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Bulova apresenta coleção inspirada em ícones que marcaram gerações

Lançamentos inspirados em colaborações lendárias como Frank Sinatra e Tony Bennett reforçam o diálogo da marca com o universo da música e o lifestyle contemporâneo

Bulova apresenta novos lançamentos que traduzem com elegância sua herança relojoeira em peças de forte identidade cultural e design atemporal. Inspirados em colaborações que atravessam gerações, os modelos reforçam a conexão da marca com o universo da música e o estilo de vida contemporâneo.

“Essas novidades representam a essência da marca ao integrar história, cultura e inovação em cada detalhe. São relógios que vão além da função, carregam narrativas únicas e dialogam com diferentes perfis e estilos”, afirma Israel Vasconcelos, CEO da SWG Brasil.

Colaborações Icônicas

Os relógios da linha Bulova Frank Sinatra celebram o legado de Frank Sinatra com design sofisticado e inspiração direta em modelos clássicos de 1967. A peça Frank Sinatra (96B483) traz caixa em aço inoxidável com acabamento duplo, mostrador branco linho com textura que cria profundidade e ponteiros prateados, além de pulseira em couro com padrão de crocodilo. 

Já o modelo Frank Sinatra (97B243) apresenta caixa em aço inoxidável dourado, mostrador branco-prateado com o mesmo efeito texturizado e ponteiros dourados, reforçando uma estética ainda mais clássica e elegante.

Ambos os modelos compartilham elementos marcantes da homenagem, como o chapéu fedora de Sinatra posicionado às 6 horas, fundo de caixa transparente com a assinatura do artista e movimento automático com até 42 horas de reserva de marcha.

Por sua vez, o Relógio Masculino Bulova Tony Bennett “NYC” (96B484) celebra a estética das pinturas do artista no Central Park. A moderna caixa em aço inoxidável apresenta facetas acetinadas e polidas, além de uma pulseira que combina com o restante do relógio, proporcionando um toque contemporâneo e um ajuste perfeito. 

Sobre a Bulova - Desde sua fundação em 1875, a Bulova é sinônimo de qualidade, precisão e inovação relojoeira. Com uma herança rica de 150 anos — de suas origens em Lower Manhattan ao status de ícone global com sede em Nova York — a marca mantém firme compromisso com a excelência artesanal.

A Bulova segue mesclando elegância clássica com tecnologia de ponta, em coleções icônicas como a Archive Series, o inovador CURV e o exclusivo movimento Precisionist. Hoje, a marca continua se destacando pelo design arrojado, inovação pioneira e apoio à cultura, inspirando novas gerações com seu legado relojoeiro. A Bulova continua evoluindo, elevando a tecnologia e a engenharia a novos patamares de excelência.

No Brasil, a Bulova é distribuída com exclusividade pela SWG Brasil.

Sobre a SWG Brasil - A SWG Brasil é a operação nacional da South Watches Group, holding nascida na Argentina em 2004 e referência na representação e distribuição de marcas internacionais de relógios no mercado latino-americano.

Presente no Brasil desde 2008, a SWG Brasil carrega o compromisso de aliar tradição, sofisticação e excelência no atendimento ao canal multimarcas. Com profundo conhecimento do mercado local, a empresa posiciona os relógios como protagonistas no universo da moda e do estilo de vida contemporâneo.

Atualmente, representa e distribui com exclusividade no país três importantes marcas de relógios: Bulova, reconhecida por sua precisão e inovação, Citizen, referência em tecnologia, sustentabilidade e inovação e Swarovski, que além dos relógios, traz em seu portfólio acessórios e canetas.

violencia contra minorias

A violência contra minorias e seus reflexos na mente.

Sabe aquele ditado que a gente ouve por aí: "as palavras não machucam"? Pois é, a psicanálise discorda e muito. A violência sistemática contra minorias deixa cicatrizes profundas na psique das pessoas, mexendo em coisas fundamentais como identidade e desenvolvimento. E não é só trauma pontual, não. É algo que vai marcando a gente desde cedo, se infiltrando no inconsciente. Pesquisadores da Universidade Federal do Espírito Santo vêm investigando justamente isso — como mulheres vítimas de violência sexual e pessoas LGBTQIAPN+ sofrem impactos sérios na saúde mental, desde depressão até comportamentos autodestrutivos.[1] É coisa séria demais.

Quando a gente aprende a desumanizar através das palavras.

Aqui tá o ponto: a violência física é tipo o último ato de uma peça que começou bem antes. Muito antes. A psicanálise nos mostra que antes de alguém apanhar, precisa primeiro deixar de ser gente, sabe? Precisa virar "coisa", objeto.

Uma colunista do Diário do Nordeste escreveu algo que é meio assustador: "ninguém agride, viola ou mata quem reconhece plenamente como igual."[8] Isso quer dizer que a gente precisa primeiro rebaixar a pessoa através da linguagem. Mulheres em aplicativos de relacionamento sendo chamadas de "estupráveis", camisetas de certos grupos dizendo "não se arrependa", adolescentes classificando colegas por "utilidade" — tudo isso é ensaio. Treino do olhar que depois autoriza a violência mesmo.

Frantz Fanon, um psiquiatra que trabalhou com vítimas da colonização na Argélia, já tinha entendido isso nos anos 1950.[12] Ele mostrou que o racismo e a opressão colonial não machucam só o corpo, machucam o inconsciente das pessoas, deixam marcas que a gente passa para o próximo. A psicanálise precisava acordar para isso: o sujeito não é uma “ilhinha” isolada numa sala de consultório. A gente é marcado pelo contexto, pela história, pela opressão que a gente vive.

O estresse de ser minoria: quando ficar vivo já é cansativo.

Tem um termo que os pesquisadores usam — "estresse de minoria." Basicamente, é aquele cansaço crônico de estar sempre em alerta, sempre na defensiva.[1] Pessoas LGBTQIAPN+ que não se assumiram publicamente vivem nisso o tempo todo. É tipo estar sempre segurando a respiração, sabe? E isso marca, mexe com tudo.

Os números falam por si: entre pessoas trans no Brasil, a taxa de tentativa de suicídio chega a 43,1%.[4] Não é de assustar? Quando a gente vê um número desses, não é um "caso" ou outro. É evidência de que o sistema inteiro de violência está funcionando mesmo, deixando cicatrizes profundas.

Mulheres vítimas de violência sexual lidam com outra coisa bem pesada: a culpa que a sociedade coloca nelas. Estupro não é só o ato violento, é a sociedade inteira pedindo para você ficar de boca fechada, te perguntando se estava bebendo, como estava vestida. Pesquisas da UFES estão investigando como essas mulheres conseguem se recuperar disso, o que chamam de "crescimento pós-traumático", mas é tipo tirar água do poço com balde furado.[1]

Racismo na infância: quando a criança aprende cedo que não vale nada.

Tem algo que machuca mais ainda: quando a violência começa lá no comecinho da vida. Crianças negras em comunidades periféricas crescem sob impacto direto da violência urbana — perdem dias de aula porque tem confronto, deixam de tomar vacina, vivem em estado de perigo o tempo todo.[7] Tudo isso não é experiência passageira. Fica marcado no cérebro.

A pesquisa mostra que o racismo funciona como uma experiência adversa que provoca "estresse tóxico", aquele estresse que mexe com o desenvolvimento normal do cérebro da criança, afetando aprendizagem, memória, até a capacidade de lidar com emoções.[7] É como se a gente estivesse pedindo para o cérebro da criança trabalhar em sobrecarga constantemente.

E tem mais: quando crianças negras enfrentam racismo cotidiano na escola, quando a história da sua gente não aparece nos livros, quando professores ignoram comentários racistas de colegas, a criança internaliza uma mensagem muito clara: "você não pertence aqui, você não vale."[10] Isso não desaparece. Fica no inconsciente, afetando como essa pessoa se vê pelo resto da vida.

A escola que deveria proteger e acaba machucando.

As escolas civis-militares viraram exemplo disso. Tem reportagem do Ministério Público Federal mostrando que estudantes LGBTQIAPN+ e negros são perseguidos por expressar sua identidade, sofrem abordagens agressivas de policiais militares dentro de sala de aula, têm sua liberdade cerceada.[19] Isso é violência institucional disfarçada de "disciplina" e "ordem". E as crianças absorvem tudo isso.

O bullying também é assim. A gente pensa que é só imaturidade de adolescente, mas é bem mais sério. Quando meninos classificam meninas como "acessíveis" ou "estupráveis", quando adolescentes trans são impedidos de usar banheiro de acordo com sua identidade, quando a história afro-brasileira é quase invisível no currículo, tudo isso interfere radicalmente no desenvolvimento psicológico.[10] E frequentemente os adultos não veem por que a violência acontece nos espaços invisíveis das instituições.

O inconsciente racista: porque a gente não consegue tirar racismo da cabeça com argumentos.

Aqui está uma coisa meio complicada da psicanálise lacaniana: o racismo não funciona só no nível de argumentação racional. [11] Ele funciona através de fantasias inconscientes sobre o corpo do outro, sobre aquilo que "falta" ou "sobra" naquele corpo. É profundo demais para a consciência atingir com argumentos bonitos.

Isso quer dizer que combater racismo não é só levar dados e fatos para a pessoa. É descolonizar a própria psicanálise que a gente usa, trazer pensadores da diáspora africana e da ancestralidade indígena.[9] Porque o racismo está enraizado em instituições, em leis, em práticas que se apresentam como "naturais" e "inevitáveis", mas que são construções históricas mesmo.[14] E isso marca o desenvolvimento das pessoas porque define desde cedo quem merece respeito, quem pode ocupar espaços, cujo corpo é digno de proteção.

O grande desafio: transformar essa realidade.

Se a gente entende que a violência contra minorias não é só um problema individual ou familiar, mas estrutural, então a solução também precisa ser estrutural. Significa investir em formação antirracista para os professores, descolonizar currículos que apagam histórias e culturas, criar políticas de segurança pública que respeitem o desenvolvimento infantil em vez de criminalizá-lo. [7][10]

Significa também que cada um de nós precisa se olhar no espelho. Porque a gente participa dessa violência, através da linguagem que usa, das piadas que tolera, do silêncio quando alguém fala algo degradante.[8] Como aquela colunista disse bem direto: antes de agredir ou matar, é preciso deixar de reconhecer como igual. E a gente faz isso todos os dias sem perceber.

Uma psicanálise que escuta o social.

O lado esperançoso disso tudo é que pesquisadores brasileiros estão oferecendo caminhos reais. Estão investigando crescimento pós-traumático em mulheres vítimas de violência sexual, não só o sofrimento, mas também como essas pessoas conseguem desenvolver resiliência.[1] Estudam saúde mental de pessoas LGBTQIAPN+ não assumidas, buscando entender as estratégias que elas usam para sobreviver em contextos de isolamento e discriminação.[1] Tudo isso aponta para uma psicanálise mais humanizada, mais próxima da realidade brasileira mesmo.

O desafio agora é transformar esse conhecimento em ação de verdade, em políticas públicas, em mudanças nas instituições, em uma reconfiguração da sociedade que reconheça que todo mundo merece respeito e dignidade. Porque violência contra minorias não é só gente traumatizada que precisa de terapia. É uma sociedade inteira que precisa ser radicalmente transformada. E isso começa em casa, na escola, no trabalho, começa na gente mesmo.

Precisa de ajuda? (clique aqui) Dr. Marcio Renzo - Psicanálise e Hipnoterapia.


Fontes citadas:

[1] Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). "Pesquisas investigam impactos da violência na saúde mental de mulheres e de pessoas LGBTQIAP+."

[4] BMC Public Health. "Factors associated with transgender people mortality due to violence in Brazil (2014-2022)."

[7] O Globo/UOL. "Primeira infância e equidade: desafios do racismo, dos territórios e da segurança no Brasil."

[8] Diário do Nordeste. "A linguagem como violência, exceto quando o alvo são as mulheres."

[9] Blog Abarca Psicólogo. "Psicanálise Contextualizada."

[10] Jornal da Unicamp. "Ensino da história afro-brasileira ainda enfrenta barreiras."

[11] Juliane Mena. "Psicanálise e o Pensamento Decolonial - Racismo e subjetividade."

[12] Veja. "Filme sobre Frantz Fanon ganha data de estreia no Brasil."

[14] Scielo. "Raça e racismo: aspectos conceituais, históricos e metodológicos."

[19] Ministério Público Federal. "MPF recorre de decisão que validou regras de escolas militares."

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Cafeteria da Bienal de Arquitetura Brasileira ganha protagonismo e atrai visitantes em São Paulo

Assinado por André Henning, espaço integra arquitetura, convivência e experiência sensorial

Em sua reta final, a primeira edição da Bienal de Arquitetura Brasileira (BAB) segue movimentando o cenário cultural e arquitetônico do país — e um dos espaços que continuam atraindo o público é a cafeteria oficial do evento, assinada pelo arquiteto curitibano André Henning. Aberta à visitação até o dia 30 de abril, no Pavilhão das Culturas Brasileiras, no Parque Ibirapuera, em São Paulo, a instalação convida o visitante a uma pausa sensorial no percurso expositivo.

Idealizada pela plataforma Archa, a BAB 2026 se consolida como uma iniciativa independente e sem fins lucrativos, com o tema “A arquitetura está em tudo”. A escolha do local já é uma declaração de intenções: a Bienal ocupa o Pavilhão das Culturas Brasileiras (PACUBRA), edifício projetado por Oscar Niemeyer com paisagismo de Roberto Burle Marx. Dentro desse espaço histórico, o evento apresenta o conceito de Pavilhão Brasil, reunindo estruturas inspiradas nos biomas nacionais e criando uma experiência imersiva que convida o público a percorrer o país por meio da arquitetura.

Batizado de “Café Ode ao Caramelo”, o ambiente projetado por Henning vai além da função de apoio e se estabelece como extensão conceitual da Bienal. Integrado ao percurso expositivo, o espaço foi desenhado para estimular encontros e permanências. “O café é um lugar onde as pessoas se encontram sem roteiro. A proposta foi criar um ambiente que acolha essas pausas e conversas, entendendo a arquitetura como algo que acontece no uso e na experiência”, explica Henning.

O conceito do projeto parte de um dos símbolos mais afetivos e reconhecíveis do Brasil: o cachorro caramelo. A partir dessa referência, o arquiteto constrói uma narrativa sofisticada e contemporânea baseada na materialidade. “Os materiais utilizados no projeto seguem essa tonalidade de caramelo e marrom, que além de ser super atual, também é atemporal. É uma cor que está em alta, mas que, principalmente, carrega essa identificação imediata com o Brasil que quisemos homenagear”, destaca o profissional.

A riqueza do espaço está na combinação de materiais e texturas. Madeira natural, couro caramelo, granito Café Imperial em acabamento escovado e superfícies com efeito de cimento queimado, também na tonalidade caramelo, criam uma composição envolvente e sensorial. O mobiliário reforça esse discurso: diversas peças foram desenhadas exclusivamente para o projeto, incluindo cadeiras, banquetas e mesas que combinam corda e metal em uma linguagem contemporânea e autoral.

A iluminação é outro elemento-chave da experiência. Com uso de skylines, o projeto aposta em uma luz mais direta que rebate para a parte inferior, criando profundidade e conforto visual. Pontos de luz adicionais sobre as mesas reforçam a atmosfera acolhedora. A estratégia também responde às limitações do espaço expositivo. “Como estamos em um edifício icônico, onde não podemos fazer intervenções em piso, paredes ou teto, pensamos o projeto como uma estrutura independente, praticamente flutuante, respeitando integralmente a arquitetura do Niemeyer”, ressalta o arquiteto.

A curadoria de objetos e obras de arte amplia a narrativa do ambiente. O espaço reúne peças autorais e uma seleção de objetos decorativos em cerâmica, barro, madeira e outros elementos naturais, reforçando a estética terrosa e orgânica do projeto. As obras expostas foram desenvolvidas com exclusividade por artistas convidados, entre eles, nomes da arte urbana, digital, pintura e fotografia, provocados a interpretar, sob diferentes linguagens, o universo simbólico do “caramelo”. O resultado é uma coleção diversa e sensível, que transforma o café também em espaço expositivo.

A vegetação aparece como elemento estruturante da experiência. Em diálogo direto com o Parque Ibirapuera, o projeto cria aberturas que emolduram a paisagem externa, enquanto o verde invade o interior, dissolvendo fronteiras. “A ideia foi criar uma sensação de continuidade com o parque, como se o café fosse uma grande varanda, onde interior e exterior se misturam de forma natural”, completa Henning.

Mais do que um espaço de convivência, o “Café Ode ao Caramelo” sintetiza o espírito da BAB 2026 ao transformar o cotidiano em experiência arquitetônica. Um ambiente onde o Brasil não é representado de forma literal, mas sentido na matéria, na luz e nas relações que ali acontecem — e que segue aberto ao público nos últimos dias da Bienal.

Sobre André Henning

À frente do André Henning Studio, o arquiteto e empresário construiu uma trajetória sólida na chamada arquitetura de negócios, desenvolvendo projetos que articulam estratégia, identidade de marca e experiência do usuário. Com mais de uma década de atuação e centenas de projetos executados em todo o Brasil, Henning se destaca especialmente nos segmentos de gastronomia, entretenimento e varejo, criando espaços que aliam conceito estético a desempenho comercial e operação eficiente.

Além da atuação autoral, o arquiteto também se destaca como empreendedor. É cofundador da Go Coffee, uma das redes de cafeterias que mais crescem no país, com centenas de unidades distribuídas em todos os estados brasileiros. Essa vivência prática no mercado se reflete diretamente em sua arquitetura, que combina sensibilidade criativa com visão estratégica, resultando em projetos que não apenas encantam visualmente, mas também respondem de forma objetiva às demandas de negócio.

Evento: 1ª Bienal de Arquitetura Brasileira (BAB)
Período: até 30 de abril de 2026
Local: Pavilhão das Culturas Brasileiras (PACUBRA) - Parque Ibirapuera – São Paulo (entrada pelo Portão 03)
Ingressos: R$ 80 (inteira) - dias de semana | R$ 100 (inteira) - finais de semana

Fotos: Gabriel Spinardi

Sociedade Kênia Clube oferece diversos cursos gratuitos para comunidade.

Sociedade Kênia Clube oferece diversos cursos gratuitos para comunidade.

Os cursos acontecem durante a semana, para todas as idades, e reforçam o compromisso de um dos primeiros clubes sociais negros do sul do Brasil, em preservar sua identidade e ancestralidade.

Iniciaram-se neste mês de abril, cursos que reafirmam o compromisso da Sociedade Kênia Clube, em manter viva sua trajetória de 65 anos na cidade de Joinville.

O espaço, que é Patrimônio Imaterial, oferece gratuitamente os seguintes cursos: Percussão Afro-Brasileira Infantil, para crianças de 10 a 15 anos, todas as terças e quintas, das 9h30 às 11h30, ministrado pelo mestre de bateria da escola Príncipes do Samba Lucas Machado, Samba no Pé Infantil, para crianças de 6 a 12 anos, todas as terças e quintas, das 15h30 às 17h30, ministrados por May Ametista, que atuou como 3ª porta bandeira da escola de samba e é bailarina, além de Dança Afro, livre para todas as idades, todas as terças e quintas das, das 18h às 19h30, ministrado pela bailarina integrante do Grupo 255, grupo de dança contemporânea, que integra o Kênia Clube, Mary Jane.

Os cursos possuem duração de 10 meses, e são financiados em parceria com a Fundação Catarinense de Cultura e a Secretaria de Assistência Social, Mulher e Família do Governo do Estado de Santa Catarina.

Lucas Machado é ritmista desde criança na Mocidade de Laguna, escola de sua cidade natal, passou pela Protegidos da Princesa de Florianópolis, e conquistou o 14º título como mestre de bateria pela Príncipes do Samba, obtendo nota máxima em todos os jurados.

Já conferiu no sambódromo e visitou as quadras de São Paulo e Rio de Janeiro, aprendendo com grandes mestres da Mocidade Independente de Padre Miguel, Vai-Vai e Rosas de ouro.

É formado em bateria popular pelo Conservatório de Música de Itajaí, além de fazer parte do corpo docente da Arte Maior e atuar como baterista e percussionista de importantes projetos na cidade.

Mary Jane é bailarina, atriz e pesquisadora de movimentos afro-diaspóricos. Iniciou sua trajetória nas Danças Urbanas em 2019 e consolidou sua atuação na Cultura Ballroom a partir de 2020, onde atua como liderança na Casa Índigo.
Sua prática artística é atravessada pelas vivências nas culturas LGBTQIAPN+ e pretas, atuando como performer, jurada e produtora.

Atualmente, aprofunda seus estudos em Dança Afro, Contemporânea e Clássica pela Cia 255, unindo a técnica acadêmica à força das linguagens urbanas e ancestrais.

May Ametista, começou a dançar em 2017, no projeto de Dança nas Escolas, depois fez parte de um grupo de dança sacra em igreja católica, conforme os anos foram passando, fez seletiva e foi aprovada para dançar em um grupo de dança onde permaneceu por 7 anos, viajou por várias cidades para competições, acumulando troféus.

Ministrou aulas, e dentro do carnaval, foi de comissão de frente para passista e depois para porta bandeira, hoje faz parte da escola de dança MOA – Movimento Artístico Patrícia Dalchau e também integra a Cia 255, agora em 2026 se afastou do cargo de 3ª porta bandeira da Príncipes do Samba, para voltar a vivenciar mais, mostrar e evoluir o seu samba no pé.

Sobre Sociedade Kênia Clube

A criação do Clube foi uma ideia que partiu de um grupo de amigos, por inexistir opções de lazer para os negros em Joinville, já que eram proibidos de entrar em clubes brancos, estes foram obrigados a se reinventar e a exemplo dos Clubes de Negros em outras cidades de Santa Catarina na década de 60, como Itajaí e Criciúma, fundaram o Kênia.

A escolha do nome Kênia, deve-se à homenagem feita pelos sócios fundadores à União Africana do Kênia, partido político da década de 60 e atualmente é o país africano Quênia.

Além de ser um espaço de lazer e sociabilidade, o Kênia também é símbolo da resistência, marcado pela trajetória de luta do povo negro na sociedade joinvilense, que sofreu com o preconceito étnico, à época muito severo, e que não permitiu uma aproximação com as demais etnias que compunham a sociedade.

Segundo o atual presidente do Kênia Clube, Richel Marcelina, o objetivo dos fundadores vem se cumprindo ao longo de mais de meia década.

O Kênia hoje é considerado um centro cultural, patrimônio, não somente apenas da comunidade negra joinvilense, e segue sendo exemplo para as novas gerações, exemplo de união, preservação da história, do pertencimento, o ser negro, numa sociedade ainda em evolução, com orgulho e respeito aos que vieram antes de nós.

E afirma, que proporcionar cursos gratuitos para a comunidade joinvilense, reforça ainda mais este espírito de inclusão, fomento cultural e principalmente oferece oportunidade de lazer, inclusão e coletividade.

A Escola de Samba, a Príncipes do Samba, presidida pela advogada Ana Paula Nunes Chaves, e sediada na Sociedade Kênia Clube, é a escola 14 vezes campeã do Carnaval local, fundada em 1986, a agremiação se consolidou como um símbolo de resistência na cidade.

O enredo do carnaval 2026 foi: “Baobá, Árvore Sagrada: morada do tempo, saberes, memórias e residências”.

Serviço

O quê: cursos gratuitos da Sociedade Kênia Clube
Quando: em andamento, até o mês de dezembro
Onde: Sociedade Kênia Clube – Rua Botafogo 255 – Floresta – Joinville SC
Quanto: gratuito

Inscrições pelo telefone: 47 97400 2946 (Whats)

Mais Informações

Sociedade Kênia Clube
Endereço: Rua Botafogo, 255 – Floresta, Joinville
Telefone: (47) 3407-2866
Site: https://www.keniaclube.com.br/
Instagram: @keniaclube

Dom Comunica – assessoria de comunicação
Telefone: 47 99612 3517
E-mail: rodrigocomunica@hotmail.com
Instagram: @domcomunica

Márcio Paloschi estreia instalação artística no Museu Weg de Ciência, em Jaraguá do Sul

Márcio Paloschi estreia instalação artística no Museu Weg de Ciência, em Jaraguá do Sul

Artista visual e figurista com grande atuação em Santa Catarina, propõe uma imersão sensorial em seu novo trabalho, conectando o nosso olhar para sensações e a simplicidade muitas vezes esquecidas e não vistas por nós.

Estreou nesta terça -feira, 14, e vai até o dia 3 de maio, domingo, no Museu Weg de Ciência, em Jaraguá do Sul, a instalação “Aqui Dentro Pode Ser Lá Fora”, do artista visual e figurinista Márcio Paloschi. Uma experiência imersiva e sensorial que atravessa matéria, percepção e presença.

Aproximar a arte de um espaço industrial, trazer o contemporâneo para um museu de ciência e tecnologia, amplia ainda mais esse olhar para o horizonte, para a expansão, para as várias possibilidades do fazer artístico, uma alquimia catalizadora de emoções.

A instalação se encontra logo na entrada do Museu WEG, primeiro espaço/recepção.

Aqui Dentro Pode Ser Lá fora, vai muito além de uma instalação, transpassa o espaço x tempo, nos afasta dos limites territoriais, nos conecta com o meio em que vivemos, com o sustentável, lapida o bruto, luz do sol, apenas vapor de água, condensação, flutuante, em suspensão, imersiva. Nos conecta com a simplicidade muitas vezes não vista por nós.

As nuvens já são percebidas no trabalho do artista visual, figurinista e cenógrafo Márcio Paloschi em trabalhos como: “Construção e Tempos” de 2016, “Nuvem D” de 2020 e “Nuvem” de 2021, e até mesmo nos figurinos e cenografia desenvolvidos para óperas e para o teatro, sempre com a utilização de materiais de descarte, sustentáveis, milimetricamente pintados, esculpidos, desenhados, projetados.

Márcio é um dos grandes inspiradores do World Creativity Day 2026 de Jaraguá do Sul, sua obra faz parte da programação oficial do Dia Mundial da Criatividade, que acontece na cidade, nos dias 21,22 e 23 de abril.

Sua oficina no evento com o tema: Circularidade Brasileira, confecção de saia estrutura de baiana com material de descarte da indústria têxtil I, será no dia 22 de abril, quarta-feira, das 18h às 22h, no IFSC do Centro (Avenida Getúlio Vargas, nº 830), inscrições gratuitas pelo site: https://worldcreativityday.com/brazil/jaragua-do-sul/home

Sobre o artista

Márcio Paloschi é artista visual, figurinista e professor. Formado em Moda pelo Senai/Cetiqt (Rio de Janeiro/RJ), graduado em Artes Visuais pela Univille e pós-graduado em Design de Moda (Senai/Cetiqt – Rio de Janeiro/RJ) e Arte Cultura Educação pela Unicesumar – Maringá/PR). Leciona Desenvolvimento Criativo, Escultura e Projeto de Coleção. Desenho de Observação/Figura Humana em instituições de ensino.
Atua na área criativa criando figurinos/cenários para óperas, teatro, dança, TV, carnaval, videoclipes e desfiles.

Profissionalmente no estado Santa Catarina e nacionalmente. No carnaval trabalha como criador e diretor de arte em São Paulo, Rio de Janeiro e Santa Catarina.

Na moda atua na área têxtil de pesquisa, apontando caminhos e composições antecipadas de cartela de cores, propondo diretrizes a serem seguidas para o desenvolvimento de novos produtos.

Como artista visual tem produção própria com textos de diversos curadores sobre o seu processo de trabalho, participações em exposições individuais e coletivas.

Experiência em coordenação de equipe criativa e desenvolvimento sempre voltado ao criativo/inovação com grande pesquisa na utilização de materiais de descarte da indústria têxtil reutilização na economia criativa e circular.

Serviço

O quê: instalação “Aqui Dentro Pode Ser Lá Fora”, do artista visual e figurinista Márcio Paloschi.
Quando: de 14 de abril, terça-feira a 3 de maio, domingo
Onde: Museu WEG de Ciência e Tecnologia – Av. Getúlio Vargas, 667 – Centro
Jaraguá do Sul . SC
Quanto: gratuito

Visitação do Museu WEG: terça-feira a domingo das 10h às 18h

Mais informações

Márcio Paloschi – Artista visual e figurinista
Telefone: 47 99962 8901
E-mail: paloschi.marcio@gmail.com
Instagram: @paloschi.figurinista @marciopaloschi.art

Museu WEG de Ciência e Tecnologia
Endereço: Av. Getúlio Vargas, 667 – Centro
Jaraguá do Sul . SC
Telefone de Informações: (047) 3276-4550 ou WhatsApp: (047) 99740-1688
Instagram: @museuweg

Agendamento de escolas ou grupos com necessidade de visita mediada são exclusivas através do link: https://museuweg.net/agendamento/

Dom Comunica – assessoria de comunicação
Telefone: 47 99612 3517
E-mail: rodrigocomunica@hotmail.com

 Fotos: Renaldo Junkes
Instagram: @domcomunica

Casa Bontempo_Créditos Fran Parente

Bontempo apresenta nova leitura sobre o morar contemporâneo e estabelece diretrizes para 2026-2028 

Harmonia, Afeto e Legado, os pilares do morar por Bontempo orientam marca, produtos e experiências para os próximos anos 

A Bontempo apresenta seu novo conceito institucional para o ciclo 2026–2028, um movimento que nasce da necessidade de acompanhar as transformações de comportamento e aprofundar a conexão com as pessoas ao longo da construção de seus lares. Mais do que um direcionamento estético, trata-se de um fio condutor que orienta decisões, experiências e relações em toda a jornada da marca, do desenvolvimento de produtos ao atendimento e à entrega dos projetos. 

Essa forma de organizar sua visão é uma prática recorrente da empresa ao longo de sua trajetória e responde a um cenário em constante mudança, no qual o morar se transforma à medida que evoluem hábitos, desejos e formas de se relacionar com a casa. Nos últimos anos, a marca apresentou leituras como “Refúgio Tecnológico”, em 2021, e “Sinta a Casa” em 2023, que reforçaram a dimensão emocional do lar. 

“A Bontempo sempre entendeu o morar como experiência e não apenas como produto. Desenvolver um conceito é uma forma de nos mantermos conectados às pessoas e aos seus desejos, entendendo que o processo de compra e venda está profundamente ligado à conexão emocional e não somente a atributos técnicos ou funcionais”, afirma Rafaela Stedile, diretora de mercado da Bontempo. “Pesquisamos comportamentos, estudamos o público e traduzimos essas percepções em um direcionamento que guia desde o desenvolvimento de soluções até a forma como nos comunicamos e nos relacionamos com clientes e parceiros.” 

Segundo a executiva, trabalhar a partir de uma visão estruturada, e não apenas de tendências pontuais, permite consolidar um posicionamento perene, capaz de orientar a marca ao longo do tempo. Tendências ajudam a identificar movimentos e anseios individuais, mas é o conceito que organiza esses sinais em uma narrativa coerente e aplicável à jornada completa do cliente, criando repertório para as equipes e maior assertividade na condução dos projetos. 

O novo direcionamento também dialoga com o posicionamento da marca, “Expresse seu interior”, atuando como uma tradução prática desse princípio e oferecendo caminhos para que cada pessoa construa ambientes que representem sua identidade e história. 

Harmonia, Afeto e Legado: os pilares do morar por Bontempo 

Para os próximos anos, a Bontempo, opera a partir de três pilares que sintetizam seu entendimento sobre arquitetura, design e comportamento: HarmoniaAfeto Legado. A tríade ganha ainda mais significado em um momento em que a empresa se aproxima de seus 50 anos, em 2028. 

“O conceito é a tradução do nosso olhar sobre o morar contemporâneo e nasce de uma leitura profunda de mundo, que depois se transforma em direcionamento para produto, linguagem e experiência”, explica Grasiela Valezi, gerente de pesquisa e desenvolvimento da Bontempo. 

harmonia surge como resposta a um cenário marcado por excessos, especialmente no que diz respeito à tecnologia e ao volume de estímulos do cotidiano. A proposta é buscar equilíbrio entre natureza, materiais e inovação, integrando precisão industrial e toque artesanal, funcionalidade e sensorialidade, técnica e emoção. A tecnologia aparece como aliada, aplicada de forma inteligente para gerar acessibilidade e qualidade de vida, enquanto a presença de elementos naturais e texturas reforça o acolhimento e a relação com o essencial. 

afeto posiciona o lar como espaço de significado e pertencimento. A casa deixa de ser apenas um lugar físico para se tornar território de memória, convivência e reconhecimento do conforto de estar em casa. Cores, objetos e atmosferas passam a dialogar com lembranças e experiências, criando vínculos emocionais e transformando o cotidiano em algo singular. 

“O design passa a atuar como mediador de relações. Mais do que compor ambientes, ele ajuda a construir experiências que acolhem e fazem sentido para a vida das pessoas”, afirma Grasiela. 

legado, por sua vez, reflete a relação da marca com o tempo e com a permanência. Ele se expressa na escolha de materiais duráveis, na precisão dos processos e na criação de soluções pensadas para acompanhar a vida dos clientes ao longo dos anos. Em um contexto de estímulos acelerados e transformações constantes, o legado surge como resposta ao desejo de pertencimento e continuidade. 

“O legado fala sobre o que recebemos e o que deixamos para o futuro. Na Bontempo, ele se traduz no tempo das coisas bem-feitas e na criação de produtos que atravessam gerações mantendo relevância”, completa Grasiela. 

Do conceito ao produto: quando o direcionamento se materializa 

Essa visão se desdobra diretamente no desenvolvimento de produtos e na forma como a marca estrutura sua oferta e experiência. A aplicação prática aparece na integração entre tecnologia e sensorialidade, na valorização de materiais atemporais e duráveis, na presença de texturas e acabamentos que evidenciam o toque artesanal e em soluções pensadas para acompanhar as rotinas contemporâneas com funcionalidade e leveza. 

Esses princípios orientam não apenas o desenho das peças, mas também a condução dos projetos e a jornada do cliente. O conceito se transforma em repertório para as equipes e em ferramenta para interpretar desejos muitas vezes expressos de maneira subjetiva. 

“Muitas vezes o cliente não chega com definições técnicas, mas com a sensação que deseja viver em casa. Nosso papel é traduzir esse sentimento em soluções reais, coerentes e duradouras”, afirma Grasiela. 

Ao propor esse novo olhar, a Bontempo reforça o design como linguagem capaz de unir técnica e emoção, presente e futuro, funcionalidade e significado. Mais do que acompanhar os movimentos de mercado, a marca oferece um caminho estruturado para que cada pessoa construa ambientes que sejam, de fato, a extensão de quem se é e da história que deseja viver dentro do próprio lar.  

Refletindo esse novo momento, a Casa Bontempo, espaço de experiências da marca em São Paulo, inaugurado em 2025, também passa por um processo de renovação de ambientes, pensado para materializar esse novo conceito de forma tangível. As atualizações traduzem, na prática, os direcionamentos da marca e convidam o público a vivenciar, no espaço, a integração entre design, sensorialidade e funcionalidade que orienta essa nova fase.  

As atualizações foram apresentadas em primeira mão durante a DW!15 e agora estão abertas ao público, convidando visitantes a conhecer de perto os novos espaços e a vivenciar, na prática, a integração entre design, sensorialidade e funcionalidade que orientam essa nova fase. A visitação pode ser realizada mediante agendamento, proporcionando uma experiência guiada e personalizada, alinhada ao olhar consultivo da marca. 

Sobre a Bontempo  

Fundada em 1978 pelos irmãos Rudimar, Rosmar e Rudinei Stedile, que herdaram a tradição da marcenaria italiana de seus antepassados, a Bontempo é hoje um dos maiores nomes do universo de móveis planejados de alto padrão do Brasil. A partir de seu parque fabril de mais de 40.000 m², localizado em São Marcos (RS), a Bontempo cria móveis únicos e exclusivos, capazes de materializar a autoexpressão de seus clientes, sempre prezando pelo acabamento impecável – resultado do cuidadoso trabalho artesanal aliado ao maquinário de última geração. Ao todo, são cerca de 2.500 profissionais alocados entre as 55 lojas da marca, gerenciadas no modelo franchising, distribuídas entre Brasil, Estados Unidos, Uruguai e Chile. Em 2025, a marca inaugurou seu novo espaço de experiências em São Paulo: a Casa Bontempo, um ponto de encontro para quem vive e respira o universo do design.  

Casa Bontempo 

Av. Rebouças, 1669, São Paulo, SP  
Segunda a sexta-feira, das 10h às 19h  
Sábados, das 10h às 14h  

Fotos: Diego Mello
Foto Destaque: Fran Parente

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Luz da Lua apresenta “Refúgios” – campanha de Inverno 2026

Mais do que uma coleção, Refúgios é um estado de espírito. Um convite para habitar o próprio tempo, com estilo, intenção e profundidade.

A Luz da Lua apresenta ao mercado sua nova campanha de Inverno 2026, intitulada Refúgios. Com uma proposta sofisticada e sensorial, a coleção destaca o encontro entre o croco e a camurça, explorando contrastes de textura e acabamentos que reforçam a elegância natural dos produtos. A paleta percorre tons sóbrios e envolventes, enquanto os metais surgem como pontos de luz que elevam a composição com sutileza. 

Em um cenário onde o tempo desacelera, a coleção se constrói explorando contrastes táteis que revelam profundidade e elegância. Protagonizada por Mariana Weickert, que construiu uma sólida carreira internacional ao desfilar e estrelar campanhas para algumas das principais maisons de moda como Chanel, Gucci, Versace e Louis Vuitton, a narrativa ganha um olhar maduro e seguro, que transita com naturalidade entre força e serenidade. Sua presença imprime verdade à campanha, refletindo uma mulher que encontra no essencial sua maior potência.

Refúgios apresenta uma estética refinada, em que cada detalhe (das cores aos metais) comunica herança, serenidade e força. A campanha reforça o posicionamento da Luz da Lua ao valorizar o design atemporal aliado à sofisticação, criando produtos que dialogam com diferentes momentos e estilos de vida.

Mais do que uma coleção, a campanha propõe uma pausa: um convite para o encontro com o essencial, traduzido em peças que equilibram textura, forma e significado.

Sobre a Luz da Lua

A Luz da Lua soma mais de três décadas de história criando bolsas, calçados e acessórios com o objetivo de proporcionar uma experiência única para mulheres contemporâneas.

Apaixonada por fazer bolsas, calçados e acessórios com matérias-primas selecionadas e de qualidade premium em todo o mercado brasileiro, a marca conta com mais de 140 lojas exclusivas e está presente em aproximadamente mil e quinhentos pontos de venda multimarcas nacionais, além de possuir uma rede global de exportação, com presença em mais de 45 países.

Com a qualidade impecável dos couros e metais, a Luz da Lua está em constante sintonia com as principais tendências, aliando o seu olhar atento à moda com a sua essência elegante. As texturas, cores, personalização e atenção aos detalhes são algumas das características marcantes de suas coleções, ansiosamente aguardadas pelas consumidoras de todo o Brasil.

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TAG HEUER NA WATCHES & WONDERS 2026

A relojoaria suíça de luxo celebra a inovação e a maestria em cronógrafos na Watches & Wonders Genebra

A relojoaria suíça de luxo TAG Heuer retorna à Watches & Wonders Geneva com um novo e ousado espaço, celebrando um de seus relógios mais icônico, o TAG Heuer Monaco, ao lado de sua expertise em cronógrafos.

No centro da apresentação deste ano está o novo movimento TH80-00, um calibre automático de cronógrafo de alta performance, desenvolvido para oferecer maior precisão, eficiência e durabilidade. Juntos, esses elementos expressam a busca contínua da marca pela inovação, onde ícones históricos e engenharia de ponta avançam em perfeita sintonia.

Localizado mais uma vez no coração do universo LVMH, o espaço TAG Heuer da continuidade à arquitetura do ano anterior e revela uma cenografia totalmente nova, dedicada à inovação em cronógrafos e ao legado do TAG Heuer Monaco.

Uma declaração arquitetônica

O espaço da TAG Heuer ocupa 1.000 metros quadrados dentro do universo LVMH. Embora mantenha uma estrutura arquitetônica imediatamente reconhecível, a cenografia foi completamente reinventada para destacar as mais recentes inovações da marca e o legado duradouro do TAG Heuer Monaco.

Na entrada, duas grandes telas de LED emolduram a fachada, exibindo conteúdos visuais dinâmicos que introduzem os visitantes ao tema central do espaço. Esses elementos conduzem o público até o destaque principal: uma instalação monumental descrita como o “coração pulsante” do espaço da marca.

Suspensa sob o teto central, uma réplica em grande escala do movimento TH80-00 está posicionada dentro de uma estrutura de plexiglass vermelho transparente. Cercada por telas de LED que animam e explicam o funcionamento do movimento, a instalação transforma uma inovação técnica em um espetáculo visual impactante.

Ao redor desse elemento central, destacam-se dois poderosos símbolos do legado automobilístico da TAG Heuer: um carro de Fórmula 1 da Oracle Red Bull Racing, representando o auge da performance contemporânea ao lado do embaixador da marca Max Verstappen, e o Porsche 917 de Steve McQueen, eternamente ligado ao TAG Heuer Monaco após sua aparição no filme Le Mans. Juntos, esses ícones criam uma ponte narrativa entre passado e presente, traçando a história do TAG Heuer Monaco de Steve McQueen, primeiro embaixador do modelo, a Max Verstappen, a representação moderna de velocidade e precisão.

As vitrines do espaço TAG Heuer ampliam essa narrativa, com foco no TAG Heuer Monaco e no universo da inovação. Campanhas visuais cuidadosamente orquestradas e uma curadoria precisa de peças destacam os lançamentos mais recentes e reforçando o status duradouro do relógio como um dos ícones mais emblemáticos da marca.

A história do cronógrafo

No interior do espaço da marca, os visitantes encontram uma impressionante parede dedicada ao cronógrafo, uma das contribuições mais importantes da TAG Heuer à relojoaria e tema central dos lançamentos de 2026.

A “Chronograph History Wall” apresenta a evolução dessa complicação desde suas origens até os mecanismos mais avançados da atualidade.

Com dezoito relógios, que vão de referências históricas a modelos contemporâneos, incluindo um rattrapante e as mais recentes peças equipadas com o movimento TH80-00, a exposição ilustra os marcos técnicos que moldaram o legado da marca no universo do cronógrafo.

Cada relógio é acompanhado por elementos visuais, artefatos ou conteúdos digitais que contextualizam sua importância na história da TAG Heuer. Tablets interativos permitem explorar detalhes sobre os movimentos, design e inovações.

Essa linha do tempo imersiva reforça o papel da TAG Heuer como pioneira na medição precisa do tempo e no universo do automobilismo.

O TAG Heuer LAB

Um espaço dedicado, o TAG Heuer Lab, convida os visitantes a explorar o movimento TH80-00 por meio de uma experiência imersiva e interativa. Inspirado nos laboratórios da marca em La Chaux-de-Fonds, o ambiente apresenta o movimento a partir de quatro pilares: arquitetura, materiais, design e testes.

Exposições interativas revelam o funcionamento interno do movimento, enquanto demonstrações ao vivo destacam inovações como a espiral de carbono e sua resistência ao magnetismo. Os visitantes também podem conhecer as etapas de produção e testes rigorosos, incluindo a validação dos acionadores do cronógrafo.

Uma mesa final de design mostra a evolução do TAG Heuer Monaco, desconstruindo o relógio em seus componentes essenciais para revelar como o ícone evoluiu ao longo do tempo, sem perder sua identidade única.

Uma experiência imersiva

Ao longo do espaço, grandes telas e conteúdos visuais dinâmicos reforçam a narrativa que conecta a tradição, inovação e performance. Instalações conduzem os visitantes pela trajetória do TAG Heuer Monaco, desde suas origens ligadas ao Grande Prêmio de Mônaco de Fórmula 1 e a Steve McQueen até sua interpretação moderna no pulso de Max Verstappen.

No centro, o lounge TAG Heuer oferece um ambiente acolhedor para relaxar, trocar ideias e descobrir as novidades da marca. Um bar central e áreas de reunião criam uma atmosfera vibrante e sofisticada, refletindo o espírito esportivo e a excelência da relojoaria suíça.

Com sua instalação monumental do TH80-00, o laboratório imersivo TH Lab e a narrativa focada em cronógrafos, a presença da TAG Heuer na Watches & Wonders 2026 reafirma o compromisso da marca em expandir os limites da inovação mecânica.

Porque, na TAG Heuer, a busca pela precisão é também a arte de redefini-la constantemente.

Sobre TAG Heuer

A TAG Heuer, fundada em 1860 por Edouard Heuer nas Montanhas do Jura, na Suíça, é uma marca de relógios de luxo que faz parte do grupo LVMH Moët Hennessy Louis Vuitton SE (“LVMH”), o principal grupo de luxo do mundo. Com sede em La Chaux-de-Fonds, na Suíça, e com quatro unidades de produção, a TAG Heuer conta com 1.900 colaboradores e está presente em 139 países. Os produtos TAG Heuer estão disponíveis online em www.tagheuer.com para países selecionados e em 260 boutiques e 2.300 pontos de venda em todo o mundo.

Há 165 anos, a TAG Heuer demonstra um espírito puro de relojoaria de vanguarda e um compromisso com a inovação, com tecnologias revolucionárias que incluem o pinhão oscilante para cronógrafos mecânicos em 1887, o Mikrograph em 1916, o primeiro movimento de cronógrafo com corda automática – Calibre 11 – em 1969, e o primeiro smartwatch de luxo em 2015. Atualmente, a principal coleção da marca é composta por duas famílias icônicas projetadas por Jack Heuer – TAG Heuer Carrera e Monaco – e é complementada pelas coleções contemporâneas TAG Heuer Aquaracer, Formula 1, Link e Connected.

Incorporando a nova filosofia da TAG Heuer, “Designed to Win”, a marca continua a construir seu legado de inovação ousada, resiliência e alto desempenho. Suas parcerias de destaque e embaixadores refletem o espírito da TAG Heuer em superar limites e performar nos momentos que realmente importam.

tagheuer.com | @tagheuer no Instagram

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Tiffany & Co. celebra a força materna em sua campanha de Dia das Mães 2026, Celebrating Mothers Since 1837

A Tiffany & Co. anuncia hoje sua campanha de Dia das Mães 2026, Celebrating Mothers Since 1837, apresentando um curta-metragem emocionante pautado pela intimidade, gratidão e legado. Estrelado pela embaixadora da marca Rosie Huntington-Whiteley, o filme oferece uma reflexão pessoal sobre a maternidade, ao mesmo tempo em que aborda os laços duradouros entre gerações e a força transmitida por meio do amor de uma mãe.

Ambientado no quarto de Rosie, em Nova York, Celebrating Mothers Since 1837 retrata uma conversa telefônica íntima entre mãe e filha. Enquanto sua própria filha brinca por perto, Rosie admira o colar HardWear by Tiffany com diamantes pavé que usa, ao agradecer à mãe por esse presente extraordinário. Em uma conversa sincera, ela relembra memórias compartilhadas, desafios e a percepção da força que surge ao se tornar mãe. Rosie reconhece o exemplo dado por sua mãe e expressa a esperança de que, um dia, sua filha também compreenda essa mesma força.

As joias desempenham um papel simbólico na narrativa, representando apreço e continuidade. No filme, Rosie usa colar, pulseira e brincos HardWear by Tiffany com diamantes pavé - cada peça como um símbolo de força interior e confiança. Tradicionalmente consideradas relíquias preciosas passadas de geração em geração, as criações da Tiffany & Co. refletem o mesmo amor e devoção duradouros que fluem de mãe para filho, tornando-se peças significativas, carregadas de memória e emoção.

A campanha de Dia das Mães 2026 da Tiffany & Co. dá continuidade ao legado de quase dois séculos da marca de celebrar as múltiplas facetas do amor por meio de narrativas evocativas e de um artesanato excepcional. Com Celebrating Mothers Since 1837, a marca reafirma sua crença de que força, amor e gratidão são os presentes mais duradouros de todos.

Sobre Tiffany & Co. 

A Tiffany & Co., fundada na cidade de Nova York em 1837 por Charles Lewis Tiffany, é uma joalheria de luxo global sinônimo de elegância, design inovador, excelência artesanal e criatividade.

Com mais de 300 lojas no mundo e uma equipe de mais de 14.000 colaboradores, a Tiffany & Co. e suas subsidiárias projetam, fabricam e comercializam joias, relógios e acessórios de luxo. Mais de 3.000 artesãos altamente qualificados lapidam diamantes Tiffany e produzem joias nos próprios ateliês da empresa, concretizando o compromisso da marca com a mais alta qualidade.

A Tiffany & Co. mantém um compromisso duradouro com a condução responsável de seus negócios, a preservação do meio ambiente, a promoção da diversidade, equidade e inclusão, e o impacto positivo nas comunidades onde atua. Para saber mais sobre a Tiffany & Co. e seu compromisso com a sustentabilidade, visite tiffany.com.

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Festival Gastronômico de Pomerode anuncia o tema de 2026

Ao chegar à 20ª edição, evento vai contar a própria história com pratos que marcaram época

Um dos eventos mais tradicionais e aconchegantes da gastronomia brasileira fará, em 2026, uma celebração à própria história. Ao atingir a 20ª edição, o Festival Gastronômico de Pomerode (SC) vai resgatar sabores que marcaram época, provocando a memória afetiva dos visitantes. O tema escolhido para a edição 2026, de 2 a 19 de julho, é: “Pratos que Fizeram História”.

Desde 2016 (12ª edição), cada restaurante que participa do Festival Gastronômico de Pomerode deve apresentar um prato novo, que não consta do cardápio regular dos estabelecimentos, a partir de um tema proposto pela organização. É o chamado “prato estrela”. Neste ano, as estrelas serão 12 receitas de sucesso criadas para o festival e que são lembradas até hoje. Ou seja, a história dos festivais será contada à mesa.

— Um evento dessa complexidade atingir 20 edições é algo a ser comemorado. Já são duas décadas de conquistas, dificuldades, superação e, claro, de muita criatividade e qualidade por parte dos restaurantes. O padrão de qualidade que atingimos só é possível com trabalho coletivo, e isso Pomerode sabe fazer como poucas cidades — analisa Ivan Rudolfo Koch, presidente da Associação Visite Pomerode (Avip), entidade realizadora do evento.

História

O Festival Gastronômico de Pomerode nasceu em 2005, por iniciativa de um grupo de restaurantes e profissionais da área. A cada noite, um dos estabelecimentos participantes recebia a programação especial, reunindo o público em torno de suas receitas.

Desde os primeiros anos, o foco era celebrar a gastronomia típica alemã e os ingredientes regionais, mas com abertura para outras influências culturais e gastronômicas. Em uma segunda fase, os restaurantes passaram a levar suas delícias para o Parque Municipal de Eventos, como parte da programação de inverno do município. Chefs convidados, aulas de gastronomia e apresentações culturais passaram a integrar a programação.

Visite Pomerode

Em 2014 (10ª edição), após a prefeitura municipal abrir mão de organizar o festival, a Associação Visite Pomerode (Avip) assumiu o evento. Presidente da entidade à época, a empresária Marlene Volkmann lembra que os restaurantes participantes queriam garantir a realização do evento e evitar que a fórmula de sucesso fosse transferida para outro município.

— Faltavam só 15 dias para o festival quando a Secretaria de Turismo nos disse que não teria condições de organizar. Com pouquíssimo tempo, fizemos um esforço muito grande e conseguimos executar o evento, que foi um sucesso. E assim continuamos nos anos seguintes — conta Marlene.

A entidade implementou novidades como o “prato estrela”, que desafia a criatividade dos chefs, a ampliação do festival para três semanas, a contratação de consultorias junto ao Sebrae para qualificar o atendimento ao público e a divulgação nacional.

Nos anos de 2020 e 2021, devido às restrições impostas pela pandemia de Covid-19, o Festival Gastronômico de Pomerode não pôde ser realizado. Por isso são 20 edições em 22 anos.

Outras novidades, como o cardápio completo, a programação e detalhes da organização do Festival Gastronômico de Pomerode 2026, serão divulgadas nas próximas semanas.

20º Festival Gastronômico de Pomerode

O 20º Festival Gastronômico de Pomerode é uma realização do Ministério da Cultura, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e da Associação Visite Pomerode (Avip), com apoio do Sebrae, do governo do Estado de Santa Catarina e da prefeitura de Pomerode.

Acesse visitepomerode.com.br/festival-gastronomico e siga @festivalgastronomicopomerode