Priscila Montagna consolida a Relação Horizontal. no Brasil ministrando workshops, imersões formativas e consultorias estratégicas

Em meio ao avanço do burnout, à crise de lideranças e ao desgaste institucional que marca empresas, escolas e organizações públicas, um novo paradigma relacional começa a ganhar espaço no Brasil: a Relação Horizontal. A frente desse movimento está Priscila Montagna, especialista em Comunicação Consciente e conexão humana, que vem se consolidando como uma das vozes contemporâneas na construção de modelos mais éticos e sustentáveis de liderança e convivência.

Com atuação na interseção entre educação, ciência do comportamento, ética relacional e políticas humanas, Priscila fundamenta seu trabalho em bases científicas reconhecidas. Entre elas, a Teoria do Apego, desenvolvida pelo psicólogo britânico John Bowlby, e os princípios da Comunicação Não-Violenta, sistematizados por Marshall Rosenberg. A proposta integra ainda contribuições da filosofia, sociologia e do campo jurídico-político, formando uma abordagem interdisciplinar voltada à maturidade emocional nas relações.

Um novo modelo de autoridade

Diferentemente do que o nome pode sugerir, a Relação Horizontal não elimina liderança ou autoridade. O conceito propõe uma autoridade ética e legítima, baseada em clareza, corresponsabilidade e responsabilidade emocional — em oposição a estruturas rígidas sustentadas pelo medo ou pela coerção.

Segundo Priscila Montagna, grande parte dos conflitos institucionais não tem origem técnica, mas relacional. “A sustentabilidade de qualquer sistema depende da qualidade dos vínculos que o estruturam”, defende.

A abordagem parte de três premissas centrais:

Relações humanas são o principal ativo de qualquer organização;

Estruturas verticais adoecidas geram silenciamento e ruptura;

A qualidade da comunicação impacta diretamente decisões, resultados e clima institucional.

Aplicação prática

A especialista desenvolve workshops, imersões formativas e consultorias estratégicas voltadas a lideranças, educadores, equipes e instituições. Os programas têm como foco a construção de ambientes com maior segurança psicológica, clareza comunicacional e maturidade emocional.

O movimento acompanha tendências globais que apontam para a valorização da liderança consciente, da governança colaborativa e da humanização das políticas públicas. Em São Paulo, Priscila inicia uma agenda ampliada de capacitações e encontros voltados a profissionais e organizações interessadas em revisar seus modelos de gestão e convivência.

Em um cenário de polarização social e esgotamento institucional, a proposta da Relação Horizontal surge como resposta estruturada à necessidade de reconstrução de confiança — colocando a qualidade das relações no centro das transformações sociais e organizacionais.