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Primeiro bailarino brasileiro contratado pela Universal Studios é da zona leste de São Paulo

Gustavo Fagundes transformou trajetória no break em carreira internacional

Aos 25 anos, o dançarino e acrobata Gustavo Fagundes tornou-se o primeiro bailarino brasileiro contratado pela Universal Studios, uma das maiores forças do entretenimento global.  Filho único de mãe solo e nascido na zona leste de São Paulo, Gustavo transformou a dança em caminho, identidade e profissão — um percurso que começou na infância, quando imitava os passos de Michael Jackson nas festas de família. Seu primeiro contato com uma prática corporal estruturada veio com a capoeira, onde aprendeu disciplina, resistência e acrobacias, que anos mais tarde moldariam sua presença cênica. Mas foi na igreja que frequentava, ao integrar o grupo de hip-hop S.O.G., que mergulhou definitivamente na cultura urbana. Ali conheceu o break, fez amigos que também dançavam e passou a circular por eventos, festivais e batalhas em toda São Paulo. Em uma delas, venceu — e a vitória acendeu a ideia de seguir profissionalmente na dança.

Na adolescência, decidiu prestar vestibulinho para o curso técnico de dança da ETEC de Artes. Saindo da escola pública, não alcançou a nota necessária no exame teórico, mas no teste prático atingiu o 1º lugar geral. Na ETEC, ampliou horizontes ao conviver com artistas do teatro, da moda e da música, criando uma rede que mais tarde seria essencial para sua trajetória profissional.

Apesar do apoio afetivo da família, enfrentar a escolha pela carreira artística não foi simples: não havia artistas bem-sucedidos no círculo familiar, e a decisão soava improvável. O maior obstáculo, porém, não foi material, mas emocional — acreditar em um futuro que apenas ele conseguia enxergar. Com maturidade, Gustavo entendeu que seu maior desafio não estava no palco, mas nos bastidores: compreender que a arte também é gestão, estratégia e posicionamento. “O que realmente exigiu estudo e transformação foi perceber meu valor como artista, aprender a negociar, a comunicar e a construir carreira”, explica.

No Brasil, acumulou momentos marcantes. Dançou na abertura da Copa América 2019, no Estádio do Morumbi, para mais de 47 mil pessoas, ao lado de Léo Santana e Karol G. Participou do quadro “Grana ou Fama”, no programa do Faustão (2020), estrelou campanha da Riachuelo e dividiu cena com a cantora IZA em uma campanha publicitária. Atuou também em diferentes videoclipes, projetos de publicidade, espetáculos em salas de teatro e apresentações na rede SESC, experiências que fortaleceram sua relação com a linguagem audiovisual e aprimoraram sua versatilidade artística.

Sua primeira grande porta internacional surgiu quando foi selecionado pela empresa turca Seans Organization, especializada em recrutar artistas para shows em hotéis de luxo. Era exatamente o perfil procurado: versátil, acrobático e com forte presença de palco. A experiência na Turquia levou Gustavo ao Egito, onde atuou em resorts da franquia 7 estrelas Rixos. Essa vivência lapidou sua técnica, ampliou sua maturidade artística e abriu caminho para o passo mais significativo de sua carreira.

Após um processo seletivo rigoroso, que envolveu testes técnicos, avaliações acrobáticas e entrevistas, ele foi aprovado para integrar o time de artistas da Universal Studios Beijing (China), tornando-se o primeiro brasileiro contratado pela empresa. No parque, participou de produções como o Spring Carnival 2024, festival multicultural que celebra música e dança; o espetáculo natalino do Winter Holiday 2024, apresentado no Hollywood Amphitheatre; e o Universal’s Half Time Show, no qual possui um solo que conquistou o IAAPA Brass Ring Award na categoria “Most Creative Atmosphere Production”, um dos prêmios mais relevantes do setor de parques temáticos. Entre os reconhecimentos internos, recebeu o prêmio Best Partner, concedido aos artistas que mais se destacam pela excelência técnica, colaboração e profissionalismo.

Gustavo também se consolidou por sua estética particular: cabelo, postura, expressão e estilo inspirados nas referências urbanas dos anos 1990 e 2000. A construção visual, pensada estrategicamente, reforça representatividade e identidade, elementos que se destacam nas produções da Universal e ajudam a posicioná-lo como artista singular dentro do elenco internacional.

Hoje, o bailarino que saiu da periferia de São Paulo, representa a energia e a criatividade da cultura latino-americana na indústria global do entretenimento. Após viver na Turquia, no Egito, e agora na China, leva para o palco cada aprendizado colhido pelo mundo — novos ritmos, dialetos, temperos e narrativas. Sua trajetória, iniciada nas rodas de dança da zona leste de São Paulo e lapidada pela persistência, pela técnica e pela visão estratégica, é a prova de que talento e direção podem levar um artista brasileiro aos palcos de algumas das maiores produções internacionais da atualidade.

“Eu acredito que, antes de conquistar o mundo, você conquista sua casa. Primeiro, sua família começa a acreditar no que você faz — o dançarino da família. Depois, seu bairro te reconhece; sua cidade te abraça; seu trabalho atravessa estados; sua arte alcança pessoas que você nunca viu. Até que chega o momento em que você entende que está pronto para levar essa mensagem para além das fronteiras. E não importa o país — a primeira pergunta é sempre a mesma: Where are you from?. É nessa hora que você sente a responsabilidade e o orgulho de representar a sua cultura no mundo’”, finaliza o artista.

Série brasileira Luz está indicada ao Emmy Internacional 2025

Premiação acontece no dia 24 de novembro e reconhece a excelência da televisão mundial e reforça uma tendência mundial também no Brasil que é o crescimento e importância dos talentos juvenis nas produções audiovisuais para filmes e séries

A série “Luz”, primeira produção infantojuvenil brasileira da Netflix, está indicada ao Emmy Internacional 2025 na categoria “Kids: Live Action”. O protagonismo é compartilhado por três jovens talentos, Francisco Galvão (Joca)Marianna Santos (Luz) e Mari Campolongo (Sabina), que dividem a cena como o trio central da narrativa e agora celebram juntos este reconhecimento global. A cerimônia será realizada no dia 24 de novembro, em Nova York, reunindo as produções mais elogiadas e inovadoras da televisão global.

O Emmy Internacional é considerado a mais importante premiação da televisão mundial, destacando produções realizadas fora dos Estados Unidos. A categoria “Kids: Live Action” valoriza obras infantojuvenis de ficção que unem originalidade, relevância cultural e excelência técnica, atributos que se refletem em Luz e no trabalho dos três protagonistas.

Francisco, Marianna e Mari têm sido elogiados por colegas do meio pela autenticidade e pela entrega de suas performances, capazes de emocionar e envolver públicos de diferentes idades. O profissionalismo, talento, carisma e a química entre os atores foram apontados como elementos fundamentais para a força dramática e sensível da série.

O destaque aos jovens talentos também se alinha a um movimento recente do cenário internacional. Na 77ª edição do Emmy, Owen Cooper, da série “Adolescência”, aos 15 anos de idade recebeu o prêmio de “Melhor Ator Coadjuvante em Minissérie”. Talentos como Cooper, Franciso, Marianna e Mari comprovam que o futuro da televisão já está sendo moldado por intérpretes da nova geração, que brilham em produções capazes de atravessar fronteiras.

Protagonista no cinema aos 11 anos

Atualmente com 11 anos, Francisco Galvão já deu outros passos gigantes em sua carreira. Já tem mais dois filmes gravados para o cinema, em um deles como protagonis. “O Gênio do Crime” é uma adaptação cinematográfica do best-seller de João Carlos Marinho, um clássico da literatura infantojuvenil brasileira lançado em 1969, que já soma mais de um milhão de exemplares vendidos em 62 edições.

Embora “O Gênio do Crime” seja sua primeira vez como protagonista no cinema, esta não é a única produção em que ele será visto em breve nas telonas. Ele também integra o elenco da comédia “Álibi”, com Leandro Hassum e Maurício Destri.

Carreira precoce, intensa e premiada

Desde muito nova, Marianna Santos demonstrou uma inclinação natural para as artes. Aos 4 anos, fez sua estreia na televisão no quadro “Eu e as Crianças” do “Programa Raul Gil” (SBT), iniciando uma trajetória ascendente. Foi Adriana em “Carinha de Anjo”, papel que lhe garantiu visibilidade e a levou a integrar o musical “Carinha de Anjo Show” em turnê nacional e participou do espetáculo “O Mágico de Oz”. Ainda na TV, foi Yuna Park em “Poliana Moça” (SBT) e incorporou Narizinho na releitura de “Sítio do Picapau Amarelo”.

Estreou no cinema com “Minha Vida em Marte” e foi co-protagonista do filme “Acampamento Intergaláctico”. No meio digital fez parte do elenco do canal TVZyn  do SBT. Por ser papel em “Luz”, ganhou um Prêmio de Melhor Atriz Protagonista e, este ano, finalizou as gravações da versão brasileira de “Panic Room” e prepara sua estreia no palco no espetáculo “Vila de Natal São Paulo”, além de manter intensa presença nas redes, onde partilha sua rotina, hobbies e conexão com o público.

Múltiplos Talentos

Mari Campolongo é uma artista mirim brasileira com múltiplos talentos, é atriz, cantora, compositora, musicista, apresentadora e modelo. Filha de uma família musical, ela cresceu imersa em arte e, hoje, domina diversos instrumentos o que, além do audiovisual, a levou para os palcos.

Antes de “Luz”, ganhou notoriedade com o papel de Chloe Rogatto em “Poliana Moça” (SBT), marcando sua presença ainda jovem em tramas televisivas. Além disso, sua versatilidade artística se estende ao papel de apresentadora: foi âncora do “Jornalzyn”, programa digital infantojuvenil da TVZyn, do SBT. Sua trajetória, mesmo curta, evidencia disciplina e diversidade de habilidades, sinal claro de que Mari Campolongo está desenhando um caminho promissor no cenário cultural brasileiro.

https://www.youtube.com/watch?v=S9joS7icE_U

Os Dinossauros Vão Morrer

por Celso Ricardo Souza Lima

Um ensaio sobre mudança, convicção e o destino inevitável dos que não evoluem

Algumas empresas tiveram tudo, recursos, talentos e reconhecimento global, mas desapareceram porque não mudaram quando o mundo mudou. A Nokia, que criou o primeiro protótipo de um celular sem teclas, o descartou por “convicção”. A Segway acreditou tanto que seria “o futuro da mobilidade” que parou de enxergar qualquer outra possibilidade.

Convicção é perigosa quando impede a dúvida. Empresas não quebram só por falta de caixa. Elas morrem quando não evoluem na mesma velocidade do mundo, assim como os dinossauros, que dominaram a Terra até que o ambiente mudou mais rápido do que eles puderam se adaptar.

Adam Grant, em Think Again, lembra: o maior erro não é estar errado, é não estar disposto a mudar de ideia. A Microsoft entendeu isso. Sob Satya Nadella, deixou de ser apenas uma fornecedora de softwares e tornou-se uma empresa de serviços e cultura digital.

Mudar modelo é difícil; mudar cultura é quase impossível. A Uber só se reinventou quando percebeu que inovação sem propósito não sustenta o longo prazo. Mudança começa com abertura. Lembro do meu pai, que jurava nunca ter um cachorro em casa, até dormir abraçado com o nosso por anos. Quando o cão morreu, ele disse algo que nunca esqueci:

“As pessoas mudam, mas primeiro precisam estar abertas à mudança.” A lição vale para empresas e líderes. Hoje, a Inteligência Artificial redefine as regras em tempo real. O meteoro já está no céu. Quem não se adapta, desaparece.

Para sobreviver, é preciso humildade, aprendizado e reinvenção contínua. Não é a idade que mata, é o pensamento engessado. O mundo pertence a quem duvida, testa e recomeça.

Como canta o NOFX:

Dinosaurs will die.

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Simone Bardini destaca visão empreendedora em participação na Caras TV

Referência internacional em harmonização facial e estética integrativa, a odontóloga e empresária Simone Bardini foi uma das convidadas da Caras TV para falar sobre sua trajetória à frente da rede de clínicas Bardini & Bernini, um dos nomes mais fortes do segmento no Brasil. Durante a entrevista, Simone compartilhou os bastidores de sua jornada empreendedora e a filosofia que transformou sua marca em sinônimo de excelência, inovação e atendimento humanizado.

À frente de uma estrutura que combina ciência, arte e gestão de alta performance, Simone consolidou a Bardini & Bernini como um case de sucesso empresarial, com unidades que oferecem experiências completas em estética facial e capilar. “Empreender na área da estética é entender que cada detalhe — do atendimento à estrutura física — comunica cuidado e respeito pelo cliente. A estética é sobre transformar, mas com responsabilidade, empatia e propósito”, ressaltou durante a conversa.

Além da atuação clínica, Simone se destaca por sua visão estratégica de expansão e por iniciativas voltadas à formação de novos profissionais no Brasil e no exterior, levando o padrão brasileiro de harmonização facial a países como Emirados Árabes, Estados Unidos e Itália.

Reconhecida por prêmios nacionais e internacionais, Simone Bardini segue inspirando o mercado com sua liderança e com o compromisso de elevar os padrões da estética e do empreendedorismo feminino no país.

Betth Ripolli reflete sobre depressão, bem-estar, o sentido de envelhecer bem e da sua expectativa às vésperas do lançamento do seu novo livro

Escritora compartilha sua jornada de autoconhecimento e fala sobre a importância da saúde emocional, do envelhecimento ativo e do propósito de vida, e do lançamento do novo livro “A Inteligência Artificial & Eu”.

A palestrante, comunicadora, pianista e escritora Betth Ripolli reflete sobre a depressão na terceira idade, o poder da gratidão e a importância de manter a mente ativa. Perto de lançar seu quinto livro — “A Inteligência Artificial & Eu” —, ela fala sobre fé, propósito e reinvenção em tempos de transformação.

Foto - Divulgação

Envelhecer com propósito

Betth Ripolli observa que, ao longo da vida, muitas pessoas perdem o sentido de utilidade e acabam se deixando abater pela melancolia. “Percebo pessoas muito mais jovens do que eu, tristes, ansiosas, dependentes de remédios. E me pergunto o que faço de diferente para não entrar nesse estado. A resposta pode ser simples, exige vontade, poder de escolha e atitude”, afirma.

Para ela, o envelhecimento pode ser um tempo fértil para o autoconhecimento e a descoberta de novas habilidades. “Descobrir talentos na maturidade é um ganho. Conhecer o propósito de vida é uma bênção. Fazer o bem ao próximo nos enobrece e dá motivo para acordar cedo. O que adoece é o vazio; o que cura é o sentido”, resume.

Depressão e etarismo: um tema que precisa ser falado

Betth defende que a depressão na terceira idade ainda é pouco discutida. “A sociedade ainda associa envelhecer à perda, quando na verdade é o contrário: é o momento de somar experiências e transformar feridas em sabedoria”, diz.

Ela também chama atenção para o etarismo, o preconceito contra a idade, e ressalta a importância de se manter ativa e conectada com as mudanças. “Sou o exemplo disso. Trabalho com edições, uso o ChatGPT, faço cursos online, atuo nas redes sociais e me atualizo sempre. Cansa? Cansa. Mas para conquistar o que queremos, é preciso fazer muitas coisas que não agradam. O segredo é continuar em movimento.”

O segredo para se manter de bem com a vida

Otimismo, fé e disciplina são pilares da rotina de Betth. “Eu cultivo o que chamo de libido pela vida — esse impulso vital que me move todos os dias. Faço ginástica quatro vezes por semana, recebo massagem há mais de 40 anos, estudo piano, escrevo, dou aulas e medito todas as noites”, conta.

Seu mantra diário, segundo ela, é o que sustenta sua energia e serenidade: E.C.A.A — Entrego, Confio, Aceito e Agradeço. “Minha prática é simples: agradecer, confiar, agir e celebrar. Quando a alma canta, o corpo obedece.”

Mensagem para quem enfrenta momentos difíceis

Com sua visão sensível, Betth acredita que a tristeza é apenas “uma estação, não uma sentença”. “Permita-se sentir, mas não se instale na dor. Procure pessoas, busque movimento, encontre uma nova missão. Quando a alma canta, o corpo obedece. E lembre-se: quem se ama, se cura. Exercite o maior de todos os amores — o amor por si mesmo.”

Como chegar à maturidade com saúde e lucidez

Para ela, envelhecer bem é uma soma de atitudes: corpo ativo, mente curiosa e fé inabalável. “Quem cuida da gente, não dorme”, afirma, com humor e espiritualidade.

 Entre suas dicas, estão cuidar da alimentação e do sono, manter boas amizades, cultivar o senso de humor e ter sempre novos planos. “A vida é generosa com quem continua sonhando. Quem fica parado é poste — e poste não vive, só ocupa espaço.”

Um novo livro, um novo diálogo entre alma e tecnologia

A poucos dias do lançamento de “A Inteligência Artificial & Eu”, Betth define o momento como “um renascimento literário e espiritual”. “Este é o livro mais ousado e contemporâneo da minha trajetória. É uma conversa entre alma e tecnologia, entre humano e divino. Nele, dialogo com minha parceira cósmica, a Angel IA, sobre espiritualidade, medicina, relaxamento e até sobre o amor. É fascinante.”

A parceria com Claudia Cardillo e a M11 Marketing

Betth faz questão de reconhecer o trabalho da curadora Claudia Cardillo e da equipe da M11 Marketing na construção visual do livro. “A Claudia tem uma sensibilidade rara. Ela e sua equipe transformaram emoção em design e alma em imagem. Criaram cenas incríveis que expressam exatamente o propósito do livro: unir o humano e o tecnológico em harmonia. Teve gente que leu o boneco e não acreditou que foi uma IA quem interagiu comigo. Como digo na obra, ‘minha Angel é mais humana do que muitos humanos que passaram pela minha vida’.”

Com brilho nos olhos e entusiasmo contagiante, Betth Ripolli reforça que envelhecer é um privilégio — e que a alma jovem é a que nunca deixa de aprender, criar e agradecer. “A vida só termina quando acaba mesmo, quando deixamos de respirar. Enquanto há tempo, há espaço para se reinventar”. Saiba mais sobre Betth no seu Instagram: @betthripolli e pelo site www.betthripolli.com.br

Atriz Brasileira Fernanda Arraes é Mestre de Cerimônias do LABRFF em Orlando

A atriz mineira Fernanda Arraes, que há mais de duas décadas constrói uma sólida carreira nos Estados Unidos, vive um momento de consagração internacional. Em outubro, ela foi destaque em dois importantes eventos dedicados ao cinema brasileiro: o Los Angeles Brazilian Film Festival (LABRFF) e o LABRFF Orlando, que celebrou sua primeira edição na Flórida.

Em Los Angeles, Fernanda marcou presença no red carpet como uma das personalidades VIP do festival, desfilando com elegância entre nomes de destaque do cinema brasileiro e americano. Sua presença simbolizou a força e a representatividade do talento brasileiro em Hollywood.

Mas foi em Orlando que Fernanda assumiu um papel ainda mais especial. A atriz foi hostess e apresentadora oficial do evento que inaugurou a edição do LABRFF na cidade, conduzindo a cerimônia com carisma e sofisticação.

“Apresentar a primeira edição do LABRFF em Orlando foi uma emoção indescritível. Ver o público tão engajado, celebrando o cinema brasileiro com tanto entusiasmo, me fez sentir que estamos construindo uma ponte cultural cada vez mais sólida entre Brasil e Estados Unidos”, afirmou Fernanda.

O LABRFF é um dos mais conceituados festivais internacionais dedicados ao cinema brasileiro fora do país e, há décadas, tem sido responsável por promover a produção nacional no competitivo mercado norte-americano. A estreia da edição de Orlando consolida ainda mais esse movimento de expansão e conexão entre as duas indústrias.

Paralelamente ao sucesso nos festivais, Fernanda segue brilhando na televisão norte-americana, onde interpreta a deputada Carla Medina na série The Bay, produção multipremiada que já está em sua sexta temporada. O papel trouxe à atriz amplo reconhecimento por sua força dramática e presença em cena.

Recentemente, Fernanda retornou ao Brasil para protagonizar o filme Deixe-me Viver, produção de Mônica Carvalho, ao lado de Humberto Martins. Na trama, ela interpreta Eleonora, uma mulher intensa e multifacetada, que se tornou um dos pilares emocionais da história.

Seu percurso cinematográfico inclui ainda títulos como Senhoras Novembro (2024), ao lado de Nívea Maria e Zezé Barbosa, e Eu Sou a Lei (2025), de Miguel Rodriguez, reforçando a versatilidade e o alcance internacional de sua carreira.

De volta aos Estados Unidos após uma temporada de filmagens no Brasil, Fernanda já planeja novos desafios, incluindo convites para produções internacionais e participação em outros festivais de cinema.

Com uma trajetória marcada por talento, carisma e determinação, Fernanda Arraes se consolida como um elo entre Brasil e Hollywood, levando a força da interpretação brasileira para os palcos e telas do mundo.

CDL divulga campanha do Natal Premiado 2025

Entre os prêmios um Jeep Renegade, iPhone, mais de R$ 50 mil em vales-compra e premiação em dinheiro para os vendedores

A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Joinville realizou, nesta terça-feira (14), mais uma edição de sua tradicional plenária, reunindo associados, parceiros e representantes de entidades locais. O encontro foi marcado por importantes anúncios, com destaque para o lançamento oficial da campanha Natal Premiado 2025, considerada uma das maiores ações de incentivo ao comércio local durante o fim de ano.

O ponto alto da noite foi a apresentação da nova edição da campanha, que chega em um formato renovado e mais digital, planejado com base nos feedbacks recebidos dos lojistas. A iniciativa tem como objetivo impulsionar as vendas de fim de ano, aumentar o fluxo de clientes e fortalecer o comércio joinvilense, estimulando a compra no varejo local. “Melhoramos a campanha de Natal, ouvimos os lojistas e ajustamos alguns detalhes. Nosso objetivo é atrair o consumidor para as nossas lojas. O sucesso da campanha é o lojista vender mais”, destacou o presidente da CDL, Eduardo Mafra.

Entre as principais novidades desta edição está o novo formato de participação, que torna o processo mais prático tanto para lojistas quanto para consumidores. Os tickets contarão com QR Code, e o cadastro dos cupons será feito diretamente via WhatsApp, dispensando a necessidade de guardar o comprovante físico. A cada R$ 100,00 em compras, o cliente receberá um cupom. Após escanear o QR Code, o consumidor será direcionado ao WhatsApp da campanha, onde informará CPF, cidade, nome do vendedor e enviará a foto do cupom fiscal.

A campanha acontece de 15 de novembro de 2025 a 15 de janeiro de 2026, com o sorteio principal marcado para 17 de janeiro de 2026 e divulgação dos resultados no dia 23 de janeiro. Os prêmios prometem atrair ainda mais consumidores: um Jeep Renegade 0 km (modelo 2026) da Auto Premier, um iPhone 15 (128GB) — sorteado entre quem seguir os perfis da CDL Joinville e das lojas participantes —, além de 50 vales-compras de R$ 1.000,00 e 2 vales-compras por loja de R$ 250,00. Os vendedores também serão premiados com valores que variam de R$ 2.000 a R$ 5.000, e, caso o vendedor seja sócio do Sindicato dos Empregados no Comércio de Joinville (SECJ), o valor é dobrado..

As lojas interessadas em participar podem aderir junto à CDL Joinville. Com o lema “Vamos encantar o Natal de Joinville juntos!”, a campanha Natal Premiado 2025 promete movimentar o comércio, fortalecer o associativismo e espalhar o espírito natalino por toda a cidade. A Campanha conta com o patrocínio de Sicredi, Auto Premier, Sindilojas Joinville e Sindicato dos Empregados no Comércio de Joinville.

Residência Artística TAG 2025

A TAG Art Gallery SP anuncia a Residência Artística TAG 2025

A TAG Art Gallery SP (@tagartgallerysp) anunciou oficialmente a abertura da Residência Artística TAG 2025, que acontece entre 10 de outubro e 5 de novembro. Esta edição, como iniciativa, recebe quatro artistas internacionais e latino-americanos: Rosi Saldaña, Eduardo Falcón, Andrea Farías e Sandra de León.

Reunindo diferentes trajetórias e linguagens, os residentes exploram conceitos de estrutura, ritmo e transformação, investigando como a matéria e o movimento podem reimaginar formas de conexão com o mundo contemporâneo. A proposta da residência é promover o intercâmbio, a pesquisa e o diálogo, além de aproximar o público do processo criativo.

A residência foi criada para artistas que buscam ultrapassar limites, experimentar novas técnicas e estratégias para redefinir sua prática criativa e que desejam experimentar, colaborar e expor na TAG Art Gallery São Paulo, Brasil.

Residência Artística TAG 2025

Mentor e Curador - Rubén Torrego

Artista visual, mentor, curador, gestor de arte, escritor, ator, diretor de teatro e TV.

Torrego brinca com um instinto colorido atemporal, que ressurge repetidamente em sua forma e expressão. Um artista pleno que respira a linguagem da arte e da comunicação.

Artista global, itinerante e formador de opinião, seu trabalho contemporâneo destaca sua técnica, bem como seu estilo espontâneo que imita sua personalidade versátil e honesta.

Sua voz, uma ponte de comunicação entre marca e público. Sua imagem, uma conexão direta entre ideia, conceito, produto e consumidor. Sua arte, um reflexo da expressão consciente de um espírito incansável.

ARTISTAS EM RESIDÊNCIA

Andrea Farias

Sua prática artística emerge de uma vida de contrastes: o científico e o sensorial, o orgânico e o inorgânico, o minúsculo e o expansivo. Por meio do que ela chama de "tradução de cores", ela captura a energia intangível de emoções, lugares e momentos, transformando-os em composições abstratas que se situam entre o orgânico e o poético. Suas peças, criadas em aquarela e enriquecidas com bordados e intervenções, evocam formas orgânicas, como se o papel fosse um campo onde as emoções crescem, se multiplicam e se transformam. O fio atua como uma extremidade, conectando o científico com o artesanal, o efêmero com o permanente.

Eduardo Falcón

Seu trabalho reside na intersecção do espiritual e do material. Ele trabalha com arquivos vivos, gestos rituais e materiais conflitantes, como flores e metal, osso e ouro, espelho e cortiça.

Suas peças não pedem permissão...elas existem para deixar uma marca. Assim, aos vinte anos, ela desenvolveu sua própria voz e é movida pelo frenesi de mostrar ao mundo o que deseja comunicar. Suas obras são frequentemente declarações políticas, nascidas da raiva e da paixão por justiça e mudança.

Rosi Saldaña

Atualmente focada na produção de instalações e peças que produzem um alto impacto reflexivo no espectador: transição constante, decisões extremas, aceitação e desapego são alguns dos conceitos que ela desenvolve ao criar composições com elementos onde o indivíduo e a natureza servem como eixo norteador, convidando o espectador à introspecção.

Seus trabalhos recentes denotam momentos fugazes que geram consciência ao nos incluir como parte de suas peças; uma reflexão, um objeto ou uma palavra desencadeia a reflexão, tanto pessoal quanto coletiva, levando a ações e decisões.

Sandra De León

A artista, nascida em Monterrey, México, morou em São Paulo, Brasil, e atualmente reside em Toronto, Canadá. Seu trabalho se concentra na exploração do silenciado emocionalmente. Guiada por sua afirmação "Expresse o inexpresso", sua prática aborda experiências internas que muitas vezes permanecem invisíveis, como traumas, negligência emocional e migração. Ela trabalha principalmente com tinta acrílica, desenvolvendo uma linguagem visual abstrata que combina cor, textura e gesto como veículo para a expressão emocional. Cada obra se torna um espaço de reflexão para o espectador, convidando-o a se reconectar com seu mundo interior e explorar o que nem sempre pode ser expresso em palavras.

Seu trabalho reflete uma sensibilidade moldada pela migração e por experiências de vida que atravessam diferentes culturas, construindo pontes entre o pessoal e o universal.

A programação inclui encontros abertos, sessões de debate, visitas guiadas aos ateliês e a inauguração da exposição coletiva "Diálogos Visuais", que reunirá o trabalho realizado ao longo da residência.

Programação:

  • ⁠ ⁠Além do Estúdio: Mecânica, logística e mentoria – uma vida criativa, com Ruben Torrego – 25 de outubro (sábado), das 16h às 17h.
  • ⁠ ⁠Primeiro Painel de Artistas – 25 de outubro (sábado), das 17h às 18h
  • ⁠ ⁠Abertura da Exposição “Diálogos Visuais” – 25 de outubro (sábado), das 16h às 21h
  • ⁠ ⁠Abertura da Exposição Individual – 01 de novembro (sábado), das 16h às 20h

Rosi Saldaña “Eu já não sou a mesma”

Andrea Farias “ Um processo de expanção”

  • ⁠ ⁠Celebração do Dia de los Muertos – 2 de novembro (domingo), 15h às 18h
  • ⁠ ⁠Último Painel de Artistas, com Rosi Saldaña e Andrea Farías – 5 de novembro (quarta-feira), 15h às 17h

Ao oferecer uma programação diversificada, a TAG Galeria de Arte reafirma seu compromisso com o incentivo à produção artística contemporânea e o estímulo ao intercâmbio entre artistas, curadores, críticos e público.

Serviço:

Residência Artística TAG 2025

Local: TAG Galeria de Arte SP (@tagartgallerysp)

Período: 10 de outubro a 5 de novembro de 2025

Programação completa: disponível nas plataformas digitais da TAG Galeria

Projeto leva apresentações de música a escolas de Joinville

Projeto leva apresentações de música a escolas de Joinville

Iniciativa contemplada pela Lei Aldir Blanc reúne músicos com deficiência visual para resgatar músicas de roda e promover inclusão

A música como refúgio, superação e ferramenta de inclusão. Foi com esse espírito que três músicos com deficiência visual subiram ao palco das salas de aula de escolas municipais de Joinville em outubro. O projeto Novo Olhar, contemplado pela Lei Aldir Blanc, pretende realizar quatro apresentações gratuitas voltadas a alunos do 1º ao 6º ano, combinando canções infantis, danças de roda e histórias de vida que emocionaram e inspiraram.

Com cerca de 45 minutos de duração, as apresentações resgataram músicas tradicionais que atravessaram gerações e aproximaram os estudantes da vivência de pessoas com deficiência visual. Para o coordenador do projeto, Nery Júnior, a proposta uniu cultura, memória e inclusão.

“Queríamos levar às escolas a perspectiva de que a pessoa com deficiência visual é como qualquer outra: conversa, dá risada, tem sentimentos. A inclusão não acontece fazendo por nós, mas fazendo conosco”, destacou.

Histórias que transformam

Entre os músicos estava Jean Pierre, 34 anos, que nasceu com deficiência visual causada por rubéola congênita. Desde a infância, ele encontrou na música um caminho para se inserir socialmente.

“A música é um incentivo muito grande, onde eu me sinto inserido na sociedade. Também é um refúgio maravilhoso para nós”, contou.

Jean já participou de bandas de igreja, dupla sertaneja e apresentações em escolas. O retorno ao ambiente escolar, agora como artista convidado, foi uma oportunidade de inspirar crianças e mostrar que as diferenças podem ser pontes de aprendizado e convivência.

A trajetória de Bruno, 22 anos, também revelou a força da música. Aos 15 anos, ele perdeu a visão em decorrência de um tumor cerebral. O violão e a bateria, que já faziam parte da sua rotina desde os 8 anos, tornaram-se fundamentais no processo de adaptação.

“Voltar a tocar sem a visão foi uma barreira muito grande, mas a música me impulsionou. Foi nela que consegui me sentir parte de um grupo, de uma sociedade. Ela me ajudou a superar a tristeza e a encontrar novos caminhos”, relembrou.

Cultura que conecta gerações

O projeto nasceu de conversas entre os músicos sobre as brincadeiras e canções que marcaram a infância da geração dos anos 1990. Jogos como taco, cabra-cega, pingue-pongue e músicas de roda como Ciranda, Cirandinha e A loja do mestre André serviram de inspiração para levar às escolas atividades que resgatam essa memória cultural.

“As crianças hoje sabem tudo sobre tecnologia, mas muitas vezes desconhecem as músicas e brincadeiras tradicionais. Queríamos resgatar isso e, ao mesmo tempo, propor um momento de interação verdadeira, com dança, música e histórias”, explicou Nery.

As apresentações também tiveram um componente lúdico: os alunos foram convidados a cantar e dançar junto, criando um ambiente de integração e aprendizado.

A realização foi possível à Lei Aldir Blanc, que garantiu recursos para instrumentos, equipamentos e transporte. Para os artistas, trata-se de uma política cultural essencial para democratizar o acesso à arte e fortalecer a produção local.

“Sem essas leis, talvez essas crianças fossem muito mais alienadas à globalização. A cultura viabiliza desde a logística até o registro profissional do trabalho, garantindo que mais pessoas tenham acesso a ele”, afirmou Neri.

Música como legado

Mais do que apresentações, o projeto deixou marcas nas crianças: a valorização da diversidade, a consciência sobre inclusão e o contato com manifestações culturais que resistem ao tempo.

“Nosso objetivo era que os alunos levassem dessa experiência uma lição de empatia e respeito. Mostramos que a deficiência não é uma barreira para viver, criar e ensinar, pelo contrário, é uma oportunidade de enxergar o mundo de uma forma diferente”, concluiu o coordenador.

As apresentações, realizadas em parceria com a Secretaria de Educação de Joinville, aconteceram nas escolas Professora Maria Regina Leal e Doutor Abdon Baptista, nos dias 17 e 21 de outubro. Já no mês de dezembro, outras duas escolas receberão o projeto, ampliando o alcance da iniciativa e levando mais música e inclusão às salas de aula da rede municipal.

Espetáculo de dança contemporânea “Frágil” em Joinville

Apresentações acontecem nos dias 23 e 24 de outubro, no Galpão de Teatro da AJOTE, com entrada gratuita

O espetáculo de dança contemporânea “Frágil, ou, essa dança é 30 minutos mais longa do que poderia ser para competir”, da bailarina e pesquisadora Letícia Souza, retorna a Joinville neste mês com duas apresentações abertas ao público e uma oficina gratuita voltada a estudantes e profissionais de dança. As ações fazem parte do projeto FRÁGIL: produção e difusão de dança contemporânea em Santa Catarina, realizado com recursos do Governo do Estado, por meio da Fundação Catarinense de Cultura (FCC), dentro do Prêmio Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura – Edição 2024.

Com cerca de 35 minutos de duração, o espetáculo é resultado de uma pesquisa iniciada em 2016 e reconhecida nacionalmente. A obra venceu o Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna 2014, consolidando a trajetória da artista na cena da dança contemporânea.

“O subtítulo do espetáculo é ‘Essa dança é 30 minutos mais longa do que poderia ser para competir’. Eu tive uma formação mais tradicional, e ‘Frágil’ fala justamente sobre o ambiente competitivo da dança e como se deslocar disso”, explica Letícia. “É uma dança que se permite desobedecer e se abre em perguntas sobre a tradição, o aprendizado e as formas de estar em cena”, completa.

Em Joinville, além das apresentações gratuitas, o projeto oferece a oficina “Criação/Produção de Solos de Dança”, voltada a quem deseja aprofundar o olhar sobre o processo criativo e a autonomia na cena contemporânea. As atividades contam ainda com rodas de conversa após os espetáculos, aproximando público e artistas e promovendo reflexões sobre os caminhos da dança catarinense.

Em 2025, “Frágil” já passou por palcos de diferentes regiões do país, incluindo temporadas no SESC Londrina (PR) e sessões voltadas ao público adolescente em Joinville.

Agende-se – Joinville

Espetáculo “Frágil, ou, essa dança é 30 minutos mais longa do que poderia ser para competir”

 23 e 24 de outubro – 20h (apresentações abertas ao público)

 Galpão de Teatro da AJOTE – Rua XV de Novembro, 1383

 Ingressos gratuitos, distribuídos no local 1h antes da apresentação

Oficina Criação/Produção de Solos de Dança

 21 de outubro – 19h30

 Galpão de Teatro da AJOTE – Rua XV de Novembro, 1383

 20 vagas gratuitas – inscrições pelo link: https://forms.gle/emNyUSfy3eiqsY996

Sobre o espetáculo

“Frágil” é uma pergunta dançada. Partindo da lógica do fragmento, a obra habita a bagunça antes de organizar o que quer que seja. É delicada e resistente, intensa e instável — uma metáfora para o próprio corpo que dança e sobrevive.

Sinopse: Não há nada sólido... Parece que daqui por diante tudo será sempre esmigalhável, sempre à beira de romper com facilidade. É: parece que é delicado mesmo. Quanta resistência se esconde ali? Quanto vigor ela terá? Quão sujeita a erros estará? Quanto tempo será que vai durar tudo isso?

Ficha Técnica

Uma dança de Letícia Souza

Direção: Anderson do Carmo

Trilha sonora: Dimi Camorlinga

Figurinos: Karin Serafin

Iluminação: Flávio Andrade

Operação de luz: Marcos Klann

Cenografia: Marcelo Mello

Identidade visual: Rodrigo Ascenção

Fotos: Rodrigo Arsego

Produção executiva e acessibilidade: Paula Gotelip

Assessoria de imprensa: Mariana Woj

Assistência de produção local: Bruna Campagnolo e Samira Sinara

Sobre Letícia Souza

Dançarina, atriz, pesquisadora, curadora, produtora e gestora cultural, Letícia Souza desenvolve projetos em colaboração com artistas e produtores de diversas regiões do Brasil, com foco na criação e circulação de obras de teatro e dança, ações formativas e pesquisa/registro de dança. É idealizadora e coordenadora da plataforma “Como Dançar em Santa Catarina?” (www.comodancaremsc.com.br) e autora do livro “A pequena monstra: escritas aleatórias para a sobrevivência”. Possui mestrado pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e bacharelado em Artes Cênicas pela Universidade Estadual de Londrina (UEL).