compulsionante moldam o destino psíquico; Jung nos indica a atuação dos complexos, da sombra e a possibilidade de individuação. Juntos, eles lembram: o que não foi simbolizado na infância tende a reaparecer na vida adulta em formas disfuncionais, até que seja elaborado.

O que a ciência recente diz.

Estudos recentes confirmam essa perspectiva clássica com dados robustos. A neurociência contemporânea demonstra que experiências infantis organizam não apenas o psiquismo, mas o próprio funcionamento neurobiológico[3]. Pesquisas mostram que experiências adversas na infância alteram a resposta do corpo ao estresse, aumentando o risco de transtornos de ansiedade. O cortisol elevado durante o desenvolvimento cerebral pode gerar uma tendência crônica à ansiedade e ao estado de alerta permanente[1], criando adultos que carregam fardos emocionais pesados e invisíveis.

Os padrões mais comuns.

Parentalização e responsabilidades precoces: Quando crianças são forçadas a desempenhar papéis de cuidadores antes do tempo biológico adequado, desenvolvem um senso de responsabilidade hipertrofiado[1]. Adultos que cuidaram de irmãos ou pais durante a infância frequentemente sentem que o mundo depende exclusivamente de seus esforços. Essa dedicação extrema resulta em exaustão física e mental que o indivíduo ignora por hábito antigo[1]. O prazer pessoal é deixado de lado em favor das necessidades alheias, gerando uma frustração silenciosa, mas muito potente.

Necessidade constante de validação: A carência de suporte afetivo durante as fases críticas do desenvolvimento deixa marcas profundas na forma como o indivíduo percebe o próprio valor[2]. Filhos de pais ausentes emocionalmente crescem em um ambiente de incerteza afetiva, onde suas conquistas e dores são frequentemente ignoradas ou minimizadas. Esse vácuo de atenção gera a crença de que o amor é condicional, conquistado apenas por um desempenho impecável[2].

Na vida adulta, a busca por validação constante aparece em parceiros, amigos e chefes, como tentativa de preencher um reservatório que nunca foi abastecido na infância[2]. No cenário profissional, essa dinâmica transforma estudantes e trabalhadores em high achievers, mas a um custo emocional altíssimo.

Medo excessivo de errar: Crianças constantemente criticadas pelos pais geralmente desenvolvem medo excessivo de errar na vida adulta. Essa autocrítica severa acompanha o indivíduo, criando uma voz interna que cobra perfeccionismo defensivo e pune qualquer tentativa de relaxar.

Sinais visíveis da infância insegura.

Identificar os padrões de comportamento herdados de uma infância sobrecarregada permite que o indivíduo inicie um processo de cura[1]. Muitas dessas características são vistas pela sociedade como qualidades admiráveis, mas escondem sofrimento psicológico latente:

  • Hipervigilância e dificuldade em relaxar: para quem pulou etapas do desenvolvimento, o ócio é interpretado como perda de tempo perigosa[1]. Relaxar significa baixar a guarda, despertando medo irracional de que algo terrível aconteça[1].
  • Dificuldade em aceitar favores e hiperindependência: surge como escudo para evitar depender de pessoas que podem falhar ou desaparecer[1]. Muitos preferem carregar todo o peso sem pedir colaboração.
  • Dificuldade em lidar com críticas: mesmo críticas construtivas desencadeiam respostas defensivas[2].
  • Tendência a se desculpar excessivamente: por falhas triviais ou até inexistentes[2].
  • Sentimento de invisibilidade: quando não recebe atenção imediata em grupos[2].
  • Foco excessivo na produtividade: incompatível com a capacidade de descanso[1].

Como a psicanálise propõe trabalhar essas experiências.

A transformação clínica passa por mais do que recordar: exige elaboração genuína. Procedimentos centrais incluem:

  • Estabelecer um vínculo seguro: criar uma aliança terapêutica estável para permitir a emergência de conteúdos vulneráveis;
  • Livre associação e interpretação: permitir que lembranças, sonhos e atos falhos sejam trazidos à luz e elaborados;
  • Uso da transferência/contratransferência: como campo para vivenciar e reparar padrões de vinculação;
  • Identificação e flexibilização de defesas: negação, projeção, acting out;
  • Técnicas junguianas (imaginação ativa, amplificação): para integrar imagens, símbolos e a sombra;
  • Psicoeducação e ressignificação narrativa: reconstruir a história pessoal com coerência;
  • Contenção e estabilização: antes de trabalhar traumas complexos;
  • "Reparentagem": o adulto aprende a fornecer a si mesmo o acolhimento que faltou[2].

Profissionais que trabalham com abordagem psicanalítica reconhecem a singularidade de cada história e o valor de colocar em palavras aquilo que, muitas vezes, permaneceu silenciado[1]. A escuta clínica atenta busca oferecer um espaço de construção de sentido — um tempo para olhar com mais cuidado para si, reconhecer repetições, elaborar dores e criar novas possibilidades de existir[1].

Fortalecer a comunicação interna e reconhecer os próprios méritos sem a necessidade de aplausos é um exercício diário de reconstrução da identidade[2].

Por que isso importa

Marcas não elaboradas limitam criatividade, autonomia e potencial profissional; fragilizam laços e perpetuam padrões intergeracionais. A hiperindependência que surge como estratégia de sobrevivência impede a formação de vínculos profundos, pois a vulnerabilidade é interpretada como risco inaceitável[1]. Quebrar essa barreira exige vulnerabilidade e aceitação de que conexões humanas saudáveis exigem trocas e apoio mútuo constante[1].

Investir em clínica, educação parental e políticas públicas de proteção à infância é, portanto, investimento em saúde social.

Uma questão pessoal.

A infância insegura não deve ser romantizada nem ignorada. Precisamos de uma cultura que reconheça a profundidade dessas marcas e ofereça caminhos reais de elaboração. Ao aceitar que a ausência dos pais foi uma falha deles, e não um reflexo da sua insuficiência, o indivíduo libera espaço mental para construir conexões baseadas na reciprocidade real[2].

A psicanálise, ao combinar interpretação, vínculo reparador e integração simbólica, propõe um processo que transforma máculas em possibilidades de escolha. Priorizar seu equilíbrio mental é fundamental para transformar essas marcas do passado em uma força construtiva e consciente hoje[1].

No fim, a verdadeira liberdade surge quando o reconhecimento mais importante vem de dentro, permitindo que a pessoa brilhe por quem ela é, e não pelo que ela faz para agradar o mundo.


Referências Bibliográficas

Freud, S. (1923). O Ego e o Id. Edição Padrão Brasileira das Obras Completas de Sigmund Freud.

Freud, S. (1905). Três Ensaios sobre a Teoria da Sexualidade. Companhia das Letras.

Jung, C. G. (1959). A Prática da Psicanálise. Editora Vozes.

Jung, C. G. (1981). Estrutura e dinâmica da psique. Petrópolis: Vozes.

Winnicott, D. W. (1990). Natureza Humana. Imago Editora.

Lacan, J. (1978). O Seminário: livro 2 - O Eu na Teoria de Freud e na Técnica da Psicanálise. Jorge Zahar Editor.

Bowlby, J. (1969). Attachment and Loss: Volume 1 - Attachment. Basic Books.

Correio Braziliense (2024). "Segundo a psicologia, pessoas que cresceram assumindo responsabilidades cedo demais frequentemente desenvolvem estes traços na vida adulta". Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/

Correio Braziliense (2024). "Crianças que cresceram sendo constantemente criticadas pelos pais geralmente desenvolvem medo excessivo de errar na vida adulta". Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/

UAI Notícias (2026). "A psicologia afirma que a necessidade constante de validação na vida adulta pode ser um reflexo direto da falta de suporte emocional na infância". Disponível em: https://www.uai.com.br/

Rieger, P. F. (2026). "A neurociência hoje mostra que essas experiências organizam não só o psiquismo, mas o próprio funcionamento do...". Instagram, 19 de março de 2026. Disponível em: https://secure.instagram.com/poliene_fsn_rieger/

Evolution Saúde Mental (2026). "Psicólogos(a) especialistas em: terapia-individual". Disponível em: https://evolutionsaudemental.com/

Psi Consultório (2026). "Psicoterapia online em Psicanálise - Freud". Disponível em: https://psiconsultorio.com.br/

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Festival Gastronômico de Pomerode anuncia o tema de 2026

Ao chegar à 20ª edição, evento vai contar a própria história com pratos que marcaram época

Um dos eventos mais tradicionais e aconchegantes da gastronomia brasileira fará, em 2026, uma celebração à própria história. Ao atingir a 20ª edição, o Festival Gastronômico de Pomerode (SC) vai resgatar sabores que marcaram época, provocando a memória afetiva dos visitantes. O tema escolhido para a edição 2026, de 2 a 19 de julho, é: “Pratos que Fizeram História”.

Desde 2016 (12ª edição), cada restaurante que participa do Festival Gastronômico de Pomerode deve apresentar um prato novo, que não consta do cardápio regular dos estabelecimentos, a partir de um tema proposto pela organização. É o chamado “prato estrela”. Neste ano, as estrelas serão 12 receitas de sucesso criadas para o festival e que são lembradas até hoje. Ou seja, a história dos festivais será contada à mesa.

— Um evento dessa complexidade atingir 20 edições é algo a ser comemorado. Já são duas décadas de conquistas, dificuldades, superação e, claro, de muita criatividade e qualidade por parte dos restaurantes. O padrão de qualidade que atingimos só é possível com trabalho coletivo, e isso Pomerode sabe fazer como poucas cidades — analisa Ivan Rudolfo Koch, presidente da Associação Visite Pomerode (Avip), entidade realizadora do evento.

História

O Festival Gastronômico de Pomerode nasceu em 2005, por iniciativa de um grupo de restaurantes e profissionais da área. A cada noite, um dos estabelecimentos participantes recebia a programação especial, reunindo o público em torno de suas receitas.

Desde os primeiros anos, o foco era celebrar a gastronomia típica alemã e os ingredientes regionais, mas com abertura para outras influências culturais e gastronômicas. Em uma segunda fase, os restaurantes passaram a levar suas delícias para o Parque Municipal de Eventos, como parte da programação de inverno do município. Chefs convidados, aulas de gastronomia e apresentações culturais passaram a integrar a programação.

Visite Pomerode

Em 2014 (10ª edição), após a prefeitura municipal abrir mão de organizar o festival, a Associação Visite Pomerode (Avip) assumiu o evento. Presidente da entidade à época, a empresária Marlene Volkmann lembra que os restaurantes participantes queriam garantir a realização do evento e evitar que a fórmula de sucesso fosse transferida para outro município.

— Faltavam só 15 dias para o festival quando a Secretaria de Turismo nos disse que não teria condições de organizar. Com pouquíssimo tempo, fizemos um esforço muito grande e conseguimos executar o evento, que foi um sucesso. E assim continuamos nos anos seguintes — conta Marlene.

A entidade implementou novidades como o “prato estrela”, que desafia a criatividade dos chefs, a ampliação do festival para três semanas, a contratação de consultorias junto ao Sebrae para qualificar o atendimento ao público e a divulgação nacional.

Nos anos de 2020 e 2021, devido às restrições impostas pela pandemia de Covid-19, o Festival Gastronômico de Pomerode não pôde ser realizado. Por isso são 20 edições em 22 anos.

Outras novidades, como o cardápio completo, a programação e detalhes da organização do Festival Gastronômico de Pomerode 2026, serão divulgadas nas próximas semanas.

20º Festival Gastronômico de Pomerode

O 20º Festival Gastronômico de Pomerode é uma realização do Ministério da Cultura, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e da Associação Visite Pomerode (Avip), com apoio do Sebrae, do governo do Estado de Santa Catarina e da prefeitura de Pomerode.

Acesse visitepomerode.com.br/festival-gastronomico e siga @festivalgastronomicopomerode

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Dr. Luiz Guilherme Camargo de Almeida explica por que mudar hábitos é mais difícil do que acessar informação

Especialista destaca impacto do sono, riscos da Síndrome Cardiovascular-Renal-Metabólica e o papel de pequenas mudanças sustentáveis na promoção da saúde

O acesso à informação nunca foi tão amplo, mas transformar conhecimento em prática continua sendo um dos maiores desafios quando o assunto é saúde. Para o médico Dr. Luiz Guilherme Camargo de Almeida, o problema não está na falta de conteúdo, mas na dificuldade de aplicar esse conhecimento no cotidiano.

“Hoje, o problema não é falta de informação. As pessoas sabem que precisam dormir melhor, se alimentar melhor, se movimentar mais. O que falta é direção e consistência”, afirma. Segundo ele, a informação isolada não é suficiente para promover mudanças reais, pois não considera fatores como cansaço, estresse, ambiente e emoções. “Mudar hábitos exige reorganizar a vida. Saúde não começa com conhecimento técnico, começa com decisões simples repetidas todos os dias. É uma mudança de rumo, não um acúmulo de informação.”

Entre os pilares abordados pelo especialista, o sono ganha destaque como um regulador central do organismo. De acordo com o médico, a privação de sono desencadeia um desequilíbrio hormonal e inflamatório que impacta diretamente diversos sistemas do corpo. “Dormir mal aumenta a pressão arterial, piora o controle da glicose, favorece o ganho de peso e sobrecarrega órgãos como coração e rins”, explica. Na prática, isso eleva o risco de doenças crônicas como hipertensão, diabetes, obesidade e doença renal. “O que pouca gente percebe é que dormir mal não é apenas um sintoma, mas muitas vezes uma causa silenciosa de adoecimento.”

Outro ponto de atenção é a chamada Síndrome Cardiovascular-Renal-Metabólica (CKM), ainda pouco conhecida pelo público, mas cada vez mais presente. Segundo o especialista, trata-se de um processo progressivo que integra alterações no coração, nos rins e no metabolismo. “Os sinais de alerta incluem aumento da circunferência abdominal, pressão alta, alterações na glicose e no colesterol, além de cansaço frequente. O problema é que, no início, ela é silenciosa”, alerta. Ele atribui o crescimento da síndrome ao estilo de vida contemporâneo, marcado por sedentarismo, alimentação desregulada, privação de sono e estresse crônico.

Apesar do cenário preocupante, o médico reforça que mudanças acessíveis podem gerar impactos significativos ao longo do tempo. “Saúde não precisa começar com grandes transformações ou medidas radicais. Pelo contrário, é preciso desconfiar de soluções rápidas e milagrosas”, pontua. Entre as recomendações práticas, ele destaca respeitar horários de sono, caminhar regularmente, reduzir o consumo de alimentos ultraprocessados e manter uma rotina minimamente organizada. “O que transforma não é a intensidade, é a constância.”

Além dos aspectos físicos, o especialista chama atenção para fatores frequentemente negligenciados, como o convívio social e a espiritualidade. “O ser humano não é só biológico. O isolamento social está associado a maior risco de doenças cardiovasculares e pior saúde mental, enquanto relações saudáveis funcionam como proteção”, afirma. Já a espiritualidade, independentemente de religião, pode contribuir para reduzir a ansiedade e melhorar a forma de lidar com o estresse. “Cuidar da saúde não é só tratar exames. Saiba mais sobre o especialista nas suas redes sociais:@nefrologistadrluiz ou @luizguilhermesapiens

Depois de anos cuidando de pessoas, o médico faz um alerta: o problema não é a falta de informação, mas a desconexão com o essencial. Foi a partir dessa constatação que nasceu o livro Cuide-se, do Dr. Luiz Guilherme Camargo de Almeida, um convite direto para repensar hábitos e retomar o controle da própria saúde. Adquira já o seu exemplar clicando aqui.

Sobre o especialista

Dr. Luiz Guilherme Camargo de Almeida é médico especialista em Medicina Interna e Nefrologia, com mais de duas décadas de atuação e destaque na medicina alagoana. Fundador do GAHAS (Grupo de Atenção à Hipertensão e Síndrome Metabólica) e membro da Sociedade Brasileira de Clínica Médica, construiu sua trajetória com foco em hipertensão e saúde metabólica. Além de palestrante, autor e pai de três filhos, o especialista defende uma visão da medicina que vai além dos exames, integrando aspectos emocionais e comportamentais. Com 25 anos de experiência, reúne em sua obra uma abordagem científica e acessível sobre hábitos, sono e equilíbrio na vida cotidiana.

Divulgação Azimut Yachts (6)

Iate Azimut Fly 58 transfere arquitetura de mansões multimilionárias para as águas e estará ao vivo no Rio Boat Show

O novo modelo atrai público exigente de alta renda do Sudeste por adotar plantas equivalentes a residências super luxuosas e soluções que maximizam o espaço. O desempenho comercial do iate reflete a busca do mercado brasileiro por privacidade absoluta, descoberta de refúgios naturais e lazer em família.

O investimento na economia do tempo e na exclusividade está cada vez mais presente no cotidiano de altos executivos. O design, o conforto e a tecnologia embarcada da marca líder global em produção de barcos de luxo, a Azimut Yachts, que permite uma navegação prazerosa, segura e simples, transforma o novo modelo de 17,75 metros da marca em uma ilha particular, livre da exposição. O barco será apresentado no Rio de Janeiro, durante o Rio Boat Show, de 11 a 19 de abril na Marina da Glória, disponível para visitação. 

Entre os principais diferenciais do modelo está a cozinha integrada à área externa, à praça de popa e à área gourmet, além do flybridge que integra o conceito lounge e a proposta de uso como embarcação familiar, com ou sem tripulação.

A arquitetura externa, assinada pelo renomado italiano Alberto Mancini, aproveita estruturas para abrigar janelas panorâmicas contínuas. O design exterior também reforça a conexão com o entorno por meio de grandes janelas curvas e amplas superfícies envidraçadas, que aumentam a entrada de luz natural e a sensação de amplitude a bordo. Já o design de interiores foi concebido pelo departamento de estilo da Azimut Yachts, seguindo padrões globais da marca.

A planta abriga três suítes, com destaque para a suíte master que ocupa toda a largura do casco (meia-nau). A cozinha no salão principal opera em conceito aberto ao lado de áreas de estar, posto de comando e varanda gourmet (praça de popa) com revestimentos em pedras nobres e eletrodomésticos de marcas Miele. Essa configuração reforça a integração entre cozinha, sala e área externa, que permite uso contínuo dos ambientes e maior socialização.

No flybridge, o terraço superior amplia a área útil da embarcação e funciona como um grande lounge, uma extensão social do barco, com áreas de estar, refeições e um segundo posto de comando com foco em convivência e descanso, além do uso social prolongado, enquanto os sistemas digitais permitem controle completo da embarcação por telas sensíveis ao toque e dispositivos móveis.

O sistema de navegação garante a intimidade familiar com controle high tech e propulsores direcionais que permitem que o próprio dono comande a embarcação, se habilitado. A embarcação utiliza dois motores de 725 hp cada, atingindo 31 nós de velocidade. A performance e desempenho superior são resultados da tecnologia avançada da marca italiana que combina fibra de carbono com fibra de vidro e processos de moldagem exclusivos que aumentam a eficiência, o desempenho e a estabilidade. O tanque assegura autonomia para cobrir destinos paradisíacos como a Baía de Guanabara e toda a Costa Verde fluminense. A embarcação opera roteiros imersivos, por exemplo, entre a Marina da Glória (RJ), Ilha Grande e Paraty. 

O que: Azimut Yachts no Rio Boat Show 2026, embarcações de luxo com visitação ao público

Quando: De 11 a 19 de abril de 2026

Onde: Marina da Glória, Rio de Janeiro (RJ)

Ingressos: À venda no site oficial — www.rioboatshow.com.br 

Sobre a Azimut Yachts

Azimut Yachts é uma marca do Grupo Azimut|Benetti, líder mundial na fabricação de iates de luxo, com matriz na Itália. Com suas coleções Atlantis, Verve, Magellano, Flybridge, S e Grande, oferece a maior variedade de iates de 40 a 120 pés. Presente em 80 países por meio de uma rede de 138 centros de vendas e assistência, conta com uma fábrica no Brasil desde 2010, que produz embarcações de 51 a 100 pés.

Confira o site da Azimut Yachts https://www.azimutyachts.com.br/

Fotos: Divulgação/Azimut Yachts

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Guarda compartilhada de pets reconhece vínculo afetivo entre animais e seus tutores

De acordo com o advogado Renan De Quintal, a proposta reconhece o vínculo afetivo entre tutores e pets e busca dar segurança jurídica a disputas cada vez mais comuns no Judiciário

Falta apenas a sanção presidencial para se tornar realidade a guarda compartilhada de pets em casos de separação de casais. O projeto, aprovado recentemente pelo Senado, estabelece critérios para a para divisão de convivência e despesas, priorizando o bem-estar do animal. De acordo com o advogado Renan De Quintal, sócio do Escritório Batistute Advogados e especialista no assunto, a proposta reconhece o vínculo afetivo entre tutores e pets e busca dar segurança jurídica a disputas cada vez mais comuns no Judiciário.

“Pelo texto, a guarda compartilhada passa a ser possível quando o animal for considerado de propriedade comum, ou seja, quando tiver convivido majoritariamente com o casal durante a relação. Caso haja acordo entre as partes, elas podem definir livremente como será a convivência com o pet”, ressalta Renan. O Projeto de Lei nº 941/2024 foi aprovado em 31 de março e aguarda sanção presidencial para entrar em vigor.

O advogado explica que, quando não houver consenso, caberá ao juiz estabelecer as regras, incluindo a divisão equilibrada do tempo de convivência e das responsabilidades. “A decisão deverá considerar critérios como o bem-estar do animal, as condições de cuidado, o ambiente oferecido e a disponibilidade de tempo de cada tutor”, afirma o especialista. O projeto também define como ficam as despesas: gastos cotidianos, como alimentação e higiene, serão pagos por quem estiver com o animal no período, enquanto custos mais amplos, como consultas veterinárias, medicamentos e internações, deverão ser divididos entre os responsáveis.

Há restrições importantes. “A guarda compartilhada não será permitida em casos de violência doméstica, risco de agressão ou maus-tratos ao animal. Nessas situações, a posse será transferida integralmente a um dos tutores, sem direito a indenização para a outra parte”, pondera Renan. O texto aprovado, entretanto, não altera a natureza jurídica dos animais, que continuam sendo considerados bens, mas reconhece seu valor afetivo nas relações familiares.

Também está prevista a perda da guarda em caso de descumprimento reiterado das regras ou renúncia ao regime compartilhado. Agora, o projeto segue para sanção presidencial. A nova regra só passa a valer após a sanção e publicação da lei, quando, então, entrará oficialmente em vigor e poderá ser aplicada em decisões judiciais envolvendo a guarda de pets no Brasil.

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Do Sítio ao Universo de Maurício: um encontro histórico que celebra a alma da cultura brasileira!

Quem entrou na vibe com o Giu Cota foi a força da nossa cultura, daquelas que atravessam gerações e continuam encantando corações de todas as idades.

Mauro Souza e Cleo Monteiro Lobato

Eu vivi um daqueles dias que não dá pra guardar só na memória, precisa virar história. Fui convidado para conhecer os estúdios da Maurício de Sousa Produções, um verdadeiro templo da criatividade brasileira, onde personagens icônicos ganham vida e continuam escrevendo capítulos importantes da nossa infância.
E logo na chegada, já veio um momento especial: fomos recepcionados por Mauro Sousa, filho de Maurício de Sousa. Um encontro que por si só já carrega um simbolismo enorme, estar diante de quem continua esse legado tão importante para o Brasil.
Mas dessa vez, a experiência foi além. Fui acompanhado pela turma do Sítio do Picapau Amarelo e tive a honra de estar ao lado da encantadora Cléo Monteiro Lobato. Estar com ela é sentir de perto o legado vivo de Monteiro Lobato, um dos maiores nomes da literatura brasileira, que construiu um universo que até hoje inspira, educa e emociona.

E como toda boa história, esse encontro teve personagens incríveis também fora dos livros e das telas.
Entre eles, Sérgio Marcílio, CIO da Revista Recista do Sítio e Mundo da Emília, e dono de um dos maiores acervos do Sítio do Picapau Amarelo do Brasil, um verdadeiro guardião dessa memória afetiva tão importante. Um trabalho feito com tanto respeito e dedicação que conta, inclusive, com a aprovação de Cléo Monteiro Lobato, reforçando a seriedade e o carinho com que esse legado é preservado.
Também estiveram presentes talentos que dão vida a esses personagens tão queridos: Júlia Soares, nossa Emília cheia de atitude e personalidade; Alejandro Silva, representando o curioso e aventureiro Pedrinho; e o próprio Sérgio Marcílio, também em cena como o sábio Visconde.
E eu, claro, vivendo tudo isso na pele do Jeca, personagem que carrega simplicidade, verdade e muita conexão com o Brasil raiz. 🌾
Foi um encontro onde passado, presente e futuro se misturaram de um jeito único. Entre risadas, aprendizados e muita emoção, ficou claro que o universo do Sítio não é só uma lembrança… é uma chama acesa que continua sendo passada de geração em geração.
Saí de lá com o coração cheio e com uma certeza: quando a gente valoriza nossas histórias, a gente fortalece quem somos.
E essa vibe… ah, essa vibe foi inesquecível. 💫
Giu Cota
Colunista Vi- Magazibe

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SHOPPING CIDADE JARDIM APRESENTA SUA NOVA CAMPANHA INSTITUCIONAL “O JARDIM DA CIDADE”

Campanha exalta o lifestyle completo do shopping e sua conexão com a natureza 

Shopping Cidade Jardim, referência em moda, gastronomia e experiências de alto padrão em São Paulo, apresenta a sua nova campanha institucional para 2026 “O Jardim Da Cidade”. Em continuidade à comunicação lançada anteriormente “Sonho de uma Noite no Nosso Jardim”, a nova campanha amplia o olhar sobre o shopping como um espaço que vai além de um destino de compras, destacando seu lifestyle, sua arquitetura a céu aberto e a presença marcante da natureza em seu paisagismo como parte essencial da experiência.

A campanha destaca o lifestyle do Shopping Cidade Jardim ao reunir moda, gastronomia, bem-estar, família e verde. Com um olhar artístico e de moda, as imagens reinterpretam elementos do cotidiano do shopping.

Com linguagem de editorial de moda, a campanha tem direção criativa de Letícia Haag e fotografia de Ivan Erick, com edição de moda de Antonio Frajado, beleza de Will Vieira e set design de Jean Labanca. O filme é dirigido por Guilherme Yoshida.

A campanha será veiculada em plataformas digitais, redes sociais, imprensa e materiais institucionais ao longo do ano.

Direção Criativa: Letícia Haag

Fotos: Ivan Erick

Edição de Moda: Antonio Frajado

Beleza: Will Vieira

Set Designer: Jean Labanca

Vídeo: Guilherme Yoshida

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O retorno da Universal Genève: o início de uma nova era para Le Couturier de la Montre

A Universal Genève, a histórica "Alfaiate de Relógios" e uma das Maisons mais influentes da relojoaria do século XX, retorna ao cenário mundial, marcando um dos relançamentos mais aguardados da indústria.

A Universal Genève adotou o apelido “Le Couturier de la Montre”, ou “Alfaiate de Relógios”, em tradução livre, diferenciando-se por uma visão criativa singular que une maestria técnica a uma forte sensibilidade estética. Reconhecida por modelos como o Polerouter, desenhado por Gérald Genta, o Compax e o Cabriolet, a marca continua sendo profundamente apreciada por colecionadores até hoje e foi usada por alguns dos maiores formadores de opinião do século passado, incluindo Nina Rindt, Eric Clapton e Alain Delon. 

Hoje, a Maison leva adiante seu legado duradouro com uma ambição artística renovada, expressa pela beleza, pela criatividade e pelo artesanato excepcional. 

O retorno da Universal Genève apresenta uma visão clara e contemporânea da relojoaria: uma que une elegância discreta ao conhecimento pioneiro em relojoaria. Em breve de volta à sua sede histórica na Rue du Rhône, em Genebra, a marca se inspira em sua herança rica para reinventar seus ícones, tanto para homens quanto para mulheres.

“Para a Universal Genève, o título de Le Couturier de la Montre nunca foi apenas um slogan: ele definiu a Maison, capturando seu espírito criativo e seu senso único de primor artesanal”, afirma Georges Kern, CEO da Universal Genève. “Agora, a Bela Adormecida da relojoaria desperta, abrindo um novo capítulo na longa história de um dos nomes mais queridos da relojoaria.”

Mais do que o relançamento de uma marca histórica, o retorno da Universal Genève revive uma ideia fundamental: a de que a precisão serve à estética e que um relógio pode existir simultaneamente como uma obra de arte e de inovação.

UM LEGADO DE CRIATIVIDADE E BELEZA FUNCIONAL

A história começa na Suíça, em 1894, quando Numa-Emile Descombes e Ulysse-Georges Perret, dois relojoeiros de Le Locle, fundaram uma nova casa relojoeira, registrando-a formalmente como Universal Watch. À medida que a reputação da marca, por seu design refinado e sua expertise técnica, crescia, a empresa mudou-se para Genebra, onde sua sede na Rue du Rhône consolidou ainda mais sua legitimidade na relojoaria suíça.

Sob a liderança visionária de Raoul Perret, que assumiu o comando em 1932, a Universal Genève entrou em uma fase decisiva de seu desenvolvimento. Convencido de que design e técnica deveriam estar unidos na origem, ele estabeleceu um departamento de design dedicado que se tornaria o primeiro passo para a identidade da marca como “Le Couturier de la Montre”. A visão de Perret de relógios refinados e discretos, aliados à excelência em mecanismos, guiou a empresa em sua expansão global e estabeleceu as bases para seus futuros ícones.

Ao longo das décadas, a Universal Genève se destacou por sua abordagem singularmente equilibrada à alta relojoaria, perfeitamente definida em um anúncio de 1946: “Unit au goût français la précision genevoise” (unindo o gosto francês à precisão genebrina). Mais do que um simples marcador de tempo, um relógio Universal Genève é um emblema de sofisticação e estilo.

Fundamental para essa identidade é o princípio que a Maison chama de beleza funcional: a crença de que mecanismos confiáveis e precisos devem sempre servir ao design e ao apelo estético do relógio. Essa filosofia continua a guiar a abordagem da marca até hoje.

“A ideia de beleza funcional é parte integrante do DNA da Universal Genève. Essa filosofia continua a moldar nossa visão para as novas coleções”, afirma Gregory Bruttin, Diretor Geral da Universal Genève.

A partir de seu endereço na Rue de Rhône, a Universal Genève criou alguns dos relógios mais reverenciados do século XX, incluindo o Polerouter, o Compax e o Cabriolet, originalmente chamado de Ideo e um dos primeiros relógios de pulso reversíveis. Cada um reflete a capacidade da Maison de equilibrar a elegância com a funcionalidade mecânica.

A Universal Genève também se consolidou como pioneira em movimentos automáticos com microrrotor. O Microtor™ Calibre 215, lançado em 1958, é reconhecido como o movimento automático mais fino de sua época, seguido, na década de 1960, pelo ainda mais fino Calibre 1-66.

A expertise da Maison em cronógrafos demonstra-se igualmente decisiva. Calibres como o robusto 281 – que equipa os modelos Compax, Uni-Compax e, posteriormente, Tri-Compax – o refinado 285 e o sofisticado 481, com calendário completo e funções de fases da Lua, continuam a definir padrões de precisão, complexidade e confiabilidade. Juntos, esses movimentos ilustram o compromisso duradouro da Maison com o refinamento mecânico a serviço de um design elegante e funcional.

UMA FORTE RESSONÂNCIA CULTURAL ENTRE CRIATIVOS E FORMADORES DE OPINIÃO

A Universal Genève comunica sua visão com criatividade notável, desde anúncios refinados, desenhados à mão, na década de 1940, até campanhas repletas de humor na década de 1960. A marca naturalmente atraiu um círculo de personalidades criativas; da estilista francesa Jeanne Lanvin, que observou que “pouquíssimos relógios conseguem acompanhar um vestido parisiense, mas a Universal faz modelos belíssimos”, ao polímata criativo Jean Cocteau, que disse a famosa frase: “Eu nunca sei que horas são, mas o relógio Universal me faz querer saber”.

Na década de 1960, a reputação da Universal Genève como "Le Couturier de la Montre" consolidou a marca como referência cultural. Seus relógios adornavam os pulsos de figuras como Bruce Lee e Alain Delon. Colecionadores chegaram a criar seus próprios apelidos para modelos icônicos, inspirados por usuários notáveis. O Compax ficou conhecido como "The Nina", em homenagem à modelo finlandesa Nina Rindt, que o usava nas pistas durante as corridas de Fórmula 1 de seu marido, Jochen Rindt, enquanto um Tri-Compax da mesma época recebeu o apelido de "The Clapton", em referência ao lendário guitarrista Eric Clapton.

Para a Maison, essa ressonância cultural está no cerne de uma convicção fundamental, expressa em um anúncio antigo: “On ne s’improvise pas couturier de la montre – on le devient” (Você não se declara um alfaiate de relógios – você se torna um).

O RENASCIMENTO DE UM ÍCONE: UMA FILOSOFIA ARTÍSTICA

Hoje, a Universal Genève inicia um novo capítulo, inspirando-se em sua herança para trazer uma perspectiva inovadora à relojoaria contemporânea. Fiel ao espírito de “Le Couturier de la Montre”, a Maison avança com uma visão coerente que une beleza funcional, relevância cultural e a filosofia do “ennoblissement”, que descreve o conceito de elevação por meio da arte, da ornamentação e do artesanato.

Ao fundir uma sensibilidade de design inspirada na alta-costura com um artesanato excepcional e o conhecimento relojoeiro genebrino, a Universal Genève se conecta a quem valoriza a originalidade, a personalidade e o design duradouro. Modelos emblemáticos dos arquivos regressam em formas adaptadas às expectativas modernas, cada um preservando a sua identidade distinta, ao mesmo tempo que se beneficiam do rigor mecânico da Maison.

A oferta de modelos está estruturada em torno de três expressões complementares:

Coleções Prêt-à-Porter:  interpretações permanentes dos ícones centrais da Maison, fiéis ao seu perfil original, mas com um toque contemporâneo.

Coleções Capsule: edições sazonais limitadas dos relógios mais emblemáticos da Maison, explorando variações criativas em materiais, cores e técnicas decorativas.

Criações Couture: criações únicas desenvolvidas em colaboração próxima com artesãos excepcionais. A expressão máxima da visão da Maison sobre a relojoaria como expressão de arte (métier d’art).

Relógios Signature: produzidos por tempo limitado, essas reinterpretações de peças icônicas dos arquivos da Maison preservam o perfil dos originais, introduzindo sutis refinamentos contemporâneos. Uma seleção que se situa entre a atemporalidade do Prêt-à-Porter e o espírito criativo das edições cápsula.

Com o mesmo espírito meticuloso que define as mais refinadas casas de alta-costura, a Universal Genève estabelece parcerias com especialistas de renome, como Laurent Jolliet, um dos últimos fabricantes de correntes da Suíça; Nelly Rodi, uma das principais consultoras de tendências de luxo; e Isabelle Villa, uma talentosa pintora de miniaturas. Juntos, eles contribuem para a criação de peças selecionadas das coleções Capsule e Couture, enriquecendo ainda mais o ecossistema criativo da Maison.

As primeiras entregas estão previstas internacionalmente para o outono de 2026; ainda sem previsão de chegada ao Brasil.

Desde as suas primeiras criações até ao relançamento atual, a Universal Genève aborda a relojoaria com uma visão ampla e equilibrada. A Maison cultiva há muito tempo a expertise na criação de relógios para homens e mulheres. Hoje, essa abordagem equilibrada se mantém em coleções que abrangem relógios de três ponteiros, cronógrafos, relógios com formatos diferenciados e peças concebidas especificamente para mulheres, formando, em conjunto, um universo coerente e harmonioso que oferece força estética e integridade técnica a todos os públicos, refletindo uma visão contemporânea e sofisticada de elegância.

Com sua reintrodução, a Universal Genève reafirma uma voz singular na relojoaria contemporânea, unindo maestria técnica, design refinado e consciência cultural. Fundamentada em sua filosofia duradoura de “Le Couturier de la Montre”, a Maison ativa seu legado para criar relógios que unem visão, criatividade e artesanato atemporais e, ao mesmo tempo, totalmente contemporâneos – oferecendo uma perspectiva inovadora e confiável sobre a relojoaria moderna.

Bem-vindo ao universo de “Le Couturier de la Montre”, onde o design dita o tempo e a relojoaria se transforma em alta-costura. Ponto a ponto… o fio do tempo se revela em uma história feita sob medida.

SOBRE A UNIVERSAL GENÈVE

Fundada em 1894 por Numa-Émile Descombes e Ulysse-Georges Perret, a Universal Genève é uma fabricante de relógios consagrada com um legado ilustre. Reconhecida por criações icônicas como o Polerouter e o Compax – incluindo o lendário relógio Nina Rindt – bem como pelas séries Tri-Compax e Cabriolet, a Maison tornou-se sinônimo de design inovador, artesanato impecável e uma história rica, como demonstrava em seus anúncios da década de 1960: “Couturier de la Montre” (“Alfaiate de Relógios”). Após várias décadas de inatividade, a Universal Genève iniciou um novo capítulo em 2023, marcando um renascimento decisivo. Hoje, a Maison reafirma o espírito que outrora a definiu: uma visão singular da relojoaria, onde a engenhosidade técnica se une ao design refinado e à consciência cultural. Fiel à sua filosofia de “Le Couturier de la Montre”, a marca encara cada criação como uma conquista mecânica e uma expressão criativa, combinando novos movimentos de manufatura, estética contemporânea e reinterpretações criteriosas de sua herança.

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Roca é patrocinadora oficial do Congresso Mundial de Arquitetos UIA 2026 Barcelona

A marca reforça seu posicionamento global ao participar de um dos principais fóruns internacionais de pensamento e inovação arquitetônica.

A Roca, marca líder global especializada em soluções para espaços de banho, será a patrocinadora oficial do Congresso Mundial de Arquitetos UIA 2026 Barcelona, um dos mais importantes eventos internacionais dedicados à arquitetura, urbanismo e design.

O congresso, organizado pela União Internacional de Arquitetos (UIA) juntamente com diversas instituições espanholas e catalãs, reunirá mais de 10.000 profissionais, arquitetos, acadêmicos e estudantes de mais de 130 países, transformando Barcelona em um ponto de encontro global para refletir sobre o futuro da arquitetura e do ambiente construído.

A edição de 2026 acontecerá de 28 de junho a 2 de julho, sob o tema “Becoming. Architectures for a planet in transition” (“Tornar-se. Arquiteturas para um planeta em transição”), convidando à reflexão sobre as transformações ecológicas, sociais e tecnológicas que estão redefinindo o ambiente construído.

Apoio à arquitetura e à inovação industrial

Por meio de sua participação como patrocinadora oficial, a Roca reforça seu compromisso de longa data com a configuração do ambiente construído, contribuindo ativamente para espaços de debate e conhecimento que definirão as cidades do futuro.

No âmbito do congresso, a Roca apresentará seus módulos de indústria 4.0, módulos pré-fabricados de banheiro, incluindo estrutura, instalações, equipamentos e acabamentos. Eles demonstrarão como a transformação digital, a automação e os novos processos industriais estão redefinindo a forma como soluções para a vida contemporânea são produzidas e integradas.

Aplicada ao banheiro, a construção industrializada permite que grande parte do processo seja deslocada para fora das obras, reduzindo a necessidade de múltiplas especialidades e melhorando a coordenação em uma das áreas mais complexas de um edifício.

Nesse contexto, as soluções de banheiros pré-fabricados da Roca oferecem maior controle sobre prazos, qualidade e execução em projetos de grande escala nos setores residencial, hoteleiro e de saúde, ao mesmo tempo em que contribuem para modelos de construção mais eficientes e sustentáveis, alinhados aos princípios da economia circular.

Barcelona, capital mundial da arquitetura

Roca é patrocinadora oficial do World Congress of Architects Barcelona | Foto: Divulgação Roca

O Congresso UIA 2026 acontecerá em diversos espaços emblemáticos de Barcelona e faz parte da iniciativa Capital Mundial da Arquitetura 2026, que posicionará a cidade como um polo internacional de pensamento arquitetônico e urbano ao longo de todo o ano.

Durante cinco dias, de 28 de junho a 2 de julho, o evento reunirá mais de 200 palestrantes internacionais, incluindo arquitetos, pesquisadores e profissionais de áreas correlatas, que discutirão os principais desafios enfrentados pelas cidades e territórios em um contexto de transição ecológica, tecnológica e social.

A participação da Roca no congresso reforça seu papel como um agente-chave na relação entre indústria, arquitetura e design, promovendo espaços de reflexão sobre o futuro do ambiente construído.

Sobre a Roca

A Roca é uma marca fundada em Barcelona em 1917, que projeta, fabrica e comercializa produtos para banheiros voltados à arquitetura, construção e design de interiores. Enraizada em patrimônio, cultura e forte tradição industrial, a marca combina design, funcionalidade, tecnologia e sustentabilidade para transformar o banheiro de um espaço puramente prático em um ambiente dedicado ao bem-estar.

A Roca faz parte do Roca Group, um grupo industrial global com um portfólio de marcas líderes, incluindo Roca, Laufen e outras marcas especializadas. Com uma sólida base de produção, o grupo opera 78 centros industriais e possui presença comercial em mais de 170 países. Essa escala internacional permite à Roca oferecer soluções inovadoras e de alta qualidade para banheiros, adaptadas a diferentes mercados e estilos de vida, mantendo controle rigoroso sobre materiais, processos e padrões de qualidade.

A sustentabilidade é um pilar central da estratégia da Roca e está integrada em todas as atividades de design, fabricação e inovação. A marca promove uma abordagem responsável, focada na redução do impacto ambiental, no avanço da circularidade e na contribuição positiva à sociedade, apoiada pelo compromisso diário de milhares de profissionais ao redor do mundo e reconhecida por importantes avaliações internacionais de sustentabilidade.

Guiada pela busca constante pela excelência, a Roca continua a desenvolver novas ideias, materiais e tecnologias que enriquecem a vida cotidiana, cuidando das pessoas e do planeta, e inspirando a melhor experiência de banheiro em todo o mundo.

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