Ano: 2026

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Marrom em evidência: saiba como usar a tonalidade que se tornou protagonista da estação

Ganhando destaque como neutro versátil, o marrom e suas variações já integram os visuais do outono 2026

Quando a Pantone elegeu o Mocha Mousse como a cor de 2025, o anúncio sinalizava mais do que uma tendência passageira. O tom, um marrom suave, antecipava um movimento que ganharia fôlego nas temporadas seguintes. Agora, no outono/inverno 2026, a tonalidade se consolida como eixo central das narrativas de moda, atravessando coleções, editoriais e o streetstyle com naturalidade.

A força do marrom se ancora em uma estética que privilegia permanência e refinamento. Em sintonia com o quiet luxury, a cor surge como um novo neutro, capaz de substituir o preto e o cinza com mais profundidade e nuance. Ao mesmo tempo, o tom carrega uma carga sensorial que aquece a composição e adiciona textura visual ao look, elemento essencial em uma temporada em que o toque e o caimento ganham protagonismo.

Nas passarelas, a cartela terrosa aparece em diferentes intensidades, do chocolate intenso ao caramelo luminoso, passando por tons de café, conhaque e areia. Essa variação amplia as possibilidades de styling e reforça a versatilidade da cor, que se adapta a diferentes propostas e códigos de vestir. O resultado é uma estética sofisticada, porém acessível, que transita entre o minimalismo e uma elegância mais expressiva.

No guarda-roupa feminino, o marrom se manifesta em peças de alfaiataria com recortes precisos, trench coats de construção fluida, saias midi e vestidos em tecidos naturais como lã fria, linho e algodão encorpado. A aposta em looks monocromáticos cria uma silhueta alongada e elegante, enquanto o mix de texturas, como couro, tricô e linho, adiciona dimensão ao visual. Em composições mais contemporâneas, a cor dialoga com tons como azul petróleo, vinho e nuances vibrantes, criando contrastes chamativos, mas ainda elegantes.

Já na moda masculina, a tonalidade reforça uma abordagem mais apurada do vestir. Blazers estruturados, calças de alfaiataria, camisas em tecidos nobres e sobreposições bem calculadas ganham nova leitura quando explorados em variações de marrom. O styling aposta em combinações ton sur ton ou na clássica base neutra com pontos de contraste, criando produções que equilibram elegância e funcionalidade. O denim também entra nesse jogo, especialmente em lavagens mais escuras, compondo looks urbanos com apelo contemporâneo.

Para Emilio Guerra, CEO da Skyler, rede referência de moda, o protagonismo da cor reflete uma mudança consistente na forma como o estilo é construído. “O marrom se conecta com um desejo por autenticidade e por um vestir mais consciente. Ele carrega sofisticação, mas de forma silenciosa, sem excessos. É uma cor que não precisa chamar atenção de forma óbvia para se destacar, justamente porque transmite segurança e maturidade estética”, afirma.

Segundo o executivo, essa ascensão também está diretamente ligada à evolução do comportamento do consumidor. “Hoje existe uma valorização maior por peças que tenham longevidade, que façam sentido em diferentes momentos e que possam ser combinadas com facilidade. O marrom entra nesse contexto como um facilitador de styling, porque conversa bem com uma ampla gama de cores e texturas, permitindo múltiplas leituras dentro do mesmo guarda-roupa”, explica.

Em sua leitura, a tonalidade amplia as possibilidades, principalmente dentro da moda masculina contemporânea. “Quando pensamos em construção de imagem, o marrom traz uma alternativa interessante ao preto, que muitas vezes pode endurecer o visual. Ele suaviza, traz profundidade e, ao mesmo tempo, mantém a elegância. Isso abre espaço para composições mais sofisticadas e atuais, tanto no ambiente profissional quanto em ocasiões mais casuais”, reforça.

Guerra também destaca o papel da cor na construção de coleções mais coesas. “Ao trabalhar com uma base de tons terrosos, conseguimos criar uma narrativa mais fluida, em que as peças se conectam entre si. Isso facilita não só a experiência de compra, mas principalmente o uso no dia a dia, porque o consumidor passa a enxergar mais possibilidades dentro do próprio armário”, completa.

Essa versatilidade também se traduz na forma como o marrom se integra a diferentes propostas de styling. Em produções alinhadas ao quiet luxury, aparece em peças de design limpo, com foco em corte, matéria-prima e acabamento. Por outro lado, em leituras mais fashionistas, surge em modelagens amplas, sobreposições e composições que exploram proporção e contraste, mostrando que a cor também pode assumir um papel de destaque em visuais mais ousados.

Sobre a Skyler:

A Skyler é uma marca de moda masculina que atua no mercado desde 1997, atualmente com 67 lojas em todo o Brasil. Com mais de 400 novos produtos por coleção, suas peças atendem diferentes estilos de vida por meio das linhas Essential, Casual, Motion, Tech, Business, Premium, Forward e Junior.

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Luz da Lua apresenta “Refúgios” – campanha de Inverno 2026

Mais do que uma coleção, Refúgios é um estado de espírito. Um convite para habitar o próprio tempo, com estilo, intenção e profundidade.

A Luz da Lua apresenta ao mercado sua nova campanha de Inverno 2026, intitulada Refúgios. Com uma proposta sofisticada e sensorial, a coleção destaca o encontro entre o croco e a camurça, explorando contrastes de textura e acabamentos que reforçam a elegância natural dos produtos. A paleta percorre tons sóbrios e envolventes, enquanto os metais surgem como pontos de luz que elevam a composição com sutileza. 

Em um cenário onde o tempo desacelera, a coleção se constrói explorando contrastes táteis que revelam profundidade e elegância. Protagonizada por Mariana Weickert, que construiu uma sólida carreira internacional ao desfilar e estrelar campanhas para algumas das principais maisons de moda como Chanel, Gucci, Versace e Louis Vuitton, a narrativa ganha um olhar maduro e seguro, que transita com naturalidade entre força e serenidade. Sua presença imprime verdade à campanha, refletindo uma mulher que encontra no essencial sua maior potência.

Refúgios apresenta uma estética refinada, em que cada detalhe (das cores aos metais) comunica herança, serenidade e força. A campanha reforça o posicionamento da Luz da Lua ao valorizar o design atemporal aliado à sofisticação, criando produtos que dialogam com diferentes momentos e estilos de vida.

Mais do que uma coleção, a campanha propõe uma pausa: um convite para o encontro com o essencial, traduzido em peças que equilibram textura, forma e significado.

Sobre a Luz da Lua

A Luz da Lua soma mais de três décadas de história criando bolsas, calçados e acessórios com o objetivo de proporcionar uma experiência única para mulheres contemporâneas.

Apaixonada por fazer bolsas, calçados e acessórios com matérias-primas selecionadas e de qualidade premium em todo o mercado brasileiro, a marca conta com mais de 140 lojas exclusivas e está presente em aproximadamente mil e quinhentos pontos de venda multimarcas nacionais, além de possuir uma rede global de exportação, com presença em mais de 45 países.

Com a qualidade impecável dos couros e metais, a Luz da Lua está em constante sintonia com as principais tendências, aliando o seu olhar atento à moda com a sua essência elegante. As texturas, cores, personalização e atenção aos detalhes são algumas das características marcantes de suas coleções, ansiosamente aguardadas pelas consumidoras de todo o Brasil.

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  Fevest Inspire 2026 – Feira de Lingerie, Moda Praia, Fitness e Matéria-prima

FEVEST Inspire 2026 abre credenciamento para visitantes. A edição deste ano da maior feira de moda íntima da América Latina registrou incremento de mais de 20% de expositores e representantes de todo o Brasil. A FEVEST acontece de 9 a 11 de junho, em Nova Friburgo, a capital da moda íntima, na região serrana do Rio de Janeiro.

O credenciamento pode ser feito pela página www.fevest.com/credenciamento  . Visitantes de outros países ou cidades podem se cadastrar para pegar o transfer gratuito com saída dos aeroportos do Rio de Janeiro.

A Fevest Inspire 2026 - Feira de Lingerie, Moda Praia, Fitness e Matéria-prima - é uma realização do Sindvest (Sindicato das Indústrias do Vestuário de Nova Friburgo e Região), com patrocínio da Firjan SENAI SESI, apoio institucional da Prefeitura Municipal de Nova Friburgo, Abit, Frionline e Vinilsul

Fevest Inspire 2026 - Feira de Lingerie, Moda Praia, Fitness e Matéria-prima

Data: 09 a 11 de junho de 2026 (terça-feira a quinta-feira)

Horário: das 13h às 20h

Entrada: Gratuita mediante credenciamento pelo site

Local: Nova Friburgo Country Clube (Av Conselheiro Julius Arp, 140 – Centro – Nova Friburgo/RJ)

Site: http://www.fevest.com/

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TAG HEUER NA WATCHES & WONDERS 2026

A relojoaria suíça de luxo celebra a inovação e a maestria em cronógrafos na Watches & Wonders Genebra

A relojoaria suíça de luxo TAG Heuer retorna à Watches & Wonders Geneva com um novo e ousado espaço, celebrando um de seus relógios mais icônico, o TAG Heuer Monaco, ao lado de sua expertise em cronógrafos.

No centro da apresentação deste ano está o novo movimento TH80-00, um calibre automático de cronógrafo de alta performance, desenvolvido para oferecer maior precisão, eficiência e durabilidade. Juntos, esses elementos expressam a busca contínua da marca pela inovação, onde ícones históricos e engenharia de ponta avançam em perfeita sintonia.

Localizado mais uma vez no coração do universo LVMH, o espaço TAG Heuer da continuidade à arquitetura do ano anterior e revela uma cenografia totalmente nova, dedicada à inovação em cronógrafos e ao legado do TAG Heuer Monaco.

Uma declaração arquitetônica

O espaço da TAG Heuer ocupa 1.000 metros quadrados dentro do universo LVMH. Embora mantenha uma estrutura arquitetônica imediatamente reconhecível, a cenografia foi completamente reinventada para destacar as mais recentes inovações da marca e o legado duradouro do TAG Heuer Monaco.

Na entrada, duas grandes telas de LED emolduram a fachada, exibindo conteúdos visuais dinâmicos que introduzem os visitantes ao tema central do espaço. Esses elementos conduzem o público até o destaque principal: uma instalação monumental descrita como o “coração pulsante” do espaço da marca.

Suspensa sob o teto central, uma réplica em grande escala do movimento TH80-00 está posicionada dentro de uma estrutura de plexiglass vermelho transparente. Cercada por telas de LED que animam e explicam o funcionamento do movimento, a instalação transforma uma inovação técnica em um espetáculo visual impactante.

Ao redor desse elemento central, destacam-se dois poderosos símbolos do legado automobilístico da TAG Heuer: um carro de Fórmula 1 da Oracle Red Bull Racing, representando o auge da performance contemporânea ao lado do embaixador da marca Max Verstappen, e o Porsche 917 de Steve McQueen, eternamente ligado ao TAG Heuer Monaco após sua aparição no filme Le Mans. Juntos, esses ícones criam uma ponte narrativa entre passado e presente, traçando a história do TAG Heuer Monaco de Steve McQueen, primeiro embaixador do modelo, a Max Verstappen, a representação moderna de velocidade e precisão.

As vitrines do espaço TAG Heuer ampliam essa narrativa, com foco no TAG Heuer Monaco e no universo da inovação. Campanhas visuais cuidadosamente orquestradas e uma curadoria precisa de peças destacam os lançamentos mais recentes e reforçando o status duradouro do relógio como um dos ícones mais emblemáticos da marca.

A história do cronógrafo

No interior do espaço da marca, os visitantes encontram uma impressionante parede dedicada ao cronógrafo, uma das contribuições mais importantes da TAG Heuer à relojoaria e tema central dos lançamentos de 2026.

A “Chronograph History Wall” apresenta a evolução dessa complicação desde suas origens até os mecanismos mais avançados da atualidade.

Com dezoito relógios, que vão de referências históricas a modelos contemporâneos, incluindo um rattrapante e as mais recentes peças equipadas com o movimento TH80-00, a exposição ilustra os marcos técnicos que moldaram o legado da marca no universo do cronógrafo.

Cada relógio é acompanhado por elementos visuais, artefatos ou conteúdos digitais que contextualizam sua importância na história da TAG Heuer. Tablets interativos permitem explorar detalhes sobre os movimentos, design e inovações.

Essa linha do tempo imersiva reforça o papel da TAG Heuer como pioneira na medição precisa do tempo e no universo do automobilismo.

O TAG Heuer LAB

Um espaço dedicado, o TAG Heuer Lab, convida os visitantes a explorar o movimento TH80-00 por meio de uma experiência imersiva e interativa. Inspirado nos laboratórios da marca em La Chaux-de-Fonds, o ambiente apresenta o movimento a partir de quatro pilares: arquitetura, materiais, design e testes.

Exposições interativas revelam o funcionamento interno do movimento, enquanto demonstrações ao vivo destacam inovações como a espiral de carbono e sua resistência ao magnetismo. Os visitantes também podem conhecer as etapas de produção e testes rigorosos, incluindo a validação dos acionadores do cronógrafo.

Uma mesa final de design mostra a evolução do TAG Heuer Monaco, desconstruindo o relógio em seus componentes essenciais para revelar como o ícone evoluiu ao longo do tempo, sem perder sua identidade única.

Uma experiência imersiva

Ao longo do espaço, grandes telas e conteúdos visuais dinâmicos reforçam a narrativa que conecta a tradição, inovação e performance. Instalações conduzem os visitantes pela trajetória do TAG Heuer Monaco, desde suas origens ligadas ao Grande Prêmio de Mônaco de Fórmula 1 e a Steve McQueen até sua interpretação moderna no pulso de Max Verstappen.

No centro, o lounge TAG Heuer oferece um ambiente acolhedor para relaxar, trocar ideias e descobrir as novidades da marca. Um bar central e áreas de reunião criam uma atmosfera vibrante e sofisticada, refletindo o espírito esportivo e a excelência da relojoaria suíça.

Com sua instalação monumental do TH80-00, o laboratório imersivo TH Lab e a narrativa focada em cronógrafos, a presença da TAG Heuer na Watches & Wonders 2026 reafirma o compromisso da marca em expandir os limites da inovação mecânica.

Porque, na TAG Heuer, a busca pela precisão é também a arte de redefini-la constantemente.

Sobre TAG Heuer

A TAG Heuer, fundada em 1860 por Edouard Heuer nas Montanhas do Jura, na Suíça, é uma marca de relógios de luxo que faz parte do grupo LVMH Moët Hennessy Louis Vuitton SE (“LVMH”), o principal grupo de luxo do mundo. Com sede em La Chaux-de-Fonds, na Suíça, e com quatro unidades de produção, a TAG Heuer conta com 1.900 colaboradores e está presente em 139 países. Os produtos TAG Heuer estão disponíveis online em www.tagheuer.com para países selecionados e em 260 boutiques e 2.300 pontos de venda em todo o mundo.

Há 165 anos, a TAG Heuer demonstra um espírito puro de relojoaria de vanguarda e um compromisso com a inovação, com tecnologias revolucionárias que incluem o pinhão oscilante para cronógrafos mecânicos em 1887, o Mikrograph em 1916, o primeiro movimento de cronógrafo com corda automática – Calibre 11 – em 1969, e o primeiro smartwatch de luxo em 2015. Atualmente, a principal coleção da marca é composta por duas famílias icônicas projetadas por Jack Heuer – TAG Heuer Carrera e Monaco – e é complementada pelas coleções contemporâneas TAG Heuer Aquaracer, Formula 1, Link e Connected.

Incorporando a nova filosofia da TAG Heuer, “Designed to Win”, a marca continua a construir seu legado de inovação ousada, resiliência e alto desempenho. Suas parcerias de destaque e embaixadores refletem o espírito da TAG Heuer em superar limites e performar nos momentos que realmente importam.

tagheuer.com | @tagheuer no Instagram

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RBVA vende imóvel em SP por R$10,5 milhões e ultrapassa a marca de R$ 100 milhões em lucro de vendas

O RBVA ultrapassa R$ 300 milhões de volume de vendas em ciclo de reciclagem

Em um fundo imobiliário com 14 anos de história e cerca de 80 imóveis no portfólio, a reciclagem do portfólio passa a fazer parte da sua estratégia recorrente de geração de valor. Tanto porque muitos imóveis do fundo já podem ter alcançado sua maturidade no ciclo imobiliário e estão em um ponto de venda que otimiza o retorno, quanto porque o fundo tem escala para realizar esse giro da carteira.  Ou seja, a gestão ativa está em vender no momento certo, capturar ganho relevante e reposicionar recursos em ativos mais alinhados ao momento do fundo, aumentando a capacidade de geração de renda ao longo do tempo e equilíbrio de fatores de riscos do portfólio.

       É dentro dessa dinâmica que o RBVA11, fundo imobiliário da Rio Bravo Investimentos, acumula R$ 309 milhões em vendas de ativos, com R$ 104 milhões de lucro. A operação mais recente, envolvendo a venda de um imóvel no centro de São Paulo, na av. Senador Queiroz, reforça a estratégia de monetização de ativos maduros. A transação gerou uma Taxa Interna de Retorno de cerca de 15,4% ao ano, ampliando a geração de caixa do fundo e criando espaço para novas alocações. Na prática, o movimento contribui diretamente para reforçar a base de rendimentos distribuídos aos cotistas, ao transformar valorização patrimonial em liquidez. 

      “A reciclagem de ativos tem se consolidado como um dos principais instrumentos de gestão neste ciclo, permitindo capturar valor em imóveis maduros e direcionar recursos para ativos mais aderentes ao momento atual do mercado”, afirma Alexandre Rodrigues, sócio e gestor de Fundos Imobiliários da Rio Bravo Investimentos. Esse movimento ganha força em um ambiente de juros elevados, em que a disciplina na alocação e a geração de caixa passam a ser determinantes para a performance dos fundos imobiliários. “A reciclagem de ativos fortalece a geração de caixa e melhora a qualidade do portfólio ao longo do tempo. Isso porque podemos olhar para novos imóveis, já pensando no próximo ciclo imobiliário que queremos surfar. É um processo vivo e em um fundo como o RBVA essa estratégia sempre deve ser existir”, Segundo o gestor, o histórico de vendas reflete uma estratégia contínua, baseada na leitura de ciclo e na disciplina na execução, e não apenas movimentos pontuais de oportunidade.”

       “Essa taxa de retorno supera os principais indicadores, ou seja, estamos falando de IPCA + 9% ou CDI + 6% em um período de 14 anos. É uma constância muito forte em patamares elevados, poucos investimentos consegue manter um retorno como esse em tanto tempo.” comenta Alexandre. Esse lucro entra na base distribuível do fundo e compõe os rendimentos mensais, hoje linearizados em R$ 0,09/cota. Ao transformar ativos em liquidez e reposicionar recursos, os fundos passam a operar com maior eficiência e capacidade de resposta às mudanças do mercado imobiliário urbano, que também vive um processo de reconfiguração em termos de ocupação e uso dos espaços. “Mais do que vender ativos, o foco está em construir um portfólio mais equilibrado, com maior previsibilidade de receita e menor exposição a riscos estruturais. A gestão ativa passa a ser determinante para sustentar a performance em um cenário mais exigente”, conclui Rodrigues. O marco de vendas reforça esse movimento e evidencia a adaptação dos fundos imobiliários ao atual ciclo de juros elevados.


Sobre a Rio Bravo Investimentos

Com mais de 25 anos desde a sua fundação, a Rio Bravo é uma das maiores gestoras independentes da América Latina, focada em ativos reais com atuação em imóveis, crédito, infraestrutura, ações e multiestratégia. A empresa tem mais de R$12 bilhões em ativos sob gestão, distribuídos entre 50 fundos de investimento. Contando com a confiança de mais de 200 mil cotistas em seus fundos com foco em renda, a Rio Bravo atende investidores de todos os tamanhos, individuais e institucionais, domésticos e internacionais.

A trajetória da Rio Bravo inclui a movimentação de mais de R$ 15 bilhões em transações imobiliárias e conta com mais de R$ 1 bilhão em crédito sob gestão. Foi também pioneira em fundos imobiliários listados na B3. Além das estratégias de investimento, também atua com serviços como estruturação de crédito, serviços fiduciários, carteira administrada tokenizada e área de Investments Solutions, voltada para os clientes institucionais. 

Gustavo Franco, ex-presidente do Banco Central do Brasil e um dos principais arquitetos do Plano Real, é um dos fundadores da Rio Bravo, juntamente com Paulo Bilyk, atual CEO e CIO e responsável por toda a estratégia de investimentos da companhia. Com foco em atrair os melhores talentos do mercado, a companhia é reconhecida por sua transparência e resultados consistentes.

https://www.riobravo.com.br/

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Chandon transforma ingrediente nativo em protagonista de brunch autoral

Projeto de conservação do butiá inspira experiência que une gastronomia brasileira, espumantes excepcionais e território no dia 21, em Garibaldi (RS)

A Chandon, em Garibaldi (RS), convida a viver uma experiência que traduz sua forma de olhar o Brasil: a partir do território, da diversidade e das conexões que nascem à mesa. No dia 21 de abril, a marca realiza o Chandon & Butiá: Brunch na Chandon, uma proposta que une gastronomia autoral, ingrediente nativo e espumantes excepcionais em um ambiente que integra natureza, cultura e convivência.

Assinado pelo chef Giordano Tarso, o menu valoriza o butiá como ingrediente central, explorando sua versatilidade em preparações que combinam técnica, identidade e frescor, em harmonia com o Chandon Réserve Brut. A experiência propõe um percurso criativo, onde o ingrediente se revela em diferentes texturas e temperaturas, conduzindo o paladar por novas interpretações da gastronomia brasileira.

Mais do que um ingrediente, o butiá carrega um significado importante para a marca. Espécie nativa do Sul do Brasil e ameaçada de extinção, integra iniciativas de conservação e recuperação ambiental apoiadas pela Chandon — em parceria com a Embrapa — que já resgatou mais de 3 mil palmeiras e destinou mais de 7,5 hectares ao projeto, em Encruzilhada do Sul. Um movimento que reforça a conexão da marca com o território, a biodiversidade e as comunidades locais.

Entre os destaques do menu estão canudinho de tartare de filé mignon com maionese de butiá, piadina de pernil de leitão de porco Moura com chutney de butiá, dadinho de tapioca com geleia agridoce de butiá, arroz de galinha de Angola com butiá e croqueta de tainha com vinagrete de butiá. Para finalizar, arroz doce de butiá e picolé de butiá reforçam a proposta de explorar o ingrediente em diferentes expressões.

Mais do que um brunch, a experiência traduz o olhar contemporâneo da Chandon — uma marca global que se expressa a partir do território, valorizando ingredientes, cultura e comunidade. Um convite para viver o espumante como ponto de partida para encontros que permanecem na memória.

Sobre a Chandon

A Chandon é a primeira vinícola brasileira dedicada exclusivamente à produção de espumantes. Presente no país desde 1973, a marca integra o grupo LVMH (Moët Hennessy Louis Vuitton) e combina técnicas tradicionais com inovação, respeitando o terroir brasileiro e oferecendo experiências únicas a seus consumidores. Com uma comunidade composta por seis vinícolas espalhadas no mundo: Argentina, Estados Unidos, Austrália, China, Índia e Brasil, que continuamente trocam as melhores práticas e resolução de dúvidas, compartilham pesquisas e experimentações, para trazer melhorias constantes em cada unidade, a Chandon é o maior empreendimento de espumantes do mundo.

www.chandon.com.br

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CEAL apoia e patrocina concurso que reconhece os melhores cafés do Paraná na ExpoLondrina

Neste ano, os cafés premiados serão conhecidos na próxima quarta-feira (15), no 32º Encontro Estadual de Cafeicultores, realizado na ExpoLondrina 2026

Os melhores cafés do Paraná têm o selo e a chancela do Clube de Engenharia e Arquitetura de Londrina (CEAL), que é um dos patrocinadores do tradicional Concurso Café Qualidade Paraná, realizado anualmente pela Câmara Setorial do Café do Paraná, em parceria com a Seab (Secretaria da Agricultura e do Abastecimento), IDR-Paraná, Associação dos Engenheiros-Agrônomos de Londrina e Associação dos Funcionários do Iapar. Neste ano, os cafés premiados serão conhecidos na próxima quarta-feira (15), no 32º Encontro Estadual de Cafeicultores, realizado na ExpoLondrina 2026, que acontece de 10 a 19 de abril no Parque Governador Ney Braga, em Londrina.

“Para nós, participar e patrocinar esse concurso é mais que uma honra, é uma obrigação. Como entidade representativa de classe, abraçamos dentro de nosso guarda-chuva, entre tantas profissões, a da engenharia agronômica, fundamental no processo da cafeicultura”, afirma o engenheiro eletricista Marcos Dantas, presidente do CEAL. De acordo com ele, o engenheiro agrônomo é o profissional que atua desde o manejo de solo, definindo a nutrição da planta e participando ativamente da colheita. “É exatamente esse profissional que ajudará a garantir a qualidade do café e toda a sua cadeia sustentável”, ressalta.

Por isso é que, como uma das maiores entidades de classe do Paraná, o CEAL não pode ficar de fora de um momento tão importante. “Mais do que premiar os melhores cafés do estado, nós investimos e apoiamos os eventos, palestras e toda a discussão em torno da cafeicultura, lançando olhar para a cafeicultura regenerativa, acompanhando as movimentações de mercado e ajudando o setor a ser cada vez mais tecnológico, inovador e de excelência”, comenta Marcos Dantas. O presidente do CEAL diz que Londrina já foi conhecida como a capital mundial do café e, hoje, com o apoio da entidade, o Paraná é reconhecido como estado produtor de alguns dos cafés mais especiais do mundo.

Sobre o CEAL

O Clube de Engenharia e Arquitetura de Londrina (CEAL) foi fundado em 26 de outubro de 1953. É uma entidade representativa dos profissionais das engenharias, da arquitetura e demais setores relacionados à cadeia da construção civil. Ao longo das últimas sete décadas, a entidade da sociedade civil organizada lutou em prol dos interesses das classes e da própria sociedade londrinense. O CEAL avaliza as ações de uma população que pretende viver em uma cidade com qualidade de vida. Assim, a entidade atua como porta-voz e defensora desses ideais, na atualização profissional e em assuntos de interesse da sociedade.

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Novo Porsche 911 Turbo S chega a Belo Horizonte

Modelo mais potente da história do esportivo foi apresentado no Porsche Center BH, em evento que antecipou o feriado e atraiu dezenas de clientes e imprensa

Belo Horizonte foi palco de uma das estreias mais aguardadas do calendário automotivo. Na véspera do feriado, o Porsche Center BH, concessionária Porsche Bamaq, reuniu mais de 100 convidados — entre clientes e imprensa — para a apresentação do novo 911 Turbo S. Em uma noite marcada por expectativa e exclusividade, o lançamento evidenciou o interesse em torno do modelo ao mobilizar dezenas de entusiastas em uma data tradicionalmente voltada ao descanso.

A recepção ficou a cargo de Marcelo Rohlfs, head da Divisão Automotiva da Bamaq, e de Antônio Brasil, gerente de Vendas das unidades Porsche do grupo. Já a apresentação do modelo foi conduzida por Leandro Rodrigues Sabes, gerente sênior de Comunicação e Relações Públicas da Porsche Brasil, que detalhou os atributos técnicos e os diferenciais do superesportivo.

Mais potência, eletrificação e engenharia de pista

O novo Porsche 911 Turbo S chega como o modelo de produção mais potente da história da linha, com 711 cv de potência combinada. O conjunto acelera de 0 a 100 km/h em apenas 2,5 segundos e atinge velocidade máxima de 322 km/h.

Entre os principais avanços está o inédito sistema T-Hybrid, que combina o motor boxer biturbo de 3,6 litros a duas turbinas elétricas, elevando a resposta do acelerador e ampliando a eficiência do conjunto. A tecnologia permite entrega de torque em uma faixa ampla de rotações, garantindo acelerações mais consistentes e imediatas.

O modelo também evolui em dinâmica com um conjunto de soluções voltadas à performance. A aerodinâmica ativa ajusta automaticamente elementos como difusores e asas para equilibrar arrasto e downforce conforme a condução. O chassi conta com sistema eletro-hidráulico de controle de rolagem, que aumenta a estabilidade em curvas e a precisão em mudanças rápidas de direção.

Nos freios, o 911 Turbo S traz um dos sistemas mais avançados já aplicados pela marca em um modelo de rua. Os discos de cerâmica (PCCB) foram aprimorados, com destaque para os discos dianteiros e traseiros maiores — agora com 420 mm e 410 mm — e novos compostos derivados do automobilismo, que melhoram a resistência térmica e a eficiência em frenagens intensas. O conjunto é complementado por pneus de nova geração, com maior largura na traseira, ampliando a área de contato com o solo e contribuindo para níveis superiores de aderência.

Além da performance, o modelo mantém o equilíbrio característico da linhagem ao combinar esportividade com conforto e usabilidade no dia a dia. O interior traz acabamento refinado, materiais nobres e soluções voltadas à personalização, enquanto o design exterior reforça a identidade do Turbo S com linhas mais musculosas e elementos exclusivos.

“O novo 911 Turbo S representa um salto importante em todos os aspectos. Conseguimos elevar ainda mais o nível de desempenho sem abrir mão do conforto e da versatilidade que são marcas do modelo. É um carro que redefine o patamar do 911”, destacou Leandro Rodrigues Sabes, gerente sênior de Comunicação e Relações Públicas da Porsche Brasil.

Para completar a experiência, o público que acompanhou a estreia do novo 911 em Belo Horizonte pôde revisitar a história do modelo no showroom do Porsche Center BH. Em exposição, estavam as gerações 930, 964, 996, 997.1, 991.1 e 992.1, em uma jornada que revela a evolução de um dos esportivos mais icônicos de todos os tempos.

Sobre a Porsche Brasil

A Porsche Brasil, com sede em São Paulo, iniciou suas operações em julho de 2015. A rede Porsche no Brasil está presente nas seguintes praças: São Paulo, Campinas, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Florianópolis, Blumenau, Curitiba, Maringá, Brasília, Goiânia, Fortaleza, Recife e Salvador.

Sobre o Grupo Bamaq

Fundada em 1974, a Bamaq é hoje um dos grandes grupos empresariais do Brasil, com atuação nos setores de equipamentos pesados, automóveis e serviços financeiros. Com mais de 1.000 colaboradores e presença em 17 estados das regiões Sudeste, Centro-Oeste, Norte e Nordeste, o grupo atua em todo o território nacional. No setor automotivo, representa as marcas Porsche (MG, BA e MS), GWM (RMBH e MS) e Mercedes-Benz (RMBH).

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Tiffany & Co. celebra a força materna em sua campanha de Dia das Mães 2026, Celebrating Mothers Since 1837

A Tiffany & Co. anuncia hoje sua campanha de Dia das Mães 2026, Celebrating Mothers Since 1837, apresentando um curta-metragem emocionante pautado pela intimidade, gratidão e legado. Estrelado pela embaixadora da marca Rosie Huntington-Whiteley, o filme oferece uma reflexão pessoal sobre a maternidade, ao mesmo tempo em que aborda os laços duradouros entre gerações e a força transmitida por meio do amor de uma mãe.

Ambientado no quarto de Rosie, em Nova York, Celebrating Mothers Since 1837 retrata uma conversa telefônica íntima entre mãe e filha. Enquanto sua própria filha brinca por perto, Rosie admira o colar HardWear by Tiffany com diamantes pavé que usa, ao agradecer à mãe por esse presente extraordinário. Em uma conversa sincera, ela relembra memórias compartilhadas, desafios e a percepção da força que surge ao se tornar mãe. Rosie reconhece o exemplo dado por sua mãe e expressa a esperança de que, um dia, sua filha também compreenda essa mesma força.

As joias desempenham um papel simbólico na narrativa, representando apreço e continuidade. No filme, Rosie usa colar, pulseira e brincos HardWear by Tiffany com diamantes pavé - cada peça como um símbolo de força interior e confiança. Tradicionalmente consideradas relíquias preciosas passadas de geração em geração, as criações da Tiffany & Co. refletem o mesmo amor e devoção duradouros que fluem de mãe para filho, tornando-se peças significativas, carregadas de memória e emoção.

A campanha de Dia das Mães 2026 da Tiffany & Co. dá continuidade ao legado de quase dois séculos da marca de celebrar as múltiplas facetas do amor por meio de narrativas evocativas e de um artesanato excepcional. Com Celebrating Mothers Since 1837, a marca reafirma sua crença de que força, amor e gratidão são os presentes mais duradouros de todos.

Sobre Tiffany & Co. 

A Tiffany & Co., fundada na cidade de Nova York em 1837 por Charles Lewis Tiffany, é uma joalheria de luxo global sinônimo de elegância, design inovador, excelência artesanal e criatividade.

Com mais de 300 lojas no mundo e uma equipe de mais de 14.000 colaboradores, a Tiffany & Co. e suas subsidiárias projetam, fabricam e comercializam joias, relógios e acessórios de luxo. Mais de 3.000 artesãos altamente qualificados lapidam diamantes Tiffany e produzem joias nos próprios ateliês da empresa, concretizando o compromisso da marca com a mais alta qualidade.

A Tiffany & Co. mantém um compromisso duradouro com a condução responsável de seus negócios, a preservação do meio ambiente, a promoção da diversidade, equidade e inclusão, e o impacto positivo nas comunidades onde atua. Para saber mais sobre a Tiffany & Co. e seu compromisso com a sustentabilidade, visite tiffany.com.

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Infância insegura: marcas que podem (e devem) ser trabalhadas.

Por Dr. Marcio Renzo – Psicanalista e Hipnoterapeuta

A infância insegura não é catálogo de desculpas nem sentença irrevogável — é mapa de vulnerabilidades que orientam comportamentos, escolhas e relações ao longo da vida. Na clínica psicanalítica, Freud e Jung oferecem chaves diferentes e complementares para ler essas marcas: Freud nos mostra como conflitos infantis, mecanismos de defesa e repetição compulsionante moldam o destino psíquico; Jung nos indica a atuação dos complexos, da sombra e a possibilidade de individuação. Juntos, eles lembram: o que não foi simbolizado na infância tende a reaparecer na vida adulta em formas disfuncionais, até que seja elaborado.

O que a ciência recente diz.

Estudos recentes confirmam essa perspectiva clássica com dados robustos. A neurociência contemporânea demonstra que experiências infantis organizam não apenas o psiquismo, mas o próprio funcionamento neurobiológico[3]. Pesquisas mostram que experiências adversas na infância alteram a resposta do corpo ao estresse, aumentando o risco de transtornos de ansiedade. O cortisol elevado durante o desenvolvimento cerebral pode gerar uma tendência crônica à ansiedade e ao estado de alerta permanente[1], criando adultos que carregam fardos emocionais pesados e invisíveis.

Os padrões mais comuns.

Parentalização e responsabilidades precoces: Quando crianças são forçadas a desempenhar papéis de cuidadores antes do tempo biológico adequado, desenvolvem um senso de responsabilidade hipertrofiado[1]. Adultos que cuidaram de irmãos ou pais durante a infância frequentemente sentem que o mundo depende exclusivamente de seus esforços. Essa dedicação extrema resulta em exaustão física e mental que o indivíduo ignora por hábito antigo[1]. O prazer pessoal é deixado de lado em favor das necessidades alheias, gerando uma frustração silenciosa, mas muito potente.

Necessidade constante de validação: A carência de suporte afetivo durante as fases críticas do desenvolvimento deixa marcas profundas na forma como o indivíduo percebe o próprio valor[2]. Filhos de pais ausentes emocionalmente crescem em um ambiente de incerteza afetiva, onde suas conquistas e dores são frequentemente ignoradas ou minimizadas. Esse vácuo de atenção gera a crença de que o amor é condicional, conquistado apenas por um desempenho impecável[2].

Na vida adulta, a busca por validação constante aparece em parceiros, amigos e chefes, como tentativa de preencher um reservatório que nunca foi abastecido na infância[2]. No cenário profissional, essa dinâmica transforma estudantes e trabalhadores em high achievers, mas a um custo emocional altíssimo.

Medo excessivo de errar: Crianças constantemente criticadas pelos pais geralmente desenvolvem medo excessivo de errar na vida adulta. Essa autocrítica severa acompanha o indivíduo, criando uma voz interna que cobra perfeccionismo defensivo e pune qualquer tentativa de relaxar.

Sinais visíveis da infância insegura.

Identificar os padrões de comportamento herdados de uma infância sobrecarregada permite que o indivíduo inicie um processo de cura[1]. Muitas dessas características são vistas pela sociedade como qualidades admiráveis, mas escondem sofrimento psicológico latente:

  • Hipervigilância e dificuldade em relaxar: para quem pulou etapas do desenvolvimento, o ócio é interpretado como perda de tempo perigosa[1]. Relaxar significa baixar a guarda, despertando medo irracional de que algo terrível aconteça[1].
  • Dificuldade em aceitar favores e hiperindependência: surge como escudo para evitar depender de pessoas que podem falhar ou desaparecer[1]. Muitos preferem carregar todo o peso sem pedir colaboração.
  • Dificuldade em lidar com críticas: mesmo críticas construtivas desencadeiam respostas defensivas[2].
  • Tendência a se desculpar excessivamente: por falhas triviais ou até inexistentes[2].
  • Sentimento de invisibilidade: quando não recebe atenção imediata em grupos[2].
  • Foco excessivo na produtividade: incompatível com a capacidade de descanso[1].

Como a psicanálise propõe trabalhar essas experiências.

A transformação clínica passa por mais do que recordar: exige elaboração genuína. Procedimentos centrais incluem:

  • Estabelecer um vínculo seguro: criar uma aliança terapêutica estável para permitir a emergência de conteúdos vulneráveis;
  • Livre associação e interpretação: permitir que lembranças, sonhos e atos falhos sejam trazidos à luz e elaborados;
  • Uso da transferência/contratransferência: como campo para vivenciar e reparar padrões de vinculação;
  • Identificação e flexibilização de defesas: negação, projeção, acting out;
  • Técnicas junguianas (imaginação ativa, amplificação): para integrar imagens, símbolos e a sombra;
  • Psicoeducação e ressignificação narrativa: reconstruir a história pessoal com coerência;
  • Contenção e estabilização: antes de trabalhar traumas complexos;
  • "Reparentagem": o adulto aprende a fornecer a si mesmo o acolhimento que faltou[2].

Profissionais que trabalham com abordagem psicanalítica reconhecem a singularidade de cada história e o valor de colocar em palavras aquilo que, muitas vezes, permaneceu silenciado[1]. A escuta clínica atenta busca oferecer um espaço de construção de sentido — um tempo para olhar com mais cuidado para si, reconhecer repetições, elaborar dores e criar novas possibilidades de existir[1].

Fortalecer a comunicação interna e reconhecer os próprios méritos sem a necessidade de aplausos é um exercício diário de reconstrução da identidade[2].

Por que isso importa

Marcas não elaboradas limitam criatividade, autonomia e potencial profissional; fragilizam laços e perpetuam padrões intergeracionais. A hiperindependência que surge como estratégia de sobrevivência impede a formação de vínculos profundos, pois a vulnerabilidade é interpretada como risco inaceitável[1]. Quebrar essa barreira exige vulnerabilidade e aceitação de que conexões humanas saudáveis exigem trocas e apoio mútuo constante[1].

Investir em clínica, educação parental e políticas públicas de proteção à infância é, portanto, investimento em saúde social.

Uma questão pessoal.

A infância insegura não deve ser romantizada nem ignorada. Precisamos de uma cultura que reconheça a profundidade dessas marcas e ofereça caminhos reais de elaboração. Ao aceitar que a ausência dos pais foi uma falha deles, e não um reflexo da sua insuficiência, o indivíduo libera espaço mental para construir conexões baseadas na reciprocidade real[2].

A psicanálise, ao combinar interpretação, vínculo reparador e integração simbólica, propõe um processo que transforma máculas em possibilidades de escolha. Priorizar seu equilíbrio mental é fundamental para transformar essas marcas do passado em uma força construtiva e consciente hoje[1].

No fim, a verdadeira liberdade surge quando o reconhecimento mais importante vem de dentro, permitindo que a pessoa brilhe por quem ela é, e não pelo que ela faz para agradar o mundo.


Referências Bibliográficas

Freud, S. (1923). O Ego e o Id. Edição Padrão Brasileira das Obras Completas de Sigmund Freud.

Freud, S. (1905). Três Ensaios sobre a Teoria da Sexualidade. Companhia das Letras.

Jung, C. G. (1959). A Prática da Psicanálise. Editora Vozes.

Jung, C. G. (1981). Estrutura e dinâmica da psique. Petrópolis: Vozes.

Winnicott, D. W. (1990). Natureza Humana. Imago Editora.

Lacan, J. (1978). O Seminário: livro 2 - O Eu na Teoria de Freud e na Técnica da Psicanálise. Jorge Zahar Editor.

Bowlby, J. (1969). Attachment and Loss: Volume 1 - Attachment. Basic Books.

Correio Braziliense (2024). "Segundo a psicologia, pessoas que cresceram assumindo responsabilidades cedo demais frequentemente desenvolvem estes traços na vida adulta". Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/

Correio Braziliense (2024). "Crianças que cresceram sendo constantemente criticadas pelos pais geralmente desenvolvem medo excessivo de errar na vida adulta". Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/

UAI Notícias (2026). "A psicologia afirma que a necessidade constante de validação na vida adulta pode ser um reflexo direto da falta de suporte emocional na infância". Disponível em: https://www.uai.com.br/

Rieger, P. F. (2026). "A neurociência hoje mostra que essas experiências organizam não só o psiquismo, mas o próprio funcionamento do...". Instagram, 19 de março de 2026. Disponível em: https://secure.instagram.com/poliene_fsn_rieger/

Evolution Saúde Mental (2026). "Psicólogos(a) especialistas em: terapia-individual". Disponível em: https://evolutionsaudemental.com/

Psi Consultório (2026). "Psicoterapia online em Psicanálise - Freud". Disponível em: https://psiconsultorio.com.br/